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Cinema

Viúva Negra ganhará seu filme solo!

Depois de muita espera e choro de misericórdia por parte dos fãs, a Marvel anunciou que começou a produzir um filme solo da Viúva Negra, longa metragem que é esperado pelos admiradores de quadrinhos desde o início do Universo Cinematográfico da Marvel.

Segundo o site The Wrap, Jac Schaeffer (Timer – Contagem Regressiva Para o Amor) será encarregada do roteiro, enquanto Scarlett Johansson retornará no papel da espiã. Ainda não se sabe quem ficará responsável pela direção e quando o filme chegará nas telonas.

A próxima aparição da heroína nos cinemas será em Vingadores: Guerra Infinita e respectivamente em Vingadores 4.

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Cinema

Zoeira no novo teaser trailer de Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas

O Cartoon Network e a Warner Bros. divulgaram um novo vídeo promocional de Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas.

Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas tem no seu elenco: Khary Payton (Cyborg), Tara Strong (Ravena), Greg Cipes (Mutano), Hynden Walch (Estelar), e Scott Menville (Robin)

O filme estreia no dia 26 de julho nos cinemas brasileiros.

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Séries

Adam Strange e a Casa dos El no novo trailer de Krypton

O Syfy e a DC Comics divulgaram um vídeo promocional inédito da série Krypton, focado no legado da família do Superman e na missão de Adam Strange para salvar a esperança perdida no Universo.

https://www.youtube.com/watch?v=Q7N70aKuUts

Krypton tem no seu elenco: Cameron Cuffe, Georgina Campbell, Shaun Sipos e Ian McElhinney.

A primeira temporada estreia no dia 21 de março no Syfy.

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Cinema

Assista ao último trailer de Pantera Negra

Marvel Studios liberou o terceiro e último trailer de Pantera Negra, que estreia no dia 15 de fevereiro em todos os cinemas do país!

Veja ao vídeo abaixo:

“Após os eventos de Capitão América: Guerra Civil, T’Challa retorna para casa, na nação reclusa e tecnologicamente avançada de Wakanda, para servir como o novo líder. Entretanto, T’Challa logo descobre que é seu trono é desafiado por facções dentro de seu próprio país. Quando dois inimigos conspiram para destruir Wakanda, o herói conhecido como Pantera Negra precisa se unir ao agente da CIA Everett K. Ross e membros do Dora Milaje, as forças especiais de Wakanda, para prevenir que o país seja levado a uma guerra mundial.”

Para mais matérias a respeito do filme do Pantera Negra, fique ligado aqui na Torre de Vigilância.

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Anime Cultura Japonesa

Netflix divulga trailer de Godzilla: Planet of the Monsters e data de estreia

Polygon Pictures e a Netflix anunciaram que o filme Godzilla: Planet of the Monsters (Godzilla: Kaijū Wakusei) estreia mundialmente no catálogo da empresa de streaming no dia 17 de janeiro. Para comemorar o anúncio, um novo trailer foi divulgado. Confira!

O filme será estrelado por:

Mamoru Miyano como Haruo Sakaki.

Takahiro Sakurai como Metphies.

Kana Hanazawa como Yuko Tani.

Tomokazu Sugita como Martin Lazzari.

Yuuki Kaji como Adam Bindewald

Junichi Suwabe como Mulu-Elu Galu-gu.

Kobun Shizuno (Detective Conan: The Darkest Nightmare, Fist of the North Star: The Legend of Kenshirô, Fist of the North Star: The Legend of Toki) e Hiroyuki Seshita (Ajin, Knights of Sidonia) estão dirigindo os filmes pela Polygon Pictures.

Gen Urobuchi (Puella Magi Madoka Magica, Fate/Zero, Psycho-Pass), da Nitroplus, é creditado pelo conceito da história e pelo roteiro. Urobuchi é também responsável pela composição ao lado de Yūsuke Kozaki.

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Serial-Nerd Séries

Você não precisa ter um QI alto para assistir à Rick and Morty

Quando a  primeira temporada foi lançada em 2013, Rick and Morty não atraiu tanto a atenção do público quanto o esperado, aparentando ser mais um desenho escrachado para adultos do Adult Swim. Porém, com a vinda do seu segundo e terceiro anos em 2015 e, respectivamente, em 2016, a animação ganhou um destaque mais exorbitante no ramo televisivo, graças aos seus episódios que tratavam de vários temas do cotidiano, com um humor ácido recheado de palavões censurados e de personagens cativantes.

De início, não me simpatizei com o seriado graças a sua fanbase chata e irritante, mas, ao ver vários comentários  de amigos e conhecidos falando bem do seriado, decidi dar uma chance. Infelizmente ou felizmente, agora  faço parte dessa comunidade de fãs que eu tanto criticava.

Rick Sanchez é um dos seres mais inteligentes do universo, que sempre se divertiu viajando por infinitas realidades e por todo o cosmo. Junto ao seu neto Morty, o cientista e o garoto não muito inteligente, embarcam em novas aventuras com o objetivo de se divertir e, se sobrar tempo, aprender alguma coisa com as viagem intergalácticas.

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Os criadores Justin RoilandDan Harmon criaram o desenho com o objetivo de conceber uma critica ao mundo moderno, exorbitando-se de temas como: política, niilismo (não existência), abusos de poder e até mesmo sexuais, depressão (que ainda será citada nessa coluna ou crítica, como preferir) e fraternidade. Querendo ou não, o telespectador acaba se identificando com os pontos citados, afinal, Rick and Morty pode ser o mais fantasioso possível, mas ainda é realista em seus atos e dizeres.

A existência conjugal dos protagonistas é o ponto alto do seriado, que mesmo com seus dramas individualistas, os personagens acabam compartilhando um pouco de seus sentimentos com o resto dos indivíduos que o cercam. Por exemplo, o casal Beth e Jerry Smith, que vivem um relacionamento conflituoso que reflete nas personalidades dos seus filhos: Morty Summer. De um lado, temos um garoto com deficit de atenção e com poucos amigos (sem contar o seu avô) e do outro, uma garota mimada e carente que só pensa em fazer compras e ficar o dia inteiro em suas redes sociais. Não é estranho uma briga de pais ser mencionada de maneira recorrente na animação, afinal, nós somos frutos da geração divórcio, tornando-se uma atitude regular dos nossos progenitores se divorciarem ou separarem com frequência.

A perda, fracasso, decepção e carência são problemas comuns em nossas vidas, no fim das contas, ninguém é feliz 100%, pois para haver a felicidade, tem que ter a infelicidade e para o sucesso existir, o fracasso do outro tem como obrigação, coexistir. As pertubações, em alguns casos, são transformadas em depressões, assunto que é relatado quase toda hora em Rick and Morty, seja de maneira escondida e bem humorada ou evidente. Rick Sanchez teve uma filha muito novo, se separando no auge de sua juventude. Isso conseguiu mexer muito com o seu psicológico, em que sua mente o incentivava toda hora a cometer suicídio que, por bem, sempre se ressumia no fracasso do ato. Por coincidência ou não,  quase todo dia, é noticiado que mais uma pessoa foi ”vítima” da depressão, ou seja, ela está sim presente em nossas vidas, de maneira direta ou indireta.

Como os universos DC e Marvel, Rick and Morty tem estrutura e capacidade para sustentar um macrocosmo inteiro que, a cada episódio, os capítulos dão vida à diversos sujeitos de várias raças, com poderes, personalidades e competências diferentes, podendo abrir várias oportunidades para futuros spin-offs.

A simpatia da série é sustentada com as suas loucuras, tramas da ”pá-virada” , personagens com traços cativantes e atitudes inesperadas. No fim, é isso que faz o espectador querer mais e mais, acompanhando a história e a jornada até a sua famigerada conclusão, abrindo a porta para varias teorias boas e ruins.

Somando 21 episódios (entre a primeira e segunda temporada), quase nenhum cria uma sensação de desconforto e chatice, pelo contrário, a maioria cativa e abre um sorriso no rosto de seu seguidor a cada piada e desfecho das conjunturas. Porém, alguns posicionamentos sem resposta (mesmo sendo propositais) podem incomodar quem não está acostumado com esse tipo de material. Pode-se dizer o mesmo sobre as suas saídas fáceis, que sempre ficam na cara o que vai acontecer, em que tudo dará certo em seu epílogo, mesmo tendo um raro plot twist em todo o seriado.

Ok, mesmo dando várias e várias voltas em apenas um único texto, você deve estar se perguntando: ”mas o que a crítica tem haver com o seu título?” Ora meu caro leitor, embora Rick and Morty abre as margens para diversas interpretações, é possível você sentar em seu sofá, colocar um episódio e assistir sem preocupação nenhuma em elucidar as suas metáforas e piadas cheias de besteiras. No final, a animação é feita para o público em geral, sendo você um entendedor de ciências ou não, apenas ignore toda a filosofia feita nessa coluna e divirta-se!

Espero que tenha gostado, até a próxima e Wubba Lubba Dub Dub!

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Detective Comics

Entre a Foice e o Martelo é uma história extremamente humana

Superman é um dos personagens mais complexos das histórias em quadrinhos. O herói já foi interpretado de diferentes formas por diversos roteiristas e artistas, entretanto ninguém jamais ousou mudar o local da queda do foguete vindo de Krypton. Em todas as origens, ele cai em solo americano, o tornando consequentemente um símbolo americano. Em Entre a Foice e o Martelo, o foguete cai na Ucrânia e anos depois o Superman se torna o herói da União Soviética mudando o rumo da Guerra Fria, enquanto os Estados Unidos, representados por Lex Luthor, tentam destruí-lo. É um universo alternativo interessantíssimo, mas vai além disso se consagrando como uma das melhores histórias do Homem de Aço.

Super protetor. Seria o termo mais adequado para definir o Superman em Entre a Foice e o Martelo. Habilmente escrito por Mark Millar, o seu Homem do Amanhã é extremamente preocupado com tudo o que está ao seu redor, conversas políticas são facilmente interrompidas, pois ele sente a necessidade de ajudar as pessoas. Ele não liga para essas questões assim como o Superman o qual conhecemos. Entretanto, Millar acrescenta algo a mais nesse desejo extremamente purista, algo mais perigoso: Uma utopia. A necessidade se torna uma obsessão.

 

É uma construção para desconstrução. Não apenas Millar consegue demonstrar isso em seus roteiros, como a arte de Dave Johnson também. De repente, o Superman com traços nostálgicos remetendo a animação dos irmãos Fleischer dá lugar a um ditador. Ingenuidade, talvez seja outra palavra para defini-lo neste quadrinho, ele sempre acredita estar fazendo o certo e em alguns momentos leva o leitor a acreditar que o melhor caminho é a sua utopia – pelo menos até o final – e acredita que não precisará recorrer a violência para alcançar seus objetivos. Ainda bem que Lex Luthor existe.

Superman tinha boas intenções, Luthor também. “Não estaríamos trocando um demagogo por outro?” questiona uma personagem durante a narrativa. Ele e o herói se completam. Ambos querem salvar o mundo, mas Lex é mais realista, afinal, o mundo jamais será perfeito e ele sabe disso. Existe um porém, Luthor não gosta de pessoas, gosta dele mesmo, considera o trabalho mais importante do que a sua esposa. Ao mesmo tempo em que ele é humano, ele é desumano, assim como o Homem de Aço se invertermos os adjetivos. Um completa o outro. Mais uma excelente construção de personagem executada por Millar aqui.

Com a ajuda de Alex Ross, os desenhos de Dave Johnson, Andrew Robinson, Killian Plunket, Walden Wong beiram ao nostálgico e ao revolucionário, as locações e os designs para cada herói beiram a perfeição de tão criativas. Destaque para o Batman e sua Bat-caverna no fundo do mar. Eles também entregam ótimas cenas de ação. Apesar da mudança na arte a cada capítulo, eles nunca destoam uma da outra, apenas se complementam. As cores de Paul Monts são claras e agradáveis aos olhos do leitor.

É incrível como o protagonista impacta a todos ao seu redor em Entre a Foice e o Martelo. Lois Luthor vê nele, uma figura confiável, o homem que a salvaria caso ela caísse de um prédio. Na verdade, o roteirista respeita bastante as regras do Multiverso onde o que é real em uma terra, é ficção em outra e brinca bastante com o relacionamento entre os dois em um monólogo onde Superman diz que um famoso poeta escreveria uma história onde ele e ela se tornariam amantes e que seria o livro mais vendido de todos os tempos. Pyotr, o filho de Stalin, se sente descartável com a presença do Superman, tratando tudo como uma competição, com ódio, pois enquanto ele voa pelos céus, nós estamos vivendo na sarjeta. Batman aqui é um homem sem moral, é a anarquia de preto, o símbolo de uma revolução que não aceita um governante alienígena. O confronto entre ele e o Kryptoniano é um dos melhores das histórias em quadrinhos rivalizando com a luta em O Cavaleiro das Trevas. Na verdade estes três personagens representam três sensações humanas: Amor, tristeza e coragem.

Recentemente, a editora Panini publicou a história em um encadernado capa dura com papel couche. A edição conta com alguns extras como artes conceituais de Dave Johnson e um depoimento de Tony DeSanto para a história. Entre a Foice e o Martelo fala bastante sobre humanidade, não só como uma sensação retirada de todos nós por um alienígena, mas como um todo. Provando que nem mesmo Superman ou Lex Luthor poderiam salvar este mundo, com ambos, estaremos fadados ao fim se procurarmos por perfeição. Devemos aceitar a sarjeta em que vivemos e suas falhas, contemplá-las e aprender a conviver com elas. Mark Millar trouxe até nós uma das melhores histórias já escritas sobre o personagem e ele nem precisou ser americano para isso.

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Anime Cultura Japonesa

Lançado o clipe oficial para os 100 anos de animação japonesa

Os animes começaram a ser lançados no Japão em 1917 e agora estão completando 100 anos de existência. Para comemorar tal data, os estúdios de animação lançaram uma mega clipe para o projeto Anime Next 100, reunindo séries produzidas nesse centenário para relembrar do que já passou e se preparar para o que virá.

A canção tema dos 100 anos de anime, Tsubasa Wo Motsu Mono ~Not An Angel Just A Dreamer~ (Aqueles com asas ~ Não é um anjo Apenas um sonhador ~), tem letras de Aki Hata e Seiko Fujibayashi, e composição de Kohei Tanaka e Noriyasu Uematsu.

A música foi interpretada pelos artistas: i ☆ Ris, Azumi Inoue, Wake Up, Girls!, Maaya Uchida, Akira Kushida, GRANRODEO, Isao Sasaki, Hiro Shimono, JAM Project, Konomi Suzuki, Kenichi Suzumura, Ayana Taketatsu, Chihara Minori, TRUE, Toshiyuki Toyonaga, Shoko Nakagawa, Wataru Hatano, Mitsuko Horie, Minami, Mizuki Ichiro, Suzuko Mimori, May’n, e Chihiro Yonekura.

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Séries

Syfy e Netflix anunciam série do livro de George R.R. Martin, Nightflyers

Em comunicado oficial no seu blog, o autor George R.R. Martin divulgou que a Syfy irá produzir, em parceria com a Netflix, uma série televisiva de Nightflyers, adaptação de sua obra, que já possui um filme de mesmo nome, lançado em 1987.

Jeff Buhler (Jacob’s Ladder) escreveu a adaptação para televisão e fará a produção executiva juntamente com Daniel Cerone (The Blacklist), que também servirá como showrunner.

Martin será produtor executivo, ao lado de Gene Klein (Suits), David Bartis (Suits), Doug Liman (Live. Die. Repeat), Alison Rosenzweig (Jacob’s Ladder, Windtalkers), Michael Gaeta (Jacob’s Ladder), Lloyd Ivan Miller, e Alice P. Neuhauser.

Robert Jaffe (Nightflyers, 1987) irá produzir. Andrew McCarthy (Orange is the New Black) terá as funções de produtor e diretor do projeto. Mike Cahill (I Origin) dirigirá o piloto.

A série será produzida pela Universal Cable Productions. A Netflix fará a coprodução, tendo os direitos do seriado para exibição mundial fora dos Estados Unidos.

Gretchen Mol (Boardwalk Empire) está escalada para estrelar como a Doutora Agatha Matheson, junto com Eoin Macken (The Night Shift) como Karl D’Branin, David Ajala (Velozes e Furiosos 6) como Roy Eris, Sam Strike (EastEnders) como Thale, Maya Eshet (Teen Wolf) como Lommie, Angus Sampson (Fargo) como Rowan, Jodie Turner-Smith (The Last Ship) como Melantha Jhirl e Brían F. O’Byrne (Million Dollar Baby) como Auggie.

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Séries

HBO confirma retorno de Game of Thrones para 2019

A série de fantasia épica, Game of Thrones, retornará para seus últimos seis episódios na oitava e última temporada em 2019.

David Benioff, D.B. Weiss, David Nutter e Miguel Sapochnik serão os diretores dos capítulos finais. Os roteiros estarão nas mãos de David Benioff, D.B. Weiss, Bryan Cogman e Dave Hill.

Os produtores executivos da série são David Benioff, D.B. Weiss, Carolyn Strauss, Frank Doelger e Bernadette Caulfield. Bryan Cogman, Guymon Casady, Vince Gerardis e George R.R. Martin ocupam os cargos de Co-produtores executivos.