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Nanatsu no Taizai | Mangá ganhará jogo para PlayStation 4

Na mais recente edição da Weekly Shonen Magazine, foi revelado que o mangá Nanatsu no Taizai (The Seven Deadly Sins) ganhará um jogo de ação para PlayStation 4, desenvolvido pela Bandai Namco. O jogo se chamará Nanatsu no Taizai: Britannia no Tabibito (The Seven Deadly Sins: The Britannian Traveler) e ainda não tem data de lançamento definida.

Foi liberada a primeira imagem do game:

Confira também algumas screenshots do jogo:

No passado, os Sete Pecados Capitais eram cavaleiros que protegiam Brittania. Hoje, eles são fugitivos procurados pelo reino por conta de sua tentativa de golpe de estado há dez anos, quando os Paladinos, os cavaleiros mais fortes do reino, foram chamados para combatê-los. Ou pelo menos é essa a versão oficial. A princesa Elizabeth acredita que os Sete Pecados Capitais, na verdade, são a única esperança de salvação do reino, que supostamente teria sido tomado pelos Paladinos, os verdadeiros vilões! E assim, quando, por acidente, ela acaba encontrando um deles (Meliodas), começa a jornada da princesa em busca de todos os sete, nessa clássica aventura fantástica!

Escrito e desenhado por Nakaba Suzuki, Nanatsu no Taizai é publicado desde 2012 pela revista Weekly Shonen Magazine. O mangá conta com uma adaptação em anime de 24 episódios lançada em 2014, e uma segunda temporada já foi encomendada.

No Brasil, o mangá é publicado pela Editora JBC, com o nome de The Seven Deadly Sins, e se encontra no volume 23. Já o anime é transmitido no Brasil pela Netflix.

Caso queira conhecer o mangá, você pode adquiri-lo clicando aqui.

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Boku no Hero Academia | Novo arco da segunda temporada ganha trailer

O site oficial da segunda temporada da série de TV do anime Boku no Hero Academia divulgou um novo trailer. O vídeo apresenta a nova canção Sora ni Utaeba (If I Sing in the Sky), nova abertura do seriado para o arco Hero Killer Stain.

https://www.facebook.com/MyHeroAcademia.TV/videos/1500177066687961/?hc_ref=NEWSFEED

O novo tema de abertura e o de encerramento Datte Atashi no Hero (Still My Hero), interpretado pela cantora LiSA, estreia no dia 8 de julho. O anime não será exibido dia 1 de julho.

Boku no Hero Academia tem no seu elenco: Ayane Sakura (Ochaco Uraraka), Daiki Yamashita (Izuku Midoriya), Kaito Ishikawa (Tenya Iida), Kenta Miyake (All Might), Nobuhiko Okamoto (Katsuki Bakugo), Aoi Yūki (Tsuyu Asui), Azu Sakura (Mei Hatsume), Eri Kitamura (Mina Ashido), Etsuko Kozakura (Recovery Girl), Go Inoue (Chizome Akaguro/Hero Killer Stain), Hiroyuki Yoshino (Present Mic), Junichi Suwabe (Shota Aizawa), Kaori Nazuka (Tooru Hagakure), Kei Shindou (Kyoka Jiro), Kenichi Ogata (Gran Torino), Kiyotaka Furushima (Hanta Sero), Kōhei Amasaki (Neito Monoma), Kōji Okino (Tetsutetsu Tetsutetsu), Kōsuke Kuwano (Yūga Aoyama), Kosuke Miyoshi (Mashirao Ojiro), Kouki Uchiyama (Tomura Shigaraki), Marina Inoue (Momo Yaoyorozu), Masakazu Nishida (Mezō Shōji), Miho Masaka (Ibara Shiozaki), Ryou Hirohashi (Minoru Mineta), Saki Ogasawara (Itsuka Kendō), Tasuku Hatanaka (Denki Kaminari), Tetsu Inada (Enji Todoroki/Endeavor), Tokuyoshi Kawashima (Naomasa Tsukauchi), Tooru Nara (Rikidō Satō), Toshiki Masuda (Eijirō Kirishima), Wataru Hatano (Hitoshi Shinso), Yoshimasa Hosoya (Fumikage Tokoyami) e Yuuki Kaji (Shōto Todoroki).

A direção é de Kenji Nagasaki com roteiro de Yousuke Kuroda, adaptada da obra de Kōhei Horikoshi pelo estúdio BONES.

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Shingeki no Kyojin | Terceira temporada ganha primeiro preview

Wit Studio divulgou o primeiro vídeo promocional da terceira temporada de Shingeki no Kyojin, que estreia na televisão japonesa em 2018. O anime já teve duas temporadas com 37 episódios exibidos.

http://www.youtube.com/watch?v=2GQoc0Wjuck

Shingeki no Kyojin tem no seu elenco: Ackerman Mikasa (Ishikawa Yui), Yeager Eren (Kaji Yuki), Arlert Armin (Inoue Marina), Levi (Kamiya Hiroshi), Blouse Sasha (Kobayashi Yuu), Zoë Hange (Park Romi), Kirstein Jean (Taniyama Kishou), Leonhart Annie (Shimamura Yuu), Smith Erwin (Ono Daisuke), e Ymir (Fujita Saki).

A direção é de Araki Tetsurou e Koizuka Masashi com roteiros de Kobayashi Yasuko. A produção é feita pela Production I.G, Dentsu, Mainichi Broadcasting System, Pony Canyon, Kodansha, Mad Box, Shingeki no Kyojin Team, e Pony Canyon Enterprise.

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Liga da Justiça | Autora de Saint Seiya The Lost Canvas publicará mangá

Segundo informações da Anime News Network, a editora revelou que a mangaká Shiori Teshirogi irá publicar o mangá Justice League Origin: Wonder Woman na revista Champion RED, da editora Akita Shoten, a partir do dia 19 de julho. A publicação não informa se será um one-shot ou uma série longa, mas é colocado como um projeto especial.

Como o título sugere, o mangá contará a história de origem para a Mulher-Maravilha, ajudando a promover o filme da heroína, que estreia no Japão em 25 de agosto.

Teshirogi também será responsável pelo mangá Batman and The Justice League. A história conta com o Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Flash, Cyborg, Lanterna Verde e Aquaman reunindo-se como a Liga da Justiça, e dirigindo-se a Cidade de Gotham para proteger o mundo do Coringa e uma aliança de super vilões.

Shiori Teshirogi publicou Saint Seiya: The Lost Canvas entre 2006 e 2011, que depois foi adaptado como uma série de anime com 26 episódios. O mangá foi publicado pela Editora JBC e os DVDs pela Flashstar.

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Netflix | Anunciada terceira temporada de Knights of Sidonia e novo Blame

Segundo informações do Crunchyroll, via Bastien Guetta, os diretores Hiroyuki Seshita e Tadahiro “Tady” Yoshihira estão no Annecey Festival, na França, promovendo o anime Gozilla: Monster Planet, produção da Polygon Pictures e da Netflix.

No evento, eles deram novidades da série Knights of Sidonia e do filme Blame. Sidonia vai ganhar uma terceira temporada e Blame terá outro filme. Ambos já estão em desenvolvimento. A animação continuará com produção da Polygon.

Adaptadas das obras de Tsutomu Nihei, que já esteve no Brasil para a Comic Con Experience (CCXP), Knights of Sidonia ganhou duas temporadas em 2014 e 2015, e Blame teve um filme produzido neste ano. Os animes de ambos encontram-se disponíveis no acervo da Netflix, e os mangás são publicados pela Editora JBC.

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Cowboy Bebop | Série de TV em live action é anunciada

Segundo informações da Deadline, uma série para televisão de Cowboy Bebop, em live action, está em desenvolvimento pela Tomorrow Studios em parceria com a Midnight Radio.

O anime original foi exibido no Japão entre 1998 e 1999, tendo 26 episódios no total. O seriado mostrava as aventuras Spike Spiegel, Faye Valentine e sua tripulação espacial de caçadores de recompensas.

“Nós estamos muito empolgados em trabalhar com a Sunrise para trazer esse anime querido para os Estados Unidos e o mercado global como uma série live-action,” disse o produtor Adelstein, da Tomorrow Studios. “A versão animada de Cowboy Bebop ressoou longamente com as audiências pelo mundo, sendo responsável por ajudar no crescimento da popularidade do anime. Nós acreditamos que uma versão em live action terá um grande impacto hoje.”

Além de Adelstein, Cowboy Bebop será produzido por Becky Clements (Good Behavior, Aquarius) e Matthew Weinberg. Chris Yost (Thor: O Mundo Sombrio, Thor: Ragnarok) ficará responsável como roteirista das histórias.

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Inuyashiki | A chocante sociedade japonesa retratada na ficção científica

Hiroya Oku é um autor controverso. Após 13 anos escrevendo e desenhando sua série mais longeva, Gantz, com a criação de Inuyashiki em 2014 o mangaká parece ter encontrado novos ares para sua habilidade primária: criar histórias de ficção-científica com algum valor moral, abordando aspectos da sociedade japonesa moderna através da violência típica de suas obras, com um visual extremamente realístico e cenas chocantes.

Em 1999 Oku lançou sua primeira obra com um pé no sci-fi. Zero One era uma história sobre um torneio de videogame, e o sucesso não foi alcançado como em sua série prévia de comédia romântica, Hen. Apesar do fracasso o autor iniciou em seguida sua mais duradoura e bem-sucedida publicação, Gantz, que rende frutos até hoje e através de uma narrativa louca, violenta e chocante, tornou-se um dos seinen mais marcantes dos quadrinhos japoneses.

Um dos aspectos de Gantz era, no meio da violência, sexo e alienígenas bizarros, tecer críticas à forma de viver dos seres humanos. Abordando a superficialidade do coletivo, preconceito e até mesmo falando sobre o papel da mulher no mundo (da forma mais rasa possível, mas está lá), as camadas mais “profundas” do mangá perdiam-se no meio de robôs gigantes e roupas coladas, com muitos peitos e bundas.

Com o fim da série em 2013, Oku levou um ano para bolar o que, aparentemente, é sua obra mais intelectual, sem deixar perder sua assinatura e estilo que ficaram marcados no universo de Gantz. Inuyashiki veio ao mundo nas páginas da revista Evening japonesa e agora alcança as bancas do Brasil em volumes bimestrais publicados pela editora Panini.

Inuyashiki possui uma premissa semelhante a de Parasyte (Kiseijuu), mangá de Hitoshi Iwaaki publicado no Brasil pela Editora JBC. A história é centrada em Ichiro Inuyashiki, um senhor de 58 anos que aparenta ser muito mais velho. Sua família não dá muita bola pra ele e constantemente o desrespeita, e no meio de sua vida infeliz, Ichiro descobre estar com um câncer terminal. Rodeado em desgraça, o senhor acaba por se envolver em um acontecimento que altera sua perspectiva da realidade: ele é transformado num ciborgue. E daí pra frente, a vida de Inuyashiki muda de forma radical.

Oku parece possuir uma missão com este mangá. Todo o primeiro volume é centrado quase que exclusivamente em criticar os aspectos mais deploráveis da sociedade japonesa moderna, que vão desde a marginalização dos jovens até o desrespeito e falta de empatia pelos mais velhos. Os idosos do Japão são desprezados, ignorados e solitários, enquanto as pessoas mais novas agem de forma egoísta, instável e passional. As críticas sociais, típicas de qualquer boa ficção científica, misturam-se com a vontade de Ichiro ao passar por esta experiência com “seres alienígenas” que mudaram seu corpo: tornar-se uma espécie de justiceiro, um super-herói que faz o bem para a humanidade, agindo onde ninguém mais parece enxergar os problemas.

Obviamente, surge também um possível antagonista que passou por essa “experiência” ao lado de Ichiro e tornou-se um psicopata assassino.

O autor pesa a mão na dramaticidade, algo extremamente necessário para uma história que toca em assuntos tão delicados. O objetivo aqui é chocar o leitor, propor uma reflexão que se aplica também ao nosso dia-a-dia, e tentar expandir a visão de mundo dos leitores, criando paralelos entre a personalidade do leitor com algum dos personagens secundários, cheios de falhas de caráter e vivendo suas vidas das formas mais comuns e desprezíveis.

A semelhança com Parasyte é traçada no modo em que a trama é abordada. De forma similar, os protagonistas passam por um de contato alienígena que os torna super poderosos, e tentam agir para o bem da sociedade. Da mesma forma, outra pessoa (no caso da obra de Iwaaki, outras) passa pela mesma mudança, e vai para o lado oposto. E no meio disso, as questões sociais, políticas e reflexivas são abordadas, com choques culturais e um texto sofisticado em ambos os casos.

Deixando de lado o principal atrativo, que é sua temática, Inuyashiki também é um mangá lindamente ilustrado. Oku-sensei refinou seu traço ao longo dos treze anos de Gantz, tornando-o ainda mais realístico, bem detalhado e fluido, com uma movimentação única que poucos profissionais conseguem retratar com clareza. A beleza da arte também contribui para a imersão, visto que este mundo é extremamente similar ao nosso, facilitando o reconhecimento e potencializando a mensagem que deve ser passada.

O mangaká também brinca com a metalinguagem, inserindo outros mangás na narrativa, tornando este mundo teoricamente fictício algo verdadeiramente inserido na realidade, um perfeito retrato do nosso mundo quando somado ao seu já citado belíssimo traço.

E apesar da narrativa mais calma, com capítulos cadenciados de forma bem amena, rapidamente o passar das páginas torna-se algo frenético, com ação e cenas marcantes, misturando emoção e repulsa pelos acontecimentos. Este desenrolar é típico dos mangás de Oku-sensei, que deixam o leitor empolgado e curioso para saber o que acontecerá em seguida. E ao contrário de Gantz, aqui ele não deve se perder na aventura, já que o final da obra está programado para setembro, quando o décimo e último volume da série será lançado no Japão.

Inuyashiki é tudo de bom que o gênero da ficção científica tem a oferecer. Apesar do currículo estranho de seu autor (ele mesmo brinca com isso), a obra parece vir para acrescentar algo ao mercado, unindo-se aos outros ótimos mangás com premissas mais reflexivas, como Assassination Classroom – que é uma crítica ao sistema de ensino – e Arakawa Under The Bridge, que fala sobre a aceitação do diferente na comunidade.

E sendo outro ótimo candidato ao posto de melhor mangá do ano, a obra de Hiroya Oku também acrescenta qualidade ao mercado, que passa atualmente por um belíssimo momento onde verdadeiros clássicos e novos-clássicos enchem as prateleiras de bancas e livrarias de todo o Brasil. A edição também conta com um belo glossário em suas páginas finais, que explica as referências e termos utilizados ao longo das 204 páginas do primeiro volume, que assim como a edição japonesa, possui um efeito holográfico especial em sua capa. Um capricho editorial respeitável, que faz valer cada centavo dos R$ 13,90 cobrados.

Recentemente o estúdio MAPPA anunciou que adaptará a obra para um anime, além de haver um filme live-action programado para 2018.

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Do game para telinha | primeiro teaser da série Castlevania

A Netflix divulgou o primeiro teaser trailer da série Castlevania, anime baseado no famoso e clássico jogo de NES, console da Nintendo.

Vídeo:

Foto:

A primeira temporada de Castlevania chega ao Netflix no dia 7 de julho.

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GTO | O professor mais foda que você respeita

Em 1997 estreava nas páginas da japonesa Weekly Shōnen Magazine a série Great Teacher Onizuka, criada por Toru Fujisawa. Com serialização entre os anos de 97 e 2002, GTO (abreviação oficial) tornou-se rapidamente um fenômeno cultuado no mundo todo, figurando entre os 40 mangás mais vendidos do Japão. E com uma estreia fenomenal, este clássico da comédia japonesa chega ao Brasil pela NewPOP Editora, com um formato extremamente similar ao japonês e detalhes exclusivos da edição nacional.

Eikichi Onizuka é um personagem recorrente de diversas histórias do mestre Fujisawa. Shonan Junai Gumi e Bad Company foram séries produzidas antes da estreia de GTO, e as duas focavam na vida de Onizuka como um delinquente. A diferença, com a estreia da série que leva seu nome, foi a ideia aplicada: o delinquente Eikichi Onizuka, 22 anos, decide se tornar um professor… com o objetivo de ajudar (no sentido bíblico) alunas mais novas. E a trama se desenrola com foco em Onizuka tentando assumir o autodeclarado posto de “professor mais foda que virará uma lenda.”

Mangás com delinquentes marcaram uma época e quase sempre são sinônimos de boas risadas. Yu Yu Hakusho, Slam Dunk, Diamond is Unbreakable, Tenjō Tenge e tantos outros possuem o mesmo estilo de protagonismo, similar ao modo de agir do professorzinho de GTO. Através do absurdo conceito onde os delinquentes fazem coisas boas, os autores extrapolam suas ideias na comédia, algo que GTO consegue fazer em um nível muito elevado e mais adulto se comparado a outras obras do gênero. Séries do tipo permanecem vivas até hoje, com mangás recentes como Beelzebub, encerrado há poucos anos.

Great Teacher Onizuka apresenta um caráter sexual muito forte, já que a motivação inicial do protagonista é pura e simplesmente pegar garotinhas. Situações absurdas envolvendo os desejos do professor (e outros que o cercam), com uma arte extremamente caprichada e típica dos anos 90, tornam todas as situações da vida de Eikichi muito memoráveis (entenda o que quiser). Os personagens ao seu redor parecem inicialmente rasos e sem muito teor dramático, mas aos poucos as histórias são contadas e até os mal caráteres tornam-se extremamente relacionáveis com o leitor. Em 1998 a obra foi vencedora do Kodansha Manga Award na categoria shōnen.

A edição nacional, recém-lançada pela editora NewPOP, é o formato mais próximo de um volume japonês já publicado no Brasil. Com sobrecapa, papel especial de gramatura mais alta, sem transparência e dimensões quase iguais aos tankos japoneses, GTO é possivelmente um novo parâmetro de qualidade para os produtos nacionais, sendo importante ressaltar que as páginas coloridas apresentadas nesta edição não existem nos volumes do Japão, tendo sido negociadas como um adicional para a versão do Brasil. E apesar da quantidade absurda de textos e detalhes traduzidos em diversos quadros, erros de revisão interna não passaram, tornando o produto ainda mais caprichado.

O mangá foi adaptado em uma série animada entre 1999 e 2000, totalizando 43 epsiódios. Séries de TV e filmes live-action também foram produzidos e elogiados pelos críticos e fãs. Em 2014 Fujisawa deu início a sua nova série GTO: Paradise Lost, na Young Magazine japonesa, que conta com quatro volumes encadernados até o momento, adicionando mais história aos 25 volumes originais de GTO.

https://www.instagram.com/p/BUKzbTxBye8/

Um dos anúncios mais empolgantes com um acabamento muito relevante para o mercado brasileiro, GTO é até o momento a estreia de mangá mais fantástica de 2017. Com personagens carismáticos, ótimas ilustrações e diversão com emoção a todo instante, a vida de Onizuka como um professor é um clássico obrigatório para a coleção de todos, reforçando a capacidade humorística dos mangakás japoneses.

GTO possui uma média de 192 páginas por volume encadernadas em formato 18 x 12 cm, com sobrecapa resistente, papel especial de alta gramatura e preço de capa R$ 23,90. Os volumes serão lançados bimestralmente, com assinantes e consumidores da loja Anime Hunter recebendo brindes exclusivos como bottons, marca-páginas e postais.

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Fairy Tail | Mangá deve terminar nos próximos volumes

Em abril de 2017, Hiro Mashima confirmou que o mangá de Fairy Tail, já estaria na sua reta final. Com o recém lançamento do Volume 61 no Japão, o autor escreveu uma carta no posfácio da edição, confirmando que o mangá terminará daqui a mais ou menos 2 volumes. Confira:


“Dá a sensação de ser a batalha final ou não…? Bem, desde que eu comecei este trabalho sem pretender que ele fosse uma história tão longa em primeiro lugar, quando eu progredi através do enredo, muitas vezes fui atingido por inseguranças, como questionar a mim mesmo… “Está tudo certo?”.

Este projeto começou como uma coisa divertida de fazer enquanto sentia uma certa aventura, em tentar resolver vários obstáculos no percurso, mas que, se eu continuasse fazendo isso por muito tempo, eu ficaria cansado, então comecei a incluir uma série de coisas.

Já que meu trabalho anterior (Rave Master) foi uma história bastante pesada, me lembro de falar para mim mesmo que eu queria pegar um pouco mais leve desta vez. Mas, mesmo assim, esta história se transformou em algo com uma guerra enorme. Porém, uma grande diferença entre o trabalho anterior e esse, é que Natsu não está lutando pela paz mundial, certo? Em Rave Master, os personagens estavam lutando para proteger o mundo. Desta vez, eles só querem proteger sua guilda. Natsu até disse durante o arco de Edolas, “Nós nos juntamos à guilda para viver, e é por isso que eu não me importo com o mundo.”

Embora seja bastante irritante que ele não possa ser considerado como o herói desta história por causa disso, ambos os mundos ainda são bastante semelhantes em certa medida. Lute para sobreviver. Lute por seus amigos. Pode não levar à paz mundial, mas tudo é apenas a justiça para Natsu. E eu adoro isso nele!

Depois disso, eu tenho a vontade de continuar desenhando também, algo definido em um novo mundo – SIM, eu quero escrever uma nova história!

Fairy Tail será concluído em mais ou menos 2 volumes, depois disso me sentirei um pouco vazio. Mas, estarei animado para pensar sobre todas as coisas novas que podem começar mais tarde. Muito obrigado pelo apoio! Meu novo trabalho começará em breve, então por favor, até lá, acompanhe a cortina final se fechando sobre nossas ‘fadas’.”



Usando como base os últimos volumes lançados de Fairy Tail, cada compilação contém 9 capítulos do mangá. O que daria ao mangá, mais ou menos 18 capítulos para a obra se encerrar, porém 9 capítulos ainda não foram compilados. Caso se mantenha a promessa de que a obra terminará no Volume 63, teremos somente mais 9 semanas para o fim de Fairy Tail.

No Japão, Fairy Tail é publicado semanalmente, desde de 2006, na revista Weekly Shonen Magazine. No Brasil, Fairy Tail é lançado pela Editora JBC.