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Age of Empires IV | Jogo foi anunciado durante Gamescom 2017

Age of Empires IV, foi anunciado hoje pela Microsoft, um novo jogo da série Age of Empires, esse momento ocorreu durante seu painel na Gamescom 2017, que esta sendo sediado em Cologne, na Alemanha.

O trailer de Age of Empires IV, pode ser assistido abaixo. O jogo promete reviver as clássicas batalhas estratégicas que fizeram sucesso entre os fãs.

https://www.youtube.com/watch?v=RYwZ6GZXWhA

Não foram divulgadas mais informações sobre Age of Empires IV.

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O que esperar de Kingsman: O Círculo Dourado?

Kingsman: Serviço Secreto parecia ser um simples blockbuster, que cairia em clichês do seu próprio gênero e que não traria uma trama e personagens convincentes como nos trouxe. Foi uma surpresa agradável em 2014 e, neste ano, Kingsman: O Círculo Dourado pode rasgar expectativas e surpreender a todos novamente, uma missão difícil, mas aprendemos com o universo de Kingsman que nada é impossível.

Esse lema de nada ser impossível e tudo ser condizente dentro do universo de espiões foi bastante aceito no primeiro longa. Primeiramente pelas cenas de ação que foram sensacionais, bem gravadas e editadas, revitalizaram o gênero de ação e espionagem com esse gostoso exagero de se ver na telona. Do outro lado, há os personagens caricatos e que sugaram os traços de seus atores; Taron Egerton como Eggsy faz um garoto suburbano que deve se transformar em um espião da agência Kingsman na missão de salvar o mundo, Samuel L. Jackson como Valentine, o vilão de língua presa e que tem inspirações diretas aos grandes empresários atuais: Bill Gates, Mark Zuckerberg, etc… Harry Harty (o clichê proposital), interpretado por Colin Firth, é lembrado pelos fãs até hoje e foi o responsável pela melhor cena de ação em 2014, digna de Oscar.

A “missão de salvar o mundo”, os “exageros” e até as cenas mais “galhofas” são o que comprovam a questão do possível neste universo. Parece ser clichê e uma linha parecida com a dos blockbusters, mas não. Toda a direção de Matthew Vaughn e o roteiro de Jane Goldman e do próprio Vaughn, que cria regras próprias, tornam Kingsman completamente aceitável, com sua ação frenética, diálogos irônicos que remetem à própria indústria e personagens nada convencionais.

Agora em 2017, Kingsman: O Círculo Dourado não irá causar a mesma surpresa, mas poderá satisfazer expectativas altíssimas. O universo extrovertido de Vaughn baseado na trama de Mark Millar expandirá seus “limites” no fim de setembro na promessa de ultrapassar seu antecessor. Tudo está no caminho correto para que isso aconteça e traga o divertimento exagerado novamente.

Começando pelo antagonismo, a atriz que interpretará a vilã Poppy é a vencedora do Oscar 2015: Julianne Moore. Tem ótimas interpretações no seu currículo e coloca traços pessoais nelas. Uma ótima substituta no lugar de Jackson e parece ter todos os pré-requisitos do roteiro.

A expansão não deve ficar apenas na área técnica, na narrativa deve haver uma evolução significativa, principalmente com uma nova agência secreta que nos será apresentada, chamada Statesman, uma filial americana. Dentro dela, serão introduzidos Channing Tatum, Pedro Pascal, Jeff Bridges, entre outros. A Statesman com a Kingsman será um contraste interessante de ver, para a própria história traçar paralelos entre britânicos e americanos, trazendo à tona discussões de diferenças culturais e artísticas, sempre aliadas com o tom cômico e irônico do primeiro.

Haverá o retorno dos queridos personagens de Eggsy e do agente Harty, que foi morto anteriormente. Além de Mark Strong como Merlin. A química entre os atores e os personagens deve estar mais amadurecida, podendo resultar em bons momentos.

Não tem como esquecer do que fez Kingsman: Serviço Secreto triunfar, que foram as cenas de ação. O que mais se diz pelas redes sociais é de como eles irão fazer uma sequência de tirar o fôlego como foi a da igreja. Esse parece ser o grande desafio do diretor nessa sua nova empreitada. Se Vaughn ter a cabeça fora da caixinha e deixar a criatividade solta, pode-se esperar sequências fantásticas de brilharem os olhos. É o famoso esperar para ver.

Kingsman: O Círculo Dourado tem uma coisa que o primeiro não tinha: o apoio total dos fãs. Agora é aguardar o dia 21 de setembro para conferir a continuação, e ver se nossas expectativas serão atendidas ou destruídas. Enquanto não estreia, dá para assistir Kingsman: Serviço Secreto por mais algumas semanas e dar o replay na cena da igreja umas milhares de vezes.

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Reimpressão de Sharaz-De, de Sergio Toppi, está disponível no Catarse

Em 2016 a editora Figura estreou no mercado brasileiro com o lançamento de Sharaz-De: Contos de As mil e uma noites, o primeiro da saga do italiano Sergio Toppi originalmente publicada em 1979. Um ano após o lançamento, o primeiro volume encontra-se esgotado, porém agora a editora busca a colaboração dos leitores interessados através do Catarse para realizar uma reimpressão da edição.

Em Sharaz-De, Toppi recria os contos de As mil e uma noites onde Sharaz-De (ou Sherazade) é refém de um rei cruel e déspota. Toda noite, ela é obrigada a contar fabulosas histórias para o seu mestre, a fim de continuar viva.

O segundo álbum, que possui três contos (um deles colorido), foi lançado na França no ano 2000. Através da campanha no Catarse é possível adquirir somente o primeiro volume (com 25% de desconto) ou escolher uma opção que contém as duas edições, completando a coleção.

A campanha atingiu, até o momento, metade da meta final com cerca de 27 dias de disponibilidade no Catarse, restando 23 dias até o encerramento. O primeiro volume tem formato 21,5 x 30 cm, 160 páginas encadernadas em capa dura e preço de R$ 60,00 com o desconto da campanha.

Entre os prêmios adicionais, destacam-se pôsteres com artes de Sergio Toppi, e artes originais homenageando o artista italiano, feitos pelos artistas brasileiros Pedro Mauro e Rodrigo Rosa.

Ficou interessado? Colabore com a campanha no Catarse clicando aqui!

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Crítica | Annabelle 2: A Criação do Mal

O universo de terror criado por James Wan em 2013 estreou uma nova obra, intitulada Annabelle 2: A Criação do Mal. Dirigido por David F. Sandberg, o segundo filme conta a origem da boneca demoníaca apresentada em Invocação do Mal (2013) em uma dose acertada de terror e suspense.

Depois do péssimo filme em 2014, Sandberg ficou responsável por contar a origem de Annabelle, que se tornou uma imagem famosa relacionada ao gênero desde sua aparição. A decisão foi contar uma história simplória, que segue traços  característicos da franquia de Invocação do Mal, focando em apenas um cenário, criando uma atmosfera aterrorizante que fica em primeiro plano, deixando o desenvolvimento de personagens e da própria história esquecido.

Em relação ao gênero, a continuação entrega um trabalho decente. A história da menina Annabelle que foi morta em um atropelamento e que acaba possuindo sua boneca preferida é o início de toda a construção da atmosfera. Se passam doze anos e descobrimos que a casa de seu pai Samuel, um artesão de bonecas, se torna um abrigo para garotas órfãs. Todo o cenário é apresentado detalhadamente, há uma escuridão eminente, além de cômodos proibidos, corredores longos e estreitos, paredes mal acabadas e móveis com aparência desgastada.

Sandberg demonstra talento em sua direção . Cria planos que acabam enganando o espectador na hora que vai provocar o susto, usa a iluminação e todos os objetos na casa ao seu favor. A trilha sonora o acompanha e também ajuda na criação da expectativa. Há muita inspiração em James Wan, utilizando poucos cortes e mais planos longos em algumas cenas.

As personagens que merecem ser citadas são as interpretadas por Talitha Bateman e Lulu Wilson. Dito anteriormente, o filme não se preocupa com os personagens e a história, mas as duas garotas são boas, aparecem bastante em tela e têm um futuro promissor em suas carreiras. Atores e atrizes mais experientes como Stephanie Sigman e Anthony LaPaglia servem apenas como um elenco de apoio.

O roteiro de Gary Dauberman não impressiona. História nada original e não traz nenhuma inovação, porém funciona como uma peça desse universo. Há muitas referências relacionadas aos outros longas já lançados e aos que ainda serão. Annabelle 2 parece ser a obra que mais está inserida no contexto de universo compartilhado e tem um final que surpreende por estar relacionado.

Annabelle 2: A Criação do Mal entrega uma história de origem nada inovadora. Porém, é um ótimo entretenimento para os fãs de terror e não se torna facilmente esquecível, nos deixando ansiosos para os próximos lançamentos.

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Quadrinhos

Editora Pixel lança segundo volume do Flash Gordon de Alex Raymond

Quase dois anos após o lançamento do primeiro volume de Flash Gordon da editora Pixel, o segundo volume, intitulado O Tirano de Mongo, já encontra-se disponível nas livrarias. Confira os detalhes abaixo.

O ícone mais perene da ficção científica, Flash Gordon retorna em nova edição que reúne suas contínuas aventuras com Dale Arden e o Dr. Hans Zarkov no misterioso planeta Mongo. Neste volume, as tensões crescentes entre Flash e Ming ameaçam desencadear uma guerra planetária – e apenas o genro insubmisso a Ming, o Príncipe Barin, pode evitá-la.

O Tirano de Mongo é continuação direta de Flash Gordon no Planeta Mongo, lançado em novembro de 2015 pela Pixel. Neste período, com tiras dominicais que vão de 1937 a 1941, a arte de Alex Raymond está ainda mais realista e refinada, apresentando enorme evolução quando comparada às primeiras histórias.

Confira abaixo um preview do encadernado:

 

A coleção das tiras clássicas de Flash Gordon é publicada nos EUA pela Titan Books e a fase de Alex Raymond engloba os três primeiros volumes. A série possui, até o momento, sete volumes, passando pelas fases de Don Moore & Austin Briggs, Dan Barry e Harvey Kurtzman, chegando até a década de 60.

A editora Pixel publica outros personagens clássicos, como O Fantasma, Príncipe Valente (coleção da Fantagraphics) e Mandrake.

Flash Gordon: O Tirano de Mongo possui 208 páginas encadernadas em capa dura no formato 26 x 29 cm, e o preço sugerido é R$ 99,90. Garanta seu exemplar na Amazon com 20% de desconto.

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O nazismo em quadrinhos: conheça ótimas HQs sobre a Segunda Guerra

O nazismo tem retornado aos principais assuntos discutidos na mídia graças às recentes vertentes neonazistas dando as caras nos Estados Unidos, com protestos contra gays, judeus, negros e imigrantes. A ideologia de extrema-direita surgida no final dos anos 30 na Alemanha também é discutida em diferentes formas de arte, como no cinema, nos livros e nos quadrinhos.

Os quadrinhos em especial possuem um longo histórico de representação e batalhas contra os nazistas. Durante a Segunda Guerra Mundial, os americanos utilizaram as HQs para motivarem as tropas enviadas à Guerra, e personagens como Superman e Capitão América até mesmo lidaram diretamente com figuras como Hitler. A Sociedade da Justiça atuou durante a Segunda Guerra. Na Marvel, temos vilões como o Caveira Vermelha e a Hidra, enquanto na DC Comics temos o Capitão Nazi, vilão recorrente do Shazam. Além dos super-heróis, quadrinhos de guerra também eram populares durante os anos 40 e 50, e grupos como os Falcões Negros surgiram neste período, ao lado de personagens e séries como Soldado Desconhecido, Tanque Mal Assombrado e G.I. Combat, seguindo a mesma vertente. Obviamente, o assunto é muito mais extenso, e poderíamos falar sobre ele por longos parágrafos.

Após (e até mesmo durante) os conflitos da Segunda Guerra algumas obras-primas dos quadrinhos foram surgindo, lidando com o assunto das mais variadas formas. O mercado europeu, em específico, sentiu muito mais o conflito e por conta disso boa parte dos autores são impactados e influenciados pelo tema, além de possuírem muito mais conhecimento histórico que a média de autores de outros países. O Tintim de Hergé, por exemplo, era publicado durante a ocupação da França, e enfrentou problemas como a falta de papel e a necessidade de ser publicado em jornais pró-Alemanha Nazista. Spirou, de Rob-Vel, enfrentou problemas parecidos. Autores da época, na visão menos elucidada de alguns leitores, são assumidos como nazistas, quando na verdade como fator de comparação, o próprio Hergé criou em O Cetro de Ottokar um vilão chamado Mussler, um amálgama de Mussolini com Hitler, e criticou as formas de governo totalitárias em álbuns específicos como A Estrela Misteriosa. O impacto da Segunda Guerra nos quadrinhos europeus também é um assunto extenso e interessante, esmiuçado em literaturas e documentários.

O objetivo deste post é recomendar, com pequenos textos, ótimas obras sobre o assunto, que servem como verdadeiros relatos históricos ou misturam ficção e realidade, e tornam-se fontes de aprendizado para os leitores. Abaixo, segue uma lista de recomendações, com quadrinhos publicados no Brasil e de fácil (ou relativamente fácil) acesso:

Eu Sou Legião (Panini)

Europa, 1942, tempos de Segunda Guerra Mundial. Um ritual de sangue acaba com a morte de Victor Thorpe. O crime se torna um mistério para a inteligência dos Aliados. Enquanto isso, na Transilvânia Romena, uma garota capaz de controlar outros seres vivos à distância está prestes a se transformar na mais poderosa arma dos nazistas

Sorge, O Espião (Veneta)

Mais surpreendente que tantos espiões dos livros de ficção, Richard Sorge mudou a história da Segunda Guerra Mundial. Baseada nas mais recentes descobertas e pesquisas históricas, a alemã Isabel Kreitz criou esse livro, em quadrinhos, que retrata o homem que se tornou uma lenda. E o que ela revela é um herói contraditório, desesperado, bon vivant, mulherengo, mas pronto a morrer pelos seus ideais.

A Busca O Segredo de Família (Cia. das Letras)

A Busca é um abrangente panorama da perseguição nazista e de como as ideias de um homem afetaram de modo tão brutal a vida de milhões de pessoas. Com apenas dezesseis anos, Esther é bruscamente separada de seus pais e refugia-se em uma fazenda no sul da Holanda. Muitos anos depois, em companhia do filho e do neto, Esther visita o lugar que lhe serviu de esconderijo e conta, pela primeira vez, as atrocidades que ela presenciou e viveu durante o Holocausto.

Em O Segredo de Família, fiel aos acontecimentos históricos, pessoas comuns assumem papéis variados – vítima, observador, colaborador, criminoso – e têm que tomar as decisões mais importantes e difíceis de suas vidas. Quando Jeroen vai ao sótão da avó Helena procurar algo interessante para vender, ele descobre o livro de recortes que ela manteve durante a Segunda Guerra Mundial. Esse fato desperta memórias dolorosas, e leva a avó a contar pela primeira vez a Jeroen como foi ser uma menina em Amsterdam durante a ocupação alemã da Holanda e sobre a perda de sua melhor amiga judia, Esther.

Adolf (Conrad)

Mangá de Osamu Tezuka, a história é ambientada antes da Segunda Guerra Mundial e é centralizada em três personagens de nome Adolf. Adolf Kamil é um judeu Asquenaze que mora no Japão. Seu melhor amigo, Adolf Kaufmann, é descendente de japoneses e alemães. O terceiro Adolf é Adolf Hitler, ditador da Alemanha.

Maus (Cia. das Letras)

Maus (“rato”, em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz, narrada por ele próprio ao filho Art. O livro é considerado um clássico contemporâneo das histórias em quadrinhos. Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazistas ganham feições de gatos; poloneses não-judeus são porcos e americanos, cachorros.

1945 (NewPOP)

Mangá de Keiko Ichiguchi, em 1945 Elen e Max são dois irmãos, adolescentes que não gostam nada do estilo dos nazistas, partido que comanda a Alemanha. Além dos dois, há também Alec, que é um dos protagonistas. Elen e Max se conhecem e se apaixonam, mas a guerra entra na vida dos três. Max e Alex vão para a frente de batalha e lutam contra a Rússia. Max fica horrorizado com a violência das batalhas e quando retorna à Alemanha, organiza um grupo de estudantes que passa a distribuir panfletos contra o regime nazista. Por outro lado, Alex entra para a Gestapo, motivado por seu ódio aos judeus. A partir daí você segue pelo roteiro que mostram as dúvidas de todos os principais personagens frente ao conflito da guerra.

A Guerra de Alan (Zarabatana Books)

Esse livro é o relato gráfico da vida do soldado norte-americano Alan Ingram Cope durante a Segunda Guerra Mundial. A graphic novel mostra a fase de alistamento e treinamento do jovem em bases militares norte-americanas, os combates nos últimos meses da guerra na França e Alemanha, e a vida de Alan no pós-guerra na Europa.

O Boxeador (8Inverso)

Narrada pelo ponto de vista do filho do pugilista amador Hertzko Haft, a história de O Boxeador retrata um lado ainda pouco conhecido da Segunda Guerra Mundial – a prática do pugilismo como forma de sobrevivência em campos de concentração nazistas.

Campos de Batalha (Mythos Editora)

Coletânea de histórias de guerra escritas por Garth Ennis, publicadas pela editora norte-americana Dynamite, este encadernado possui histórias ambientadas no ano de 1942 e lida com esquadrões de bombardeiros, o lado oriental da guerra e todos os dramas de romance e tragédia da época.

A Força da Vida (Devir)

Em A Força da Vida o genial Will Eisner examina as vidas e os sonhos, as esperanças e os temores de personagens comuns que perseveram e sobrevivem à Grande Depressão econômica dos anos 30. Então, em meio a essa luta diária, a ascensão da Alemanha de Hitler projeta sua longa sombra sobre os moradores de um cortiço na Avenida Dropsie.

Era uma Vez na França (Galera Record)

Era uma Vez na França, de Sylvain Vallee, narra a história de Joseph Joanovici, um judeu na França ocupada na Segunda Guerra Mundial que construiu sua fortuna através dos nazistas. Mas qual será a verdade sobre sua história?

Jambocks! (Zarabatana Books)

Jambocks!, de Celso Menezes e Felipe Massafera, apresenta uma bela graphic novel sobre um tema pouco explorado nos quadrinhos brasileiros – a participação da Força Aérea Brasileira na Segunda Guerra Mundial –, e que envolveu um grande trabalho de pesquisa dos autores, e conta como foram os primórdios da Força Aérea Brasileira e sua atuação na guerra.

O Mensageiro Verde-Cinza (SESI-SP Editora)

Em O Mensageiro Verde-Cinza, história situada em 1942, Bruxelas está ocupada e Spirou atua como um membro ativo da Resistência. Porém o coronel alemão Von Knochen, principal hóspede do hotel Moustic, está prestes a encurralar uma das mais importantes redes da resistência belga.

O Diário de um Ingênuo (SESI-SP Editora)

História situada em 1939, O Diário de um Ingênuo lida com o início da Segunda Guerra, sendo um dos mais premiados álbuns da série Spirou de, mostrando mais do lado e consciência política do personagem e seus coadjuvantes.


No Brasil outras editoras mais antigas, como Abril e Ebal, publicaram histórias ambientadas na Segunda Guerra Mundial. O catálogo de obras que exploram o assunto, tão antigo porém atual, é muito mais extenso. As recentes polêmicas nos EUA, que motivaram campanhas no Twitter onde pessoas publicam cenas antológicas de heróis batendo em nazistas, são retratos claros de como algumas pessoas não aprendem com os erros do passado, e também de como a ‘ideologia‘ preconceituosa ainda é tão forte no mundo, por mais surreal que isso possa parecer.

Cabe a cada um nós, como futura e atual geração, estudar sobre o assunto e tentarmos ser melhores com o passar dos anos, começando hoje mesmo. E como foi mostrado acima, muitas histórias em quadrinhos podem colaborar com essa mudança positiva e até mesmo ensinar história pra muita gente. É só saber onde procurar, evitando que se fale besteira na internet e na vida real.

Agradecimentos especiais ao Pedro “Hunter” Bouça

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Quadrinhos

SESI-SP Editora lança quadrinho espanhol sobre Bitcoin

Está chegando às livrarias o quadrinho Bitcoin: A Caça a Satoshi Nakamoto, publicado pela SESI-SP Editora. Confira abaixo todos os detalhes sobre este intrigante gibi espanhol.

Um pseudônimo: Satoshi Nakamoto. Por trás dele, um gênio anônimo da informática. Ou um grupo de pessoas. Pouco se sabe, tudo são conjecturas. A única coisa que é real é o seu código: o Protocolo Bitcoin. Atualmente avaliado em 6 bilhões de dólares. Depois de tornar a sua criação pública e acompanhá-la nos seus primeiros passos, a personalidade enigmática e criptográfica de Satoshi desaparece nas sombras da internet. Serão capazes de tirá-lo da escuridão da rede?

Esta graphic novel, escrita por Alex PreukschatJosep Busquet, com arte de José Ángel García Ares, foi publicada na Espanha e financiada através de crowdfunding (arrecadando um valor estimado em 20 mil dólares) em meados de 2014. A publicação se deu através da editora espanhola Dibbuks e o site BitcoinComic.org, tornando esta obra a primeira HQ sobre bitcoins da história. A Dibbuks foi a primeira editora no mundo a aceitar bitcoins em sua loja online.

Bitcoin é uma moeda virtual descentralizada que surgiu em 2008, criada por um misterioso programador (ou grupo de programadores) que utiliza o pseudônimo Satoshi Nakamoto. A real identidade de Nakamoto é um mistério, rendendo diversas especulações. Para fator de comparação, 10 mil bitcoins no Brasil equivalem a cerca de 9,3 milhões de reais (dados de 2015). Saiba mais sobre a moeda clicando aqui.

Preukschat é co-editor do OroyFinanzas.com e educador financeiro. Busquet estudou por 5 anos na Joso´s Comic Academy e já teve obras publicadas na Espanha, Estados Unidos e Itália. Ángel Ares, o artista, ilustrou livros como Solomon KaneApalpador vs Papá NoelRosa y Javier, sua primeira graphic novel.

Bitcoin: A Caça a Satoshi Nakamoto possui 112 páginas encadernadas em acabamento brochura, em formato 23,5 x 16,6 cm e preço sugerido de R$ 55,00. Garanta sua edição na Amazon com 24% de desconto.

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Quadrinhos

Dark Nights | Batman se encontra com Sandman na saga

Começa a ser publicada essa semana pela DC Comics a primeira edição de Dark Nights: Metal de Scott Snyder e Greg Capullo. O primeiro número já chega com o pé na porta com um encontro inédito e inusitado.

CUIDADO COM OS SPOILERS ABAIXO

No final da edição, Batman está investigando sobre o Multivero Sombrio e recebe a visita de Daniel Hall, a reencarnação de Morpheus, o Senhor dos Sonhos, personagem de Sandman, da histórica série de Neil Gaiman.

“Sim, sou eu. Eu sou Sonho entre os Perpétuos, e vim para dizer que este pesadelo… está apenas começando”, fala Sonho.

Em entrevista ao Washington Post, Snyder disse que Gaiman amou a ideia e deu a benção para utilizar o personagem. Daniel Hall vai ser uma figura crucial em Dark Nights: Metal.

Na saga, o Universo DC é ameaçado pela misteriosa invasão de um Multiverso Sombrio. No centro disso tudo está o Metal Enésimo dos Thanagarianos, que permite que, a pessoa que usa esse metal, obter poderes como voar ou então ter fatores de cura. Depois da morte do Gavião Negro, Batman resolve investigar e acaba abrindo as portas para Metal.

Saiba mais sobre Dark Nights: Metal AQUI.

 

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Call of Duty: WWII | Trailer e detalhes do beta revelados

Call of Duty: WWII terá sua versão beta oficialmente lançada no final deste mês.

Veja o trailer abaixo.

Segundo a empresa, os mapas Pointe Du Hoc, Ardennes e Gibraltar poderão ser jogados durante o beta multiplayer, e os “novos mapas” poderão ser incluídos antes do final dos testes, mas muito provável que os esforços sejam destinados a melhoria de mecânica e comunicação com o servidor. Os modos Deathmatch, Domination e Hardpoint também estarão disponíveis durante o período de beta de Call of Duty: WWII, além do antecipado modo War, que trará a Operation Breakout.

Além de trazer os mapas mais esperados, e a antecipação do modo War, o beta de Call of Duty: WWII também dará acesso às unidades das divisões de infantaria, expedicionária, paraquedistas, blindada e de montanhas.

O primeiro beta de Call of Duty: WWII será entre os dias 25 e 28 de agosto, apenas para o PlayStation 4 (informação da GameSpot). E em uma outra data, entre os dias 1 e 4 de setembro, no PlayStation 4 e no Xbox One. Para participar no beta, os jogadores interessados precisam adquirir o game na pré-venda.

Call of Duty: WWII será lançado no dia 3 de novembro para PlayStation 4, Xbox One e PC.

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Entretenimento

Chiaroscuro e Faber-Castell realizam exposição da DC Comics em São Paulo

A Faber-Castell, em parceria com a Chiaroscuro Studios e com a Fundação Memorial da América Latina, apresenta ao público a atuação do conceituado artista Ivan Reis, em uma das mais importantes editoras de quadrinhos: a DC Comics.

Com mais de 200 itens, a exposição terá artes originais, material de produção, colecionáveis como estátuas e action figures, produzidos com base em designs criados pelo artista. É uma oportunidade para os fãs e profissionais da área terem contato com itens raros, nunca antes apresentados ao público, que revelam o processo da criação das histórias em quadrinhos e também do trabalho do artista.

De acordo com o curador Ivan Costa, a exposição celebra um talento brasileiro de renome internacional, reconhecido pelo seu trabalho com personagens conhecidos e adorados por pessoas de todas as idades. “Ivan Reis é um dos principais nomes dos quadrinhos mundiais. Ele desenha regularmente para as principais editoras dos Estados Unidos há quase duas décadas, destacadamente para a DC Comics, onde trabalhou ao lado dos maiores escritores para produzir HQs que são clássicos modernos, publicados mundialmente. Além disso, seus desenhos estampam os mais diversos produtos e são fonte de inspiração para colecionáveis”. Ivan Costa é colecionador e sócio-fundador da Chiaroscuro Studios e da CCXP Comic Con Experience.

Paralelamente, aos sábados, nos dias 19 e 26 de agosto, 2 e 9 de setembro, a partir das 10 horas, irão ocorrer workshops e palestras ministradas por Ivan Reis e seus colaboradores. Além disso, haverá sessão de autógrafos, a partir das 14 horas, com o artista.

Conforme Eduardo Ruschel, diretor de Marketing e Inovação da Faber-Castell, a exposição DC Comics por Ivan Reis tem muita relação com o propósito da companhia, que é de inspirar e incentivar a criatividade, sendo essa oportunidade uma excelente parceria.

Esse evento está em sintonia com as últimas iniciativas promovidas pela Faber-Castell, que são focadas em artes e inspiram aqueles que gostam de desenhar profissionalmente ou são amadores. Recentemente, lançamos a plataforma Inspirarte, que reúne grande variedade de técnicas e estilos de trabalhos artísticos. Nossa pretensão é criar a maior comunidade relacionada ao tema e hoje já temos mais de 55 mil inscritos. Além disso, temos uma linha de produtos de alta performance e qualidade, a Art & Graphic, que é focada exatamente nesse público”, declara o executivo.

Sediar um evento tão importante como esse e receber um artista paulista, renomado internacionalmente, é um grande orgulho para nós. Tradicionalmente, o Memorial é referência na realização de importantes premiações e encontros culturais, como a entrega do Troféu Angelo Agostini, promovido aqui há cinco anos. Portanto, receber essa exposição, além dos workshops, que serão ministrados pelo próprio Ivan Reis, é um grande acontecimento que virá somar a nossa agenda de opções culturais”, destaca Felipe Pinheiro, diretor da Fundação Memorial da América Latina.

Workshops
Programação:

Quando: Aos sábados, das 10 às 12 horas. Abertura do salão às 9 horas.
Como participar: Vagas limitadas. Faça sua inscrição no site: https://goo.gl/Gc2CG7.
Entrada gratuita
19/08/17 – Tema: Esboçando uma ideia
26/08/17 – Tema: Desenho
02/09/17 – Tema: Arte-final
09/09/17 – Tema: Cor

Ivan Reis atua há mais de 25 anos no mercado de quadrinhos, e iniciou sua carreira nos Estúdios Maurício de Sousa. Já trabalhou em várias revistas do gênero, além das gigantes Marvel e DC Comics. Na Marvel desenhou títulos como Vingadores, Homem de Ferro e Hulk. Já na DC Comics, desenhou as revistas Superman, Lanterna Verde e Aquaman. Também participou de eventos como Crise Infinita, Noite mais Densa, Dia mais Claro, Multiverso e foi um dos criadores envolvidos na grande reformulação Universo DC Renascimento. Celebrado artista, em 2016, desenhou a edição número 6 da revista Batman, sua primeira história solo com o Homem-Morcego, que foi a mais vendida no mercado americano em setembro daquele ano.

Atuante em várias mídias, criou designs para colecionáveis e artes de campanhas publicitárias da DC Comics. Além disso, foi ganhador de importantes prêmios em sua carreira. É o artista exclusivo da editora DC Comics há mais de 10 anos, sendo um dos principais nomes do mercado de quadrinhos mundial.

Exposição “A Era Heroica: O Universo DC Comics por Ivan Reis”
Período: de 18 de agosto a 17 de setembro
Local: Biblioteca Latino-Americana – Memorial da América Latina
Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda, São Paulo – SP, 01156-001
Telefone: (11) 3823-4732
Horário: de terça a domingo das 9 às 18 horas
Entrada gratuita