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Charli XCX lançará álbum durante quarentena, ‘How I’m Feeling Now’

Após retirar todas suas fotos do Instagram e colocar uma enigmática foto escura com apenas um emoji, a cantora e compositora britânica Charli XCX confirmou que está produzindo um novo álbum durante o período da quarentena durante uma sessão no Zoom. O álbum será intitulado como ‘How I’m Feeling Now’ e tem seu lançamento agendado para o dia 15 de maio. Durante a sessão, a cantora explicou o motivo de estar fazendo o álbum e que será algo totalmente dedicado aos fãs:

Decidi que vou fazer um novo álbum durante esse período de quarentena. Será muito DIY, vou fazê-lo ao vivo do zero, muito indicativo dos tempos em que estivermos, só vou usar as ferramentas que tenho em minhas mãos, para criar meus vídeos e visuais. Claro que sou um artista muito colaborativo, e este será o meu projeto mais colaborativo – compartilharei todas as etapas. Vou pedir a opinião de vocês, quais letras, quais músicas, vou pedir para vocês me ajudarem a criar vídeos. Estou realmente aberta para todo esse processo, para que vocês possam explorar sua criatividade.  Anjos, me mandem beats se você é um produtor. Mesmo apenas como referências, é importante fazer isso por mim agora, para fazer algo que pareça realmente autêntico, real e representativo do que estou passando“.

Charli também comentou que A. G. Cook e BJ Burton serão os produtores executivos, e que estava trabalhando em outro álbum de estúdio, mas teve que parar sua produção por conta das situações atuais. Ela também anunciou que fará mais uma sessão com fãs no Zoom essa semana.

O último álbum de Charli XCX foi ‘Charli‘, lançado em 2019. Sua última colaboração foi no álbum da Pabllo Vittar, ‘111‘, na música ‘Flash Pose‘.

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Dua Lipa viaja no tempo com o já clássico, porém futurista “Future Nostalgia”

“Eu viajei bastante no tempo com este álbum. Quis trazer algo que lembra a minha infância e, ao mesmo tempo, torná-la bem atual. Lembro-me de ouvir músicas do Moloko e Jamiroquai, que faziam você querer dançar a qualquer hora do dia. Eu queria recriar essa sensação.” – Dua Lipa sobre Future Nostalgia a Apple Music.

 

Alguns bons filmes de aventura e ficção científica possuem dois elementos bem interessantes: viagem no tempo e criação e criação de novos seres através de experiências de laboratório. Exemplos como as franquias de Jurassic Park, De Volta Para o Futuro, ou o último filme dos Vingadores, Ultimato estão aí para provar uma receita que, quando bem feita, dá certo. E claro, independente da mídia consumida. Como é o caso da Dua Lipa em seu segundo álbum de estúdio “Future Nostalgia” que mistura os dois elementos já citados de forma majestosa.

O enredo aventureiro Dua, viaja entre os anos 70, 80 e 90 ao decorrer do disco de forma coesa, interessante e principalmente, única. É um passeio que vai desde o synth-pop oitentista em “Cool” e “Physical”, a pegada disco com o primeiro single e smash hit mundial “Don’t Start Now” e em “Levitating”, o som funk feito por um constante baixo remetente ao funk em “Pretty Please”, e até mesmo há ácida e divertida “Good In Bed” que lembra o pop britânico dos anos 2000 alá Lilly Allen. Lipa exibe sua bagagem musical de forma rica.  Essa jornada entre as sonoridade nos traz consequentemente a outro elemento de uma boa aventura, a criação através de outros seres.

Se ao longo dessa viagem do tempo, alguém coletasse características de grandes nomes da cultura dance e misturasse tudo dentro de um laboratório, a nova criatura que surgiria, seria a persona artística que Dua Lipa assumiu no álbum. A presença de Nile Rodgers, Madonna, Kilye Minogue, Eurythmics, Daft Punk e outros são sentidas durante o percurso temporal que o disco nos proporciona. É definitivamente, a personificação do legado e impacto que esses deixaram.

O conteúdo lírico, de fato, não trás nada de inovador ou diferentão do que se espera de uma música pop. São apenas letras sobre relacionamentos e suas fases, e está tudo bem. A proposta do disco não é fazer algo proposital, político ou complexo demais. O seu conceito está ligado diretamente a estética visual e suas diferentes sonoridades. É um álbum que é feito pras pessoas dançarem e se divertirem, mesmo que por esse atual momento, apenas em casa. Entretanto, há canções que evidenciem o empoderamento feminino de Dua Lipa, como é visto na auto intitulada “Future Nostalgia” e “Boys Will Be Boys”, respectivamente, a primeira e última música do disco.

“Não importa o que eu você faça
Eu vou conseguir sem você
Eu sei que você não está acostumado
Com uma fêmea alfa”

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Se em seu primeiro álbum lançado há 3 anos, Dua Lipa não entregou nada além de uma coletânea de hits pensados para tocar em lojas de departamento, em “Future Nostalgia” a britânica de 24 anos se redime e entrega o que já pode ser considerado um dos melhores álbuns do ano. Longe de se render a indústria e cair em uma repetição da fórmula que a levou ao estrelato, o seu segundo projeto é um trabalho pop em mais sua pura essência que homenageia a disco music dos anos 70, o synth-pop da década de 80 e a cultura clubber noventista. E em algumas faixas, há um olhar especial para as década de 60 e 2000.

Future Nostalgia” é uma viagem no tempo que respeita e orgulha-se do passado, conversa com o presente, mas não deixa de olhar para o futuro. É uma mistura muito bem executada que pode fazer com que o álbum entre para o hall de clássicos da cultura pop, assim como os bons filmes de aventura e ficção científica entraram. E se realmente entrar, que bom. Já que clássicos não envelhecem e este disco merece ser tocado exaustivamente nas pistas de dança ao redor do mundo depois que todo esse caos passar.

Nota: 5/5

 

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O Hulk de Ang Lee

Sem dúvida alguma o Hulk, alter ego de Bruce Banner, é um personagem bastante conhecido pelos fãs de quadrinhos e dos filmes de heróis. Atualmente vivido por Mark Ruffalo no cinema, o personagem foi criado por Stan Lee e por Jack Kirby tendo sua primeira aparição no quadrinho The Incredible Hulk nº1 em 1962.

O Gigante Esmeralda que conhecemos era para ser cinza, entretanto, por conta de erros na gráfica ganhou a coloração esverdeada e, além disso, sua criação foi inspirada no clássico ”O Médico e o Monstro” de Robert Louis Stevenson. Em sua origem dos quadrinhos, o Hulk nasceu através de um teste militar após Bruce Banner salvar um jovem que estava na área no momento errado – como resultado, a explosão de raios gama fez com que o doutor não morresse, mas sim se transformasse no monstro que conhecemos.

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Em 2003, o personagem ganhou uma nova adaptação para os cinemas – nova, pois anteriormente já havia uma série de televisão e filmes do personagem com outros grandes nomes da editora como Thor e o Demolidor – dirigida por Ang Lee, diretor responsável por filmes conhecidos como O Tigre e o Dragão, As Aventuras de Pi e Projeto Gemini. Na época, o cinema de Heróis como conhecemos hoje estava em sua fase inicial com X-Men (2000; dir: Bryan Singer) e Homem-Aranha (2002; dir: Sam Raimi), sendo estes em conjunto com Hulk e outros títulos da época podendo ser considerados até uma espécie de vanguarda do gênero, afinal, é inegável que os elementos que deram certos nestes longas foram aproveitados em diversos títulos atuais.

Em Hulk, Ang Lee criou um filme autoral ao mesmo tempo que fez a adaptação dos quadrinhos. A narrativa caminha em uma frágil linha entre o rídiculo e o dramático, acertando bem no seu tom e não se comprometendo, tornando-se fielmente cartunesco. Para isso, o diretor usou em sua fotografia cores vivas e em sua edição divisão de quadros para dar a sensação de que o espectador está lendo uma história em quadrinhos. Em um determinado momento do filme ainda, o corte de uma cena para outra simular uma troca de página. Atualmente, junto com alguns efeitos visuais, esse momento envelheceu mal – entretanto é uma excelente cartada utilizada pelo diretor e é uma passagem bem interessante de se observar.

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Na trama, houveram algumas modificações em relação a origem do verdão: seu pai, David Banner, trabalhava para o exército e experimentou em si próprio um soro criado para melhorar o soldado. Com isso, ele acaba passando para o seu filho. Alguns anos depois, Bruce Banner não se lembra de seu passado e, trabalhando junto com Betty Ross, sofre o acidente com a radiação gama. Após isso, todos já sabem o que acontece: o General Ross entra em cena e quer caçar o monstro verde a todo custo para usá-lo como arma militar. Junto com isso, seu pai reaparece e Bruce descobre o que houve em seu passado.

O diretor foca mais no drama entre pais e filhos e em como isso influecia no desenvolvimento do Hulk do que no comportamento destrutivo do herói e isto, talvez, tenha sido o motivo de rejeição do filme na época. Lee se preocupa mais em mostrar a tragédia presente na vida dos personagens e em como Bruce está lidando com o retorno de seu pai abusivo e com o surgimento de sua segunda personalidade do que em mostrar cenas de ação onde o Hulk, literalmente, esmaga.

O CGI do Hulk também foi um ponto que provavelmente trouxe as críticas negativas ao longa, visto que pela limitação da época não dava para se esperar um visual excelente (como visto em seus sucessores, O Incrível Hulk, de 2008 e em Os Vingadores, de 2012). Porém, depois da segunda transformação, o telespectador se acostuma com o visual. Uma curiosidade é que durante a primeira transformação, a cor do Hulk é meio acizentada por conta da história citada na introdução deste artigo.

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Mesmo com um CGI limitado, o filme apresenta boas sequências de ação como a primeira transformação de Bruce em Hulk e sua fuga pelo deserto. Porém, o confronto final entre o protagonista e o vilão foi extremamente fraco e deixou a desejar. A escolha de vilão também não ajudou muito, o Homem-Absorvente tem o poder de – como o nome já fala – absorver qualquer material da natureza e com os recursos limitados era evidente que não seria bem aplicado. Entretanto, no fim das contas, funciona. Um último elemento que ajuda a compor o longa de Ang Lee é a trilha sonora feita por Danny Elfman, que combina perfeitamente com o personagem e com a tensão e o tom dramático do longa.

Por mais que o Hulk de Ang Lee tenha tido uma baixa bilheteria e recebido críticas negativas há 17 anos atrás, é inegável que sua montagem cartunesca inspirou diversos filmes, como por exemplo Scott Pilgrim Contra o Mundo (2010; dir: Edgar Wright). Além disso, mesmo que tenha envelhecido mal por conta de seus efeitos visuais e sua edição, o longa apresenta uma excelente releitura do Hulk e um ótimo estudo de personagem e sua relação com Betty Ross, General Ross e seu pai. Hulk merece mais atenção, pois é uma experiência extremamente divertida e única com os fãs do gênero ao mostrar uma das inspirações do que conhecemos hoje nos filmes baseados em histórias de quadrinhos.

 

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Harvey Weinstein testa positivo para o coronavírus

O site Daily Beast revelou que Harvey Weinstein testou positivo para o coronavírus.

Weinstein está isolado em uma cela especial na penitenciária Wende Correctional Facility, em Nova York, na qual se encontra preso por inúmeros casos de abusos sexuais. 

Segundo uma declaração da prisão, Harvey terá o tratamento completo para que o vírus não se espalhe.

Harvey Weinstein, é um ex-produtor de filmes estadunidense. Ele e seu irmão Bob Weinstein co-fundaram a empresa de entretenimento Miramax, que produziu vários filmes independentes de sucesso, incluindo Kill Bill: Volume 1, Bastardos Inglórios e mais.

Para futuras informações a respeito do estado de saúde de Harvey Weinstein, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Resident Evil 3 | Primeiras Impressões

Foi lançado hoje (19/03/2020) na Steam e nos serviços online da Sony e da Microsoft, a demonstração do novo remake da CapcomResident Evil 3. Na demo foi possível observar um pouco de Raccoon City, os novos visuais de Jill Valentine e Carlos Oliveira e, além disso, um rosto familiar que grita S.T.A.R.S.! Será que o novo título remasterizado será tão bom como foi seu antecessor?

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A demo durou cerca de 30 minutos explorando cada detalhe do mapa, não revelando muito sobre o jogo – mas o suficiente. Começamos no metrô e, após subirmos até a superfície, nos deparamos com uma cidade devastada e repleta de zumbis – estes que, assim como no remake de Resident Evil 2, demoram para morrer com os tiros na cabeça. Isso foi uma coisa bastante negativa pra mim, não pela dificuldade mas sim pelos zumbis não serem desmembrados e demorarem cerca de cinco/seis tiros para perderem a cabeça. Não sei se isso é por conta do produto não estar completamente finalizado na demo ou pela dificuldade imposta, mas isso foi uma coisa que me incomodou um pouco.

Com exceção disso, tudo que foi visto na demo está excelente e a gameplay é semelhante a que foi vista em Resident Evil 2, entretanto com algumas coisas novas. As novidades vistas durante a jogatina incluem a possibilidade da Jill desviar dos ataques e a faca, que agora não apresenta mais durabilidade – ou seja, não desgasta conforme você usa e você não perde ela no corpo de um zumbi. Das armas disponíveis na demo estavam a pistola inicial e uma espingarda e, mais uma novidade, foi possível acoplar uma mira na pistola para maior precisão.

Quanto aos gráficos, a Capcom utiliza a mesma engine de Resident Evil 7 e também a mesma de Resident Evil 2. Não há alterações bruscas a respeito disso. A demonstração rodou sem travamentos no computador utilizando as configurações altas.

Por último, mas não menos importante, tivemos a presença do grande vilão do jogo: Nemesis. Ele está mais agressivo que o normal e bem mais assustador do que o Mr. X. O antagonista agora é capaz de correr mais rápido do que a Jill, de dar enormes saltos para te pegar, de puxar a protagonista com tentáculos e de realizar combos de golpes que podem te matar instantaneamente. Junto com o Nemesis, fomos apresentados a uma nova forma de zumbi criada pelo próprio vilão – basicamente, é o zumbi normal mas com tentáculos na cabeça (semelhante aos Ganados de Resident Evil 4).

Previsto para lançar em Abril desse ano, o remake de Resident Evil 3 parece manter a mesma qualidade de seu antecessor e tem chance de superar apresentando um vilão ainda mais ameaçador e assustador. Além disso o jogo virá com um modo online chamado Resistance, onde você e mais três jogadores precisam se ajudar para derrotar um monstro da franquia – semelhante ao famoso Dead By Daylight. O jogo aparenta ser bem promissor.

Por fim, no término da demonstração foi exibido um trailer inédito do jogo. Confira abaixo:

Resident Evil 3 será lançado dia 3 de Abril para PC, Xbox One e Playstation 4. O jogo já está disponível para pré-venda nas plataformas.

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Jared Leto revela que estava em isolamento no deserto para meditação e não sabia do coronavírus

Jared Leto revelou através de suas redes sociais, que estava em isolamento no deserto para meditação e não sabia da pandemia do coronavírus.

O ator estava há 12 dias sem quaisquer meio de comunicação ao lado de sua família e de alguns amigos.

“WOW. Há 12 dias eu comecei uma meditação silenciosa no deserto. Estávamos totalmente sozinhos, sem telefone, comunicação, etc. Nós não tínhamos ideia do que estava acontecendo fora do nosso retiro. Saímos ontem para um mundo bem diferente. Um que foi mudado para sempre. Surpreendente, para dizer o mínimo. Estou recebendo várias mensagens de amigos e familiares ao redor do mundo e me inteirando do que está acontecendo. Espero que vocês e seus familiares estejam bem, estou enviando mensagens positivas para todos. Fiquem em casa, fiquem à salvo”.

https://www.instagram.com/p/B90q7dpAnHW/?utm_source=ig_embed

Jared  Leto é um ator, diretor, cantor e compositor americano. Vocalista da banda Thirdy Seconds to Mars, venceu diversos prêmios musicais com o seu grupo por sua carreira como músico, incluindo vários VMA e EMA.

Para futuras informações a respeito do Jared Leto, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Idris Elba revela que contraiu coronavírus

O ator Idris Elba revelou através de suas redes sociais, que testou positivo para o coronavírus.

“Tenham calma e permaneçam em casa. Juntos, nós iremos superar tudo isso”. Disse Elba. O ator ressalta, que não teve nenhum dos sintomas da doença.

Idris afirmou na descrição da publicação, que se manterá isolado e que manterá os seus fãs atualizados a todo momento.

Idris Elba é um ator e diretor de cinema britânico conhecido por seu papel na série de televisão Luther. Elba também é DJ, conhecido como Big Driis ou Big Driis the Londoner, além de ter produzido músicas de soul e hip-hop.

Nós, da Torre de Vigilância, desejamos melhoras e todo apoio para Idris Elba.

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Entretenimento Música

A-Ha fará show no Brasil em setembro para comemorar 35 anos do álbum Hunting High and Low

Para celebrar os 35 anos do célebre álbum Hunting High and Low, a icônica banda norueguesa dos anos 80 anunciou que fará cinco shows pelo Brasil. Os locais serão os seguintes:

Curitiba em 8/9 no Teatro Positivo 

São Paulo em 11/9 no Espaço das Américas

Rio de Janeiro em 13/9 na Jeunesse Arena

Belo Horizonte em 16/9 na Expominas

Salvador em 19/9 na Arena Fonte Nova

Os ingressos estarão disponíveis no site da Livepass (para as demais cidades) e Disk Ingressos (Curitiba).

O hit Take On Me faz parte deste álbum.

A-Ha é formado pelo cantor Morten Harket, pelo tecladista Magne Furuholmen e pelo guitarrista Pål Waaktaar-Savoy, o grupo tem uma discografia com nove álbuns de estúdio e cerca de 40 singles lançados.

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Tom Hanks e sua esposa contraem coronavírus

O ator Tom Hanks e a sua esposa Rita Wilson, infelizmente, contraíram coronavírus. A informação, foi dada pelo próprio Hanks após o site Deadline reportar com exclusividade.

“Nós estávamos nos sentindo muito cansados, como se estivéssemos resfriados e com muitas dores no corpo… fizemos o teste do coronavírus e deu positivo.” Disse Hanks na declaração.

Tom afirmou que ele e a sua esposa, estão sob quarentena na Austrália.

Tom Hanks, é um premiado ator, produtor, roteirista e diretor norte-americano. Destacou-se em diversos filmes de sucesso, como: Forrest Gump, Apollo 13, That Thing You Do!, The Green Mile, The Terminal, Inferno, Saving Private Ryan, You’ve Got Mail, Sleepless In Seattle. 

Nós, da Torre de Vigilância, desejamos melhoras e todo apoio para Tom Hanks e Rita Wilson.

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Bloodshot é uma grata surpresa e inova as adaptações de quadrinhos

Após as dezenas de adaptações de quadrinhos da Marvel e DC, outras editoras quiseram explorar o mundo das salas de cinema. E dessa vez foi a Valiant Comics que quis entrar com um novo universo compartilhado, com seu mais novo filme, Bloodshot. Estrelando Vin Diesel, Eiza González, Guy Pearce e grande elenco, longa conta a história do soldado americano Ray, que após uma tragédia, é submetida à uma experiência chamada “Projeto Espírito em Ascensão“; em que nanites (nanorobôs) são injetados em seu corpo, apagando a memória e assim dando ‘poderes’ ao soldado.

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O filme tem um começo extremamente genérico, com uma edição estranha e fatores que podem deixar meio confuso a narrativa, sendo que o filme tem a pretensão de ser algo mais ‘pé no chão’, tomando caminhos caricatos demais. Para quem tinha um pé atrás com o projeto, isso era um mal sinal e talvez um presságio de que o resto não seria do agrado. Felizmente, não é isso que acontece. A partir do seu segundo ato, ou meio da história, somos apresentados à um plot-twist que se encaixa e funciona perfeitamente, e após isso, o filme toma um rumo único e inusitado. Pode se dizer, esse é o que faz esse filme se tornar um ponto fora da curva no atual mundo de filmes adaptados de quadrinhos.

As personagens ao longo da trama são carismáticas, e que deixam a curiosidade de conhecermos mais sobre. Eiza Gonzalez e Lamorne Morris roubam várias vezes a cena para suas personagens, e Lamorne traz a melhor parte do humor do filme, que não chega a funcionar tanto em outras personagens. O vilão do filme infelizmente não é tão memorável, mas funciona. Em parte de atuação, apenas Vin Diesel peca e traz cenas sem emoção, o que deixa a imersão um tanto quanto difícil.

Duas coisas que são feitas com maestria no longa: Os efeitos especiais e a fotografia. Uma das principais críticas aos filmes de heróis é a saturação de CGI desnecessário, e que deixa o filme com um visual plástico. Em Bloodshot, os efeitos visuais são como um personagem, e o personagem mais importante e mais bem desenvolvido. Claro, ele não é totalmente perfeito, mas pode chegar perto disso; cenas em slow-motion e dos nanites (que reconstroem o personagem de Diesel) são de tirar o fôlego.

Já sua fotografia, pode se dizer que é uma das melhores do meio em que o filme se encontra. A forma que as luzes e as cores são usadas mostra que Bloodshot quis tentar ser diferente de outras franquias, que não trabalham tanto com isso, deixando de lado. Por outro lado, o filme ainda peca em algumas cenas de ação, usando uma técnica de tremer demais a câmera, que atrapalha a apreciação da cena e da coreografia.

A trilha-sonora do filme ficou um tanto deixada de lado, o que chega a entristecer. Mas, a edição de som do filme é muito boa, o que também adiciona demais para sua imersão.

Assistir esse filme dá a sensação de estar vendo um filme clássico dessa era de filmes baseados em quadrinhos, como Homem de Ferro, Homem Aranha de Sam Raimi, e o longa tinha esse propósito, já que abre o universo da Valiant. Com cenas de ação ótimas, personagens novos e um universo inteiramente único, Bloodshot é um filme que diverte e conquista o público. Agora é esperar para que o filme faça sucesso, para explorarmos mais desse novo mundo.

Nota: 3,5/5