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Quadrinhos

Confira a prévia do primeiro anual da Mulher-Maravilha no Renascimento

É chegado o momento da Mulher-Maravilha! Com o filme solo prestes a debutar nas telonas do mundo inteiro, a DC Comics vai subir no “Jato-Invisível do embalo” e publicar o primeiro Anual da Amazona desde o começo da era do Renascimento! Serão histórias curtas de diversos artistas que ainda contarão o primeiro encontro com Batman e Superman.

Confira a prévia na galeria abaixo:

 

Um grande e respeitado time compõe a equipe criativa das histórias do começo da carreira da Mulher-Maravilha. Collin Kelly, Greg Rucka, Jackson Lanzing, Michael Moreci e Vita Ayala são responsáveis pelos roteiros. Enquanto as artes são de Claire Roe, David Lafuente, Nicola Scott e Stephanie Hans.

Wonder Woman Annual #1 vai mostrar os dias após o Ano Um de Diana, e começa a ser vendida no próximo dia 31/05 nos Estados Unidos.

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Entretenimento Quadrinhos

Hellboy | Personagem vira nome de bebida destilada

A Dark Horse Comics e a Prestige Imports LLC fecharam uma parceria com a fábrica de destilados XXX Distillery LLC para a produção do Hellboy Hell Water Cinnamon Whisky, bebida alcoólica que vai levar a principal criação de Mike Mignola no rótulo. O destilado vai ter 66.6% de teor alcoólico.

“Nós escolhemos esses destiladores artesanais com base em garantir a qualidade do produto, capacidade de produção e o excelente sabor do whisky de canela” disse Tom Cleaver, fundador do Prestige Imports LLC. “Depois de uma incansável busca por diversas destilarias dos Estados Unidos, a Distillery foi com certeza a melhor escolha.”

Hellboy Hell Water Cinnamon Whisky é produzida artesanalmente no mesmo estilo de processo tradicional para fazer o Southern Corn Whisky. E será produzido e vendido para distribuidores para os EUA. Por aqui no Brasil, pode ser que daqui a algum tempo ele possa começar a ser encontrado nas importadoras.

“Estamos muito entusiasmados com o sucesso e o potencial que Hellboy Hell Water Cinnamon Whisky pode chegar. Posso garantir que não há em todo mercado melhor whisky de canela,” disse Teddy Jones da XXX Distillery.

O Hellboy’s Hell Water já está disponível para a compra nos EUA e custa US $ 19,99, a garrafa de 750 ml. Se você quiser comprar é só clicar AQUI.

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Música

Solid Rock | Deep Purple e Lynyrd Skynyrd se apresentam no Brasil em 2017

Deep Purple e Lynyrd Skynyrd, dois monstros sagrados do rock mundial, vão passar pelo Brasil em 2017. E o melhor de tudo. Vão tocar no mesmo show! A produtora Time 4 Fun anunciou que os ingressos para o Solid Rock já estão à venda. As apresentações serão em dezembro nos seguintes estados: Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. Os americanos da banda Tesla vai abrir todos os shows.

Curitiba

  • Quando:Terça-feira, 12 de dezembro, às 19h
  • Onde:Pedreira Paulo Leminski – Rua João Gava, 970, Abranches
  • Preço: R$ 290 (pista), R$ 580 (pista premium) e R$ 660 (camarote). Há meia-entrada

São Paulo

  • Quando: Quarta-feira, 13 de dezembro, às 19h
  • Onde:Allianz Parque – Rua Turiassú, 1840, Perdizes
  • Preço:R$ 260 (arquibancada superior), R$ 290 (pista), R$ 390 (arquibancada inferior) e R$ 580 (pista premium). Há meia-entrada

Rio de Janeiro

  • Quando:Sexta-feira, 15 de dezembro, às 19h30
  • Onde:Jeunesse Arena – Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca
  • Preço:R$ 250 (cadeira superior), R$ 280 (cadeira central), R$ 310 (pista), R$ 350 (cadeira lateral) e R$ 580 (pista premium). Há meia-entrada
Deep Purple

O Deep Purple está de volta ao Brasil para promover o seu novo álbum Infinite, o 20º da sua carreira, que foi lançado esse ano. Formada em 1968, a banda é considerada uma das pioneiras do heavy metal e do hard rock moderno. Autora de clássicos como “Smoke On The Water”, “Child in Time” e “Highway Star” a banda vem com a atual formação Ian Gillan (vocal), Ian Paice (bateria), Roger Glover (baixo), Steve Morse (guitarra) e Don Airey (teclado).

Lynyrd Skynyrd

Já o Lynyrd Skynyrd faz a sua segunda passagem pelo país. Formada em 1973, ela ganhou notoriedade após a morte de diversos integrantes e do frontman Ronnie Van Zant em um acidente aéreo em 1977 no Mississipi. A banda voltou as atividades em 1987. Hinos como “Sweet Home Alabama” e “Free Bird” fazem parte do vasto repertório de sucesso. A atual formação é Gary Rossington (guitarra), Johnny Van Zant (vocal), Rickey Medlocke (guitarra), Mark “Sparky” Matejka (guitarra), Michael Cartellone (bacteria), Johnny Colt (baixo), Peter Keys (teclado), Dale Krantz Rossington (backing vocals) e Carl Chase (backing vocals).

A compra dos ingressos já pode ser feita no site da produtora Time 4 Fun, nas bilheterias oficiais e em outros pontos de vendas espalhados pelo país. Clique AQUI para ter mais detalhes.

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Música Vitrola

Resenha | One More Light – Linkin Park

O ano era 2000 e o consagrado estilo nü-metal estava na posição de perda fôlego, muito por causa das idiotices egomaníacas de Fred Durst no Limp Bizkit ou pelo excesso de drama do Korn em Issues (1999), os seus dois maiores representantes na época. Foi quando o Linkin Park surgiu como uma bomba e sacudiu todo o gênero. Os dois primeiros álbuns Hybrid Theory (2000) e Meteroa (2003), elevaram o grupo a super-estrelas da música mundial com sua saraivada de sucessos e seus clipes exibidos a exaustão na MTV. E deram também a confiança necessária para que os anos seguintes fossem usados para desbravar as fronteiras musicais e buscar novos estilos além da mistura de rock com hip-hop e eletrônico. Que já saturavam àquela altura do campeonato.

Depois de três álbuns buscando crescimento e maturidade musical, Minutes to Midnight (2007), A Thousand Suns (2010) e Living Things (2012) e um que voltava às raízes The Hunting Party (2014), o Linkin Park mais uma vez tenta se reinventar e evoluir, às vezes soando até como um grupo mais pop do que o habitual. O novo trabalho intitulado One More Light, lançado no ultimo dia 19 de maio, traz uma sonoridade algo um tanto pessoal e sincero. Mas ao decorrer das faixas parece faltar um pouco da identidade conquistada pela banda no inicio da carreira.

Temas como política, guerra, desigualdade social e racial são abordados nas letras de One More Light, algumas pessoas vão se identificar com algumas das letras, mas não espere um disco para pular e bater cabeça. Ele é para se ouvir relaxado e tranquilo.

O primeiro single divulgado foi “Heavy” gravada em parceria com a cantora Kiiara, uma levada meio pop meloso com direito a refrão grudento que pega na cabeça. Confesso que quando ouvi pela primeira vez fiquei esperando entrar os riffs de guitarras e esperei em vão. Penso eu que os saudosistas seguidores do Linkin Park não tenham curtido muito não.

O clima meio pop continua em “Good Goodbye”, “Battle Symphony” e “Invisible”. Ouvindo as faixas eu fiquei imaginando a pessoa que tem de lembrança a banda nos tempos de “In the End” escutando essas músicas. Obviamente tudo muda, para melhor ou para pior. Depende do que a pessoa quer ouvir e/ou gosta de ouvir. Mas o bacana é sentir que temos uma evolução, um passo adiante na carreira da banda. Pois o disco não é mal trabalhado, e as canções não são feias, mas faltou a identidade dos caras nesse trabalho.

“Talking To Myself” dá uma agitada no disco com suas guitarras unificadas e sua percussão. “Sharp Edges” tem uma levada harmônica graças ao piano e um toque extrovertido por causa do violão. uma batida eletrônica bem leve no fundo acompanha o ritmo. O piano também dá o ar da graça na diferente “Halfway Right”.

Vale resaltar que Chester Bennington e os programadores Mike Shinoda e Joe Hahn fazem um bom trabalho e são os destaques do One More Light. Apesar de não ser aquele Chester de antigamente, o que é normal, a voz se desgasta com o tempo e as vezes não é necessário berrar sempre. Agora o resto da banda praticamente passa despercebida no trabalho.

No conjunto da obra, One More Light, não é um disco ruim, e sim estranho. Mas é estranho para a carreira do Linkin Park. O problema não é tentar algo novo. Não é arriscar nos campos do pop, do eletrônico, ou aonde for. O grande X da questão é que em muitos momentos (momentos demais até) não lembra o Linkin Park de outrora. A identidade da banda ficou perdida em algum lugar, só resta agora que o novo trabalho seja o principio para reencontra-la.

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Quadrinhos

Editora Jambô lança Divinity Vol.1 no Brasil

A Editora Jambô está lançando Divinity Vol. 1, marcando assim o primeiro álbum da editora americana Valiant Entertainment no Brasil. O título tem roteiro de Matt Kindt e desenhos de Trevor Hairsine. O primeiro volume vai ter as primeiras quatro edições da publicação original de 2015.

A trama começa no auge da Guerra Fria, quando a União Soviética manda um homem para uma perigosa missão em uma região do cosmo totalmente desconhecida. Depois de ficar perdido nas estrelas durante 30 anos, o cosmonauta Abram Adams encontra o desconhecido e ganha poderes de comandar matéria, espaço e o tempo. Ao retornar à Terra, as pessoas que tiveram contato com ele, por causa dos seus dons, o consideram uma divindade, mas as potências mundiais buscam saber quem ou o que Abram Adams se tornou, e acabam o classificando como uma ameaça.

Divinity Vol. 1 é uma obra cultuada nos EUA, e apresenta uma visão chocante e inovadora da ficção cientifica do século XXI. A publicação da Jambô, em parceria com o Social Comics, contém extras, formato 18,5 X 27,5 cm, 112 páginas coloridas e capa em brochura.

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Sshhhh! | Editora Mino lança cultuada HQ no Brasil

A Editora Mino lançou Sshhhh! do premiado roteirista Jason. A HQ é uma seleção de histórias curtas que vão apresentando, sem usar nenhuma palavra, sentimentos bem profundos com personagens antropomórficos como protagonistas. Uma viagem que passa pelo lado cômico, mas também apresenta tristeza, tragédia e situações surreais. Lançada originalmente em 2002 nos Estados Unidos, Sshhhh! ganhou notoriedade e chegou a virar um curta (bem curtíssimo) animado dirigido por Robert Næss em 2011. A animação pode ser conferida no Youtube clicando AQUI.

Jason, que já foi premiado várias vezes com o Eisner, apresenta o personagem principal logo no começo, o Corvo e sua rotina de morar em um ninho longe da cidade até que ele conhece a Senhora Corvo e começam a ter um relacionamento. Casamento, rotina do casal, a busca por trabalho, o dia a dia no emprego é apresentado nas páginas sem mostrar uma palavra, mas que fica de fácil entendimento. A obra tem um certo tom melancólico, mas totalmente brilhante. Impossível não usar o personagem central como uma metáfora do homem comum e as coisas que ele experimenta, teme, enfrenta, conquista, perde, pensa e ama. Em certo momento não sabemos se estamos vivenciando realmente a vida do Corvo ou simplesmente o sonho do personagem.

Sshhh! contém 128 páginas, dimensões de 17,5 x 25 cm, capa em brochura e páginas em preto e branco. Você pode adquirir o seu exemplar clicando no banner abaixo.

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Quadrinhos

A loucura tem cor | O Rei Amarelo em Quadrinhos

“A loucura é amarela!

Os quadrinhos de terror sempre tiveram um público fiel, e algumas editoras conseguem trazer materiais de qualidade para os leitores. Uma dessas editoras é a Draco. Em 2015, ela lançou O Rei Amarelo em Quadrinhos uma coletânea de histórias baseado na obra de Robert W. Chambers (1865/1933). O Rei Amarelo é um livro de 1895 que consiste em uma série de contos baseados em uma fictícia peça de teatro que enlouquece todos que a leem até o fim. A obra ganhou um grande destaque durante a primeira temporada de True Detective.

Capitaneada por Raphael Fernandes, editor da Draco, O Rei Amarelo em Quadrinhos não explora apenas a peça criada por Chambers, as oito histórias remetem para tempos modernos e aumenta o leque do universo do autor. E como na obra original tem o foco na loucura, é esse segmento que dita as histórias desse volume. É a primeira coletânea das cores de terror. Como o título ela é focada no amarelo, a segunda coletânea, O Despertar do Cthulhu em Quadrinhos, baseada nos contos de H.P. Lovercraft tem o verde como cor predominante.

Confira as histórias:

Fantasmas na Máquina

Com roteiro e desenhos de Pedro Pedrada, a primeira história narra os problemas de uma modelo que sofre com a falta de autoestima e a bulimia. Mas se fingia de feliz nas redes sociais para as pessoas, até quando ela conhece Carcosa In. uma nova rede social que mostra que a vida dela é feliz, mesmo realidade sendo outra. Uma bela critica as diversas máscaras que existem em perfis na internet. A arte angustiante e o roteiro perturbador contribuem muito com o clima do conto.


A Boneca

Tiago P. Zanetic narra sobre o dia do nascimento da filha um líder de uma pequena comunidade Amish, recebe uma boneca de presente das pessoas que moram lá. É quando as coisas começam a dar errado no local e o preço para a salvação é bem caro. Os desenhos de LuCas Chewie é bem detalhado com pequenos elementos que podem nos fazer questionar alguns dos fatos. O destaque fica no uso do amarelo, com um pontilhado que dá a ideia de como a praga se espalha pelo ar ou como a loucura contamina o protagonista.


A Rainha de Amarelo

A história de Mauricio R. B. Campos têm como protagonista ninguém mais, ninguém menos do que o ícone Edgar Alan Poe. Durante a narrativa, paralelos entre as origens da peça com os últimos dias de Poe vão se misturando. É um passeio dentro da mitologia do Rei Amarelo sob olhar de Edgar Alan Poe. Os desenhos são de Péricles Ianuch.


Maldita Rotina

Com uma carreira bem-sucedida, um advogado é designado para cuidar da falência de uma empresa. Seria mais um dia normal, só que uma recomendação de livro-caixa tem de ser entregue nas mãos de seu cliente e não deve ser lido por mais ninguém. Mas a curiosidade nessa história é o estopim para toda trama e o advogado fica obcecado pela leitura. Aos poucos, o livro, vai minando a sanidade do protagonista. O escritor Airton Marinho narra com maestria a destruição da mente do protagonista e os traços de Marcos Caldas é uma atração incrível.


Caninos

O escritor Erik Avilez apresenta um texto com pitadas de conto de fadas sobre duas irmãs que moram em uma cabana na floresta que precisam levar comida para a avó que vive na outra extremidade da mata. Coisas como a relação conturbada das duas, o passado com o padrasto e um culto obscuro compõem a narrativa. A arte de André Freitas surfa por altos e baixos durante a história, mas mesmo assim é convincente e não diminui em nada a qualidade dela.


O Rei dos Ratos

Depois de se dado como desaparecido, um navio atraca no porto. Muito danificado e sem nenhum sinal de vida, um funcionário é obrigado a subir a bordo para explorar a embarcação, é quando encontra além de muitos ratos e um misterioso diário de um artista. É uma das mais perturbadoras do volume, com os desenhos sendo um dos pontos fortes. Com roteiro de Tiago Rech e arte de Victor Freundt.


Taxidermia Anímica

O conto de Rafael Levi apresenta um jovem ajudante de taxidermia que sonha em ser ator, e uma ele ganha uma oportunidade de participar de uma peça chamada O Rei Amarelo (credo)! Os resultados da sua investida não são os que ele esperava. Com desenhos de Samuel Bono, é a história é um terror clássico e a obra de Chambers marca mais presença no volume.


Medíocre

Não levando fé na fama da peça de teatro O Rei Amarelo, um crítico literário começa a ler a obra que está enlouquecendo todo mundo. A história brinca com o universo dos críticos com o uso de metalinguagem, com roteiro e excelente artes de Raphael Salimena, a loucura amarela é bem representada no conto que fecha o volume magistralmente.

O Rei Amarelo em Quadrinhos é mais uma prova de que os quadrinhos nacionais são sim de excelente qualidade e que temos artistas e estilos, por mais variados que sejam não devem nada para os gringos. As histórias são no geral muito boas e apesar de uma poder se destacar mais que a outra, elas ficam em no mesmo patamar. Bem alto por sinal. Por isso que a obra foi ganhadora do Troféu HQ Mix de 2016 na categoria “Melhor Publicação Mix”.

Com uma fantástica capa de João Pirolla e introdução de Carlos Orsi, O Rei Amarelo em Quadrinhos, é um produto perfeito com uma qualidade editorial impecável, que deixa feliz os fãs do gênero de terror como leitores de bons quadrinhos. O detalhe é que os trabalhos publicados nela foram escolhidas por meio de uma espécie de concurso. Méritos de Raphael Fernandes ao liderar a obra.

O Rei Amarelo em Quadrinhos têm formato 17 cm X 24 cm, papel couché, 164 páginas em preto, branco e amarelo e capa dura com verniz localizado em alguns pontos. Você pode conseguir seu exemplar clicando no banner abaixo.

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A Editora Draco anuncia Os Demônios da Goétia em Quadrinhos

A Editora Draco anunciou as equipes criativas de Os Demônios da Goétia em Quadrinhos. A ultima parte da trilogia de horror cósmico iniciada em O Rei Amarelo em Quadrinhos e O Despertar de Cthulhu em Quadrinhos. Depois do amarelo e do verde, a cor que será predominante será o vermelho. A Draco promete ser o quadrinho mais violento, agressivo, aterrorizante e doentio que a editora já publicou.

Goetia, também conhecida como Ars Goetia, ou simplesmente feitiçaria, se diz a uma prática de invocação e evocação de demônios ou/e anjos caídos. Segundo a tradição judaico-cristã, o Rei Salomão recebeu dos anos uma forma de controlar lhe dava poder sobre os principais demônios da Terra e dos espíritos menores governados por eles. Então ele escreveu o livro A Chave Menor de Salomão, onde contém descrições detalhadas dos espíritos, como evocá-los e obriga-los a fazer a vontade de quem os trouxe para a terra. O livro foi traduzido em 1904 por Samuel Mathers e Aleister Crowley com o título The Goetia: The Lesser Key of Solomon the King. É um manual para a convocação de 72 demônios diferentes.

Confira abaixo as equipes criativas e os títulos das histórias:

  • YHVH – Roteiro: Alexey Dodsworth e desenhos: LuCaS Chewie
  • Diabolus ex machina – roteiro: Raphael Fernandes e desenhos: Daniel Canedo
  • Teranoma – roteiro e desenhos: Juscelino Neco
  • Semente – roteiro: Erick Sana e desenhos: Kaji Pato
  • El Cartel de Las Hermanas – roteiro: Airton Marinho e desenhos: Victor Freundt
  • Colônia – roteiro: Tiago P. Zanetic e desenhos: Samuel Bono
  • O Jogo – roteiro: Antonio Tadeu e desenhos: Ioannis Fiore
  • O Mestre da Arte – roteiro: Caio Henrique Amaro e desenhos: Flávia Lima

 

Alguns roteiristas e artistas já são figurinhas carimbadas nos dois últimos projetos. E como no aconteceu antes, os editores da Draco, liderados por escolheram os autores das oito histórias. Mais uma promessa de produto de boa qualidade no mercado de quadrinhos nacional.

Fique ligado na Torre de Vigilância para mais detalhes de  Os Demônios da Goétia em Quadrinhos.

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O horror tem cor | O Despertar do Cthulhu em Quadrinhos

“O Desespero é verde

Aqui na Torre de Vigilância você já sabe que será publicada pela Editora Panini a HQ Providence de Alan Moore, baseada no universo de terror de H.P. Lovecraft. Bem, se ainda não sabe, veja a matéria AQUI. O que muitas pessoas ainda não sabem que os quadrinhos de terror já estão sendo publicados no Brasil há algum tempo.

A Editora Draco vem fazendo um excelente trabalho nessa área. Ela publicou as coletâneas O Rei Amarelo em Quadrinhos (veja mais detalhes AQUI) e o Despertar do Cthulhu em Quadrinhos (2016), duas antologias de terror que se diferenciam principalmente pelo tom de cores, respectivamente, amarelo e verde. O Rei Amarelo vem da obra de Robert W. Chambers, e o Cthulhu é do rico e vasto universo de Lovecraft,.

Criado por H.P. Lovecraft em 1926, Cthulhu fez a sua primeira aparição no conto O Chamado de Cthulhu (The Call of Cthulhu) e é considerado como o grande mito do autor. O monstro esverdeado cheio de tentáculos é um deus que possui um culto multimilenar dedicado a trazê-lo de volta, o que pode provocar o fim da humanidade.

O álbum publicado pela Draco contém oito histórias produzidas por autores e desenhistas brasileiros, todas elas interpretam à sua maneira algum assunto relacionado ao Mito de Cthulhu. O mais bacana é a produção, muito bem feita da edição,  com uma qualidade incrível. Obviamente, um conto se destaca mais do que o outro, mas todos estão em um nível muito acima de outras coletâneas de terror.

Conheça um pouco sobre as histórias do volume (em ordem de leitura):

O Salmo do Sangue Antigo

Produzida por Dudu Torres, a história fala de um rapaz que visita a mãe de um antigo amigo, que acabara de cometer suicídio. A velha senhora acaba levando o rapaz para uma outra realidade, onde acontece toda a ação.


Os Tambores de Azathoth

A segunda história se passa durante a Segunda Guerra Mundial e contém figuras históricas como Oppenheimer (um dos criadores da bomba atômica) e o mago ocultista Aleister Crowley, que é citado nas músicas de Raul Seixas. Existe uma lenda que conta que Lovecraft e Crowley tinham uma certa conexão. O roteiro é de Antonio Tadeu e a arte é Lucas Chewie.


Macio

O conto escrito por Airton Marinho se ambienta em uma pequena cidade no sertão do Brasil. Uma epidemia toma conta do local, e as pessoas sem saber o que fazer vão enlouquecendo. Os desenhos de Fabrício Bohrer são traços bem grossos, onde se destaca a flexibilidade dos quadros graças às onomatopeias fora do comum. O Bode Pai-de-Chiqueiro é um dos personagens principais, que tem o papel de por onde passar disseminar o caos. Pessoas explodindo, corpos em decomposição, moscas e vermes dão um toque de gore à brasileira na história.


Sob a Insana Luz

É uma das que mais se aproximam ao estilo de H.P. Lovecraft. Com roteiro de Caiuã Araújo e desenho de Marcio de Castro, a história fala sobre dois detetives que chegam a uma tranquila cidade para investigarem o desaparecimento de uma equipe investigativa. Mas acontece que a cidade não aparenta o que é de verdade. Um dos grandes destaques é a arte do Marcio, algo meio que cartunesco e rabiscado, seus personagens parecem que saltaram de uma animação de argila e os efeitos de sombra e luz dão à história um clima incrível. E tem uma referência ao Batman no nome do hotel da cidade.


Clhithmaek’ Tyivh

Bem, para começar, não me perguntem como se pronuncia esse título. Escrito e desenhado por Lucas Pereira, a história mostra uma dupla de arqueólogos que acabam encontrando uma tribo desconhecida. As coisas começam a ficar complicadas quando os nativos fazem um ritual sinistro para invocar uma criatura antiga. É o conto que tem o estilo mais americanizado de todo o volume. O clima é tenso durante as páginas e cenas de pessoas empaladas e canibalismo se encontram nos quadros com poucas cores. Os tons de verde e cinza predominam.


A Língua da Fé

Tendo sua vida como um fracasso total, um alcoólatra procura em uma religião, dessas que são presentes na TV e manipulam seus fiéis, um porto seguro para estancar a sua agonia e tristeza. O problema é que nada é o que parece ser quando ele começa a descobrir mais sobre o culto. O roteiro é de Raphael Fernandes, organizador da coletânea e editor da Draco e a arte é de Samuel Bono. Com um climão de suspense, a história coloca para o leitor diversos questionamentos sobre essas religiões. O verde em muitas texturas diferentes é o grande destaque dos desenhos.


O Caso da Truta Salmonada

Cansado de sua rotina de trabalho, um sushiman se prepara para começar mais um dia, quando alguns esquisitos clientes com o rosto de peixe entram em seu restaurante. Enquanto ele prepara os pratos, cortando os filés, eles começam a gritar de dor como se fossem eles sendo mutilados. Estranho é pouco. Jun Sugiyama nos apresenta um conto aterrorizante, grotesco e perturbador. Os quadros de agonia e dor dos “humanos-com-cara-de-peixe” são bizarros. É um dos melhores contos da edição. E o final tem uma surpresa.


O Que Dorme

A história de Bárbara Garcia fecha a edição levando o leitor para uma cidade que passa por uma estranha epidemia onde nenhum cidadão não consegue mais dormir. O que deixa as pessoas cansadas sem conseguirem fazer nada. Então à medida de que as pessoas vão morrendo, os corpos vão ficando em decomposição nas ruas e casas onde ocorrem o mortes. Quando ninguém tem força nem para enterrar os mortos,  a loucura e o que há de ruim dentro das pessoas começa a aflorar. A linda arte de Elias Aquino demonstra bem essa loucura e ao mesmo tempo o clima pacato e cotidiano dessa população.


A Editora Draco caprichou em O Despertar de Cthulhu com um álbum muito bem produzido e bonito, essencial aos fãs do gênero de terror quanto para quem curte ler quadrinhos de qualidade. E o mais legal é ver artistas brasileiros fazendo histórias de qualidade incrível, não devendo nada para muitas produções de terror lá de fora. A capa é de autoria de João Pirolla e traz a retratação mais clássica de Cthulhu. Vale muito a pena o investimento em uma obra tão bacana.

O Despertar do Cthulhu em Quadrinhos tem formato 17 cm X 24 cm, papel couché, 168 páginas em preto, branco e verde, o acabamento em capa cartonada, com orelhas e reserva em verniz. Dentro ainda tem uma pequena biografia de todos que participaram da edição. Edição indispensável para qualquer colecionador de quadrinhos.

 

 

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O que acontece se misturar Star Wars com os Beatles?

Imagina contar a história de Star Wars – Uma Nova Esperança com paródias das músicas do álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band dos Beatles? Pois bem, essa foi a genial ideia da dupla de músicos Dan Amrich e Jude Kelley do canal Palette-Swap Ninja.

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O resultado é o álbum Princess Leia’s Stolen Death Star Plans, que ao longo de treze músicas reconta a trama do filme. Tudo baseado nas faixas do icônico álbum. A dupla trabalhava no projeto desde 2015, quando começaram a recriar as letras e produzir as músicas.

“Ficamos surpresos quando descobrimos que tudo se encaixava, nós dois crescemos obcecados por Star Wars e ouvindo os Beatles” disse Jude Kelley. “Todo o projeto vem de um lugar de admiração e respeito, então precisamos de tempo para fazer justiça.”

Princess Leia’s Stolen Death Star Plans está disponível para download no site oficial do Palette Swap-Ninja, é só clicar AQUI. O lançamento acontece em um ano especial para as duas obras, no dia 26 de maio é comemorado os 40 anos de Uma Nova Esperança, e em junho Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band completa 50 anos.

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