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Batman & Juiz Dredd | As duas faces da Justiça

O Juiz Dredd da revista semanal britânica 2000 AD encontra-se com o Batman da DC Comics. O Bom Juiz e o Cruzado Encapuzado já dividiram páginas de quadrinhos em quatro histórias, sendo uma das poucas séries de crossovers com senso de cronologia. Quer saber mais sobre essas histórias? Confira abaixo um dossiê completo, explicando os detalhes de cada uma delas!

Introdução

O Juiz Dredd foi criado em 1977 por John Wagner e Carlos Ezquerra. Sua popularidade cresceu rapidamente e hoje ele é o personagem mais reconhecido dos quadrinhos britânicos ao redor do mundo. Vivendo na cidade futurista de Mega-City Um, onde o sistema judicial é chefiado pelos Juízes (detentores dos direitos de juiz, júri e executor), o policial do futuro lida com marginais, mutantes, alienígenas e até mesmo seres sobrenaturais em suas histórias. Já o Batman, que dispensa longas apresentações, surgiu em 1939 pelas mãos de Bill Finger e Bob Kane, sendo hoje a marca mais rentável da DC Comics.

Apesar de ter sido criado por Wagner, que escreve as principais histórias até hoje, uma série de roteiristas de qualidade já criaram aventuras do Juiz Dredd. Entre diversos nomes destaca-se Alan Grant, que por muitos anos foi parceiro de trabalho de John Wagner, chegando até a morarem juntos por um tempo. Grant é reconhecido no mercado norte-americano por sua passagem no Lobo e no Batman, este segundo onde os dois amigos desenvolviam aventuras juntos, inclusive criando um dos vilões do herói de Gotham, o Ventríloquo. Com os parceiros de trabalho atuando juntos para os americanos e ingleses, surgiu a ideia do primeiro crossover entre Batman e Juiz Dredd, chamado Julgamento em Gotham.

Batman/Juiz Dredd: Julgamento em Gotham

Publicado originalmente em 1991, o primeiro encontro dos personagens foi escrito pelos já citados Wagner e Grant, com a arte do pop star Simon Bisley. O artista já havia trabalhado com o Juiz Dredd em publicações britânicas, especialmente em uma revista de heavy metal chamada Rock Power. Essas histórias foram compiladas no encadernado Juiz Dredd – Heavy Metal. Neste crossover o Juiz Dredd e o Batman se encontram pela primeira vez após uma série de eventos. O Juiz Morte, ser de uma dimensão onde a vida é um crime, vai para Gotham City após conseguir um Teletransportador Dimensional com o Máquina Malvada da Gangue Angel. Em Gotham, após alguns assassinatos, o monstro dá de cara com Batman, que vai parar em Mega-City Um, onde o Juiz Dredd o prende e inicia um interrogatório. Batman é salvo pela Juíza Anderson, e juntos eles voltam à Gotham com o objetivo de parar o Juiz Morte que está trabalhando em parceria com o Espantalho, matando diversas pessoas em um show de heavy metal. Juiz Dredd se teletransporta para Gotham com o objetivo de ajudar Anderson, prender o Máquina Malvada (que foi atrás de Morte querendo seu pagamento pelo Teletransportador), e levar o Batman em cana.

Algo interessante sobre este crossover é que, apesar de ser bem dividido em cada uma das cidades, Batman é o personagem que mais sofre por ter ido parar na cidade futurista onde quase tudo é um crime, principalmente vigilantismo. Ao longo da história o herói é sentenciado a algumas décadas de prisão, e somente no final o Juiz Dredd reconhece algum valor no Cruzado Encapuzado. O sucesso deste crossover foi estrondoso, fazendo até com que o dono de uma grande loja em Londres declarasse que as filas de autógrafos no lançamento da graphic novel se igualaram a uma sessão de assinaturas do cantor David Bowie, realizada um mês antes no mesmo local.

Contém cerca de 60 páginas e foi publicado no Brasil em 1992 pela editora Abril em uma minissérie dividida em duas partes.

Batman/Juiz Dredd: Vingança em Gotham

Em 1993 a dupla de roteiristas publicou o segundo encontro entre os personagens, motivados pelo sucesso da primeira história. Ilustrada por Cam Kennedy com arte de capa por Mike Mignola, esta aventura é tratada o tempo todo com a ideia de que Batman e Juiz Dredd já trabalharam juntos, e apesar das discordâncias com relação aos métodos um do outro, ambos de alguma forma se respeitam.

Dredd encontrou um jornal antigo que noticiava a morte de Batman, e o Juiz vai para Gotham com o objetivo de impedir que o Morcego morra, e a única forma de fazer isso é espancando-o por 45 minutos. Em paralelo, o Ventríloquo e seu chefe Scarface planejam o assassinato do filho de um senador. Ao final da pancadaria Dredd revela que os Juízes Psi de Mega-City Um, categoria que a citada Juíza Anderson faz parte, formada por detentores de fortes habilidades psíquicas, previram que Batman ajudaria a salvar a cidade futurista de uma grande catástrofe, e essa foi a única razão que levou o Juiz a impedir que o herói morresse, dando o gancho para uma futura continuação.

Contém 52 páginas e foi publicado no Brasil pela editora Abril em 1995.

Batman/Juiz Dredd: A Charada Definitiva

O terceiro crossover é também o mais desconexo dos quatro. Publicado originalmente em 1995, Wagner e Grant se unem aos artistas Carl Critchlow e Dermot Power para inserir os personagens em um Campo Mortal organizado pelo misterioso Imperador Xero e composto pelos oito maiores guerreiros de diversos mundos, que devem se enfrentar em busca da liberdade. Obviamente, entre os guerreiros estão Batman (teletransportado enquanto perseguia o Charada em Gotham) e o Juiz Dredd (transportado enquanto prendia um criminoso nas ruas).

Batman é sorteado como a presa e os sete guerreiros restantes deverão caçá-lo. Entre os competidores da arena está um khúndio, raça conhecida na mitologia da DC Comics como os maiores belicistas do universo. Juntos, os protagonistas enfrentam os inimigos e desvendam o mistério por trás da arena, que é revelada como uma ilusão criada por um artefato futurista trazido a esta era pela crise no tempo Zero Hora, principal saga da DC na época em que a história foi publicada.

Contém 52 páginas e foi publicado no Brasil pela editora Abril em 1998.

Batman/Juiz Dredd: Morra Sorrindo

Encerrando a saga, Morra Sorrindo foi publicado originalmente em 1998 em duas partes, contendo a arte Glenn Fabry na primeira e Jim Murray na segunda. Fabry, reconhecido capista de Preacher e outras séries, levou alguns anos para ilustrar sua história e a demora fez com que ele fosse substituído por Murray na continuação. Grant e Wagner, obviamente, retornaram como roteiristas para fechar o épico que levou sete anos para ser concluído, após o Julgamento em Gotham ter sido lançado em 1991.

Nesta história o Coringa se apodera de um transportador dimensional e vai para Mega-City Um com o objetivo de libertar os quatro Juízes do Apocalipse. Com um tom de urgência constante, este crossover lida com muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo, que vão desde a destruição completa de um domo fechado com milhares de pessoas inocentes até o assassinato do Juiz-Chefe, possuído por um dos Juízes Negros. O Coringa visa a imortalidade, e os quatro seres malditos querem somente acabar com toda a vida, e a Juíza Anderson retorna a Gotham para alertar o Batman, que deve trabalhar ao lado do Juiz Dredd uma vez mais e dar um fim à profecia proclamada na aventura Vingança em Gotham. Tendo se encontrado tantas vezes anteriormente, os dois já conhecem o modus operandi um do outro e o respeitoaumentou. Aqui eles trabalham juntos, como verdadeiros iguais, para impedir os quatro demônios e seu novo companheiro, o inimigo do Homem-Morcego.

Contém cerca de 100 páginas e foi publicado no Brasil pela Mythos Editora em 2002, em formato minissérie dividida em duas partes.

Após tantos anos, Wagner e Grant conseguiram criar uma saga composta somente por crossovers, um feito verdadeiramente incrível que conseguiu dar uma popularidade para o Juiz Dredd fora do Reino Unido que até então era inimaginável. Muitas pessoas conheceram o personagem através destes encontros, e apesar de nunca terem sido republicadas no Brasil, as histórias foram compiladas no exterior pela DC Comics em um único volume, tornando possível que a editora Panini relance a série na íntegra, em novo formato e acabamento gráfico. Esperamos que isso aconteça.

E você, já conhecia os crossovers do Batman com o Juiz Dredd? Qual é o seu favorito? Podemos falar também sobre os confrontos do Juiz Dredd com o Predador e os Aliens, além da história maluca onde ele encontrou o Lobo, o Maioral. Comente abaixo!

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Greg Rucka deixará de escrever a revista da Mulher-Maravilha

A fase de Greg Rucka na Mulher-Maravilha, consolidada como uma das melhores revistas do Rebirth da DC Comics, está chegando ao fim. Confira os detalhes abaixo.

Em seu Tumblr, o autor divugou hoje (12/04) que a edição #25 da revista Wonder Woman será a última com roteiro escrito por ele. O autor retornou à DC Comics após um longo período afastado da editora por conta de diferenças editoriais, e recontou a origem da personagem alternando entre arcos quinzenalmente. A periodicidade quinzenal foi o principal fator para o afastamento de Rucka, que declarou ser uma decisão dele próprio, evitando as especulações sensacionalistas de possíveis problemas internos com a Editora das Lendas.

O acúmulo de trabalho, com as edições sendo publicadas quinzenalmente, estava impedindo que o autor fizesse outros serviços de sua agenda. Além da declaração, Rucka também agradece toda sua equipe (especialmente Liam Sharp e Nicola Scott), e diz que está ansioso pois novos trabalhos dele para a DC Comics com certeza serão anunciados em breve, e virão no futuro.

O autor também deseja toda a sorte do mundo para quem assumir o manto deixado por ele, e diz estar muito orgulhoso desta fase, especialmente em meio a tantas comemorações relacionadas aos 75 anos da personagem, e como o atual momento é o de maior fama da heroína na modernidade. O artista Liam Sharp também anunciou em seu Twitter que deixará a revista, na mesma edição.

Rucka é tido por muitos fãs como o melhor roteirista da personagem. Fique ligado na Torre de Vigilância para acompanhar as novidades!

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Guia de Leitura #16 | Batwoman

Criada em 1956, a Batwoman já é uma velha conhecida da DC Comics, porém, nunca foi uma personagem notável até ser reformulada. Só em 2006, com uma reformulação completa de personalidade, aparência e background é que a personagem começou a ganhar seu lugar ao sol na editora das lendas.

A única coisa que restou da Batwoman original foi o nome civil, e ainda assim, há uma diferença sutil. Originalmente, Kathy Kane era a identidade civil da mulher morcego. A nova Batwoman se chama Kate Kane, e a semelhança entre as duas versões acaba aí. Uma curiosidade do sobrenome Kane é o fato de ser uma homenagem a Bob Kane, um dos criadores do Batman. 

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Kate Kane é criação de Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka, Mark Waid e Ken Lashley. Introduzida na série 52 na edição #7, a personagem foi lentamente ganhando espaço junto a Renee Montoya, a Questão. Mais tarde, Kate ganhou bastante destaque na Detective Comics com os arcos Elegia  e Origem de Greg Rucka e J. H. Williams III.

Em 2011, Kate ganhou o seu primeiro título mensal sob o selo dos Novos 52 e durou 40 edições até ser cancelado devido a troca na equipe criativa após a edição #24, que resultou num baixo desempenho do título.

Atualmente, a personagem ganhou uma nova oportunidade com o Renascimento da DC. Primeiro na Detective Comics, e, agora, com um novo título mensal com o roteiro de Marguerite Bennett e arte de Steve Epting.

Um dos fatores que consolidou Kate Kane na DC, e também em toda indústria dos quadrinhos, é o fato dela ser lésbica. Hoje, apenas 11 anos desde a sua primeira aparição, a personagem é um dos maiores símbolos de representação LGBT nos quadrinhos, com histórias bem elogiadas pela critica e pelo público.

Por se tratar de uma personagem relativamente nova, a Batwoman não tem muitas histórias em seu currículo. Mas chega de enrolação. Vamos ao Guia:

 

1
por Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka, Mark Waid, Keith Giffen e Ken Lashley
2
por Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka, Mark Waid, Keith Giffen e Shawn Moll
3
por Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka, Mark Waid, Keith Giffen, Joe Bennett e Todd Nauck
4
por Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka, Mark Waid e Drew Johnson
5
por Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka, Mark Waid e Keith Giffen
6
por Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka, Mark Waid, Tom Denerick e Joe Prado
 por Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka, Mark Waid e Joe Bennett
por Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka, Mark Waid e Joe Bennett
8
por Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka, Mark Waid e Jamal Igle
10
por Greg Rucka, Matthew Clark e Steve Lieber
por Grant Morrison, J. G. Jones e Doug Mahnke
por Grant Morrison, J. G. Jones e Doug Mahnke
12
por Greg Rucka, Philip Tan e Jonathan Glapion
13
por Tony S. Daniel
15
por Greg Rucka e J. H. Williams III
por Greg Rucka e J. H. Williams III
por Greg Rucka e J. H. Williams III
 por Greg Rucka e Jock
por Greg Rucka e Jock
18
(2010) por Greg Rucka e Jock
19
por Haden Blackman e J. H. Williams III
por Haden Blackman e J. H. Williams III
por Haden Blackman e J. H. Williams III
por Haden Blackman e J. H. Williams III
por Haden Blackman e J. H. Williams III
por Haden Blackman e J. H. Williams III
por Haden Blackman e J. H. Williams III
1
por Marc Andreyko
2
por Marc Andreyko
24
por James Tynion IV e Eddy Barrows

Extra 

26
por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff
Marguerite Bennett
Marguerite Bennett

Vale ressaltar que DC Bomshells não é um título só da Batwoman, mas sim de todas as heroínas da DC, e  não faz parte da linha de quadrinhos principais da editora. A história se passa em um universo alternativo em que as heroínas são mais importantes que os heróis.

Finalizando com uma curiosidade: a identidade visual moderna da Batwoman foi criada por Alex Ross. 

Então é isso. Até o próximo Guia de Leitura.

 

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Cavaleiro das Trevas 3 | Confira as capas da última edição

A DC Comics divulgou três capas variantes de Cavaleiro das Trevas III – Raça Superior #9. A edição fecha a minissérie de Frank Miller e Brian Azzarello. Os desenhos são dos artistas Mikel Janin, Chip Kidd e Frank Quitely. Confira na galeria abaixo:

 

Na trama, os habitantes que viviam na cidade engarrafada de Kandor, conseguem a liberdade e tentam fazer da Terra seu novo reino. Cabe ao Homem Morcego, com a ajuda do Superman, tentar impedi-los.

Cavaleiro das Trevas III sofreu um bocado com atraso nas edições e na demora para o produto final chegar ao leitor. A nona edição nem existiria, mas foi um pedido de Miller e Azzarello para a editora, que foi prontamente atendido.

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Batman | Tom King fala sobre a guerra entre o Coringa e o Charada

Tom King falou sobre o arco “War of Jokes and Riddles” por meio da sua conta no Twitter no ultimo final de semana. A história que será dividida em oito partes na mensal do Batman vai contar sobre a guerra travada pelo Coringa e o Charada.

 

A trama vai se situar um ano depois que Bruce Wayne começa a combater o crime em Gotham City, com um vigilante atrapalhando seus planos criminais, Coringa e Charada entram em guerra para determinar quem deve ter o privilégio de matar o Batman. A história vai ainda mostrar a extensa galeria de vilões do Morcegão e personagens como Duas Caras, Pinguim, Hera Venenosa, Espantalho, Ventríloquo, Sr. Frio e o Morcego Humano vão estar presentes, e eles vão brigar entre si, como por exemplo, Solomon Grundy contra o Crocodilo e Exterminador contra o Pistoleiro.

Será a primeira vez, desde que assumiu o posto de roteirista da HQ do Batman, que Tom King faz um flashback mais extenso do herói. King reforça a importância da história falando que não se trata de uma simples visita ao passado, mas que os eventos dela vai moldar o futuro da HQ.

War of Jokes and Riddles” começa em Batman #25.

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Meia-Noite e Apolo | Ninguém vence o diabo em seu próprio jogo

Meia-Noite e Apolo é uma minissérie de seis edições lançada no selo DC Rebirth.  O roteiro é de Steve Orlando, um nome em ascensão na DC Comics, e a arte é de Fernando Blanco, Rômulo Fajardo Jr. e John Rauch.

Antes de ler essa mini, é necessário ter ciência de que se trata de uma história adulta (+18) com muita violência, sangue e um conteúdo levemente erótico. Estando ciente desse aviso, vamos à história.

A história gira torno do relacionamento do casal Lucas e Andrew, Meia-Noite e Apolo, respectivamente, e, como todo casal, eles tem alguns dilemas a enfrentar, como o fato de Apolo não aprovar o método de matar sem piedade de seu amado. Apesar disso, o relacionamento dos dois seguia firme, até que Apolo é morto. Porém, a morte é só um acontecimento corriqueiro nos quadrinhos. Assim que Lucas descobre que Andrew está no inferno decide resgata-lo.

Enquanto Meia-Noite busca uma forma de chegar ao inferno, Apolo tem uma conversa filosófica com Neron, que não é exatamente um vilão dentro da trama, mas ele tenta convencer o Deus Sol que seu lugar é no Inferno.

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“Finalmente eu vou para o Inferno.”

Um fato bastante interessante da história é a reformulação que Steve Orlando traz do personagem Extraño.

Extraño foi um personagem polêmico em sua criação nos anos 80. Ele é um mago hispânico e gay que, mais tarde, é atacado por um vampiro com AIDS chamado Hemo-Goblin e acabou sendo infectado com o vírus. O personagem foi muito mal visto pelo público devido à carga negativa de estereótipos e logo foi parar no limbo editorial.

Graças a Orlando, o personagem que já foi considerado um dos piores da DC Comics, recebeu um novo background e um novo visual. Na trama, Extraño é quem ajuda Meia-Noite descobrir o destino de seu amado após a morte, e também o auxilia em sua ida ao inferno.

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Extranõ – Antes | Depois

Na busca por Andrew, Meia-Noite passa por uma série de desafios, enfrenta diversos demônios e encara o próprio inferno personificado. E toda essa aventura fica mais empolgante com a arte de Fernando Blanco, Rômulo Fajardo Jr. e John Rauch. O resultado final da arte é especular do começo ao fim. Para os amantes de ação violenta essa minissérie é um prato cheio.

Pura ação
Pura ação

Teoricamente, ninguém vence no inferno além de Neron, mas, tal façanha é conquistada pelo casal mais poderoso dos quadrinhos. Meia-Noite com seus punhos, e Apolo com sua sabedoria, que lança uma questão que Neron não é capaz de responder corretamente.

Um beijo para celebrar a vida
Um beijo para celebrar a vida

A minissérie termina com um “final feliz” para Lucas e Andrew e uma despedida que faz referência à Action Comics #583, a famosa história do Alan Moore O que aconteceu com o Homem de Aço”.

Action Comics #583 | Midnighter and Apolo #6
Action Comics #583 | Midnighter and Apolo #6

Em Meia-Noite e Apolo, o Homem Mais Mortal do Mundo e o Deus Sol, tiveram uma história à altura de suas posições.

A única ressalva é que os dois não têm previsão para retornar para os quadrinhos, logo, essa história serve como uma despedida, por enquanto.

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Dark Nights: Metal | Primeira super saga do DC Rebirth é anunciada

Desde que o DC Rebirth estreou em 2016, a Editora das Lendas não lançou nenhuma super saga, apenas pequenos crossovers.

Já haviam conversas sobre o primeiro super evento do Rebirth, mas agora finalmente foi anunciado, e ele se chamará Dark Nights: Metal. Scott Snyder e Greg Capullo, a dupla dinâmica do Batman dos Novos 52, retorna no roteiro e arte, respectivamente, e ainda contará com Jonathan Glapion e FCO na equipe criativa. O evento abrangerá todo o Universo DC.

Eu tenho planejado Metal desde que escrevia Batman “, disse Snyder. “Mas isso é maior do que  Batman. Greg e eu começamos a deixar pistas durante “Corte das Corujas“, continuamos através de nossas histórias do Coringa,  e colocamos nossas maiores dicas na corrida que culminou em Batman #50 . E agora estamos de volta para contar uma história que abrange tudo. Este será o projeto definitivo de nossas carreiras. Metal nos leva em uma direção inteiramente nova. Greg e eu cavaremos sob a superfície de todas as histórias que contamos para encontrar um lugar de terror e pesadelos distorcidos.

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Dan DiDio, co-editor da DC, disse que enquanto ele se apoia na força do trabalho anterior de Snyder e Capullo juntos, Dark Nights: Metal vai “lançar algo novo e inesperado.”

Estamos colocando os melhores heróis do mundo em novas e inexploradas direções para contar uma história gigante, usando todos os personagens do nosso panteão“, disse DiDio.

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Dark Nights: Metal estreia no Verão dos EUA, com previsão para Agosto e sem tempo determinado para acabar.

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The Button | DC Comics divulga as capas da minissérie

A DC Comics divulgou algumas capas das quatro edições onde desenrola a trama. Desenhos assinados pelos artistas Jason Fabok, Tim Sale, Howard Porter e Mikel Janin. As capas terão um tratamento lenticular que foi tendência nos anos 90. Confira na galeria abaixo:

 

“Os dois maiores detetives do Universo DC unem-se para desvendar o mistério por trás de um certo botão de smiley manchado de sangue preso na parede da Bat-Caverna. No entanto o que começa como uma simples investigação acaba se tornando mortal e perigosa quando desperta o interesse de um terceiro personagem. Este é um mistério tecido ao longo do tempo, e a contagem regressiva começa aqui” diz a sinopse da DC Comics.

The Button terá quatro partes, que serão divididas e publicadas entre abril e maio, nas edições #21 e #22 das HQ’s do Batman e do Flash.

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Injustice 2 | Jim Lee faz capa para nova série em quadrinhos

Chegando as portas do lançamento foi divulgada uma capa desenhada pelo icônico Jim Lee, onde vemos Batman, Superman, Lanterna Verde, Mulher-Maravilha e outros heróis de frente ao vilão Brainiac. O artista já disse em várias ocasiões que é fã do game.

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“Gosto muito de Injustice, e fico emocionado em fazer parte do lançamento dos quadrinhos de Injustice 2,” disse Lee. “Tom Taylor tem uma grande história nesse universo que só vai aumentar a expectativa em torno do próximo jogo.”

Além de Tom Taylor, Injustice 2 #1, terá artes de Bruno Redondo a nova série terá as contribuições de Juan Albarran, Daniel Sampere e Mike S. Miller. Injustice 2 #1 chega aos serviços digitais em 11 de abril e será publicada semanalmente nos mesmos, logo após será publicada impresso e em encadernados.

Saiba mais sobre Injustice 2 AQUI.

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As primeiras páginas do encontro do Gladiador Dourado com Fred Flintstone

Depois de divulgar a prévia de Adam Strange/Future Quest #1, a DC Comics liberou as páginas de mais um crossover entre seus personagens com a turma da Hanna-Barbera. Booster Gold/The Flintstones #1 vai contar o encontro entre o futurista Gladiador Dourado com a família mais famosa da Idade da Pedra. Confira na galeria:

 

“Bem vindo ao século XXV onde a Terra é um pesadelo poluído pós-industrial, a maioria dos animais são extintos, mas criaturas reptilianas estão invadindo as cidades ao redor do planeta! O clamor de ajuda faz o Gladiador Dourado entrar em ação. Ele viaja no tempo para um passado pré-histórico para saber o que aconteceu quando essas criaturas estiveram na Terra. Durante a aventura, o herói encontra Fred Flintstone e Barney Rubble, que devem ajudar o herói a retornar ao seu próprio tempo com as informações para vencer os invasores. Mas se o Gladiador convencer a dupla a ajuda-lo. Isso não deve ser um problema… todos sabemos do poder de persuasão do Gladiador Dourado!” Diz a sinopse da HQ.

Além da história principal, Booster Gold/The Flintstones #1 conta com uma história secundária estrelada pelo Os Jetsons. A história será um prelúdio para a HQ solo da família futurista.

Booster Gold/The Flintstones #1 é escrito por Mark Russell e tem artes de Rick Leonardi e Scott Hanna.

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