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A transição de amor, arte e egocentrismo em Malcolm & Marie

Feito em segredo, Malcolm & Marie é uma produção filmada durante a pandemia, em 2020, que conseguiu puxar os olhares de todos os assinantes da Netflix pelo seu estilo e por estrelar apenas duas das personalidades  mais famosas atualmente do audiovisual, Zendaya e John David Washington. Dirigido pelo filho do grande diretor Barry Levinson (‘Rain Man’, ‘Bom Dia, Vietnã’), Sam Levinson, o longa traz um casal voltando a première do primeiro filme dirigido por Malcolm, e que acaba gerando discussões sobre cinema, amor, passado e política.

Filmes sobre brigas de casais não são atípicos no cinema, ‘História de um Casamento’ (2019) e a trilogia do Antes (amanhecer, pôr-do-sol e meia-noite) são grandes exemplos de longas desse tipo, e tem um certo elemento que cria o sentimento no telespectador de querer ver uma ‘DR’ de uma hora e quarenta e seis minutos, as atuações, e nesse caso, é sem dúvidas fenomenal como Washington e Zendaya dão os seus corações. Os atores conseguem trazer uma química igualável ao casal favorito de Hollywood, Ryan Gosling e Emma Stone, só que de uma forma tão humana que se parece um relacionamento verdadeiro. Desde suas feições, até o drama mais escuso e subtexto da personagem, essa dupla consegue sublimemente traduzir o início ao fim seus sentimentos, dores, medos e angústias.  Provavelmente, se fosse qualquer outro casal de atores, dificilmente teriam criado tamanha simbiose dramática.

Em sua história, ela também consegue cativar bem, mas isso depende muito da visão do público que está entrando nesse mundo criado por Levinson. É claro o amor que o diretor tem por cinema, e a forma na qual ele consegue trazer suas discussões diante de variados assuntos, seja sobre o passado da sua carreira, política em filmes, como pessoas de cor são vistas no audiovisual e a crítica cinematográfica pretensiosa (esse ponto precisa ser discutido mais a frente). Para quem é cinéfilo, ou conversa muito sobre a sétima arte nas redes sociais, consegue pegar bem as discussões que são criadas aqui; diferente de quem é indiferente diante desse universo, que por sua vez, pode se tornar tedioso. O mesmo pode ser dito quando o foco de discussão é o amor? Se depender de Zendaya e Washington, não; já que você se sente um personagem vendo ambos brigando e cada vez mais jogando seus problemas no ventilador. Ainda voltado ao cinema, é muito intrigante ver Malcolm falar com tamanha paixão sobre sua profissão, e para quem trabalha e conhece a área, sabe o que ele está passando. Vê-lo reagir às criticas profissionais e do público é engraçado e quem já acompanhou a crítica de algum filme que teve interesse, vai se espelhar muito no personagem.

Agora falando sobre a crítica que citam no filme, tem um ponto que pode ser desconfortável quando você entende sobre a história de Sam Levinson. No seu último filme, ‘Pais de Violência’ (2018), o diretor recebeu uma crítica de uma escritora do L.A. Times, Katie Walsh, que disse: “Uma tentativa malsucedida de comentário social” (Fonte: Estado de Minas). Então, durante todo o filme, e em duas sequências longas, vemos o Malcolm xingar essa crítica do L.A. Times (sem citar seu nome, apenas chamando-a de “garota branda do L.A. Times”). E sinceramente, é engraçado nas primeiras vezes, mas depois, parece que o diretor se perdeu no próprio personagem e está querendo mesmo que o longa se torne um vendeta para Katie. Por mais que durante o filme, se façam alguns comentários negativos realistas sobre críticos de cinema, o que ele faz com sua raiva diante de Katie chega a ser ridículo, e infantil. Sinceramente? Dá até medo de escrever mal sobre esse filme e me tornar o próximo alvo de Levinson. Por mais que seja infantil, e também muito enfatizado (que até esgota o humor), os comentários que Malcolm chegam a ficar engraçados, por conta da ótima atuação de John. Já Marie, parece uma representação do público, sempre querendo cortar o assunto sobre a garota branca do L.A. Times.

Em seus aspectos técnicos, o filme também entrega um ótimo resultado final. Sua fotografia é linda, e engraçada, pois realmente remete muito à fotografia de anúncios de perfume e roupas de padrão mais alto. Brincadeiras à parte, o preto e branco combina com a maioria do clima do longa e consegue deixar tudo em cena espetacular, até em sua proporção foi um acerto em cheio. A trilha-sonora também foi uma grata surpresa, já que ela foi composta pelo Labrinth, que conseguiu fazer um trabalho fenomenal. Uma curiosidade, o produtor executivo do longa, é o rapper Kid Cudi.  Ainda no mundo do áudio, devemos dar os parabéns para a dublagem do filme e à mixagem de áudio, a atenção aos detalhes é feita com muito carinho.

Já sua direção… Mesmo com o seu grande problema dito anteriormente, é coesa em trazer questões muito atuais sobre o mundo do audiovisual em si, desde política, passado, futuro e afins. Mas peca muito por sua vontade em transformar o filme em sua vingança, se não fosse as atuações dos protagonistas, se tornaria um grande desabafo de Levinson e seu ódio por conta de uma só crítica. O roteiro é bem feito, como já foi dito, a atuação teve seu devido patamar elevado e seus diálogos foram um fator principal nisso.

Malcolm & Marie é um filme lindo, sobre um relacionamento conturbado e que está preso diante de um amor maior: o cinema. De todos os seus detalhes e discussões, é algo que muitos amantes do cinema podem se identificar, e até se preocupar com isso, em certos aspectos. O filme prova que, mesmo sem tantos recursos e um filme sendo filmado em meio de uma pandemia, você consegue dar uma qualidade de um longa digno de grandes produções. E também prova que, se o diretor não deixar de ser tão egocêntrico ao ponto de quase estragar o filme com sua raiva, e não amadurecer com isso, ele vai continuar sendo uma sombra no nome de seu pai.

Nota: 3/5

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Christopher Plummer morre aos 91 anos de idade

Christopher Plummer, um dos atores mais emblemáticos de Hollywood, faleceu aos 91 anos de idade. 

De acordo com o Deadline, o ator faleceu ao lado de Elaine Taylor, a sua esposa, na qual foi casado por 53 anos.

Até o momento, as causas da morte não foram reveladas. 

 

Christopher Plummer, foi um ator canadense conhecido por A Noviça Rebelde, Todo o Dinheiro do Mundo, Toda Forma de Amor, Entre Facas e Segredos e entre outras produções. 

Nós, da Torre de Vigilância, desejamos forças para os amigos e familiares de Christopher Plummer e Elaine Taylor.

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Fausto Silva deixará a Rede Globo após 32 anos

Foi revelado pelo O Globo, que o apresentador Fausto Silva, o Faustão, deixará a Rede Globo após 32 anos.

Fausto irá sair da emissora no final de 2021, e a decisão foi feita no último final de semana. 

A Globo irá reformular a sua programação de Domingo a partir de 2022. Um programa para as noites de quinta-feiras foi oferecido ao Faustão, mas ele recusou.

Para futuras informações a respeito do Faustão, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Larry King falece aos 87 anos de idade

Foi anunciado por meio das redes sociais do apresentador e radialista Larry King, que ele faleceu aos 87 anos de idade.

Desde o início de Janeiro de 2021, Larry estava internado devido a complicações do coronavirus.

King havia diabete tipo 2 e retirou um câncer de pulmão em 2017, como reporta o site do G1.

Desde 1985 apresenta o programa Larry King Live na emissora CNN. Uma das características que eram mais marcantes de King, é era o seu gosto por suspensórios.

Nós, da Torre de Vigilância, desejamos forças para todos os amigos e familiares de Larry King.

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‘Venha comigo se você quiser viver’ diz Arnold Schwarzenegger ao se vacinar contra o coronavírus

O ator Arnold Schwarzenegger postou em suas redes sociais, um vídeo se vacinando contra o coronavírus e incentivou os fãs a fazerem o mesmo. 

“Hoje foi um bom dia. Nunca fiquei tão feliz de esperar em uma fila. Se você é elegível, junte-se a mim e se inscreva para receber sua vacina. Venha comigo se você quiser viver!”

No Brasil, a imunização contra a doença teve início na segunda-feira (18/01/2020). 

Arnold Schwarzenegger é um ator, fisiculturista, empresário e político austro-americano, tendo servido como 38º Governador do estado da Califórnia de 2004 a 2011. 

Para futuras informações a respeito de Arnold Schwarzenegger, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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O valor de revisitar conteúdos já conhecidos

Minha mãe nunca foi muito de ver televisão. Ela assiste novelas e programas de fofoca como todo brasileiro médio faz (mesmo que escondido), mas nada muito além disso. Por isso, fiquei bastante surpreso quando, há uns dois anos, ela me pediu para usar minha conta da Netflix (que eu também não uso, pra ser sincero). Ela queria assistir “Grey’s Anatomy”, por recomendação de algumas amigas.

Quinze temporadas depois, me pego perguntando o que será que ela assistirá em seguida. Afinal, ela tinha criado um hábito de sempre sentar para assistir seu seriado durante a noite. Cheguei a pensar em algumas recomendações, caso ela viesse perguntar por elas, mas a conversa que tive foi inesperada: “Vou reassistir tudo do começo”.

Introdução feita, vamos falar sobre o tema da postagem: Qual o valor de revisitar obras que você já consumiu? Qual o balanço ideal entre consumir novas coisas e buscar de novo aquilo que já foi consumido? Esse é um assunto relevante o bastante para se discutir?

Vou começar respondendo a terceira pergunta: Não, não é. Não acho que precisamos discutir ou criar conversas elaboradas sobre o assunto. Afinal, acaba sendo uma coisa pessoal e de opinião, certo? Isso sim é questão de opinião. Minha mãe não está fazendo mal a ninguém por reassistir Grey’s Anatomy inteiro pela quinta vez (sim, pois é). Então… tudo bem? Se ela prefere assistir a mesma coisa de novo ao invés de conhecer novas séries, pra quê discutir?

Então é isso. Acabou a postagem. Valeu galera, e até a próxima.

Foto de Patrick Dempsey, no papel de "Derek Shepherd", em "Grey's Anatomy"
E foi aí que o problema começou… Aquele sorriso… Aquele maldito sorriso…

Ok, ok. De verdade, acredito que a questão principal é que existem dois grupos bem distintos de pessoas, e elas não costumam entender o outro lado. As pessoas que preferem conteúdo novo não entendem a motivação das pessoas que gostam de revisitar conteúdo já conhecido, e vice-versa.

Como uma pessoa que era membro fanático dos exclusivetes, mas que está começando a virar a casaca, acredito que posso falar pelos dois lados.

Seja lá qual a mídia que você gosta de consumir, pode ter certeza que existe o suficiente para que você possa ficar o resto de sua vida sem precisar repetir uma única vez. Séries? Mais de mil delas, só na Netflix; Filmes? Provavelmente mais de cem mil já foram produzidos; Quadrinhos? Só na sua estante você deve ter uns trinta que não foram lidos ainda; Animes? Só a Crunchyroll oferece mais de 700 títulos no Brasil; Livros? São escritos há literalmente milhares de anos.

Com catálogos tão grandes, e tantas experiências novas podendo ser descobertas, muitas pessoas acabam tendo dificuldade em se imaginar “perdendo tempo” ao rever um filme ou reler um quadrinho que já conhecem. Quem sabe esse livro não é aquele que se tornará o meu novo favorito? Não saberei até terminar de lê-lo!

Por outro lado… Só existe um único favorito. Sempre haverá apenas um “melhor”. Isso significa que todos os outros não serão tão bons assim. As chances dessa coisa nova ser pior do que eu imagino são bem maiores do que a de ser algo melhor do que eu espero, não é? Mais vale ter certeza de que aquilo que estou consumindo é, de fato, bom. Assim, eu maximizo o meu tempo!

Mas, quando temos uma infinidade de possibilidades disponíveis, parece um pouco presunçoso pensar que você já encontrou sua alma gêmea. Claro que você pode ter gostado muito desse livro, mas achar logo de cara que ele é a maior invenção da humanidade desde o filtro de barro é forçar um pouco a barra. Que tal analisar aquilo que você gostou, e tentar entender o motivo de ter gostado daquilo? Você pode acabar encontrando alguns gêneros ou tipos de histórias que te agradam, e pode buscar isso em novas obras.

Dois exemplos disso, um que deu certo, e outro que não deu: Voltamos pra minha mãe. Ela adorou Grey’s Anatomy. Assim, recomendei que procurasse outras séries médicas. Ela assistiu “The Good Doctor: O Bom Doutor” na Globo Play, e o resultado? Ela não gostou. No final das contas, o que fez com que ela gostasse de Grey’s Anatomy não era o fato de ser uma série médica. Logo depois, ela começou a assistir “Lucifer”, na Netflix, e adorou o novo passatempo. Conclusão? Descobrimos que ela está mais interessada em romances no ambiente de trabalho do que em hospitais. E agora, ela tem exorbitantes DOIS seriados que ela gosta de assistir!

Foto de "Tom Ellis" no papel de "Lucifer"
Espere aí… talvez eu esteja começando a notar um padrão nos seriados que minha mãe gosta…

Além disso, tem aquele ditado lá né? “Nunca se banha duas vezes no mesmo rio”. Acho um péssimo ditado pois ele é um dos poucos ditados que requer corolário. Ele diz isso pois na segunda vez, tanto o rio como você já estão mudados, fazendo com que “outra pessoa” esteja se banhando em “outro rio”… Enfim. No contexto, o que quero trazer é que com o passar do tempo, com o ganho de novas experiências e de novas perspectivas, é possível que sua visão de uma obra mude.

Recentemente, tivemos a terceira e última temporada de “My Teen Romantic Comedy SNAFU” (Show que está disponível no Brasil na Crunchyroll e que eu comentei numa postagem). O animê estreou em 2013 e teve sua segunda temporada em 2015, e portanto, julguei mais sábio reassistir tudo antes de embarcar na última jornada. A série é um drama adolescente surpreendentemente realista, e isso é um ponto importante. Em 2013, eu ainda era um adolescente, e estava no segundo ano do ensino médio (mesmo ano que todas as personagens do show, inclusive). Um adolescente assistindo um drama adolescente é uma experiência absurdamente diferente de um adulto (supostamente) assistindo um drama adolescente. Eu revi o show e parecia que eu estava vendo uma coisa completamente nova. Minha visão sobre tudo mudou de uma forma drástica.

Foi uma mudança tão grande que me animou a dar uma nova chance para coisas que eu já tinha visto. “Será que meus favoritos ainda são tão bons quanto eu me lembro?” eu meu questionei. Pretendo rever “Angel Beats” em breve, para descobrir.

Imagem do tema de encerramento de "Angel Beats"
Algumas coisas, porém, o tempo não muda. Essa imagem ainda me dá um baque, dez anos depois…

O que tiramos disso tudo é que, sinceramente? Faça o que lhe deixar mais feliz. Às vezes, você simplesmente não está com saco para experimentar coisas novas, e quer o conforto de sentar no seu sofá e ler o mesmo gibi do Batman pela quadragésima vez, pois você sabe que aquele socão que ele dá na página 37 é muito satisfatório. E às vezes, você não aguenta mais assistir Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado, que parece passar sete vezes ao dia na TV fechada, e clica em algo aleatório na Netflix. Dê uma chance para ambos.

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Conheça Mata-Mata, projeto transmídia de Zé Wellington e Rafael Danta

A Editora Draco está lançando Mata-Mata, um projeto transmídia inovador, descrita como uma experiência que abrange diversas mídias diferentes como podcast, trilha sonora, áudio-book e leitura. Mata-Mata tem roteiro e produção de Zé Wellington (Cangaço Overdrive), ilustrações de Rafael Danta (Mandacaru Vermelho e Lâmina Azulada), trilha sonora de Rafael Cavalcante e áudio drama produzido pela 20a20 Produtora.

Em décadas passadas, o Ceará viveu o auge da era da pistolagem. Políticos guerreavam muito além do campo das palavras, utilizando pistoleiros para executar adversários. Esses controversos matadores ganharam fama no período e eram temidos principalmente nas pequenas cidades. E um Pistoleiro retorna da aposentadoria em uma história sobre vingança e família.

O áudio-drama, que foi produzido pela 20a20 Produtora tem a interpretação dos atores Frank Terranova e Alexandre Fontenele. E como também foi escrito mais acima, Rafael Cavalcante produziu uma trilha sonora com oito músicas, confira na playlist abaixo:

                                                                                         

Você pode conferir o ebook gratuito, por tempo limitado, de Mata-Mata no site da Editora Draco, clicando AQUI. O projeto é financiado pela Chamada Pública 003/2020-SECJEL com fundamento na Lei Federal 14.017/2020, Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural.

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Pedro Pascal é eleito o artista do ano (2020) pela Entertainment Weekly

Entertainment Weekly,elegeu o astro Pedro Pascal como o melhor artista do ano de 2020.

A seguir, você pode conferir a lista completa, que é composta por:

  • 1- Pedro Pascal.
  • 2- Kerry Washington.
  • 3- Sacha Baron Cohen.
  • 4- Dan & Eugene Levy.
  • 5- Chadwick Boseman.
  • 6- Taylor Swft.
  • 7- Michaela Coel.
  • 8- Brit Bennett.
  • 9- The Chicks.
  • 10- Jonathan Majors.
  • 11- Maya Rudolph.
  • 12- The Weeknd.
  • 13- Megan Thee Stallion.
  • 14- Elisabeth Moss.
  • 15- Jamie Foxx.
  • 16- Sarah Paulson.

Entertainment Weekly é uma revista publicada semanalmente pela Time Inc., fundada em 1990 nos Estados Unidos da América. Seus assuntos são, no geral, sobre filmes, televisão, música, produções da Broadway, livros e cultura popular.

Pedro Pascal Laugh GIF - PedroPascal Laugh Funny - Discover & Share GIFs

 Pedro Pascal é um ator chileno-americano tendo uma longa carreira com papéis pequenos no palco e na televisão, e alguns trabalhos no cinema. Ele ficou conhecido internacionalmente no papel de Oberyn Martell na quarta temporada da série Game of Thrones da HBO e Javier Peña na série Narcos da Netflix. Recentemente, ele anda ganhando notoriedade por dar vida ao Din Djarin em The Mandalorian.

Para futuras informações a respeito dos atores mencionados nessa lista, fique ligado aqui, na Torre de Vigilãncia.

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Artista recria o busto do Cavaleiro da Lua usando apenas M&M’s

A Marvel Entertainment divulgou por meio do seu canal do YouTube, um vídeo no qual mostra um artista não identificado recriando o busto do herói Cavaleiro da Lua usando apenas M&M’s.

Você pode conferir o resultado logo abaixo.

Nos quadrinhos, Marc Spector é um homem que possui transtorno dissociativo de personalidade, criando em sua mente, outras três identidades além do Cavaleiro da Lua, que o ajudam em seu cotidiano como vigilante das ruas de Nova York.

Para futuras informações a respeito  do Cavaleiro da Lua, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema Entretenimento

Venom ganha nova arte em comemoração aos seus 30 anos

Em comemoração aos 30 anos do personagem Venom, o filme solo do anti-herói ganhou uma arte inédita que detalha mais do visual do simbionte no longa.

Venom é baseado no famoso arco dos anos 90 Protetor Letal. Na história, o personagem entra em um tratado de paz com Homem-Aranha, que tem como objetivo, deixar a sua e a vida do herói mais tranquila se mudando para São Francisco. Chegando na cidade, o anti-herói se depara com um grupo de mercenários que farão de tudo para caçá-lo. 

Venom chega em 5 de Outubro em todos os cinemas do país.