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Far Cry 6 | Não existe paz no paraíso

Far Cry 6 é o 14º título da franquia Far Cry e o 6º em sua linha principal. Originalmente planejado para ser lançado em 18 de fevereiro de 2021, foi lançado oficialmente em 7 de outubro de 2021, devido à crise sanitária que o planeta passou e passa devido ao corona vírus. 

O jogo, além de fazer parte do universo Far Cry, também ganhou muito apelo dos fãs e entusiastas por ter em seu elenco o ator Giancarlo Esposito, em um dos papéis principais.

 

Far Cry 6 se passa em uma ilha fictícia do Caribe chamada “Yara”. Muitos afirmam que sua inspiração no mundo real foi Cuba. Este governo fictício é comandado por uma ditadura do “El Presidente” Anton Castillo (papel de Giancarlo Esposito), que comanda o país com mãos de ferro e pretende que seu filho Diego assuma um dia o seu governo.

Nós passamos a assumir o papel de Dani Rojas, um ou uma aspirante a fugitivo do regime que se tornou revolucionário da guerrilha. Seu trabalho é basicamente diminuir todos os recursos de Castillo, partindo para a violência conhecida da série, fazendo valer da sua furtividade e de seu arsenal de explosivos.

 

Podemos notar em Far Cry 6 a mudança em algumas mecânicas, isso é visível em jogos mais recentes, com mais “botões” para apertar e ações para executar durante a gameplay.  Mas o seu foco em cenas de caos e destruição está a todo o vapor.  Logo de início já temos sequencias e personagens marcantes, tudo entrelaçado em uma narrativa emergente que vamos desenrolando a medida que avançamos nas missões. A parte introdutória de Far Cry 6  é mais linear em comparação ao que conhecemos da série, mas assim que ela é finalizada temos o gostinho real do jogo em nossas mãos.

A medida que avançamos em Far Cry 6 na conquista de território, aspecto que todos ja estamos acostumados neste tipo de gameplay, vamos ganhando a confiança de outras ramificações da resistência. E assim como seus aliados vão melhorando e aumentando em quantidade, seu kit de arsenal também, seguindo a história principal e as missões secundárias, você consegue desbloquear mais itens. Algo que facilitará a sua vida no jogo é fazer o máximo de missões secundárias que conseguir e partir para o plot principal. Diferente de certos jogos onde o nível de dificuldade escala a medida que você avança linear ou paralelamente na história, aqui não acontece. Assim, quantos mais forte você fica paralelamente a história principal, ela se tornará mais fácil de ser finalizada.

 

Algo que chamou bastante minha atenção em Far Cry 6 é que tudo que já conhecemos, tanto de ruim, quanto de bom da série está presente no jogo, juntamente as novidades. As pequenas mudanças que foram feitas têm um grande impacto na experiência geral. A mais marcante sem dúvida é a interação do personagem principal com o ambiente e NPCs, as cutscenes, as expressões faciais, tudo no quesito gráfico está muito bem trabalhado e polido.

Far Cry 6 não é apenas a violência, embora ela está presente em 99,9% da gameplay, a maneira como a história realmente acontece diante do seus olhos sem precisar contar sobre quem é  Castillo. Além disso assuntos delicados são tocados, como experimentação médica, direitos trans, tráfico humano, tortura e muito mais, não entra em discussão se eles foram retratados de forma correta, é importante que você possa presenciar e tirar suas conclusões. Eu acredito que jogos devem abordar certos temas, mas o que aconteceu em Far Cry 6 é que nunca houve uma introdução para os temas dentro da série.

Sem spoilers o final de Far Cry 6 pareceu precipitado e simples demais, me deixou satisfeito mas com um cheiro estranho no ar. Giancarlo Esposito tem boas participações no jogo, mas não entrega o potencial do ator que conhecemos, algo entendível pois a mídia é completamente diferente das que costumamos ver a cara dele carimbada. Nada impediu a boa experiência durante a gameplay.

 

Far Cry 6  é um novo marco para a série Far Cry que evoluiu com maturidade e naturalidade, tudo que funciona está presente, e as poucas coisas que não funcionam não atrapalham em nada a experiência geral do jogo. É sem dúvidas um parque de diversões, onde você pode optar por fazer o que bem entender, desde seguir a linearidade quanto não fazer nada e apenas explodir as coisas contando com ajuda de seus companheiros pet. Mesmo depois de horas e horas, voltar par aa ilha Yara, é se sentir livre.

NOTA FINAL: Selo Diamante 5/5

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25 anos de Nintendo 64: Confira os 15 melhores jogos do console!

Há exatamente uma semana, mais especificamente no dia 29 de setembro de 2021, celebramos exatamente 25 anos do lançamento do primeiro console 3D da gigante japonesa Nintendo no ocidente.

Muita gente não sabe, inclusive, que o console (que já havia sido lançado em 23 de junho daquele ano no Japão) foi simultaneamente lançado nos Estados Unidos e Brasil.

Muito embora esteja longe de ser o campeão de vendas da época, que foi dominada pelo PlayStation da Sony, o console com o controle mais peculiar da história mainstream dos videogames realizou feitos tão grandes que ditaram fórmulas que são seguidas até hoje no que se refere a movimentação e câmera em jogos tridimensionais.

Para não deixar o feito passar batido fizemos uma dificílima lista com os 15 jogos que consideramos melhores e mais importantes do console e, como não foi nada fácil chegar a este resultado, cada jogo contará com uma menção honrosa (referente à franquia, gênero ou empresa) para que possamos abarcar o máximo de indicações do poderoso e modesto arsenal do tão amado Nintendo 64.

#15 – Pokémon Snap

O ano era 1999 e a franquia de monstros colecionável mais famosa do mundo iniciava um dos seus primeiros spin-offs.

O objetivo aqui não era mais capturar os pokémon, mas sim, fotografá-los em seus habitats naturais, descobrir segredos de seus comportamentos e participar de uma pesquisa biológica dos monstrinhos. A ideia nada convencional acabou pegando e, com o tempo, era difícil achar quem não tivesse o jogo no console, ou mesmo jogado na casa de um amigo, afinal, era o boom da popularidade da franquia no ocidente e, embora relativamente curto e repetitivo, muita gente comprou a ideia de sair por aí relaxando, e, ás vezes passando um pouco de raiva pra fotografar pokémon raros ou em diferentes situações.

Menção Honrosa: Para quem preferia cuidar de animais de verdade ao invés de monstrinhos e relaxar na fazenda a indicação mais óbvia seria Harvest Moon 64, que também estava numa maré de mais popularidade em sua franquia e ajudou a consolidar um gênero que estouraria novamente no futuro.

#14 – Tony Hawk’s Pro Skater 2

Depois de conquistar o público da Sony era a vez das manobras radicais invadirem o console da Nintendo.

Muito bem recebido pelos jogadores do N64, que também recebeu o terceiro jogo da franquia posteriormente, Tony Hawks Pro Skater 2 mostrou que o potencial gráfico do N64 tinha bastante consistência e acabou sendo o jogo da franquia que mais fez sucesso entre os jogadores da plataforma.

Fazer manobras arriscadas com trilha sonora marcante e acumular pontuações aparentava ser uma nova fórmula de sucesso e que definitivamente marcou uma geração.

Menção Honrosa: Pra quem buscava uma diversão mais radical, mas no ambiente aquático, Wave Race 64 trazia corridas de jet ski que eram divertidamente caóticas, principalmente quando se jogava em multiplayer local. O game foi produzido pela própria Nintendo e já deu as caras no início da vida do console.

#13 -Star Wars: Rogue Squadron

As tão hypadas naves de Star Wars finalmente podiam ser pilotadas e o sonho de muitos fãs da franquia foi realizado com Star Wars: Rogue Squadron.

Controlar X-Wings também nunca foi tão lindo, já que o game foi um dos primeiros a utilizar o periférico tecnológico Expansion Pak que, pasmem, dobrava a resolução do jogo para 640 × 480 pixels em comparação com a resolução regular console de  320 × 240.

Menção Honrosa: Impossível não mencionar “Star Wars Episode I: Racer” que fez muita gente se sentir o próprio Anakin nas corridas de Pods e que também agradou muitos proprietários de Nintendo 64.

#12 – Resident Evil 2

Considerado um dos maiores milagres de tecnologia de compressão da época, Resident Evil 2 trouxe o gostinho do jogo de sobrevivência mais hypado da época.

Era impensável que um jogo que pedia 2 CDS no PlayStation 1 pudesse rodar, e até consideravelmente bem, em um cartucho de 64MB. Claro, algumas compensações gráficas foram feitas, mas nada a ponto de interferir na diversão que o clássico proporcionou aos usuários de N64. Explorar Raccon City no início de sua devastação foi uma experiência marcante para os gamers da época, e definitivamente merece seu lugar aqui.

Menção Honrosa:  Caso o interesse fosse deixar os zumbis e clima de medo para explodir demônios no melhor estilo, Doom 64 foi um marco e até ganhou versões remasterizadas para as plataformas mais recentes.

#11 – Star Fox 64

Finalmente em um 3D não emulado, como ocorrido em sua estreia no Super Nintendo através do chip FX, foi no Nintendo 64 que Fox McCloud e sua equipe brilharam de verdade.

Da ambientação, ao desafio, trilha sonora e jogabilidade fluidas, Star Fox 64 fez muito sucesso entre os Nintendistas, ganhando, inclusive, um remake posteriormente lançado para o 3DS.

Menção Honrosa: Talvez tão importante quanto Star Fox 64 na época, F-ZERO X também trouxe uma dose de diversão hardcore em suas corridas futuristas e espaciais e bem desafiadoras, pena que, ao que parece, a franquia foi esquecida pela Big N.

#10 – Conker’s Bad Fur Day

Ninguém imaginava que um exclusivo da Nintendo poderia contar a história de um esquilo de ressaca, cheio de vícios, palavrões e um humor que pode não ter envelhecido muito bem pros dias atuais, mas que definitivamente dizia muito sobre a época em que foi lançado.

Produzido pela Rare, a responsável por popularizar Donkey Kong e Banjo Kazooie trazia uma proposta bem inusitada, diferente e adulta, já que o jogo tinha classificação para maiores e contava com momentos absurdos como enfrentar um grande cocô como um dos chefões.

Menção Honrosa: Jet Force Gemini, também produzido pela Rare, trouxe inovações em suas fórmulas consogradas em um jogo que mistura aventura, shooter e uma jogabilidade muito fluida.

#09 – Mario Party 3

A franquia responsável por muitos conflitos internos entre amigos e familiares trouxe a sua melhor versão em seu terceiro jogo. Os vários jogos de tabuleiros, a diversidade de mini games e, com características individuais que poderiam mudar o rumo do jogo para cada tabuleiro escolhido, fez a versão ser aclamada pela crítica e jogadores.

E sim, roubar estrelas do coleguinha não é muito legal, mas pode ser perversamente divertido.

Menção Honrosa: Não dá pra falar de spin-offs de Super Mario sem mencionar o icônico Mario Tennis, que trouxe várias possibilidade de gameplay e com variações bem vindas para cada personagem deixando o multiplayer repleto de fator replay.

#08 – Pokémon Stadium 2

Um sonho se tornando realidade para jovens do final dos anos 90 e início dos anos 2000: Participar de batalhas Pokémon em 3D como um verdadeiro treinador, e desta vez, com um elenco maior, com o acréscimo dos Pokémon da segunda geração, que tornava mais ainda deslumbrante e completa toda a experiência.

Em batalhas épicas, a estratégia aqui estava em tentar antecipar os movesets inimigos, e até mesmo os tipos para planejamento de fraquezas e resistências, o jogo também contava com minigames e a possibilidade de trazer os monstros das versões de GameBoy para o 3D com o periférico apropriado.

Menção Honrosa: Como houve uma dificuldade muito grande em escolher um só, Pokémon Stadium, o primeiro da franquia merece o reconhecimento por construir e definir as bases que fizeram da franquia um grande sucesso.

#07 – Paper Mario

Quando Super Mario RPG explodiu cabeças no Super Nintendo ao demonstrar que era possível um RPG conciso, envolvente e viciante envolvendo Mario e seus amigos e inimigos, ninguém esperava que o spin-off RPG da trupe do encanador se consagraria com o maravilhoso Paper Mario.

Com seus gráficos em perspectiva 2,5D o jogo envelheceu bem até para os parâmetos de hoje e ganhou várias continuações nas plataformas diversas da Nintendo. Quem imaginaria, afinal, que um RPG com personagens feitos de papel seria tão divertido e celebrado até hoje?

Menção Honrosa: O Nintendo 64, infelizmente, não contou com muitos RPG’s em sua época de ouro mas conta com algumas pérolas inesquecíveis, e mesmo através de um combate mais tático,  Ogre Battle 64: Person of Lordly Caliber cumpriu muito bem o seu papel.

#06 –  Super Smash Bros

Imagine colocar Donkey Kong, Mario, Yoshi, Samus, Pikachu e outros para se debulharem na porrada em um jogo de luta inusitada que viria a se tornar o monstro que é hoje.

Em um formato de sumô, onde o objetivo é arremessar o oponente pra fora da tela, que diferenciou o título dos jogos de luta mais “padronizados” e até mesmo inaugurando o subgênero Brawler, Super Smash Bros fez e continua fazendo história e suas jogatinas multiplayer totalmente e divertidamente zoneadas e poluídas construiu o início de um legado que até mesmo Sakurai, criador de Smash e Kirby não poderia imaginar.

Menção Honrosa: Pra quem procurava uma luta mais adulta, séria, violenta e consideravelmente equilibrada, Killer Instinct Gold trazia um jogo de luta digno de fliperama e muito, muito divertido e sanguinolento.

#05 – Banjo Kazooie

Na era de ouro da Rare, que até então entregava trabalhos acima das expectativas, um dos mais famosos colectathons e plataformas era recheado de pura diversão.

Os mundos eram muito bem construídos, os personagens carismáticos e com desafios divertidos e viciantes de plataformas a puzzles, tornando o game um jogo obrigatório para quem possuía um N64.

Menção Honrosa: A experiência ganhou ainda mais polimento e maturidade de level design em sua sequência aclamada Banjo Tooie, com mundos mais detalhados, consistentes e balanceamento nos backtrackings.

#04 – Mario Kart 64

Se no SNES Mario Kart tinha ganhado visibilidade foi em Mario Kart 64 que uma das franquias mais vendidas e amadas da Nintendo se consolidou como um excelente jogo de corrida com aspectos de Party Game.

Apesar dos sprites dos personagens não serem totalmente em 3D isso não influenciou negativamente em suas vendas e notas, além do mais o jogo contava com vários cenários, pistas, personagens e desafios que manteriam, sozinhos ou com amigos, os jogadores vidrados.

Menção Honrosa: Totalmente ofuscado pela proposta parecida de Mario Kart 64, Diddy Kong Racing trazia ainda mais inovações, com veículos que já se transformavam dependendo se você está no ar, na terra ou na água e contando com uma campanha bem divertida e cenários coloridos e repletos de detalhes.

#03 – GoldenEye 007

Se Halo veio a revolucionar futuramente como se jogava Jogos de tiro em console, em 1997 foi GoldenEye 007 que consagrou o gênero da melhor maneira possível.

História, gameplay, gráficos, era tudo muito bem feito em mais uma obra prima produzida também pela Rare e que contava tanto com uma campanha sólida e interessante mas também com um dos multiplayer de sofá mais famosos da época. Até hoje o jogo recebe vários méritos pela maneira que influenciou o gênero FPS em tantos aspectos positivos.

Menção Honrosa: Se GoldenEye 007 teve mais alcance e fama, foi em Perfect Dark que a Rare trouxe o suprassumo do que esperar em um jogo de tiro, com história imersiva, inteligência artificial notável e uma protagonista incrivelmente habilidosa. Aqui vemos o que podemos chamar de evolução natural.

#02 – Super Mario 64

Definindo como um jogo de plataforma 3D deveria ser, seja pelo gameplay, seja pela câmera introduzida na época, Super Mario 64 desponta como uma verdadeira obra prima que pode facilmente ser jogada até os dias atuais.

Desafiador, revolucionário e surpreendente, em um jogo bem diferente dos seus antecessores 2D, Super Mario 64 reformula suas bases sem perder sua essências e raízes. Com inimigos conhecidos e novos, uma trilha sonora cativante o Bigodudo da Nintendo teve uma estreia magistral nos gráficos tridimensionais e é até difícil saber, como seriam os jogos de hoje em dia, sem o legado trazido pelo game.

Até hoje existem vários speedrunners e jogadores ativos no game, com fãs fervorosos e apaixonados.

Menção Honrosa: Kirby 64: The Crystal Shards foi primeira aventura tridimensional de Kirby e também trouxe uma reformulação refrescante a sua conhecida fórmula.

Engolir inimigos para copiar as suas habilidades é uma diversão que nunca sai de moda.

#1- The Legend of Zelda: Ocarina of Time

Não bastasse definir os pilares principais de um jogo de plataforma, Shigeru Myiamoto também definiu como seriam as estruturas de um bom jogo de aventura e ação ambientados num mundo de fantasia misterioso com o qual muitos jogadores sonharam durante anos.

Ocarina of Time segue como um dos jogos com nota mais alta de todos os tempos, e conseguimos ver sua influência até mesmo em jogos recentes, como no combate da aclamada série Souls, a câmera até hoje utilizada e aprimorada pela maior parte dos jogos de aventura, e até mesmo em progressão de personagem.

Em uma história de maturidade, viagem no tempo e repleto de personagens carismáticos e apaixonantes Ocarina of Time desponta como um dos melhores jogos de todos os tempos.

Menção Honrosa: The Legend of Zelda: Majora’s Mask foi a sequência de Ocarina, mas que desta vez trazia consigo novidades relevantes e definitivas para a escolha dos jogadores. Em um mundo mais sombrio, com personagens misteriosos, Link, agora em Termina, deve impedir que aquele mundo acabe em 3 dias com a queda da lua, e para isso, ele vai utilizar de poderes novos, as máscaras que transformavam link em uma nova espécie de ser vivo com habilidades únicas. A solidão é mais presente neste jogo já que link é obrigado a voltar no tempo várias vezes a fim de impedir a destruição do mundo, restando apenas ele com as lembranças das aventuras e lanços que construiu.

O Nintendo 64 foi uma verdadeira lenda em trazer títulos icônicos e necessários á indústria e deve sempre ser celebrado por seus feitos.

Concorda com a nossa lista? Tem alguma lista diferente? Conte pra gente nos comentários!

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Beta aberto de Battlefield 2042 não exigirá assinatura online somente no PlayStation e PC

O beta aberto do próximo game da gigante franquia focada em multiplayer da EAGAmes, Battlefield 2042, foi confirmado para os dias 6 a 9 de outubro e também foram divulgados todos os requisitos e especificações para a versão de PC do jogo que será vendido nas plataformas Steam, Epic, EA App e Origin.

No entanto, no referido anúncio, uma amarga surpresa atingiu os usuários da plataforma da Microsoft:

Conforme anunciado no site oficial do jogo é possível verificar, em tradução livre, que “o Beta Aberto de Battlefield 2042 ficará disponível para ser jogada no PC (Steam, Epic, EA App e Origin) e nos consoles (PlayStation 4 e PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X|S). Por favor tenham ciência que a assinatura da PlayStation Plus não é necessária para participar na Beta Aberta, no entanto, se usar o Xbox, terá de estar com a assinatura da Xbox Live Gold ativa”.

Ainda não foi anunciado se haverá alguma mudança de postura aos usuários do lado verde da força, nem tampouco se as restrições serão idênticas em todos os países.

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Steel Assault | O Arcade hardcore não está morto!

Trazido pela Zenovia Interactive em parceria com Tribute Games,  Steel Assault aparece como uma homenagem clara aos jogos de ação da era de ouro dos 16-bits 32-bits e Arcades.

As referências passam desde Contra, Castlevania (os primeirões) e vão até Megaman e MegaMan Zero, e isso vale tanto para a dificuldade quanto para a jogabilidade. O jogo inclusive, não é widescreen, com as bordas arredondas e filtro de linhas simulando bem uma boa e velha TV de tubo.

A mecânica é bastante simples, o jogo é divido em capítulos que são fases lineares onde o seu personagem, Taro Takahashi,  deve seguir de uma direção até a outra chegando ao final da fase e, no caminho, estraçalhar inimigos que aparecem aos montes e estrategicamente em partes onde podem te atrapalhar da mais diversas maneiras, seja por emboscadas e hordas, seja pelo level design de modo a fazer com que você seja empurrado a penhascos. Os principais poderes do personagem consistem em um chicote relâmpago e uma tirolesa,  que pode ser utilizada até na diagonal para escalar e atravessar certas partes do cenário, contanto que você sempre a encaixe entre duas paredes do cenário. Algumas cenas rápidas exigem agilidade na escalada mas o jogo conta com um tutorial bem amigável já que o recurso é amplamente utilizado durante todo o game.

A história, como a maioria dos games dos anos 90, fica em segundo plano e é só um pretexto para que o seu personagem saia em uma jornada contra um grupo de supervilões.

Os chefões, inclusive, ganham bastante destaque e são apresentados com mais cerimônia. As mecânicas são variadas e as batalhas contra chefes são bem divertidas, e desafiadoras, quando não são injustas pois o jogo não é nada, nada fácil.

Na base da clássica repetição e erro você segue avançando, e no meio você provavelmente vai encontrar muito com esta telinha aqui:

Superados os desafios, há uma boa dose satisfação ao passar para o próximo estágio. E o jogo ainda conta com várias opções de dificuldade que podem ser uma mão na roda para  jogadores que não estão tão dispostos a se dedicarem tanto ao desafio, ou até mesmo aos jogadores iniciantes e casuais. Você pode escolher entre as opções de Muito Fácil, Fácil, Normal e Difícil onde a dificuldade artificial é ajustada, seja alterando o dano e até mesmo a barra de vida do personagem.

Os cenários são lindos, a trilha sonora nostálgica e tudo é aproveitado bem harmonicamente, apesar de um ou outro eventos de puro abuso de dificuldade artificial e excesso de inimigos, situações que vão requerer, conforme informado, algumas repetições e boa vontade do jogador.

O único problema é que quando você realmente se percebe adaptado ao jogo, e acompanhando os desafios subsequentes, acontece o inesperado: O jogo acaba.

É preciso entender, que, um jogo não precisa necessariamente ser longo para ser bom, alguns podem se tornar enfadonhos e arrastados e um jogo deve saber quando acabar. A sensação, no entanto, é que acontece aqui abrupta demais. Mas que não desmereça o título, principalmente quando falamos de um jogo de preço e orçamentos baixos, no lançamento desta matéria, por exemplo, o jogo custa R$ 31,49 na plataforma da Valve.

Considerando que o jogo possui excelente  jogabilidade, Taro conta com salto duplo, esquiva e agilidade, bem como eventuais PowerUps como escudo elétrico e tudo é muito cadenciado. É preciso prestar atenção ao timming dos pulos e esquivas já que o jogo não oferece janelas muito generosas para erro já que tudo aqui foi intencionalmente colocado como parte do desafio.

Muito embora os estágios sejam curtos é preciso não subestimá-los, até se acostumar com tudo o que tenta te matar você o repetirá por muitas, muitas vezes, até conseguir chegar ao objetivo se sentindo o melhor jogador do mundo. Uma boa sensação que não dura muito já que o novo trecho apresenta sempre diversificados e bem executados confrontos do personagem com absolutamente o resto do cenário.

Muito bem executado, com pelejas até mesmo memoráveis, Steel Assault é um game que traz sorrisos ao seu público alvo, sejam os jogadores hardcores ou os nostálgicos. A missão é bem cumprida, uma pena que seja bem curta. Demorei um pouco mais de uma hora para chegar ao final do jogo, mas ainda há uma opção adicionada reservada aos sádicos de plantão com um modo com uma única vida POR TODO O JOGO. Há um imenso gosto de “quero-mais” abrindo torcida para uma sequência que seja tão boa em jogabilidade e execução, mas também consideravelmente mais longa.

Nota 4.0 (Ouro)

O jogo foi lançado no dia 28 de outubro para PC (Steam) e  Nintendo Switch.

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Confira o que rolou no Nintendo Direct Setembro/2021

Anunciado de supetão, como de costume, a Nintendo anunciou no Twitter, em sua conta oficial, a Nintendo Direct programada para hoje, dia 23 de setembro.

O evento aconteceu ás 19 horas, horário de Brasília, e se você não pôde acompanhar o evento vem com a gente pra conferir tudo o que rolou! Os jogos aparecem na ordem em que foram apresentados no evento.

Anunciando uma DLC de grande porte, a Capcom iniciou o evento com um teaser de Sunbreak, Conteúdo de expansão pago para o já consagrado Monster Hunter Rise.

Mario Party Superstars também deu as caras com novos 3 tabuleiros e mecânicas de cada um, o jogo sai em 29 de outubro e promete uma quantidade imensa de mini games.

A Square Enix apresentou seu novo jogo baseado em cartas e estratégia em um RPG, Voice of Cards. O jogo também foi anunciado para o PlayStation 4 em seu canal oficial. O jogo é previsto para 28 de outubro:

Aclamadíssimo pela crítica e público, o RPG focado em narrativa Disco Elysium apareceu com sua versão definitiva pro console híbrido da Nintendo.

O musou com o elenco de Legend of Zelda, Hyrule Warriors: Age of Calamity ganhou anúncio para sua segunda DLC:

Mario Kart encontra Final Fantasy e temos o inesperado Chocobo GP:

Continuando a série de surpresas da noite, e um com potencial de ser um dos mais impressionantes e esperados pela base de fãs da Big N, Kirby and the Forgotten Lands traz uma nova aventura de Kirby, dessa vez totalmente em 3D em cenários de cair o queixo:

Mario Golf Super Rush ganha mais conteúdo adicional gratuito:

Disney Magical World 2, originalmente lançado para Nintendo 3DS, ganha a sua versão definitiva para Nintendo Switch:

Quem também ganha a sua versão para o Nintendo Switch é o amado Star Wars: Knights of the Old Republic:

O aguardado Dying Light 2 ganhou uma versão em nuvem (via streaming) para o Nintendo Switch, bem como um port do primeiro jogo da franquia, intitulado Dying Light Platinum Edition para o Nintendo Switch:

Intitulado temporariamente como Project Triangle, agora com nome definitivo, TRIANGLE STRATEGY traz um combate de RPG tático aliado aos gráficos que misturam 16bit com 3d e efeitos de iluminação ao mesmo estilo do belíssimo Octopath Traveler, também trazido pela Square Enix:

Com uma campanha de marketing nunca vista na franquia, Metroid Dread ganhou mais um trailer de lançamento estonteante:

Animal Crossing New Horizons ganhará ainda mais conteúdo original e com um Direct só pra ele:

Quem também ganhará um Direct totalmente dedicado será Super Smash Bros Ultimate, com o último personagem do jogo a ser anunciado via DLC! O evento será no dia 05 de outubro.

Talvez um dos anúncios mais controversos do evento, foi anunciado o lançamento do Nintendo 64 e Mega Drive (Sega Genesis) para os assinantes do Switch Online com um detalhe salgado, tal adição terá um custo adicional para ser acessada:

Com a temática Cyberpunk, a aclamada trilogia cult de games Shadowrun ganha uma versão para o console da Nintendo:

A compilação dos Castlevania clássicos lançados para Game Boy Advance ganhou nome Castlevania Advance Collection e inclui os games Castlevania Circle of the Moon, Castlevania Harmony of Dissonance e Castlevania Aria of Sorrow a coletânea também conta com a adição de Castlevania Dracula X:

Um clássico de Super Nintendo ganha sua versão definitiva e remasterizada, Actraiser Renaissance Remaster:

Da família Undertale, Deltarune Chapter  2 também ganhou versão para o Switch:

Tivemos também trechos supercurtos de Hot Wheels Unleashed, Surviving the Aftermath, Shin Megami Tensei V, Wreckfest, Arcade archives Pac Man.

Na reta final tivemos Rune Factory 5.

Para surpresa de todos, Shigeru Myiamoto, a lenda viva por trás de Mario, Zelda, Donkey Kong, Kirby e muitos outros interrompeu a programação de jogos para anunciar o evento do aguardado filme do Super Mario, que contará com Chris Pratt, Anya Taylor Joy e outros nomes de peso:

Splatoon 3 também deu as caras como penúltimo anúncio do evento com um trailer grandioso:

Por fim, e definitivamente não menos importante, o evento foi encerrado pelo belíssimo e tão aguardado trailer de Bayonetta 3 que reaperece com redesign épico e com direito a gameplay:

Expectativas atendidas? Frustração? Conte-nos sua opinião!

Para mais informações sobre o mundo dos games e cultura pop continue ligado na Torre de Vigilância!

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Terra-Média nos jogos: Entenda o universo da série de O Senhor dos Anéis

Existem diversos jogos, de tabuleiro, cartas e videogames, com a temática de O Senhor do Anéis, aqui vamos focar em específico no jogo de videogame e em sua sequência direta. Middle-earth: Shadow of Mordor ou Terra-Média: Sombras de Mordor e sua continuação, Middle Earth: Shadow of War ou Terra-Média: Sombras da Guerra, eles poderão te ajudar a entender um pouco mais a respeito das histórias e lendas a respeito da Terra-Média.

A série de O Senhor do Anéis fará parte do universo criado por J. R. R. Tolkien  assim como os eventos de O Hobbit e O Senhor dos Anéis. Se você é uma pessoa que gosta de videogame, ou tem uma empatia singela com este tipo de material, jogar Shadow of Mordor é sem duvidas uma excelente escolha.

Vou recapitular nesse texto as informações que temos sobre a série e os eventos do jogo, assim você pode tirar sua conclusão. Espero que concorde comigo no final dele… rsrsrs! Lembrando que este texto está recheado de spoilers de Shadow of Mordor. O jogo foi lançado em 30 de setembro de 2014 e sua sequencia em 27 de setembro de 2017.

 

A informação principal que temos da série de O Senhor do Anéis é que a Amazon Prime Video divulgou sua data de estreia, 2 de setembro de 2022. A data pegou de surpresa a maioria dos fãs que esperavam a série já neste ano de 2021.

A história que será contada na série, trará os lendários heróis da Segunda Era da Terra-Média. Passando portanto, milhares de anos antes dos eventos que testemunhamos em O Senhor dos Anéis e O Hobbit, e exibirá de acordo com os produtores, como os grandes poderes foram forjados (guardem bem essa informação), como os reinos ascenderam à glória e como caíram em ruínas diante do maior mal já visto e que todos nós conhecemos bem. Ameaçando toda a existência da Terra-Média.

Assim com essas informações podemos começar a falar um pouco mais a respeito da história de Middle-earth: Shadow of Mordor ou Terra-Média: Sombras de Mordor.

 

A trama principal de Shadow of Mordor se passa cerca de 20 anos antes dos eventos descritos em O Senhor dos Anéis. Acompanhamos Talion, um Cavaleiros de Gondor também conhecidos como Ithilien Rangers ou Cavaleiros do Sul (pessoal cheio de nome, não sabiam como se apresentar nos lugares), eles são um grupo militar de elite, e sua missão é defender o reino de Gondor, em especial Minas Tirith. Talion era além de cavaleiro um dos administradores de Gondor , que acima de tudo tinham a incumbência de defender o Portão Negro de Mordor.

Algo que não é muito comum é o fato do personagem principal morrer logo nos primeiros minutos de gameplay. O que acontece é que, o Senhor do Escuro ou Sauron para os íntimos, ordena que seu exército volte para Mordor e assim acabam invadindo a estação de vigília onde Talion reside junto com outros guardiões e suas respectivas famílias. O Martelo de Sauron, A Torre de Sauron e A Mão Negra de Sauron três dos principais generais do exército de Sauron, capturam Talion, seu filho Dirhael, e sua esposa Ioreth para serem sacrificados em um ritual para invocar o Lord Elfo.

Entretanto, o Cavaleiro de Gondor acaba sendo alvo de uma maldição, tornando-se um ser que vive no limbo entre a vida e morte, e acaba se fundindo a um Wraith (espectro/alma) que busca o auxilio de Talion para recuperar sua memória e dar uma chance do Cavaleiro se vingar de seus algozes.

No decorrer do jogo vamos conhecendo novos personagens como Lithariel, o anão Torvin, e também vemos algumas figurinhas repetidas de O Senhor do Anéis como Saruman e Nosso Precioso (desculpa o trocadilho) Gollum ou Smeagol. Mas o que acontece de mais importante é quando descobrimos sobre o passado do nosso companheiro Wraith, ele é o elfo chamado Celebrimbor. E você desconfia o que ele fez? Sim, ele foi o responsável por FORJAR os anéis do poder. Sauron disfarçado como Annatar, o Senhor dos Presentes, convenceu Celebrimbor a realizar a tal tarefa. Lembra da informação da série? Que ela iria contar sobre “como os grandes poderes foram forjados”, então poderemos ter mais informações sobre o passado de Celebrimbor?

Celebrimbor enganado por Sauron, forjou portanto nove anéis e presenteou os reis dos homens com eles, transformando-os posteriormente em Nazgûls. Entretanto os sete senhores anões e os três lordes elfos que também receberam o presentinho de Sauron, não sucumbiram ao poder do Senhor do Escuro. Além disso (Celebrimbor estava com o sangue no olho pra forjar nesse dia), ele ainda forjou o Um Anel que exerceu o controle sobre os demais anéis. Por fim (Ufa!) Celebrimbor acabou morto por Sauron (Eita!), mas por estar ligado ao Um Anel, ele fiou no limbo da vida e morte assim como Talion.

O plano de Sauron é revelado ao final do jogo, na batalha final. Trazendo Celebrimbor “de volta à vida” o Senhor do Escuro o convidaria (amigavelmente?) para se unir a seu exército. Seja sincero, você iria recusar um pedido tão lindo desses? Sauron é derrotado ao final do jogo, mas como sabemos bem, ele continua na ativa. E teve que esperar uns hobbits aparecerem na Terra-Média para ser derrotado de verdade.

E vocês acham que isso acabou? Está na hora de Talion e Celebrimbor descansarem? Errou. Com a preocupação a respeito de um possível retorno de Sauron (pelo menos nisso eles estavam certos) eles resolvem, isso mesmo, FORJAR um novo anel. Parece brincadeira mas não é. Esse é o plot da sequencia de Shadow of Mordor, Middle Earth: Shadow of War ou Terra-Média: Sombras da Guerra.

A jogabilidade de Shadow of Mordor e Shadow of War é muito semelhante a de jogos conhecidos pelo público, entre eles a série Assassin´s Creed e Arkham do Batman. Essa semelhança acontece tanto nos combates, com espada, adaga e arco, quanto nas escaladas nas paredes do cenário. Este último um pouco problemático em certas ocasiões onde o personagem acaba indo de encontro a uma parede ou terreno elevado e não executa a escalada, ou trava entre um movimento e outro.

Além é claro, de todo o inventário que pode ser reforjado no decorrer da gameplay, gerando melhorias e gradualmente tornando Talion mais forte a medida que vai cumprindo as missões de cada região do mapa. Em questão de gráfico, ele agrada, visto que é um jogo com 7 anos de produção. A trilha sonora desempenha seu papel muito bem, entregando um tom mais agressivo e ritmado quando estamos diante de uma área de confronto, e mais tranquila quando estamos em ambientes mais seguros, além das músicas que lembram muito os filmes de O Senhor do Anéis, fazendo crer que estamos dentro da Terra-Média.

 

Embora a sequência, Shadow of War seja um pouco inferior no quesito história, à Shadow of Mordor, na minha opinião, ele dispara na frente em questões mais técnicas, por ter sido lançado em 2017, isso é uma obrigação. Embora isso, ambos os jogos tenham um embasamento no universo de J. R. R. Tolkien considerável. E são bons condensadores de conteúdo da Terra-Média, para aqueles que querem um contato maior com o universo e histórias.  São uma experiências agradável, e oferece boas horas de entretenimento.

Em vista disso, Shadow of Mordor e Shadow of War são experiências boas para aqueles fãs, que gostariam de ter um contato maior com os acontecimentos da Terra-Média, fora o que já se foi registrado em O Hobbit e O Senhor dos Anéis e até mesmo em O Silmarillion. Fica a dica para explorar ainda mais esse universo criado por J. R. R. Tolkien que conquistou milhares de fãs ao redor do mundo.

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Resumão do PLAYSTATION SHOWCASE 2021

Hoje, no dia 09 de setembro, aconteceu o PlayStation Showcase 2021 com teasers e trailers do que vem por aí pro futuro do PS5, com um evento totalmente focado na nova geração de consoles.

Se você não pôde acompanhar o evento, que ocorreu ás 5 da tarde no Brasil, fizemos um resumão com todos os vídeos apresentados na ordem em que foram anunciados no evento que teve um pouco de tudo, corrida, ação, aventura, RPG, tiro e até remasterização de jogo que só havia saído em console da Microsoft.

O primeiro jogo anunciado foi Star Wars: Knights of the Old Republic Remake do título de sucesso da Bioware em 2003. O remake ainda não tem previsão de lançamento.

https://www.youtube.com/watch?v=lL-RfE-ioJ8&ab_channel=PlayStation

Em sequência fomos apresentados ao belíssimo Project EVE, jogo de RPG de ação tão lindo e fluido que até parece ter sido feitopela Platinum Games, responsáveis pela série Nier, Astral Chain e Bayonetta tanto no combate como na trilha sonora. O título também não possui data de lançamento.

Um aparentemente divertido e colorido spin-off da famosa franquia Borderlands chamado Tiny Tina’s Wonderlands. O título será lançado em 25 de Março de 2022 no PC (Steam e Epic Games Store), e nos consoles da nova e da geração passada, para as plataformas PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S e Xbox One.

https://youtu.be/OfcDN-Yewh8

Absolutamente lindo e previsto para 2022, Forspoken é o novo jogo da Square Enix. O jogo parece beber de referências clássicas e modernas de RPG de ação com direito a gameplay.

A Ubisoft apresentou novo trailer de Rainbow Six Extraction, previsto para Janeiro de 2022, também para PC, PS4,PS5, Xbox Series S e X e Xbox One.

Quem finalmente ganhou vida foi a tão aguardada e especulada remasterização de Alan Wake.

Alan Wake Remastered é trazido pela Remedy previsto para5 de outubro e remasteriza totalmente o jogo original incluindo as suas expansões The Signal e The Writer. Agora existe suporte para resolução 4k e promete que a remasterização se estenda até nas cutscenes.

O jogo também possui a opção de comentários do Diretor.

A versão para a nova geração do gigante da Rockstar, GTA 5 apresenta uma nova data, adiando a previsão anterior, sendo agora previsto para março de 2022.

Além disso foi informado que GTA 5 será vendido separadamente de GTA Online:

Ghostwire: Tokyo é trazido pelo lendário criador de Resident Evil, Shinji Mikami, com novo trailer que inclui gameplay e é previsto para 2022:

Também houve mais um trailer novo para o já anunciado Guardians of the Galaxy, da Square Enix para PS4, PS5, XBOX Series, Xbox One e Nintendo Switch via cloud previsto para 26 de outubro deste ano:

Houve trailer da versão Battle Royale do RPG Vampire The Masquerade – Blood Hunt para o PS5:

Um dos últimos jogos anunciados pela Bethesda antes da aquisição pela Microsoft, Deathloop ganhou novo trailer e é previsto para já ser lançado no dia 14 de setembro:

https://youtu.be/6uERbqyh-Tc

Uma curiosa colaboração da Sony com a banda Radiohead, Kid A mnesia Exhibition foi anunciada em forma de teaser num misterioso vídeo que ainda não mostra como será o projeto

Tchia, jogo trazido pela desenvolvedora independente Awaceb, promete uma aventura diferente onde você pode possuir o corpo de outros seres vivos de um mundo fantástico:

Uncharted: Legacy of Thieves Collection é uma coletânea remasterizada para o PS5 e PC de Uncharted 4: A Thief’s End e Uncharted Lost Legacy com previsão de lançamento para o começo de 2022.

O novo projeto entre a Sony Interactive Entertainment e a Marvel Games traz o surpreendente teaser de Wolverine que não contou com muita informação, mas, já com bastante hype:

Gran Turismo 7, a série de simulação de corrida da PlayStation chegará ao PS5 e PS4 a 4 de Março de 2022 e também ganhou novo trailer de gameplay.

O tão amado Homem Aranha está de volta ao PlayStation em Spider-Man 2 previsto para 2023 e e continuará a história de Peter Parker e Miles Morales.

No trailer, podemos contar com a participação de Venom:

O evento foi encerrado com trailer, incluindo gameplay da sequência do tão aclamado  God of War de PS4.

God of War: Ragnarok conta a história de Kratos e Atreus após o fim do jogo anterior, com um Atreus cada vez mais questionador e curioso e um Kratos aparentemente mais impaciente. O trailer também mostra a participação de Thor e Freya, que apareceram no primeiro jogo.

Para mais informações fiquem ligados na Torre de Vigilância.

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Confira Todos os Games Solo do Wolverine, Xará!

Durante o evento Playstation Showcase foram anunciados diversas novidades que animaram os gamers, principalmente os fãs da Marvel Comics. Games dos Guardiões da Galáxia, a continuação do (excelente) Spider-Man e a surpresa de um novo game do Wolverine.

Os fãs do personagem foram a loucura com o anúncio e culmina com a onda “Wolverínica” que a Marvel vem proporcionando aos poucos desde que Logan retornou da morte. Com HQs especiais, nova HQ solo, presente na nova fase dos X-Men, o rumor de um novo filme… mas é sabido que Wolverine já é presente há tempos no mundo dos games. Então conheça os games do baixinho canadense invocado.

Wolverine (NES)

No clássico game do Nintendinho, Wolverine foi capturado por seus antigos inimigos Magneto e Dentes-de-Sabre. Preso em uma ilha deserta, Wolverine deve sobreviver a inimigos mortais e armadilhas, concluindo com uma batalha com os vilões já citados. O game foi lançado em 1991.

Era um clássico game daquela época: andar, pular, bater e chutar. O jogador poderia usar as garras usando o botão selecionar. Mas cada vez que isso ocorria, a sua energia esgotava. Para recuperar era necessário o consumo de alimentos e comida (os clássicos hambúrgueres e refrigerantes nos gamers). Quando matava um número suficiente de personagens menores, Wolverine mudará temporariamente para o modo “Berzerker”. Ou Logan boladão.

O game foi lançado em 1991 e foi uma produção da Acclaim Studios Manchester.


Wolverine: Adamantium Rage (Super Nintendo e Mega Drive)

Lançado para a geração de 16 BITS no auge da guerra em 1994, o game apresentava pela primeira vez o fator de cura em um jogo solo. Deve ser por isso que ele é tão difícil. E em cada console o game muda de narrativa.

Na versão do Super Nintendo, Wolverine recebe uma misteriosa transmissão via computador, de alguém que tem informações sobre o seu passado e organiza um encontro para revelar tudo no Canadá. Já na versão do Mega Drive a narrativa é um pouco mais vaga. Ela começa com Wolverine segurando uma fotografia de alguém de seu passado e expressa um desejo de vingança, então ele recebe uma mensagem via computador que mostra o procedimento em que o Adamantium foi implantado em seus ossos.

O resto dos dois jogos apresenta o personagem perseguindo os detalhes de seu passado, e com chefes como Albert, Dentes-de-Sabre (que só aparece na versão do Mega Drive), Lady Letal, Cyber entre outros. Ambas as versões receberam criticas positivas e negativas, mas a versão de Mega Drive foi a que mais sofreu. Essa versão sofreu criticas sobre design gráfico e jogabilidade.

O game foi lançado em 1994.


X-Men: Wolverine’s Rage (Game Boy Color)

O game foi lançado em 2001 exclusivamente para Game Boy Color e nele Logan basicamente tinha que seguir a Lady Letal depois que essa consegue construir uma arma que derreterá o Adamantium no esqueleto de Logan. Doideira, bicho.

A jogabilidade é bem simples e repetitiva. O jogo tem vinte níveis, agrupados em capítulos de cinco com uma batalha de chefe no final de cada um. Os chefes se resumem, além da própria Lady Letal, no Dentes-de-Sabre e Cyber.

O jogo foi desenvolvido pela Eclipse Digital um braço da Activision.


X2: Wolverine Revenge (Nintendo GameCube, Game Boy Advance, Microsoft Windows, Xbox, PlayStation 2)

Esse foi a inovação do Wolverine no mundo dos games. Depois de tantos jogos, um tanto iguais, Wolverine Revenge embarcava em duas frentes: a franquia dos filmes que eram um sucesso e o poderio da nova geração de consoles, principalmente do PlayStation 2.

A capa já abraçava os filmes colocando o ator Hugh Jackman como destaque. Mas apesar disso, e de um uniforme de couro que era adquirido ao longo da ação, as comparações com os filmes terminam aí.

O jogo em terceira pessoa mostrava Logan contra seus vilões mais clássicos e recebendo uma ajuda do Professor X. Mas o grande barato do game era poder usar os poderes do Logan. Tantos os poderes mutantes de recuperação, como o faro apurado e a experiência nos ataques furtivos, por exemplo.

O game recebeu avaliações das mais variadas e foi desenvolvido pela Activision.


X-Men Origins: Wolverine (Microsoft Windows, Nintendo DS, PlayStation 2, PlayStation 3, Nintendo Wii e Xbox 360)

fabricado pela Raven Software e distribuído pela Activision no ano de 2009, o game coincidiu com o lançamento do primeiro solo do personagem em 2009. Mas ainda bem que ele é melhor do que aquele filme desastroso.

O jogo segue a história do filme, mostrando (de uma forma bem mais resumida) o passado romântico e violento do Wolverine, pondo em foco as antigas missões na África e o surgimento da Arma X. Ao longo do jogo, o seu principal objetivo se torna buscar vingança pela falsa morte de sua amada, Raposa Prateada.

Com um Wolverine selvagem e sanguinolento, o game foi um sucesso e, até hoje, é considerado a melhor adaptação do personagem no mundo dos games. A geração ainda mais moderna na época. Cortando cabeças, braços e pernas em combos incríveis, Logan está animalesco e o corpo dele vai sendo destruído e recuperando. Em uma mistura do clássico “andar e bater” com uns puzzles de “escalada” tipo “Lara Croft”, o jogo apresenta personagens que até então não tinham sidos apresentados nos cinemas, como a Sentinela.

O jogo foi recebido pelos críticos de uma forma positiva, salientando a sanguinolência presente nos combates, a multiplicidade de inimigos presentes no jogo e os vários poderes do Wolverine. Contudo, o jogo pode se tornar um pouco repetitivo e a dificuldade não é muito elevada.
Hugh Jackman (Wolverine), Liev Schreiber (Dentes-de-Sabre) e WILL.I.AM (Espectro) dublam seus personagens do filme.

Lançado em 2009, o game foi desenvolvido por Raven Software (PC/PS3/X360), Amaze Entertainment (Wii/PS2) e Griptonite Games (PSP/DS) e com a distribuição da Activision.


Wolverine M.R.D. Escape (jogo online)

Baseado no desenho animado Wolverine e os X-Men, você passa por 10 fases até terminar com o game e no meio do caminho vai acabar encontrando e ajudando outros integrantes da equipe mutante, como Fera, Ciclope, Lince Negra e Vampira.

Lançado em 2010, praticamente todo o controle de Wolverine M.R.D. Escape é feito no teclado. Com as teclas direcionais, Wolverine anda, se agacha e pula. Com a barra de espaço, ele ataca, ativa o painel. Uma boa diversão que você pode encontrar AQUI.

O novo game do Wolverine, que será lançado pela Insomniac, ainda não tem data prevista. Mas já aguçou e animou os fãs do personagem.

Para saber mais detalhes e assistir o teaser de lançamento, clique AQUI.

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O Ragnarok está chegando | Assista ao trailer do novo jogo da franquia God of War

Durante o novo Showcase da PlayStation, a Santa Monica Studio revelou o novo trailer com gameplay de God of War Ragnarok, jogo que não possui data de lançamento e será exclusivo do PlayStation 5. 

Kratos e Atreus continuam suas aventuras no mundo da mitologia nórdica. Desta vez, a dupla enfrentará novos desafios e deuses muito mais poderosos. 

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito de God of War Ragnarok. 

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Venom será o antagonista de Marvel’s Spider-Man 2, jogo chega em 2023

Durante o novo Showcase da PlayStation, a Insomniac anunciou Marvel’s Spider-Man 2, jogo chega em 2023 exclusivo do PlayStation 5. 

O game terá Peter Parker e Miles Morales como protagonistas, sendo Venom, com voz do lendário ator Tony Todd, de Candyman, como o antagonista. 

Ao fundo do vídeo, há a narração de um personagem misterioso. Especula-se, que seja Norman Osborn ou até mesmo Kraven, o Caçador

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito de Marvel’s Spider-Man.