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Review | Monster Hunter: World

Monster Hunter: World foi idealizado com grande dedicação da Capcom. Tentando tornar o jogo mais acolhedor para novos jogadores, inclusive no Ocidente, enquanto deveria manter o padrão de qualidade para a base de fãs já vasta e dedicada. Um jogo cheio de variedade, profundidade, e desafios.

Desde muito tempo, romances e filmes retratam a descoberta do desconhecido, como Jurassic Park, Viagem Ao Centro da Terra. E essa mesma ânsia é o que te move em Monster Hunter: World. Explorar um continente esquecido, com megafauna selvagem e não classificada, detectar, capturar ou matar seres desconhecidos. É também, indiscutivelmente, uma oportunidade única de sobreviver em um local completamente inexplorável anteriormente.

Para os fãs de Dark Souls, Nioh e de outros jogos que desafiam suas habilidades, o cartão de visita é sua gameplay complexa. Para ser o caçador mais eficaz da Quinta Frota, você deve compreender todas as minúcias, cada arma, item, peça de armadura, ataque e habilidade, enquanto você pesquisa este Novo Mundo, esperando aprender sobre tudo que o cerca e entender por que os monstros dentro dele se comportam da maneira um tanto quanto curiosa.

E não se engane, achando que essas são as únicas coisas com que se preocupar em aprender em Monster Hunter: World. Há centenas de coisas para aprender, cada uma com diferentes estatísticas anexadas que você pode apreciar e comparar. Isso pode parecer intimidador no começo, mas o jogo faz um trabalho brilhante de flexibilizar os jogadores em seus sistemas de gameplay. Grande parte dessa complexidade não está nas primeiras horas do jogo, deixando-o livre para caçar os incríveis monstros do mundo em seus belos ambientes, sem se preocupar com os detalhes.

Os jogadores do PS4 Pro e Xbox One X tem um motivo a mais pra embarcarem nessa jornada pelo desconhecido. Ambos possuem opções gráficas adicionais. Você pode escolher priorizar imagens, taxa de quadros ou resolução, dependendo da sua preferência. Você pode escolher entre ter um ambiente mais exuberante, um desempenho mais estável ou os visuais mais nítidos.

A abertura de poucas horas de Monster Hunter: World, trás pequenos tutoriais que introduzem a área e a mecânica do jogo. A entrega de informação durante a primeira hora de gameplay é tão estimulante que quase se aprende por osmose. Obvio que muitas informações passarão despercebidas, dado a quantidade de coisas a compreender, mas você aprenderá ao longo do caminho, sem nenhuma dificuldade extrema.

É uma ótima oportunidade para os recém-chegados aprenderem por si mesmos. Para os especialistas, as informação ainda está disponível, mas só se torna essencial mais tarde, quando os monstros se tornam uma verdadeira ameaça e você deve se tornar mais estratégico em suas caças. Nesse momento, você ficará tão imerso no mundo de Monster Hunter, que utilizará de todo o conhecimento adquirido sem pensar, independentemente do seu nível de habilidade.

O combate é tão divertido e gratificante, que vai ser um dos pontos mais bem comentados daqui a alguns anos, dificilmente envelhecerá. O combate com cada monstro é variado, e cada batalha será diferente da última. Graças aos vibrantes ecossistemas do mundo, você nunca sabe exatamente o que está por vir. O combate é a jóia de toda a gameplay. Ao contrário de muitos outros RPG, o rank e nivelamento não está vinculado ao seu personagem. Em vez disso, você melhora matando mais monstros, saqueando suas carcaças. Isso, por sua vez, permite que você construa armas e armaduras mais fortes, melhorando a defesa e o ataque contra os animais maiores.

Ou seja, haverá momentos em que você encontrará monstros tão formidáveis, tão gigantescos que será impossível vencê-los. Então o mais sensato a se fazer é retornar para locais já explorados, continuar a caça contra inimigos menores para adquirir mais materiais e melhorar seu arsenal. E caso, mesmo com um inventário vasto, você sinta dificuldade em desafiar os tais monstros grandiosos, você pode se unir com outros três jogadores e trabalhar juntos, embora executar essa ação de união seja um pouco complicada às vezes.

VEREDITO:

Monster Hunter: World não segue um caminho diferente, ele mantém a fórmula que funcionou por muito tempo. O que ele faz é tornar a série mais convidativa. Uma integração quase perfeita entre sistemas de combate que antes eram incompreensíveis para os amadores. Desde que o título foi anunciado pela primeira vez no ano passado, ficou claro que a Capcom estava tentando algo mais elaborado que seu antecessor. E foi o que conseguiu.

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CS:GO | Cloud 9 conquista ELEAGUE Major: Boston 2018

Depois de vencer a SK Gaming na semifinal do ELEAGUE Major: Boston 2018, a Cloud 9 enfrentou a FaZe Clan numa final emocionante com 3 mapas disputadíssimos, neste domingo (28/01).

O grande destaque de toda a transmissão foi a torcida apaixonada, que em todos os momentos da final vibrava e levantava seu time com gritos de apoio e energia contagiante.

Todas as partidas foram recheadas de momentos emocionantes, ambas equipes apresentaram um jogo intenso, assim o equilíbrio prevaleceu. A Mirage foi escolhida como primeiro mapa, e o resultado foi uma vitória por 16 a 14 para a FaZe,a Cloud 9 reagiu na Overpass e emplacou um 16 a 10. Deixando a decisão para Inferno.

O ultimo mapa foi marcado por uma recuperação da Cloud 9 que conseguiu forçar dois overtimes e deixou os fãs loucos na arena, a equipe acabou ganhando a partida por 22 a 19.

Com esse título, a Cloud 9 leva para casa uma quantia de US$ 500 mil.

Somando todas as premiações, o evento entregou US$ 1 milhão, convertendo para o real o valor é de  R$ 3,15 milhões.

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Team Liquid | Line de R6 com brasileiros é oficializada

Há alguns dias rumores apontavam que organizações internacionais buscavam por jogadores de Rainbow Six Siege no Brasil  para montar suas lines e competir em grande nível nesse ano de 2018. Ontem (15/01) a Team Liquid foi a primeira a anunciar oficialmente a contratação de 5 brasileiros que antes estavam defendendo o nome da MOPA Team. São eles Leo “ziGueira” Duarte, André “nesk” Oliveira, Lucas “yuuk” Rodrigues, José “Bullet1” Victor, e Thiago “xS3xycake” Reis.

Como dito, ainda temos algumas organizações para serem anunciadas oficialmente entre elas a FaZe ClanImmortalsFlamengo eSports, SK Gaming, além de uma nova organização estruturada por Gabriel “FalleN” Toledo.

 

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Six Invitational | Última vaga da LATAM tem dono

A Black Dragons foi a primeira equipe da América Latina a cravar sua viagem para o Canadá onde acontecerá o Six Invitational, evento que reúne 16 equipes de todo o mundo em Montreal. E hoje tivemos o prazer de conhecer nossa segunda representante, a equipe (formada por jogadores ex-paiN Gaming) Lanchonete e Suqueria do Xande. É exatamente esse o nome da equipe, uma brincadeira interna entre os jogadores que se viram no dever de encarar com unhas e dentes a oportunidade de disputarem uma vaga para o Six Invitational.

Na decisão da qualificatória online para o evento, a Lanchonete e Suqueria do Xande formada por, Faker, gCr, Revo1Tz, Yoona e SpNss, venceu a BRK E-Sports por um placar de 3 a 1, sendo 5-2 na Casa de Campo, 3-5 na Oregon, 5-0 na Chalé e 6-4 no Consulado.

 

Mas infelizmente esse nome não não deve permanecer por muito tempo nos holofotes. A equipe estaria em negociação para defender uma nova organização, criada por ninguém menos que Gabriel “FalleN” Toledo. O anúncio deve acontecer nos próximos dias.

 

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Rainbow Six Siege | Novas organizações estão a caminho

No ano de 2017 um dos destaques no mundo do e-Sports foi sem dúvida o cenário competitivo de Tom Clancy’s Rainbow Six Siege.

Principalmente no Brasil o cenário mostrou grande força, conquistando fãs, além de disputar e conquistar algumas premiações voltadas para o e-Sports. Todo esse investimento e auxílio da comunidade conquistou a confiança de investimentos internacionais.

Foi anunciado que em 2018 algumas organizações estão interessadas em ingressar no cenário br de Rainbow Six Siege. Pelas informações temos a FaZe Clan, Team Liquid, Immortals, Flamengo eSports, SK Gaming, além de uma nova organização estruturada por Gabriel “FalleN” Toledo.

 

 

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XBOX | Games With Gold de Janeiro é anunciado

Foi oficialmente anunciada a lista de games que estarão disponíveis gratuitamente para assinantes da Xbox Live Gold em janeiro de 2018.

Por ordem de disponibilidade temos:

  • The Incredible Adventures of Van Helsing III (2015)— 1º a 31 de janeiro (Xbox One)

 

  • Zombi (2012)— De 16 de janeiro a 15 de fevereiro (Xbox One)

 

  • Tomb Raider Underworld (2008)— 1º a 15 de janeiro (Xbox One, Xbox 360)

 

  • Army of Two (2008)— 16 a 31 de janeiro (Xbox One, Xbox 360)

 

 

De acordo com a própria  Microsoft (via Xbox Wire) os títulos que poderão ser jogados de graça temporariamente.

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Games PC

SK Gaming | Título da ESL Pro League de CS:GO é do Brasil

A SK Gaming, levantou o oitavo caneco do ano de 2017, e encerrou a temporada de maneira magnífica. 

O time de Counter Strike: Global Offensive formado inteiramente por jogadores brasileiros, ganhou a competição vencendo da equipe de estrelas da FaZe Clan pela 6ª Temporada da ESL Pro League, na Sparekassen Fyn Arena em Odense, na Dinamarca, neste domingo (10/12/17). O próximo compromisso da equipe é apenas em Janeiro do ano que vem, na Eleague Boston Major. 

A vitória rendeu a,  Gabriel “Fallen“, Marcelo “Coldzera“, Fernando “Fer“, Epitácio “Taco” e Ricardo “Boltz” um valor de U$ 225 mil (cerca de R$ 738 mil na cotação atual) em prêmios. E a vice, FaZe ficou com US$ 100 mil. Os brasileiros já tinham conquistado a CS Summit, IEM Sydney, DreamHack Summer, ECS, ESL One Colônia, Epicenter e o Blast Pro Series.

A tarde começou com o mapa Inferno, A SK não conseguiram segurar a FaZe, que jogando em seu cenário de escolha abriu a série com vitória por 13-16. Com destaque para Ladislav “GuardiaN” Kovács que apareceu nos rounds decisivos para resolver tudo a favor da FaZe

Na Overpass, mapa de escolha da SK, tudo começou como já esperado, rounds equilibrados. Com as duas equipes trocando rounds a todo momento, a primeira etapa terminou em 8-7 para os europeus. No segundo tempo, porém, a SK respondeu com uma defesa sólida e com Fernando “fer” Alvarenga brilhando. Nem mesmo todo o esforço da FaZe mudou o final da partida, que terminou em 16-11 para a SK.

Na Mirage, mapa selecionado pelos europeus, quem deu show foi a SK. Os brasileiros anularam completamente Nikola “NiKo” Kovác, que terminou o tempo com apenas 1 abate e 14 mortes. Mesmo reagindo, e encaixando uma sequencia de pontos a FaZe caiu perante a SK pelo placar de 16-9.

Porém o melhor ficou para o final. No mapa Train, os brasileiros dominaram e chegaram a abrir 8-0. A FaZe, então, com uma reação consistente assumiram a dianteira no placar por 11-8. A SK conteve as emoções e dominaram a situação e chegou perto de fechar o jogo. Só que Guardian mesmo sem munição na arma, partiu para cima de Fallen, no meio da smoke, e impediu o desarme da C4 usando apenas a faca. A jogada abriu caminho para o empate. Na prorrogação, a SK conseguiu impor seu estilo de jogo e fechou a partida por 19-16.

 

Além do título, a noite ainda foi mais especial para Epitácio “Taco” que recebeu o prêmio de MVP.

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Flamengo eSports | Nova contratação para a equipe de League Of Legends

Depois de anunciar no dia 21 de Setembro, o Head Coach, Gabriel “MiT” Souza, como a primeira contratação para a disputa do Circuito Desafiante de League of Legends, o Flamengo eSports comunicou hoje nas suas redes sociais a presença de uma grande personalidade para sua equipe em formação.

Thúlio “sirT” Carlos, que estava atuando pela equipe da BigGods Jackals, já desembarcou no Brasil e está oficialmente defendendo o mato rubro-negro, nessa nova empreitada da organização.

“Não podemos esperar pouco de quem realizou a melhor campanha brasileira em um mundial de League of Legends! O Circuito Desafiante que nos aguarde!” Foram essas as palavras do Flamengo em sua rede social.

O próprio jogador decidiu falar um pouco e declarou:

“Sei do peso que carrego nas mãos a partir de agora e prometo a vocês que darei o melhor de mim para não desapontá-los. Nosso objetivo é a elite e é lá que vou levantar a bandeira rubro-negra.

E ai, curtiram a nova contratação? Quem mais vai aparecer vestindo o manto do Flamengo no League Of Legends? Fique por dentro das novidades do eSport seguindo as redes sociais da Torre de Vigilância!

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Análise | Assassin’s Creed Origins

Assassin’s Creed é uma grande franquia, disso não temos dúvidas. Porém seus últimos lançamentos não foram tão bem em crítica e os fãs mais fervorosos demonstraram suas indignações.

Hoje podemos dizer que Assassin’s Creed Origins é o jogo que os fãs pediam para acontecer, um jogo de história assim como os grandes pilares italianos de Ezio. História que você descobrirá nas profundezas de túmulos arenosos, em pergaminhos desbotados, por interação com outros egípcios que se sentem amaldiçoados por seus deuses vingativos e, claro, as histórias infinitamente mais irregulares que vai te fazer lembrar dos outros jogos, e vai passar dias e dias ligando os pontos até ter todas as suas respostas respondidas.

Assassin’s Creed Origins pode celebrar toda uma década da franquia, mas um ano de folga para a série significa que esse salto de fé no Animus poderia ser um ponto positivo, ou poderia trazer novas falhas. Você não se sente estranho ao se esgueirar com seu capuz, mas algumas novas mecânicas de movimentação e de ações durante a gameplay deixa esse Assassin’s Creed com uma postura nunca vista antes.

Assassin’s Creed Origins deveria ser um sinônimo de redefinição, uma bem violenta, enquanto você sempre vai saber o que você está jogando, a experiência na loja finalmente se sente realmente fresca. O sistema de combate de muitos anos foi felizmente enterrado vivo no deserto, as missões que rejeitávamos em fazer morreram silenciosamente sem problemas e um mapa de coleções sem sentido teve uma pedra amarrada a ela e foi afundada no Nilo sem cerimônia. O que resta é um Assassin’s Creed mais magro e mais sutil. Não há sinos e assobios irritantes, apenas todo o antigo Egito como uma tapeçaria ricamente tecida de um RPG assassino. E por sinal, o mapa é gigantesco.

Enquanto os antigos mapas de Assassin’s Creed pareciam pouco convidativos, esse Egito fica bem longe em relação a isso. As diferentes regiões possuem uma identidade própria. Este não é apenas um mundo aberto no deserto, com pirâmides e palmeiras. A campanha da história impressiona e orienta você através das belas terras agrícolas exuberantes, montanhas escarpadas e cidades fascinantes, antes de deixá-lo livre para desenrolar o resto do mundo. Origins não tem problemas em te entregar cidades inteiramente completas como caminho através da sua campanha, sabendo muito bem, você estará de volta por mais, uma vez a todas elas. A sensação de escala só aumenta, os visuais são nada menos que espetaculares, lembrando muito a Florença de Assassin’s Creed II.

O Egito vai tentar te engolir. O mapa e toda a grandiosidade de Assassin’s Creed Origins vai te deixar minúsculo. Enquanto a vida selvagem criará momentos constantes de perigo, você tentará resolver seus problemas com os rebeldes, e os soldados, ao mesmo tempo em que você procura por upgrades de seus itens no velho estilo Far Cry. O novo sistema de quest é perigosamente envolvente. As antigas missões de busca intermitentes foram deixadas de lado. Agora temos missões que ao ser iniciadas, pode parecer pequenas, mas a medida que você avança a história, elas acabam fazendo parte de uma série de missões que os jogos anteriores do Assassin’s Creed nunca imaginariam ser possíveis.

Os personagens são um ponto importante nesse novo Assassin’s Creed, brilhantes e com diálogos significativos, eles se destacam nesse universo recheado de falas interrompidas por ações in game, e por conversas desinteressantes.

Medjay Bayek é agradavelmente único. Embora não haja nenhum spoilers aqui, ele e a busca da esposa Aya em todo o Egito têm um peso no personagem surpreendente. A igualdade também é a ordem do dia. Aya não é apenas uma das mulheres do Egito, mas que reforça sem esforço que não devem ser incomodadas. Não há donzelas no antigo Egito. Existem mulheres, com suas ambições e suas determinações.

Os sistemas de nivelamento e habilidades significam que enquanto Bayek começa fraco e luta por sua vida com uma lâmina enferrujada, ele gradualmente evolui para um super-herói com capuz. A escolha das habilidades é intimidante, mas gasta pontos sabiamente e Origins evolui gradualmente ao seu redor. As batalhas do grupo de repente tornam-se menos uma briga mortal quando você investe em uma tela de fumaça, as batalhas no telhado são instantaneamente 300% mais de Hollywood quando Bayek aprende a empurrar as pessoas para fora dos prédios com seu escudo, atualizar seu arco para poder controlar suas flechas transforma o Egito em um campo de diversão.

Implementando habilmente um esquema de cores no estilo Destiny 2, o sistema de estocagem é constantemente recompensador. Uma vasta gama de implementos mortais significa que você sempre encontrará algo para aproveitar ao máximo o novo sistema de combate. As espadas duplas são mortais de perto, enquanto um cetro ou uma lança se faz ideal para um combate à distância. O próprio combate não é simples, se acostumar leva tempo, mas depois tudo se torna uma segunda natureza, você já realizará ações instantaneamente, e muito mais gratificante. Mega escudos precisam ser esmagados, martelos gigantes esquivados, pontos fracos atingidos. Esta não é apenas uma questão de spam do botão do contador. É estratégia pura, jogadas com um acabamento, e todas elas gratificantes no final, e você sempre vai querer tentar novas alternativas.

Origins lhe deixa livre para fazer e apreciar todo o riquíssimo trabalho de desenvolvimento visual do game. Enquanto algumas áreas exigirão que você caia por tesouros escondidos, outros só pedirão que você encontre um lugar para descansar, onde você pode se sentar e apreciar a visão. Longe da matança, longe do incêndio interminável dos frascos de óleo quebrados, Assassin’s Creed Origins é o jogo mais bonito em uma série de belos jogos.

E as partes que se passam nos dias modernos? Não há spoilers aqui, porém, este é um passo na direção certa para uma história simplificada e um computador de arquivos que vale a pena se drenar informações. Adicionando ainda mais uma camada a um mundo já impressionante, essa é a experiência de assassinos mais coesa ainda. E por incrível que pareça explica tudo que não entendemos em 10 anos de Assassin’s Creed. Tudo é uma história de origens. Penas, dedos perdidos, lâminas ocultas, o próprio Credo e até mesmo esse logotipo. Tudo está presente e correto. Confiante, excitante e absolutamente mortal, Assassin’s Creed Origins é agora, finalmente, o jogo definitivo.

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Análise | South Park: A Fenda que Abunda Força

O jogo lançado em 2014, South Park: The Stick of Truth foi o primeiro vislumbre de esperança para os fãs da série que clamavam por um conteúdo extra série, reunindo os criadores Trey Parker e Matt Stone que se associaram com os desenvolvedores de Fallout: New Vegas. Stick of Truth foi extremamente agradável, tanto em críticas quanto em vendas. Como um RPG, alguns acreditam que ele foi um pouco curto. Mas como experiência extra-série foi bem prazeroso.

Agora, três anos após o Stick of Truth, a Ubisoft finalmente consolidou suas estruturas em um jogo de South Park que é tão divertido como a série, South Park: The Fractured But Whole, em pt/br South Park: A Fenda que Abunda Força. A jogabilidade e o humor são misturados em igual medida, e o resultado é a mais verdadeira adaptação da série de comédia juvenil já produzida.

South Park: A Fenda que Abunda Força se distingue de seu antecessor de forma positiva, tudo que vimos antes agora é melhorado em quase todos os sentidos. Para iniciantes, é uma experiência mais polida, e aprender com os erros faz parte da gameplay, durante cutscene você tem que realizar quick time events, para avançar, mas nada que atrapalhasse seu progresso, caso não consiga realizar a ação rápida, você será redirecionado para o ponto de salvamento mais próximo.

A história também é melhorada desta vez. Enquanto as coisas começam devagar, o jogo aumenta e se torna um mistério intrigante com o retorno de um dos melhores vilões da série. Também é mais coerente e fundamentado do que Stick of Truth. O nivelamento é agora mais espontâneo, permitindo misturar e combinar poderes de várias classes de heróis. E, uma vez que todos esses poderes estão ligados ao DNA do seu personagem, você pode se vestir como preferir.

O Combate também foi expandido a partir de um simples sistema parecido com Paper Mario (2000), e os clássicos Final Fantasy  baseado em turnos mais robustos, onde o posicionamento e o tempo são importantes, e uma maior variedade de inimigos traz um pouco mais de desafios. Um inimigo do tipo suporte pode proteger seus inimigos de danos físicos, deixando você confiar na sua capacidade de machucá-los e adicionar efeitos de status como Sangrar e Queimar. É muito mais dinâmico e agradável, já que você não pode simplesmente aguardar uma ação para contra-atacar e vencer, mesmo quando você se tornar poderoso.

Você ainda pode convocar aliados poderosos como no jogo anterior, e suas apresentações são ainda mais absurdas do que antes. Um stripper pode ser usado para dirigir um carro, ou Moisés pode ser chamado para curar todos os aliados feridos. Ou Gerald, que se espalha no mijo de gato em uma referência ao episódio de South ParkMajor Boobage“.

As brigas contra os Boss são uma alegria particular, com cada um focando em um clímax para um grande ponto da trama enquanto joga fora algumas coisas chatas do combate habitual. Você não pode contornar ou evitar o Boss, isso significa que é um “jogo nos trilhos” onde você deve lidar efetivamente com os adversários, os jogadores precisam se concentrar no Boss, enquanto os minions adicionais são constantemente gerados, enquanto o sistema de timer é usado para introduzir riscos ambientais e restringir o movimento. O combate padrão é igualmente divertido e variado do que os de Stick of Truth à foco no posicionamento, mas as batalhas contra Boss mostram o quão versáteis e criativas foram as equipes de desenvolvimento desta vez. Enquanto isso, pouco mudou na cidade de South Park.

Apesar do mapa relativamente pequeno em South Park: A Fenda que Abunda Força, há momentos em que sentimos que há muito para fazer ou acompanhar em qualquer lugar do mapa. Por exemplo, as corporações não são apenas uma referência em si mesmas para a temporada 20, mas também dizem coisas relacionadas aos episódios passados, ao jogo anterior e à cultura em geral.

Como isto é um South Park, deve ser óbvio que… teremos cenas e diálogos não muito aceitos por alguns, devemos dizer que a marca de humor “único” é obrigada a enrolar algumas partes. De política à identidade de gênero, a cultura da retórica de direita, aparentemente todos são batidos de frente por Matt Stone e Trey Parker em diferentes graus. Em seu momento mais desconfortável, uma luta de chefe apresenta um pedófilo atacando as crianças de uma maneira que alude ao sexo oral forçado. Clássica quebra de conceitos morais que quem assiste a série já está acostumado.

Dito isto, parece que há menos ênfase no humor grosseiro, mas não deixando de ser ofensivo ao máximo possível, e mais brincadeiras para servir a história ou para fazer um ponto de ligação entre série e jogo.

PC Principal ensina você a reconhecer micro agressões e, literalmente, o chama de “guerreiro da justiça social”, mas não há como negar que suas dicas sejam acessíveis – sempre que um inimigo diz algo degradante ou menosprezado para um determinado grupo demográfico, você tem uma chance de ataque. Estes não são o tipo de piadas para fazer você realmente dar a sua vida, mas eles são muitas vezes mais profundos e inteligentes do que você pensa.

VEREDITO:

South Park: A Fenda que Abunda Força equilibra um amplo grupo de fãs com jogabilidade que está em seus próprios méritos e uma história atraente. Entretanto, caso você não seja um fã, o jogo não fará você se tornar um, mas é difícil imaginar uma adaptação melhor realizada do esta. Um incrível extra para a série, e uma boa adição ao universo de South Park.