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Confira o mais novo trailer de Star Trek: Sem Fronteiras

Nesta sexta-feira (20), a Paramount Pictures lançou o novo trailer de Star Trek: Sem Fronteiras. Confira logo abaixo:

Presos em um planeta hostil, os tripulantes da Enterprise precisarão enfrentar uma ameaça alienígena.

Star Trek: Sem Fronteiras é o terceiro filme da versão mais recente da icônica franquia, onde teve início com Star Trek em 2009 e a sequência em 2013 com Além da Escuridão: Star Trek. A previsão de lançamento é 22 de julho. J.J. Abrams é o diretor, que tem no elenco: Idris Elba como Krall. Zoe Saldana como Uhura, Chris Pine como Kirk, Sofia Boutella como Jaylah, Simon Pegg como Scotty, Anton Yelchin como Chekov, Karl Urban como Bones, Zachary Quinto como Spock e John Cho como Sulu.

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Homem-Aranha: De Volta ao Lar | Novos detalhes sobre o filme

Um novo relatório veio à tona com uma confirmação sobre o principal vilão de Homem-Aranha: De Volta ao Lar, juntamente com outro vilão de apoio e atualizações no traje, fornecido pelo Tony Stark.

Após a introdução muito bem recebida em Capitão América: Guerra Civil, a próxima aventura de Peter Parker no Universo Cinematográfico da Marvel será seu primeiro filme-solo, que já se tornou um dos mais aguardados de 2017. Muitos rumores, desde então, circularam na internet nos últimos meses referente ao antagonista. A Marvel Studios ainda não fez o anúncio oficial, mas o site JoBlo recebeu a confirmação de que o Abutre (Adrian Toomes) aparecerá no longa.

Além disso, como o esperado, o Abutre não será o único a ganhar destaque na trama. O relatório também afirma que Phineas Mason, aka Consertador, ajudará Adrian em sua busca para construir um traje com base na tecnologia Chitauri recuperada dos destroços da Batalha de Nova York.

Abutre e Consertador apareceram pela primeira vez na edição The Amazing Spider-Man # 2 Vol.1.
Abutre e Consertador apareceram pela primeira vez na edição The Amazing Spider-Man # 2 Vol.1.

 

Consertador.
Consertador.

O Consertador é um gênio criminoso que utiliza seu fantástico intelecto para criar armas que vende a outros criminosos. Ele já confeccionou armas para inúmeros vilões como Rocket Racer, Mestre da Luz, Besouro, Ceifador, entre outros.

Em relação ao traje, veremos uma modificação. De acordo com as fontes, o uniforme contará com as clássicas asas de teia. Só que não serão itens permanentes.

O The Hollywood Reporter relata que o ator Michael Keaton está de volta para as negociações finais para sua participação, o que só aumenta a possibilidade do Abutre ganhar seu debut.

Tom Holland e Marisa Tomei retornarão em seus papéis como Peter Parker/Homem-Aranha e Tia May, respectivamente. Robert Downey Jr. está confirmado no elenco e seu personagem, Tony Stark, será uma espécie de mentor para com Peter. Tony Revolori, Laura Harrier e Zendaya também estão no elenco. É esperado que as filmagens tenham início no próximo verão em Atlanta.

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Consoles Gameplay Games PC

Análise | DOOM

Após 13 anos e muita espera, a id Software junto com a Bethesda trouxeram Doom para os vídeo games da nova geração.

O jogo retorna, e traz aquilo que pretende ser o reboot completo da icônica série iniciada no longínquo ano de 1993, e, melhor ainda, pela mão da mesma produtora. Os jogadores mais antigos com certeza se lembram do jogo pela suas visitas aos confins de Marte, pela presença dos demônios malditos e a sua violência e doses generosas de sangue.

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Assim como uma história envolvente, o desenvolvimento de personagens nunca foi uma preocupação em Doom, e nisso a id Software, acertou. Você jamais encontrará um protagonista tão simples e genérico quanto esse, e isso para os fãs é algo para glorificar. A trama principal não dura muito e é contada por meio de diálogos e cenas bem construídas, em nenhum momento o gameplay é interrompido por cutscenes desnecessárias. O jogo simplesmente começa, não há nada que explique porque estamos ali, ou como fomos parar nesse lugar. Tudo o que sabemos é o de sempre, temos que matar todos os demônios que cruzarem o nosso caminho.

Os detalhes da história não estão jogados de forma aleatória no game, para descobrir um pouco mais sobre o que está acontecendo, você deve vasculhar os ambientes em busca de itens e informações, assim deixando o foco no enredo para segundo plano.  O foco aqui continua sendo o frenético ritmo do gameplay, carregado de sangue alien, suor e demônios grotescos.

E uma novidade que foi muito bem vinda, pela primeira vez na franquia, Doom chegou totalmente localizado, com vozes e legendas em português. Um trabalho de dublagem impecável, que contou com dubladores profissionais, conduzindo o jogo a um patamar cinematográfico.

O novo Doom mantém a insana jogabilidade que o consagrou como um dos melhores jogos shooter da década de 90. O sistema de combate é, definitivamente, um dos pontos mais altos de Doom, visto que há uma grande variedade de armas e as possibilidades de ação são praticamente infinitas.

Neste tipo de jogo, o gunplay é essencial. E nesse, Doom não foge às regras nem às suas raízes. As armas têm um peso e impacto crível, mas claro, mantendo a dose de fantasia. Por se tratar definitivamente de um shooter old-school, os armamentos não possuem assistência de zoom, ou botão de recarregar o pente. No entanto, você tem à sua disposição uma gama de finalizações, que podem ser realizadas para estripar, dilacerar e decapitar as crias do Inferno. Além de poder jogar com a clássica moto-serra, mesmo que ela possua um tempo de uso limitado, a nostalgia toma conta.

Esta diversidade de armas permite ao jogador escolher o equipamento que melhor se adapta ao seu estilo de jogo, entretanto nenhuma delas possuem verdadeiramente um diferencial significativo ou um nível específico.

Mesmo que não se tenha um leque variado de ambientes, e por muitas vezes tenhamos uma estranha sensação de déjà vu, Doom consegue capturar a essência do shooters horror, caprichando nas texturas, nas sombras e principalmente, na iluminação. Para melhorar um pouco a situação Doom oferece uma ferramenta que funciona basicamente como um criador de mapas, fazendo modificações robustas e criando fases cooperativas, o usuário compartilha com a comunidade seu mapa, e pode baixar projetos, feitos por outros jogadores.

Os efeitos visuais estão incríveis, tanto dentro quanto fora da base, como nas cavernas e nos corredores claustrofóbicos do Inferno. E para melhorar, a parte sonora de Doom é uma linha do tempo que nos leva ao passado, com seus efeitos de tiros rítmicos e impactantes, sendo conduzidos pela trilha sonora que se tornou uma das marcas registradas da franquia.

 

Em termos de criaturas, a diversidade é relativamente aceitável. À medida em que avançamos no jogo, vão aparecendo inimigos maiores, e mais feios. Rapidamente devemos nos adaptar e perceber qual a melhor forma de matar cada um dos diferentes tipos de demônios, caindo na questão da adaptação de armas, onde podemos realizar massacres com mais facilidade.

Durante a gameplay foi adotado uma novo sistema chamado Glory Kills, nele além de realizarmos massacres brutais, somos recompensados com health packs, que são de grande ajuda aqui, já que em Doom, não há lugar para descanso e recuperação de vida, ou seja desde o início do jogo somos condicionados a não fazer a travessia do mapa do ponto A ao ponto B da forma mais rápida possível, o ideal é mesmo abordar todos os inimigos cara-a-cara e sem receio.

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Em relação ao modo multi-player, não temos o que comemorar, pouco mudou desde a versão beta.

De longe vemos a diferença de potencial do modo single-player para este. O jogo é rápido, mas não frenético, acima de tudo é desequilibrado e nenhum pouco satisfatório. Neste quesito, Doom não se mantém fiel às origens, procurando beber muito daquilo que são os shooters modernos, o que torna este modo algo confuso e sem sentido diante de toda estrutura montada para o roots.

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VEREDITO:

Doom entrega tudo o que promete, mas pode decepcionar os fãs que esperavam os sustos de Doom 3, sendo uma bela homenagem aos 2 primeiros jogos da franquia. Como jogo singleplayer, faz jus ao título, além de nos transportar para uma era onde os shooters eram apenas sobre violência. Brutal e visceral, Doom é melhor representante old-school da nova geração. Sem perder a estética ou fugir da origem noventista que consagrou a franquia. O jogo traz uma campanha parruda e conteúdo de sobra para manter o usuário entretido, empenhado em destruir o Inferno.

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Doom está disponível nas plataformas; PlayStation 4, Xbox One, Microsoft Windows

 

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Cinema

DC Films | Geoff Johns e Jon Berg serão os supervisores do Universo Estendido da DC

Após a recepção mista de Batman vs Superman, a Warner Bros. resolveu realizar algumas mudanças em relação aos vindouros projetos da DC Films. Não só desta, como também de outras franquias.

De acordo com o The Hollywood Reporter, Jon Berg (Vice-presidente executivo) e Geoff Johns (Chefe Criativo da DC Comics) ganharam o aval do estúdio para se tornarem os supervisores de todos os filmes da DC Comics, onde Geoff se reportará diretamente a presidente da DC Entertainment, Diane Nelson. Enquanto o Jon se reportará ao presidente da Warner Bros. Pictures, Greg Silverman. Ambos já estarão como produtores nas duas partes de Liga da Justiça.

Com isso, a Warner está tentando unificar os elementos principais dos longas da DC com um executivo e um veterano nos quadrinhos experientes, onde juntos poderão emular da mesma forma que a Marvel Studios realiza sob a visão do presidente Kevin Feige. Porém, ainda existe nos planos a permanência da liberdade criativa para seus respectivos diretores. Além disso, estariam criando uma divisão dedicada apenas para os filmes.

Berg já tinha envolvimento em Batman vs Superman, Esquadrão Suicida e Liga da Justiça. Ele também é um canal para Ben Affleck, tendo trabalhado juntos em Argo. Já Johns é amplamente conhecido pelo seu trabalho junto com Greg Berlanti nas principais séries da editora exibidas pela emissora CW e também o escritor pela próxima fase dos quadrinhos, Rebirth.

As alterações começaram na Parte I da Liga da Justiça, onde Affleck foi nomeado como produtor executivo, ou seja, aumentando o seu envolvimento criativo quando se trata da mitologia do Cruzado Encapuzado. Atualmente, o estúdio está procurando um diretor mais experiente para The Flash, já que Seth Grahame-Smith deixou o cargo.

Outro tópico interessante do relatório é o trabalho árduo para suavizar o terceiro ato de Esquadrão Suicida e que Johns estaria fortemente envolvido em todo processo de pós-produção. Também reportam que as refilmagens não foram para adicionar humor.

A nova estruturação também envolve outras franquias. Courtenay Valenti ficará responsável por supervisionar as adaptações de LEGO, bem como a franquia Harry Potter que retornará com Animais Fantásticos e Onde Habitam. Jesse Ehrman e Niija Kuykendall focarão em comédia/família e ação/ficção científica. Todos precisarão reportar ao Silverman.

Em relação ao DC Films, Batman vs Superman está atualmente em cartaz e com uma bilheteria mundial em torno de $869,8 milhões. Esquadrão Suicida chega aos cinemas em 4 de agosto e Mulher-Maravilha, apenas em junho de 2017. As filmagens de Liga da Justiça: Parte I (Título provisório) estão acontecendo atualmente em Londres e tem previsão de lançamento em novembro de 2017.

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Cinema Games PC

Blizzard | World Of Warcraft grátis para quem for aos cinemas!

As apostas da Blizzard em relação ao filme titulado “Warcraft” estão ganhando proporções épicas, e uma das iniciativas para alavancar o público é nada menos do que uma key de World of Warcraft para todos os fãs que prestigiarem o filme nos cinemas.

A promoção é válida para o todo o mundo, isso inclui o Brasil. O esquema é simples e rápido, basta adquirir o ingresso do filme no site da Ingresso.com e as keys terão data para resgate até o dia 16 de agosto de 2016.

O site do Battle.net disponibilizou a lista de países participantes, clique aqui

A Blizzard revelou que a versão de World of Warcraft que seria dada a quem for ver o filme no cinema, é a de World of Warcraft Vanilla, que inclui todas as expansões disponíveis até a expansão Mists of Pandaria, totalizando assim quatro expansões disponibilizadas.

Além do jogo, quem realizar o login entre os dias 25 de maio e 1 de agosto, ganhará uma Ornate Sword e o escudo usado pelos cavaleiros da Aliança. Entretanto, caso você seja da Horda, você ganha um Large Horde Axe, e o cetro do Warlock Gul’dan.

O filme de Warcraft chega aos cinemas no dia 9 de junho.

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Mistérios e Aventuras | Sejam bem-vindos à Academia Gotham

Criada por Becky Cloonan, Brenden Fletcher e Karl Kerschl, a série Academia Gotham (Gotham Academy no original) está chegando ao Brasil com suas seis primeiras edições compiladas em um encadernado, atualmente nas bancas. Somando características de Harry Potter e Scooby-Doo, a revista não somente é uma excelente história sobre adolescentes, como também é uma ótima adição para o mundo do Batman.

A Academia Gotham é a escola especial para adolescentes mais prestigiada de Gotham City. Financiada pelo bilionário Bruce Wayne, a história deste quadrinho gira em torno de Olive Silverlock, uma garota que teve suas memórias e sua personalidade mudadas após um misterioso incidente ocorrido no verão passado. Voltando à escola, ela terminou seu namoro e começou a se afastar de todos os colegas, sofrendo lapsos mentais algumas vezes com pequenas cenas do ocorrido. Forçada a ser mentora de uma garota (irmã do ex-namorado), a protagonista deve lidar com uma novata hiperativa, e o quadrinho segue a rotina de Olive e sua nova ‘amiga’ Maps, resolvendo mistérios (fantasmas, cultos bizarros, etc) e descobrindo coisas sobre a escola e o incidente de Olive.

Olive Silverlock, Mia "Maps" Mizoguchi e Kyle Mizoguchi.
Olive Silverlock, Mia “Maps” Mizoguchi e Kyle Mizoguchi.

A premissa de Academia Gotham é bem simples. Durante as seis primeiras edições a história é totalmente focada no mistério acerca de Olive e seu relacionamento com todos os colegas (e possíveis inimigos) da escola. Enquanto tenta descobrir mais acerca de suas memórias perdidas, Olive e seus novos amigos acabam se metendo em diversas encrencas e resolvendo mistérios inusitados, uma característica que remete muito ao desenho Scooby-Doo.

O que dá a liga deste quadrinho é a excelente utilização de aspectos do universo do Batman sem soarem forçados, como o próprio herói, o Asilo Arkham e até mesmo alguns vilões. Apesar da história se passar numa escola para adolescentes, os roteiristas se preocupam sempre em situar tudo no universo de Gotham, sempre com designs góticos, criando um aspecto estilo Harry Potter. No final das contas, Academia Gotham é uma junção de Scooby-Doo, adolescentes carismáticos e Harry Potter. E a arte de Karl Kerschl é um show a parte que prende a atenção de qualquer leitor.

O quadrinho brinca bastante com situações relacionadas ao Morcego.
O quadrinho brinca bastante com algo relacionado ao Morcego.

Apesar de (quase sempre) adolescente serem chatos e cheios de problemas, essa característica funciona e é muito bem trabalhada com o passar das edições. Enquanto tudo no início é novo e Olive é uma personagem calada e chata, o leitor acaba se identificando com algum personagem e todos evoluem no decorrer da história. É um quadrinho que cresce muito com o passar das edições.

Rendendo uma leitura fluida com momentos divertidos e um mistério intrigante, Academia Gotham é um ótimo gibi sobre adolescentes e seus relacionamentos. Um respiro para o universo saturado do Batman, o encadernado da Panini é um dos melhores materiais da DC encontrados nas bancas atualmente.

Academia Gotham: Mistério na Sala de Aula possui 132 páginas em papel LWC, formato 17 x 26 cm e distribuição nacional ao preço de R$ 19,90.

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Detective Comics Quadrinhos

Cavaleiro das Trevas III | Uma boa publicação. Boa o bastante.

”Uma boa morte? Isso NÃO EXISTE…”

Finalmente Batman: O Cavaleiro das Trevas 3: A Raça Superior desembarca no Brasil. A tão aguardada continuação da antológica história do velho Bruce Wayne chega com tudo com 4 capas espetaculares, pra nenhum colecionador botar defeito.

Sinopse

“O final épico que você nunca esperava está chegando porque você pediu! O Cavaleiro das Trevas retorna para enfrentar a aurora da Raça Superior”.

O roteiro fica a cargo de Brian Azzarello (100 Balas) e Frank Miller (dispensa apresentações) que está trabalhando como uma espécie de consultor criativo. A história se passa 3 anos após os eventos de Cavaleiro das Trevas 2 (2001) e consegue te prender para saber o que vai acontecer no próximo número. É o tipo de introdução que joga um monte de questões na mesa para serem resolvidas.

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Capa variante pelo brasileiro Rafael Albuquerque

Estava ansioso por este material e confesso que me surpreendi logo de cara com a edição lacrada na prateleira da banca, tratamento incomum pra uma minissérie. Papel de luxo com uma capa cartão mais espessa e um acabamento em verniz brilhante, pelo valor de R$9,90. Mesma faixa de preço das publicações mensais regulares.

A arte fica nas mãos de Andy Kubert (desenhos), Klaus Janson (arte-final) com as cores de Brian Anderson. Kubert consegue emular perfeitamente o traço de Frank Miller, fazendo uma espécie de releitura ao clássico de 1986.

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Um bônus: dentro da revista, temos uma espécie de formatinho que conta uma história paralela do Átomo, desenhada por Frank Miller. Ela é um complemento para a história principal, indispensável para o entendimento da trama.

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Na época que foi lançada, esta capa causou polêmica, afinal, Miller está apto para desenhar? Não se enganem, pois a arte interna está muito competente. Uma boa surpresa.

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Capas por Rafael Albuquerque, Ivan Reis, Gary Frank e Frank Miller (respectivamente) Foto por: Panini Comics

Onde comprar as capas variantes

Cavaleiro das Trevas III: A Raça Superior ainda não mostrou a que veio, mas me deixou curioso o bastante para continuar comprando e saber o desfecho da trama. A versão nacional publicada pela Panini não deixa nada a desejar em comparação com a versão gringa. Resumindo: é um ótimo custo benefício.

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A edição americana, autografada pelo Frank Miller na Comic Con 2015. O Xodó da coleção. @straight.outta.gotham

Cavaleiro das Trevas III: A Raça Superior chega custando R$ 9,90 e terá ao todo 8 edições mensais, com 36 páginas cada.

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Cinema

Greg Berlanti confirma filme do Gladiador Dourado

Depois de alguns rumores sobre a produção do longa, agora vem a certeza. O filme do Gladiador Dourado está em desenvolvimento e quem confirma isso é o Greg Berlanti, produtor das principais séries da DC Comics. A resposta veio após ser perguntando se ele gostaria de ser o Kevin Feige dos filmes da DC.

”Isso nunca sequer surgiu. Peter Roth, presidente da Warner Bros. TV, sabe o quanto eu amo os personagens e como gosto de ser parte deste universo. Essa é a verdade. Estou ligado a alguns filmes e agora o Gladiador Dourado é uma propriedade da DC. Zack Stentz, que escreveu um episódio de The Flash, está escrevendo o roteiro agora. Eu provavelmente vou dirigir.”

ATUALIZADO: Durante essa semana, o roteirista Zack Stentz foi alvo de rumores de que estaria escrevendo o roteiro de Gladiador Dourado e que teve uma conversa com Greg Berlanti sobre o assunto e agora, o próprio Zack confirmou a notícia no recente episódio de Screen Junkies.

”Estou saltando para o Universo DC e estarei escrevendo o roteiro de Gladiador Dourado”, ele disse ao painel.

Banido dos esportes profissionais após trapacear nas partidas do football universitário, onde jogava como armador, Michael Jon Carter foi trabalhar como zelador do Museu Espacial do século XXV. Lá, roubou uma das cápsulas do tempo de Rip Hunter, um anel de vôo da Legião dos Super-Heróis, um dos cinturões com campo de força do Brainiac 5 e um robô de segurança chamado Skeets e fugiu para o passado. Ele chegou ao século XX em busca de fama e fortuna, assumindo a identidade de Gladiador Dourado. Já fez parte da A.R.G.U.S., Liga da Justiça da América e Liga da Justiça Internacional.

Gladiador Dourado ainda não possui nenhuma data definida para lançamento.

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Análise | Uncharted 4: A Thief’s End

A franquia iniciada em 2007 com Uncharted: Drake’s Fortune, ganhou seu capítulo final. O quarto titulo e exclusivo do PlayStation 4, produzido pela Naughty Dog e publicado pela Sony Computer Entertainment. Uncharted 4: A Thief’s End ocorre cerca de três anos depois de seu antecessor, e traz o desfecho de uma das principais séries exclusivas de todos os tempos.

O jogo em si é um excelente ato final para as aventuras de Nathan Drake. De forma geral é o jogo mais aguardado para os Sonystas, e fãs da série em geral, o peso carregado pela desenvolvedora desde do anúncio do jogo, passando pelos problemas com a produção e até mesmo na entrega do produto, é imenso, os fãs queriam algo revolucionário, assim como foi a trilogia lançada para PlayStation 3. Poucos são os estúdios capazes de trabalhar sobre pressão direta dos consumidores e realizar um trabalho surpreendente, a Naughty Dog certamente pertence aos “poucos”.

 

De início damos de cara com Nathan Drake, mas este parece diferente, mesmo ainda sendo aquele aventureiro que nos acompanhamos nos jogos anteriores, seus trejeitos e aparência rementem a um ar mais maduro e experiente ao mesmo tempo em que vemos sua angustia de estar onde estar. Drake não está vivendo mais aquelas suas aventuras, sua vida agora se resume a rotina de vida comum junto a Elena, entretanto tudo vira de cabeça para baixo quando Sam, irmão mais velho de Nathan aparece. O motivo? Ele supostamente estava morto!

O motivo fica claro quando somos colocados frente a um pedido de ajuda. Nada mais que encontrar um tesouro pirata misterioso do século 17, que segundo lendas, dizem ter escapado com mais de £ 50 milhões em dinheiro e desapareceu em torno de Madagascar.

De forma geral a Naughty Dog é conhecida principalmente por seus jogos com potenciais gráficos elevadíssimos, de forma a extrair de forma concisa o potencial gráfico dos consoles com selo Sony. E com Uncharted 4 não poderia ser diferente, o jogo usa e abusa desse recurso, nos entregando cenas cinematográficas durante praticamente toda a gameplay. Claro que sofrendo algumas quedas de frame rate, mas nada que atrapalhe a experiência do jogador.

Logo de cara não me surpreendi com os gráficos do game, o jogo começa um pouco lento e sem nada que necessitasse de todo o poder de fogo do PlayStation 4. Entretanto quando mergulhamos de verdade na história, quando estamos diante dos estrondosos cenários exóticos e inexplorados por nós até então, pude ver a verdadeira integração de um trabalho de desenvolvimento com as capacidades gráficas do console.

O jogo quase que se mantêm fixo na casa dos 30 fps, e não há quebra de fluidez durante todo o gameplay. Os efeitos da chuva junto a vegetação, o comportamento da água, as animações dos personagens convergindo com suas interações com os objetos do cenário, assim como a quantidade absurda de detalhes contidos nas cenas tornam a experiência que já era boa, ainda melhor. Possuindo uma combinação primorosa entre as partes técnicas e estéticas o jogo é sem sombra de dúvidas, deslumbrante.

Mas não só de gráficos vivem os jogos da nova geração. Na jogabilidade é onde encontramos a verdadeira identidade de Uncharted 4 sendo o elemento mais importante da série desde seus primórdios.

Temos uma mudança forte aqui, nos jogos anteriores nas partes de combate, nos encontrávamos uma jogabilidade linear, onde era necessário caminhar seguindo etapas pré determinadas, caso quiséssemos progredir. Em Uncharted 4 ainda possuímos esses combates lineares, contudo eles foram colocados em momentos oportunos e conveniente. Fazendo, dessa forma existir níveis onde nos temos maior liberdade de movimento (algo que remete a Assassins Creed) mas nada grande o suficiente para ser denominado “mundo aberto”, mas algo que permite a exploração e inúmeras possibilidades.

Outra mudança válida encontrada no game é a questão do stealth. Nos jogos anteriores nos tínhamos esporadicamente momentos onde era necessário utilizar habilidades de forma sorrateira, aqui temos a liberdade de escolher a maneira como progrediremos no jogo, seja em silêncio sem chamar a atenção dos inimigos derrubando-os um a um, ou descarregando seu pente de balas nos adversários da forma mais bad-ass possível. Entretanto ainda encontramos limitações nessa “liberdade”, como por exemplo, a impossibilidade de avançar na área sem eliminar todos os adversários, seja de forma stealth ou não.

Contamos ainda com o multiplayer. Não é o carro chefe de Uncharted 4, mas é uma boa escolha de divertimento quando terminarem o modo história. Contamos com quatro modos, o conhecido Team Deathmatch, o Plunder (captura de bandeira), Command (captura de zonas) e o Ranked Team Deathmatch, onde temos cerca de oito mapas relacionados as áreas encontradas no modo história. Ainda contamos com a adição das Mysticals, que são poderes sobrenaturais e dos Sidekicks.

Além disso tudo o modo multiplayer também traz a possibilidade de fazermos microtransações utilizando os Uncharted Points, que podem ser adquiridos com dinheiro real, todavia, tudo o que pode ser desbloqueado através dos Uncharted Points pode ser ganho durante a gameplay.

VEREDITO:

Uncharted 4 é uma despedida a Nathan Drake, e como tal, emociona. Porém, não há garantias que este seja o último jogo da franquia. Tanto pelo fato de ser a mais lucrativa, quanto a ambiciosidade de se usar todos os poderes gráficos dos próximos consoles da Sony. 

Apesar de encontrarmos níveis de qualidade excelentesUncharted 4 tem seus defeitos. Em algumas ocasiões notamos atrasos no carregamento de algumas texturas, assim como no frame rate. No entanto considerando o jogo como um conjunto, é algo que não afeta a experiencia do jogador, mas algo que poderia ser evitado, levando em conta o histórico de desenvolvimento. O game funciona e vai agradar a grande massa consumidora. Contudo não causará o mesmo impacto que o primeiro ou o segundo capítulo causaram. Dessa forma, Uncharted 4 irá levá-lo através de uma viajem intensa e cheia de aventuras, onde todos os proprietário de PlayStation 4 tem a obrigação de participar.

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Detective Comics Quadrinhos

A Liga da Justiça de Bryan Hitch

Entre Abril e Maio de 2016 está chegando às bancas brasileiras a nova revista mensal da DC Comics publicada pela editora Panini e chamada somente de LJA, a Liga da Justiça da América de Bryan Hitch. A aclamada revista desenhada e roteirizada pelo famoso artista tem sido alvo de elogios  no exterior, tanto por parte da crítica especializada quanto dos fãs que sentiam falta de uma pegada diferente com relação ao mais antigo supergrupo de heróis das histórias em quadrinhos.

Justice League of America #1 foi publicada nos Estados Unidos em Junho de 2015 e causou rebuliço em todos os veículos de imprensa relacionados a quadrinhos. A revista marcou o início da carreira de Bryan Hitch como roteirista de uma revista mensal da DC Comics. Hitch (artista de Os Supremos, Stormwatch, The Authority, e da própria LJA em uma versão antiga) sempre foi famoso por seus trabalhos como desenhista, tendo inclusive feito parte da equipe criativa do antigo título da Liga da Justiça, em meados da década de 2000, com Mark Waid nos roteiros.

Capa da nova revista mensal brasileira que se encontra atualmente nas bancas, publicada pela Panini.
Capa da nova revista mensal brasileira que se encontra atualmente nas bancas, publicada pela Panini.

Hitch revolucionou o mercado de quadrinhos há alguns anos graças ao seu estilo artístico mais realista, com feições e cenários bem compostos, cenas de ação fluidas, entre outras qualidades. Como roteirista da DC Comics, seu único trabalho havia sido um one-shot do grupo Authority publicado em 2010, e o novo título da Liga tornou-se sua primeira série mensal na editora.

Mas do que se trata essa revista? Pegando a formação moderna da Liga como base (composta por Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Flash, Lanterna Verde, Aquaman e Cyborg), a proposta desta nova revista é criar algo atemporal: que se situe mais ou menos no início do grupo na fase dos Novos 52 (onde a revista era escrita por Geoff Johns e ilustrada por Jim Lee), e ao mesmo tempo, ignorando qualquer senso de cronologia (ou seja, novos leitores são bem vindos) e criando uma trama própria bem amarrada, respeitando a essência de cada personagem.

Aquaman voltando à Atlântida.
Aquaman voltando à Atlântida.

A revista prende a atenção do leitor logo em suas três primeiras páginas, com Superman derrotado e o planeta Terra sendo destruído. O roteiro segue desenvolvendo o Superman e um grande mistério que deve se estender durante todo este arco, e ao mesmo tempo trabalha muito bem cada herói da equipe, prometendo melhorar ainda mais este quesito quando passar a focar cada um determinadamente.

Por mais que seja difícil julgar a revista baseando-se em apenas uma edição, é notável que a trama principal (e as subtramas criadas com o desenrolar da história) se assemelham muito a época de ouro da equipe, em meados dos anos 90 até os anos 2000, com a aclamada fase de Grant Morrison e Mark Waid. O senso de perigo, mistério, trabalho em equipe e a sensação de poder ou fraqueza que cada herói passa é algo real, tornando a leitura ainda mais prazerosa. Hitch trabalhou com o melhor das duas equipes de heróis, tanto da Marvel quanto da DC, e é notável que tal experiência já o deixa gabaritado para cuidar de um grupo sendo respeitoso com o mesmo. Em entrevista, o artista diz que “fazer a LJA é algo muito pessoal para ele“.

Lanterna Verde, Mulher-Maravilha, Flash e Batman se encontram.
Lanterna Verde, Mulher-Maravilha, Flash e Batman se encontram.

A arte é muito fluida, como em todos os trabalhos de Bryan Hitch. Ao final da revista temos pelo menos três ganchos em aberto para que sejam explorados nas próximas edições, e durante a própria acontecem diversas revelações inesperadas e situações que também devem ser explicadas com o desenrolar da história. Hitch parece querer explorar tramas paralelas, e tudo com que ele trabalha afetará não só a Terra e sua realidade, como múltiplas linhas temporais e o destino de toda a humanidade.

O filme do grupo está marcado para ser lançado em 2017, e se você deseja começar a acompanhar um título da Liga da Justiça, LJA é o mais recomendado atualmente. Assemelhando-se a melhor fase que o grupo já teve e ao mesmo tempo inovando de formas diferentes, esta revista é tudo que a Liga precisava desde o reboot da editora em 2011.

O mix da Panini também acompanha a elogiada revista mensal Cyborg escrita por David F. Walker com a arte Ivan Reis, onde uma nova fase na vida do herói está se iniciando e também é um ponto de partida ideal para novos leitores.

LJA é uma revista mensal em formato 17 x 26 cm, possui 68 páginas em papel LWC e custa R$ 8,70.