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Cinema

Matt Smith seria o jovem Palpatine em Star Wars: A Ascensão Skywalker

Segundo o site That Hashtag Show, o ator Matt Smith interpretaria uma versão jovem do imperador Palpatine em Star Wars: A Ascensão Skywalker. 

Smith chegou a gravar as suas cenas para o longa-metragem. Todavia, a sua participação na produção acabou sendo cortada de última hora.

Matt Smith é um ator britânico que iniciou a sua carreira em 2003, após abandonar sua ocupação como jogador profissional de futebol devido à um ferimento nas costas. Seu papel mais conhecido é do décimo primeiro doutor, de Doctor Who.

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Lucasfilm e o diretor J.J. Abrams juntam forças mais uma vez para levar os espectadores a uma jornada épica em uma galáxia muito, muito distante em Star Wars: A Ascensão Skywalker, a fascinante conclusão da saga Skywalker, na qual novas lendas nascerão e a batalha final pela liberdade ainda está por vir.

Star Wars: A Ascensão Skywalker já está em cartaz em todos os cinemas do país.

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Séries

Finn Wolfhard está sendo considerado para co-estrelar a série do Loki

Segundo o site That Hashtag Show, a Marvel Studios está considerando escalar o ator Finn Wolfhard para co-estrelar a série do Loki ao lado dos atores  Sophia Di Martino e Tom Hiddleston.

Ao que tudo indica, Finn viverá o Kid Loki no seriado, uma vez que Hiddleston será a versão masculina do personagem e Sophia a versão feminina do deus da trapaça.

Todavia, vale mencionar, que a Marvel Studios está sondando outros atores mirins para contracenar com Tom Hiddleston no MCU.

A pré-produção de Loki já começou e em breve, deveremos saber mais nomes que irão integrar o elenco da obra.

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Em Loki, veremos o deus da trapaça do ano de 2012 fazendo inúmeras viagens temporais, nas quais irão interferir drasticamente no destino do multiverso.

Loki estreia em 2021 no Disney+.

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Cinema

Próximos filmes de Star Wars devem se passar na Alta República 400 anos antes da saga Skywalker

De acordo com o Making Star Warsos próximos filmes da série cinematográfica Guerra nas Estrelas, se passarão 400 anos antes da saga Skywalker.

Ao que tudo indica, um dos vilões dessa nova leva de longas-metragens será Darth Bane, que foi rapidamente mencionado em Star Wars: A Ameaça Fantasma. Também é reportado, que veremos uma versão jovem do Yoda, quando ele ainda era um Jedi ”recém-formado”.

Por último mas não menos importante, o site noticia que as produções não serão uma trilogia, mas sim, obras que irão se passar no mesmo período de tempo, e que posteriormente, se intercalarão no mesmo molde das produções da Marvel Studios.

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Lucasfilm e o diretor J.J. Abrams juntam forças mais uma vez para levar os espectadores a uma jornada épica em uma galáxia muito, muito distante em Star Wars: A Ascensão Skywalker, a fascinante conclusão da saga Skywalker, na qual novas lendas nascerão e a batalha final pela liberdade ainda está por vir. Diz a sinopse de A Ascensão Skywalker, o mais novo filme da saga.

O próximo longa-metragem do universo Star Wars será lançado em 2022.

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Cinema Séries

Marvel Studios está supostamente desenvolvendo projetos com os personagens de Os Defensores

De acordo com o site MCU Cosmic, a Marvel Studios está supostamente desenvolvendo diversos projetos com os personagens de Os Defensores.

O veículo de comunicação afirma que ainda é uma incerteza se o estúdio usará os mesmos atores dos seriados da Netflix, visto que também há uma ambiguidade se as obras televisivas dos heróis urbanos serão mencionadas nas suas supostas reformulações.

Há alguns meses, surgiu um rumor que indicava que o Demolidor, Luke Cage, Justiceiro e Jessica Jones não teriam os seus atores trocados, apenas que ”sofreriam” um soft reboot. Especula-se, que apenas o Punho de Ferro terá um reboot por completo.

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O universo cinematográfico da Marvel iniciou-se em 2008 através do filme Homem de Ferro, protagonizado por Robert Downey Jr. com direção de Jon Favreau. Atualmente, o MCU é composto por 23 filmes, 6 curtas metragens e 11 seriados.

Para futuras informações a respeito da Marvel Studios, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema Séries

Marvel Studios pode ter adquirido o controle total do Hulk e Namor

Segundo o site MCU Cosmic, a Marvel Studios pode ter adquirido o controle total do Hulk e Namor.

Os direitos cinematográficos de ambos os personagens pertenciam à Universal Pictures até então. A Marvel era proibida de produzir um longa-metragem do gigante esmeralda e do príncipe submarino, uma vez que a o estúdio só podia utilizá-los em filmes de equipes como personagens secundários. 

O Hulk deve ser um dos protagonistas do seriado da Mulher-Hulk, que será exclusivo do Disney+, enquanto segundo rumores, o Namor fará a sua estreia em Doctor Strange in the Multiverse of Madness e posteriormente, dará as caras em Pantera Negra 2.

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O universo cinematográfico da Marvel iniciou-se em 2008 através do filme Homem de Ferro, protagonizado por Robert Downey Jr. com direção de Jon Favreau. Atualmente, o MCU é composto por 23 filmes, 6 curtas metragens e 11 seriados.

Para futuras informações a respeito da Marvel Studios, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema Entretenimento Tela Quente

Os dez piores filmes de 2019

É inegável que o ano de 2019 foi grandioso para o cinema, apresentando não só produções excelentes como também péssimos longas-metragens.  Pensando nisso, a equipe de redação da Torre decidiu preparar duas listas, uma expondo os melhores filmes do ano que passou e esta, mostrando os piores longas de 2019. Vale lembrar que esta lista apresenta a minha própria opnião a respeito e envolve apenas os blockbusters do ano.

10) Vidro – M. Night Shyamalan

Vidro é um suspense lançado em 17 de Janeiro de 2019, sendo o terceiro filme da trilogia iniciada em 2000 com Corpo Fechado e como continuação de Fragmentado. A trama gira em torno de David Dunn, personagem vivido por Bruce Willis, caçando a Fera, interpretada por James McAvoy. No desenrolar da trama, os dois acabam se encontrando em uma instituição psiquiátrica junto com Sr. Vidro, personagem de Samuel L. Jackson. Na instituição, os três são estudados por uma psiquiatra que acredita que eles apresentem um delírio de grandeza.

Por mais que o filme seja bem dirigido e que a premissa do filme seja interessante ao juntar os três personagens para explorar seu perfil psicológico, o longa se perde em seu terceiro ato querendo deixar o suspense de lado para se tornar mais um filme de super-herói, com um plot raso e um final que deixa a desejar. Entretanto, por mais que tenha esse defeito, o elenco trabalha bem e Anya Taylor-Joy se apresenta como um dos destaques do longa.

9) Hellboy – Neil Marshall

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Hellboy ganhou um reboot em 2019 – antes dirigido de forma excepcional por Guillermo del Toro, agora foi a vez de Neil Marshall comandar o personagem. O longa adapta quatro histórias em quadrinhos do personagem e sua trama gira em torno do retorno da vilã de Nimue, interpretada por Milla Jovovich. Com seu possível retorno e sua ameaça de destruir a vida na Terra, Hellboy é convocado para evitar que isso ocorra.

Por se tratar de um reboot foi bem pretensioso tentar adaptar um arco tão grandioso, criando um problema no ritmo do longa. Além disso, a direção torna um roteiro que aparentemente é simples ser complexo nas telas com sequências de eventos confusas e fora da ordem cronológica. Outro grande problema é o excesso de piadas fora de hora, quebrando o clima (já mal estabelecido) do longa. Por mais que David Harbour se apresente como um bom Hellboy e que o longa apresente bons efeitos visuais, o filme se perde muito ao querer cumprir mais do que um reboot deveria, comprometendo sua qualidade e se tornando facilmente um dos piores filmes do ano.

8) O Rei Leão – Jon Favreau

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A versão live-action de O Rei Leão, por mais que apresente a mesma trama que o desenho e as excelentes músicas interpretadas por Donald Glover e por Beyoncé, acaba quebrando a parte emocional da trama original ao mostrar na tela personagens em CGI sem nenhuma expressão. Foi uma adaptação desnecessária onde seria mais fácil relançar o desenho nos cinemas do que criar uma versão que não traga nenhum sentimento ou emoção ao telespectador. Eu, como fã apaixonado do desenho, não senti absolutamente nada assistindo ao filme.

Aladdin, também lançado esse ano, poderia ser um exemplo de que existem filmes certos para serem adaptados em live-action enquanto outros não deveriam nem ser cogitados para isso. Entretanto, com alguns acréscimos em relação a trama original, também prova ser um erro ser adaptado de tal forma.

7) X-Men: Fênix Negra – Simon Kinberg

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Dirigido e escrito por Simon Kinberg, a trama gira em torno de Jean Grey (Sophie Turner). Após um acidente durante uma missão no espaço, a mutante se apresenta fora de controle e com seus poderes ampliados. Com isso, cabe a Charles Xavier e o resto dos X-Men ajudar Jean a se recompor, enquanto Magneto quer matar a mutante. O roteiro é repleto de falhas: além do erro de cronologia (pelo qual a franquia é extremamente famosa), ele erra em não saber desenvolver nenhum personagem. O foco da trama é a Grey, e nem ela o roteiro consegue desenvolver – o que resulta em um filme sem emoção, mesmo nos momentos que deveria criar algum sentimento no telespectador.

Com essa falta de desenvolvimento, toda a história perde o sentido e todos se tornam coadjuvantes, até mesmo a personagem que carrega o filme. Outro grande problema é a insistência na fórmula do Magneto, onde o mesmo se apresenta como herói, se torna vilão e depois muda de lado novamente. Essa fórmula já enjoou em Apocalipse, e parece que novamente eles não aprenderam. O único destaque do filme é a Sophie Turner, que atua de forma excelente e passa o sentimento e o emponderamento da personagem de forma única – entretanto, o desenvolvimento porco da trama consegue também estragar isso. X-Men: Dark Phoenix é uma decepção e consegue ser pior do que X-Men 3: O Confronto Final. Personagens mal desenvolvidos, uma trama enrolada e apresentada de forma apressada que ficou parecendo um trabalho escolar feito durante a véspera da apresentação.

6) Malévola 2: A Dona do Mal – Joachim Rønning

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Em resumo, Malévola 2 é uma continuação desnecessária de um bom filme. A trama gira em torno do casamento de Aurora com Philip, onde a mãe do príncipe não aceita tão bem Malévola e é a vilã da história.

O filme apresenta um roteiro extremamente fraco e raso que não aproveita o talento das atrizes de peso (Angelina Jolie e Michelle Pfeiffer) presentes no longa. O primeiro filme, lançado em 2013, apresentou uma trama boa e um final adequado – o que deixa claro que sua sequência foi feita visando apenas ao lucro.

5) Annabelle 3: De Volta para Casa – Gary Dauberman

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Bom, Invocação do Mal é a melhor franquia de terror atual – créditos a James Wan, que dirige o filme com uma qualidade absurda e de seus enredos. Como toda franquia que gera lucro, há spin-offs desnecessários e assim como os dois filmes anteriores da boneca possuída e A Freira, Annabelle 3 não poderia ser outro caso.

O longa se passa após os Warren deixarem a boneca no porão de sua casa. Após isso, as amigas curiosas vão mexer nas coisas e liberam o espírito – não só da boneca, como de diversos itens de lá. Mas o filme é tão ruim que você chega a dar risada das situações que eram pra dar medo. Não tem história e também não tem momentos que causem medo ou sustos, apenas risadas do quão patético é esse filme. Nem a presença de Patrick Wilson e de Vera Farmiga como os Warren salva o filme do fracasso.

4) The Silence – John R. Leonetti

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A produção original da Netflix não passa de uma cópia barata do bem sucedido A Quiet Place. A trama é bem semelhante, a família precisa sobreviver em um mundo dominado por monstros que são atraídos por sons. O roteiro apresenta situações preguiçosas para dar tensão ao filme e a direção é péssima, não sabendo lidar com a construção da trama, com o desenvolvimento dos personagens e nem trabalhar com a criação da tensão ao telespectador.

3) Rambo: Last Blood – Adrian Grunberg

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Stallone precisa entender que já está velho para reviver seus personagens antigos de filmes de ação, e até mesmo para fazer um filme de ação com a mesma fórmula que fazia antigamente. Os tempos são outros, e ninguém mais se sente atraído por um filme nesse nível, ainda mais quando alguém que interpreta já deveria estar aposentado. Rambo: Last Blood é uma tentativa de reviver um dos seus personagens mais famosos e conhecidos, forçando uma história com um roteiro preguiçoso para dar justificativa a cenas de ação sem pé nem cabeça e a momentos de extrema xenofobia contra o povo mexicano.

É uma desculpa para a violência gratuita, mas mais do que isso, uma tentativa fracassada de reviver um personagem que já morreu, e que se alguém sentir saudades, basta rever os filmes antigos – que apresentam uma boa qualidade cinematográfica e justificativa para existir, visto que a trama é boa e baseada no livro de mesmo nome.

2) Esquadrão 6 – Michael Bay

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Mais uma produção original da Netflix na lista, sendo o fruto das fantasias mais delirantes de Michael Bay. A trama gira em torno do personagem de Ryan Reynolds, um bilionário que decide reunir um grupo de pessoas para derrubar forças ditatoriais ao redor do globo. Para isso, cada membro simula sua própria morte para fazer parte dessa missão. A proposta é até interessante porém se perde em um roteiro preguiçoso, uma direção porca e uma edição horrível repleta de cortes desnecessários onde até a trilha sonora sofre nisso.

O roteiro é tão raso que parece que não existe, a edição é extremamente preguiçosa e o diretor usa e abusa das explosões e dos efeitos especiais. Em suma, parece que o filme foi feito apenas para agradar o diretor e realizar o seu maior feitiche.

Clique aqui para ler a crítica completa.

1) Cats – Tom Hooper

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Em primeiro lugar, está o filme mais bizarro do ano: Cats. Primeiramente o musical da broadway é bom mas não merecia uma adaptação para os cinemas. Infelizmente, a adaptação veio e com ela as coisas mais estranhas desse mundo vieram juntas como se abrissem um portal diretamente do inferno onde gatos se fundiram com os humanos para dominar a Terra.

Criticado desde o lançamento do seu primeiro trailer assutador, Cats vem recebendo críticas negativas da internet – e com razão, o trailer só preparava pro desastre que estava por vir. As coregrafias de qualidade e a trilha sonora bem feita não conseguem fazer com que o longa avance ou fuja da sua bizarrice, tendo em vista que os visuais em CGI estão extremamente assustadores e mal feitos e que os atores aparentam atuar de forma desconfortável a todo o momento. O filme não cativa o telespectador e nem apresenta um roteiro para se sustentar. É, sem sombra de dúvidas, o pior filme de 2019.

Vamos torcer para que 2020 traga excelentes filmes, da mesma forma que o ano anterior trouxe, e que os filmes ruins venham em pouco número.

 

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Audição de WandaVision sugere o retorno de Mercúrio no MCU

Vazou uma audição do vindouro seriado WandaVision, que mostra um ator mirim fazendo um teste para viver o Célere no MCU.

O curioso, é que a criança cita para o seu irmão (Wicanno), que o seu tio está dormindo no quarto ao lado e que ele está roncando muito.

Ao que tudo indica, o tio das crianças é ninguém mais ninguém menos que o Mercúrio, uma vez que a Feiticeira Escarlate possui apenas um irmão homem.

https://vimeo.com/369217184

A seguir, você também pode conferir uma outra audição para o seriado, que dessa vez, é focado em Wicanno falando sobre os seus poderes.

Na série, acompanharemos três estágios da vida dos filhos de Wanda Maximoff: nascimento, infância e adolescência.

Após a morte do Visão e dos eventos de Vingadores: Ultimato, a Feiticeira Escarlate criará uma realidade perfeita para si mesma, onde o seu amado está vivo e saudável, além de ter dois filhos com ele. Entretanto, a personagem não contava que um mundo perfeito, traria consequências drásticas para o multiverso.

Para futuras informações a respeito de WandaVision, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Sétima temporada de Star Wars: Clone Wars é confirmada para Fevereiro de 2020

O Disney+ confirmou através do seu site oficial, que a sétima temporada de Star Wars: Clone Wars será lançada em 17 de Fevereiro desse ano.

Anteriormente, a animação havia se encerrado em 07 de Março de 2014, uma vez que o seu primeiro episódio foi ao ar em 03 de Outubro de 2008.

A seguir, você pode conferir uma nova imagem oficial do seriado.

Uma guerra civil épica onde Jedi luta para manter a liberdade e conquistar a paz na galáxia contra as diabólicas forças do mal.

Para futuras informações a respeito de Star Wars: Clone Wars, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Sequência de Star Wars: Rebels está em desenvolvimento com suposto lançamento para o final de 2020

Segundo o site Star Wars Unity, a Lucasfilm começou o desenvolvimento da sequência da animação Star Wars: Rebels, que será focada nas personagens  Ahsoka e Sabine.

O seu lançamento está supostamente sendo planejado para o final desse ano (2020).

Também é mencionado que Dave Filoni está envolvido na produção, uma vez que o cineasta foi um dos responsáveis por Clone Wars, Rebels e The Mandalorian.

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A série explora os acontecimentos dos 19 anos entre o “Episódio III – A Vingança dos Sith” e o “Episódio IV: Uma Nova Esperança”. Utilizando a vida dos gêmeos Skywalker como medida, será ativa na história após a separação deles quando recém-nascidos, e antes da reunião indesejada na prisão da Death Star. Diz a sinopse de Rebels.

Para futuras informações da sequência de Rebels, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Primeiro personagem trans do MCU não chegará em breve, entenda

Segundo a Variety, o primeiro personagem trans do MCU pode demorar um pouco para dar as caras.

Anteriormente, Kevin Feige havia sido questionado se a Marvel Studios tem planos para incluir um personagem LGBTQ+ ou trans no seu universo cinematográfico. Feige afirmou que ”absolutamente sim”, mas que segundo a Variety, o produtor estava se referindo ao herói homossexual, deixando no ar uma possível estreia de um personagem transgênero no Universo Cinematográfico da Marvel.

Phastos, será o primeiro herói homossexual da produtora. Ele será um dos protagonistas de Os Eternos.

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O universo cinematográfico da Marvel iniciou-se em 2008 através do filme Homem de Ferro, protagonizado por Robert Downey Jr. com direção de Jon Favreau. Atualmente, o MCU é composto por 23 filmes, 6 curtas metragens e 11 seriados.

Para futuras informações a respeito da Marvel Studios, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.