Em toda mitologia e nas religiões existem diversas histórias de filhos de deuses com mortais. Eles são chamados de semideuses, que são apresentados como heróis que precisam passar por provações para conquistar um lugar no Olimpo. Mas, e quando é filho de uma mortal com um demônio? Você conquista um lugar aonde? Será que quer passar por provações que para assumir um lugar no Inferno? Você se torna um semi-demônio ou um semi-fracassado? São essas coisas que Lúcio vai ter que descobrir.
Leo Finocchi apresenta Hell, No! Meu Pai é o Diabo! onde narra a história de Lúcio, que é filho do capeta em pessoa e maldade, com uma mortal e tem a complicada missão de estudar (e se dar bem) no infernal Colégio São Cipriano, sendo um meio-humano. Além de ter que se adaptar a nova escola, ele ainda é atormentado pelos seus meios-irmãos Bel e Satã, além do corpo docente que não vai com a sua cara. Sem contar o fato que ser um demônio não é a onda de Lúcio.
Enquanto as desventuras de Lúcio na escola vão acontecendo, uma trama maior que envolve o verdadeiro controle do Inferno está crescendo cada vez mais.
Com uma bela arte cartoon e personagens que parecem que vão saltar das páginas, Hell, No! Meu Pai é o Diabo! é uma divertida e deliciosa história que segue por toda o gibi. Os personagens têm personalidades fortes e envolvem o leitor a cada página. O Leo Finocchi já trabalhou em diversos projetos de desenhos animados, quem sabe um dia veremos Hell, No! Também como animação?
A HQ é independente e foi oriunda de uma campanha de financiamento coletivo no Catarse. Foi publicado inicialmente em formato digital no Tapastic e foi editado e distribuído fisicamente pela Balão Editorial.
Hell, No! Meu Pai é o Diabo! tem formato 15 x 23 cm, 32 páginas e preço de R$ 18,00. E pode ser adquirido no site da Balão Editorial, clique AQUI.
Durante a CCXP 2017, a Mauricio de Sousa Produções revelou novas animações serão lançadas no ano que vem, e no painel reproduziram os teasers dos projetos. Agora, foram divulgados oficialmente, para todo mundo, os vídeos e detalhes sobre as séries Vamos Brincar, Bairro do Limoeiro e Biduzidos.
Vamos Brincar será um conteúdo educacional com a animação em 3D. Pelo o que parece, algo semelhante a Casa do Mickey Mouse da Disney. Confira o teaser:
Já Bairro do Limoeiro vai apresentar novas versões da turminha aprontando todas no bairro mais famoso dos quadrinhos. A série será transmitida pelo Cartoon Network. Confira o vídeo com a dublagem de Bairro do Limoeiro:
Biduzidos será uma websérie que tem os animais de estimação da Turminha como protagonistas. Veremos Bidu, Floquinho, Mingau, Chovinista e Giselda aprontando todas. Confira abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=vuGvgL3y3pw
Vale lembrar, que já havia sido divulgado o trailer da animação baseada nas Graphic MSP do Astronauta.
Além dos teasers das novas séries da Turma da Mônica, a Mauricio de Sousa Produções, divulgou o vídeo homenagem, que também foi reproduzido durante a CCXP, que comemora os 82 anos do criador da Turminha.
https://www.youtube.com/watch?v=AIg6RcGgkIs
O vídeo mostra depoimentos de fãs que cresceram lendo as histórias da Turma da Mônica, e que possuem momentos da vida especiais ligados a leitura ou com algum personagem em especial.
Além disso, os fãs gravaram um audiobook da biografia do Mauricio de Sousa. O áudio pode ser encontrado no site oficial obligado.
A Panini Lançou nesse final de ano alguns encadernados da Marvel Comics para todos os tipos de público. Para os leitores mais antigos e saudosistas, temos Elektra Vive de Frank Miller. Para os leitores mais recentes, tem Guardiões da Galáxia em dose dupla: A Queda e O Julgamento de Jean Grey. E para os que gostam de outras realidades e algo mais “cabeça”, foi lançado Marvel 1602 de Neil Gaiman.
Elektra Vive
Lançado originalmente em 1990 nos Estados Unidos, Elektra Vive conta a história da sua ressurreição pelo clã ninja Tentáculo. A HQ é uma das obras primas de Frank Miller com a ninja que ele mesmo criou para as páginas de Demolidor no inicio dos anos 80. É a primeira vez que a HQ ganha uma reedição no Brasil desde 1991, quando foi publicada pela Editora Abril em Graphic Album #6.
Elektra Vive tem formato 24,5 x 31,5 cm, 80 páginas e capa dura
Guardiões da Galáxia: A Queda
O Senhor das Estrelas está desaparecido e toda a galáxia está caçando o que sobrou da equipe dos Guardiões da Galáxia. Então o time faz novas adições com Venom e a Capitã Marvel para ajudar a superar essa fase dificil. É da fase elogiada de Brian Michael Bendis.
Guardiões da Galáxia: A Queda tem formato 26 x 17 cm, 128 páginas e capa dura.
Guardiões da Galáxia: O Julgamento de Jean Grey
Quando os X-Men originais chegaram do passado e se instalaram no presente, todo o Universo Marvel ficou em polvorosa. Mas até, então só tínhamos presenciado as reações no planeta Terra. O problema é quando o Império Shiar descobre que Jean Grey, a hospedeira da entidade Fênix, está viva. Eles então resolvem julgá-la pelos crimes e mortes da entidade cósmica. Sem se importar que essa versão da Jean, nunca entrou em contato com a Fênix. Então, os Mutantes se aliam aos Guardiões para resgatarem Jean.
Guardiões da Galáxia: O Julgamento de Jean Grey tem formato 17 x 26 cm, 136 páginas e capa dura.
Marvel 1602
Neil Gaiman apresenta uma versão diferente do Universo Marvel ambientada há 400 anos. Enquanto as intrigas minam a corte da Rainha Elizabeth I, os principais personagens da Casa das Ideias buscam resolver o mistério por trás de sua própria existência. Nick Fury é o chefe da inteligência britânica, Doutor Estranho é o médico da rainha, Peter Parker é o assistente de Fury, o Demolidor é um menestrel cego que conta canções sobre um grupo de navegadores que adquiriram poderes especiais chamado de Os Quatro do Fantásticko. Capitão America, Homem de Ferro, X-Men e outros personagens também participam. Os desenhos são de Andy Kubert.
Marvel 1602 tem formato 15,5 x 27,5 cm, 248 páginas e capa dura.
Fique ligado na Torre de Vigilância para mais notícias e lançamentos
Lançado recentemente pela Editora Veneta, Angola Janga a HQ épica de Marcelo D’Salete, é com certeza uma das grandes publicações do ano nos quadrinhos nacionais. A obra levou 11 anos para ser finalizada depois de um longo e árduo trabalho de pesquisa de Marcelo, que acaba apresentando, como diz o autor, não “a” história de Palmares e sim “uma” história de Palmares.
Confira a sinopse:
“Angola Janga, ‘pequena Angola’ ou, como dizem os livros de história, Palmares. Por mais de cem anos, foi como um reino africano dentro da América do Sul. E, apesar do nome, não tão pequeno: Macaco, a capital de Angola Janga, tinha uma população equivalente a das maiores cidades brasileiras da época. Formada no fim do século VXI, em Pernambuco, a partir dos mocambos criados por fugitivos da escravidão, Angola Janga cresceu, organizou-se e resistiu aos ataques dos militares holandeses e das forças coloniais portuguesas. Nesse lugar nasceu um menino, que viria a se tornar um dos maiores símbolos históricos contra a escravidão. Zumbi, que virou lenda e inspirou a criação do Dia da Consciência Negra.”
D’Salete não usa muitos letreiro, mas consegue narrar os diversos plots que emaranham as dezenas de personagens nas milhares de investidas do governo contra o quilombo e suas lideranças. O que obriga o leitor a ficar atento a cada página. Por outro lado, o autor, colocou textos explicativos, mapas e ilustrações, o que torna a leitura também um ato de pesquisa.
“Um dos objetivos da HQ é propor uma nova leitura sobre a luta dos grupos negros, populares e indígenas contra o modelo colonial baseado em uma forte hierarquia social”, disse D’Saleste ao site UOL. “No Brasil temos uma subcidadania praticada e reafirmada cotidianamente. O poder permanece na mão de poucos. Isso só é possível a partir de estruturas de poder e descriminação eficientes que permanecem desde o período colonial.”
Angola Janga – Uma História de Palmares, tem formato 23,6 x 15,7 x4,1 cm, 432 páginas e está com um desconto de 42% na Amazon Brasil.
Um dos grandes lançamentos dos quadrinhos aqui no Brasil no final de 2017 foi com certeza Imobiliária Sobrenatural de Dan Goldman. Publicado pelo Plot! Editorial, o selo de quadrinhos da editora Alto Astral, e lançada oficialmente na CCXP, a HQ conta sobre uma empresa que vende casas desassombradas. Você pode ler a nossa resenha sobre Imobiliária Sobrenatural clicando AQUI.
Dan Goldman é autor de obras aclamadas pela crítica como Shooting War, Priya’s Shakti, 08: A Graphic Diary of the Campaing Trail entre outras. Apesar de ter morado no Brasil alguns anos atrás, Imobiliária Sobrenatural é o seu primeiro trabalho publicado no país.
Um dia, então, Felipe Castilho, editor da Plot! me falou que Dan Goldman estava vindo ao Brasil para lançar a HQ por aqui, e me falou que uma entrevista com o autor poderia ser realidade. Contato feito (obrigado Felipe!), Dan foi super gente boa, muito solícito e simpático, e recebeu as nossas perguntas que você, lindo leitor, pode ler a seguir:
Você está lançando finalmente Imobiliária Sobrenatural aqui no Brasil. E lendo a HQ percebe-se que a história é sobre crises com um tempero fantasmagórico. Crise no mercado imobiliário, crise no casamento, crise pela falta de dinheiro… De onde surgiu a ideiade misturar isso tudo com esse tom de sobrenatural?
Nós vivemos num tempo de crise e senti que está piorando ainda mais. Quero falar sobre isso, porque essas épocas revelam nossas forças e fraquezas… e tudo isso é fonte de um bom drama. Quando um personagem não tem nenhuma outra forma de providenciar para a família ou para a empresa, o leitor entende a essência dele de verdade. É misturando esses dramas universais com coisas sobrenaturais e metafísicas, que a estrutura narrativa se conecta com conceitos que nos abrem as outras maneiras de experienciar a estória.
Foto: Papo Zine
Eu li que existiram planos para Imobiliária Sobrenatural se tornar série de TV ou até mesmo um longa metragem. Ainda existem essas possibilidades? E se viesse a acontecer como você veria a sua obra sendo adaptada para outra mídia?
Sim. Eu estou trabalhando com uma equipe de produtores em Los Angeles para adaptar o série para a tv a cabo. Meu sonho tem sido montar um show com ideias mais profundas sobre a vida depois da morte, amor e consciência em nossa “cultura-pop” (que contém mais pop e menos cultura) que ainda se mantém bem anti-intelectual.
A coisa mais importante para mim é a história, a narrativa. Acredito na ideia da narrativa transmídia que existem entre formas diferentes de mídia ao mesmo tempo (por exemplo, O Matrix)–e sempre penso qualquer forma de mídia servirá melhor a estória e as jornadas dos personagens.
No painel que você participou na CCXP, você falou que tem um projeto que é voltado para o Brasil. Poderia adiantar alguma coisa?
Quero que a história se mantenha em segredo, mas posso revelar que ela irá falar muito de corrupção espiritual nas cidades e nas florestas, a força venenosa do capitalismo, e o retorno dos espíritos nativos meio-esquecidos. Quando morei em São Paulo, gostava de passar meus dias em Sebos, tentando ler e entender alguns livros antigos de lendas e folclores brasileiros. Mas agora, já falei demais.
Você chegou a conhecer algum quadrinho de artistas brasileiros durante a CCXP ou por esse período que está aqui no Brasil?
Encontrei os trabalhos de Marcelo D’Salete em 2011 quando fui convidado para a Rio Comic-Con, e neste ano peguei o livro novo, ANGOLA JANGA, na CCXP. As obras dele são importantes, representando a face afro-brasileira antiga (e moderna) que a mídia nacional prefere ignorar por uma fantasia de ser branco e rico. Conheci também os trabalhos do ilustrador Kako, e dos excelentes quadrinistas Georges Schall, Hector Lima e Felipe Cunha.
Durante a CCXP, conheci as obras de Psonha, de Felipe Castilho e de Tainan Rocha que gosto muito. O show foi gigantesco, e por isso não tive bastante tempo na Artists Alley para conhecer todos os animais mágicos de lá.
Painel do Dan Goldman na CCXP.
Você é um dos grandes nomes no mercado de webcomics. Este segmento não é tanto explorado aqui no Brasil como acontece nos Estados Unidos; por exemplo, a primeira empresa de quadrinhos online, a Social Comics, só apareceu aqui tem dois anos. Com todo o avanço que a tecnologia deu, o mercado evoluiu bem ou ainda tem mais a crescer?
Hoje em dia, eu acho que “webcomics” é uma nomenclatura bem do passado. HQs digitais precisam ganhar um nome novo porque as tecnologias de touchscreen, realidade-aumentada (e virtual, ou misturada) estão crescendo agora, e HQs tem que fazer parte na evolução da forma.
Atualmente você está com um projeto muito bacana, que ainda é inédito no Brasil: Priya’s Shakti em parceria com Ram Devineni e Lina Srivastava. Trata de um assunto bem delicado que é a violência contra as mulheres na Índia. E você esteve naquele país. Quando Priya’s Shakti foi lançado na Índia, inicialmente teve alguma rejeição?
Na realidade, não. Mas eu fiquei nervoso na época – sendo o único não-indiano na nossa equipe – mas foi mais por isso. Durante meses, eu fiz uma investigação cultural para representar a cultura indiana, roupas e artes e deuses deles. Se a cara do meu trabalho fosse inautêntica, a missão do nosso projeto não serviria os jovens, o que era o nosso objetivo.
Felizmente, a primeira HQ foi lançada e rapidamente viralizou, saíram muitas notícias, quando nós fomos para a Índia, fizemos workshops com os jovens e fomos indicados com honras pela UN Women (ONU Mulheres). Nosso segundo livro também foi viral.
Cena de Priya’s Shakti.
Eu fiquei sabendo que cópias físicas de Priya’s Shakti foram distribuídas em escolas rurais na Índia para servirem de projeto piloto para criar consciência em crianças e jovens sobre o mal da violação e sobre como as vítimas de estupro são tratadas. Eu particularmente achei fantástico isso. Era o ponto que vocês queriam chegar ao criarem a HQ?
Absolutamente. Nossa equipe conversou durante nove meses antes de escrever o roteiro: sobre como montar esse projeto e de que forma poderíamos criar consciência nesses jovens. Não queremos apenas criar diversão… queremos transmitir a mensagem do ativismo no mundo real dentro dos quadrinhos.
Você sempre foi bem ligado em política, e isso reflete em alguns de seus trabalhos ao longo da carreira. Você deve estar sabendo do momento conturbado que vivemos aqui no Brasil. Acho que as sucessões de escândalos de nossos políticos dariam até boas HQs. Nos estados Unidos, como você enxerga o início da “Era Trump”? Rende alguma história?
Não quero criar uma obra só contra o Trump. Assuntos políticos são pústulas na pele. Seria mais poderoso montar uma obra contra a máquina global que ele faz. Isso é um câncer de ego e ganância que está infectando todas as nações do mundo. Trump e Temer e nacionalismo e racismo e sexismo são sintomas de problemas muito mais profundos.
Quais são os planos para 2018?
Quero salvar o mundo — e depois, vou dormir.
Para quem não pôde ir à CCXP e quer mais uma chance de comprar Imobiliária Sobrenatural e conseguir trocar um bom papo, na Ugra Press em São Paulo, vai rolar o Plot Day com participação de Dan Goldman, Felipe Castilho e Tainan Rocha (de Realezas Urbanas). Saiba mais sobre o evento AQUI.
Para a alegria de muitos, Tank Girl voltará a ser publicada no Brasil. O selo Plot! da editora Alto Astral vai trazer as loucas aventuras da personagem criada pelos lendários Jamie Hewlett e Alan Martin. Aliás, será os primórdios da fase da dupla que vai compor o primeiro volume. Tank Girl One vai reunir as primeiras histórias da garota, seu tanque e o famigerado canguru.
Criada em 1988, Tank Girl surgiu nas páginas da Deadline Magazine. Maltrapilha pilotando um tanque de guerra em um deserto futurista da Austrália, apesar de ter em suas histórias fortes referências da cultura pop britânica, suas histórias vão de missões para organizações passando por desventuras com o Booga, seu namorado, um canguru mutante. Jamie Hewlett e Alan Martin trabalharam com a personagem até meados dos anos 90. Depois disso, Tank Girl seguiu com HQs esporádicas, e Hewlett ficou envolvido com a criação do visual da banda Gorillaz enquanto Martin chegou a fazer algumas minisséries dela em 2007.
No Brasil, algumas histórias da Tank Girl foram publicadas pela extinta revista Animal durante a década de 90.
O planejamento da Plot! é publicar em 2018 duas edições, Tank Girl One, que como já foi dito aqui, será um compilado de históricas clássicas, eoutra edição com histórias mais recentes, produzidas por outros artistas. Mas sem ter uma ordem cronológica entre os dois volumes.
Ainda não foram divulgadas informações sobre data de lançamento ou valor dos volumes. Fique ligado na Torre de Vigilância para mais detalhes sobre o retorno da Tank Girl ao Brasil.
Já está em pré-venda a HQ Flintstones – Volume 1. A versão realista e atualizada da animação da Hanna-Barbera. A publicação será da Panini que durante a CCXP 2017, divulgou a capa nacional da obra que foi produzida pela DC Comics.
Com grande sucesso de crítica e venda nos Estados Unidos, Flintstones, é um retrato da sociedade atual ambientado na idade da pedra. Recheada de assuntos polêmicos como os efeitos do capitalismo, preconceito, religião e relacionamentos.
No volume, temos o desenrolar da trama em que Fred e Barney andam por Bedrock com um grupo de Neandertais que o Sr. Pedregulho quer contratar para trabalhar na pedreira. Mas com condições muito abaixo do que os outros funcionários. Além de serem forçados a oferecer um trabalho ingrato, a dupla de amigos descobrem como a parte rica da população da cidade vive.
Flintstones – Volume 1 tem roteiro de Mark Russell e desenhos de Steve Pugh e reúne as primeiras seis edições da publicação original. A HQ tem formato 26 x 17 x 0,6 cm, 168 páginas e você já pode adquirir a sua com 10% de desconto no link abaixo:
Já vem de algum tempo o rumor que a Disney estava querendo comprar parte do conglomerado 21st Century Fox. O tempo passou, boatos foram, boatos vieram e tudo parecia que era conto da carochinha. E hoje (14/12) foi oficializado o acordo que o Mickey terá em sua animada casa os estúdios: 20th Century Fox, Fox Streaming e Blue Sky. Sem contar nos canais Fox, FX, FXX, A&E e Star. Parte do serviço de Streaming Hulu, Endemol e as filiais regionais do Fox Sports. As emissoras jornalísticas do Fox News e os principais canais do Fox Sports ainda ficam com a 21st Century Fox. A Disney assume franquias consagradas Duro de Matar, Planeta dos Macacos, A Era do Gelo, Alien, Uma Família da Pesada e os poderosíssimos Os Simpsons. E claro, nos X-Men e o Quarteto Fantástico!
Mas, vamos para o que interessa para nos nerds amantes de HQs e de filmes de heróis. Por que não sonhar com a possível inclusão dos Mutantes e da Família Fantástica no Universo Marvel do cinema? Sim, queremos ver o Wolverine dando um golpe com as garras de adamantium no escudo do Capitão América nas telonas! Queremos ver os Illumiatis reunidos! Casamento de Ororo e T’Calla! Deadpool disputando o amor da Morte com Thanos! Galactus (gigante, de verdade, e não um peido cósmico) invadindo a Terra! E nunca esteve tão próximo de acontecer como agora. Ou melhor nos próximos anos.
Queremos ver isso nas telonas!!
Sabemos que a Marvel Studios segue um planejamento religioso e que vai se encerrar a fase 3 com o filme do Homem-Formiga no ano que vem. Ou seja, a Fase 4, com certeza já está planejada ou já está idealizada. Uma mudança, que não é do feitio do estúdio somente se for por algo muito extraordinário. Como aconteceu apenas uma vez quando incluíram o Homem-Aranha em Capitão América: Guerra Civil.
Mas voltando ao terreno dos sonhos, listamos aqui, lindo leitor, algumss grandes sagas da Marvel Comics, que poderiam ser adaptadas para os cinemas. Confira:
Torneio dos Campeões (1982)
Com roteiros de Mark Gruenwald, Steven Grant e Bill Mantlo e arte de John Romita Jr. e Bob Layton, ela é considerada como a primeira minissérie da Marvel. Na trama, o Ancião do Universo, conhecido como Grão-Mestre quer ressuscitar o seu irmão, o Colecionador. Então ele faz uma aposta com uma entidade que se apresenta como “Desconhecida”. A aposta consistia em reunir cada apostador reunir uma equipe com 12 guerreiros e duelarem na busca por quatro pedaços de um globo que quando reunidos podem trazer a vida o Colecionador.
Os apostadores escolhem os heróis da Terra para serem seus representantes na disputa. O Grão-Mestre monta um time com: Capitão América, Talismã, Estrela Negra, Capitão Britânia, Wolverine, Defensor, Sasquartch, Demolidor, Peregrino, Mulher-Hulk, Coisa e Blitzkrieg.
Já a “Desconhecida” recruta Homem de Ferro, Vanguard, Punho de Ferro, Shamrock, Tempestade, Cavaleiro Árabe, Sabra, Mulher-Invisível, Anjo, Pantera Negra, Solaris e o Homem-Coletivo. Obviamente, ao invés desses personagens mais do secundários, o estúdio colocaria os pesos pesados, mas por estar no âmbito cósmico os filmes atualmente, acho difícil seguirem por esse caminho.
Guerras Secretas (1984)
O maior crossover da história do Universo Marvel até então. A minissérie produzida por Jim Shooter e Mike Zeck introduziu conceitos até hoje vistos no quadrinhos da Casa das Ideias, foi lá que por exemplo vimos o Homem-Aranha ter o primeiro contato com o Simbionte e usar o clássico uniforme negro. Que mais tarde se tornaria o vilão Venon.
Guerras Secretas começou depois da Mattel procurar a Marvel para lançar uma linha de brinquedos de super-heróis. Mas para isso precisariam fazer uma história em que chamasse atenção da mídia e causasse comentários entre os leitores em geral. A trama é bem simples até, o semideus Beyonder, promove uma batalha nunca vista entre os maiores heróis e vilões da Terra, oferecendo ao grupo vencedor, como prêmio, a realização de todos os seus desejos.
Novamente, por ser um assunto cósmico, acho difícil a Marvel abordar isso nas próximas fases. Mas seria interessante abordar o Império Shiar e introduzir um personagem como o Beyonder.
Atos de Vingança (1989/1990)
O mega crossover tem uma premissa bem simples. Os vilões, cansados de apanhar, se unem e trocam os heróis que estavam acostumados a combater. Bem reto. Sem firula. Os ataques eram planejados pelos gênios do crime do Universo Marvel, escolhendo os vilões certos que tivesse vantagem ao enfrentar determinado herói. Seria interessante para poder introduzir vilões ao MCU. Uma trama mais urbana.
Massacre Marvel (1996)
Uma das sagas mais lembradas pelos leitores. O grande evento da década de 90, juntamente com A Era do Apocalypse, começou, praticamente, na história “Atrações Fatais” onde os X-Men enfrentaram Magneto e seus Acólitos, e determinado momento da luta, Magnus arranca o adamantium dos ossos de Logan. Esse ato foi a gota d’água para Xavier,que “desligou” a mente do vilão o deixando em estado catatônico. Só que durante o processo, a essência mais maligna que estava na mente de Magneto vai para o cérebro de Xavier. O que causa a origem do vilão Massacre.
A saga seguiu por muitas revistas, envolvendo diversos heróis da editora, até chegar no seu gran finale e o sacrifício dos Vingadores no seu final. Vindo ocasionar a era de Os Heróis Renascem. Já que eles foram enviados para uma outra realidade. E ao que parece, a próxima fase do MCU vai lidar com o Multiverso. Já que esse será o tema principal do filme do próximo filme do Homem-Formiga.
Guerra Suprema (2003)
A linha Ultimate foi a fonte em que a Marvel mais bebeu para o seu universo cinematográfico. Guerra Suprema seria uma das minhas apostas para a uma sequencia de filmes envolvendo os Vingadores e os Mutantes. A trama começa depois de Magneto tentar matar o presidente dos EUA em rede nacional, Charles Xavier entra na mente dele e muda tudo. Ele apaga a sua memória e coloca outras lembranças. O tornando um “humano comum” com família, amigos… mas acontece que, inadvertidamente, o Fera, vaza o que aconteceu para a Irmandade de Mutantes, acreditando que estava conversando com uma namorada online.
A Irmandade consegue resgatar o seu líder, e Magneto surge e o governo dos Estados Unidos quer saber como isso aconteceu, já que o terrorista foi dado como morto. Nick Fury e seu recém-montado grupo de Supremos, rastreiam até a Mansão X e ao chegar no lugar descobrem que está vazio. O que os levam a crer que X-Men e Magneto estão como aliados agora.
Podendo fazer uma série de filmes onde os combates entre a Irmandade e X-Men acabam sendo prejudiciais para a sociedade, juntamente com ataques terroristas, racismo de uma raça, seriam assuntos atuais para enredo de uma fase completa no MCU.
Vingadores: A Queda/Dinastia M (2004/2005)
Seria um grande “filmão” ou então dividido em duas partes. Em Vingadores: A Queda mostra realmente o que apresenta o titulo. A mansão foi destruída, foram atacados pelos Kree, a Mulher-Hulk enlouquece e destrói o Visão, entre outros fatos. Então eles descobrem que a Feiticeira Escarlate tinha perdido o controle sobre os seus poderes de alteração de realidade, depois de acreditar que seus filhos estavam mortos. Após derrotarem a Vingadora, os heróis a entregam para Magneto em Genosha para ser tratada por Charles Xavier.
É então que começa a Dinastia M. Os X-Men, Quarteto Fantástico e os Vingadores estão tentando decidir o futuro da Feiticeira Escarlate, uma vez que Charles Xavier não consegue ter nenhum sucesso com a mesma. Mercúrio tenta junto à Magneto encontrar alguma forma de salvar a irmã, e o pai lhe diz que não pode fazer mais nada. Os heróis chegam e na ilha e um enorme clarão branco surge. Então a realidade é transformada. Onde os humanos estão próximo da extinção, Peter Parker é casado com Gwen Stacy, Steve Rogers é um idoso veterano da guerra, Magneto é o rei da Dinastia M e Logan é um agente da S.H.I.E.L.D., mas de uma alguma maneira ele é o único no mundo que lembra de toda a verdade.
Invasão Secreta (2008/2009)
Criada por Brian Michael Bendis e Leinil Yu, a saga traz para o palco principal os Skrulls que, usando os seus poderes de mudar de aparência trocaram de lugar alguns super-heróis da Terra. Depois que descobrem, fica complicado saber em quem confiar. Vamos lembrar que já foi confirmado que o filme da Capitã Marvel vai introduzir a raça alienígena no MCU. E que será ambientado na década de 90, ou seja, tempo mais do que suficiente para termos Skrulls entre os seres humanos.
Reinado Sombrio (2009)
A saga nos apresenta os novos Vingadores: Miss Marvel (na verdade Rocha Lunar), Gavião Arqueiro (o Mercenário), Homem-Aranha (Venom) Capitão Marvel, Ares, Sentinela e Wolverine (Daken, filho de Logan) sendo liderados por Norman Osborn, o Patriota de Ferro. Depois de resolver a crise da invasão Skrull, conseguir quase todo patrimônio tecnológico de Tony Stark, a confiança do governo e da população dos Estados Unidos e se tornar o comandante da M.A.R.T.E.L.O., a agencia de segurança que substituiu a S.H.I.E.L.D., Norman se tornou algo como o grande defensor da Terra. Ele juntamente com seus colaboradores que formavam o grupo a Cabala, formado por Loki, o Capuz, Doutor Destino, Namor e Emma Frost. E com eles formou uma aliança em que eles teriam o que quisessem em troca de paz. Então os vilões se tornaram heróis e os heróis se tornaram fora da lei.
Vingadores vs. X-Men (2012)
A história começa com a entidade Fênix indo para a Terra encontrar a sua nova hospedeira. A Messias Mutante conhecida como Esperança. Ela é a primeira mutante a nascer depois que a Feiticeira Escarlate pirou e disse a célebre frase: “Chega de Mutantes” e fez que a maioria da raça perdesse os poderes e impediu o nascimento de novos mutantes. Os Vingadores ao saberem que a Fênix está a caminho querem impedir que ela encontrasse a nova hospedeira. Para isso eles pedem para que os X-Men entreguem a garota. Ciclope nega, por acreditar que a chegada da Fênix é parte importante do destino de Esperança como salvadora dos mutantes. É nesse momento que o caldo entorna.
Grandes batalhas com momentos emblemáticos seguem pela saga. Até acontecer uma importante reviravolta envolvendo a entidade Fênix. Pode não ser desse jeito que seja adaptada, mas uma grande briga entre os X-Men e os Vingadores seria um dos pontos altos do MCU.
Guerra Civil II (2016)
A segunda versão de Guerra Civil, coloca frente a frente o Homem de Ferro e a Capitã Marvel. Tudo por causa de um Inumano chamado Ulysses, que tem o poder de prever alguns desastres como invasões alienígenas e ataques terroristas. Enquanto Carol Danvers é a favor de usar o Inumano e seus dons, Tony Stark é contra por diversas razões. A saga, embora não tenha a mesma qualidade da sua original, traz um monte de consequências ao Universo Marvel que estão em ativa até hoje. Sem contar as mortes que foram impactantes.
Seria uma ótima oportunidade para introduzir os Inumanos no MCU, e quem sabe adaptar Inumanos vs. X-Men algum dia…
Império Secreto (2017)
A mais recente saga da Marvel, onde Steve Rogers se revelou um agente infiltrado daHYDRA esse tempo todo, esperando o momento certo para agir e levar a organização ao poder nos Estados Unidos. Bem, na verdade, o Caveira Vermelha, alterou as memórias do Capitão o tornando um traidor americano. A saga envolve diversos personagens da casa, que se unem para combater o seu ex-líder e amigo. Seria uma boa forma de trazer de volta o Caveira Vermelha de volta ao MCU, desde o final do primeiro filme do Capitão América. E colocar o Sentinela da Liberdade como grande vilão.
A única coisa que sabemos, é que não teremos alguma movimentação tão cedo sobre esses novos personagens que vieram da Fox. Pode ser que agora que o acordo foi sacramentado, os filmes mais para frente tenham algumas referencias sobre eles, e quem sabe em Vingadores 4 não possa ter aquela cena pós-credito marota que deixa todo mundo ouriçado? Só nos resta esperar.
Tem alguma outra saga, ou momento que envolve os heróis, você gostaria de ver adaptada para as telonas? Continue ligado na Torre de Vigilância para mais detalhes sobre a nova fase da Marvel nos cinemas.
A Marvel Comics vai apresentar com quem estão atualmente as Pedras do Infinito (uma versão mais “rústica” das gemas originais). E saberemos o que cada um quer com elas na minissérie Infinity Countdown, que será publicada no ano que vem. Antes ainda, será lançado um one-shot chamado de Infinity Countdown Prime.
Infinity Countdown Prime terá roteiro de Gerry Duggan e artes do brasileiro Mike Deodato Jr., após o especial, Duggan continua escrevendo uma história de cinco partes que terão os desenhos de Aaron Kuder. As capas serão de Nick Bradshaw. O roteirista estava cuidando da mensal dos Guardiões da Galáxia (HQ que encontrou o seu final na edição #150) para que pudesse se dedicar totalmente ao novo evento da Marvel.
Conforme já tinha sido apresentado em Marvel Legacy #1, o Wolverinevoltou dos mortos e tomou posse da Pedra do Espaço. A Capitã Marvel possui a Pedra da Realidade. Loki, que em algumas histórias passadas, já parecia que estava atrás do artefato, está com a Pedra da Mente no seu cetro. O Superskrull está com a Pedra do Tempo. E a Gamorra, não foi mostrado ainda como, tomou de Peter Quill a Pedra do Poder. Magus, a contraparte futurística de Warlock, possui a Pedra da Alma.
Confira uma pequena prévia de Infinity Countdown Prime, além das capas das edições, na galeria abaixo:
“A corrida pelo poder no universo pós Secret Wars começou, e sua busca afetará cada personagem da Marvel”, disse a editora em comunicado. “Das ruas ao espaço. Dos Vingadores ao Homem-Aranha passando nos X-Men, provocando até o fim dos Guardiões da Galáxia!”
Infinity Countdown Prime #1 será publicado em fevereiro. A minissérie em cinco edições Infinity Countdown começa em março.
O rapper Eminem divulgou a música “Untouchable”, que faz parte do novo álbum intitulado Revival. O novo trabalho será lançado no próximo dia 15/12 e é recheado de participações especiais, como Beyoncé, Ed Sheeran, Alicia Keys, Pink entre outros. Ouça o novo single abaixo:
Revival começou a ser produzido em 2015, passando por diversos estúdios de gravação e pelas mãos de vários produtores, incluindo alguns conceituados como Rick Rubin, Skylar Grey e Dr. Dre., além do próprio Eminem. O primeiro single divulgado foi “Walk on Water”, em parceria com a cantora Beyoncé.
Eminem já tinha divulgado em sua conta no Twitter o tracklist de Revival. Confira abaixo:
O último álbum do Eminem tinha sido o The Marshall Mathers LP2 (2013), que alcançou o topo da Billboard 200 nos Estados Unidos e foi premiado no Grammy na categoria de Melhor Álbum de Rap. Revival será o nono trabalho em estúdio na carreira do rapper.