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Fire Emblem | O Quanto você conhece sobre a franquia?

Escrito por Guilherme Chaves

Mesmo não sendo tão conhecida como outras franquias da Nintendo como Legend Of Zelda, Mario, Donkey Kong, Kirby, Metroid e afins, a franquia Fire Emblem também marcou inúmeras gerações nos consoles da gigante vermelha, tendo sua popularidade maior no oriente.

Os jogos da franquia se baseiam em RPGs de estratégia, onde cada passo dado com seus personagens precisa ser extremamente preciso, estilo esse que também está presente em Advance Wars, Final Fantasy Tactics, entre outros jogos famosos.

Apesar do estilo parecer um pouco comum, algo bastante interessante nos jogos da Franquia Emblem é a capacidade de recrutar inimigos ou outros personagens para seu grupo, e também uma característica presente em alguns jogos da série (não em todos) é o conceito que se você deixar um herói do seu time morrer, ele não poderá mais voltar, sim, em alguns jogos a morte dos seus campeões são definitivas, levando você a repetir diversas vezes a mesma fase tentando deixar todos sobreviverem, o que aumenta a dificuldade desses jogos em comparação a outros do gênero.

Todos os jogos da franquia possuem uma Lore que te prende até o final de cada jogo, e é justamente nela que iremos focar no decorrer do texto.


Fire Emblem: Shadow Dragon and the Blade of Light

Iniciando os jogos da franquia, esse Fire Emblem foi um dos primeiros jogos de RPG Tático já lançados juntamente com o famosíssimo Dragon Quest.

Em 1990 ele foi lançado para o NES (Nintendo Entertainment System), Mais conhecido como “Nintendinho”. E trouxe mais um estilo de jogo que caiu nas graças do público, principalmente dos japoneses.

História:

Sua história tinha como protagonista Marth, príncipe de Altea e um descendente de Anri, o guerreiro que matou o dragão das sombras, Medeus. No entanto, após um ataque do reino vizinho de Dolhr, Marth é forçado a se exilar na nação vizinha de Talys. Sua irmã Elice é feita refém depois que seu pai é morto lutando contra o padre maligno Gharnef. Com a ajuda do cavaleiro alteano Jagen, da princesa talisiana Caeda e de outros, Marth embarca na missão de encontrar a espada sagrada conhecida como o Falchion e o Emblema do Fogo que lhe permitirá empunhá-la. Só então ele poderá confrontar Gharnef e o ressuscitado Medeus, reconquistar o reino de Altea e resgatar sua irmã.

Como esse foi o primeiro jogo da franquia e ficou bastante datado com o passar do tempo, em 1994 ele sofreu uma espécie de “remake” para o Super Nintendo (que falaremos daqui a pouco) e em 2007 foi feito um remake dessa história com o nome de Fire Emblem: Shadow Dragon, dessa vez para o console Nintendo DS, onde o jogador poderia aproveitar bastante das duas telas que estavam presentes no console.

A história do remake continha mais alguns  personagens e basicamente seguia o mesmo sentido.


Fire Emblem: Gaiden

Lançado para o NES em 1992, Fire Emblem: Gaiden é uma história paralela aos eventos do primeiro jogo de 1990, e se passa em outro continente, o continente de Valentia.

O jogo segue a vida de dois protagonistas, que são grandes amigos de longa data: Alm e Celica. Ele é dividido no decorrer de cinco capítulos e tem lugar em dois reinos no continente de Valentia: Rigel e Zofia. A medida que o jogador vai avançando o mapa do mundo é lentamente revelado até atravessarem os cinco capítulos do jogo.

Como o jogo possui uma história mais densa, seguem os acontecimentos em alguns parágrafos da forma mais resumida possível.

História:

O continente de Valentia já foi dividido entre a mãe terra Mila e o pai da guerra Duma, deuses irmãos que se separaram e formaram nações rivais devotadas a adorá-los: o Reino de Zofia de Mila e o Império de Rigel de Duma. As duas divindades, cada uma com pontos de vista extremos no mundo, acabaram corrompendo seus súditos, e Zofia foi engolida em uma guerra provocada por seu líder militar, o chanceler Desaix, que tentou um golpe de Estado.

O governante de Rigel, Imperador Rudolf, aproveitou esta oportunidade para liderar seus exércitos através de Valentia, na tentativa de conquistar os dois países. Um garoto chamado Alm sai em uma missão para derrubar Desaix e expulsar Rudolf de Zofia. Enquanto isso, sua amiga de infância Celica, a exilada Princesa Antheise de Zofia, embarca em uma peregrinação para descobrir o paradeiro de Mila depois que ela desaparece, causando uma seca em seu país. Os dois se encontram no castelo de Zofia, mas abrem caminho quando Alm não está disposto a tentar encontrar uma solução pacífica com Rudolf.

Alm invade Rigel e derrota Rudolf, que revela com seu último suspiro que ele é na verdade seu filho Albein Alm Rudolf. É então explicado que a invasão de Rudolf pretendia fortalecer as forças militares do continente e criar um campeão capaz de derrotar Duma e Mila, que caíram em insanidade devido ao seu poder extremo. Alm se infiltra no Templo da Duma e mata Duma com o auxílio de Celica. Com a derrota da Duma, ambas as divindades desaparecem do mundo. Alm e Celica se casam e unem Valentia sob seu governo.

Mais tarde em, 2017, porque o jogo também já estava datado, e de certa forma esquecido, foi lançado também um remake, dessa vez para o console Nintendo 3DS e se chamava Fire Emblem Echoes: Shadow Of Valentia. Além de todas as mudanças na jogabilidade, gráficos e atualizações para as novas gerações dos consoles, o jogo também sofreu um pouquinho de alterações na história.

Inicialmente o jogo segue o mesmo enredo básico de Fire Emblem Gaiden, com os protagonistas Alm e Celica lutando em uma guerra que consumiu as nações de Rigel e Zofia no continente de Valentia. Porém o novo jogo introduz novos personagens para a história que não existia em Gaiden, como um novo amigo de Alm, Faye, e um novo vilão, Berkut (que substitui Seazas no Ato 4), bem como um novo prólogo que expande Alm e o relacionamento de infância de Celica. Além disso, um sexto capítulo é adicionado após o final da história original, expandindo a história de Valentia e conectando o jogo ao Awakening através de suas revelações sobre a origem de Grima.


Fire Emblem: Mystery of The Emblem

O terceiro jogo da franquia, é também o primeiro para o console SNES (O Super Nintendo), trazendo Fire Emblem para uma nova geração e dando um passo super importante para a época.

Lançado em 1994, o jogo serviu como uma espécie diferente de remake, ele foi dividido em 2 livros, onde o livro 1 continha a história do primeiro jogo (Shadow Dragon and the blade of the light) e no livro 2 uma continuação da história do primeiro jogo (meio bagunçado, não?). Mas como houve um conteúdo muito grande acrescentado e a segunda parte ainda sofrer um remake mais tarde, não trataremos esse jogo como apenas um remake do primeiro e sim uma continuação.

História:

No livro 2 que continua a história de Marth, Hardin, ex-Príncipe de Aurelis (e aliado de Marth durante a Guerra das Sombras), ascende à posição de Imperador de Archanea. No entanto, Marth percebe que algo não está certo quando as forças armadas de Hardin começam a ocupar os países vizinhos à força. (Isso desencadeia o início da Guerra dos Heróis). Marth logo descobre que as forças das trevas estão em ação novamente, pois Lang, Hardin e suas forças estão corrompidos.

Ele também descobre que o Rei Dragão Medeus ainda está vivo. Traçando uma antiga lenda de outrora, Marth recupera o Emblema de Fogo (desta vez de Linde, que foi encarregado pela Princesa Nyna), e embarca em uma missão para recuperar os 12 Estilhaços para reviver a Starsphere quebrada. Isso ocorre quando as forças do Arcano caçam Marth e seus aliados, marcados como traidores por Hardin, implacavelmente, até o deserto de Khadein.

Mais tarde é descoberto que um Hardin deprimido foi corrompido com o Darksphere por Gharnef na forma de um comerciante e que apenas o Lightsphere poderia quebrar o domínio da Darksphere. Ajudado pelo sábio Gotoh, Marth viaja através das montanhas geladas para obter a Lightsphere e repara a Starsphere, necessária para derrotar e libertar Hardin.

Com a Lightsphere na mão, Marth e seus aliados encenam um assalto final em Archanea para libertar Altea, para salvar Hardin e Elice. Infelizmente, Marth é incapaz de quebrar o feitiço do Darksphere sem matar Hardin no processo.

Depois que Hardin morre, dois capítulos especiais são desbloqueados, e Marth e seus aliados descobrem onde residem as novas encarnações de Medeus e Gharnef. Marth enfrenta Medeus, que agora assumiu a forma de um Dragão das Trevas. No confronto final, Medeus mantém diversos personagens importantes em cativeiro e Sirius ( onde tem o nome de Camus no remake), Merric, Minerva e Julian resgatam todos enquanto Marth mata o dragão das sombras Medeus de uma vez por todas.

Como todos os outros jogos anteriores ganharam um remake, não seria diferente com o Mystery Of the Emblem que marcou inúmeros jogadores no SNES. O remake saiu para Nintendo DS em 2010 com nome de New Mystery Of The Emblem e é uma continuação direta do remake Shadow Dragon, focando apenas no Livro 2 do jogo que falamos agora.


Fire Emblem: Genealogy of the Holy War

Lançado em 1996, o quarto jogo da franquia e segundo para o console SNES, Fire Emblem Genealogy of the Holy War segue a linha do seu antecessor e também é dividido em dois livros, mas nesse caso os livros retratam diferentes gerações, a primeira tendo o protagonista Sigurd, e na segunda seu filho Seliph.

História:

Distanciando mais do protagonista Marth, o jogo acontece no continente de Jugdral, que é dividido entre oito países diferentes que foram fundados pelos Doze Crusaders, um antigo grupo de soldados que acabaram com o governo do antigo dragão Loptyr com ajuda divina.

O plot principal é que no presente há um culto trabalhando para reviver Loptyr  e isso acaba agitando a guerra entre os países. Como dito anteriormente, a história é contada ao longo de duas gerações – a primeira geração segue o príncipe Grannvalian Sigurd, enquanto a segunda segue seu filho Seliph e como ele trabalha para derrotar o culto e vingar seu pai. Por seguir esse roteiro de gerações, o modo que você joga na primeira acaba de certa forma afetando bastante o modo jogado na segunda, devido a características já presentes na franquia.

Esse jogo da franquia foi considerado por muitos o melhor Fire Emblem lançado devido a sua história e modo como você interage e também por ser o pioneiro na inserção dos sistemas Weapons Triangle and Support (o famoso “pedra, papel e tesoura” com as armas do jogo) , que impactam diretamente na estratégia e jogabilidade. O estilo deu tão certo que ficou presente em todos os próximos jogos.


Fire Emblem: Thracia 776

Lançado em 1999 para o Snes, esse Fire Emblem se tornou muito importante para a série, já que foi o primeiro e único Fire Emblem a se passar dentro do enredo de outro jogo (o jogo anterior Genelogy of the Holy War) e também por ser o último lançado para o console.

Os dois jogos estão diretamente interligados, já que os acontecimentos de um interferem na estória contada no outro.

História:

Em meio a Batalha de Belhalla em Grann 761, quase todo o continente de Jugdral caiu sob o domínio de Grannvale, império agora liderado pelo imperador Arvis. O Distrito de Manster foi subjugado pela Thracia após a morte do Príncipe Quan de Leonster e sua esposa Ethlyn no Massacre de Yied, forçando o cavaleiro Finn e sua esposa Lachesis a fugirem de lá com o filho recém-nascido de Quan, Leif (Também protagonista da história); no entanto, logo após sua captura do Distrito, Thracia foi derrotado por Grannvale e forçado a ceder o controle do Distrito de Manster à Casa Friege, tornando-se um estado servo de Grannvale.

Passando a maior parte de sua vida em fuga, Leif acaba encontrando abrigo na aldeia de Fiana. Até que um dia o novo Duque de Mansão Raydrik ataca a vila em busca de Leif, sequestrando as amigas suas amigas Nanna e Mareeta. Devastado pela destruição da cidade e pelos raptos de seus amigos, ele decide enfrentar as forças de Thracia e retomar Manster. Ajudado por Finn e um crescente bando de rebeldes, ele resgata tanto Nanna quanto Mareeta, e derrota as forças de Raydrik ao retomando Manster e libertando o norte da Trácia. As forças de Leif finalmente enfrentam Raydrik em batalha, mas após sua derrota ele é transformado em um monstro morto-vivo chamado Deadlord Mus. Leif destrói Mus e cimenta suas forças defendendo Manser e o norte Thracia do exército de Grannvale.


Fire Emblem: The Binding Blade

Lançado em 2002, esse Fire Emblem foi o primeiro a ser lançado para o Game Boy Advance e foi o primeiro onde sua sequência acabou se tornando uma espécie de “Prequel” do jogo.

História:

A história de The Binding Blade começa quando o rei Zephiel, governante do reino de Bern, termina conquistas brutais de algumas regiões e planeja atacar a região de Lycia.

Em uma pequena região chamada Pherae, Roy, filho do governante regente de Pherae, Eliwood, é forçado a voltar para casa quando Bern (Comandado por Zephiel) começa sua invasão. Como Eliwood é incapaz de lutar devido a doenças, Roy é designado para comandar o exército da Lycia. Roy leva suas tropas para Ostia, outra região da Lycia governada pelo amigo de Eliwood, Hector e sua filha Lilina. Roy resgata Lilina da ocupação de Bern e recebe a proteção de Guinivere, a irmã de Zephiel que se opõe à sua guerra. Eles também descobrem uma pequena caverna nos arredores de Ostia, onde obtêm uma Arma Divina. Ao longo da jornada, Roy e o Exército da Lycia localizam as outras Armas Divinas.

O reino da Etrúria entra em contato com Roy e designa seu exército para viajar para as Ilhas Ocidentais, onde atividades de bandidos ​​estão sendo relatadas. Embora o Exército repele os bandidos, eles descobrem por meio de um rebelde local que a nobreza de Etruria se aliou a Bern e está escravizando as pessoas nas Ilhas Ocidentais para trabalhar nas minas, além de aprenderem que Bern recrutou Manaketes, poderosos dragões que escondem seu poder em formas humanas.

Para saber mais sobre eles, o Exército viaja para Arcadia, uma cidade escondida no vasto deserto onde humanos e dragões vivem em paz e conseguem uma visão mais forte dos mais velhos. Uma criança Manakete, chamada Fae, também faz amizade com Roy durante sua estada e marca junto com ele. mais tarde eles retornam à Etrúria e retiram a corrupta nobreza do poder, permitindo que os governantes legítimos do reino restaurem a ordem e fundem seus exércitos.

Dependendo das ações do jogador, o recém-reformado Exército Etruriano continua através das tundras nevadas de Ilia e seus muitos grupos mercenários, ou através das planícies Sacae onde tribos nômades se aliaram a Bern. Ambos os caminhos levam o Exército Etruriano às fronteiras de Bern, onde Roy descobre um santuário que abriga a Binding Blade, uma arma poderosa que domina as outras oito armas divinas. Combinado com o emblema de fogo, Roy é concedido seu poder incrível e exerce a lâmina de ligação no assalto final na capital inimiga.

Zephiel é eventualmente morto pelo exército Etruriano e sua arma divina é tirada dele, mas a guerra não termina com sua morte. Antes de sua última batalha, Zephiel havia enviado suas forças remanescentes para se reunir em algum lugar em Elibe. As oito Armas Divinas de repente emitem uma luz que leva o Exército do herói a esse local: um antigo templo que há muito tempo foi construído pelos dragões.

Uma vez lá dentro, Roy é mostrado a verdadeira história do The Scouring. Os dragões, apesar de seu poder, foram incapazes de manter seus números devido à lentidão com que se reproduziram em comparação aos humanos. Quando a guerra chegou ao fim, os Dragões de Fogo sobreviventes capturaram um Dragão Divino chamado Idunn e selaram sua alma. Escravizada, Idunn reproduziu dragões a um ritmo incrível e ficou conhecido como o Dragão Demônio, mas foi derrotada por um guerreiro empunhando a Binding Blade.

Seu poder foi trancado até Zephiel, enojado com as falhas da humanidade, libertou-a de seu desejo insano de devolver Elibe aos dragões. Como ela não tem emoção ou livre arbítrio, Idunn continua a seguir as ordens de Zephiel, mesmo após a sua morte e ameaça criar um exército de dragões que irá destruir tudo no continente. No primeiro andar do templo, o Exército Etruriano luta contra os dragões intermináveis ​​de Idunn, permitindo que Roy lhe dê o golpe final com a Binding Blade. Isso não a mata, e ele a leva para fora quando o templo desmorona atrás dele.

Na esteira da guerra, Elibe começa a se reconstruir. Guinivere é nomeada a nova governante de Bern, Elffin retorna à Etrúria após sua longa ausência. Roy e Lilina se tornam os novos marqueses de Pherae e Ostia, Idunn é levada para Arcadia e vive com Fae enquanto sua alma retorna lentamente para ela.


Fire Emblem: The Blazing Blade

Lançado em 2003 também para Game Boy Advance, Fire Emblem: The Blazing Blade é um prequel do seu antecessor como foi dito anteriormente. Seus protagonistas são Eliwood e Hector, os pais de Roy e Lilina, respectivamente, e um personagem completamente novo, Lyn.

História:

O jogo é dividido em duas partes, na primeira parte temos como personagem principal Lyn e gira em torno de sua busca para salvar seu avô das garras do seu irmão traiçoeiro, agindo, de certa forma como um tutorial. A segunda parte que é bem maior que a primeira possui 3 protagonistas: Eliwood, Hector e Lyn, que se opõem aos esquemas do feiticeiro Nergal, cujo objetivo é convocar os dragões há muito banidos de volta para o continente de Elibe.


Fire Emblem: The Sacred Stones

Lançado em 2004, não muito depois do seu antecessor, o oitavo jogo da franquia e útlimo para o console Game Boy Advance, Fire Emblem: The Sacred Stones trouxe um conceito novo em que um avatar poderia andar por determinados caminhos dentro de um mapa do mundo, onde era mostrado todo o continente de Magvel (Local onde acontecia toda história do jogo).

História:

O jogo se baseia na estória dos gêmeos Eirika e Ephraim, herdeiros do reino de Renais, e como eles combatem a repentina agressão de seu reino vizinho que fica ao sul, o reino de Grado. Além de girar em volta das investigações dos dois sobre o que fez seu antigo aliado e amigo de infância Lyon ir pelo caminho das trevas.

O Continente e o mundo onde habitam não apareceu em nenhum game anterior da série, o que fez esse jogo trazerem personagens únicos e uma história completamente fechada.


Fire Emblem: Path Of Radiance

No ano de 2005 o Game Cube já havia sido lançado e nele tivemos um dos jogos mais marcantes e talvez o mais famoso da franquia Fire Emblem, o Path Of Radiance. Ele era ambientado no continente fictício de Tellius, e todos os seus personagens e lugares eram completamente novos e iniciados a partir do jogo.

História:

O protagonista, Ike, o filho de Greil, começa o jogo como o mais novo membro da companhia mercenária de seu pai, os Mercenários Greil. A companhia opera dentro das fronteiras da Crimea, uma nação de humanos (conhecida como “beorc”) que compartilha sua fronteira sul com a Gallia, uma nação de Beast laguz, ou humanóides capazes de se transformar em animais.

No decorrer de alguns capítulos do jogo, uma nação vizinha, Daein, invade a Crimea. Logo depois, Ike se depara com uma mulher inconsciente em uma floresta que acaba por ser a princesa da Crimea, Elincia Ridell Crimea. Diante do implacável ataque de Daein, Greil leva os mercenários para fora da Crimeia e para a Gallia, mas é mortalmente ferido por um general Daein conhecido apenas como o Cavaleiro Negro. Esses eventos marcam o início de uma longa jornada que levará Ike, Elincia e os mercenários a visitar todo o continente e de volta em um esforço para derrotar Daein e restaurar a realeza da Crimea.

Ao longo do jogo, Ike e seus companheiros devem superar as tensões raciais de longa data entre o beorc e o laguz, a fim de formar uma aliança contra seu verdadeiro inimigo, Ashnard, rei de Daein. Em particular, Ike consegue restabelecer as relações entre o beorgão de Begnion e os poucos membros remanescentes do clã heron laguz, que foi aniquilado em um ato de genocídio conhecido como o Massacre de Serenes. Com esta conquista, Ike recebe o comando de um exército de retalhos que ele leva até Daein e finalmente de volta à Crimea, onde ele confronta o Cavaleiro Negro e, finalmente, o próprio Rei Ashnard.


Fire Emblem: Radiant Dawn

Sendo sequência direta do seu antecessor, Radiant Down foi lançado em 2007 para Nintendo Wii e trás praticamente todos os personagens jogáveis do Path of Radiance, além de personagens inéditos, apesar de todas as novidades, o destaque volta para o herói lendário Ike.

História:

Passaram três anos desde que o reino setentrional de Daein invadiu o vizinho Crimea e despoletou uma guerra que quase consumiu o continente de Tellius.

Contudo, os exércitos de Daein saíram derrotados, e após o povo de Crimea coroar a filha do falecido rei como a sua nova rainha, começaram a reconstruir a sua nação sitiada. Daein, por outro lado, passou a ser dominado pelo poderoso Begnion Empire. Lentamente, cada nação foi dando os primeiros passos para a recuperação, mas à semelhança de um espelho estilhaçado, o que fora quebrado não poderia voltar a ser unido.

Daein, sob a ocupação tirânica do exército de Begnion, perdeu toda a esperança em alguma vez ver um novo amanhecer brilhar sobre o seu povo. Para se libertarem das garras da opressão de Begnion, um punhado de jovens revolucionários agrupa-se na capital de Daein, Nevassa. Auto-denominando-se Dawn Brigade, estes jovens partilham o simples objectivo de salvar as vidas dos seus compatriotas. O seu pequeno acto de rebeldia desencadeia uma série de eventos que irão abalar todo o continente – retirado do site oficial da Nintendo

O jogo é divido em partes, onde cada uma delas possui um protagonista diferente, até que vão se unindo a medida que se encontram, trazendo uma experiência um pouco diferente que os jogos iniciais, onde você consegue ver vários pontos da história por diferentes locais.


Fire Emblem: Awakening

Lançado no ano de 2012 para Nintendo 3DS, Fire Emblem: Awakening ganha um lugar especial na nossa coluna por trazer easter eggs de jogos antigos, e uma nova característica que foi carregada pelos outros jogos, quanto mais um personagem batalha próximo a outro companheiro você consegue estreitar os laços dos mesmos, fazendo com que técnicas cooperativas ganhe mais poder no decorrer do jogo.

História:

Um mundo governado por dois imponentes dragões vê-se de repente ameaçado por forças das trevas cujo objetivo é destruir o reinado do Homem.

Enquanto o Príncipe Chrom tenta desesperadamente impedir que as rixas entre os reinados de Ylisse e Plegia se transformem numa guerra declarada, uma praga de soldados mortos-vivos conhecida como “The Risen” infeta a terra.

Preso entre um reinado belicista, um Mal inimaginável e um estranho mascarado que defende ser uma figura lendária de séculos passados, Chrom luta para sobreviver numa missão que se revela maior do que ele alguma vez imaginou. Felizmente, pode contar com os Shepherds – a sua própria milícia – e contigo, um guerreiro sem qualquer memória do seu passado, para o ajudarem. Mas à medida que o conflito fica mais intenso, ocorrem acontecimentos que mudarão o mundo para sempre… – Sinpose disponível no site oficial da Nintendo –

Além de todas as novas características você também pode desbloquear personagens de jogos anteriores para alguns modos, seja por meio do jogo ou até mesmo por Spot Pass.


Fire Emblem: Fates

Com seu lançamento em 2015 para Nintendo 3DS, Fire Emblem: Fates trouxe diversas novas perspectivas e modos tanto de jogo quanto de jogabilidade. Primeira mente pela primeira vez o jogo chega em duas versões, como já visto antes na franquia Pokemon, cada uma com uma história única.

Você pode se juntar ao reino de Hoshido em Fire Emblem Fates: Birthright ou lutar ao lado de Nohr em Fire Emblem Fates: Conquest. Mais tarde, o jogador também pode explorar a profundidade da história num terceiro caminho, disponível para compra como conteúdo adicional, em Fire Emblem Fates: Revelation (Uma DLC do jogo) . Além da DLC após o jogador selecionar o caminho escolhido, ele também pode comprar os restantes caminhos como conteúdos descarregáveis na Nintendo eShop.

Além de, pela primeira vez, o  seu personagem personalizável ser o protagonista, o jogo também inclui uma nova funcionalidade chamada de “castle”, onde você pode criar um lar para seu exército. Nesse local você pode comprar armas e armaduras nas respetivas lojas, adquirir novos acessórios e praticar sua estratégia evitando invasões. Você também pode ir atualizando seu castelo construindo novos edifícios e melhorias.

História:

Milhares de anos atrás, uma grande guerra entre os Primeiros Dragões aconteceu, causando grande destruição. Um dragão decidiu envolver os seres humanos na guerra, forjando armas lendárias para acabar com todo o embate. Embora tenha sucesso, isso infelizmente trouxe a guerra aos humanos.

No presente, Fates é principalmente definido em um continente sem nome nos territórios dos reinos de Hoshido e Nohr. Sua realeza compartilha uma linha similar de descendência de antigos dragões, mas cada reino cultua diferentes divindades dracônicas, o Dawn Dragon e o Dusk Dragon, respectivamente. Uma terceira localização central é o reino oculto de Valla, um lugar acessível apenas através do Desfiladeiro Inferior que separa Hoshido e Nohr. Uma vez governado por humanos, agora é governado pelo dragão Anankos, que usurpou o trono de Valla e está provocando intencionalmente a guerra entre os dois reinos.

Enquanto os dois reinos preparam-se para guerrear, você deve decidir por qual das facções irá lutar. E  caminho que você escolher determinará o seu destino e o do exército no qual lidera.


Fire Emblem: Three Houses

Finalizando a nossa coluna temos um dos lançamentos mais esperados agora para o ano de 2019, a mais nova promessa da franquia, Fire Emblem: Three Houses.

O Jogo promete inserir mais elementos novos como seus antecessores e como sempre algumas alterações de jogabilidade, explorando diversos recursos que o seu console oferece.

História:

Trazendo novos personagens, o jogo decorre em Fódlan, onde a igreja de Seiros exerce um grande poder sobre a terra e os seus habitantes. Na pele da personagem principal, o papel do jogador é combater no campo de batalha, com total liberdade de movimentos e a possibilidade de interagir com outras personagens para forjar relações e reunir informações. No jogo você conhecerá três personagens principais – Edelgard, Dimitri e Claude – que desempenham papéis importantes na história.

O novo jogo da franquia chega em 26 de julho de 2019 para o Nintendo Switch.


Menção Honrosa

Fire Emblem: Heroes

A franquia teve alguns Spin Offs, principalmente os que saíram somente no japão, até teve um jogo de luta bem diferente do seu segmento original, mas a nossa menção honrosa vai para Fire Emblem; Heroes.

O jogo foi uma das apostas da Nintendo para a plataforma Mobile que deu super certo. Nele você controla praticamente todos os personagens da franquia, além de outros que foram adicionados exclusivamente para o jogo de celular.

Além de possuir um modo história bastante cativante, com personagens exclusivos e uma trama que adapta o fato dos heróis dos outros jogos virem de universos paralelos. o jogo te dá diversas opções de combate, minigames e outras funcionalidades. Sem contar que as atualizações são frequentes pela empresa com adição de novos personagens, correção de bugs e novos modos de jogo.

Se interessou? aproveita porque o jogo é gratuito e está disponível pra diversas plataformas mobile.


Encerramos aqui a nossa coluna, muito obrigado por ficar até o final, e até breve vigilantes.

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Sobre o Autor

Guilherme Chaves

Empresário de dia, estudante de Administração Pública de noite e redator da Torre nas horas vagas.

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