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Cinema

Pantera Negra é considerado uma obra-prima em suas primeiras reações

Com lançamento previsto para 15 de Fevereiro em todos os cinemas brasileiros, os críticos especializados já tiveram a honra de assistir ao filme do Pantera Negra, e alguns deles, já liberaram as suas opiniões em seus Twitters pessoais. 

Abaixo, você pode conferir os tweets com as suas respectivas traduções:

Então, eu assisti à Pantera Negra e é SIMPLESMENTE UMA OBRA PRIMA. É isso, fim da história. Com licença enquanto eu junto meus sentimentos e pensamentos…”

”Sinceramente, a Marvel Studios continua mantendo o seu nível. Pantera Negra é um dos filmes mais iluminados que eu já vi em anos. É mais sobre um homem em conflito tentando achar o seu lugar no mundo do que um filme a respeito de um super-herói. Personagens incríveis e uma ação espetacular.”

”É muito amor por Pantera Negra. O jeito como Wakanda é explorada é fenomenal, Erik Killmonger é sem dúvidas, um dos melhores vilões da Marvel e ele da um jeito de ser tanto divertido quanto engraçado. Mal posso esperar para ver de novo.”

 ”Pantera Negra é excepcional, o James Bond do MCU. Você nunca viu algo como insto em um filme de super-heróis, é corajoso, bonito e intenso, mas, tem uma profundidade e espiritualidade que é diferente de tudo que a Marvel já fez. É 100% Africano e é foda pra caralho.

 

‘A Marvel fez de novo com Pantera Negra. Muito impressionado com a sua história e fotografia. Michael B. Jordan absolutamente o melhor e maior vilão desde o Loki. Amei demais cada segundo da Danai Gurira. Irá arrecadar muita grana.”

 

”Pantera Negra pega a sua coroa e senta em seu trono, fazendo o papel de monarca da Marvel Studios. Ele oferece um conteúdo ainda mais emocional do que os trailers mostram, ação deslumbrante, sua computação gráfica é deslumbrante e seu design de produção é requintado. Um dos blockbusters mais lindos já feito”

 

”Wow. Pantera Negra é o melhor filme do MCU já feito. Eu nunca vi nada parecido. É de longe, o filme mais maravilhoso da Marvel.”

 

”Pantera Negra é tudo que eu queria ver. Uma história linda, emocionante e bem contada. É simplesmente lindo.”

 

Senhoras e senhores, nós temos um vilão ESPETACULAR. Pantera Negra é tão bom que eu não consigo nem respirar. E DANAI GURIRA, PUTA MERDA?!?!? EU AMO esse filme.

Para mais informações a respeito do filme do Pantera Negra, fique ligado (a) aqui, na Torre de Vigilância!

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Anime Cinema Pagode Japonês

Your Name é um filme deslumbrante sobre o encontro de duas almas gêmeas

Você acredita no amor ou que um dia, por ventura, duas almas gêmeas possam se encontrar e viverem felizes para todo o sempre? Bem, caso a sua resposta for não, Your Name (Kimi No Na Wa no original) te fará acreditar até o seu final, que a chama da paixão é nada mais nada menos, que dois fios entrelaçados nesse destino chamado vida. Já, se a sua resposta for sim, coloque os seus fones de ouvidos, escolha a sua melhor música e me acompanhe até o fim.

Desde que me conheço por gente, sempre amei a cultura japonesa e suas filosofias, mas, nunca fui de ficar divulgando o tal fato para as pessoas, principalmente quando se trata de um garoto de apenas 17 anos, que o único anime que ele viu até o final foi Death Note e One Punch Man, e mais nenhum. Porém, ao ver várias críticas e comentários de conhecidos a respeito de Your Name nesse vasto universo paralelo chamado internet, tenho que admitir que a minha atenção para as animações japonesas que eram quase nula, se transformaram em algo que nem eu mesmo consigo explicar, já que o filme prende o seu telespectador antes mesmo do espectador dar o play.

Mitsuha mora em uma pequena cidade no Japão e seu maior desejo é se mudar para Tókio com o objetivo de ganhar a vida. Já Taki, é um jovem rapaz que seu maior sonho é ser um arquiteto de sucesso. Entretanto, em um belo dia, a vida dos dois jovens acabam se entrelaçando, causando uma bela ”confusão” que em seu epílogo, acaba sendo a coisa mais maravilhosa que já aconteceu na vida deles

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Kimi No Na Wa, é vendido de maneira proposital como um drama que te fará chorar do início ao fim, sem precedentes. Isso precisamente, não deixa de ser uma verdade, mas o diretor Makoto Shinkai insere uma paleta de gêneros que acaba se fundindo com romance meloso da película, tendo como resultado, uma nova cor totalmente chamativa e linda.

Your Name, começa mais como uma comédia do que uma história de relacionamento propriamente dito. Temas comuns da adolescência como: puberdade, curiosidade a respeito de seu próprio corpo e dentre outros, é tratado com uma fórmula mais ”casual” e simples, tirando ótimas e boas gargalhadas de quem estiver assistindo. Problemas de relacionamentos também são trabalhados com mais sutilezas e menos ambiguidades, que mesmo sendo algo mais puxado pelo o lado da mesmice, é fácil se identificar com os seus dizeres e tais atitudes dos personagens.

Já a sua parte mais triste e melancólica, demora um pouco mais para dar as caras, entretanto, quando os fatores finalmente aparecem de uma maneira mais discreta que o normal, aí sim, temos uma mescla de drama e romance, que apesar de ser considerado algo clichê e piegas, é tratado com mais originalidade e sutileza que o comum. Como por exemplo, o relacionamento de Mitsuha com seu pai, que mesmo tendo como foco uma história de amor entre dois jovens, o anime acaba explorando o outro lado da moeda, mesmo que seja de relance.

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Agora indo para o lado mais técnico da coisa, se você odeia músicas japonesas por acharem elas ”chatas” demais, seu ódio sumirá instantaneamente quando a película for iniciada. Com traços originais e comuns do oriente, sua trilha sonora mistura elementos de filmes renomados (como Interestellar, por exemplo) com algo mais natural e original, lembrando em algumas ocasiões, a música Sad Machine, do DJ Porter Robinson (para mais informações, clique aqui). Contudo, quem assiste ao filme, tem em mãos uma trilha sonora totalmente tocante e emocionante, que adentrará em seu coração e te fará chorar  no momento que os sonetos forem até os seus ouvidos.

Já, a direção de arte de Kimi No Na Wa, é simplesmente fantástica, no qual  conta com movimentos mais delicados e menos ”brutos”, algo que é bem comum dos animes. As paletas de cores que abusam mais de tons claros e suaves, mais precisamente, de gamas como: roxo, azul, vermelho e branco. Pode-se dizer que então, tem-se uma obra de arte sendo transmitida ao telespectador.

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Tenho que admitir que foi um pouco difícil fazer essa coluna em forma de crítica sem dar nenhum spoiler, dando inúmeros argumentos para que você se jogue de corpo e alma na animação, portando, é muito importante que você vá conferir ao filme com a sua cabeça limpa e em paz.

O tema, já foi abordado em diversos outros filmes, que mesmo sendo algo comum de se ver em mega produções, ,ele é contado a partir de um ponto de vista mais humano e realista, mesmo tendo uma bolha envolta de sua ficção não tanto superficial.

Mesmo sem querer, Your Name transmite uma mensagem de persistência e força ao seu espectador, que mesmo em horas, dias, semanas, meses e até anos difíceis, é importante que você nunca se deixe entregar para aquilo que lhe faz mal e te deixa pra baixo, mas pelo ao contrário, você deve se jogar nos braços do destino e sempre deve manter a cabeça erguida em situações não muito boas.

Eu tenho que te admitir que quando eu terminei a animação e desliguei a minha TV, eu não conseguia pensar em mais mais nada, a não ser em coisas boas e que um dia, eu serei feliz ao lado da minha ”alma gêmea”. Bom, depois que você leu essa coluna, apenas quero que você curta o momento e aproveite a sua vida ao máximo, pois um dia dois meteoros irão fazer com que o seu destino se entrelace com o de outra pessoa.

Então é isso, espero que tenha gostado, até a próxima e se for realmente possível voltar no tempo, que segundas chances sejam feitas.

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Detective Comics

Eu Sou Suicida: “A escolha de um garoto. Para morrer.”

Em um dia normal como esse, Tom King tomou uma decisão polêmica: Dizer que Bruce Wayne já tentou suicídio. Esse fato deixou muitos fãs do Homem-Morcego divididos, pois talvez o roteirista estivesse passando dos limites. Entretanto, toda a ousadia é justificada em Eu Sou Suicida. Uma das histórias mais importantes do personagem nos últimos tempos. Na trama, Batman precisa resgatar o Pirata Psíquico para ajudar Gotham Girl. Para isso, o Morcego reunirá um time de vilões desconhecidos para invadir Santa Prisca, a nação de Bane. Nesta equipe temos: Tigre de Bronze, Pierrô, Colombina, Ventríloquo e Mulher-Gato

Em Eu Sou Gotham, o careca já provava escrever bem o personagem com um bom toque de ironia e exagero, tal como Grant Morrison alguns anos antes o escreveu. Agora, ele se distancia do estilo do escocês e explora a mente de Bruce Wayne. O Batman de King é frágil e não superou a morte dos pais, tal como outras versões do personagem. Entretanto, ele tem um fator a mais: O fator suicida. O seu Bruce é o mais frágil nesses 80 anos de existência na ficção. O roteirista compara o ato de vestir o manto do Morcego ao suicídio. “É a escolha de um garoto. Para morrer.” como Wayne diz durante a narrativa. Tudo isso através de uma carta. E aí entra outro fator essencial para a história: Selina Kyle

Ele fez o que poucos tiveram coragem. Aprofundar a relação entre a Mulher-Gato e o Batman. Não são apenas beijos em cima dos prédios, são duas pessoas sofrendo. A carta dela se complementa com a dele. King cria o romance perfeito. O Morcego precisa da Gata e vice versa. É um dos momentos mais tocantes e sensíveis da história do Cruzado de Capa. É claro que o roteirista não se foca apenas nos dois, ele também lida com o seu “Esquadrão Suicida”. Ele faz isso magistralmente. Todos os membros tem uma função na história, que cedo ou tarde, é revelada e surpreende o leitor. O destaque vai para o uso do Ventríloquo. A abordagem usada para esse vilão desconhecido é icônica. 

Outro destaque vai para Mikel Janín. Provavelmente o melhor artista do título até então. Os desenhos de Janín ao lado das cores de June Chung beiram a perfeição. É uma mistura de 2D com 3D muito eficiente e atraente. O jeito como a arte brinca com os layouts e os enquadramentos é genial. Passar as páginas e continuar a leitura é uma tarefa difícil. Os desenhos são muito bonitos e repleto de detalhes. É uma verdadeira aula de narrativa gráfica.

O arco também discute sobre alguns temas como a dependência das drogas. O personagem utilizado para representar isso é o Bane. O personagem é dependente do veneno para sua felicidade. É uma abordagem trágica e interessante. Essa dramaticidade se entrelaçará com a tragédia de Wayne em Eu Sou Bane, o próximo grande arco da revista. Por aqui, a história foi publicada entre as edições 6 à 8 da mensal do Morcego pela editora Panini. Eu Sou Suicida é a parte mais tocante da trilogia planejada por King. Adiciona camadas ao personagem enquanto desenvolve uma divertida e excelente história de assalto. O Batman não poderia estar em melhores mãos. 

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Quadrinhos

No Justice trará grupos liderados por membros da Liga da Justiça

Após o final de Dark Nights: Metal em março, a DC Comics lançará semanalmente No Justice. A minissérie será escrita por Scott Snyder, James Tynion IV e Joshua Williamson. Os desenhos são de Francis Manapul. Na premissa, Brainiac alerta os heróis sobre uma ameaça cósmica. A Liga da Justiça se divide em quatro equipes. Cada uma é liderada por um membro. Batman liderará o time Entropia. Superman, o time Mistério. Flash, o time Sabedoria. Mulher-Maravilha, o time Maravilha. Confira as capas não coloridas e as artes conceituais por Manapul:

Em entrevista ao IGN, Manapul falou sobre o escopo do projeto:

“É a maior história de ação que eu já desenhei. A Liga percebe a necessidade de uma expansão para se tornarem maiores do que imaginam. Se você pensava que Guerra Darkseid era grande, espere por No Justice. Eu estou levando a equipe a beira do cosmos.”

Snyder também falou sobre o quadrinho:

“Nós pensávamos que conhecíamos o mapa do cosmos da DC. Pensávamos que tínhamos explorado tudo o que existia para ser explorado. O Multiverso é um aquário e foi despejado no oceano, encarando terríveis ameaças e incríveis possibilidades. Metal abriu portas para diversas histórias que eu, James e Joshua estamos ansiosos para contar. Quando terminarmos, os fãs nunca mais verão a Liga da Justiça da mesma forma.”

Após No Justice, Liga da Justiça e Liga da Justiça da América, ganharão novas equipes criativas. O run de Christopher Priest e Pete Woods termina na edição 43. O run de Steve Orlando em LJA termina na edição 22 em abril. A nova equipe criativa será composta pelos mesmos roteiristas da minissérie semanal. Os artistas para as novas fases das revistas ainda não foram escolhidos. No Justice será publicado no dia 9 de maio. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Tela Quente

Maze Runner: A Cura Mortal é um fim satisfatório porém tardio

Distopia adolescente foi um subgênero que explodiu com Jogos Vorazes e acabou perdendo sua força com o fraquíssimo Divergente. No meio dessas duas franquias, reside Maze Runner. Não tão popular quanto Katness Everdeen e nem tão medíocre quanto Beatrice Prior. Thomas está ali em uma franquia permeada por erros bobos, mas com a direção extremamente eficiente de Wes Ball. Entretanto em A Cura Mortal, enquanto os problemas de estrutura são cada vez mais visíveis, a direção se demonstra cada vez mais dinâmica. 

Ball é um mestre nas cenas de ação. Há uma cena de perseguição no deserto e o diretor demonstra criatividade ao usar a câmera. A ação é acelerada, mas não é confusa. Ele faz questão de deixar tudo o mais claro possível para o espectador. É impossível se distrair, são cenas de tirar o fôlego. Além disso, ele retorna a fazer boas cenas de suspense, com jumpscares é claro. E ele sabe utilizar esse recurso muito bem. Infelizmente, ele não é tão bom em conclusão. Algumas tomadas deveriam ser um pouco mais longas para criar um impacto maior.

A construção de mundo não é inovadora, mas é incrível. A cidade construída pela CRUEL – se permitem a comparação – compartilha semelhanças com a Los Angeles de Blade Runner. É extremamente satisfatório ver um visual tão futurista em meio a desgraça alheia. Efeitos especiais também estão ótimos aqui. Outro aspecto técnico a se destacar em A Cura Mortal é a trilha sonora composta por John Paesano. Ela é memorável e se mistura organicamente a todas as cenas. Seja para aumentar a adrenalina ou a dramaticidade. 

O elenco apresenta um bom desempenho mais uma vez. Dylan O’Brien entrega um Thomas mais maduro e a Kaya Scodelario traz uma Teresa mais interessante. Se olharmos para os filmes anteriores, veremos que houve uma jornada para desenvolver os personagens. Quem rouba a cena mesmo é Thomas Sangster como Newt. Outro personagem extremamente carismático. O humor também está muito bem balanceado no filme. Em momentos dramáticos, os jovens mostram a que vieram. Se você é um fã da distopia, então prepare os lencinhos.

Entretanto, assim como os anteriores, o novo Maze Runner apresenta erros. Erros ainda mais bobos os quais poderiam ser evitados. Em determinada cena, um protagonista invade um local disfarçado, no meio da operação, ele acaba com o disfarce. Isso, antes dele ser descoberto. Além disso, temos alguns plot-twists sem sentido. O filme é um pouco arrastado e se estende um pouco mais do que deveria na conclusão. Se ele tivesse 10 minutos a menos e tivesse terminado em determinada cena, causaria um impacto muito maior no espectador. 

Mesmo com seus erros de principiante, Maze Runner: A Cura Mortal é um fim extremamente satisfatório e infelizmente tardio para a franquia. Vá saber se o futuro ainda nos reserva mais uma distopia adolescente no cinema. Caso não, então essa foi uma boa forma de enterrar esse subgênero.

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Cinema

Assista ao Sneak Peek de Vingadores: Guerra Infinita

Durante o programa CTV do Canadá, a Marvel Studios liberou um Sneak Peek de Vingadores: Guerra Infinita, que você pode assistir logo abaixo:

Uma jornada cinematográfica sem precedentes, que vem sendo feita por dez anos por todo o universo cinematográfico da Marvel. Vingadores: Guerra Infinita, da Marvel Studios, traz para as telas o confronto mais definitivo e mortal de todos os tempos. Os Vingadores e seus aliados super-heróis devem estar dispostos a sacrificar tudo para tentar derrotar Thanos antes que seu ataque devastador coloque um fim em todo o universo. Anthony e Joe Russo dirigem o filme, que é produzido por Kevin Feige. Louis D’Esposito, Victoria Alonso, Michael Grillo e Stan Lee são produtores executivos. Christopher Markus e Stephen McFeely escreveram o roteiro.

Vingadores: Guerra Infinita estreia em 26 de Abril em todos os cinemas do país.

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Quadrinhos

As surpresas da terceira edição de Doomsday Clock

Doomsday Clock, a continuação de Watchmen, já revisitou a obra original e já levou os personagens ao Universo DC. Entretanto, tudo o que aconteceu no Universo dos Vigilantes parece estar se repetindo no Universo das Lendas. As pessoas não confiam no Batman e os meta-humanos estão sendo ameaçados. A teoria dos Supermen se trata sobre não ganhar super-poderes por acidente e sim por causa do governo norte-americano. Além disso, Superman está tendo pesadelos com a morte de seus pais terráqueos durante os Novos 52. Isso mostra que o universo não está em perfeita sintonia. A terceira edição foi lançada hoje e trouxe algumas surpresas. SPOILERS a seguir! 

1 – O Retorno do Comediante

O final da segunda edição, trouxe o aguardado encontro entre Ozymandias e Lex Luthor. Entretanto, ao contar o seu plano para salvar a humanidade, Vedit é zombado por Luthor. O careca leva um tiro na mão. A próxima página mostra o Comediante em carne e osso. Ele está preparado para se vingar. Entretanto, como Blake retornou? A terceira edição já explica isso logo em suas primeiras páginas. Johns fez um retcon na obra de Moore. Todos sabemos que o Comediante morre após ser jogado de uma janela em Watchmen, certo? Em Doomsday Clock é revelado que ele foi transportado ao Universo DC por Manhattan antes da queda. Ainda não sabemos o motivo, mas foi uma jogada ousada do roteirista.

2 – Batman e Rorschach

O aguardado encontro entre dois grandes detetives finalmente aconteceu. Não do jeito que esperávamos. Visto que este Rorschach é menos paranoico e sádico em relação a Walter Kovacs. Ele entrega o diário de Kovacs para Batman. Ele o lê em algumas horas. Ele vai para um quarto na Mansão Wayne e tira sua máscara. Mesmo assim, ainda não sabemos quem ele é. Tudo o que sabemos é que ele teve acesso aos testes psicológicos do original e estava em Nova York quando o monstro de Veidt apareceu. Após ler o diário, o Cavaleiro das Trevas diz que sabe onde está Manhattan. Ao final da edição, ele o engana, o colocando atrás das grades. Wayne constata que o vigilante é louco e o lugar dele é preso. Não sabemos se ele o deixou no Asilo Arkham.

3 – Coringa

Um dos maiores mistérios do Renascimento é a existência de três Coringas. Aparentemente, o dos Novos 52, o da Piada Mortal e o da Era de Ouro. Foram pouquíssimas as vezes que o personagem apareceu durante essa fase editorial. Uma delas foi na revista da Arlequina com um Coringa apaixonado. A outra, foi durante a Guerra de Piadas e Charadas com um Coringa que precisa rir. Mímico e Marionete, criados por Johns, vão a um bar em Gotham. Um homem os aborda e diz que apenas o Coringa pode usar maquiagem branca. Tudo indica que os personagens se encontrarão com o Palhaço do Crime em breve. Aliás, o vilão estampa a capa da próxima edição.

4 – Johnny Trovoada

Durante os eventos do one-shot do Renascimento, Wally vai a um manicômio pedir ajuda ao Johnny Trovoada, um membro da Sociedade da Justiça. Durante o arco The Button, Bruce e Barry resgatam outro membro do grupo, Jay Garrick. Entretanto, Jay é puxado de volta para a Força de Aceleração. Todos pensávamos que o mistério em torno da equipe tinha sido esquecido, porém Doomsday Clock trouxe isso a tona com Johnny desaparecendo. Ainda não sabemos o motivo. Será que Manhattan o teletransportou ou ele resolveu fazer algo a respeito da situação meta-humana? Enfim, talvez a Sociedade finalmente retorne. 

Doomsday Clock agora será uma revista bimestral. A minissérie passará por um pequeno hiato após a quarta edição. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Séries

“Ele não é o Coringa” diz David Mazouz sobre Jerome

David Mazouz, o intérprete do Bruce Wayne em Gotham, declarou que o Coringa ainda dará as caras na série e que o Jerome Valeska não é o Príncipe do Crime que nós conhecemos.

Ele não é o Coringa e é tudo que eu posso falar. A forma de como o personagem será introduzido na série será uma das coisas mais brilhantes que Gotham já fez.”

Muitos especulavam que o personagem seria o vilão, já que a sua psicopatia e atos condizem com a personalidade do Palhaço de Gotham. Até o fechamento dessa matéria, o ator que dará vida à contraparte maligna do Batman ainda não foi escalado.

Gotham retorna entre Março e Junho nos Estados Unidos, e aqui no Brasil, o seriado é exibido pela Warner Channel.

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Quadrinhos

Mais detalhes sobre Exterminador vs Batman são divulgados

Há alguns dias o Bleeding Cool anunciou Exterminador vs Batman. A minissérie que traria o confronto definitivo entre os dois personagens. A mesma fonte reportou que mais detalhes seriam divulgados em breve. Foi mais cedo do que pensávamos. As solicitações de abril da DC Comics confirmaram que a história não será uma minissérie, mas sim um arco. Exterminador #30 daria início ao aguardado confronto. Além disso, uma pequena sinopse foi divulgada. Ela traz detalhes interessantíssimos. Confira:

Capa de exterminador #30 por Lee Weeks

Exterminador vs Batman! Primeira parte. Batman descobre sobre um pacote com um teste de DNA. Ele descobre que não é o pai biológico de Damian Wayne. O Cavaleiro das Trevas direciona sua atenção ao Exterminador: O pai biológico de Damian. Será que ele realmente é o filho de Slade Wilson? Quem enviou o pacote e por qual motivo? O maior detetive e o maior mercenário do mundo irão se enfrentar nesse clássico instantâneo.

O arco durará 6 edições. O roteiro é de Christopher Priest e arte é de Carlos Pagulayan. Atualmente, Priest também é o roteirista da revista da Liga da Justiça. O confronto começará em abril. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância

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Quadrinhos

Tom King escreverá história entre Batman e Gladiador Dourado

Há algumas semanas o roteirista Tom King indicou que estaria escrevendo Gladiador Dourado. Ele também indicou que estaria escrevendo uma Crise. Com a divulgação das solicitações de abril, temos um pequeno vislumbre sobre a história com o viajante do tempo. Batman #45 trará os dois heróis viajando pelo tempo. Confira a capa da edição: 

Arte de Tony S. Daniel

“Os Viajantes. Primeira parte. Gladiador Dourado teve que ir para Gotham. Ele tentará convencer Batman e Mulher-Gato a viajar pelo tempo para resgatar ele mesmo! Parece que o jovem Gladiador voltou no tempo para sequestrar o seu eu do passado e resgatar o seu próprio passado. Ele precisa perseguir suas encarnações através da história do Batman para descobrir o que está acontecendo. O começo de uma nova história que plantará sementes para um novo épico em breve.”

Atualmente a revista do Batman está prestes a finalizar o arco Superfriends na edição 40. A conclusão será lançada semana que vem. Após isso, a revista iniciará um arco com a Hera Venenosa. Depois teremos Bruce e Selina em jornadas distintas discutindo sobre o casamento. Então, o título chegará ao arco com o Gladiador Dourado. O roteiro é de Tom King e a arte é de Tony S. Daniel. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.