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Netflix anuncia a renovação de Cidade Invisível para a sua segunda temporada

A Netflix oficializou a renovação do seriado Cidade Invisível para a sua segunda temporada.

O anúncio foi feito através de um vídeo feito pelo ator Marco Pigossi, o protagonista da série.

Nova série original brasileira que marca a estreia de Carlos Saldanha na Netflix, Cidade Invisível começou a ser rodada pela Prodigo Films em São Paulo, Ubatuba e no Rio de Janeiro. Indicado duas vezes ao Oscar, Saldanha é o criador e produtor-executivo da trama, seu primeiro seriado live-action, que levará ao mundo inteiro histórias com um olhar atual sobre o folclore brasileiro. Diz a sua sinopse.

Para futuras informações a respeito de Cidade Invisível, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Netflix libera o primeiro trailer de DOTA: Dragon’s Blood, assista

A Netflix liberou o primeiro trailer de Dragon’s Blood,  série animada voltada para o público adulto baseada no game DOTA. 

O seriado animado chega em 25 de Março de 2021. 

Dota 2 é um jogo eletrônico gratuito do gênero batalha multijogador (MMO), desenvolvido pela produtora Valve Corporation como sequência do Defense of the Ancients, lançado em julho de 2013 na plataforma Steam. 

Para futuras informações a respeito de DOTA, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância. 

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Séries

Netflix anuncia que a nova versão de Rebelde chega em 2022

A Netflix anunciou através de suas redes sociais, que a nova versão de Rebelde chegará em 2022.

Originalmente, a nova versão do grupo foi anunciada em 2019. Mas, até então, nenhuma informação foi revelada pela produtora.

Em um ambiente elitista, onde o poder e os bens materiais são supervalorizados, adolescentes abrem os olhos para a realidade do mundo. Eles lutam pelo direito de amar, para romper as barreiras sociais e pelos ideais nos quais acreditam. Diz a sinopse do seriado original, de 2004.

Para futuras informações referente a Rebelde, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema Séries

Disney+ deve superar o número de assinantes da Netflix em 2026, indica estudo

De acordo com o Digital TV Research, empresa norte-americana de análise do mercado de entretenimento, o Disney+ deve superar o número de assinantes da Netflix em 2026, tornando-se assim, o maior serviço de streaming do mundo. 

É informado pelo Digital TV Research, que o serviço de entretenimento pago do Mickey deve chegar a 294 milhões de assinantes nos próximos cinco anos, enquanto a sua concorrente de logo vermelho terá  286 milhões de clientes até 2026. 

Todavia, apenas na Índia o Disney+ deve ser dominante. É informado, que o streaming contará com cerca de 98 milhões de assinantes graças ao Hotstar, ”subdividiria” dentro da própria plataforma feita ”exclusivamente” para a nação indiana. Já, a Netflix, deve contar com 13 milhões de assinantes no país. 

Exitoína · Netflix e Disney+ interagem nas redes sociais e movimentam a  web; veja

A análise também considera outros streamings, como Prime Video, HBO Max e Apple TV+, que devem ter respectivamente 184 milhões,  50 milhões e 11 milhões de assinantes ao redor do mundo até 2026. 

Inicialmente, a Walt Disney projetava ter entre 60 e 90 milhões de assinantes no Disney+ até 2024. Entretanto, Bob Chapek, CEO da empresa, revelou durante o Disney Investor Day 2020, que a projeção foi superada em 1 ano de existência da plataforma. Atualmente, o streaming possui 95 milhões de assinantes em todo o globo. Agora, segundo projeções da própria Disney, o seu serviço de assinantes sob demanda deve arrecadar cerca de 166 milhões de ”inscritos” pagos até 2025. Obviamente, esse número será ultrapassado antes. 

Já, a Netflix continua como a maior empresa de streaming do planeta Terra, tendo 200 milhões de clientes ativos. 

Netflix Has Not Been Dethroned by Disney and Remains the Undisputed King of  the Streaming Arena

Você possui o Disney+? Se sim, está satisfeito com que ele oferece? Caso a resposta for não, qual é o ser serviço de streaming favorito? Deixa a resposta nos comentários! 

Para futuras informações a respeito do Disney+ e da Netflix, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância. 

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Anime

O Exterminador do Futuro ganhará um anime produzido pela Netflix

Foi revelado através do The Hollyood Reporter, que a Skydance está desenvolvendo um anime de O Exterminador do Futuro em parceria com a Netflix. 

Mattson Tomlin, roteirista de Batman, será o encarregado pelo projeto. 

Não foi revelado se a produção será um reboot da franquia, ou uma espécie de continuação.

Num futuro próximo, a guerra entre humanos e máquinas foi deflagrada. Com a tecnologia a seu dispor, um plano inusitado é arquitetado pelas máquinas ao enviar para o passado um andróide (Arnold Schwarzenegger) com a missão de matar a mãe (Linda Hamilton) daquele que viria a se transformar num líder e seu pior inimigo. Contudo, os humanos também conseguem enviar um representante (Michael Biehn) para proteger a mulher e tentar garantir o futuro da humanidade. Diz a sinopse do filme de 84.

Para futuras informações a respeito de O Exterminador do Futuro, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Zumbis estão famintos por carne humana no primeiro teaser trailer de Army of the Dead: Invasão em Las Vegas

A Netflix divulgou o primeiro teaser trailer de Army of the Dead: Invasão em Las Vegas, novo filme de ação e terror do cineasta Zack Snyder. 

Dave Bautista, Ella Purnell, Garret Dillahunt, Ana de la Reguera, Theo Rossi, Nora Arnezeder, Tig Notaro, Hiroyuki Sanada e Omari Hardwick fazem parte do seu elenco.

Na trama, um homem reúne um grupo de mercenários para fazerem suas últimas apostas após um surto zumbi se iniciar em Las Vegas. Com isso, os personagens irão se aventurar numa zona de quarentena ao mesmo tempo que realizam o último grande roubo da história.

Army of the Dead: Invasão em Las Vegas estreia em 21 de Maio de 2021. 

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Séries

O Legado de Júpiter | Série de super-heróis da Netflix ganha teaser e data de lançamento

Criado por Mark Millar, a Netflix liberou o primeiro teaser de O Legado de Júpiter, a sua mais nova série de super-heróis.

A produção chega em 07 de Maio de 2021 no serviço de streaming. 

Um épico norte-americano de super-heróis, O Legado de Júpiter acompanha a primeira geração de super-heróis do mundo que recebeu seus poderes em 1930. Hoje são anciãos reverenciados, mas seus filhos superpoderosos lutam para estar à altura dos feitos lendários de seus pais.

Para futuras informações a respeito de O Legado de Júpiter, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância. 

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Tela Quente

Eu Me Importo: ácido e mordaz

Após uma performance de tirar o fôlego em Garota Exemplar -longa baseado no livro da brilhante autora Gillian Flynn-, Rosamund Pike, agora sob a direção de J Blakeson,  protagoniza novamente um papel de vilã em que arquiteta roubos contra idosos de forma ardilosa, se tornando curadora deles e, dessa forma, confiscando seus bens “legalmente” graças ao seu renome na área, isso junto com sua cúmplice e namorada (Eiza González). Mas a situação muda quando ela tem como nova vítima, Jennifer Peterson, interpretada por Dianne Wiest, que é rica e sem herdeiros, mas que possui associações criminosas e perigosas.

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Com um roteiro que fica entre a comédia e o suspense, comédia essa que não se faz presente através de piadas, mas sim no sarcasmo da própria narrativa, o filme se tornou o mais assistido da Netflix até agora após ser lançado na plataforma no dia 19 de fevereiro.

Certamente Rosamund é um dos grandes coeficientes, tanto para despertar a atenção do público quanto para a trama, que talvez não teria o mesmo resultado sem ela. A perspicácia e destemor da personagem impressiona a ponto de despertar a curiosidade no espectador de quais serão suas próximas artimanhas, ao passo que faz com que a velhice pareça assustadora por ser vulnerável a pessoas cruéis assim.

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Apesar de sua cena de sobrevivência frente ao poder da máfia russa tenha exagerado no absurdo, a famigerada brincadeira entre gato e rato -aqui, entre a protagonista e o filho de Jennifer Peterson- parece funcionar na película, que aposta na indagação do certo e errado, além da corrupção enraizada na coletividade. No entanto, os encontros entre as personagens de Pike e Wiest pareciam transmitir um confronto mais interessante e tenso e poderiam ter mais tempo de tela ou mesmo ser o foco do enredo, esse talvez seria um bom caminho para o roteiro seguir.

Estrelado por alguns nomes conhecidos como Peter Dinklage (Game of Thrones) e Chris Messina (Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa), Eu Me Importo mostra um pouco da crueldade e do satírico sem se entregar totalmente ao thriller, o que pode ou não ter sido uma boa decisão, mas que ainda assim é envolvente somado à implacabilidade da protagonista.

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A transição de amor, arte e egocentrismo em Malcolm & Marie

Feito em segredo, Malcolm & Marie é uma produção filmada durante a pandemia, em 2020, que conseguiu puxar os olhares de todos os assinantes da Netflix pelo seu estilo e por estrelar apenas duas das personalidades  mais famosas atualmente do audiovisual, Zendaya e John David Washington. Dirigido pelo filho do grande diretor Barry Levinson (‘Rain Man’, ‘Bom Dia, Vietnã’), Sam Levinson, o longa traz um casal voltando a première do primeiro filme dirigido por Malcolm, e que acaba gerando discussões sobre cinema, amor, passado e política.

Filmes sobre brigas de casais não são atípicos no cinema, ‘História de um Casamento’ (2019) e a trilogia do Antes (amanhecer, pôr-do-sol e meia-noite) são grandes exemplos de longas desse tipo, e tem um certo elemento que cria o sentimento no telespectador de querer ver uma ‘DR’ de uma hora e quarenta e seis minutos, as atuações, e nesse caso, é sem dúvidas fenomenal como Washington e Zendaya dão os seus corações. Os atores conseguem trazer uma química igualável ao casal favorito de Hollywood, Ryan Gosling e Emma Stone, só que de uma forma tão humana que se parece um relacionamento verdadeiro. Desde suas feições, até o drama mais escuso e subtexto da personagem, essa dupla consegue sublimemente traduzir o início ao fim seus sentimentos, dores, medos e angústias.  Provavelmente, se fosse qualquer outro casal de atores, dificilmente teriam criado tamanha simbiose dramática.

Em sua história, ela também consegue cativar bem, mas isso depende muito da visão do público que está entrando nesse mundo criado por Levinson. É claro o amor que o diretor tem por cinema, e a forma na qual ele consegue trazer suas discussões diante de variados assuntos, seja sobre o passado da sua carreira, política em filmes, como pessoas de cor são vistas no audiovisual e a crítica cinematográfica pretensiosa (esse ponto precisa ser discutido mais a frente). Para quem é cinéfilo, ou conversa muito sobre a sétima arte nas redes sociais, consegue pegar bem as discussões que são criadas aqui; diferente de quem é indiferente diante desse universo, que por sua vez, pode se tornar tedioso. O mesmo pode ser dito quando o foco de discussão é o amor? Se depender de Zendaya e Washington, não; já que você se sente um personagem vendo ambos brigando e cada vez mais jogando seus problemas no ventilador. Ainda voltado ao cinema, é muito intrigante ver Malcolm falar com tamanha paixão sobre sua profissão, e para quem trabalha e conhece a área, sabe o que ele está passando. Vê-lo reagir às criticas profissionais e do público é engraçado e quem já acompanhou a crítica de algum filme que teve interesse, vai se espelhar muito no personagem.

Agora falando sobre a crítica que citam no filme, tem um ponto que pode ser desconfortável quando você entende sobre a história de Sam Levinson. No seu último filme, ‘Pais de Violência’ (2018), o diretor recebeu uma crítica de uma escritora do L.A. Times, Katie Walsh, que disse: “Uma tentativa malsucedida de comentário social” (Fonte: Estado de Minas). Então, durante todo o filme, e em duas sequências longas, vemos o Malcolm xingar essa crítica do L.A. Times (sem citar seu nome, apenas chamando-a de “garota branda do L.A. Times”). E sinceramente, é engraçado nas primeiras vezes, mas depois, parece que o diretor se perdeu no próprio personagem e está querendo mesmo que o longa se torne um vendeta para Katie. Por mais que durante o filme, se façam alguns comentários negativos realistas sobre críticos de cinema, o que ele faz com sua raiva diante de Katie chega a ser ridículo, e infantil. Sinceramente? Dá até medo de escrever mal sobre esse filme e me tornar o próximo alvo de Levinson. Por mais que seja infantil, e também muito enfatizado (que até esgota o humor), os comentários que Malcolm chegam a ficar engraçados, por conta da ótima atuação de John. Já Marie, parece uma representação do público, sempre querendo cortar o assunto sobre a garota branca do L.A. Times.

Em seus aspectos técnicos, o filme também entrega um ótimo resultado final. Sua fotografia é linda, e engraçada, pois realmente remete muito à fotografia de anúncios de perfume e roupas de padrão mais alto. Brincadeiras à parte, o preto e branco combina com a maioria do clima do longa e consegue deixar tudo em cena espetacular, até em sua proporção foi um acerto em cheio. A trilha-sonora também foi uma grata surpresa, já que ela foi composta pelo Labrinth, que conseguiu fazer um trabalho fenomenal. Uma curiosidade, o produtor executivo do longa, é o rapper Kid Cudi.  Ainda no mundo do áudio, devemos dar os parabéns para a dublagem do filme e à mixagem de áudio, a atenção aos detalhes é feita com muito carinho.

Já sua direção… Mesmo com o seu grande problema dito anteriormente, é coesa em trazer questões muito atuais sobre o mundo do audiovisual em si, desde política, passado, futuro e afins. Mas peca muito por sua vontade em transformar o filme em sua vingança, se não fosse as atuações dos protagonistas, se tornaria um grande desabafo de Levinson e seu ódio por conta de uma só crítica. O roteiro é bem feito, como já foi dito, a atuação teve seu devido patamar elevado e seus diálogos foram um fator principal nisso.

Malcolm & Marie é um filme lindo, sobre um relacionamento conturbado e que está preso diante de um amor maior: o cinema. De todos os seus detalhes e discussões, é algo que muitos amantes do cinema podem se identificar, e até se preocupar com isso, em certos aspectos. O filme prova que, mesmo sem tantos recursos e um filme sendo filmado em meio de uma pandemia, você consegue dar uma qualidade de um longa digno de grandes produções. E também prova que, se o diretor não deixar de ser tão egocêntrico ao ponto de quase estragar o filme com sua raiva, e não amadurecer com isso, ele vai continuar sendo uma sombra no nome de seu pai.

Nota: 3/5

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Séries

Netflix renova Fate: A Saga Winx para a sua segunda temporada

A Netflix anunciou por meio de suas redes sociais, que a série Fate: A Saga Winx foi renovada para a sua segunda temporada. 

O seriado voltado para o público adulto é baseado na animação infantil O Clube das Winx e chegou em Janeiro de 2021 no serviço de streaming.

Uma garota normal do planeta Terra, Bloom vive uma vida perfeitamente normal na cidade de Gardenia até que ela encontra Stella, uma princesa do planeta Solaria, que está numa encrenca. Indo ajudar Stella, Bloom descobre seus poderes mágicos. Stella convida Bloom a ir para Alfea, a melhor escola para fadas de todas as dimensões. Em Alfea, Bloom forma O Clube das Winx, cujos membros são suas quatro amigas e suas companheiras de quarto: Stella, Musa, Tecna e Flora. Depois na série, elas encontram e passam a ser amigas dos especialistas: Brandon, Riven, Timmy, e Sky. Os especialistas (chamados heróis na versão 4Kids) irão também tornar-se os interesses amorosos das meninas. Elas irão também encontrar inimigos, um trio de bruxas nomeadas Trix: Icy, Darcy e Stormy.

Para futuras informações de Fate: A Saga Winx, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.