Akira finalmente está chegando. Após dois anos de espera, os japoneses finalmente aprovaram a edição brasileira do mangá.
Por meio do seu canal no YouTube, a Editora JBC revelou detalhes sobre a publicação, incluindo o preço e mês de lançamento. Confira:
18,8 cm x 25,6 cm
362 páginas
Papel Lux Cream
Leitura oriental
Páginas P&B
Completo em 6 edições
Em livrarias e lojas especializadas
R$ 69,90
Lançamento em Junho
Akira é um dos marcos da ficção científica oriental e revolucionou a chegada dos mangás e da cultura pop japonesa no Ocidente.
Ambientada em um cenário pós-apocalíptico da Neo-Tóquio, 30 anos depois da III Guerra Mundial, a história é centrada nos personagens Kaneda e Tetsuo, membros de uma gangue de motoqueiros que se deparam com o poder sobrenatural de Akira.
A obra foi escrita e ilustrada por Katsuhiro Otomo e tornou-se uma das principais referências da onda cyberpunk década de 1980, ao lado de grandes títulos como Neuromacer, de William Gibson.
Segundo a JBC, a previsão é para que sejam lançados dois volumes de Akira por ano.
Aquele que tiver seu nome escrito nesse caderno há de… Beijar outra pessoa? Não, de verdade, quem é que pensa nessas coisas? Éumas ideia que não tenho nem noção de onde é que eles tiram… Cada dia que passa, e cada post que eu escrevo, é uma prova cada vez maior de que japonês é um povo estranho.
Acontece que, quando uma ideia é absurda desde o princípio, só existem dois caminhos pare seguir: ou você segue na absurdidade, pois o início já foi aviso o suficiente para qualquer um; ou você tenta racionalizar o negócio, falha miseravelmente e manda tudo por água abaixo. E o que o mangá de Megane Mihoshi faz é justamente a primeira opção. Em andamento com oito volumes no Japão, a série que é publicada originalmente na web é trabalho único do autor, mas vem fazendo relativo sucesso nas terras nipônicas.
Fico extremamente feliz de saber que ainda existem pessoas e autores dispostos a aderir ao absurdo e fazer uso do que há de melhor em marmelada para trazer humor à suas obras. Renai Boukun é justamente isso, uma reunião absurda de marmelada que por juntar o inacreditável com o inesperado, consegue te fazer rir.
A obra não tenta esconder em momento algum que se trata de uma comédia absurda e propositalmente forçada. Além de ter personagens extremamente diferentes interagindo de forma genial entre si, o anime ainda conta com eventuais quebras da quarta parede que já são muito boas por si só, mas conseguem brilhar ainda mais pelo fator surpresa.
Minha cara quando o professor libera as notas.
O desenvolvimento da história se dá por “bloquinhos”. Não é exatamente episódico, pois temos mais de um episódico por episódio, mas acho que não é errado chamá-lo assim. Em cada bloco temos um problema, um conflito e uma solução. As coisas acabam sendo bem fechadinhas em si mesmas, e pouco se vê de prosa a longo prazo. Em três episódios, não se pode tirar praticamente nada que pudesse vir a ser desenvolvido de novo no futuro. Talvez, no máximo, a história da irmã do protagonista, mas isso é algo que é óbvio que virá a acontecer no futuro, dentro do formato de “bloquinho”.
Acontece que isso não é exatamente um problema. É quase que uma das ferramentas que torna a estrutura absurda do anime viável. Justamente por ser absurdo, se tentássemos focar demais em alguma coisa, algo daria errado em algum momento, e cairíamos no segundo caso que foi descrito lá no começo deste Primeiras Impressões. Meu único medo é não ter certeza se o show consegue aguentar doze episódios assim, sem perder a graça.
Equipe de dubladores caracterizada como seus personagens. Graças a Deus o “gato” não está ai…
Na parte técnica, temos uma animação de ótima qualidade pelo recente estúdio EMT², que consegue capturar bem as diversas facetas da obra (como, por exemplo, as mudanças das personagens para um modo caricato quando a cena demanda); os personagens não têm um design espetacular, mas possuem, sim, características peculiares e marcantes o bastante para podermos dizer que foi um bom trabalho por parte de Mariko Ito. O destaque técnico, porém, com certeza está na música: botar a responsabilidade nas mãos do cara que cuida da música de um anime musical que está no ar há mais de quatro anos, foi sem dúvidas uma escolha certa. O monaca conseguiu deixar tudo ainda mais galhofado com sua trilha sonora que beira o estúpido de tão boa que é. Com a ajuda do diretor de áudio Satoshi Motoyama, os sons são o ponto alto do show.
Resumão, então: obra sólida com comédia nonsense que consegue tirar muitas risadas de quem gosta desse tipo de coisa; personagens não muito especiais tanto em personalidade como em aparência, mas que interagem muito bem entre si; parte técnica interessantemente positiva e com destaque para uma ótima trilha sonora.
Pra mim, que adoro esse tipo de show, foi uma estréia maravilhosa e que com certeza valerá acompanhar. Começa com um 7/10 no comedômetro, sendo que não recebeu um oito por pura precaução.
O anime pode ser assistido gratuitamente no serviço de streaming da Crunchyroll, com novos episódios todas as quintas-feiras.
Após 15 anos de exibição, Naruto, um dos animes mais populares mundialmente, finalizou a sua jornada com o total de 720 episódios, contabilizando a fase Clássica e a Shippuden, e também os odiados fillers (inclusive, fizemos uma Guia dos Episódios sem os fillers. Confira aqui).
E mesmo depois de ser finalizado, Naruto não acabou nem quando acabou, então surgiu Boruto: Naruto Next Generation, focando no legado de Naruto e seus amigos.
Abertura de Boruto:
https://www.youtube.com/watch?v=9prtl1aVcdM
O primeiro episódio de Boruto estreou dia 05 de Abril e teve um início no mínimo interessante. A história começa do final, no auge de uma batalha entre Boruto e um garoto misterioso chamado Kawaki, que diz que a era dos shinobis acabou, e fará com Boruto o mesmo que fez com seu pai, o que pode ser um indício da morte de Naruto futuramente. E, então, o nosso novo protagonista veste uma bandana de Konoha que está riscada, que normalmente é usada por ninjas renegados, e utiliza um poder ocular que pode ser um Byakugan, mas também parece ser diferente do de sua mãe, Hinata.
Boruto e seu Byakugan
Passado o combate entre Boruto e Kawaki em um futuro aparentemente distante, o foco muda para um Boruto ainda criança, que não ingressou na academia ninja mas já se garante no Ninjutsu, diferente de seu pai quando tinha essa mesma idade. Além da aparente prodigiosidade do filho de Naruto, há outras diferenças entre pai e filho, como o fato de Boruto ter uma família e amigos, logo, os dilemas a serem enfrentados pelo protagonista serão diferentes do que vimos durante a trajetória do Naruto.
É interessante notar que, apesar de se tratar do mesmo universo que já é conhecido há 15 anos, algumas coisas soam como novas, como a modernização de Konoha frente às tecnologias, ou a presença de corporações no mundo ninja.
Fazendo uma aposta para o que vem no futuro do anime, chuto que a presença de tecnologias no mundo ninja está diretamente ligada ao fim da era dos Shinobis que é mencionado por Kawaki.
Kawaki
Em relação aos personagens secundários, não há muito que falar, pois apareceram pouco e devem ser apresentados aos poucos. Em um primeiro momento temos o Shikadai, filho do Shikamaru e da Temari, que inclusive, tem a mesma personalidade do pai, e é amigo próximo de Boruto devido à amizade de seus pais.
Há também um personagem novo, Denki, que foi criado especialmente para o anime. Ele é filho de um dono de uma corporação, e que por acaso se tornou amigo de Boruto ao ser salvo pelo rapaz. Futuramente, deve haver uma trama para ele, pois ele é possuído por uma aura negra misteriosa, que inclusive é o motivo de despertar o Byakugan diferente que Boruto possui.
Shikadai e Denki
Sarada Uchiha, filha do Sasuke e da Sakura, e Mitsuki, criação do Orochimaru, serão coprotagonistas do animes, mas ainda não ganharam espaço em tela. Sarada aparece brevemente, mas Mitsuki nem deu as caras no anime ainda.
Mitsuki e Sarada
Talvez o ponto mais positivo dessa nova era de ninjas seja o retorno à raiz clássica de Naruto, em que há uma forte presença de combate corpo a corpo entre os ninjas, e não dependem só de técnicas especiais envolvendo poderes especiais exagerados, que foi um rumo natural de Naruto, mas em certo ponto se tornou desgastante.
Konohamaru e Boruto
Boruto: Naruto Next Generation tem um começo intrigante, que ao mesmo tempo é familiar aos fãs antigos, mas também é novo. Se será bom ou não, só descobriremos com o tempo, mas com certeza será uma jornada que deve durar alguns anos.
É hora da aula com o Professor Vinicius, e hoje nós vamos aprender alguns motivos que fazem com que japonês seja um povo estranho. E claro que um dos principais motivos são as benditas Light Novels de nome enorme. É o caso de Roku de Nashi Majutsu Koushi to Akashic Records.
Acho interessante começarmos com uma breve introdução. Não sobre o show, nem sobre quem trabalha na obra, mas sim sobre o que diabos são REGISTROS AKÁSHICOS.
Economizando uns cinco minutos da sua vida, eu mesmo procurei no Google e contarei do que se trata: basicamente, estamos falando de uma parte importante da corrente de estudos da Teosofia, que diz que existe um “Compêndio” onde tudo que já aconteceu, tudo que vai acontecer, e tudo que poderia ter acontecido, está arquivado. Esse compilado de informações sobre todas as almas que existem em todos os sistemas planetários se encontra no “Plano Etéreo“, e pode ser acessado por qualquer “portador de alma”, desde que ele esteja sob condições ideais (como em transe ou meditação, por exemplo).
Agora, no que isso tudo se encaixa com o anime que estamos discutindo no dia de hoje? Não faço a menor ideia.
Não, sério, eu realmente não sei como o conceito de “Registros Akáshicos” faz parte do show. O nome da série (que, como sempre, deveria ser um resumo da trama) nos sugere que o Professor de Magia, nosso protagonista, devia ter acesso aos Registros Akáshicos. Mas nada que aconteceu no primeiro episódio passou essa impressão.
Já um ponto que passou uma forte impressão, foi a ambientação do mundo. Enquanto fica claro desde os primeiros minutos que estamos em um mundo mágico, as cidades e as pessoas parecem estar numa Inglaterra vitoriana comum. Não sei se essa diferença brutal entre os dois “núcleos” é proposital ou não, mas o resultado acabou ficando extremamente desconfortável. Isoladamente, cada um funciona muito bem e tem uma qualidade acima da média para o gênero, mas quando tentamos mesclá-los, um verdadeiro choque cultural ocorre. Não apenas um, mas dois: o choque interno, onde ambas as realidades não conversam muito bem no próprio anime; e o choque externo, onde a audiência não sabe como lidar com essa diferença.
Animes ruins me obrigam a beber.
Deixando as inconsistências de lado e focando naquilo que foi realmente sólido, temos um trabalho técnico impressionante. Um nível incrivelmente alto para algo do tipo, que chegou até a me espantar, confesso. Uma animação fluída e com movimentação bonita (do estúdio LIDENFILMS, com direção de Makoto Iino), em conjunto com cenários e backgrounds de tirar o fôlego (arte por Aojashin). Tudo isso para cercar os personagens cujo design é carismático e não te deixa esquecer que estamos assistindo um harém escolar mágico genérico (por Satoshi Kimura), e ambientado por uma excelente trilha sonora, quase boa o suficiente para disfarçar a ruindade da história (composta por Hiroaki Tsutsumi).
O outro lado da moeda, que anda de mãos dadas com o problema da ambientação, é a total antítese entre a aparência e a personalidade dos personagens. Como já dito, os personagens são bonitos pra caramba, bem animados e com uma dublagem excelente, mesmo com o elenco de pouca experiência. Mas… São todos tão planos, tão simples… Esteriótipos andantes que não conseguem sair de sua zona de conforto em momento algum. A melhor personagem da série até aqui é uma garota que teve uma fala só no episódio inteiro, mas mostrou mais personalidade em suas faces como figurante do que todos os protagonistas juntos.
O que falar dessa guria que eu nem conheço e já considero pakas?
Poderia também comentar sobre a história, mas acredito ser muito cedo para isso. O primeiro episódio serviu para simplesmente jogar a premissa de o que virá pela frente, e terminou de uma forma inimaginável: eu não achei que poderia odiar o protagonista mais do que eu já estava odiando, mas… Ah, eu consegui. Apesar disso, toda a estruturação da trama pareceu cliché, e toda aquela exposição feita preguiçosamente através de narrações e diálogos desnecessariamente detalhados não ajudaram nisso.
Se quiser ver o copo meio-cheio, pode imaginar que, por estarmos no fundo do poço, o único caminho possível é pra cima. Eu meio que concordo, por isso acabei dando 5/10 para o primeiro episódio. Se as qualidades técnicas se mantiverem por todo o percurso, e eles tentarem fazer os protagonistas deixarem de ser sacos de batata ambulantes, talvez o show tenha salvação.
O anime possui transmissão simultânea pela Crunchyroll, com novos episódios todas as terças-feiras.
Hoje (11/04), a Editora NewPOP entrou de vez no mundo do YouTube, com a estreia do primeiro NewPOP Now, o seu programa/vlog onde a equipe conversa sobre novos títulos, anúncios, curiosidades dentre outras coisas.
O vídeo na íntegra pode ser conferido abaixo:
https://youtu.be/-IKnKbcIK9o
Os anúncios são:
Toradora!
Light Novel, concluída em 10 volumes.
Shakugan no Shana
Light Novel concluída em 26 volumes; Mangá concluído em 10 volumes.
Re:Zero Kara Hajimeru Isekai Seikatsu
Light Novel, em andamento com 8 volumes.
Além dos anúncios, a editora diz que Great Teacher Onizuka deverá ser lançado em breve contendo brindes para assinantes e pessoas que comprarem na loja Anime Hunter, e comentou também sobre suas publicações: No Game No Life, Log Horizon, N0.6 e outros.
O que vocês acharam do novo canal de comunicações da NewPOP? E dos anúncios? Eu, pelo menos, fui pego de surpresa com tantas Light Novels! Comente abaixo.
Os irmãos Elric brothers estão preparando-se para realizar suas transmutações em carne e osso. Um live action de Fullmetal Alchemist ganhou seu primeiro trailer para 2017. O mangá de Hiromu Arakawa fez sucesso de público e é aclamado pela crítica.
A série segue Alphonse e Edward Elric, dois garotos em jornada para encontrar a pedra filosofal e usá-la para restaurar seus corpos, que foram separados durante a tentativa mal sucedida de trazer a mãe deles de volta a vida.
Fumihiko Sori (Ping Pong, Ashita no Joe) irá dirigir, e o membro do Hey! Say! JUMP, Ryosuke Yamada (Assassination Classroom), interpretará Edward Elric. CGI será usado para recriar a armadura de Alphonse e emular os fantásticos efeitos da alquimia.
Confira o primeiro trailer de Fullmetal Alchemist na galeria de reprodução abaixo.
Fullmetal Alchemist tem no seu elenco: Ryōsuke Yamada como Edward Elric, Tsubasa Honda como Winry Rockbell, Dean Fujioka como Roy Mustang, Fumiyo Kohinata como General Hakuro, Ryuta Sato como Maes Hughes, Misako Renbutsu como Riza Hawkeye, Natsuna como Maria Ross, Natsuki Harada como Gracia Hughes, Yo Oizumi como Shou Tucker, Jun Kunimura como Doutor Marco, Yasuko Matsuyuki como Luxúria, Kanata Hongou como Inveja, Shinji Uchiyama como Gula e Kenjiro Ishimaru como Padre Cornello.
As filmagens do live action de Fullmetal Alchemist aconteceram na Itália de junho a agosto de 2016. O mangá já ganhou duas adaptações em anime para TV: Fullmetal Alchemist e Fullmetal Alchemist: Brotherhood.
Também foram produzidos dois filmes de animação: Fullmetal Alchemist the Movie: Conqueror of Shamballa e Fullmetal Alchemist: The Sacred Star of Milos. Além de videogames,light novels, e muito merchandise.
O filme estreia no dia 1 de dezembro nos cinemas japoneses.
Ame ou odeie, Naruto é, e sempre será um dos mangás mais famosos já publicados. Sua fanbase é incrivelmente enorme e não é pra pouco: seu plot inicial era realmente muito bom, e conquistou muitas pessoas na época de seu lançamento. Como muitos mangás, Naruto também ganhou sua adaptação em anime e com isso muitos fillers vieram (ô, se vieram), fazendo com que muitas pessoas, como eu, abandonassem a adaptação.
Foi anunciado que Naruto Shippuden, segunda fase do anime, terminará no episódio 500, que será exibido no dia 23 de março de 2017. Ao todo, Naruto contém 720 episódios (já com o episódio 500 incluído), divididos em suas 2 fases, porém muitos destes episódios são fillers (episódios que não acrescentam em nada para a história). Pensando nisso, fizemos um guia com os arcos e episódios canônicos do anime.
Naruto Clássico
Prólogo e País das Ondas (Episódios 1-19)
Primeiro arco da obra, introduz o Time 7, composto por Kakashi, Sasuke, Sakura e Naruto. O Time 7 recebe a missão de ir ao País das Ondas. Acontece a famosa batalha contra Haku e Zabuza.
Exames Chunin (Episódios 20-67)
Time 7 ingressa ao Exame Chunin e mais novatos aparecem. Orochimaru e Kabuto também são introduzidos.
Esmagamento de Konoha (Episódios 68-80)
Orochimaru coloca seu plano em ação e causa uma pequena guerra em Konoha.
Busca por Tsunade (Episódios 81-100)
Introduz os Lendários Sannin (Orochimaru, Tsunade e Jiraya). Naruto sai com Jiraya em busca de Tsunade. Ocorre a primeira aparição da Akatsuki.
Missão de Recuperação do Sasuke/Vale do Fim (Episódios 107-135)
Naruto e companhia partem em busca de Sasuke. Nesse arco temos a famosa batalha do Rock Lee bêbado.
Naruto Shippuden
Resgate do Kazekage (Episódios 1-32)
2 anos e meio se passam. Akatsuki começa a se mover contra a Aldeia da Areia. Remanescentes do Time 7 partem ao resgate do Kazekage. Tobi aparece.
Missão de Reconhecimento na Ponte Tenchi (Episódios 33-53)
Yamato e Sai se juntam ao Time 7. Batalha contra Orochimaru.
Missão de Repressão da Akatsuki (Episódios 72-88)
Introduz os membros da Akatsuki: Hidan e Kakuzu. Arco focado no Time 10 (Asuma, Shikamaru, Ino e Choji).
Missão de Perseguição a Itachi (Episódios 113-126)
Sasuke forma a Hebi/Taka, equipe composta por Suigetsu, Karin, e Jūgo. Sasuke luta contra Deidara.
Durante os episódios 119 e 120, foi adaptado o especial Kakashi Gaiden, que já tinha sido publicado antes da “fase Shippuden” começar. Conta como Kakashi conseguiu seu Sharingan. É de suma importância que mini-arco seja assistido.
O Conto de Jiraiya, o Destemido (Episódios 127-133)
Jiraya entra em uma investigação para descobrir a identidade de Pain, líder da Akatsuki.
Predestinada Batalha entre Irmãos (Episódios 134-143)
Sasuke e Itachi enfim se enfrentam. Segredos são revelados.
Ataque de Pain (Episódios 152-175)
Pain invade Konoha. Naruto aprende o modo Sennin.
Dica do Ladino: Pare aqui e seja feliz 😀 Sério… Pare.
Reunião dos Cinco Kage (Episódios 197-214)
Sasuke e companhia, agora pela Akatsuki, atacam o Raikage e invadem a reunião dos Cinco Kage. A Quarta Guerra Mundial Shinobi é declarada.
Quarta Guerra Mundial Shinobi: Contagem Regressiva (Episódios 215-222 e 243-256)
As 5 nações preparam-se para a Guerra.
Quarta Guerra Mundial Shinobi: Confronto (Episódios 261-321)
A Guerra começa. Os Sete Espadachins aparecem. Antigos aliados e inimigos reaparecem.
Quarta Guerra Mundial Shinobi: Clímax (Episódios 322-348 e 362-375)
Madara entra na batalha, para enrolar mais a história. Identidade de Tobi é revelada (todo mundo já sabia quem era).
Nascimento do Jinchūriki do Dez-Caudas (Episódios 378-388, 391-393, 414-421 e 424-427)
Com a Quarta Guerra Mundial Shinobi prestes a acabar, o Dez-Caudas é invocado.
Ataque de Kaguya Ōtsutsuki (Episódios 428-431 e 459-479)
Ultimo arco de Naruto. Acontece a batalha final entre Sasuke e Naruto.
Extras
Light Novels que foram adaptadas no anime:
Itachi Shinden (Episódios 451-458)
Sasuke Shinden (Episódios 484-488)
Shikamaru Hiden (Episódios 489-493)
Konoha Hiden (Episódios 494-500)
Essas adaptações podem ser consideradas fillers, porém não sabemos o que o anime de Boruto irá levar em conta. As light novels foram criadas com supervisão do próprio criador de Naruto, então fica por sua conta assisti-los ou não.
The Last: Naruto o Filme
Um filme de quase 2 horas que mais parece uma fanfic. Não é obrigatório assistir.
Boruto: Naruto o Filme
Não sabemos se o anime de Boruto irá seguir o filme ou começar do zero. No mais você terá um ótimo divertimento, pois o filme é bem bacana.
O mangá de Naruto terminou em 2014 e foi compilado em 72 volumes. No Brasil foi lançado pela editora Panini.
Segundo informações da Anime News Network, o site oficial do anime One Piece revelou novos detalhes sobre a história inédita que está prestes a iniciar na série de TV. O arco Marine Rookie ganhou um trailer, arte oficial, design de personagens e elenco de dubladores.
Os novos episódios apresentarão novos soldados da Marinha e os 11 Supernovas, a elite dos piratas iniciantes na série.
O elenco dos novos personagens de One Piece incluem:
Natsuki Hanae como Grant, que tem um senso forte de justiça, buscando alcançar Aokiji. Ele é um usuário da Fruta do Diabo.
Hiroki Yasumoto como Bonam, um membro da Tribo Longarm. Dentre os três soldados, ele age como o irmão mais velho da turma.
Makoto Furukawa como Sappa, um guerreiro que usa duas espadas. Ele tem medo de estranhos, mas gosta tanto de mulheres que fica extrovertido diante delas. Sappa muda completamente quando saca suas espadas.
Youhei Tadano como o Vice-Almirante Prodi, que é um velho amigo de Garp. Ele comanda uma base da Marinha na Ilha Fron. Prodi é um beberrão, comilão e irresponsável, mas termina sendo uma pessoa idosa com bom coração. Ele luta usando artilharia.
Com estreia marcada para o dia 19 de março, a saga Marine Rookie focará em Luffy e seus companheiros tentando resgatar Sanji na Ilha Whole Cake. Depois de Luffy consumir toda a comida durante sua jornada, o grupo infiltra-se na base da Marinha na Ilha Fron para reabastecer. De repente, três marinas novatos, que costumavam fazer parte da unidade de Aokiji, aparecem diante de Luffy.
One Piece está se aproximando do fim do arco Zou, que estreou no dia 28 de julho do ano passado no capítulo 751 da série.
Com as sábias palavras do filósofo mexicano Don Ramón: “A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena!”, começo essa postagem, que tem tudo para provar de uma vez por todas o fato de além de toda aquela história que levou a um pós-guerra traumático ser verdade e um claro exemplo da citação acima, também mostra que Japonês é um povo estranho.
Vindo de um mangá que começou sua publicação em 2012, que mesmo não tendo um volume de vendas colossal como alguns títulos, consegue se manter firme no mercado e parece não estar sofrendo pressões, temos a história criada por Hazuki Takeoka, um cara que se deu bem na vida logo de cara, acertando em cheio em sua primeira obra. Também possui a peculiaridade de ter a arte feita por uma artista coreana, mas esse é o tipo de informação que só é relevante pra quando alguma editora brasileira quiser licenciar o título.
Como uma clara resposta ao show que foi tema do último ‘primeiras impressões’, essa vingança nos traz um estilo de narrativa, que além de conseguir te prender completamente e logo de início apenas com ela mesma, também se esforça para possuir um elenco de personagens interessantes o bastante para serem levados em conta.
Cheguei a comentar sobre como existem obras que funcionam apenas por seus personagens e não possuem história alguma (Urara Meirochou, New Game!, etc.), e sobre obras que poderiam ter seus protagonistas trocados por portas que a história se sustentaria sozinha. Mas creio nunca ter falado dos outros casos. Masamune-kun nos traz um show onde não se tem nenhum dos dois pontos extremamente aguçados, mas que conseguiu encontrar um perfeito equilíbrio entre atores e roteiro, que elevou o nível da animação como um todo. Falemos sobre uma coisa de cada vez.
Como já é de praxe em obras orientais, o nome nos entrega uma (as vezes nem tão) pequena sinopse: Estamos vendo a vingança de Masamune-kun. Só a premissa de que um garoto mudou completamente de vida e se tornou alguém mais saudável e contente consigo mesmo, pode parecer estranha quando analisada de forma isolada, mas ao descobrirmos que tudo isso só ocorreu pois o menino estava sendo abastecido pelas chamas do ódio pelo bullying que sofria quando criança, já te traz perfeitamente qual vai ser o clima da obra como um todo. Ver qual será o próximo passo no plano diabolicamente planejado pelo protagonista, e principalmente, como ele irá executar essa tarefa, não é, admito, a coisa mais excitante ou inovadora do mundo, mas é, pelo menos, alguma coisa. Existe algo que possa gerar uma ansiedade no espectador, e histórias envolventes são justamente aquelas que te fazem ansiar por mais. Temos, assim, um roteiro que é efetivo o bastante.
Eu quando ele não amostra.
O outro nó está em quem pratica essas ações. O protagonista que dá nome ao show, Masamune-kun, é um dos personagens mais bem construídos, carismáticos e relacionáveis que eu já vi. Não gostar dele é algo que beira ao impossível (e claro que, como eu falei isso, aparecerão um milhão de pessoas dizendo que o odiaram). O arquétipo que Masamune-kun representa no “presente” é justamente o protagonista estereotipado super popular e que parece ter tudo sempre a seu favor. O que o torna tão… ‘realista’ (com toda a liberdade poética para uso da palavra) é o seu ‘eu interior’, que ainda está intimamente ligado com o Masamune-kun do “passado”. Personagens que ‘fogem ao comum’ em animes são normalmente os mais convincentes. Sua infância quase que confundível com uma história ouvida no Domingo Legal, traz para nosso herói uma credibilidade quanto a sua ‘humanidade’, e faz sua mente ser mais próxima de uma pessoa real do que de uma ‘pessoa de anime’. Quando sua vida muda para o que seria mais ‘animêstico‘, ele esboça reações que eu mesmo me pego dizendo em voz alta enquanto assisto algo. O personagem é uma façanha incrível de criar uma identificação com a platéia sem precisar quebrar a quarta parede.
Os outros personagens, apesar de muito mais superficiais no quesito técnico, ainda são interessantes o bastante para que possam ser lembrados daqui há algum tempo. Isso faz com que haja um elenco que cumpre sua função.
Vai dizer que dá pra esquecer de um elenco desse nível?
Quando juntamos estes dois pontos discutidos acima, o resultado esperado é conseguirmos uma comédia ciente de si mesma e que consegue gerar situações cômicas tanto a partir do óbvio como do inesperado. E o show é justamente isso: umamistura do óbvio com o inesperado. O rumo muda bruscamente entre esses dois ganchos, e o baque que essa alteração causa é um dos maiores responsáveis pelo efeito humorístico da série. É o terceiro princípio da comédia em ação. A sensação de nunca saber quando ou onde virá uma punchline é tão intensa que chega a ser pavorosa. É um tipo de comédia que, por trabalhar com extremos em sincronia, poderia ser comparada a de Sakamoto Desu Ga?, por exemplo. Ah, que saudades do meu garoto Sakamoto…
A produção técnica do show está de parabéns, aliás. Uma ótima animação do estúdio Silverlink. (Baka to Test, Strike the Blood), que mesmo não contando com cenas agitadas ou rápidas, consegue entregar uma fluidez de movimento impressionante; Personagens com designs bonitos, bem trabalhados, que garantem uma individualidade e que conseguem isso tudo sem soar absurdos são, com certeza, um ponto forte da obra, cortesia de Yuki Sawairi (que vejam só, é um estreante nesse papel!); uma seleção de músicas que amplificam de uma forma exorbitante (quase tanto quando a palavra ‘exorbitante’) a comicidade e até mesmo a seriedade dos momentos-chave da trama, uma excelente apresentação de Toshiki Kameyama (Sayonara Zetsubou Sensei, Baka to Test)… Isso sem contar o ótimo elenco de dubladores, escolha de abertura e encerramento, trabalho da diretora Mirai Minato (que trabalhou em ‘Fate/kaleid liner Prisma☆Illya’, mas que não consegui confirmar de jeito nenhum se é mesmo uma mulher) e muitas outras coisas que eu não consigo me lembrar agora. Desculpa, mas eu normalmente lembro só das coisas ruins, e Masamune-kun no Revenge não trouxe nada de ruim para a mesa até agora.
Eu procurando quem pediu a sua opinião.
Ok, talvez eu pudesse reclamar do fato da mãe do protagonista ser uma criança, e que seu melhor amigo é claramente uma garota que foi desenhado como uma garota e dublado por uma garota, mas que decidiram dizer que é homem. Mas são o tipo de “erros” que só agregam ao fator inesperado que faz tão bem ao anime.
Com um começo explosivo (no caso, comigo explodindo de rir) e tendo o céu como limite para seu futuro, Masamune-kun no Revenge tem uma nota inicial de 9/10, e pode servir até de porta de entrada para várias coisas: como para alguém que não vê animes por achar seus personagens muito distantes de si; como para uma mudança de hábitos e quem sabe começar uma dieta; ou para o começo do fim das suas piadinhas ofensivas para com os coleguinhas, para que ele não tente se vingar de você no futuro.
O anime está disponível legalmente no serviço de streamingCrunchyroll, com novos episódios sendo lançados sempre nas quintas-feiras.
Começarei a postagem de hoje com uma adivinhação. Confiem em mim, eu treinei tarô com o Abdul, aprendi a ler as águas com os Jinyu e sei consultar uma bola de cristal do jeito que a Sabrina me ensinou. Depois de consultar as estrelas, elas me disseram que “japonês é um povo estranho“.
O tema da abertura das Primeiras Impressões de 2017 é justamente a adivinhação. Baseado num mangá 4-koma com início de publicação em 2014, cujo autor possui apenas dois one-shots antes desta (que, inclusive, também fez todas as ilustrações presentes nesse post. Dê uma passada no Twitter dele!), temos um anime que envolve magia, misticismo, fé e tudo isso junto sem levar nada disso a sério.
Se você lembra das minhas primeiras impressões sobre New Game!, então não tenho muito o que acrescentar aqui. Urara Meirochou segue a exata mesma fórmula que o seu colega da editora Houbunsha: pegue uma ambientação qualquer que não seja demasiadamente comum, encha com o maior número possível de garotinhas bonitinhas, dê uma desculpa convincente para o fato de haver zero presença masculina no elenco, e as faça fazer coisinhas bonitinhas ligeiramente relacionadas à ambientação pré-determinada.
E neste aspecto, eu diria que Urara possui a vantagem sobre seu antecessor. Embora o objetivo de ambas as obras sempre tenham sido o de mostrar o dia-a-dia de garotinhas fazendo garotinhagens, muita gente foi atrás de New Game! buscando um documentário sobre a Indústria de Jogos Japonesa, algo próximo a Shirobako, e acabaram se decepcionando e descontando a frustração desse engano em suas opiniões sobre o show. Mas não há como esperar um “retrato realístico” quando a ambientação é a de uma cidade mágica onde garotas mágicas fazem magia. Eu torço para que ninguém espere, pelo menos.
Tfw a waifu faz besteira.
Quem escolhe assistir Urara sabe exatamente o que está em suas mãos. A pessoa que decide dar uma chance para o show sabe que vai encontrar garotinhas fofinhas fazendo coisas fofinhas com um pouco de história no plano de fundo. Isso já garante que, embora menos pessoas deem uma chance para a série, as que derem muito provavelmente vão gostar do que verão.
Como qualquer obra desse gênero, Urara é completamente dependente de suas personagens. A série se baseia nelas para manter o espectador interessado. Não é um show que te prende pela história. Apesar de existir sim uma história, ela é fraca, comum e principalmente, previsível. Qualquer um, ao final do episódio dois, consegue prever como será o desfecho dessa trama. Não é surpresa pra ninguém como as coisas vão se desenvolver.
Só que isso se resolve facilmente com o seu elenco. Como já dito, Urara se sobressai como obra por conter personagens carismáticos, com designs cativantes e bem chamativos, ótimo trabalho de dublagem e uma animação fluida que dá vida ao espaço detalhado em que elas se encontram. A própria essência das personagens e os métodos que elas escolheram para realizar as adivinhações já contam muito sobre elas, e essas diferenças interagindo entre si são o brilho do anime. Esse argumento vai ao extremo quando analisamos a protagonista, Chiya: ela foi criada e passou toda a vida nas montanhas, cercada apenas por animais e uma única companheira humana. Isso faz com que tudo seja desconhecido, qualquer acontecimento seja novo e traga uma nova experiência para Chiya. Até mesmo a mais banal das informações serve como mote de não apenas piadas, mas crescimento da personagem.
O elenco é o que agita a trama, às vezes, literalmente…
Apesar de conter um pouco de algo que, forçando a barra, poderia ser chamado de “fanservice” no primeiro episódio, ele pareceu funcionar de forma muito mais natural do que, por exemplo, em New Game!. Lá, dedicarem um episódio inteiro para as personagens irem fazer um check-up pareceu uma simples desculpa esfarrapada para mostrar pele que normalmente não aparece, assim como aquela vez que elas decidiram tomar banho juntas. Já em Urara, todo o foco nessa área acontece por conta da criação animalesca de Chiya, e ajuda a construir a personalidade e comportamento da garota.
Um ponto negativo que eu poderia levantar seria a OST: alguns minutos depois de assistir dois episódios em sequência, parei para conversar sobre o anime e reparei que não conseguia me lembrar de uma única música que tivesse tocado ao longo dos 45 minutos de exibição. Nem abertura, nem encerramento, nem músicas de fundo, nada. Simplesmente não deixou nenhum impacto em mim. Tenho certeza que a OST está lá, e que ajuda a construir uma ambientação para cada cena, mas não é nada memorável.
É um limão. Entendeu? Ela é vidente. Li-mão. HÁ!
Consegui dar umas boas risadas e gostei bastante das interações mais “sérias” que ocorreram. Definitivamente um show que acompanharei e recomendaria a qualquer um que tenha gostado de New Game!, ou se encontre interessado em garotinhas bonitinhas fazendo garotinhagens com um background levemente influenciador (e acredite em mim, obras desse gênero não são poucas). Um bom começo, onde deixo com 6/10 com grande potencial para ambos os lados.
O show não possuistream oficial em português, mas pode ser encontrado em inglês no Anime Network.