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Pipoca e Nanquim anuncia próximo lançamento: Cannon de Wally Wood

Após uma fenomenal estreia no mercado editorial brasileiro com Espadas e Bruxas do artista espanhol Esteban Maroto, o canal multimídia de Bruno Zago, Daniel Lopes e Alexandre CallariPipoca e Nanquim, anunciou sua próxima publicação: Cannon, de Wallace Wood. Confira os detalhes abaixo!

Via: Universo HQ

John Cannon é o agente secreto perfeito, uma máquina de matar imbatível, pronta para defender o mundo livre contra ameaças como ditadores latinos, organizações terroristas e governos comunistas. Uma bem-humorada obra de ação e aventura, recheada de lindas e perigosas mulheres, produzida por um dos grandes gênios dos quadrinhos mundiais, o controverso Wallace Wood, Cannon é um verdadeiro marco do gênero, tendo sido produzido para entreter os soldados norte-americanos durante os esforços do país na Guerra do Vietnã.

A série une elementos de James Bond com muito erotismo e um alto teor sexual, feita sob medida para agradar os soldados na Guerra. Nos EUA, as tiras foram compiladas e lançadas pela editora Fantagraphics, tendo sido originalmente publicadas em jornais.

Seu autor, Wallace “Wally” Wood, nasceu em Minnesota no ano de 1927, tendo falecido em 1981. Entre seus trabalhos mais marcantes estão obras publicadas na EC Comics e na Revista Mad, porém o maior legado de Wood até os dias de hoje continua sendo a reinvenção do traje do Demolidor, na edição sete da primeira série, escrita por Stan Lee. Nesta aventura, Matt Murdock enfrenta Namor e troca seu traje pela primeira vez, indo do amarelo e vermelho ao uniforme completamente avermelhado.

O anúncio do lançamento foi feito há poucos dias no encontro com inscritos do canal do YouTube.

Cannon – Volume 1 terá 276 páginas encadernadas em capa dura, com preço de capa R$ 99,90. Previsto para ser lançado no final do mês de junho, o título encontra-se em pré-venda na Amazon com 15% de desconto e preço mais baixo garantido.

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Detective Comics Quadrinhos

Le Chevalier | Os Arquivos Secretos do Cavaleiro steampunk

Imagine um grupo de inteligência e operações que atua na França em plenos anos 1800. Adicione o subgênero steampunk, tramas bem narradas com ilustrações que remetem a ótimas histórias em quadrinhos de grandes mestres da nona arte e você terá Le Chevalier: Arquivos Secretos, uma das graphic novels do catálogo da AVEC Editora, pertencente ao universo literário nacional de Le Chevalier.

Criada por Andre Zanki Cordenonsi, a série literária Le Chevalier está situada em meados dos anos 1860, em uma Paris onde as criações a vapor de Jules Verne impulsionaram uma revolução tecnológica que tornou a capital francesa o epicentro de uma renovada Europa.

O Bureau Central de Inteligência e Operações é uma organização que investiga casos a serviço de sua majestade, Napoleão III, e tem como principal agente um espião sem nome, sem passado e extremamente eficiente no serviço: o Cavaleiro, chamado apenas de Le Chevalier. Os Arquivos Secretos, como o nome sugere, tratam de aventuras paralelas às contadas no livro e nos eBooks, aprofundando ainda mais a imersão neste rico universo.

Em poucas páginas um leitor novato rapidamente sente-se a vontade e embarca facilmente na interação entre os personagens, e quem já está familiarizado reconhece sem delongas as características marcantes deste mundo. As duas aventuras presentes neste volume são auto-contidas e deixam ganchos para futuras continuações, mas ambas as tramas de investigação se desenrolam magistralmente pelo texto de Cordenonsi e não somente apresentam o universo como também explicam detalhadamente suas principais características, contando com fichas de personagens e recordatórios.

A provável maior inspiração para a confecção de Le Chevalier é o Hellboy de Mike Mignola. Em Arquivos Secretos os dois agentes do Bureau, Le Chevalier e seu companheiro Persa, investigam casos de assassinato e sequestro situados em Paris. Através de tramas diretas e inventivas o roteirista explora as tecnologias deste mundo retrofuturista e também não perde tempo em introduzir figuras históricas na narrativa, criando um apelo ainda maior para o leitor que deseja aprofundar seus conhecimentos. E a comparação com a obra-prima de Mignola se faz presente mais uma vez, com a utilização de um ótimo glossário que detalha cada um dos termos citados.

Os personagens são divertidos e possuem características marcantes. Chevalier é o típico protagonista misterioso e confiante, que age sem pestanejar para cumprir seus objetivos, e sempre possui uma carta na manga. Persa, apelido de Karim El Hadji, funciona como o alívio cômico da série, sempre focado no lado gastronômico de Paris e reclamando das confusões em que se mete, mas também atuando competentemente como ajudante de campo. E uma gama de personagens secundários encorpam o elenco principal, tornando críveis os relacionamentos.

O formato da publicação assemelha-se ao de álbuns europeus. Não bastasse a trama ser situada na França, com inimigos e conspirações políticas secretas englobando toda a Europa, a aventura soa como um arco fechado de um bom gibi franco-belga. A arte de Fred Rubim remete ao já citado mestre Mike Mignola, lembrando também o traço que Gabriel Bá utilizou na série The Umbrella Academy, da Dark Horse Comics. Todas as três séries possuem um estilo parecido, onde uma organização investiga casos diversos.

A versatilidade de Rubim é outro ponto de destaque que merece ser mencionado. Comparando seus traços em dois quadrinhos diferentes, Le Chevalier e Contos do Cão Negro, são nítidas as diferenças de estilo e narrativa empregadas em ambas as publicações. Em Arquivos Secretos o ilustrador utiliza linhas claras e um jogo de sombras, com um desenho mais caricato que casa perfeitamente com as aventuras. Além disso, o desenhista permite-se pirar nos aparatos tecnológicos que surgem no decorrer das investigações, com robôs, veículos e os divertidos drozdes, animais mecânicos com vida própria e fiéis aos seus amos, que representam o ápice da tecnologia Clockpunk. As cores, que também ficam a cargo de Rubim (o homem é uma máquina), criam uma aura própria ao redor de cada cena, trazendo com maestria um ar específico para os cenários.

E apesar dos cenários mais simples, sem muita tecnologia aplicada na arquitetura, toda a cidade de Paris soa constantemente como um retrato de uma época, e o leitor acaba se deparando com instrumentos e máquinas extremamente incomuns, frutos do subgênero steampunk em que a obra se baseia, que dão um charme para o interior das construções.

A forma como a dupla de autores conduz as narrativas, de maneira linear e com um ritmo próprio que prende a atenção, é a cereja do bolo deste ótimo material nacional, que acrescenta (e muito) aos universos ficcionais oriundos das mentes brilhantes de autores brasileiros, criando obras que não devem em nada às famosas histórias produzidas no exterior. E esperamos que outras aventuras do Chevalier sejam contadas em quadrinhos, mantendo vivas o que há de melhor no pouco explorado estilo steampunk.

Le Chevalier: Arquivos Secretos Vol. 1 possui 64 páginas encadernadas em capa cartão no formato 28 x 21 cm, com preço de capa R$ 39,90.

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Cultura Japonesa Mangá Pagode Japonês

GTO | O professor mais foda que você respeita

Em 1997 estreava nas páginas da japonesa Weekly Shōnen Magazine a série Great Teacher Onizuka, criada por Toru Fujisawa. Com serialização entre os anos de 97 e 2002, GTO (abreviação oficial) tornou-se rapidamente um fenômeno cultuado no mundo todo, figurando entre os 40 mangás mais vendidos do Japão. E com uma estreia fenomenal, este clássico da comédia japonesa chega ao Brasil pela NewPOP Editora, com um formato extremamente similar ao japonês e detalhes exclusivos da edição nacional.

Eikichi Onizuka é um personagem recorrente de diversas histórias do mestre Fujisawa. Shonan Junai Gumi e Bad Company foram séries produzidas antes da estreia de GTO, e as duas focavam na vida de Onizuka como um delinquente. A diferença, com a estreia da série que leva seu nome, foi a ideia aplicada: o delinquente Eikichi Onizuka, 22 anos, decide se tornar um professor… com o objetivo de ajudar (no sentido bíblico) alunas mais novas. E a trama se desenrola com foco em Onizuka tentando assumir o autodeclarado posto de “professor mais foda que virará uma lenda.”

Mangás com delinquentes marcaram uma época e quase sempre são sinônimos de boas risadas. Yu Yu Hakusho, Slam Dunk, Diamond is Unbreakable, Tenjō Tenge e tantos outros possuem o mesmo estilo de protagonismo, similar ao modo de agir do professorzinho de GTO. Através do absurdo conceito onde os delinquentes fazem coisas boas, os autores extrapolam suas ideias na comédia, algo que GTO consegue fazer em um nível muito elevado e mais adulto se comparado a outras obras do gênero. Séries do tipo permanecem vivas até hoje, com mangás recentes como Beelzebub, encerrado há poucos anos.

Great Teacher Onizuka apresenta um caráter sexual muito forte, já que a motivação inicial do protagonista é pura e simplesmente pegar garotinhas. Situações absurdas envolvendo os desejos do professor (e outros que o cercam), com uma arte extremamente caprichada e típica dos anos 90, tornam todas as situações da vida de Eikichi muito memoráveis (entenda o que quiser). Os personagens ao seu redor parecem inicialmente rasos e sem muito teor dramático, mas aos poucos as histórias são contadas e até os mal caráteres tornam-se extremamente relacionáveis com o leitor. Em 1998 a obra foi vencedora do Kodansha Manga Award na categoria shōnen.

A edição nacional, recém-lançada pela editora NewPOP, é o formato mais próximo de um volume japonês já publicado no Brasil. Com sobrecapa, papel especial de gramatura mais alta, sem transparência e dimensões quase iguais aos tankos japoneses, GTO é possivelmente um novo parâmetro de qualidade para os produtos nacionais, sendo importante ressaltar que as páginas coloridas apresentadas nesta edição não existem nos volumes do Japão, tendo sido negociadas como um adicional para a versão do Brasil. E apesar da quantidade absurda de textos e detalhes traduzidos em diversos quadros, erros de revisão interna não passaram, tornando o produto ainda mais caprichado.

O mangá foi adaptado em uma série animada entre 1999 e 2000, totalizando 43 epsiódios. Séries de TV e filmes live-action também foram produzidos e elogiados pelos críticos e fãs. Em 2014 Fujisawa deu início a sua nova série GTO: Paradise Lost, na Young Magazine japonesa, que conta com quatro volumes encadernados até o momento, adicionando mais história aos 25 volumes originais de GTO.

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Um dos anúncios mais empolgantes com um acabamento muito relevante para o mercado brasileiro, GTO é até o momento a estreia de mangá mais fantástica de 2017. Com personagens carismáticos, ótimas ilustrações e diversão com emoção a todo instante, a vida de Onizuka como um professor é um clássico obrigatório para a coleção de todos, reforçando a capacidade humorística dos mangakás japoneses.

GTO possui uma média de 192 páginas por volume encadernadas em formato 18 x 12 cm, com sobrecapa resistente, papel especial de alta gramatura e preço de capa R$ 23,90. Os volumes serão lançados bimestralmente, com assinantes e consumidores da loja Anime Hunter recebendo brindes exclusivos como bottons, marca-páginas e postais.

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Quadrinhos

Marsupial Editora republica a graphic novel La Dansarina

A graphic novel La Dansarina, de Lillo ParraJefferson Costa, será republicada pela Marsupial Editora, através de seu selo para quadrinhos Jupati Books. Confira os detalhes abaixo!

Em 1918, durante o surto de Gripe Espanhola em São Paulo que matou milhões em todo o mundo, Petro, um jovem filho de imigrantes, contrai a doença e fica acamado durante semanas. Quando acorda descobre que sua mãe foi mais uma vítima fatal daquela terrível doença. Esquecida pelo serviço funerário, seu corpo está insepulto há três dias no pátio do cortiço onde moram. Petro decide então lhe dar um funeral digno. Mas para isso terá que carregar o corpo de sua mãe por uma cidade devastada. Através do realismo fantástico, Lillo e Jefferson criaram uma fábula impressionante sobre um dos piores episódios da história da Humanidade.

O álbum, originalmente lançado de forma independente, ganhou o Troféu HQ Mix de 2016 em duas categorias: Edição Especial Nacional e Roteirista (para Lillo Parra).

O jornalista e editor da Mauricio de Sousa Produções, Sidney Gusman, foi o responsável pelo texto da quarta capa, que serve como uma sinopse e recomendação.

La Dansarina possui 136 páginas encadernadas no formato 27,5 x 20,5 cm, com preço de capa R$ 58,00. O quadrinho encontra-se em pré-venda na Amazon com previsão de lançamento para o dia 1 de junho.

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Detective Comics Quadrinhos

Nos Domínios da Escuridão | Uma aventura canônica de Star Trek

Star Trek, a genial franquia criada por Gene Roddenberry em 1966, permanece um clássico da ficção-científica e do entretenimento, sendo reinventada constantemente com novos shows e produtos alternativos. Em 2009 a nova franquia cinematográfica dirigida por J. J. Abrams foi iniciada, contando atualmente com uma trilogia e uma série em quadrinhos produzida pela IDW desde 2011, que a Mythos Editora trouxe ao Brasil em um encadernado de luxo que respeita o legado e a mitologia deste universo e entrega histórias muito boas, ágeis e com ótimos diálogos.

A chamada Linha Temporal Kelvin, batizada assim pela CBS, refere-se à cronologia moderna de Star Trek, a linha do tempo que se passa em uma realidade alternativa à do seriado clássico. Kirk, McCoy, Spock, Uhura, Sulu, Chekov e tantos outros personagens existem nesta nova realidade com suas características típicas mantidas, porém com alguns detalhes alterados.

Em 2013 o filme Além da Escuridão estreou nos cinemas, recriando a história do clássico longa A Ira de Khan com diversas alterações, modernizando o conceito para uma nova geração. Nos Domínios da Escuridão, o encadernado lançado no Brasil em comemoração aos 50 anos da série e aqui resenhado, está situado logo após os acontecimentos do segundo filme, onde foram explorados os Klingons, a Seção 31 e a tensão na galáxia com relação aos Romulanos – utilizados no primeiro filme – e seus objetivos escusos.

As histórias apresentadas nesta compilação funcionam como continuações diretas do longa e respeitam não somente as características pré-estabelecidas desta linha temporal como também prestam diversas homenagens ao material clássico. O primeiro arco, focado no ritual vulcano do Pon Farr, é uma recriação do cultuado primeiro episódio da segunda temporada da série clássica, Tempo de Loucura, onde o ritual de acasalamento vulcano é explorado através das necessidades biológicas de Spock. Inserindo a ideia nos acontecimentos desta realidade, o texto de Mike Johnson (Superman, Supergirl) faz com maestria o difícil trabalho de costurar uma trama significativa para os personagens com os acontecimentos paralelos, que descambam em um arco de batalha – física e política – logo após a primeira aventura.

O Spock da Linha Kelvin, é importante ressaltar, não concluiu o ritual do Kolinahr, que visa expurgar todo e qualquer resquício de emoção da mente de um vulcano. Com isso, seu ritual do Pon Farr difere-se significativamente do realizado pelo Spock da Linha Clássica, mantendo as características mais emotivas e quase sexuais deste vulcano. Sua relação com Uhura é mantida, e a Carol Marcus, apresentada no segundo filme, também é utilizada como elenco de apoio.

Se não bastasse a referência direta a este clássico da franquia, em sequência uma história curta traz de volta os répteis humanoides Gorns, vilões conhecidos que surgiram no episódio Arena, décimo oitavo da primeira temporada da série original, onde Kirk protagoniza uma das lutas mais memoráveis (seja lá em qual sentido) de toda sua carreira. Sempre respeitando o cânone e modernizando os conceitos, ideias que se aplicam também às criaturas do universo.

Os desenhos ficam a cargo de Erfan Fajar e Claudia Balboni, que apesar da simplicidade narrativa, entregam uma fidelidade cinematográfica às feições de cada um dos personagens e detalhes dos cenários. Com os acontecimentos descambando para a trama maior, que engloba Klingons, Romulanos, a Seção 31 e a Federação, o grupo de Kirk se vê preso em uma guerra onde três lados lutam por motivos distintos, e a tripulação da Enterprise deve se adequar ao que for acontecendo para salvar quantas vidas estiverem ao seu alcance.

A Seção 31 é uma clássica organização que foge dos padrões éticos da Frota Estelar visando a defesa da Terra, e fora utilizada também como vilões centrais da história de Além da Escuridão. Com isso, todos os acontecimentos destas aventuras (que são canônicas e supervisionadas por Roberto Orci, consultor de tramas) fecham pontas soltas do longa de 2013, complementando a experiência como um universo expandido deve fazer como objetivo primário.

Nos Domínios da Escuridão apresenta o que há de melhor na nova franquia de Star Trek: ação, ótimos diálogos, caracterizações fidedignas ao material original e um visual deslumbrante, sem limitações orçamentárias típicas das séries mais antigas.

O bom material presente nesta compilação faz parte de uma longeva série publicada nos EUA há alguns anos, que com a ajuda do público consumidor brasileiro pode ser trazida pela editora Mythos através de encadernados, enchendo as livrarias com materiais essenciais para os trekkies de plantão, audaciosamente indo onde nenhum quadrinho jamais esteve.

Star Trek: Nos Domínos da Escuridão possui 208 páginas encadernadas em capa dura no formato 26,8 x 17,4 cm, com preço de capa de R$ 79,90.

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Mythos lança conclusão de Zenith inédita no Brasil

Encerrando a saga do super-herói criado por Grant Morrison e Steve Yeowell, a Mythos Editora está lançando o segundo volume de Zenith, com as duas Fases finais da série, sendo a última inédita no Brasil e totalmente colorida. Confira os detalhes abaixo!

Os Lloigor estão de volta e dessa vez eles pretendem tomar o controle de tudo. Para fazer isso, precisam alinhar universos alternativos e formar um cristal conhecido como “Omniedro”. Um Maximan de uma realidade alternativa reúne um exército de super-heróis de múltiplas Terras para enfrentar os deuses sombrios. Será que Zenith vai ser maduro o suficiente para levar a sério essa guerra pelo destino de todas as coisas?

Além disso, superseres do passado voltam para punir os Estados Unidos por atentarem contra suas vidas. Incubando-se no Sol, eles também querem ascender a um novo nível de existência mesmo que isso resulte na destruição da Terra. Zenith e St. John se veem enfrentando antigos conhecidos… e precisam escolher entre eles e o futuro da humanidade! Os criadores de Zenith, Grant Morrison (Homem-Animal) e Steve Yeowell (Os Invisíveis) apresentam uma história super-heroica épica, que atravessa o tempo e o espaço!

O final da saga rendeu ao título a alcunha de “Crise nas Infinitas Terras dos quadrinhos britânicos“, onde Morrison reúne todos os conceitos apresentados nas Fases anteriores e fecha as pontas soltas, com viagens dimensionais e conceitos que só o roteirista escocês é capaz de criar.

O Volume Um, compilando as Fases Um e Dois da série original, foi lançado há cerca de um mês.

Zenith – Volume Dois possui 252 páginas encadernadas em capa dura, formato 25,9 x 18,7 cm, com histórias em preto e branco e coloridas, e preço de capa R$ 84,90. Encontra-se em pré-venda no site da editora e na Amazon.

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Editora Abril lança Mickey em homenagem a Corto Maltese

As revistas do Mickey publicadas pela Editora Abril em junho/julho de 2017, de numeração 898 e 899 respectivamente, homenagearão um clássico dos quadrinhos italianos: Corto Maltese, a criação suprema de Hugo Pratt (1927-1995). Veja os detalhes abaixo!

Através do selo Abril Jovem a Editora Abril publica diversas revistas mensais, encadernados e especiais dos personagens Disney. Entre tantas séries, a revista do Mickey é uma das mais longevas. Nela, histórias clássicas são mescladas com paródias e homenagens, como o material italiano do Topolino parodiando séries europeias. E em comemoração aos 50 anos do surgimento de Corto Maltese, serão lançadas duas revistas comemorativas:

O argumento é de Bruno Enna com desenhos do mestre Giorgio Cavazzano. A comemoração através destas edições especiais, além do quinquagésimo aniversário de Corto Maltese, é sobre as cinco décadas de carreira de Cavazzano na Disney. A aventura faz brincadeiras com A Balada do Mar Salgado, primeira história de Corto e um clássico absoluto dos quadrinhos italianos. O nome original desta série é Topo Maltese e foi publicada na Itália em março deste ano.

Corto Maltese é um marinheiro aventureiro da Marinha Mercante. Surgiu em julho de 1967 na Revista Sgt. Kirk italiana. Em suas aventuras, Pratt utiliza sua criação para transportar toques autobiográficos sobre suas viagens e aventuras ao redor do mundo, cruzando com personagens reais e até mesmo visitando o Brasil na história Sob o Signo de Capricórnio, situada na Bahia. A Balada do Mar Salgado, primeira história de Corto, gira em torno contrabandistas e piratas nas Ilhas do Pacífico durante a Primeira Guerra Mundial.

Em entrevista à Panini italiana, Cavazzano disse: “Acho que ‘Topo Maltese’ é a história mais bonita que já fiz.

A Editora Abril já lançou outras paródias do Mickey feitas com base em quadrinhos europeus, como Dylan Mouse e Mickeyrix.

Mickey 898 e 899 possuem cerca de 52 páginas, capa couché, lombada canoa e custam R$ 4,50 cada.

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A diferença invisível | Nemo lança quadrinho sobre Síndrome de Asperger

Está chegando o mês de junho, período em que a Editora Nemo lançará algumas de suas graphic novels mais aguardadas do ano. A primeira delas, A diferença invisível, aborda de forma sensível a Síndrome de Asperger. Confira os detalhes abaixo.

Marguerite tem 27 anos, e aparentemente nada a diferencia das outras pessoas. É bonita, vivaz e inteligente. Trabalha numa grande empresa e vive com o namorado. No entanto, ela é diferente. Marguerite se sente deslocada e luta todos os dias para manter as aparências. Seus movimentos são repetitivos e seu universo precisa ser um casulo. Ela se sente assolada pelos ruídos e pelo falatório incessante dos colegas. Cansada dessa situação, ela irá ao encontro de si mesma e descobrirá que é autista – tem a Síndrome de Asperger. Sua vida a partir daí se transformará profundamente.

As autoras desta história são Mademoiselle Caroline, parisiense e autora de vários álbuns humorísticos e autobiográficos envolvendo depressões, que chamaram a atenção da mídia e dos leitores, e Julie Dachez, diagnosticada com Síndrome de Asperger aos 27 anos. Um diagnóstico tardio, que ela converte num trampolim para uma nova vida.

Ela deixa de fingir, de aceitar um cotidiano que não é para ela e decide viver plenamente sua vida, com suas forças e suas fraquezas. Em A diferença invisível, ela conta seu percurso, mas também fala da diferença – no sentido amplo do termo –, de respeito, de tolerância e de aceitação de si mesmo. Seu blog Émoiémoietmoi é acompanhado por um grande número de autistas e profissionais da saúde. A tradução deste quadrinho ficou a cargo de Renata Silveira.

A Síndrome de Asperger é uma condição neurológica do espectro autista caracterizada por dificuldades na interação social, comunicação não verbal e padrões de comportamento repetitivos com interesse restrito. Foi nomeada em homenagem a Hans Asperger, pediatra austríaco que em 1944 estudou e descreveu crianças com as mesmas características. A causa exata da síndrome é desconhecida.

A diferença invisível possui 192 páginas encadernadas em brochura no formato 17 x 24 cm, com preço de capa de R$ 44,90.

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Detective Comics Quadrinhos

Power Rangers | O Ano Um do Ranger Verde

Power Rangers, a franquia multimilionária da Saban Etertainment, possui um histórico de sucesso que vai além das famosas séries inspiradas nos Super Sentai japoneses, alcançando o cinema – com três filmes, um blockbuster lançado recentemente – e histórias em quadrinhos. Com uma série recente publicada no exterior pela BOOM! Studios, os clássicos guerreiros coloridos retornam com maestria ao inconsciente popular, chegando ao Brasil em uma edição de luxo lançada pela Editora Pixel.

Cinco guerreiros escolhidos por Zordon e Alpha para defenderem o mundo contra as forças do mal de Rita Repulsa. Vermelho, amarela, rosa, preto e azul, utilizando poderes baseados em dinossauros para lutarem e convocarem seus robôs gigantes. Todos devem conhecer a história base da série Power Rangers, e ela é complementada posteriormente com a introdução do Ranger Verde, antigo lacaio de Rita, como sexto membro do grupo. O encadernado “Mighty Morphin Power Rangers: Ranger Verde – Ano Um” está situado logo após a saga “Verde de Raiva” (Green With Evil), onde Tommy Oliver foi apresentado na primeira temporada original.

Escrita por Kyle Higgins e ilustrada por Hendry Prasetya, esta série em quadrinhos dos Rangers consegue modernizar a série clássica e ir além de tudo que já foi feito para a TV em muitos sentidos. Sem a limitação orçamentária os autores possuem liberdade para criar cenas de ação que remetem à primeira temporada de MMPR, porém feitas com um visual muito mais ousado. A arte de Prasetya (Lanterna Verde, Voodoo), que ilustra takes e perspectivas nunca antes vistas pelos fãs, é cinematográfica e fluida, mas também caricata e agradável. Uma sala de treinamento, cenas de ação em alto mar e até mesmo efeitos de teletransporte trazem novos ares para a franquia. E o outro destaque, o texto de Kyle Higgins (Batman, Asa Noturna, Capitão América), é feito com fidelidade e modernização.

Ao retratar Jason, Trini, Zack, Billy e Kimberly com suas respectivas caracterizações típicas da série o roteirista também toma a liberdade de explorar um pouco mais os dramas de cada um, sempre retratando suas falas e atitudes típicas de adolescentes de forma fiel e atual, inserindo até mesmo aparatos tecnológicos mais modernos neste universo. Billy e Trini possuem sua tão aconchegante relação de amizade e apoio, enquanto Kimberly está sempre motivada a tratar Tommy e seus amigos da melhor forma possível. Jason e Zack, grandes companheiros, dividem momentos chave de liderança com relação ao mistério por trás do que vem afetando o grande destaque deste arco, Tommy Oliver, que está sofrendo uma incerteza e constante influência mental negativa remanescente de Rita Repulsa, que deseja retomar o poder do Ranger Verde para si e dominar o mundo. E todos os acontecimentos se desenrolam a partir desta luta na mente de Tommy.

Este primeiro arco, que complementa muito bem o seriado, é totalmente focado na jornada do Ranger Verde superando a já citada influência de Rita na sua vida. O dia-a-dia dos heróis é mostrado também com fidelidade ao material original, enquanto os alívios cômicos Bulk e Skull são inseridos em um novo contexto, agindo como jornalistas/vloggers da Alameda dos Anjos. Vilões conhecidos como Goldar e Scorpina possuem seus momentos, e mais da rotina escolar dos protagonistas é mostrada. Com o grupo tendo de se acostumar com o novo membro do enquanto lidam com seus próprios problemas, a narrativa segue de forma natural e muito agradável, trazendo nostalgia e satisfação ao leitor casual e principalmente ao fã.

Como uma lufada de ar fresco, esta primeira parte do Ano Um do Ranger Verde (edições #0 a #4 da série original) introduz os Rangers a uma nova geração, resgata tudo que há de bom na franquia de maneira respeitosa e, acima de tudo, é uma história feita com muito esmero e atenção aos detalhes. Apesar de o arco continuar, este primeiro volume mostrou que os heróis da Saban ainda possuem fôlego para continuarem na mente das pessoas por muitos anos, renovando sua legião de fãs constantemente através de suas aventuras relacionáveis com um público diversificado.

O encadernado também apresenta as divertidas “Contínuas Aventuras de Bulk & Skull”, uma história curta escrita pelo gabaritado Steve Orlando (Liga da Justiça, Superwoman, Batman) e desenhada por Corin Howell (Bat-Mirim), onde os atrapalhados amigos decidem se tornar heróis como os Power Rangers. Obviamente, da forma mais ridícula possível.

Mighty Morphin Power Rangers: Ranger Verde – Ano Um possui 128 páginas encadernadas em capa dura no formato 25,8 x 17 cm, com preço de capa de R$ 44,90.

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Confira a capa de A Canção do Cão Negro, da AVEC Editora

O artista Fred Rubim, que ao lado de Cesar Alcázar criou O Coração do Cão Negro, publicado pela AVEC Editora, divulgou recentemente em suas redes sociais a capa do segundo volume da série, intitulado A Canção do Cão Negro. Confira detalhes abaixo.

Em 2015 a AVEC Editora publicou o primeiro volume da série nacional Contos do Cão Negro, dos já mencionados Fred Rubim e Cesar Alcázar. Com um encadernado muito elogiado pela crítica, em breve será lançada a continuação dessa história, que teve sua capa divulgada há alguns dias:

O primeiro volume foi mencionado por muitos como um “tom de quadrinho europeu criado no Brasil“. Anrath, o mercenário irlandês conhecido como o “Cão Negro de Clontarf”, é um homem atormentado. Nascido gaélico, foi criado entre os Vikings. O destino fez dele um renegado, um guerreiro condenado a vagar entre duas culturas sem pertencer a nenhuma. Contratado pelo misterioso Inglês para encontrar o medalhão chamado “Coração de Tadg”, Anrath é envolvido em uma trama de vingança e traição que o levará direto para as mãos de Ild Vuur, o viking, e o fará confrontar horrores além do espaço e do tempo. A continuação mostrará uma nova aventura do personagem.

Alcázar já havia publicado em 2014 o livro A Fúria do Cão Negro, situado neste universo que agora é desenvolvido em quadrinhos. O autor também escreveu Bazar Pulp: Histórias de Fantasia e Aventura e Horror. Fred Rubim, formado em Desenho Industrial pela Universidade Federal de Santa Maria, é ilustrador freelancer e artista da série Le Chevalier em quadrinhos, dando vida ao encadernado Le Chevalier: Arquivos Secretos. Para visitar o portfólio do artista, clique aqui.

Além da capa mostrada acima, uma página de preview foi compartilhada:

A Canção do Cão Negro – Volume 2. Série Contos do Cão Negro deve ser lançado em breve. O primeiro volume, O Coração do Cão Negro, encontra-se disponível na Amazon. O encadernado possui 64 páginas encadernadas em capa cartão no formato 27,8 x 20,6 cm, e preço de capa sugerido R$ 39,90.