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Liberado o primeiro trailer da segunda temporada de Sex Education, assista!


A Netflix disponibilizou o primeiro trailer oficial da segunda temporada de Sex Education, que chega em 17 de Janeiro de 2020 na plataforma de streaming.

Otis (Asa Butterfield) é um adolescente socialmente inapto que vive com sua mãe, uma terapista sexual. Apesar de não ter perdido a virgindade ainda, ele é uma espécie de especialista em sexo. Junto com Maeve, uma colega de classe rebelde, ele resolve montar sua própria clínica de saúde sexual para ajudar outros estudantes da escola.

Para futuras informações a respeito de Sex Education, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Torre Recomenda | Animes de 2019

Mais tradicional que a piada do pavê em final de ano, os otakus imundos desse site se reúnem novamente para falar dos animes que eles mais gostaram em 2019. O ano de 2019, no geral, foi bem fraco se comparado ao ano anterior, por conta disso, e pela vida ter acontecido (já que vivemos e não ficamos o ano todo assistindo desenho chinês), o top de cada um terá apenas 5 (ou 4) animes.

Antes de mais nada, vale um aviso: o nosso digníssimo companheiro de site, Gabriel, implorou para que colocássemos Beastars da lista, no entanto, a Netflix é a responsável pela distribuição do anime mundialmente, e como todo anime de temporada, ela só irá colocar no ar daqui uns meses. Por isso, afim de não incentivar a pirataria, decidimos não coloca-lo na lista. Mas ainda vale a recomendação, pois foi um dos melhores do ano.

Outro aviso, o sucesso estrondoso Demon Slayer não estará presente também, pois: ninguém assistiu. Eu, Pedro, vi apenas 3 episódios e achei um bom feijão com arroz, mas não continuei. Assisti também o tão bem falado episódio 19, e de fato tem uma boa animação, mas o segundo lugar da MINHA lista, fez isso melhor e em quase todos os episódios ¯\_(ツ)_/¯.

PEDRO:

5 – Hitoribocchi no Marumaru Seikatsu
Hitoribocchi é um anime que me pegou de surpresa. Esperava ser apenas um anime slice of life sobre uma garota que queria fazer amizades, mas se mostrou ser mais do que apenas isso. Não foi só uma comédia, mas também uma crítica ao Japão em si, sobre como a sociedade é retraída. A parte dramática funciona muito bem. Além do elenco, é claro. Disponível na Crunchyroll.

4 – Kaguya-sama: Love is War
Uma das melhores comédias dos últimos anos. Já ouvia bastante elogios sobre o mangá, mas ainda não tinha oportunidade de ler. Então, veio o anime. Gargalhava em cada episódio, tanto pelas situações, quanto pelas comédias. A direção e a animação são outro ponto forte do anime, o timing do diretor é ótimo. Disponível na Crunchyroll.

3 – Sarazanmai
Kunihiko Ikuhara é um dos diretores que eu preciso correr atrás dos seus trabalhos e creio que Sarazanmai tenha sido uma ótima porta de entrada para a carreira do diretor. Não só pelos mistérios e twists, Sarazanmai me conquistou pelo seu elenco e a trama geral. Ousou falar de assuntos LGBTs de uma forma que não ofendeu ninguém, e sem escapar para os clichês. Disponível na Crunchyroll.

2 – Mob Psycho 100 II
Depois de três anos, Mob e companhia estão de volta, e melhor do que nunca. Desenvolvimento. Essa é a palavra que define a segunda temporada de Mob Pyscho 100. Mob e Reigen cresceram de uma maneira que eu não esperava, e trouxeram ótimos momentos durante esses 12 episódios (e OVA). Além disso, o BONES não poupou esforços e mandou bem mais um vez. Mob tem as melhores cenas animadas do ano. Disponível na Crunchyroll.

1 – Vinland Saga
Bom, chegamos ao número #1. Vinland Saga é atualmente o meu mangá favorito, desde que eu comecei a ler há quase 6 anos. Desde o início fiquei com medo da adaptação em animes. Medo de não saberem trabalhar com o roteiro de Makoto Yukimura. Medo de ser um novo Berserk, visto que na direção estavam alguém que só trabalhava com animes em CGI. Medo do WitStudio, que costuma perder a mão na produção quando se trata de algo com mais de 12 episódios. Enfim…
O anime soube bem trabalhar com o material original. As mudanças que foram feitas não alteram em nada o sentido da obra, além de 90% do anime ter seguido o mangá. A animação, que contou com bastante CGI, mas bem trabalhado, ficou excelente. Ela decaí na segunda metade, como era de ser esperar, mas o roteiro é tão rico, que você não se importa. Que venha FARMLAND, que venha mais Vinland Saga. Mas leiam o mangá! Disponível na Amazon Prime Video.

Menções honrosas: Dororo, Run With the Wind e That Time I Got Reincarnated as a Slime. Os últimos dois são animes que começaram no final do ano passado, mas terminaram esse ano, então não faria sentido colocá-los no TOP, porém são ótimos animes. Dororo está disponível na Amazon Prime Video, já os outros dois estão disponíveis na Crunchyroll.

LUIZ:

4 – Babylon

A última surpresa do ano, Babylon me chamou atenção pela abordagem da trama investigativa que, diferente da maioria dos anime do gênero tentam enfiar alguma gimmick sobrenatural, se sustenta puramente no drama policial em volta da investigação de um esquema corrupto envolvendo os políticos do Distrito Shiniki de Tokyo e uma misteriosa mulher no centro de tudo.
Babylon foi uma surpresa de última hora bem vinda que mantém a tensão elevada conforme a trama se revela cada vez mais ambiciosa, mas que comparada aos outros membros da lista não reluz tanto quanto os melhores dos melhores. Amazon Prime Video

3 – Lupin III: Fujiko Mine no Uso

Apesar de não alcançar a maestria dos anteriores, especialmente em relação a Goemon’s Spray of Blood, a última entrada cinematográfica da série Lupin sob direção de Takeshi Ikoike, Fujiko Mine no Uso, trouxe com êxito a essência que as animações de Lupin tem trazido nos últimos anos.
O maior destaque do filme vai para o merecido e tardio desenvolvimento de Fujiko Mine, que nesse filme, é apresentada inicialmente como babá do filho de um foragido que roubou milhões afim de financiar a cirurgia do filho, Gene, e precisa protegê-lo de uma organização criminosa que está atrás do seu pai.
O filme mostra um novo lado maternal e sentimental de Fujiko, dando um brilho sutil a uma personagem que até então era sempre lembrada apenas como o fanservice ambulante da franquia. Apesar dos pesares com o certos plots do enterro, em especial o antagonista do filme,, Fujiko Mine no Uso ganha facilmente lugar nessa lista. Não está disponível oficialmente no Brasil.

2 –  Mob Psycho 100 II

Após o excelente lançamento em 2016, Mob Psycho retornou com segunda temporada nos primeiros dias de 2019 se sobressaindo novamente em todos os aspectos e, para mim, estabeleceu um degrau altíssimo para as futuras animações do ano.
Trazendo a conclusão da história de Mob, através de um arco construtivo e conciso, uma direção e animação espetacular, Mob Psycho 100 adapta o já excelente material original e expande sobre isso,  entregando uma experiência viva e fenomenal, digna de um melhor do ano. Crunchyroll.

1 –Dororo

A nova adaptação do clássico dos anos 60 de Osamu Tezuka foi o que revitalizou brevemente meu ânimo com os animes ao me surpreender com a evolução em cima do material original e na execução espetacular na tela. Trazendo uma nova identidade visual, mais contemporânea e ‘adulta’, Dororo (2019) brilha em cada episódio com personagens e uma trilha sonora incrível que estabelecem uma relação íntima entre os personagens e o espectador.
Dororo se destacou não apenas pelo maestria com que cada episódio era conduzido sem estagnar a fórmula claramente estabelecida, como também por ser uma lição em termos de adaptação e direção, merecendo não só o título de um dos melhores animes de 2019 e como também da década. Prime Video

VINICIUS:

1º: The Quintessential Quintuplets (Primeiras Impressões | Assista em: Crunchyroll)

2º: How Heavy Are The Dumbbells You Lift? (Assista em: Funimation)

3º: Cautious Hero: The Hero Is Overpowered But Overly Cautious (Assista em: Funimation)

4º: Kaguya-sama: Love Is War (Assista em: Crunchyroll)

5º: Oresuki: Are You The Only One Who Loves Me? (Assista em: Crunchyroll)

Dois mil e dezenove pode não ter sido um dos melhores anos para se assistir animês, mas, com certeza, foi um excelente ano para comédias. Eu já comentei diversas e diversas vezes sobre o assunto, e insisto em bater na tecla: Não faço ideia do motivo de ainda tentarem fazer animês auto-denominados “sérios“, quando a mídia claramente foi feita e moldada para servir à comédia. Claro que isso sempre dependerá do gosto de cada um (amém!), mas pra mim, o ápice da japanimação está na falta de seriedade. E o meu Top 5 reflete isso, com cinco comédias.

Comédia é um gênero lindo pois abrange todos os tipos de humor. E não importa qual tipo de humor você goste, pelo menos um dos cinco acima irá te agradar. Vou destrinchar pra você:

The Quintessential Quintuplets é a sua comédia-romântica basicona. É exatamente o que você poderia esperar, e consegue trazer tanto o sutíl humor do cotidiano idealizado, quanto um elenco memorável (por mais irônico que isso possa parecer, já que elas são todas gêmeas). Se eu sobrevivi 2019, foi pela mais pura força de vontade por querer assistir a segunda temporada, que chegará neste santo ano que se inicia.

How Heavy Are The Dumbells You Lift? é um dos meus subgêneros prediletos: O da normalização do absurdo. Você tem uma ambientação completamente normal, mas todo o resto é um festival de horrores, de fazer a sua cabeça simplesmente explodir. Mas, diferente do próximo subgênero (que comentarei a seguir), todo o absurdo é tratado como se fosse comum. O humor está no fato de as personagens simplesmente aceitarem as ações completamente insanas como corriqueiras, e seguirem com suas vidas como se nada de estranho estivesse acontecendo. Além de me fazer dar gostosas risadas, o show ainda é surpreendentemente educativo, ensinando diversos tipos de exercícios que você pode fazer até em casa. Vale muito uma conferida.

Já em Cautious Hero: The Hero is Overpowered But Overly Cautious, temos o simples absurdo. É o mais próximo que temos do famoso Manzai, onde o “Cara sério” (Tsukkomi) é a voz do bom senso dentro de um mundo repleto de “Caras bobos” (Bokes). O absurdo existe tanto quanto (se não até mais) do que no exemplo anterior, mas aqui, a graça vem da realização de que até mesmo as personagens (pelo menos uma delas) percebem a insanidade daquilo que elas estão presenciando. Cautious Hero, em especial, é um exemplo ótimo pois não há um Boke ou um Tsukkomi pré-estabelecido. Os papéis circulam entre as personagens, e você não saber de qual lado virá a próxima piada deixa tudo ainda melhor.

Kaguya-sama: Love is War é um caso onde eu tenho mais dificuldade de definir um gênero, pois é um show que mistura os três elementos acima. Ele é, em sua essência, uma comédia-romântica, mas sua comédia está muito mais nos duelos absurdamente elaborados dos protagonistas do que no próprio romance. De certo modo, acaba trazendo um pouco de cada lado, e conseguiu ter as personagens mais marcantes do ano. Além de, é claro, excelentes pontos nos quesitos técnicos. Eu canto “LOVE IS WAR LOVE IS WAR LOVE IS WAAAAAAAAAAR” no banho até hoje.

Por fim, fechamos o Top 5 com Oresuki: Are You The Only One Who Loves Me?, que é o representante do subgênero de paródia da nossa lista. Eu amo paródias, principalmente por sua constante quebra da quarta parede e transformação de expectativas em humor. O primeiro episódio me desceu um pouco indigesto, e acredito que possa ter sido o caso com várias outras pessoas também. Mas depois que eu entendi qual era o propósito do show – e que ele não estava nem um pouco preocupado em se levar a sério – tudo se encaixou e eu comecei a me divertir como nunca. Até no episódio recap, que não deveria ter nada de novo, eles conseguiram me arrancar risadas apenas com uma narração. Trabalho excepcional não só de direção, como de dublagem e produção.

No final, todos assistimos animes por um mesmo motivos: Se divertir e, pelo menos por alguns minutos, fugir da bizarra e aterrorizante realidade que nos pressiona por todos os lados. E na minha opinião, rir é a melhor forma de se fazer isso. Que 2020 traga muitas boas comédias para nós disfarçarmos nossa dor interior.

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Netflix divulga o trailer da segunda temporada de Narcos: México e confirma o lançamento para Fevereiro de 2020

A Netflix divulgou na íntegra, o primeiro trailer completo de Narcos: México, na qual aproveitou a oportunidade para confirmar que o seu lançamento será no dia 13 de Fevereiro.

https://www.youtube.com/watch?v=DgJYcmHBTjc

Quando o agente da narcóticos Kiki Camarena (Michael Peña) se muda com sua família da Califórnia para Guadalajara, assumindo um novo cargo, ele logo descobre que sua nova missão será bem mais desafiadora do que poderia imaginar. Enquanto ganha a confiança de Félix (Diego Luna), o ambicioso chefe do cartel, uma trágica cadeia de eventos acaba afetando a própria missão quanto a guerra contra as drogas nos anos que se seguirão. Diz a sinopse do primeiro ano.

Para futuras informações a respeito de Narcos: México, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Dennis Haysbert será Deus na quinta temporada de Lúcifer

A EW revelou com exclusividade, que o ator Dennis Haysbert será Deus na quinta temporada de Lúcifer.

Será a primeira vez que veremos a divindade e o pai do Diabo na obra, uma vez que ele foi apenas mencionado nos anos anteriores.

Dennis Haysbert é um ator estadunidense, mais conhecido por ter interpretado o personagem David Palmer na série de TV 24 Horas.

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Lúcifer está entediado e infeliz como o senhor do Inferno e decide tirar férias em Los Angeles, onde vira dono de uma casa noturna com ajuda de sua serva Mazikeen. Mas, o que ele não esperava, era que faria amizade com Chloe Decker,uma investigadora da polícia local e que posteriormente, acabaria ajudando a moça em sua profissão, tornando-se parceiros em ambas de suas rotinas.

A quarta temporada de Lúcifer já está disponível na Netflix.

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Netflix renova Criando Dion para a sua segunda temporada

A Netflix renovou oficialmente Criando Dion para a sua segunda temporada. A Informação foi dada pelo The Hollywood Reporter.

No segundo ano, Nicole terá que manter o segredo dos dons de seu filho e contará com a ajuda de Pat, o melhor amigo do seu falecido marido. O que Nicole não esperava, é que há inúmeros antagonistas que querem fazer testes com Dion e descobrir mais de seus poderes.

A segunda temporada de Criando Dion não possui data de lançamento.

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Nicole Reese criou seu filho Dion sozinha após a morte de seu marido Mark (Michael B. Jordan). Mas a tarefa de cuidar dele sozinho fica ainda mais difícil quando o garoto começa a desenvolver habilidades sobrenaturais. Agora, ela conta com a ajuda do melhor amigo de seu falecido esposo, Pat, para manter esses poderes de Dion em segredo, assim como protegê-lo de vários perigos.

Para futuras informações a respeito de Criando Dion, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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The Witcher supera Stranger Things e se torna a série mais popular da Netflix

Segundo dados oficiais da Netflix, The Witcher superou Stranger Things e se tornou o seriado mais popular do serviço de streaming.

 Dos 26 países divulgados pela Netflix, The Witcher lidera a primeira posição em 21, enquanto Stranger Things, fica em primeiro lugar em apenas 5 nações. 

A segunda temporada da série de Geralt de Rívia será lançada em 2021. O terceiro ano de Stranger Things deve ser lançado no mesmo ano.

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O bruxeiro Geralt, um caçador mutante de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo, onde as pessoas constantemente se provam mais perversas que as feras.

Para futuras informações a respeito de The Witcher, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Netflix libera o trailer de lançamento da nova minissérie do Drácula

Em comemoração ao lançamento da nova minissérie do Drácula, a Netflix disponibilizou um novo trailer da produção, juntamente de um cartaz inédito.

Ambientado na Transilvânia de 1897, o Conde que bebe sangue está traçando seus planos contra a Londres vitoriana. E esteja avisado: os mortos viajam rápido.

Drácula já está disponível no serviço de streaming.

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Os dez piores filmes de 2019

É inegável que o ano de 2019 foi grandioso para o cinema, apresentando não só produções excelentes como também péssimos longas-metragens.  Pensando nisso, a equipe de redação da Torre decidiu preparar duas listas, uma expondo os melhores filmes do ano que passou e esta, mostrando os piores longas de 2019. Vale lembrar que esta lista apresenta a minha própria opnião a respeito e envolve apenas os blockbusters do ano.

10) Vidro – M. Night Shyamalan

Vidro é um suspense lançado em 17 de Janeiro de 2019, sendo o terceiro filme da trilogia iniciada em 2000 com Corpo Fechado e como continuação de Fragmentado. A trama gira em torno de David Dunn, personagem vivido por Bruce Willis, caçando a Fera, interpretada por James McAvoy. No desenrolar da trama, os dois acabam se encontrando em uma instituição psiquiátrica junto com Sr. Vidro, personagem de Samuel L. Jackson. Na instituição, os três são estudados por uma psiquiatra que acredita que eles apresentem um delírio de grandeza.

Por mais que o filme seja bem dirigido e que a premissa do filme seja interessante ao juntar os três personagens para explorar seu perfil psicológico, o longa se perde em seu terceiro ato querendo deixar o suspense de lado para se tornar mais um filme de super-herói, com um plot raso e um final que deixa a desejar. Entretanto, por mais que tenha esse defeito, o elenco trabalha bem e Anya Taylor-Joy se apresenta como um dos destaques do longa.

9) Hellboy – Neil Marshall

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Hellboy ganhou um reboot em 2019 – antes dirigido de forma excepcional por Guillermo del Toro, agora foi a vez de Neil Marshall comandar o personagem. O longa adapta quatro histórias em quadrinhos do personagem e sua trama gira em torno do retorno da vilã de Nimue, interpretada por Milla Jovovich. Com seu possível retorno e sua ameaça de destruir a vida na Terra, Hellboy é convocado para evitar que isso ocorra.

Por se tratar de um reboot foi bem pretensioso tentar adaptar um arco tão grandioso, criando um problema no ritmo do longa. Além disso, a direção torna um roteiro que aparentemente é simples ser complexo nas telas com sequências de eventos confusas e fora da ordem cronológica. Outro grande problema é o excesso de piadas fora de hora, quebrando o clima (já mal estabelecido) do longa. Por mais que David Harbour se apresente como um bom Hellboy e que o longa apresente bons efeitos visuais, o filme se perde muito ao querer cumprir mais do que um reboot deveria, comprometendo sua qualidade e se tornando facilmente um dos piores filmes do ano.

8) O Rei Leão – Jon Favreau

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A versão live-action de O Rei Leão, por mais que apresente a mesma trama que o desenho e as excelentes músicas interpretadas por Donald Glover e por Beyoncé, acaba quebrando a parte emocional da trama original ao mostrar na tela personagens em CGI sem nenhuma expressão. Foi uma adaptação desnecessária onde seria mais fácil relançar o desenho nos cinemas do que criar uma versão que não traga nenhum sentimento ou emoção ao telespectador. Eu, como fã apaixonado do desenho, não senti absolutamente nada assistindo ao filme.

Aladdin, também lançado esse ano, poderia ser um exemplo de que existem filmes certos para serem adaptados em live-action enquanto outros não deveriam nem ser cogitados para isso. Entretanto, com alguns acréscimos em relação a trama original, também prova ser um erro ser adaptado de tal forma.

7) X-Men: Fênix Negra – Simon Kinberg

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Dirigido e escrito por Simon Kinberg, a trama gira em torno de Jean Grey (Sophie Turner). Após um acidente durante uma missão no espaço, a mutante se apresenta fora de controle e com seus poderes ampliados. Com isso, cabe a Charles Xavier e o resto dos X-Men ajudar Jean a se recompor, enquanto Magneto quer matar a mutante. O roteiro é repleto de falhas: além do erro de cronologia (pelo qual a franquia é extremamente famosa), ele erra em não saber desenvolver nenhum personagem. O foco da trama é a Grey, e nem ela o roteiro consegue desenvolver – o que resulta em um filme sem emoção, mesmo nos momentos que deveria criar algum sentimento no telespectador.

Com essa falta de desenvolvimento, toda a história perde o sentido e todos se tornam coadjuvantes, até mesmo a personagem que carrega o filme. Outro grande problema é a insistência na fórmula do Magneto, onde o mesmo se apresenta como herói, se torna vilão e depois muda de lado novamente. Essa fórmula já enjoou em Apocalipse, e parece que novamente eles não aprenderam. O único destaque do filme é a Sophie Turner, que atua de forma excelente e passa o sentimento e o emponderamento da personagem de forma única – entretanto, o desenvolvimento porco da trama consegue também estragar isso. X-Men: Dark Phoenix é uma decepção e consegue ser pior do que X-Men 3: O Confronto Final. Personagens mal desenvolvidos, uma trama enrolada e apresentada de forma apressada que ficou parecendo um trabalho escolar feito durante a véspera da apresentação.

6) Malévola 2: A Dona do Mal – Joachim Rønning

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Em resumo, Malévola 2 é uma continuação desnecessária de um bom filme. A trama gira em torno do casamento de Aurora com Philip, onde a mãe do príncipe não aceita tão bem Malévola e é a vilã da história.

O filme apresenta um roteiro extremamente fraco e raso que não aproveita o talento das atrizes de peso (Angelina Jolie e Michelle Pfeiffer) presentes no longa. O primeiro filme, lançado em 2013, apresentou uma trama boa e um final adequado – o que deixa claro que sua sequência foi feita visando apenas ao lucro.

5) Annabelle 3: De Volta para Casa – Gary Dauberman

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Bom, Invocação do Mal é a melhor franquia de terror atual – créditos a James Wan, que dirige o filme com uma qualidade absurda e de seus enredos. Como toda franquia que gera lucro, há spin-offs desnecessários e assim como os dois filmes anteriores da boneca possuída e A Freira, Annabelle 3 não poderia ser outro caso.

O longa se passa após os Warren deixarem a boneca no porão de sua casa. Após isso, as amigas curiosas vão mexer nas coisas e liberam o espírito – não só da boneca, como de diversos itens de lá. Mas o filme é tão ruim que você chega a dar risada das situações que eram pra dar medo. Não tem história e também não tem momentos que causem medo ou sustos, apenas risadas do quão patético é esse filme. Nem a presença de Patrick Wilson e de Vera Farmiga como os Warren salva o filme do fracasso.

4) The Silence – John R. Leonetti

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A produção original da Netflix não passa de uma cópia barata do bem sucedido A Quiet Place. A trama é bem semelhante, a família precisa sobreviver em um mundo dominado por monstros que são atraídos por sons. O roteiro apresenta situações preguiçosas para dar tensão ao filme e a direção é péssima, não sabendo lidar com a construção da trama, com o desenvolvimento dos personagens e nem trabalhar com a criação da tensão ao telespectador.

3) Rambo: Last Blood – Adrian Grunberg

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Stallone precisa entender que já está velho para reviver seus personagens antigos de filmes de ação, e até mesmo para fazer um filme de ação com a mesma fórmula que fazia antigamente. Os tempos são outros, e ninguém mais se sente atraído por um filme nesse nível, ainda mais quando alguém que interpreta já deveria estar aposentado. Rambo: Last Blood é uma tentativa de reviver um dos seus personagens mais famosos e conhecidos, forçando uma história com um roteiro preguiçoso para dar justificativa a cenas de ação sem pé nem cabeça e a momentos de extrema xenofobia contra o povo mexicano.

É uma desculpa para a violência gratuita, mas mais do que isso, uma tentativa fracassada de reviver um personagem que já morreu, e que se alguém sentir saudades, basta rever os filmes antigos – que apresentam uma boa qualidade cinematográfica e justificativa para existir, visto que a trama é boa e baseada no livro de mesmo nome.

2) Esquadrão 6 – Michael Bay

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Mais uma produção original da Netflix na lista, sendo o fruto das fantasias mais delirantes de Michael Bay. A trama gira em torno do personagem de Ryan Reynolds, um bilionário que decide reunir um grupo de pessoas para derrubar forças ditatoriais ao redor do globo. Para isso, cada membro simula sua própria morte para fazer parte dessa missão. A proposta é até interessante porém se perde em um roteiro preguiçoso, uma direção porca e uma edição horrível repleta de cortes desnecessários onde até a trilha sonora sofre nisso.

O roteiro é tão raso que parece que não existe, a edição é extremamente preguiçosa e o diretor usa e abusa das explosões e dos efeitos especiais. Em suma, parece que o filme foi feito apenas para agradar o diretor e realizar o seu maior feitiche.

Clique aqui para ler a crítica completa.

1) Cats – Tom Hooper

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Em primeiro lugar, está o filme mais bizarro do ano: Cats. Primeiramente o musical da broadway é bom mas não merecia uma adaptação para os cinemas. Infelizmente, a adaptação veio e com ela as coisas mais estranhas desse mundo vieram juntas como se abrissem um portal diretamente do inferno onde gatos se fundiram com os humanos para dominar a Terra.

Criticado desde o lançamento do seu primeiro trailer assutador, Cats vem recebendo críticas negativas da internet – e com razão, o trailer só preparava pro desastre que estava por vir. As coregrafias de qualidade e a trilha sonora bem feita não conseguem fazer com que o longa avance ou fuja da sua bizarrice, tendo em vista que os visuais em CGI estão extremamente assustadores e mal feitos e que os atores aparentam atuar de forma desconfortável a todo o momento. O filme não cativa o telespectador e nem apresenta um roteiro para se sustentar. É, sem sombra de dúvidas, o pior filme de 2019.

Vamos torcer para que 2020 traga excelentes filmes, da mesma forma que o ano anterior trouxe, e que os filmes ruins venham em pouco número.

 

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Atendendo a pedidos, Netflix Brasil adiciona quatro filmes da saga Harry Potter no seu catálogo

Atendendo a pedidos, a Netflix Brasil adicionou três filmes da saga Harry Potter em seu catálogo. São eles: A Ordem da Fênix, O Enigma do Príncipe e As Relíquias da Morte partes 1 e 2.

O serviço de streaming aproveitou a oportunidade, para mostrar os seus novos lançamentos do mês de Janeiro.

Harry Potter é uma série de sete livros de fantasia escritos pela autora britânica J. K. Rowling. A série narra as aventuras de um jovem chamado Harry James Potter, que descobre aos 11 anos de idade que é um bruxo ao ser convidado para estudar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

Para futuras informações a respeito de Harry Potter, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Você | Relação entre Joe e Love será ainda mais perturbada na terceira temporada

Atenção, essa matéria contém spoilers do segundo ano de Você.

O ator Penn Badgley revelou através do TV Line, que a relação entre os personagens Joe e Love será ainda mais perturbada no terceiro ano do seriado Você, que até o momento, não possui data de lançamento.

“Até mesmo Joe diz, inequivocamente, que eles não são almas gêmeas. Ele tem medo dela no final da segunda temporada. Basicamente, a série deixa brecha para que na terceira temporada eles sejam arqui-inimigos e tenham uma relação muito mais conturbada.”

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Após os eventos de Nova York, Joe (Penn Badgley) se muda para Los Angeles onde conhece Love Quinn (Victoria Pedretti), uma gerente de produtos em uma mercearia de alto nível que logo lidará com um sofrimento profundo após se aproximar do bibliotecário. Diz a sinopse da segunda temporada.

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