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A Balada de amor e tragédia da Família Visão

Finalmente chegou ao Brasil o tão comentado e elogiado arco de Tom King para o vingador Visão. A reformulação do personagem nas mãos do escritor trouxe um vendaval de inovações na mitologia do personagem, que muitas vezes só ganhava importância quando Ultron voltava a ser uma ameaça pela enésima vez ou quando estava nos braços da Feiticeira Escarlate. Venhamos e convenhamos, Visão sempre fui um dos personagens do segundo escalão dos Vingadores. Que teve uma origem fantástica, mas com o passar do tempo, fosse por desinteresse da Marvel ou dos roteiristas, nunca ganhou algo tão incrível como o que Tom King fez.

A história suburbana criada por King é uma mistura de filmes de suspense, ficção cientifica e comédia de erros no estilo de Fargo. Engana-se quem pensa que se trata de uma simples história de super-heróis, assim como fez em Xerife da Babilônia, Tom King cria um trilher que caberia muito bem no cinema, obviamente usando outros personagens e contextos. As reviravoltas existentes durante toda a história fazem o leitor perder o fôlego, e cria uma simpatia com os personagens.

A simpatia pelo Visão não é algo que ocorre de imediato. Algo normal se levarmos em consideração que ele sempre foi  um personagem frio. E Tom King deixa isso bem explicito. Ele na verdade é até um tanto ausente. Por causa dos seus trabalhos, uma critica velada no roteiro para as famílias que vivem longe dos pais. Mas com o andamento da história, o Visão vai se apresentando um personagem protetor. Um pai de família zeloso, que acabamos criando laços. Mas os grandes protagonistas são a sua esposa Virginia e seus filhos Viv e Vin. Muitas vezes a torcida cresce dentro do leitor para o trio.

Tom King em diversas vezes, meio que cria uma armadilha para o leitor, o colocando em uma zona de conforto dentro da leitura, mas do nada, aparece uma arapuca. Seja na trama principal, ou seja, na hora de lidar com a emoção dos personagens. A Família Visão não apresenta emoções tão facilmente, a não ser quando estão sendo teatrais para vizinhos, mas sentimos, vindo dos personagens, coisas como alegria, fúria, amor, solidão e decepções. Como quando o Visão descobre que seu trabalho junto a Casa Branca não é remunerado e ele se preocupa com e renda familiar. O modo que é colocado, sentimos a decepção do personagem por isso.

Visão criou a sua família e se mudou para um subúrbio. Ele tem um ideal de ter uma vida normal com os vizinhos, trabalhando como contato dos Vingadores na Casa Branca, os filhos frequentando a escola. Mas não existe vida normal para super seres. Em um momento em que o patriarca está fora, o vilão Ceifador ataca a casa, e feri a filha Viv. Virginia então mata o agressor e o enterra no quintal. Então alguém (como no filme Janela Indiscreta) a filma fazendo isso e começa uma chantagem e o jogo dos erros sucessivos.

O texto visceral, que há muito tempo eu não via em um personagem da Marvel Comics, constrói o fato da Família Visão tentar ser o mais normal possível, as conversas familiares são de pessoas normais, mas o dialogo construído está longe disso. Eles se são figuras circenses aos olhares das pessoas próximas, e também alvo de preconceitos. Algo decorrente durante arco, mas que não é o principal tema. O tentar ser normal, tentar levar uma vida normal é o que nos faz pensar sobre o arco de Visão. Quantas e quantas famílias que vivem com diversos problemas internos tentam passar uma vida rotineira para quem está de fora?

O ato final estampa na cara do leitor que ainda é, apesar de todo o contexto diferenciado, uma história com personagens super-heróis. Mas o final, que é digno de um grande filme de suspense e com uma revelação incrível, bate na nossa cara a grande obra que é. Tom King realmente acertou no ponto certo em Visão, coisa que ainda falta fazer na sua mensal do Batman. 

Os desenhos de Gabriel Hernandes Walta apresentam personagens com belos traços humanos e variadas expressões dignas de vencedores de Oscars, mas no o resultado final é bem comum. Mas não que seja por culpa do desenhista, mas o projeto em si, como a própria história pede, tem um ar de “normalidade”. A série tem menos ação que um gibi de heróis teria, com bastantes diálogos e situações de cotidiano. Acaba meio que indo no automático em alguns momentos.

Lançado originalmente em 12 edições, a Panini publicou em dois volumes, Pouco Pior Que Um Homem (Vol 1) e Eu Também Serei Salvo Pelo Amor (Vol. 2), essa fase de Tom King na HQ do Visão. Edições que não podem faltar na estante de nenhum amante de quadrinhos.

 

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Quadrinhos

Editora Shockdom lança graphic novel italiana Dieter está morto

Já está nas bancas e livrarias de todo o país a graphic novel italiana Dieter está morto publicado pela Editora Shockdom, que começou os seus (belos) trabalhos no mercado brasileiro ano passado.

Dieter se suicidou pulando do teto da escola. niklas o conhecia e não consegue compreender as razões desta escolha, então decide começar a usar seus poderes para indagar sobre essa história: ele acabará descobrindo bem mais do que gostaria.

 

Com autoria do trio Maurizio Furini, Federico Chemello e Agnese Innocente, Dieter está morto é o quarto volume da coleção TIMED, onde apresenta uma realidade ambientada em um futuro próximo no qual os grupos NewState e TheNation criaram uma nova forma de Estado, e as principais capitais mundiais seguem os ideais deles. O que ocasionou o nascimento dos Timeds, seres humanos que desenvolveram capacidades especiais com duas características: duração limitada e, quando o poder acaba, a pessoa morre.

 Apesar de ser um universo compartilhado, as tramas podem ser lidas individualmente. Os volumes anteriores são Rio 2031, Vidas de Papel e O Canto das Ondas, publicados pela Shockdom em 2017.

Dieter está morto tem formato 29,6 x 21,4 cm, 64 páginas, e nos banners abaixo você pode adquirir todo o universo de TIMED no site da Amazon Brasil.

 

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Literatura

Choque de Cultura | Livro entra em pré-venda e já está entre os mais vendidos

Você achou que os maiores nomes do transporte alternativo não podem chegar a Academia Brasileira de Letras? Achou errado otário!

Já está em pré-venda o 79 Filmes pra Assistir Enquanto Dirige escrito pelo quarteto Rogerinho do Ingá (Caito Mainier), Maurílio dos Anjos (Raul Chequer), Julinho da Van (Leandro Ramos) e Renan (Daniel Furlan), o livro apresenta, como o próprio nome diz, 79 resenhas de filmes escritas pelos profissionais. E consolidando o maior sucesso da internet nos últimos anos, a publicação já se tornou a mais vendida na Amazon Brasil em menos de uma semana.

Livro do Choque de Cultura, sucesso do Youtube. Viralizado na internet, sucesso no Youtube, e repleto de memes e frases de efeito, Choque de Cultura se encaminha para sua terceira temporada, e agora chega às livrarias. Este livro é um compilado de resenhas sobre 79 filmes (seriam 80, mas o Julinho não entregou a crítica de Se eu fosse você 2), e por aqui o que não falta é humor, talento, profissionalismo, cultura… resumindo: aqui tem informação!!! Escrito pelos maiores nomes do transporte alternativo, esse livro é só magia top, uma verdadeira relíquia para os amantes da sétima arte!

Os projetos dos personagens oriundos da TV Quase ainda estão longe de terminar. Além do livro, eles estrearam na TV Globo nesse domingo (30/09) onde comentaram sobre o filme exibido na Temperatura Máxima, a terceira temporada no canal do Youtube está para começar e um filme para um futuro próximo ou na próxima parada da van.

79 Filmes pra Assistir Enquanto Dirige tem formato 16 x 1,4 x 23 cm, 240 páginas e a publicação da Editora Galera Record, do Grupo Editorial Record. O livro será oficialmente lançado em novembro.

 

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Quadrinhos

Doutor Manhattan “dizima” os heróis da DC em Doomsday Clock

Foi divulgada pelo colorista Brad Anderson a capa de Doomsday Clock #9, e a imagem é bastante forte. Nela vemos o Doutor Manhattan, dizimando, os heróis do Universo DC. Os uniformes de personagens como Flash, Aquaman, Lanterna Verde, Robin, Zatanna entre outros estão caindo no chão totalmente “vazios”.

A minissérie tem mostrado a saga de Ozymandias e do novo Rorschach para encontrar o Doutor Manhattan. O poderoso ser é o único que pode salvar o universo de Watchmen da total destruição.

SPOILERS

Nas últimas edições, Doomsday Clock revelou que o Comediante, na verdade sobreviveu a queda do prédio, logo após a famosa luta contra Ozymandias (como mostrado no inicio do clássico de 1986). Foi próprio Manhattan que o salvou, o transportando para o Universo DC.

Doomsday Clock #9 tem roteiro de Geoff Johns e artes de Gary Frank e será lançada somente em janeiro de 2019.

 

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Quadrinhos

Cebolinha – Recuperação, nova Graphic MSP, entra em pré-venda

Foram divulgadas as primeiras imagens de Cebolinha – Recuperação, o próximo lançamento da linha Graphic MSP. A releitura do personagem, um do mais famoso e clássico da Turma da Mônica, ficou a cargo de Gustavo Borges, que cuidou do roteiro e arte.

Confira as imagens juntamente com a capa da edição e o texto de quarta capa assinado por Marcelo Forlani, do site Omelete, na galeria abaixo:

 

Depois de passar o semestre todo numa disputa (por absolutamente qualquer coisa) com um novo aluno, o troca-letras fica de recuperação no final do ano! E agora? Todo mundo saindo de férias e ele ainda tentando passar de ano. Mas, mesmo distantes, seus os melhores amigos estarão ao lado dele. Mas o que Cebolinha nem sonha é que seus problemas irão muito além da escola. E gerarão outro tipo de aprendizado.

Cebolinha – Recuperação tem formato 27,5 x 19 cm, 96 páginas, versões em capa dura (R$ 41,90) e cartonada (R$ 31,90) e seu lançamento está previsto para 19 de outubro. A edição já se encontra em pré-venda na Amazon Brasil.

 

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Literatura

Clássicos só para baixinhos! Conheça a Coleção Pipoquinha da Intrínseca

Quer começar a ensinar ao seu pimpolho ou pimpolha as maravilhas do cinema? Que tal começar logo com três baitas clássicos? A Editora Intrínseca não é a SuperNanny, mas vai te ajudar nessa com a molecada! A editora está lançando nesse mês de setembro a Coleção Pipoquinha, onde são adaptados grandes clássicos do cinema para livros ilustrados direcionados ao publico infantil.

Os três primeiros filmes a serem adaptados são a mais alta definição de clássico cinematográfico: E.T. – O Extraterrestre, De Volta Para o Futuro e Esqueceram de Mim. Todos com o traço leve e bonito de Kim Smith.

E.T. – O Extraterrestre

Lançado em 1982, o filme de Steven Spielberg, conta a história de amizade entre o menino Elliot de dez anos e um alienígena que se perde na Terra. O garoto então, o protege de todas as formas para evitar que ele seja capturado e transformado em cobaia pelo serviço secreto americano. O filme foi o segundo de toda a história do cinema a ultrapassar a marca de 700 milhões de dólares (o primeiro foi Star Wars: Uma Nova Esperança) e tem em sua bagagem cinco Oscars.


De Volta Para o Futuro

Dirigido por Robert Zemeckis, uma das melhores tramas de viagem no tempo foi lançada em 1983, e contava como o adolescente Marty McFly viaja de 1985 a 1955, conhece seus pais (como adolescentes) e ensina a seu pai como resistir a valentões. Tudo isso com um DeLorean viajante no tempo e um companheiro cientista maluco. Um livro perfeito para qualquer um que queira voltar no tempo. O filme caiu rapidamente no gosto popular e a sua trilogia é considerada uma das melhores da história do cinema.


Esqueceram de Mim

Lançado em 1990, com direção de Chris Columbus, a comédia do menino que fica sozinho em casa, catapultou Macaulay Culkin ao posto de grande estrela de Hollywood.  E acabou se tornando um clássico de Natal adorado por diferentes gerações, Esqueceram de mim, é agora uma divertida história com ilustrações cheias de cor. Kevin McCallister, de oito anos, queria que sua família desaparecesse, mas ele nunca pensou que seu desejo se tornaria realidade. Sozinho em casa na véspera de Natal, Kevin tem que aprender a se virar e usa suas artimanhas infantis para se defender de dois ladrões insistentes.

O trabalho de Kim Smith capta todos os melhores momentos dos filmes através de imagens divertidas para as crianças de qualquer idade. A coleção Pipoquinha tem capa dura, formato 28,4 X 23,2 x 0,8 cm, 48 páginas e um o valor de R$ 49,90 para o livro impresso e R$ 34,90 no E-book.

O lançamento oficial da Coleção Pipoquinha ocorre no dia 25 de setembro, mas os livros já se encontram em pré-venda no site da Amazon Brasil com 20% de desconto.

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Literatura Música

Sobrevivendo no Inferno | Álbum dos Racionais MC’S vira livro pela Companhia das Letras

No final de 1997, a música brasileira recebia um dos seus maiores petardos vindo diretamente de São Paulo. Sobrevivendo no Inferno, clássico álbum dos Racionais MC’s, chegava as ruas com suas letras impactantes discutindo temas ligados a desigualdades sociais, miséria e racismo. É desse disco que verdadeiros hinos do rap nacional e do grupo surgiram, como “Mágico de Oz”, “Capítulo 4, Versículo 3”, “Jorge da Capadócia”, “Genesis” e a incrível “Diário de um Detento”.

Agora a editora Companhia das Letras está trazendo esse clássico em forma de livro.

Na virada para os anos 1990, os Racionais MC’s emergiram como um dos mais importantes acontecimentos da cultura brasileira. Incensado pela crítica, o disco Sobrevivendo no inferno vendeu mais de um milhão e meio de cópias. Agora publicados em livro, precedidos por um texto de apresentação e intermeados por fotos clássicas e inéditas, os raps dos Racionais são a imagem mais bem-acabada de uma sociedade que se tornou humanamente inviável, e uma tentativa radical, esteticamente brilhante, de sobreviver a ela.

O disco ocupa a 14º posição na lista dos 100 melhores discos da música brasileira pela revista Rolling Stone Brasil e nesse ano, a UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) incluiu as músicas na lista de obras obrigatórias a partir do vestibular de 2020.

Sobrevivendo no Inferno tem formato 13 x 1 x 20 cm, 160 páginas e já se encontra em pré-venda nos principais sites. O lançamento oficial será em outubro.

 

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Dandara | A HQ sobre companheirismo e nossas origens está em campanha no Catarse

Tudo começou como um projeto para videogame em 2013, mas com o alto custo e alguns percalços, acabou indo para a gaveta. Mas agora, Dandara, está tomando vida e forma, por meio de quadrinhos e do financiamento coletivo no Catarse.

Produzido por Jean Carlos, Dandara é um épico fictício da história brasileira. Cercada por mistérios e desventuras, a trama passa a mensagem de companheirismo e fraternidade dos irmãos Dandara e Manoel. De maneira lúcida e suave, a aventura recorda momentos da história do Brasil de forma caricata e sarcástica com pitadas de drama e ação.

 

Em meados do século XIX, dois irmãos sofrem por serem escravos e pela não aceitação do próprio grupo. No estopim da violência na fazenda, Dandara e Manoel decidem enfrentar o perigo de uma fuga arriscada para ter um respiro de liberdade. Agora, os irmãos se deparam com o passado e devem desvendar esses mistérios ancestrais.

No meio disso, uma figura poderosa e misteriosa questiona se os antigos deuses abandonaram seu próprio povo.

Dandara tem formato 26 X 18 cm e 64 páginas coloridas incluindo extras no final. Com recompensas que vão desde a HQ impressa, passando por botons, marca-páginas, camisetas e até estátuas, o projeto é recheado de bons motivos, sendo o principal a história. Para saber mais sobre a campanha no Catarse e seus valores, clique AQUI.

 

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Killmonger | Marvel Comics lançará minissérie do vilão de Pantera Negra

Killmonger, o vilão de Pantera Negra, interpretado no cinema por Michael B.Jordan, vai ganhar uma minissérie pela Marvel Comics.  A trama vai mostrar a ascensão ao poder do personagem, misturando vingança, espiritualismo de Wakanda e novas dimensões para Erik Killmonger.

A minissérie de cinco partes, será intitulada simplesmente de Killmonger, vai seguir a história de como um jovem chamado N´Jadaka (que mais tarde seria conhecido pelo famoso nome) foi exilado para os Estados Unidos, e se transformou de uma mente promissora em um perigoso vilão. Apesar de ter sido criado na década de 70, é a primeira vez que o personagem vai protagonizar uma história na Casa das Ideias.

 

“É sobre a queda de uma pessoa que devia ter sido muito melhor do que acabou sendo, e a história sobre como ele chegou nessa situação”, disse o roteirista Bryan Edward Hill ao site vulture. “Para mim, a icônica batalha entre Erik e T´Challa é trágica. É algo que não deveria acontecer. É um conflito nascido de um mal-entendido trágico e de um jovem que foi violentamente retirado da sua casa”.

A trama vai mostrar o envolvimento com o Garra Sônica e a escolha entra levar uma vida promissora ou a vingança. O que leva eventualmente de volta à Wakanda. Hill ainda falou que apesar de não estar narrativamente ligado ao MCU, houve a inspiração no desenvolvimento do personagem do filme. Como por exemplo ser um soldado da sua própria causa e o medo e raiva serem usados como justificativas para as suas ações violentas.

Killmonger terá artes de Juan Ferreyra e a previsão de lançamento é para dezembro nos EUA.

 

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Os Últimos Dias do Xerife, de Thiago Ossostortos, começou campanha no Catarse

O quadrinhista Thiago Ossostortos, autor de Kombi 95, começou uma campanha de financiamento coletivo no Catarse para o seu novo trabalho, Os últimos Dias do Xerife. A sua nova HQ onde ele relata como foram os últimos dias de convivência com o seu pai, Messias. Dividindo com o leitor as sensações que passou com ele e observando de fora a própria relação com o pai. Um quadrinho sobre pai e filho, vida e morte, mas também sobre irmãos e perdão.

Confira algumas páginas e a capa de Os últimos Dias do Xerife na galeria abaixo:

 

Carnaval. Messias adoece. Uma cirurgia feita um ano antes se mostrou ineficaz. Na verdade, a Dona Morte devia tê-lo levado na época, mas permitiu que ele terminasse de assistir à uma série de faroeste primeiro, já que ela também era fã. Como Messias só enrolou, agora a caveiruda voltou para buscá-lo.

Thiago, o filho com o qual só conversa sobre filmes por falta de afinidade, viaja pro interior. Por causa do feriado, o hospital manda Messias pra casa e uma nova operação é marcada pra dali uma semana. Esse é o tempo em que a história se desenrola. Durante esses dias, algumas tentativas de conversas, filmes assistidos, a Morte chegando, o irmão de Messias também presente e Thiago no melhor momento, sendo o pior que já passaram, para voltar a amizade com seu irmão.

Tudo isso contado nesta realidade e também numa outra onde todos usam chapéu, carroças ao invés de carros e a paisagem é só deserto e cactos. Será que ele vencerá a Morte? Será que conseguirá terminar de ver a sua série preferida?

Os últimos Dias do Xerife tem formato 14 X 20 cm, 172 páginas em preto e branco e diversos extras. Para saber mais sobre a campanha, valores e recompensas clique AQUI.