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Eu Sou Suicida: “A escolha de um garoto. Para morrer.”

Em um dia normal como esse, Tom King tomou uma decisão polêmica: Dizer que Bruce Wayne já tentou suicídio. Esse fato deixou muitos fãs do Homem-Morcego divididos, pois talvez o roteirista estivesse passando dos limites. Entretanto, toda a ousadia é justificada em Eu Sou Suicida. Uma das histórias mais importantes do personagem nos últimos tempos. Na trama, Batman precisa resgatar o Pirata Psíquico para ajudar Gotham Girl. Para isso, o Morcego reunirá um time de vilões desconhecidos para invadir Santa Prisca, a nação de Bane. Nesta equipe temos: Tigre de Bronze, Pierrô, Colombina, Ventríloquo e Mulher-Gato

Em Eu Sou Gotham, o careca já provava escrever bem o personagem com um bom toque de ironia e exagero, tal como Grant Morrison alguns anos antes o escreveu. Agora, ele se distancia do estilo do escocês e explora a mente de Bruce Wayne. O Batman de King é frágil e não superou a morte dos pais, tal como outras versões do personagem. Entretanto, ele tem um fator a mais: O fator suicida. O seu Bruce é o mais frágil nesses 80 anos de existência na ficção. O roteirista compara o ato de vestir o manto do Morcego ao suicídio. “É a escolha de um garoto. Para morrer.” como Wayne diz durante a narrativa. Tudo isso através de uma carta. E aí entra outro fator essencial para a história: Selina Kyle

Ele fez o que poucos tiveram coragem. Aprofundar a relação entre a Mulher-Gato e o Batman. Não são apenas beijos em cima dos prédios, são duas pessoas sofrendo. A carta dela se complementa com a dele. King cria o romance perfeito. O Morcego precisa da Gata e vice versa. É um dos momentos mais tocantes e sensíveis da história do Cruzado de Capa. É claro que o roteirista não se foca apenas nos dois, ele também lida com o seu “Esquadrão Suicida”. Ele faz isso magistralmente. Todos os membros tem uma função na história, que cedo ou tarde, é revelada e surpreende o leitor. O destaque vai para o uso do Ventríloquo. A abordagem usada para esse vilão desconhecido é icônica. 

Outro destaque vai para Mikel Janín. Provavelmente o melhor artista do título até então. Os desenhos de Janín ao lado das cores de June Chung beiram a perfeição. É uma mistura de 2D com 3D muito eficiente e atraente. O jeito como a arte brinca com os layouts e os enquadramentos é genial. Passar as páginas e continuar a leitura é uma tarefa difícil. Os desenhos são muito bonitos e repleto de detalhes. É uma verdadeira aula de narrativa gráfica.

O arco também discute sobre alguns temas como a dependência das drogas. O personagem utilizado para representar isso é o Bane. O personagem é dependente do veneno para sua felicidade. É uma abordagem trágica e interessante. Essa dramaticidade se entrelaçará com a tragédia de Wayne em Eu Sou Bane, o próximo grande arco da revista. Por aqui, a história foi publicada entre as edições 6 à 8 da mensal do Morcego pela editora Panini. Eu Sou Suicida é a parte mais tocante da trilogia planejada por King. Adiciona camadas ao personagem enquanto desenvolve uma divertida e excelente história de assalto. O Batman não poderia estar em melhores mãos. 

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Quadrinhos

No Justice trará grupos liderados por membros da Liga da Justiça

Após o final de Dark Nights: Metal em março, a DC Comics lançará semanalmente No Justice. A minissérie será escrita por Scott Snyder, James Tynion IV e Joshua Williamson. Os desenhos são de Francis Manapul. Na premissa, Brainiac alerta os heróis sobre uma ameaça cósmica. A Liga da Justiça se divide em quatro equipes. Cada uma é liderada por um membro. Batman liderará o time Entropia. Superman, o time Mistério. Flash, o time Sabedoria. Mulher-Maravilha, o time Maravilha. Confira as capas não coloridas e as artes conceituais por Manapul:

Em entrevista ao IGN, Manapul falou sobre o escopo do projeto:

“É a maior história de ação que eu já desenhei. A Liga percebe a necessidade de uma expansão para se tornarem maiores do que imaginam. Se você pensava que Guerra Darkseid era grande, espere por No Justice. Eu estou levando a equipe a beira do cosmos.”

Snyder também falou sobre o quadrinho:

“Nós pensávamos que conhecíamos o mapa do cosmos da DC. Pensávamos que tínhamos explorado tudo o que existia para ser explorado. O Multiverso é um aquário e foi despejado no oceano, encarando terríveis ameaças e incríveis possibilidades. Metal abriu portas para diversas histórias que eu, James e Joshua estamos ansiosos para contar. Quando terminarmos, os fãs nunca mais verão a Liga da Justiça da mesma forma.”

Após No Justice, Liga da Justiça e Liga da Justiça da América, ganharão novas equipes criativas. O run de Christopher Priest e Pete Woods termina na edição 43. O run de Steve Orlando em LJA termina na edição 22 em abril. A nova equipe criativa será composta pelos mesmos roteiristas da minissérie semanal. Os artistas para as novas fases das revistas ainda não foram escolhidos. No Justice será publicado no dia 9 de maio. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Tela Quente

Maze Runner: A Cura Mortal é um fim satisfatório porém tardio

Distopia adolescente foi um subgênero que explodiu com Jogos Vorazes e acabou perdendo sua força com o fraquíssimo Divergente. No meio dessas duas franquias, reside Maze Runner. Não tão popular quanto Katness Everdeen e nem tão medíocre quanto Beatrice Prior. Thomas está ali em uma franquia permeada por erros bobos, mas com a direção extremamente eficiente de Wes Ball. Entretanto em A Cura Mortal, enquanto os problemas de estrutura são cada vez mais visíveis, a direção se demonstra cada vez mais dinâmica. 

Ball é um mestre nas cenas de ação. Há uma cena de perseguição no deserto e o diretor demonstra criatividade ao usar a câmera. A ação é acelerada, mas não é confusa. Ele faz questão de deixar tudo o mais claro possível para o espectador. É impossível se distrair, são cenas de tirar o fôlego. Além disso, ele retorna a fazer boas cenas de suspense, com jumpscares é claro. E ele sabe utilizar esse recurso muito bem. Infelizmente, ele não é tão bom em conclusão. Algumas tomadas deveriam ser um pouco mais longas para criar um impacto maior.

A construção de mundo não é inovadora, mas é incrível. A cidade construída pela CRUEL – se permitem a comparação – compartilha semelhanças com a Los Angeles de Blade Runner. É extremamente satisfatório ver um visual tão futurista em meio a desgraça alheia. Efeitos especiais também estão ótimos aqui. Outro aspecto técnico a se destacar em A Cura Mortal é a trilha sonora composta por John Paesano. Ela é memorável e se mistura organicamente a todas as cenas. Seja para aumentar a adrenalina ou a dramaticidade. 

O elenco apresenta um bom desempenho mais uma vez. Dylan O’Brien entrega um Thomas mais maduro e a Kaya Scodelario traz uma Teresa mais interessante. Se olharmos para os filmes anteriores, veremos que houve uma jornada para desenvolver os personagens. Quem rouba a cena mesmo é Thomas Sangster como Newt. Outro personagem extremamente carismático. O humor também está muito bem balanceado no filme. Em momentos dramáticos, os jovens mostram a que vieram. Se você é um fã da distopia, então prepare os lencinhos.

Entretanto, assim como os anteriores, o novo Maze Runner apresenta erros. Erros ainda mais bobos os quais poderiam ser evitados. Em determinada cena, um protagonista invade um local disfarçado, no meio da operação, ele acaba com o disfarce. Isso, antes dele ser descoberto. Além disso, temos alguns plot-twists sem sentido. O filme é um pouco arrastado e se estende um pouco mais do que deveria na conclusão. Se ele tivesse 10 minutos a menos e tivesse terminado em determinada cena, causaria um impacto muito maior no espectador. 

Mesmo com seus erros de principiante, Maze Runner: A Cura Mortal é um fim extremamente satisfatório e infelizmente tardio para a franquia. Vá saber se o futuro ainda nos reserva mais uma distopia adolescente no cinema. Caso não, então essa foi uma boa forma de enterrar esse subgênero.

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Quadrinhos

As surpresas da terceira edição de Doomsday Clock

Doomsday Clock, a continuação de Watchmen, já revisitou a obra original e já levou os personagens ao Universo DC. Entretanto, tudo o que aconteceu no Universo dos Vigilantes parece estar se repetindo no Universo das Lendas. As pessoas não confiam no Batman e os meta-humanos estão sendo ameaçados. A teoria dos Supermen se trata sobre não ganhar super-poderes por acidente e sim por causa do governo norte-americano. Além disso, Superman está tendo pesadelos com a morte de seus pais terráqueos durante os Novos 52. Isso mostra que o universo não está em perfeita sintonia. A terceira edição foi lançada hoje e trouxe algumas surpresas. SPOILERS a seguir! 

1 – O Retorno do Comediante

O final da segunda edição, trouxe o aguardado encontro entre Ozymandias e Lex Luthor. Entretanto, ao contar o seu plano para salvar a humanidade, Vedit é zombado por Luthor. O careca leva um tiro na mão. A próxima página mostra o Comediante em carne e osso. Ele está preparado para se vingar. Entretanto, como Blake retornou? A terceira edição já explica isso logo em suas primeiras páginas. Johns fez um retcon na obra de Moore. Todos sabemos que o Comediante morre após ser jogado de uma janela em Watchmen, certo? Em Doomsday Clock é revelado que ele foi transportado ao Universo DC por Manhattan antes da queda. Ainda não sabemos o motivo, mas foi uma jogada ousada do roteirista.

2 – Batman e Rorschach

O aguardado encontro entre dois grandes detetives finalmente aconteceu. Não do jeito que esperávamos. Visto que este Rorschach é menos paranoico e sádico em relação a Walter Kovacs. Ele entrega o diário de Kovacs para Batman. Ele o lê em algumas horas. Ele vai para um quarto na Mansão Wayne e tira sua máscara. Mesmo assim, ainda não sabemos quem ele é. Tudo o que sabemos é que ele teve acesso aos testes psicológicos do original e estava em Nova York quando o monstro de Veidt apareceu. Após ler o diário, o Cavaleiro das Trevas diz que sabe onde está Manhattan. Ao final da edição, ele o engana, o colocando atrás das grades. Wayne constata que o vigilante é louco e o lugar dele é preso. Não sabemos se ele o deixou no Asilo Arkham.

3 – Coringa

Um dos maiores mistérios do Renascimento é a existência de três Coringas. Aparentemente, o dos Novos 52, o da Piada Mortal e o da Era de Ouro. Foram pouquíssimas as vezes que o personagem apareceu durante essa fase editorial. Uma delas foi na revista da Arlequina com um Coringa apaixonado. A outra, foi durante a Guerra de Piadas e Charadas com um Coringa que precisa rir. Mímico e Marionete, criados por Johns, vão a um bar em Gotham. Um homem os aborda e diz que apenas o Coringa pode usar maquiagem branca. Tudo indica que os personagens se encontrarão com o Palhaço do Crime em breve. Aliás, o vilão estampa a capa da próxima edição.

4 – Johnny Trovoada

Durante os eventos do one-shot do Renascimento, Wally vai a um manicômio pedir ajuda ao Johnny Trovoada, um membro da Sociedade da Justiça. Durante o arco The Button, Bruce e Barry resgatam outro membro do grupo, Jay Garrick. Entretanto, Jay é puxado de volta para a Força de Aceleração. Todos pensávamos que o mistério em torno da equipe tinha sido esquecido, porém Doomsday Clock trouxe isso a tona com Johnny desaparecendo. Ainda não sabemos o motivo. Será que Manhattan o teletransportou ou ele resolveu fazer algo a respeito da situação meta-humana? Enfim, talvez a Sociedade finalmente retorne. 

Doomsday Clock agora será uma revista bimestral. A minissérie passará por um pequeno hiato após a quarta edição. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Mais detalhes sobre Exterminador vs Batman são divulgados

Há alguns dias o Bleeding Cool anunciou Exterminador vs Batman. A minissérie que traria o confronto definitivo entre os dois personagens. A mesma fonte reportou que mais detalhes seriam divulgados em breve. Foi mais cedo do que pensávamos. As solicitações de abril da DC Comics confirmaram que a história não será uma minissérie, mas sim um arco. Exterminador #30 daria início ao aguardado confronto. Além disso, uma pequena sinopse foi divulgada. Ela traz detalhes interessantíssimos. Confira:

Capa de exterminador #30 por Lee Weeks

Exterminador vs Batman! Primeira parte. Batman descobre sobre um pacote com um teste de DNA. Ele descobre que não é o pai biológico de Damian Wayne. O Cavaleiro das Trevas direciona sua atenção ao Exterminador: O pai biológico de Damian. Será que ele realmente é o filho de Slade Wilson? Quem enviou o pacote e por qual motivo? O maior detetive e o maior mercenário do mundo irão se enfrentar nesse clássico instantâneo.

O arco durará 6 edições. O roteiro é de Christopher Priest e arte é de Carlos Pagulayan. Atualmente, Priest também é o roteirista da revista da Liga da Justiça. O confronto começará em abril. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância

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Tom King escreverá história entre Batman e Gladiador Dourado

Há algumas semanas o roteirista Tom King indicou que estaria escrevendo Gladiador Dourado. Ele também indicou que estaria escrevendo uma Crise. Com a divulgação das solicitações de abril, temos um pequeno vislumbre sobre a história com o viajante do tempo. Batman #45 trará os dois heróis viajando pelo tempo. Confira a capa da edição: 

Arte de Tony S. Daniel

“Os Viajantes. Primeira parte. Gladiador Dourado teve que ir para Gotham. Ele tentará convencer Batman e Mulher-Gato a viajar pelo tempo para resgatar ele mesmo! Parece que o jovem Gladiador voltou no tempo para sequestrar o seu eu do passado e resgatar o seu próprio passado. Ele precisa perseguir suas encarnações através da história do Batman para descobrir o que está acontecendo. O começo de uma nova história que plantará sementes para um novo épico em breve.”

Atualmente a revista do Batman está prestes a finalizar o arco Superfriends na edição 40. A conclusão será lançada semana que vem. Após isso, a revista iniciará um arco com a Hera Venenosa. Depois teremos Bruce e Selina em jornadas distintas discutindo sobre o casamento. Então, o título chegará ao arco com o Gladiador Dourado. O roteiro é de Tom King e a arte é de Tony S. Daniel. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Metal originalmente contaria com 10 Batmen malignos

Dark Nights: Metal é a atual mega saga da DC. Na trama, os heróis precisam enfrentar as ameaças vindas do Multiverso Sombrio. O quadrinho resgatou muitos personagens da editora e alguns conceitos. Um deles, é o Barbatos, criado por Grant Morrison em O Retorno de Bruce Wayne. A saga também conta com alguns crossovers e one-shots. Entre as histórias únicas, temos os 7 Batmen malignos. Em uma sessão de perguntas e respostas no Twitter, o roteirista Scott Snyder falou sobre algumas versões de Homens-Morcego que não foram para as páginas. Confira: 

“Existia um Batman do mal parecido com o Justiceiro. Nós não o usamos. Ele não era sombrio o suficiente. Entretanto, as ideias iniciais para o visual eram sinistras. Existia um mágico também, um Batman formado na arte das magias negras. Não tivemos espaço para eles.”

“Tivemos o Batman misturado com todos os seus vilões. Um Batman que teria crescido no Arkham depois de ser acusado pelo assassinato dos pais. Um Batman com o espírito sujo de Gotham. Foi louco e divertido criá-los.”

A próxima edição de Dark Nights: Metal a ser lançada, será a sexta. O tie-in chamado Wild Hunt, será escrito por Snyder e co-escrito por Morrison. O lançamento será em abril. A Nova Era de Heróis DC tem influência direta da saga. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância

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Exterminador vs Batman é a nova minissérie da DC Comics

A DC anunciou através do Bleeding Cool uma nova minissérie. Exterminador vs Batman mostrará o confronto entre o melhor mercenário e o melhor detetive do mundo. Os personagens já lutaram inúmeras vezes nas histórias em quadrinhos. A última vez em que os personagens se encontraram foi em Batman #28 durante a aclamada Guerra das Piadas e Charadas.

Exterminador vs Batman
Poster de Exterminador vs Batman

A minissérie será escrita por Christopher Priest, o atual roteirista de Exterminador. Contará com desenhos de Carlo Pagulayan e capas de Lee Weeks. O Bleeding Cool reporta que receberemos mais detalhes sobre o quadrinho em abril. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Canário Negro se torna a nova Ra’s Al Ghul em Gotham City Garage

Gotham City Garage é uma adaptação de uma linha de estátuas da DC que traz heroínas motociclistas. Na trama, as garotas se reúnem para ir atrás de Lex Luthor. Aqui, Luthor é um governador que transformou Gotham em uma utopia. Enquanto a cidade do Batman prospera, o resto do mundo está em ruínas. Na edição 20 lançada essa semana, Canário Negro matou Ra’s Al Ghul com a ajuda do Arqueiro Verde. Com isso, ela se tornou a líder da Liga das Sombras.

Gotham City Garage
Gotham City Garage: Canário Negro se torna a líder da Liga das Sombras.

“Faz dez anos que o governador Lex Luthor salvou o povo da devastação e transformou Gotham City na utopia moderna conhecida como O Jardim. Com o resto do mundo em ruínas, a cidade de Luthor prospera, mas não para todas as pessoas. Para manter a ordem, a tecnologia LEXES age brutalmente se algum cidadão sai da linha com o Morcego e seus asseclas. Quando a jovem Kara Gordon vira alvo das suspeitas dos superiores LEXES, ela vai parar na terra devastada. Lá encontra as rebeldes motorizadas.”

Você provavelmente está se perguntando como? Dinah lutava ao lado das heroínas. Um dia ela deixou a equipe para buscar mais reforços na luta contra Luthor. Ela acabou sendo acolhida por Ra’s Al Ghul e conheceu Oliver Queen. O último desafio dela para que se tornasse a mão do demônio, era matar Oliver. Entretanto, nós sabemos que Canário Negro e Arqueiro Verde são um casal, não importa qual seja o universo. Oliver se diz incapaz de matá-la, pois a ama. Dinah diz que essa era a distração que ela precisava e decapita Ra’s. Ela se torna a líder da Liga das Sombras. Gotham City Garage é um quadrinho digital da DC Comics escrito por Collin Kelley e Jackson Lanzing. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Superman voltará a usar a “cueca vermelha” em Action Comics #1000

Este ano o Superman completa 80 anos de sua primeira aparição em Action Comics #1. Para comemorar o aniversário do Homem do Amanhã, a DC anunciou uma edição comemorativa. Action Comics #1000 será um encadernado especial, com histórias de diversos autores e histórias nunca publicadas. Com o lançamento se aproximando, a editora divulgou as equipes criativas. Além disso, também foi divulgada capa da edição ilustrada por Jim Lee que revela o novo uniforme do herói. Ele voltou a usar cueca vermelha por cima das calças. Confira:

Action Comics #1000
Capa de Action Comics #1000 por Jim Lee

Primeiro, teremos duas histórias de 15 páginas. Uma será escrita por Peter Tomasi e Patrick Gleason, roteiristas atuais da revista do Superman. A outra será escrita por Dan Jurgens, o roteirista atual de Action Comics. A edição traz como destaque uma adaptação de uma história nunca publicada de Curt Swan. Marv Wolfman será responsável por essa adaptação. Outro destaque é a primeira história de Brian Bendis para a editora. Essa história será composta por 10 páginas.

O lendário Richard Donner se unirá a Geoff Johns para escrever uma pequena história com a arte do Olivier Coipel. Outras equipes criativas incluem: Paul Dini com Jose Luis-Garcia Lopez; Tom King com Clay Mann e Jordie Bellaire; Brad Meltzer com John Cassaday e Laura Martin; Louise Simonson com Jerry Ordway e Scott Snyder com Tim Sale. Mais equipes criativas serão anunciadas em breve.

Jim Lee falou um pouco sobre a edição:

“Action Comics #1000 representa um momento decisivo não apenas na história dos quadrinhos, mas do entretenimento e da cultura pop em geral. Não existe melhor forma de celebrar a popularidade do Superman do que dando um visual que combina o novo com o aspecto mais icônico do antigo uniforme.”

Dan DiDio, o editor da DC também falou sobre a edição:

“É uma joia de ouro da cultura pop e um testamento a Jerry Siegel e Joe Shuster. Sem Action Comics, sem as ideias criativas de Siegel e Shuster, o lugar dos super-heróis na literatura não seria o mesmo. Se é que eles existiriam.”

Action Comics #1000 será publicada no dia 18 de abril. Além de ser um encadernado especial, a história contará com várias capas variantes que devem ser reveladas em breve. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.