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Moon Girl and Devil Dinosaur ganha a sua primeira imagem, veja

A Disney disponibilizou a primeira imagem oficial de Moon Girl and Devil Dinosaur, animação da Marvel que será transmitida pelo canal Disney Channel.

“Como um ávido fã de quadrinhos, eu estou animado por estar envolvido em Moon Girl e o Dinossauro Demônio. “Disney Channel é a plataforma perfeita para explorar essa super-heroína afro-americana e eu mal posso esperar para que todo o público possa aproveitar as aventuras divertidas de Lunella e o Dinossauro Demônio.” Disse o produtor da animação ao Deadline, Laurence Fishburne.

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A série acompanhará as aventuras da superdotada garota de 9 anos, Lunella Lafayette, que usa as suas altas habilidades mentais e a sua parceria com um tiranossauro vermelho para ser uma super-heroína.

Moon Girl and Devil Dinosaur estreia em 2020.

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A estagnação dos filmes de heróis

Ao longo da história do cinema, nós já tivemos vários filmes de super-heróis, grandes clássicos e extremamente influentes até hoje. Mas, durante todo este tempo, uma coisa não mudou: Não temos uma diversidade, ou subgêneros para tais longas. Pegue de exemplo o Universo Cinematográfico Marvel, que completa onze anos e atualmente com 23 filmes já lançados, e mais 12 em desenvolvimento; sem contar suas séries. Pensando em um todo, isso não saturou  um gênero em que quase não havia diversificação?

Marvel e a DC Comics sempre estiveram presentes desde o início do século 21 com seus filmes, X-Men (2000), Homem-Aranha 2 (2004) e Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008), longas que sem dúvidas mudaram o rumo do audiovisual e dos blockbusters. Esses filmes foram extremamente importantes para a formação e a base para o que temos hoje, os universos compartilhados, novos efeitos de CGI, e bilheterias exorbitantes.

E pensando nisso, fica no ar uma questão que não quer calar, quando teremos um novo filme que  realmente mudará o cenário que nos encontramos? É dificil pensar nisso, já que praticamente estamos vivendo em uma homogeneização em estilos, formas e histórias, e o que sai deste padrão, é atacado. Isso é visivelmente comprovado em questões de crítica (tanto profissional, quanto de público) e de bilheteria.

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Um dos maiores problemas talvez seja feito diante da “Fórmula Marvel”, tão criticada pelos fãs mais antigos, porém bastante ignorada pelo público em geral. Essa Fórmula consiste em invariavelmente, como um ‘esqueleto’ para o todos os roteiros
“O protagonista geralmente está cheio de problemas e tem um interesse amoroso não reciproco,  ele descobre seus superpoderes, um vilão descartável aparece e derrota o herói, e no final o herói enfrenta o vilão, derrotando-o e conquistando a garota. Cena pós-credito”.

Mas, felizmente, nem todos os filmes da Marvel se baseiam dessa fórmula, temos uma minoria que consegue ter seu próprio estilo e roteiro inovador, como Capitão América 2: Soldado Invernal e Guardiões da Galáxia. Esse estilo de filme se tornou extremamente rentável ao estúdio, já que só esse ano, a Disney fez mais de 1 bilhão de dólares em três filmes da Marvel Studios!

Esse com toda certeza é um dos maiores motivos de provavelmente todos os filmes do estúdio seguirem dentro de uma bolha, mas não só em roteiro, como tambem em efeitos especiais, fotografia, direção e trilha-sonora; praticamente a parte técnica e artística nesses filmes sao totalmente deixadas de lado, o que cria mais ainda uma saturação ao gênero. E isso acaba se tornando uma bola de neve, já que temos uma onda de universos compartilhados se inventando e todos utilizando dessa estrutura que a Disney criou. E isso com toda certeza interfere no trabalho dos diretores, que querem trazer sua visão para dentro de um universo tão rico, mas entre ideias e dinheiro, acho que é de ciência de todos qual o estúdio prefere.

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Levando em consideração tudo o que já foi apresentado sobre como a Marvel homogeneíza os longas de super-heróis, temos de falar sobre qual é o problema da DC Films: a vontade de ser inovadora e a auto sabotação da Warner Bros.

É inegável que a DC tem seu próprio estilo de filmes desde a trilogia do Cavaleiro das Trevas, do renomado diretor Christopher Nolan. Tratando de questões sociólogas, filosóficas, psicológicas e adaptando o que tem de melhor nos quadrinhos, a visão de Zack Snyder para esse universo era única, diferente de tudo que a Marvel estava atualmente fazendo, mas acabou de tornando um tiro no escuro após ter que lidar com um público que não tem senso critico desenvolvido, e por executivos gananciosos.

Após Homem de Aço e Batman v Superman falharem em crítica, e deixar o público misto, chegou Esquadrão Suicida, o primeiro filme em que mudaram todo o conceito original para se tornar um filme mais rentável. Mesmo o filme tendo um roteiro fraco, com falhas e furos, e críticas pesadas, se o selo “Marvel Studios” estivesse ali, provavelmente seria totalmente aceito, assim como “Liga da Justiça”, que foi praticamente todo alterado por Joss Whedon, diretor de Vingadores (2012). Ambos os filmes tem em si elementos que os filmes do estúdio rival apresentam, elementos que são glorificados, agora odiados.

Mas agora, a DC está sendo pioneira novamente, com uma nova direção sobre a DC Films e a troca de CEO da Warner Bros. Já foi dito que cada herói terá seu próprio tom e temas, sendo sombrios, engraçados e afins. Também vale lembrar que a DC está abrindo um novo selo para seus filmes, que pretende trazer filmes mais adultos, sombrios e artísticos, fora do universo criado por Snyder. Então, já temos  uma produtora correndo atrás contra a mesmice dos heróis.

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Chegamos a parte de nos perguntar, “Onde estão os filmes como Cavaleiro das Trevas, Watchmen, V de Vingança? Quais serão os futuros clássicos?”. É com muito prazer que digo , finalmente estão voltando, aos poucos, e devemos agradecer principalmente a Warner e a FOX (atualmente Disney) por isso.

Como citado acima, a DC está para lançar um selo de filmes originais, adaptações fiéis aos quadrinhos e sombrios. Longas mais artísticos, focando em festivais de cinema e que tem a chance de marcar a história em si. Felizmente, o filme já foi descrito pelo co-diretor do festival canadense de cinema como ”uma grande conquista cinematográfica”. Já o diretor de arte do festival disse que Coringa é a melhor atuação do premiado e nomeado Joaquin Phoenix. Já temos provavelmente mais um filme para lista dos pioneiros na diversificação do gênero, e com o novo selo do estúdio, a tendência é vir mais e mais.

Vale lembrar que a DC também se envolve muito quando a questão é técnica em seus filmes, pegando diretores e atores premiados, como Steve Spielberg e Jared Leto, por exemplo.

Imagem relacionadaMas também não podemos deixar de citar como a FOX ajudou o gênero de heróis, filmes como X-Men: Primeira Classe, Deadpool e Logan são tão únicos como são bons, e todos deixaram a sua marca na história. Logan foi o primeiro filme de super-heróis a concorrer a categoria “Melhor Roteiro Adaptado” no Oscar, e também foi super bem recebido nas criticas, chegando a alcançar 93% no Rotten Tomatoes. Deadpool reacendeu a faísca que Watchmen criou ao ser um dos primeiros longas para maiores com o tema de heróis. A grande maioria dos X-men’s trouxeram filmes bem desenvolvidos e bons sobre a equipe, questões sociais e boas adaptações, como pode ser visto em Dias de Um Futuro Esquecido. Uma menção honrosa pode ser feita também para o seriado Legion, que é comparado por muitos como um ‘filho perdido’ de David Lynch.

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Mas não é só isso, a FOX também  se tornaria uma pioneira em praticamente criar o primeiro filme de super-heróis em que teria o subgênero de terror. Os Novos Mutantes é a promessa de um divisor de águas legitimo. Com um elenco cheio de futuras premissas de Hollywood, como Anya Taylor-Joy (A Bruxa, Fragmentado) e Maisie Williams (Game of Thrones),o longa também conta com a brasileira Alice Braga (Cidade de Deus) e Antonio Banderas (A Mascará de Zorro). Tudo ocorria bem, até que um problema maior bateu as portas: a venda da FOX para Disney.

Já foi reportado pelo site norte-americano, Variety, que o estúdio não se impressionou com o filme, e acha ele não fará sucesso. A empresa vê o filme como ‘limitado’, e que não será um sucesso de bilheteria. Chega a ser cômico eles pensarem desta forma, já que o gênero de terror e heróis são os que mais lucram todo ano, e eles já faturam bilhões por qualquer coisa com o selo ‘Marvel’ na frente. E mais uma vez, temos a Disney mostrando que não se importa com o gênero, muito menos com o potencial dele, o dinheiro fala mais alto, sempre. As ações gananciosas podem afetar não só Os Novos Mutantes, como também pode afetar Deadpool e os próprios mutantes!

Resultado de imagem para deadpool gifO próprio diretor do Deadpool 2, David Leitch, se pronunciou sobre o mercenário tagarela indo para o MCU com uma posição polêmica. Segundo Leitch, o terceiro filme da franquia não tem necessidade  ser para maiores: “Ele é classificado para maiores, que não é a marca do MCU. Mas ele não precisa ser necessariamente assim e a Disney não precisa apenas fazer filmes para maiores de 13 anos. Eu acho que vamos encontrar um bom patamar. Ainda há muito mistério sobre o que eles querem fazer com o Deadpool no mundo da Marvel, mas pelas discussões que eu ouvi, tudo é positivo. Eu acho que eles apenas estão tentando descobrir um jeito de colocar ele dentro, já que pode ser difícil com o Deadpool”.

Em 2018 a FOX tentou fazer a sua versão para maiores de 13 anos de Deadpool 2, intitulada ‘Era uma Vez um Deadpool’, e o resultado foi aprovação de 51% do público e da crítica no Rotten Tomatoes, e nota 4.0 no Metacritic pelos usuários. Tornar um personagem em algo feito para crianças com a versão já apresentada nos cinemas seria um erro fatal, já que sua imagem está associada para maiores. Seria o mesmo erro que Venom (2018) cometeu, prometer um filme para maiores e entregar um para menores, isso tirou o que o filme sempre propôs.

Outro medo é como a Disney pretende utilizar dos X-men, uma das equipes mais importantes dos quadrinhos. Desde que Stan Lee e Jack Kirby os criaram em 1963, os quadrinhos da equipe sempre abordaram temas políticos, sociais, diversidade e isso é algo que precisamos no cinema. Precisamos de diversidade, criar essa consciência de pensar no próximo, respeitar, por meio dos filmes que mais fazem sucesso atualmente. Não podemos deixar usar apenas mais uma ‘fórmula marvel’, precisamos que isso seja único.

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Diversidade é algo que felizmente anda crescendo no mundo dos heróis. Temos por exemplo Pantera Negra, que foi um sucesso de crítica, bilheteria e prêmios. Mulher-Maravilha sendo uma das personagens mais amadas pelo público prestes a ganhar seu segundo filme, ao lado das Aves de Rapina, o primeiro filme de uma equipe feminina em um universo cinematográfico. E depois de anos pedindo, finalmente teremos o filme da Viúva Negra.

Temos atores e atrizes LBGTQ+ atuando como grandes personagens, como por exemplo Chella Man, que é um ator trans e surdo, ele interpretará Jericho na segunda temporada de Titãs. Ezra Miller, o Flash, é abertamente queer. Grandes perspectivas estão a caminho.

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Concluindo, os filmes de heróis não fazem mal algum ao cinema, muito pelo contrário. Porém, precisam sair da zona de conforto, nao continuarem a ter sempre os mesmos esquemas de roteiro, ideias não originais; vilões genéricos, isso sim faz mal ao cinema e ao gênero. Abrindo novos caminhos, novas visões e adaptações, é necessário que abracemos a diversidade e caminhos diferentes. Assim como o terror, o gênero de herói precisa ter suas vertentes e subgêneros.

O futuro nos trás esperança com tantos projetos bons e novas visões vindo, o que nos resta é esperar, e torcer para que o gênero se enriqueça e não se sature.

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Novas artes de Venom mostram que o Carnificina estaria no filme

Foram liberadas novas artes conceituais de Venom, que mostram o anti-herói numa batalha mortal contra o Carnificina no epílogo de seu filme solo.

Venom

A ideia para um filme solo do Venom, existia desde o lançamento de Homem-Aranha 3, onde foi a primeira aparição do vilão nas telonas. Após o cancelamento da franquia coordenada por Sam Raimi e protagonizada por Tobey Maguire, o projeto foi engavetado até 2012, quando o Espetacular Homem-Aranha estrelado por Andrew Garfield, foi aos cinemas. Mas, devido diferenças criativas do diretor Marc Webb com a Sony e posteriormente, a negociação feita com a Disney para obter um direito compartilhado dos herói aracnídeo nas telonas, a franquia O Espetacular Homem-Aranha foi cancelada em 2014 com o lançamento de seu último longa, levando Venom consigo.

A sequência de Venom não possui data de lançamento.

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Veja como seria o visual dos Skrulls em X-Men: Fênix Negra

Foram liberadas as artes conceituais dos Skrulls em X-Men: Fênix Negra, que estariam presentes no corte final do filme. 

Srkulls são uma raça de alienígenas transarmônica que tem o principal objetivo, dominar planetas ao redor da galáxia.

Ambientado em 1992, Charles Xavier (James McAvoy) está lidando com o fato dos mutantes serem considerados heróis nacionais. Com o orgulho a flor da pele, ele envia sua equipe para perigosas missões, mas a primeira tarefa dos X-Men no espaço gera uma explosão solar, que acende uma força malévola e faminta por poder dentro de Jean Grey (Sophie Turner).

Para futuras informações a respeito dos X-Men, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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X-Men: Fênix Negra deu um prejuízo de U$S 170 milhões à Disney

Em uma declaração feita para a Variety, Bob Iger, CEO da Disney, comentou que X-Men: Fênix Negra deu um prejuízo de U$S 170 milhões à empresa.

Fênix Negra é considerado um fracasso de bilheteria, visto que arrecadou apenas U$S 252 milhões ao redor do mundo.

”O desempenho do estúdio da FOX estava bem abaixo de onde costumava se encontrar e bem abaixo de onde esperávamos que estivesse quando fizemos a aquisição”, disse Iger.

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Ambientado em 1992, Charles Xavier (James McAvoy) está lidando com o fato dos mutantes serem considerados heróis nacionais. Com o orgulho a flor da pele, ele envia sua equipe para perigosas missões, mas a primeira tarefa dos X-Men no espaço gera uma explosão solar, que acende uma força malévola e faminta por poder dentro de Jean Grey (Sophie Turner).

Atualmente, a Marvel Studios está desenvolvendo novos filmes da equipe que farão parte do MCU.

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Phil Lord e Chris Miller trabalham em seriados em live-action de personagens do universo do Homem-Aranha

Durante a Television Critics Association, a dupla de cineastas Phil Lord e Chris Miller, anunciaram que estão trabalhando em inúmeros seriados em live-action de personagens do universo do Homem-Aranha.

A Sony Pictures é detentora de 900 heróis e vilões do universo Marvel, enquanto a Marvel Studios possui o direito de mais de 6.000 personagens. Lord e Miller revelaram que os seriados se conectarão entre si e podem ser lançados em serviços de streaming.

“Estamos desenvolvendo algumas séries live-action usando os personagens da Marvel na Sony, que são cerca de 900. Estamos tentando achar uma forma de dar uma experiência única para cada uma delas, mas que também estejam conectadas. “Estivemos conversando com potenciais parceiros para tentar fazer algo diferente de qualquer coisa feito na televisão. Vai demorar um pouco até tudo se acertar e ir pro ar, mas eu acho que vai ser algo bem especial”.

Chris Miller indicou que a Netflix é uma boa plataforma para que os seriados sejam lançados.

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A Sony Pictures já confirmou que uma sequência de Aranhaverso com o retorno garantido de Miles Morales, além de um spin-off protagonizado por mulheres, está em desenvolvimento. As continuações terão Chris Miller e Phil Lord como consultores criativos e Amy Pascal na produção. Até o momento, os longas não possuem data de lançamento.

Para futuras informações a respeito do Homem-Aranha e seu universo, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Tom Hardy será o co-roteirista da continuação de Venom

Em uma entrevista ao Comic Book, o diretor Andy Serkis comentou que Tom Hardy será o co-roteirista da sequência de Venom ao lado de Kelly Marcel.

“Tenho ideias claras sobre a jornada, o que quero ver em termos de visual, e como vamos levar os personagens para outra direção. Junto de Kelly Marcel, Tom Hardy escreveu diversas partes desse roteiro.”

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A ideia para um filme solo do Venom, existia desde o lançamento de Homem-Aranha 3, onde foi a primeira aparição do vilão nas telonas. Após o cancelamento da franquia coordenada por Sam Raimi e protagonizada por Tobey Maguire, o projeto foi engavetado até 2012, quando o Espetacular Homem-Aranha estrelado por Andrew Garfield, foi aos cinemas. Mas, devido diferenças criativas do diretor Marc Webb com a Sony e posteriormente, a negociação feita com a Disney para obter um direito compartilhado dos herói aracnídeo nas telonas, a franquia O Espetacular Homem-Aranha foi cancelada em 2014 com o lançamento de seu último longa, levando Venom consigo.

As filmagens da continuação de Venom começam em Novembro desse ano.

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Cinema

Andy Serkis é confirmado como o diretor da sequência de Venom

O Hollywood Reporter informa que Andy Serkis dirigirá a sequência de Venom, uma vez que Ruben Fleischer deixou o cargo devido ao seu compromisso com Zumbilândia: Atire Duas Vezes.

Serkis já atuou na Marvel Studios como o vilão Garra Sônica, que vez a sua primeira aparição em Vingadores: Era de Ultron.

Além de ator, diretor, produtor e roteirista, Andy é um especialista em efeitos de captura de movimentos, sendo considerado um dos artistas mais talentosos do ramo.

 

A ideia para um filme solo do Venom, existia desde o lançamento de Homem-Aranha 3, onde foi a primeira aparição do vilão nas telonas. Após o cancelamento da franquia coordenada por Sam Raimi e protagonizada por Tobey Maguire, o projeto foi engavetado até 2012, quando o Espetacular Homem-Aranha estrelado por Andrew Garfield, foi aos cinemas. Mas, devido diferenças criativas do diretor Marc Webb com a Sony e posteriormente, a negociação feita com a Disney para obter um direito compartilhado dos herói aracnídeo nas telonas, a franquia O Espetacular Homem-Aranha foi cancelada em 2014 com o lançamento de seu último longa, levando Venom consigo.

As filmagens da continuação de Venom começam em Novembro desse ano.

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The Boys é a sátira perfeita sobre a comercialização de super-heróis

É inegável dizer nos dias de hoje os super-heróis fazem parte não só da nossa cultura como de um comércio bastante lucrativo e popular  no ramo do entretenimento através de diversas mídias como cinema, jogos e quadrinhos. Também não se pode negar o quão amados e exaltados são os personagens e suas aventuras apresentadas tanto pela Marvel como pela DC – as principais editoras do ramo.

Mas e se os heróis de fato existissem? E se essa comercialização ditasse os seus atos? E se eles fossem sujos e corruptos? Pois bem, essa é a premissa de The Boys. A série é uma excelente sátira sobre como seriam os super-heróis caso eles existissem no mundo de hoje, sobre a comercialização e a exaltação dos mesmos e também é a representação perfeita de que o poder corrompe, mostrando o quão sujo seria um homem com super poderes e com os holofotes em si – se assemelhando ao estilo adotado por Zack Snyder em suas adaptações cinematográficas.

The Boys é uma série disponibilizada no serviço de streaming Amazon Prime e é baseada nos quadrinhos com o mesmo título, escrita por Garth Ennis e desenhada por Darick Robertson. A série em quadrinhos foi publicada inicialmente pela DC Comics e depois sua publicação foi para a Dynamite Entertainment.

A trama gira em torno dos Sete, uma equipe de super-heróis famosos, e de Hughie (Jack Quaid) – que perdeu sua namorada após um acidente envolvendo um desses heróis, o A-Train (Jessie Usher). Após isso Hughie começa a nutrir ódio pela equipe e se encontra com Billy Butcher (Karl Urban), que lhe oferece uma oportunidade de se vingar e acaba unindo um grupo com esse intuito.

Do outro lado acompanhamos também a heroína Starlight/Annie January (Erin Moriarty), que foi aceita recentemente para a equipe dos Sete. É através dela e do Homelander (Antony Starr) que acompanhamos como os heróis são corruptos, sujos e completamente babacas. De uma forma geral, cada membro dos Sete é uma paródia da própria Liga da Justiça. Homelander como Superman, Noir como Batman, Queen Maeve como Mulher-Maravilha, The Deep como Aquaman e A-Train como Flash. Isso torna tudo ainda mais interessante.

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Nesse caso chega a ser perturbador saber que se de fato existissem super-heróis, eles seriam exatamente da forma que são retratados durante os episódios. Como já dizia a Senadora Finch em Batman v Superman: ”O poder corrompe, e o poder absoluto corrompe absolutamente”. E aqui, não só foi o poder como também a fama e a adoração da população. A retratação dos heróis é executada de forma majestosa e é semelhante ao que Zack Snyder fez em Watchmen, Man of Steel e Batman v Superman, entretanto, em The Boys temos um extra: a comercialização dos mesmos.

Funcionando perfeitamente como uma crítica ao mercado de adaptações cinematográficas que acabou saturando o gênero, na série vemos como os heróis funcionam como uma mercadoria – com filmes, brinquedos, quadrinhos e diversos outros produtos. Além disso, para o governo eles são uma arma; para a empresa Vought, lucro; para a população, esperança e diversão. Diante de tudo isso, The Boys chega como um alívio por se apresentar diferente da fórmula conhecida e repetida ao longo desses 11 anos em termos de adaptações de quadrinhos para o audiovisual.

Outro ponto de destaque para a série é o desenvolvimento dos personagens, que é extremamente bem executado. Cada personagem tem um papel fundamental na trama e precisa lidar com suas próprias subtramas – mesmo que o foco principal seja em Hughie.

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A adaptação dos quadrinhos para a série está excelente, preservando bem o seu material fonte. Algumas modificações como por exemplo a ausência de Terror, o cachorro de Billy, estão presentes mas não pesam tanto. Além disso a violência gráfica apresentada nos quadrinhos foi bem transmitida através da parceria entre a fotografia e dos efeitos especiais, que juntos transmitem o ambiente violento e sombrio da série.

Diante de tantas séries e filmes que apresentam a mesma fórmula e saturam o gênero das adaptações de quadrinhos, The Boys chega como um presente não só para os fãs da obra original como para os fãs do gênero. Sendo uma sátira perfeita sobre a comercialização dos super-heróis, a série mostra como seria se o homem tivesse poderes no mundo real e como a sociedade reagiria – claro que há exceções, nem todos os heróis seriam babacas se fossem reais e mesmo assim a série também mostra isso, com a Starlight. Além disso, a season finale é surpreendente e deixa o espectador curioso pro que está por vir. Vale a pena dar uma conferida.

A 1ª Temporada de The Boys possui 8 episódios de, aproximadamente, 1 hora cada. A série foi lançada no dia 26 de Julho e está disponível no serviço de streaming Amazon Prime.

Nota: 4.0/5

 

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Homem-Aranha ganhará três novos POP’s! exclusivos da Walgreens

A Funko anunciou através de suas redes sociais, que o Homem-Aranha ganhará três novos POP’s! exclusivos da Walgreens. Os colecionáveis são: Homem-Aranha com traje da Fundação Futuro, Homem-Vergonha e Aranha-Octopus.

https://www.instagram.com/p/B0oTs6Albvm/

Fundada em Outubro de 1998, a Funko começou produzindo bobbleheads exclusivos de Freddy (mascote da empresa), e somente no ano de 2000, a organização deu início a fabricação de colecionáveis licenciados da cultura pop. Em 2010, tevê início com Batman, Charada e Pinguim a linha POP!, um dos colecionáveis mais vendidos mundo.

Para futuras informações a respeito da Funko, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.