O console que fez parte da infância de muitos gamers está contando os dias para voltar às estantes das lojas.
A Nintendo of America anunciou via Twitter hoje que a empresa pretende relançar o Nintendo Entertainment System ou NES para os íntimos, ainda este ano. O Classic Edition NES virá pré-carregado com 30 jogos, incluindo Final Fantasy, Punch-Out, dois jogos Zelda, Donkey Kong e Super Mario Bros 1 – 3.
The NES is coming back to stores! Pick up the new mini NES Classic Edition on 11/11 w/ 30 included games! pic.twitter.com/wFDw7lHWb7
— Nintendo of America (@NintendoAmerica) July 14, 2016
Uma lista completa dos jogos foi divulgada:
Balloon Fight
BUBBLE BOBBLE
Castlevania II: Simon’s Quest™
Castlevania™
Donkey Kong
Donkey Kong Jr.
DOUBLE DRAGON II: THE REVENGE
Dr. Mario
Excitebike
FINAL FANTASY®
Galaga™
GHOSTS‘N GOBLINS™
GRADIUS™
Ice Climber
Kid Icarus
Kirby’s Adventure
Mario Bros.
MEGA MAN™ 2
Metroid
NINJA GAIDEN®
PAC-MAN™
Punch-Out!! Featuring Mr. Dream
StarTropics SUPER C™
Super Mario Bros.
Super Mario Bros. 2
Super Mario Bros. 3
Tecmo Bowl™
The Legend of Zelda Zelda II: The Adventure of Link
Como mostrado na imagem do Twitter, o Classic Edition NES é pequeno o suficiente para caber na palma da sua mão e virá com controladores retro especiais, que também são compatíveis com o controles de Wii U.
Nenhuma informação de preços foi dada para o console, mas estará disponível para a compra em 11 de novembro.
Enquanto outras animações apostam nas mensagens que querem passar ao público jovem e adulto, A Era do Gelo: O Big Bang continua explorando seu lado cômico usado nos quatro filmes da franquia. Isso dá certo, e apesar de ser um prato cheio de diversão, o quinto filme mostra uma narrativa bem desgastada.
Tanto os diretores Galen T. Chu e Mike Thurmeier, e o roteirista Yoni Brenner, decidiram ficar na zona de conforto. Não há muitas inovações na trama. O lema familiar do protagonista mamute Manny está presente de novo desde o regular A Era do Gelo 3. O ‘’ex-alívio cômico’’ Sid continua sendo explorado, mas não tem mais graça, e Diego teve momentos melhores.
A história em si parece muito similar as anteriores. Não há tanta expectativa para os acontecimentos. As cenas mais ‘’dramáticas’’ são completamente desnecessárias, ninguém se comove ou se importa. Tanto para elas, quanto para as cenas de ação, que são bem falhas e novamente, nada inovadoras.
Contudo, há novos personagens, e estes sim conseguem recarregar a trama em certo momentos. Julian, namorado de Amora, filha do Manny, é divertido e se encaixa no contexto. A avó do bicho-preguiça Sid funcionou bem no péssimo A Era do Gelo 4, e continua arrancando boas risadas neste filme. Mas a surpresa realmente é Buck, que foi introduzido no terceiro filme e que volta para este com uma reintrodução espetacular.
Com o roteiro girando todo em volta das ações de Scrat tentando resgatar sua noz, era de se esperar um fim digno para ele, mas nada acontece. O personagem é uma marca da franquia e foi muito bem utilizado nos quatro filmes, neste, nem tanto. Scrat tem boas cenas humoradas, mas não se conecta com o público como antes, sendo bem forçado em algumas horas.
O entretenimento é garantido. A Blue Sky e a Fox poderiam dar um ponto final em A Era do Gelo e encerrarem a franquia com um saldo positivo.
O sétimo episódio da franquia Star Wars foi um sucesso colossal nos cinemas, restaurando a energia da trilogia clássica para os fãs, e lógico que um sucesso como esse dificilmente ficaria longe das mãos dos gamers.
Lego Star Wars: O Despertar da Força é o mais novo jogo da franquia Lego da Warner Bros. produzida pela TT Games e Lucasfilm, o game adapta a aventura que vimos na telona, com algumas partes adicionais e surpresas pelo caminho, reencenando as cenas dofilme com a irreverência típica das séries Lego e leva para o mundo dos blocos de montar os personagens do filme.
Nós já tivemos vários jogos Lego até este ponto, em todos eles basicamente temos uma fórmula a ser seguido, baseado no enredo de seu material de origem, como um filme ou um livro, combinando combate com puzzles e coleta de itens. Lego Star Wars por sua vez tem um esmero especial, tornando o jogo algo mais sofisticado. A maioria dos jogos Lego combinam as parcelas de dois ou três filmes para fornecer ação suficiente para que algumas horas de gameplay valham a pena. Entretanto, Lego Star Wars se preenche com pedaços de história de fundo que você não viu na telona. Você não está apenas junto com Rey e Finn e como eles acabam com a Primeira Ordem, você também está caçando rathtars com Han Solo e resgatando o almirante Ackbar com Poe. É incrivelmente inteligente a maneira como o jogo consegue sugá-lo para o universo ao mesmo tempo que lhe dar lazer suficiente para mantê-lo ocupado durante um longo período de tempo.
Cada minuto da campanha de aproximadamente oito horas é muito prazeroso, e necessitam de um nível de trabalho considerável para achar as soluções dos puzzles entre descobrir os personagens e suas habilidades únicas. Ao contrário de Lego Avengers, onde muitas vezes, encontrávamos aborrecidos, por conta de habilidades que nada acrescentavam na jogabilidade, aqui você vai precisar conhecer e analisar os usos das habilidades inerentes de cada personagem através de cada nível. Além disso, as habilidades são geralmente divertidas de usar, a agilidade da Rey por exemplo, cria alguns grandes momentos dentro do gameplay, enquanto a capacidade de BB-8 lhe permite mexer e manipular plataformas e outros objetos nesse mundo Lego. Jogando sozinho ou ao lado de um amigo, a experiencia continua muito divertida, com a exploração do cenário feito de forma mais dinâmica, mesmo com a tela dividida.
Porém mesmo com tudo isso, certos mecanismos de quebra-cabeças ainda são maçantes e usados com frequência. Como por exemplo, jogando como Finn e ter que alinhar a cabeça e torso de um Stormtrooper holográfico para abrir portas de salões da Primeira Ordem, rapidamente se transforma de um desafio enfadonho e nem um pouco inventivo.
Uma das mudanças recebidas de braços abertos é a possibilidade de construir itens de diversas formas. Aquele sistema construtivo onde combinávamos peças de Lego agora está de volta, mas agora com muito mais possibilidades de remontagem, o que dá um ar de liberdade na hora do jogador escolher a maneira como prosseguir no jogo.
O jogo é uma evolução clara de técnicas criativas em relação a outros jogos anteriores, mas mesmo esse belo trabalho de criação, não ficaria longe de alguns dos principais problemas que encontramos na maioria dos jogos lançados para a nova geração. A falta de conhecimento do verdadeiro poder de fogo dos consoles. Notamos uma queda significativa de frame-rate no decorrer da gameplay, mesmo rapidamente ajustado causa um certo incômodo ao jogador, um problema que em jogos Lego nunca foi considerado um grande vilão, mas em Lego Star Wars: O Despertar da Força é um que se apresenta constantemente, principalmente em momentos de grande importância para a continuidade da história.
VEREDITO:
Lego Star Wars: O Despertar da Força é o mais divertido jogo da série Lego em anos. A história é grande se comparada aos outros, os níveis são densos com puzzles divertidos, mas que acabam por se repetir de forma demasiada, e encontrar todos os segredos em seus mais diferentes níveis é realmente divertido. O jogo agrada quem é fã da série de cinema e também os dos brinquedos Lego. O game também não faz feio no visual, apesar da dublagem um pouco arrastada e a queda de gráficos, mas isso não é um problema tão grande já que o público-alvo infantil é um pouco menos exigente neste sentido. Lego Star Wars: O Despertar da Força provou ser uma adaptação convincente de seu material de origem.
Lego Star Wars: O Despertar da Força chega no dia 30 de junho no Brasil para PlayStation 4, Xbox One, Xbox 360, PS3 e PC.
Mais um Guia de leitura chegando na órbita da Torre de Vigilância. O personagem da vez é o mago mais canastrão dos quadrinhos, aquele que anda sempre com um cigarro, também já foi um dos carros chefes da Vertigo Comics, descobriu? Fácil né, John Constantine!
Para facilitar a sua leitura, o Guia está separado em autores que passaram pelas histórias do personagem, e tem um diferencial, tudo foi super bem organizado pelo parceiro da Torre Lucas Fernandes Corrêa. Sem mais delongas, vamos ao mais importante, Boa leitura!
John Constantine, Hellblazer – Origens
Por Jamie DelanoPor Jamie Delano Obs: edições de Swamp Thing escritas por Rick VeitchPor Jamie DelanoPor Jamie DelanoPor Jamie Delano Obs: edições #25-26 escritas por Grant Morrison, edição #27 escrita por Neil GaimanPor Jamie Delano Obs: edição #32 escrita por Jamie Delano & Dick ForemanPor Jamie Delano
John Constantine, Hellblazer – Infernal
Por Garth EnnisPor Garth Ennis Obs: edição #51 escrita por John SmithPor Garth EnnisPor Garth EnnisPor Garth EnnisPor Garth EnnisPor Garth EnnisPor Garth Ennis
Arco Eddie Campbell
Por Eddie Campbell Obs : A ser publicado pela Panini em Hellblazer – Demoníaco
Fase Paul Jenkins
Por Paul Jenkins Obs : A ser publicada pela Panini em Hellblazer – Demoníaco
Fase Warren Ellis
Warren Ellis – Ainda não publicado pela PaniniPor Warren Ellis
Arco Darko Marcan
Por Darko Marcan – Ainda não publicado pela Panini
Fase Brian Azzarello
Por Brian Azzarello – Ainda não publicado pela PaniniPor Brian AzzarelloPor Brian AzzarelloPor Brian AzzarelloPor Brian Azzarello Obs: Esta edição também possui a história “O Cair da Neve”, extraída de Hellblazer #250, escrita por China Miéville.
Fase Mike Carey
Por Mike CareyPor Mike Carey
Fase Denise Mina
Por Denise MinaPor Denise Mina
Fase Andy Diggle
Por Andy DiggleAndy DiggleAndy Diggle OBS: edições #245-246 escritas por Jason Aaron
Fase Peter Milligan
Por Peter MilliganPor Peter Milligan OBS: A edição #42 também possui a história “Feliz Natal, Caralho!”, extraída de Hellblazer #250, escrita por Dave Gibbons.Por Peter MilliganPor Peter MilliganPor Peter MilliganPor Peter MilliganPor Peter MilliganPor Peter Milligan
Especiais
Por Ian RankinPor Jamie DelanoPor Si Spencer Obs: Curta extra “Outro maldito natal” Por Dave Gibbons trecho extraído de Vertigo Winter’s Edge #3 (J2000)
Especiais ainda não publicados pela Panini
Por Jamie DelanoPor Paul Jenkins & John Ney RieberPor Paul Jenkins. Provavelmente será publicado pela Panini em Hellblazer – DemoníacoPor Peter Hogan Obs: estrelada por John Constantine durante a adolescênciaPor Jamie DelanoPor Mike CareyPor Andy DigglePor Mike CareyPor Mat JohnsonPor Mat Johnson
E aí, gostaram? Se sim, fiquem ligados porque virá ainda muito mais Guias na nossa coluna Amazing Adventures. Até mais!
Porta dos Fundos: Contrato Vitalício é a primeira empreitada do famoso grupo do Youtube no cinema. A adaptação para um meio tão diferente a qual eles estão habituados é bem complicada. Contudo, o protagonista e roteirista Fábio Porchat e o diretor Ian SBF já trabalharam juntos na tragicomédia Entre Abelhas, de 2015. Alguns outros atores, como Antonio Tabet e Gregório Duvivier também participaram de alguns longas. Tendo estes em seu elenco, em sua produção e na sua direção, Contrato Vitalício se desenvolve com uma história ruim e incoerente, conduzida com o humor da internet.
Rodrigo (Porchat) e Miguel (Duvivier) são grandes amigos e colegas de trabalho. Tudo inicia quando, após receberem o Cannes de ‘’Melhor Filme’’, estes assinam um ‘’Contrato Vitalício’’, que obriga ambos trabalharem juntos para sempre. No final da noite, Miguel some inesperadamente e reaparece após dez anos no mesmo hotel. Chamando Rodrigo para atuar em seu próximo projeto, que contará a sua vida nos últimos anos no centro da terra com uma sociedade alienígena. Essa é a justificativa para tudo acontecer ao longo da história. Uma abdução alienígena que acabou completamente com o roteiro do Porta, que poderia ter sido melhor pensado e planejado.
Era de se esperar algo muito mais engraçado do que foi apresentado. Tudo não passa de um beisterol e que desrespeita o humor inteligente que poderiam utilizar. Outra coisa que se pode notar, é a presença fortíssima da fonte que são os vídeos. Parecendo várias sketches juntas até formarem mais de duas horas de duração.
Apesar de vários problemas, há pontos positivos. A direção do Ian SBF é bem competente, tudo ali é bem feito e cuidadosamente pensado. O movimento das câmeras em certos momentos é muito bom, e a edição tenta ousar mais do que outros filmes brasileiros. Todos se mostram preocupados em somar ao cinema nacional.
Sendo uma comédia mais escrachada e que o tempo todo brinca com coisas e assuntos da atualidade, algumas cenas são bem engraçadas. A dupla constituída por Rafael Portugal e Júlia Rabello está espetacular. Em quase todos os momentos eles provocam algumas risadas no público. Tabet, um veterano do Porta dos Fundos, também é bem aproveitado como um ‘’detetive particular’’. As participações especiais de Marília Gabriela, Sérgio Mallandro, Naldo Benny e da dupla do Jovem Nerd, são pontuais e divertidas.
A primeira tentativa do grupo não deu muito certo ao meu ver. Entretanto, devem continuar nessa empreitada, pois dá para perceber muito potencial e criatividade escondidos na telona.
Sinopse: ”Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. […]
A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa desse duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto — e raro — de crítica e público.”
”Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler.”
Publicada em 2005 a obra A Menina que Roubava Livros (The Book Thief) do autor austríaco Markus Zusak, é a cativante história de Liesel Meminger que, após uma série de eventos trágicos, foi entregue à família Hubbermann. O enredo tem como cenário a Alemanha nazista e um narrador peculiar: a própria Morte.
Apesar da narração impecável, a trama é simples. Zusak nos transmite a ingenuidade em plena segunda guerra mundial através da protagonista que busca na literatura o refúgio dos males da guerra. Vide a perseguição não só aos judeus e minorias, como também, livros que fossem ”inconvenientes” ao regime, fazendo se tornar secreto a adoração pelos livros por Liesel, roubando seu primeiro livro ‘’O Manual do Coveiro’’ antes mesmo de saber ler.
Confira o trailer da adaptação lançado em 2014:
Entre 1939 e 1943, Liesel escapa três vezes da Morte, por isso a própria tem interesse na garota, uma ”sobrevivente”. Além da protagonista, outras personagens estão inseridas nesse contexto como Hans Hubbermann pai adotivo que a alfabetiza, Rudy Steiner seu vizinho e Max Vanderburg, esse em especial é o que recebe bastante destaque, por ser judeu sofre perseguição nazista e se esconde no porão dos Hubermann, criando momentos de tensão e partes comoventes.
É inevitável citar o Diário de Anne Frank, apesar de grande disparidade entre as autorias e narração, ambas as obras têm literatura como escape da guerra e se passam na segunda guerra mundial. Um ponto importante na obra A Menina que Roubava Livros são os personagens comuns que visem aproximar da realidade da ficção.
Cena do filme A Menina que Roubava Livros (2014), Max Vanderburg (Ben Schnetzer) e Liesel Meminger (Sophie Nélisse).
O livro não explora muito a parte histórica, mas deixa referências para que o leitor se mantenha orientado. A inspiração do autor veio de sua família que chegou a passar por dificuldades na mesma época em que as personagens fictícias vivem, logo existe um vinculo especial entre o autor e a obra muito além das pesquisas que Zusak fez.
A escrita é singela e até poética, abrangendo o seu público alvo. O ritmo nas primeiras 50 a 100 páginas é lento, descrevendo o cotidiano das personagens, ambientes e reflexões, o que pode não agradar muitos. Aclamado pela crítica, está entre os 10 mais lidos na rede social Skoob e entre os 10 melhores livros da década de 2000.
A Menina que Roubava Livros transcende o seu gênero, é muito mais do que uma simples ficção na segunda guerra mundial, é o vislumbre de como a literatura pode amenizar o sofrimento humano. Tenham uma ótima leitura.
Saiu gratuitamente nesta terça (05 de julho) o game Iron Maiden: Legacy of the Beast.
O jogo é uma inspiração da carreira grandiosa da popular banda britânica Iron Maiden, desenvolvido pela Roadhouse Interactive e 50cc Games.
Iron Maiden: Legacy of the Beast trata de um RPG que explora as músicas da banda inglesa ao mesmo tempo que coloca o jogador em um tour pela carreira do grupo musical.
“Como um fã de longa data, eu sempre pensei que a música, as letras e o conjunto de personagens do Maiden forneceriam a base perfeita para uma experiência profunda de RPG. Este jogo que criamos irá agradar a todos os jogadores mobile, incluindo aqueles que ouvirem o Iron Maiden pela primeira vez.”, comentou James Hursthouse, CEO da Roadhouse.
Ao longo do jogo é possível encontrar as diferentes versões do Eddie (mascote do grupo) que assume formas e poderes diferentes, todas encontradas nas capas dos vários CD´s da banda. Com os itens acumulados no decorrer do gameplay é possível convocar novas criaturas ou melhorar as que você já possui.
O baixista Steve Harris falou sobre o lançamento do game: “Nós sempre pensamos que nossa música e as imagens do Eddie poderiam ser perfeitas para jogos e isso é algo que temos planejado fazer outra vez, desde que lançamos Ed Hunter em 1999. Agora em 2016 tudo será feito para smartphones, o que torna o jogo ainda mais acessível para todos os nossos fãs e também todos os jogadores em geral.”
Como dito anteriormente, Iron Maiden: Legacy of the Beast não é a primeira aparição do grupo musical no mundo dos games, Ed Hunter, foi lançado juntamente com uma coletânea de músicas da banda, em 1999, e colocava o famoso mascote em um game no estilo shooter para PC. Além disso, o clipe da música Speed of Light, do albúm lançado em 2015,The Book of Souls, é cheio de referências a games clássicos.
Iron Maiden: Legacy of the Beast, está disponível para IOS e Android.
Procurando Nemo (2003) é uma obra cinematográfica excelente, que revolucionou as animações da sua época. A necessidade de uma continuação era zero, mas mesmo assim a Pixar retorna com a sua franquia premiada em um segundo filme, intitulado: Procurando Dory. Este que agora mostra a trajetória de Dory, a peixinha que tem perda de memória recente, a encontrar os seus pais. Era de se esperar um filme bem irregular comparado com o seu antecessor, mas a história é diferente dessa vez. O novo longa consegue trazer muitas novidades e algumas inovações, entretendo bem o público e cumprindo o seu desafio.
O roteiro é similar ao de Procurando Nemo. Algo interessante a ser comentado é o ‘’salto’’ cronológico de um filme para o outro, que é de apenas um ano, o que torna o entendimento muito mais fácil. A coisa mais legal é trazer os personagens secundários mais antigos de volta para as telonas, conseguindo transmitir momentos de nostalgia pura. Porém, as participações são bem pequenas, já que há novos personagens que requerem um pouco mais de atenção. Todos, sem exceção, são carismáticos e que funcionam em seus papéis muito bem. Alguns ficarão na cabeça por um tempo…
Há alguns problemas, entretanto. Todo o ritmo é confuso com os seus altos e baixos. Nos dois filmes é bem presente a mistura de humor e drama, mas Procurando Dory não conseguiu achar um equílibrio entre os dois, virando uma confusão em certos momentos. Em seu terceiro ato, a inovação que estava sendo apresentada desaparece, e o desfecho parece algo meio corrido e mal pensado por parte dos roteiristas Andrew Stanton, Bob Peterson e Victoria Strouse.
No final, o saldo é bem positivo e te deixa com uma sensação bacana de rever todo aquele ambiente outra vez. Engraçado e dramático ao mesmo tempo, Procurando Dory acerta a mão e deixa os fãs, novos e velhos com um sorriso no rosto. Um prato cheio para quem busca uma boa animação.
Dando seguimento aos Guias de Leitura, a bola da vez é a Batgirl, ou melhor, é sobre três Batgirls: Barbara Gordon, Cassandra Cain e Stephanie Brown.
A Batgirl original foi Betty Kane, criada por Bill Finger e Sheldon Moldoff, porém, a morceguinha só se popularizou com Barabra Gordon, a filha do Comissário Gordon e Batgirl icônica até os dias de hoje. Barbara apareceu pela primeira vez nos quadrinhos em Detective Comics #359 no ano de 1967, criada por Gardner Fox e Carmine Infantino.
Grande parte do sucesso de Barbara Gordon como Batgirl veio da série de TV do Batman dos anos 60 e de suas aparições no desenho do Batman dos anos 90. Apesar de Barbara ser a Batgirl mais conhecida e preferida pelos fãs, e ter uma aparição marcante em Batman – A Piada Mortal, foi Cassandra Cain, a terceira Batgirl, quem ostentou o titulo da Batgirl nos quadrinhos durante mais tempo.
Cassandra teve suas histórias publicadas entre 2000-2008, sendo uma integrante importante da Bat-Família, para depois passar o manto para Stephanie Brown, a caloura e menos experiente na luta contra o crime.
Antes de Stephanie ser a Batgirl, ela já perambulava entre as revistas da Bat-Família desde 1992 como Spoiler e depois como Robin, até finalmente assumir o manto de sua amiga Cassandra em 2009. Porém, a passagem de Stephanie durou pouco, pois em 2011 a DC Comics passou por um reboot que trouxe Barbara Gordon, que assumia a alcunha de Oráculo até então, de volta como Batgirl.
Nos Novos 52, o reboot editoral da DC 2011, Stephanie e Cassandra nunca tinham sido Batgirls, e só deram as caras na nova cronologia em Batman Eterno e Batman e Robin Eternos, mas não como Batgirls.
Sem mais enrolação. Vamos ao Guia de Leitura das três Batgirl principais:
por Gardner Fox e Carmine Infantinopor Kelley Puckett e Terry Dodsonpor Chuck Dixon, Scott Beatty, Marcos Martin e Alvaro Lopezpor Alan Moore e Brian Bolland
por Kelley Puckett, Damion Scott e Robert Campanellapor Scott Peterson, Mike Deodato, Jr. e John Staniscipor Kelley Puckett, Damion Scott e Robert Campanellapor Joe Kelly e Pasqual Ferrypor Kelley Puckett, Damion Scott e Robert Campanellapor Scott Peterson, Phil Noto, Andy Owens, Dan Curtis Johnson, J.H. Williams III, Greg Scott, Mick Gray, Damion Scott, Alitha Martinez, Marcos Martin, Robert Campanella e Alvaro Lopezpor Kelley Puckett, Damion Scott e Robert Campanellapor Bill Willingham, Damion Scott, Andersen Gabrych, Alé Garza e Jesse Delperdangpor Andersen Gabrych, Alé Garza e Jesse Delperdangpor Andersen Gabrych, Pop Mhan, Cam Smith e Jesse Delperdangpor Adam Beechen, Jim Calafiore, Mark McKenna e Jonathan Glapion
por Bryan Q. Miller, Lee Garbett e Tim Levinspor Bryan Q. Miller, Lee Garbett e Pere Perez.por Bryan Q. Miller, Ramon Bachs, Dustin Nguyen e Pere Perez
por Gail Simone e Ed Benespor Gail Simone, Ardian Syaf e Vincente Vincentepor Gail Simone, Ardian Syaf e Vincente Vincentepor Gail Simone, Ray Fawkes, Daniel Sampere e Ed Benespor Gail Simone, Fernando Pasarin e Daniel Samperepor Gail Simone e Fernando Pasarinpor Scott Snyder, James Tynion IV, Ray Fawkes, John Layman, Tim Seeley e Kyle Higginspor Cameron Stewart, Brenden Fletcher e Babs Tarrpor Alisa Kwitney e Rick Leonardipor Cameron Stewart, Brenden Fletcher e Babs Tarrpor Scott Snyder, James Tynion IV e Tony S. Daniel
Extras:
por Paul Dini e Rick Burchettpor Gail Simone e Javier Garrón
Para quem não conhece muito sobre a Batgirl, é aconselhável começar por Batgirl: Ano Um e A Piada Mortal, para então começar com as outras histórias.
A fase de Barbara Gordon como Oráculo não aparece neste guia, porém a sua aparição é frequente nas histórias de Cassandra Cain e Stephanie Brown. Oráculo estará mais presente no Guia de Leitura das Aves de Rapina futuramente. Até a próxima e boa leitura.
Há algum tempo, saiu a novidade que a Arlequina seria a personagem central de um spin-off com personagens femininas. Com isso, muitos já especulam quem poderia aparecer e quem sabe, oficializar as Aves de Rapina.
ATUALIZADO: De fato, o vindouro projeto com a Harley Quinn se chamará Sereias de Gotham e contará com David Ayer na direção e, também na produção. O último trabalho de Ayer no DC Films foi em Esquadrão Suicida (2016). Para relembrar, leia aqui.
Olhando para o material de origem, existem heroínas e vilãs que merecem um debut nessa nova produção da Warner Bros. Confira a lista abaixo:
Hera Venenosa.
Última vez que vimos a personagem em ação foi em Batman e Robin, então seria bastante interessante vê-la novamente nesse projeto da Warner. Além do mais, ela e Harley Quinn engataram um relacionamento amoroso e também, a personagem foi membro das Sereias de Gotham e Aves de Rapina. Hera poderia também ser aproveitada no filme solo do Cruzado Encapuzado.
Caçadora.
Existem muitas versões da personagem, uma das quais é a filha de Bruce Wayne com a Selina Kyle de outra Terra. Só que seria mais provável a aparição de Helena Bertinelli no longa. Uma jovem nascida em uma das famílias da máfia em Gotham, que se tornou bastante violenta para destruir aqueles que mataram a sua família. Também já fez parte das Aves de Rapina.
Justiceira.
Kate Spencer já fez uma breve aparição em Arrow, mas nunca apareceu como sua alter-ego. Semelhante ao Demolidor de muitas maneiras, ela é uma advogada e ex-procuradora que assumiu essa identidade a fim de corrigir os erros que ela acreditava que o sistema judicial poderia ou não realizar. No entanto, em termos de como lida com criminosos, Kate se assemelha bastante com o Justiceiro. Ou seja, introduzi-la no filme seria uma dinâmica com as personagens mais heróicas e vilanescas. Apesar da personalidade obscura, também já integrou as Aves de Rapina.
Grande Barda.
Com Steppenwolf levando o exército de Parademônios para a Terra, podemos ter total certeza que Apokolips será explorado em Liga da Justiça. Se for o caso, a introdução da personagem seria algo necessário, pois já serviu como líder da guarda pessoal de Darkseid, as Fúrias Femininas. Sua participação daria uma boa dinâmica para a equipe e como as personagens anteriores, também fez parte das Aves de Rapina.
Batgirl.
Muitos fãs ficaram frustrados ao descobrirem que a personagem de Jena Malone na versão estendida de Batman vs Superman não era a Barbara Gordon/Batgirl. O spin-off poderia colocá-la como líder da equipe, seja como Oráculo ou não. Com a introdução dela, ainda expandiria o universo do Batman em seu solo.
Katana.
Com uma recepção positiva sobre Tatsu Yamashiro em Esquadrão Suicida, a personagem poderia ganhar uma fácil participação no filme. Apesar de ser guarda-costas de Rick Flagg e aparentemente estar ao lado certo da lei, Katana poderia também ser enviada para ficar de olho nessa equipe feminina. Nos quadrinhos, integrou as Aves de Rapina e através de sua espada, é capaz de se comunicar com as almas de suas vítimas.
Canário Negro.
Rumores anteriores diziam que a personagem de Katie Cassidy em Arrow tinha morrido para que possa ganhar seu debut no UEDC e um relatório informava que a ancestral da Canário Negro estaria presente na cena de flashback com as Caixas Maternas em Liga da Justiça. Sua passagem pelas Aves de Rapina é algo bastante importante e seria uma excelente jogada da Warner Bros. colocá-la na Liga para ver como será a recepção do público, e depois seguir com sua história no spin-off.
Mulher-gato.
Mesmo que seja apenas um cameo, Selina Kyle batendo de frente com Harley Quinn e Batgirl seria bastante atraente, além dela ser um bom atrativo para os espectadores que possam não estar familiarizados com outros membros desta equipe.
Via: Comic Book Movie.
Sereias de Gotham possui filmagens previstas para este ano, mas ainda não possui data oficial de lançamento.