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Confira os jogos que entram no Xbox Gamepass em dezembro a partir de hoje!

O Xbox Game Pass vem se consolidando cada vez mais  como um serviço de custo-benefício respeitável entre os jogadores, e, assim, como plataformas de Streaming como o Netflix, alguns títulos são adicionados ao passo que alguns são removidos.

Lembrando sempre que é ofertada aos jogadores a aquisição do título com desconto antes de saírem do catálogo pela Microsoft e o serviço está disponível para PC, Consoles XBox e o serviço de streaming da Microsoft, o XCloud.

Confira os títulos que entram a partir de hoje no serviço:

Dia 02 de dezembro

ANVIL (XBox e PC)
Archvale (XCloud, XBox e PC)
Final Fantasy XIII-2 (Xbox e PC)
Lawn Mowing Simulator (XCloud, Xbox e PC)
Rubber Bandits (XCloud, Xbox e PC)
Stardew Valley (XCloud, Xbox e PC)
Warhammer 40,000: Battlesector (XCloud, Xbox e PC)

Dia 07 de dezembro

Space Warlord Organ Trading Simulator (XCloud, Xbox e PC) – Dia 7

Dia 08 de dezembro

Halo Infinite (XCloud, Xbox e PC)

Dia 09 de dezembro

One Piece Pirate Warriors 4 (XCloud, Xbox e PC)

Dia 14 de dezembro
Aliens: Fireteam Elite (XCloud, Xbox e PC)
Among Us (Console)

Confira também alguns dos jogos que foram adicionados no catálogo alguns dias atrás e já estão disponíveis:

Before We Leave (XCloud, Xbox e PC)
Generation Zero (XCloud, Xbox e PC)
Mind Scanners (XCloud, Xbox e PC)
theHunter: Call of the Wild (PC)

Jogos que serão removidos do catálogo no dia 15 de dezembro:

Beholder (XCloud e Xbox)
The Dark Pictures: Man of Medan ( Xbox e PC)
Guacamelee! 2 (XCloud, Xbox)

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Games

Revelados os indicados ao The Game Awards

Finalmente foram anunciados, os título indicados ao The Game Awards. Geoff Keighley, criador e tradicionalmente seu apresentador, revelou os indicados ao GOTY 2021

Confira a lista:

Game of The Year (Jogo do Ano)

  • Deathloop
  • Ratchet & Clank: Em Uma Outra Dimensão
  • Resident Evil Village
  • It Takes Two
  • Metroid Dread
  • Psychonauts 2

Abaixo temos as listas das demais premiações, que também ocorrerão no The Game Awards.

Best Narative (Melhor Narrativa)

  • Deathloop
  • It Takes Two
  • Life is Strange: True Colors
  • Marvel’s Guardians of the Galaxy
  • Psychonauts 2

Best Art Direction (Melhor Direção de Arte)

  • Deathloop
  • Kena: Bridge of the Spirits
  • Psychonauts 2
  • Ratchet & Clank: Rift Apart
  • The Artful Escape

Best Score and Music (Melhor Trilha Sonora)

  • Cyberpunk 2077
  • Deathloop
  • Nier Replicant ver.1.22474487139
  • Marvel’s Guardians of the Galaxy
  • The Artful Escape

Best Performance (Melhor atuação)

  • Erika Mori (Life is Strange)
  • Giancarlo Sposito (Far Cry 6)
  • Maggie Robertson (Resident Evil Village)
  • Ozioma Akagha (Deathloop)
  • Jason E. Kelley (Deathloop)

Best Ongoing Game (Melhor Jogo Contínuo)

  • APEX Legends
  • Fortnite
  • Call of Duty: Warzone
  • Genshin Impact
  • Final Fantasy XIV Online

Best Independent Game (Melhor Jogo Independente)

  • Twelve Minutes
  • Death’s Door
  • Kena: Bridge of Spirits
  • Inscryption
  • Loop Hero

Best Mobile Game (Melhor Jogo Mobile)

  • Fantasian
  • Genshin Impact
  • League of Legends
  • Marvel Future Revolution
  • Pokémon Unite

Best Multiplayer Game (Melhor Jogo Multiplayer)

  • Back 4 Blood
  • It Takes Two
  • Knockout City
  • Monster Hunter Rise
  • New World
  • Valheim

Content Creator of the Year (Criador de Conteúdo do Ano)

  • Dream
  • Fuslie
  • Gaules
  • Ibai
  • The Grefg

Best Esport Games (Melhor Jogo de Esport)

  • Call of Duty
  • CS: GO
  • Dota 2
  • League of Legends
  • Valorant

Best Debut Indie Game (Melhor Jogo Indie Estreante)

  • The Artful Escape
  • The Forgotten City
  • Kena: Bridge of Spirits
  • Sable
  • Valheim

Best Sports/Racing Game (Melhor Jogo de Esportes/Corrida)

  • F1 2021
  • FIFA 22
  • Forza Horizon 5
  • Hot Wheels Unleashed
  • Rider Republic

Best Family Game (Melhor Jogo para a Família)

  • It Takes Two
  • Mario Party Superstars
  • New Pokémon Snap
  • Super Mario 3D World + Bowser’s Fury
  • Warioware: Get it together!

Best Sim/Strategy Game (Melhor Jogo de Simulação)

  • Age of Empires IV
  • Evil Genius 2: World Domination
  • Humankind
  • Inscryption
  • Flight Simulator

Best Role Playing Game (Melhor RPG)

  • Cyberpunk 2077
  • Monster Hunter Rise
  • Scarlet Nexus
  • Shin Megami Tensei V
  • Tales of Arise

Best Fighting Game (Melhor Jogo de Luta)

  • Demon Slayer Kimetsu no Yaiba The Hinokami Chronicles
  • Guilty Gear Strive
  • Melty Blood: Type Lumina
  • Nickelodeon All-Star Brawl
  • Virtua Fighter 5: Ultimate Showdown

Best Community Support (Melhor Suporte à Comunidade)

  • Apex Legends
  • Destiny 2
  • Final Fantasy XIV Online
  • Fortnite
  • No Man’s Sky

Best VR/AR Game (Melhor Jogo de Realidade Virtual ou Realidade Aumentada)

  • Hitman 3
  • I Expect You to Die 2
  • Lone Echo II
  • Resident Evil 4
  • Sniper Elite VR

Best Action Game (Melhor Jogo de Ação)

  • Back 4 Blood
  • Chivalry II
  • Deathloop
  • Far Cry 6
  • Returnal

Best Action/Adventure Game (Melhor Jogo de Ação/Aventura)

  • Marvel’s Guardians of the Galaxy
  • Metroid Dread
  • Psychonauts 2
  • Ratchet & Clank: Rift Apart
  • Resident Evil Village

Best Game for Impact Award (Melhor Jogo de Impacto)

  • Before Your Eyes
  • Boyfriend Dungeon
  • Chicory: A Colorful Tale
  • Life is Strange: True Colors
  • No Longer Home

Innovation in Accessibility (Inovação em Acessibilidade)

  • Far Cry 6
  • Forza Horizon 5
  • Marvel’s Guardians of the Galaxy
  • Ratchet & Clank: Rift Apart
  • The Vale: Shadow of the Crown

Best Audio Design (Melhor Design de Áudio)

  • Deathloop
  • Forza Horizon 5
  • Ratchet & Clank: Rift Apart
  • Resident Evil Village
  • Returnal

Best Game Direction (Melhor Direção)

  • Deathloop
  • It Takes Two
  • Returnal
  • Psychonauts 2
  • Ratchet & Clank: Rift Apart

Most Anticipated Game (Jogo mais aguardado)

  • Elden Ring
  • God of War: Ragnarok
  • Horizon Forbidden West
  • Sequência de Zelda Breath of the Wild
  • Starfield

Para votar nas categorias acima, basta acessar o site oficial, The Game Awards, e seguir as instruções.

O evento tem data marcada para 9 de dezembro de 2021.

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Consoles Entretenimento Games PC

Preparado, Espartano? Multiplayer de Halo: Infinite já está disponível gratuitamente

Durante a livestream de comemoração do vigésimo aniversário da Xbox nessa segunda-feira (15), a Microsoft Studios anunciou que a beta do modo multi-jogador do aguardado Halo: Infinite já está disponibilizado para todos os jogadores da Steam, Gamepass for PC, Xbox One e Xbox Series X|S.

Junto com a beta aberta ao público, o jogo já iniciou sua primeira temporada, Heroes of Reach, que durará até maio de 2022. Seu conteúdo se estende com mapas, um passe de batalha, e todo o futuro conteúdo de sua primeira season. O jogo também tem seu modo campanha aguardado por muitos jogadores, e tem previsão para 8 de dezembro, onde membros do Gamepass poderão usufruir desde o seu primeiríssimo dia de lançamento.

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O seu progresso feito durante o período de testes atual será mantido após o lançamento oficial do modo, tendo que, em certos momentos, eventos temporários tomarão conta das atividades semanais dos Espartanos. Também, deve-se levar em consideração, que por não estar concluído, muitos jogadores estão relatando instabilidade nos servidores e na otimização, e devem ser corrigidas com tamanha urgência.

O modo singleplayer da amada franquia chega em 8 de dezembro. Não quer perder nada sobre a franquia e as temporadas de seu modo online? Então, fique ligado na Torre de Vigilância!

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Consoles Games PC

Com grandes poderes… | Confira o trailer de revelação do Homem-Aranha em Marvel’s Avengers

A Square Enix divulgou o trailer do Homem-Aranha no game Marvel’s Avengers, personagem que será exclusivo do PlayStation 4 e PlayStation 5 que chega em 30 de Novembro de 2021 no game.

O Homem-Aranha do jogo não se trata do mesmo amigão da vizinhança de Spider-Man, também exclusivo dos consoles da Sony. Essa nova encarnação, terá um uniforme inédito e poderes distintos da sua contraparte do universo 1048. 

A história inicia-se no A-Day, onde os Vingadores estão inaugurando uma nova base em São Francisco — incluindo a revelação de seu próprio aeroporta-aviões alimentado por uma fonte de energia experimental. A celebração se torna mortal quando um acidente catastrófico resulta na devastação maciça da cidade e mata o Capitão América. Culpados pela tragédia, os Vingadores se separam. Cinco anos depois, com todos os super-heróis banidos e o mundo em perigo, a única esperança é reunir os Heróis Mais Poderosos da Terra.

Marvel’s Avengers está disponível para PlayStation 5, PlayStation 4, PC, Google Stadia, Xbox One, Xbox Series X e Xbos Series S.

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Entretenimento Games Séries

Arcane é tudo o que queríamos e mais um pouco.

A série Arcane chegou para trazer o universo de League of Legends para o mainstream. Saindo do mundo do games, o cosmo do LoL já perambulou por quadrinhos e curtas animados, mas desta vez a série pretende apresentar esse universo grandioso criado pela Riot Games em 27 de outubro de 2009, para um novo público aficionado. Neste sábado (6) a série entrou no catálogo da Netflix.

No momento a série conta com os 3 primeiros episódios. Os episódios 4 a 6 serão lançados no dia 13, e os episódios 7 a9 no dia 20.

Caso você não queira ler SPOILERS, peço que pare de ler esse post, assista a série e depois retorne para não perder grande parte da experiência. Mas caso não tenha interesse, ou não se importe com SPOILERS, fique a vontade.

Toda semana após o lançamento dos episódios, trarei uma curta análise da história apresentada e o que eu como jogador e consumidos do universo de Runeterra, senti ao presenciar essa nova premissa da Riot no mundo das séries.

A série nos apresenta duas regiões de antemão, Piltover e Zaun.

Segundo o próprio site do Universo League of Legends, Piltover é a cidade do progresso sempre em constante crescimento. Os responsáveis por fazer Piltover se desenvolver se alinham com pensamentos da inovação tecnológica. Assim, a magia é muito discutida na região, e seus moradores tem uma certa recusa por esse tipo de assunto. Por sua ver Zaun é um distrito localizado  aos pés de cânions e vales de Piltover. Por conta de suas necessidades a população criou um sistema cultural único, muito diferente do que é visto na superfície de Piltover, dessa forma, Zaun acaba sendo um ponto de encontro de tudo aquilo que não é bem vindo na cidade do progresso.

Durante a série podemos acompanhar personagens que já conhecemos, e outros desconhecidos pelos fãs de League of Legends, tanto na região de Piltover quanto Zaun.

 

Começamos acompanhando neste primeiro ato em Arcane a história das jovens irmãs Vi e Powder, que neste momento ainda não recebeu a alcunha de Jinx. As duas são gatunas, junto a outros dois companheiros, decidem roubar uma pequena residência que descobriram por meio de informação privilegiadas de um informante, que possuía uma boa quantidade de itens valiosos.

Ninguém sabe ao certo o que aconteceu para transformar aquela doce menina em uma lunática, famosa por seus arroubos de destruição. Mas depois que Jinx surgiu na cena de Piltover, seu inegável talento para espalhar o caos e causar anarquia se tornou lendário.

O grupo acaba tendo sucesso com o furto, mas realizam um pequeno show de destruição não intencional. E a partir disso a trama principal da série começa a se desenvolver, uma Guerra Civil entra as cidades simbiônticas Piltover e Zaun.

Vi não tem muitas lembranças de sua infância em Zaun e o pouco que lembra, preferiria esquecer. Ela se aliou às gangues de arruaceiros, com quem logo aprendeu a usar sua astúcia e seus punhos para sobreviver.

Descobrimos que o informante do grupo é ninguém menos que o Ekko, e que a residência onde os itens foram roubados pertencia a Jayce, que mesmo depois do roubo e de um pouco mais de problemas recebe auxílio do ajudante de pesquisa do Prof Heimerdinger, Viktor. Os dois juntos conseguem chegar em uma resposta para a tentativa de Jayce, de unir magia e tecnologia, criando a tecnologia Hextec.

 

O desenvolvimento dos personagens é cativante. Logo de início vemos a preocupação de Vi em cuidar de sua pequena e ainda indefesa irmã, na mesma medida em que ela tenta retirar toda a maldade do povo de Zaun colocando um pouco de confiança no coração da irmã. A relação das duas é muito boa, uma troca de confiança e admiração muito bonita. Suas personalidades são bem definidas desde o início e no decorrer dos 3 episódios notamos toda a evolução das duas personagens para a virada que acontecerá.

Jayce por sua vez tem um objetivo, que é utilizar aquilo que um dia ja havia salvado a própria vida e a de sua mãe, a magia, para gerar ainda mais progresso à Piltover.

Jayce é um brilhante inventor que dedicou a vida à defesa de Piltover e a sua incansável busca pelo progresso.

Entretanto após o roubo orquestrado pelo grupo de Vi, seus planos são revelados e por tentar usar magia em Piltover suas ações são vetadas. Apenas Viktor, que atualmente trabalha junto a Heimerdinger, decide apoiar o jovem inventor sem que ninguém mais saiba

A trilha sonora da um charme impressionante, quando estamos em Zaun, sentimos a claustrofobia e a sensação de descaso e tristeza que cerca a região, em contraponto ao que vemos em Piltover com suas cores e animação radiante, que com auxílio da trilha deixa tudo com um ar de esperança em sua construção steampunk vitoriana, mesmo sabendo que nem tudo são flores. A música de abertura fica por conta de Enemy canção que une Imagine Dragons e J.I.D.

A animação aqui em Arcane é algo fora do comum. O trabalho feito pela Fortiche Production me lembrou um pouco o que já vimos em Valorant, outro jogo da Riot, mas aqui ele ganha muito mais destaque, cada frame, em cada cor colocada em tela, em cada olhar dos personagens, vemos o peso real de suas atitudes e para cada cena que parecia mais uma pintura de óleo sobre tela, um suspiro de satisfação saia. Sem falar no roteiro que é surpreendentemente denso e bem construído.

Arcane não segue fielmente a história que muitos já puderam ter a oportunidade de ler nas Lores de League of Legends, Lores são história com informações a respeito de um universo ficcional. Mesmo trazendo uma nova visão, essa adaptação consegue reunir o conglomerado de informações, características e intrigas, criando um clima de ansiedade e tensão perfeitos para os que já conhecem e para os que caíram agora no universo de Runeterra.

Não há esforços em vão para criticar de forma massiva questões sociais como opressão, destacando muito a brutalidade que existe dentro da organização de guardas da cidade do avanço, os Defensores de Piltover. Vemos logo nos primeiros minutos de Arcane uma polícia sem remorsos, que atua com agressividade perante a população de Zaun.

Além de Vi, Jinx, Jayce, Heimerdinger, e Viktor, outro personagem jogável até o momento que também aparece é Caitlyn, mas ainda não como a Xerife, além de vislumbres do que posteriormente poderá vir a ser os experimentos do Dr. Mundo. Os personagens coadjuvantes também tem sua importância dentro de Arcane, como Vander, Silco e a Conselheira Mel.

 

Pode ser que você não seja um amante dos jogos da Riot Games, ou apenas de algum jogo específico da empresa, mas Arcane é diferente. A série é um resultado de 10 anos de construção de universo, conseguindo reunir o que de melhor a Riot tem a respeito de League of Legends. É um prato cheio para os amantes de animação.

É extremamente lindo. Estes 3 primeiros episódios de Arcane são o início grandioso da Riot para se tornar muito mais que uma desenvolvedora de jogos. Ela não só eleva o patamar de seus próprios projetos como também os níveis de animações que virão após esta. A qualidade de produção de outros títulos terão que trabalhar ao máximo para se equiparar ao que Arcane apresentou nestes poucos minutos.

Os três primeiros episódios de Arcane estão disponíveis na Netflix.

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Gameplay Games

Riders Republic é ação e aventura até dizer chega!

Riders Republic está aqui e já adiantamos que esportes radicais são o verdadeiro sentido da vida. Além de oferecer uma proposta bem inteligente que mistura os esportes radicais com um mundo aberto repleto de localidades bem interessantes, como vários parques dos Estados Unidos, eles são apresentados como verdadeiros cartões postais.

Logo de cara o sentimento de comunidade, liberdade e diversão que Riders Republic oferece é insano. Dentro de todas as pessoas existe um sentimento de nostálgia e felicidade quando lembramos dos tempos onde corríamos, brincávamos com nosso amigos. O jogo tenta capturar esse sentimento “infantil”,  que para muitos até hoje está presente, no sentindo positivo da palavra, pois muitos tem isso tão verdadeiramente cravados em sua vida que acabam optando como estilo de vida.

Todo o ambiente apresentado aqui, te permite ser uma pessoa radical, dentro de seu quarto ou de sua sala. Transformando seu espaço de vida em um playground pessoal onde você é livre para seguir suas paixões.

 

O que vemos aqui não é completamente diferente dos jogos de mundo aberto da Ubisoft. Você pode se sentir bastante familiarizado com Riders se ja teve a experiência de jogar Steep, o jogo de snowboard da Ubisoft. Esqui e snowboard, mountain bike e voo com Wingsuit são as modalidades que encontramos por aqui. Se alguma dessas atividades parecer desagradável, você não precisa se preocupar, porque aqui em Riders Republic raramente você terá impedimento de fazer o que você quer, você está livre para se aventurar nos parques nacionais dos EUA podendo encontrar sua própria diversão.

Isto é o que faz o jogo funcionar, sua falta de progressão linear, não há desafios obrigatórios ou requisitos de vitória que te impedem que fazer as atividades disponibilizadas.

Uma coisa que chama atenção, mas desta vez para o lado negativo, são os diálogos e NPCs. Infelizmente há momentos onde os diálogos enchem seus ouvidos, com piadas e brincadeiras que poderiam funcionar, mas que acabam sendo colocadas fora de contexto ou de hora. Além da trilha sonora que passa muito longe de ser empolgante.

Um problema raso para um jogo nesta proposta. Visto que basta você conectar (PS5 e Xbox Series X) ou abrir a aba em seu PC de algum streaming de música, colocar sua playlist preferida e curtir o jogo.

 

Ainda falando um pouco do mapa, a Ubisoft falou a respeito da recriação dos Parques Nacionais dos EUA, utilizando dados de GPS. A empresa recriou a geologia de cada região de maneira mais fiel possível. É sem dúvidas um espaço impressionante para se divertir o suficiente. O mapa não é apenas agradável para se passar o tempo, conforme você se move, verá outros jogadores conectados, aumentando a sensação de comunidade que falei logo antes, e poderá deslumbrar lugares muito bonitos no decorrer do percurso. Eu nunca tive a oportunidade de visitar um Parque Nacional nos Estados Unidos, então acreditando na representação feita pela Ubisoft, são espaços realmente muito bonitos.

E você pode ficar tranquilo. Se os esportes não forem suficientes para você, existem competições reais com mais de cinquenta jogadores simultâneos. E caso você não encontre alguma competição que te interesse, você pode criar a sua própria e compartilhá-la com outras pessoas. São corridas padrões, onde você precisa ultrapassar a linha de chegada primeiro, também há modos Tricks Battle que consiste em reunir uma equipe de outros jogadores para mostrar seus movimentos mais legais e enfrentar equipes adversárias.

É disponibilizado um modo carreira, com seis progressões diferentes em jogo solo ou PvP e infinitas opções de personalização, assim como opções de modo gratuito.

 

Posso dizer que Riders Republic não é perfeito, mas é muito divertido e atende a tudo que o jogo se propõe a realizar. A Ubisoft aprendeu muito com seus últimos lançamentos e sua construção de mundo aberto. Além de tudo isso, trazer uma base de esportes radicais me deixa confortável, muitos terão acesso a novas experiências e poderão buscar elas na realidade, de certa forma Riders Republic incentiva e dá uma nova energia para os que viveram dias terríveis nos últimos meses. Aproveite da melhor maneira possível!

 

Riders Republic foi lançado para PS5, Xbox Series X, PC, Xbox One e PS4 em 28 de outubro.

Riders Republic foi analisado por código fornecido pela Agência Drone para PC.

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FINALMENTE! Gameplay de Elden Ring é revelado pela Bandai Namco

Nesta quinta-feira, dia 04 de novembro, a Bandai Namco transmitiu ao vivo o primeiro vídeo dedicado a gameplay do tão aguardado projeto da From Software encabeçado por Hidetaka Miyazaki, criador da cultuada série Souls com participação de Gerge R. R. Martin, autor dos livros das Crônicos de Gelo e Fogo (que inspiraram Game Of Thrones).

Agora em um vasto mundo aberto o destaque se deu na liberdade de exploração do personagem, com a possibilidade de invocação de montaria e, pela primeira vez considerando todos os jogos anteriores da saga Souls, o jogador contará com o auxílio de mapa com a possibilidade de marcadores para facilitar a navegação.

O vídeo pode ser conferido na íntegra logo abaixo, e mostra magias, habilidades, movimentação do personagem, crafting e até mesmo um pouco de luta contra chefes e as masmorras exploráveis horizontalmente e verticalmente:

Elden Ring, inicialmente planejado para dia 21 de janeiro de 2022, foi adiado e será lançado no dia 25 de fevereiro de 2022 para PC, PS4, PS5, Xbox One e Xbox Series.

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Enfrente a Corte das Corujas no novo trailer de Gotham Knights

Novo trailer de Gotham Knights, novo jogo do universo do Batman com foco na Bat-família, foi divulgado hoje na DC FanDome. Nele, podemos ver que a Corte das Corujas terá um papel crucial na história do título – confira abaixo:

https://twitter.com/GothamKnights/status/1449450992681037824?ref_src=twsrc%5Egoogle%7Ctwcamp%5Eserp%7Ctwgr%5Etweet

Em Gotham Knights, Batman está morto e seus herdeiros precisarão proteger uma Gotham repleta de crimes e com a presença da Corte das Corujas. O RPG de ação será cooperativo e não se passará no mesmo universo da franquia Arkham, sendo assim, uma história totalmente nova. O título será lançado em 2022 para PC, Playstation 4, Playstation 5, Xbox One e Xbox Series X, e sua página na Steam já está disponível.

Para mais novidades da DC FanDome, acompanhe a Torre de Vigilância!

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Suicide Squad: Kill the Justice League ganha novo trailer na DC FanDome

Durante o seu painel na DC FanDome, Suicide Squad: Kill the Justice League ganhou um novo trailer! Nele, podemos ver o relacionamento da equipe e um pouco mais a respeito da história do título. Confira abaixo:

https://twitter.com/suicidesquadRS/status/1449429769959849986

Ao que parece, a equipe principal do jogo será composta pelo Pistoleiro, Arlequina, Tubarão-Rei e Capitão Bumerangue e será cooperativo. Suicide Squad: Kill the Justice League está previsto para ser lançado em 2022.

 

Para mais novidades de Suicide Squad: Kill the Justice League e da DC FanDome, fiquem ligados aqui na Torre de Vigilância!

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Quando a caçadora se torna a caça | REVIEW Metroid Dread

Em 1994 a Nintendo lançava o aclamadíssimo Super Metroid, terceiro título da franquia Metroid, iniciada no NES em 1986, e trazia um contraste explícito com os outros títulos da empresa. Ao passo que Mario e cia. sempre apresentavam temas leves, músicas felizes e muitas cores aqui as cores eram mortas, a atmosfera sombria e misteriosa com direito a trilha sonora de dar medo nos mais novinhos.

A narrativa, com direito a momentos cinematográficos, casava harmonicamente com momentos de ação, exploração, mistério e principalmente solidão.

Na pele da caçadora de recompensas Samus Aran, você estava totalmente sozinho em um ambiente extremamente hostil, em um engenhoso labirinto vertical, e só você poderia escapar daquela situação obtendo upgrades e voltando em áreas que antes eram inacessíveis (o famoso backtracking) de modo que o jogo, aos poucos, fosse se abrindo mais e mais ao jogador.

Ao final, depois de muito sufoco, você se sentia recompensado controlando uma Samus mais poderosa e capaz de abrir atalhos e caminhos que não eram imagináveis no começo da jornada.

O jogo contou com uma sequência direta lançada em 2002 para Game Boy Advance chamada Metroid Fusion e desde então não houve continuação direta.

Neste meio tempo, Metroid ganhou uma brilhante reformulação para primeira pessoa na trilogia Metroid Prime, que contava eventos anteriores ao terceiro jogo e ganhou remakes no estilo clássico side-scrolling do primeiro e segundo jogos, respectivamente chamados de Metroid Zero Mission (GBA) e Metroid Samus Returns (3DS).

Este último, lançado em 2017 para o Nintendo 3DS, contou com o diretor da obra original e a equipe da MercurySteam e foi o pontapé mais importante para que Metroid Dread visse a luz do dia.

Após o sucesso, a Nintendo, agora aliada à MercurySteam, reviveu os planos do projeto lendário de mesmo nome.

– Sim, Metroid Dread foi inicialmente projetado para o Nintendo DS, em 2006, com nome vazado e teria sido cancelado supostamente após resultados tidos como insatisfatórios com a tecnologia da época ficando apenas como “rumor” na comunidade e mídias especializadas da época.

Com direito a uma bem vinda retrospectiva dos jogos anteriores o jogo começa com uma cutscene contando de maneira resumida e direta os eventos com gráficos modernos e reformulados.

Seguindo diretamente os acontecimentos de Metroid Fusion, Samus Aran é chamada ao planeta ZDR, onde supostamente uma amostra do perigoso parasita X, que teria sido exterminado pela própria Samus na aventura anterior, foi encontrado à paisana neste misterioso planeta. Samus é sinalizada pela Federação Galáctica e vai de encontro a esta poderosa suposta reminiscência de ameaça biológica.

Já no início, com a Samus deitada no chão, temos ciência de que algo aconteceu neste curto espaço de tempo, e que, com alguns flashes, percebemos que Samus foi atacada ao entrar no planeta, sua nave não estava mais ao seu alcance e algo de estranho havia ocorrido com ela mesma.

A jogabilidade é bem fluida e, como em toda aventura, Samus precisa reaver suas habilidades e poderes através da exploração e enfrentamento de chefões começando apenas com seu tiro simples, o parry introduzido em Samus Returns e uma nova rasteira, possibilitando que ela alcance lugares apertados e mudando um pouco a fórmula clássica dos jogos anteriores.

Se nos títulos anteriores a famosa Morphing Ball, que faz com que a protagonista se transforme em uma bola para acessar áreas estreitas, seja um dos primeiríssimos power-ups adquiridos, aqui, com a introdução da rasteira, este item só ficará disponível mais tarde no game, trazendo um estranhamento, mas ao mesmo tempo um frescor ao ritmo do jogo e dificultando um pouco mais a vida do jogador.

Falando em dificuldade e mudança de ritmo temos também os “verdadeiros protagonistas” do jogo, os letais e ágeis robôs de pesquisa E.M.M.I., que patrulham áreas específicas e dão um constante medo ao jogador, que tem que se esconder e contornar confrontos já que essas belezinhas possuem o poder de matar a Samus com um hit.

As suas áreas de patrulha, no entanto, são bastante delimitadas, e não frustram o fator de exploração do jogo. Para derrotar o E.M.M.I. de cada área você precisará do Omega Canon, um upgrade temporário e poderoso que só é obtido após derrotar a unidade central responsável por aquela área de patrulha e que fica imediatamente inabilitado após a destruição de um E.M.M.I.

As perseguições e batalhas contra os E.M.M.I. são eletrizantes e satisfatórias, nestes momentos, inclusive, é onde fica perceptível como o jogo consegue transitar bem entre o side-scrolling e o 3D em terceira pessoa, mesmo que por apenas ângulos de visão quando você está apontando o omega cannon.

Assim como nos títulos anteriores o planeta é dividido em áreas, e estas áreas possuem um próprio mapa a ser preenchido, seja pela exploração, seja pelos mapas adquiridos nas Map Rooms, onde agora é possível salvar o jogo.

O mapa agora é mais amigável, mostrando de amarelo as salas onde são possíveis salvar o jogo, vermelhas para áreas com alta temperatura e azul escuro para áreas com baixa temperatura. Se há algum item pra trás, em uma área que você já explorou, a área ficará piscando no mapa, mas não indicará exatamente em qual parte do quadrante brilhante o item se encontra para não prejudicar a exploração. Há também o registro de porcentagem de itens por área, que é uma implementação de qualidade de vida muito útil para aqueles que, assim como, são maníacos pelos 100%

Cada área tem o seu bioma e inimigos característicos mas, confesso, em comparação com os títulos anteriores, não achei tão marcantes as diferenças entre as áreas pois quase todas compartilham de certas regiões com alta e baixa temperaturas, áreas background robótico/tecnológico e até mesmo as músicas, que são excelentes, não são instantaneamente memoráveis como no resto da série.

Em Super Metroid e Metroid Fusion, por exemplo, era mais evidente as diferenças entre regiões e setores, possibilitando-se adivinhar fácil em qual lugar você estava. A transição entre regiões como Crateria, Brinstar, Maridia e Tourian, ou entre os setores 1, 2, 3 e 4 eram visualmente muito mais perceptíveis pelas diferenças explícitas entre suas paletas de cores, fundo e música.

Isto não significa que Metroid Dread seja feio, longe disso, a direção de arte mais acerta do que erra e talvez tenhamos aqui biomas até mais verossímeis e complexos, não tão heterogêneos e com fundos que contam um pouco mais sobre aquele lugar.

Além dos teletransportes trazidos por Metroid Samus Returns as áreas são conectadas por elevadores e bondes, todos com cenas de loading bem disfarçadas através das lindas cutscenes de transição de imagem para cada mecanismo utilizado.

Os chefes, sem dúvida nenhuma, já não perdem nada em carisma e level design pros bosses da série. Eles até elevam e homenagem alguns já conhecidos. Bem desafiadores, os bosses espalhados pelo jogo lhe farão repensar estratégias, tentar múltiplas vezes, morrer, mudar sua estratégia e, principalmente, memorizar os movesets de cada um. A ambientação de cada batalhe contra chefões, a trilha sonora, e a diversidade movimentos e estratégias são uma verdadeira aula de dificuldade por level design.

A única coisa que eu ressaltaria nas batalhas contra chefes é como a obrigatoriedade do parry em determinadas situações davam uma sensação mais próxima de um quicktime event, já que, em algumas lutas, o acerto do timming do pareamento seja necessário para conseguir matar ou avançar para sua próxima fase caso você erre, e isso dá a impressão que o dano causado não está sendo levado em conta.

Em contrapartida, este caráter não é absoluto sendo que há chefões onde a janela de parry apenas te presenteie com mais oportunidade de causar mais dano, e, quando obrigatório, esta janela se torna mais frequente caso você tenha causado um dano considerável, então não se preocupe.

Outra coisa importante, é que, mesmo com poucos diálogos os mesmos se encontram dublados, com voz até para o computador ADAM, trazido no Fusion, e que tem este nome em homenagem ao antigo comandante da Samus quando a mesma integrava o exército da Federação Galáctica.

Suas salas também se tornaram oportunidade de salvar o jogo e além de por o jogador mais a par do que está acontecendo ADAM dá algumas instruções e insights que podem facilitar a dedução do seu próximo objetivo já que o jogo não o sinalizará no mapa.

Outra coisa que é importante ressaltar, o jogo possui momentos com salvamento automático, então nem sempre que morrer você será punido, sendo levado de volta à última sala de salvamento.

Há a presença de power ups velhos conhecidos como as armaduras Varia Suit (para calores extremos) e Gravity Suit (para andar na água e em frios extremos, como adaptações de poderes como, por exemplo, o Spider Magnet, que te permite grudar em determinadas paredes mas não em forma de bola como na antiga  Spider Ball.

No geral, tanto os poderes já conhecidos como sempre foram, tanto as adaptações de antigos junto aos novos formam uma gama muito gostosa de opções de exploração. A cada power up obtido mais fácil se torna transitar entre salas e mais gostoso acessar e buscar por áreas ainda não vistas ou escondidas.

A história, para não dar spoilers, talvez seja tão polêmica e corajosa que divida a base de fãs, enquanto algumas teorias acabaram se confirmando ainda há bastante pergunta deixada sem resposta e com lacunas imensas para o deleite dos fóruns de especulação da internet.

Explorando bem (e morrendo bastante, bem como ficando perdido na exploração) alcancei 15 horas de jogo quando zerei o game e vi que ainda tinha pego somente 40% dos itens do jogo. Além da deliciosa exploração final pelos 100% dos itens ainda ocorre a habilitação do hard mode para aqueles que já finalizaram a campanha do jogo aumentando consideravelmente o fator replay. E provavelmente aumentando de maneira relevante a duração do jogo já que, sendo bem sincero, não é um jogo fácil nem em seu modo normal. Não se deixe frustrar por algumas mortes, muitas ainda virão e faz parte da experiência. Metroid Dread é difícil mas deliciosamente recompensador.

Em sua imensa maioria de vezes dá pra dizer que o jogo é bem justo e recompensa e até ajuda o jogador na medida certa.

Em questão de performance o jogo fica na maior parte do tempo a 60FPS com eventuais quedas de frames que não chegam a prejudicar a imersão da experiência.

Apesar dos minúsculos tropeços, Metroid Dread alça vôos muito maiores que os detalhes que não afetam em nada a diversão e oferecem uma jornada a altura dos Metroid Clássicos, com direito a plot twist de cair o queixo e um final nada previsível e surpreende de maneira positiva ao invés de frustrar.

NOTA: 5/5 (Diamante)

Metroid Dread é exclusivo de Nintendo Switch e foi lançado no dia 08 de outubro para a plataforma.