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Crítica | Zerando a Vida

Parceria entre Adam Sandler e Netflix acaba de render mais um filme de comédia, intitulado: Zerando a Vida. A premissa apresenta Rick, um “policial” que reencontra um grande amigo de infância, Charlie (David Spade), com uma vida infeliz. Vendo a situação do colega, Rick decide armar suas mortes para começarem uma nova jornada juntos.

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O começo é animado e promissor. A trilha é composta por músicas bem animadas e conhecidas, então ela se salva no meio da confusão. Há uma mistura de ação e comédia bem presente, tudo é muito frenético e muita coisa acontece ao mesmo tempo atrapalhando o desenvolvimento da narrativa.

Faz tempo que Sandler não faz bons trabalhos, Pixels (2015) e The Ridiculous 6 (2015) são alguns exemplos que obtiveram resultados negativos  da imprensa e do público. E pode-se dizer que ele não acertou novamente. Como todos os seus filmes, sempre tem cenas que o espectador dá uma gargalhada e esse não é diferente. Tirando isso, todo o resto é fraco.

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Zerando a Vida segue o estilo de O Âncora, de 2004, e outros filmes de humor negro. A história parece linear até que acontece uma reviravolta muito ridícula prejudicando tudo o que havia sido feito. Além de Sandler, David Spender faz um bom personagem e tem um estilo diferenciado de atuação. Paula Patton, que agora está estrelando Warcraft (2016), é completamente inútil o filme inteiro, sem ter uma fala ou alguma ação relevante. Para quem curte um besteirol, isso é uma prato cheio.

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Netflix está virando sinônimo de balança, enquanto produz séries excelentes, produz longas bem fracos. Não se sabe se The Ridiculous 6 e Zerando a Vida serviram de alguma forma como uma lição para a produção ser mais atenciosa com os trabalhos de Adam Sandler. Pois este é um ponto fora da curva.

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Crítica | Truque de Mestre: O 2º Ato

Truque de Mestre – O 2º Ato impressiona como o seu antecessor, mas não traz nada de inovador. Daniel Atlas (Jesse Eisenberg), Merritt McKinney (Woody Harrelson), Jack Wilder (Dave Franco) e a estreante Lula (Lizzy Caplan) voltam como os Quatro Cavaleiros que supostamente sumiram há 1 ano atrás. No show que “promove” o retorno da equipe, algum indivíduo invade a apresentação e acaba sequestrando os “maiores mágicos do mundo”.

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 O vilão, Walter (Daniel Radcliffe), é muito mal ultilizado e que não tem nenhuma imponência para ser tornar alguma ameaça. Arthur Tressler (Michael Caine) e Thaddeus Bradley (Morgan Freeman) também estão de volta, mas são totalmente dispensáveis. O único que merece ser mencionado é Dylan Rhodes, interpretado por Mark Ruffalo. Este foi o protagonista do antecessor e tem uma abordagem bem mais atrativa agora.

As cenas que envolvem de certa forma a mágica e a computação gráfica são muito bem feitas. Sem querer estragar a surpresa, mas a sequência da carta que está no trailer é muito mais grandiosa do que aquilo e deixa todos sem fôlego. A trilha sonora feita por Brian Tyler quase não foi alterada e impressiona novamente. Resumindo, as partes ténicas não prejudicam a narrativa.

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Jon M. Chu é o diretor que se mostra preocupado em impressionar o espectador com mágicas totalmente sem lógica, vários momentos que irão de algum jeito se conectar no final, e muitas metáforas. Nossa, isso faz lembrar de alguma coisa…

Truque de Mestre (2013) é exatamente igual, só que tem o plost twist no desfecho para deixar tudo mais interessante. Além disso, o filme tem um elenco invejável, mas que demonstra pouco interesse em exigir alguma coisa de seus atores em cenas com um humor fraco, ou um drama desnecessário.

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Truque de Mestre – O  2º Ato é divertido e excitante em vários momentos, mas não traz nada de novo para o cinema. Assistir sem compromisso com a lógica é o que deve ser feito. Deixe para se preocupar com os erros no final.

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Isso é mesmo ficção? | Entre no transe de Black Mirror

Em decorrência de tudo o que está acontecendo e do que virá a acontecer na sociedade hoje em dia, Black Mirror acaba virando algo excepcional na vida do ser humano.

Trazendo plots que vão desde um ato terrorista, até “visões” de vidas futuras, em que dentre elas, vemos uma época onde a tecnologia consegue acessar qualquer uma de suas lembranças e reproduzir em uma tela (como em um filme), a série aborda muito mais que ficção. De alguma forma através de “apetrechos fictícios” usados pelos diretores e roteiristas, podemos enxergar uma espécie de espelho futuro (ou porquê não espelho negro?) em uma forma What if  (E se?) do mundo onde vivemos.

Episódio 03, Temporada 01
Episódio 03, Temporada 01

Seu formato apesar de ser curioso, não deixa nada a desejar. Cada episódio é como um filme ( o que impede de falarmos do mérito de cada um em apenas uma crítica ), envolvendo elenco, diretores e roteiristas diferentes, e não apresentam nenhuma ligação com o anterior ou próximo ( isso significa que você pode ver aleatoriamente qualquer um, e ainda assim ter a mesma experiência de quem acompanha desde o primeiro).

Entrando bastante na categoria Drama, os conflitos internos de cada personagem para conseguir fugir do que está ao redor é geralmente o que mais impressiona e ao mesmo tempo “desespera” a quem assiste. O criador, com a ajuda da equipe criativa dos capítulos, também procura responder muitas daquelas perguntas que fazemos sempre que estamos em situações difíceis, o que ajuda a cada um, além de coletivamente se identificar individualmente com a série.

O mais divertido, digamos que o ponto alto, e também o que é mais desafiador dentro do seriado, é tentar descobrir qual a trama principal do episódio. Já que aborda muitos tópicos em cada capítulo, inicialmente você acha que encontrou o assunto, mas até o fim, você muda de opinião diversas vezes. Também vale ressaltar as sensações ao assistir. A obra faz você se emocionar, vibrar, se decepcionar, ficar com medo, enfim, ela mexe bastante com várias partes do seu emocional.

Episódio 01, Temporada 02
Episódio 01, Temporada 02

Visando tudo o que é abordado no seriado, na opinião desse humilde colunista, o programa merece no mínimo um Oscar, por essa tentativa diferente de tentar abrir os olhos das pessoas através do seu próprio meio de fuga ou alienação. Ainda não foi assistir? CORRE!

PS: Você pode ter pensado que eu exagerei bastante ao dizer, no primeiro parágrafo, que a série acaba virando algo excepcional na vida do ser humano, pois bem, aqui vai o por que: Ao assisti-la, ela pode te deixar com pouquíssima fé na humanidade, mas ao mesmo tempo ela consegue te incentivar a ser uma pessoa melhor e diferente do que acabou de ver ( E em vista de tudo o que não para de acontecer, é o que precisamos para o planeta: pessoas melhores ).

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Todos deixam um legado | We are Robin: Primeiras impressões

Como muitos já sabiam, a última edição do mix A Sombra do Batman (Edição 45) trouxe para nós as primeiras histórias do título We Are Robin, que até então só havia saído lá fora. Como o mix é maior e mais caro que os demais (apesar de carregar histórias muito boas), muita gente se pergunta se deveria ou não comprá-lo. E no intuito dar uma ajuda ao leitor, aqui vão as primeiras impressões sobre a história. Vamos lá!

We Are Robin ou Nós Somos Robin pela tradução, traz para o leitor uma nova perspectiva. Digamos que seja algo mais ousado, não tão diferente como foi feito em Academia Gotham (se quiser saber mais sobre o título, clique aqui), mas também não é uma história comum sobre super heróis.

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A história gira em torno da vida de alguns jovens que tiveram o mínimo de contato com o Batman, e se juntam após o arco Fim de Jogo para tentar salvar a cidade. A primeira edição foca no jovem Duke Thomas, e conta todo o drama sobre a sua vida. O principal objetivo de Duke, até então, é encontrar os pais que sumiram após serem atingidos pelo vírus coringa, mas enquanto isso não acontece, o jovem acaba se metendo em muitas confusões nas ruas, aumentando bastante a sua ficha criminal.

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Como a primeira edição foca mais no primeiro personagem, não dá pra saber muito ainda sobre o que virá, porém para não ficarmos perdidos com todos eles aqui vai um pequeno resumo sobre cada um:

Duke Thomas: jovem de 16 anos, estudante com personalidade sujeita a mudanças repentinas. Tem potencial para ser um grande escritor de poesia embora nunca vá admitir isso. Sua primeira aparição foi no arco Ano Zero da revista do Batman dos novos 52, quando ele ajudou o Batman ainda criança.

Riko Sheriden: jovem de 16 anos, estudante com destaque em artes dramáticas. Seus hobbies incluem cosplays, mangás, animes, kung fu, ouvir música e cantar. Ela é fanática na Batgirl. Sua primeira aparição foi em “Detective Comics: End Game“.

Daxton “Dax” Chill: jovem de 17 anos, estudante com problemas de disciplina. Já foi membro de uma banda punk. Tem grande conhecimento na área mecânica. Sua primeira aparição foi em “Detective Comics: End Game“.

Troy Walker: jovem de 17 anos, estudante acima da média com interesse em politica ativista, história e filosofia. Seus hobbies incluem, futebol, beisebol, videogames e cross-fit. Sua primeira aparição foi em “Detective Comics: End Game“.

Isabella Ortiz: jovem de 17 anos, estudante com destaque em linguagem. É bilíngue, mas também estuda francês e latim. Possui atividades suspeitas com gangues. Seus hobbies incluem dança, canto, ginastica, judô e kick-boxing.

Andre “Dre” Cipriani: jovem de 17 anos, estudante com comportamento agressivo e desobediente. É arrogante e tem problemas emocionais. Seus hobbies incluem MMA, boxe, ficção científica, romances policiais e gosta de cozinhar.

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Dá pra ver que o título tem um futuro bastante promissor, muita coisa pode acontecer ainda, e como é uma revista que foge do tema e apresenta dilemas atuais isso me anima ainda mais, e vocês? Também estão animados pras próximas edições? Deixe a resposta nos comentários.

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A vitória dos rebeldes está próxima | Star Wars: Império despedaçado

Compensando a falta de encadernados capa dura da serie Star Wars, recentemente a Panini lançou o título Star Wars: Império despedaçado.

Sendo prelúdio para o filme Star Wars: O Despertar da força, o encadernado, que compila as 4 edições de Star Wars: Shattered Empire, traz como protagonista Shara Bay (a mãe de Poe Dameron) e também conta com a participação de vários personagens da franquia: Han Solo, Leia, Luke Skywalker, Chewbacca, e vários outros.

A história começa dando continuação aos acontecimentos do filme O retorno de Jedi , focando na parte em que Shara Bay e sua equipe voltam da última batalha. Sua primeira missão após a batalha, é ao lado do general Solo, e consiste em acabar com os restos das tropas do império que ainda acreditam que o imperador Palpatine está vivo, devido a uma gravação do mesmo que foi liberada após a sua morte.

Sarah Bay e seu marido
Sarah Bay e seu marido

É importante ressaltar que além das missões de Shara, a HQ também aborda sempre o relacionamento com o seu marido, o Sargento Dameron. Graças a essas abordagens dá pra saber indiretamente sobre a vida de Poe (personagem essencial no sétimo filme da franquia).

Apesar de todo o resto das consequências das outras missões se basearem na primeira, as outras aventuras são ainda melhores. Na segunda podemos ver Shara, Leia e a rainha Soruna (atual rainha de Naboo), pilotando naves caça no intuito de impedir a destruição do planeta, mostrando que sempre conseguiram dar conta do recado sozinhas.

Jedi Luke Quadrinhos

Na terceira parte, Shara aceita uma missão de disfarce ao lado do Jedi Luke Skywalker em que o objetivo principal é o resgate de duas árvores que foram tiradas do templo Jedi em Coruscant. Mesmo com todo o tom de espionagem, ação e guerra, vemos também muitos conflitos internos da personagem, que se divide muito entre cuidar do filho, e ajudar a aliança rebelde, onde é muito necessária.

Além do roteiro excelente de Greg Rucka (Wolverine, Justiceiro), como podemos ver nas imagens, a arte de Marco Checchetto (Mundo de vingadores, Justiceiro)  também não deixa nada a desejar, combinando bastante com a história, e deixando a leitura muito mais agradável.

Por ser um encadernado bem curto, mesmo não sendo nada muito espetacular, a história nos prende bastante, principalmente porque explica um pouco sobre as origens  do menino Poe Dameron, portanto, se você é fã da franquia ou apenas tem dúvidas sobre o novo universo, vale muito a pena ler. 

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Smallville | Memórias das Aventuras de um Superboy

Criada por Alfred Gough e Miles Millar, Smallville foi exibida de 16 de outubro de 2001 a 13 de maio de 2011, tendo ao todo 218 episódios em 10 temporadas. A série tem inúmeras curiosidades. Uma delas é do piloto, que não foi ao ar, produzido em 2001, que apresenta a atriz Cynthia Ettinger no papel de Martha Kent. Depois o o capítulo foi regravado com Annette O’ Toole em seu lugar.

A Warner começou a divulgar a partir de 2001 a estreia da série Smallville. Confira os vídeos promocionais daquela época.

Ao longo de 10 temporadas, Clark Kent (Tom Welling) enfrentou muitos perigos, desde pessoas infectadas pela Kryptonita, até super-vilões do panteão da DC Comics, entre outros.

Vilões Smallville

No dia 15 de janeiro de 2009, Geoff Johns escreveu o roteiro do episódio Legion, de Smallville. No capítulo, Clark ainda está em choque depois que o Apocalipse raptou Chloe, durante o casamento dela com Jimmy Olsen. Para complicar a situação, um inimigo, conhecido como The Persuader, aparece e ataca ele. Rokk, Imra e Garth, também conhecidos como A Legião, aparecem do futuro para ajudá-lo. Na Fortaleza da Solidão, Chloe, novamente controlada por Brainiac, informa à Davis, que ele é o Apocalipse, e foi criado para matar “os outros kryptonianos“, e destruir o mundo.

Geoff Johns Smallville

Evangeline Lilly ganhou fama com seu papel de Kate Austen, em Lost, participando de 117 episódios, entre 2004 e 2010. No começo de sua carreira, Evangeline Lilly participou das três primeiras temporadas de Smallville como figurante.
1) Em 26 de fevereiro de 2002, episódio 13, da primeira temporada, intitulado Kinetic.
2) Em 14 de janeiro de 2003, episódio 11, da segunda temporada, intitulado Visage.
3) Em 6 de maio de 2003, episódio 21, da segunda temporada, intitulado Accelerate.
4) Em 28 de janeiro de 2004, episódio 11, da terceira temporada, intitulado Delete.

Evangeline Lilly Smallville

A música Save Me, da banda Remy Zero, virou um símbolo de Smallville. No capítulo 21, da primeira temporada, o grupo tocou na festa da escola de Clark Kent, Chloe Sullivan e Pete Ross.

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A abertura de Smallville, somada a música da banda Remy Zero, transformou-se em um meme na época, no formato de vídeo, com milhares de pessoas tentando copiar o estilo dela com outras séries de TV e até mesmo de filmes. Isso persiste até hoje.

Em 2013, Amy Adams fez o papel de Lois Lane em O Homem de Aço. Mas, ela não conheceu Clark Kent nesse ano. No começo de sua carreira, no dia 27 de novembro de 2001, Amy Adams participava do episódio 7 da primeira temporada de Smallville, intitulado de Craving, no papel de Jodi Melville.

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Em 20 de novembro de 2001, no episódio 6, intitulado de Hourglass, da primeira temporada, de Smallville, Clark Kent (Tom Welling), ao tocar nas mãos de Cassandra Carver (Jackie Burroughs), acaba vendo o seu futuro. Ele vê um futuro em que todos os seus amigos, amores, parentes queridos e pessoas do mundo já morreram. Apenas ele ainda continua vivo, tendo que suportar a solidão, em meio à uma imensidão de túmulos da humanidade.

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Em 20 de novembro de 2001, no episódio 6, intitulado de Hourglass, da primeira temporada, de Smallville, Lex Luthor (Michael Rosenbaum) pede para Cassandra Carver (Jackie Burroughs) ver o seu futuro. Ela prevê um futuro sombrio para a Terra com Lex tornando-se Presidente dos Estados Unidos, acabando com a vida no planeta, cercado de esqueletos. Em volta dele, encontramos a máscara/capa do Batman, os restos mortais do Caçador de Marte, o Anel do Lanterna Verde e os braceletes da Mulher Maravilha.

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Em 20 de novembro de 2001, no episódio 6, da primeira temporada, de Smallville, Lex Luthor (Michael Rosenbaum) pede para Cassandra Carver (Jackie Burroughs) ver seu futuro. Ela prevê um futuro sombrio para a Terra com Lex tornando-se Presidente dos Estados Unidos, acabando com a vida no planeta, cercado de esqueletos, e uma chuva de sangue caindo sobre ele.

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Tom Welling, Allison Mack, e Sam Jones III marcaram época como o trio de Smallville: Clark Kent, Chloe Sullivan e Pete RossSam Jones III participou de 68 episódios. Allison Mack foi a fiel amiga e escudeira de Clark Kent por 206 episódios. Ela foi a segunda que mais participou da série, ficando atrás do Tom Welling, presente em todos os 217 capítulos.

Tom Welling (Clark Kent), Allison Mack (Chloe Sullivan), e Sam Jones III (Pete Ross)

No dia 25 de fevereiro de 2003, ia ao ar o episódio 17, intitulado Rosetta, da segunda temporada de Smallville. Nesse capítulo, tivemos o encontro histórico de duas gerações: Tom Welling e Christopher Reeve. Nessa cena, o Dr. Virgil Swann revela à Clark Kent sua verdadeira origem.

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Tom Welling participou ativamente de uma campanha para a Fundação de Christopher Reeve, durante a exibição de Smallville, para a arrecadação de dinheiro para financiar pesquisas em prol da cura de pessoas com paralisia física.

No dia 18 de fevereiro de 2003, no episódio 16 da segunda temporada de Smallville, intitulado Fever, em umas das melhores cenas da série, a atriz Allison Mack, no papel de Chloe Sullivan, entrega atuação e texto grandiosos. Clark está desacordado,  e Chloe aproveita essa oportunidade, sem um contato visual com ele, por sua timidez, para contar para Clark seus verdadeiros sentimentos.

Tributo criado em homenagem às 10 Temporadas de Smallville. Música: Time of Our Lives (Tyrone Wells).

Smallville influenciou muitas séries e filmes. Aqui, uma comparação do seriado com Batman Vs Superman: A Origem da Justiça, de Zack Snyder.

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Conhecida pelo seu papel de Chloe Sullivan, na série Smallville, a atriz Allison Mack começou sua carreira em outro veículo, o cinema. Com apenas 7 anos de idade, participou do filme Loucademia de Polícia 6, em 1989.

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Smallville homenageou a Era de Ouro da DC Comics na cena em que Clark Kent observa o capacete de Jay Garrick, o primeiro Flash.

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Aquele momento em Smallville quando Chloe Sullivan anunciou para todos os Heróis reunidos que a Torre de Vigilância estava oficialmente Online.

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Gavião Negro, Stargirl, Caçador de Marte e Sr. Destino foram alguns dos heróis que passaram por Smallville. No clipe abaixo, introdução na série à Sociedade da Justiça da América.

Canário Negro e Arqueiro Verde, casal famoso dos quadrinhos da DC Comics, tiveram um grande destaque em Smallville. Confira clipes do primeiro encontro do Arqueiro com Clark, da Canário com o Arqueiro, e a luta dos dois contra Lex Luthor.

Laura Vandervoort fez o papel de Kara Zor-El, em Smallville. A introdução dela na série foi uma das mais marcantes. Anos depois, ela faria o papel da Indigo, a Brainiac-8, em Supergirl, da CW. A primeira temporada de Supergirl foi na CBS.

Em Smallville, aconteceu uma corrida entre Clark Kent e Bart Allen. Anos depois, a cena inspirou a estética e a filmagem da corrida envolvendo Kara Zor-El e Barry Allen, quando o Flash participou da série Supergirl, da CW.

No dia 13 de maio de 2011, Smallville chega ao fim com seu episódio de número 217. Confira a promo do capítulo final.

Smallville é uma série lembrada até hoje. Os fãs sempre pedem a participação do Tom Welling como o Clark Kent do universo televisivo da DC.

Tom Welling participou recentemente do filme A Escolha. Allison Mack atuou em American Odyssey e tem frequentado convenções. Kristin Kreuk faz a Catherine Chandler, em A Bela e a FeraMichael Rosenbaum é o Buddy Dobbs, de Impastor.

John Glover fez o Jared Andrews, em The Good Wife, e participou do filme We Go On. Erica Durance é a Doutora Alex Reid, em Saving HopeAnnette O’Toole esteve em 11.22.63, e nos filmes A Woman to Kill e We Go On. John Schneider é o Jim Cryer, de The Haves and the Have Nots.

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A nova geração de “Peter Parkers”

Peter Parker, o Homem-Aranha, é um dos super-heróis preferidos de muitos fãs de quadrinhos, filmes e desenhos animados. O carisma e bom humor de Peter diante a diversos problemas da vida é um dos motivos de ser um personagem muito querido na comunidade nerd.

Quando foi criado em 1962 por Stan Lee e Steve Ditko, Peter Parker era um jovem comum de um bairro de classe média em Nova York, morava com seus tios, não tinha grande poder aquisitivo e uma vida amorosa nada satisfatória. Junto a essa vida morna, ele era um estudante prodigioso, tímido e que sofria bullying na escola.  Quando Peter assume a persona de Homem-Aranha, ele pode ser o que realmente é: um super-herói bem-humorado com um grande senso de justiça.

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O típico adolescente nerd que sofria bullying e passa por diversas adversidades que está sempre disposto a superar, ou o personagem pobre que trabalha demais, mas nunca consegue uma mudança de status quo, foram backgrounds por trás do Homem-Aranha que favoreceram a identificação de diversos jovens e até mesmos adultos que passaram por situações semelhantes.

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Amazing Fantasy #15

Nos quadrinhos atuais do Homem-Aranha, Peter já não é mais um adolescente alvo de piadas dos colegas e nem pobre. Depois de décadas de histórias, ele já superou traumas com bullying e usou suas capacidades intelectuais para progredir financeiramente. Hoje, ele é Peter Parker, dono das Indústrias Parker e Homem-Aranha global, salvando o mundo de colante vermelho com alguns aparatos tecnológicos proporcionados pelo dinheiro. Essa atualização no status do personagem foi necessária para o desenvolvimento do personagem que já possui um histórico longo em sua bagagem (Confira o Guia de Leitura do Homem-Aranha).

Um conceito bastante interessante do cabeça de teia é que ele poderia ser qualquer pessoa por trás da máscara, independente de etnia, religião, sexo etc. Porém, Peter Parker é  um homem branco e nada pode mudar isso. Dito isso, a Marvel e a DC Comics introduziram diversos personagens pensando na identidade por trás da persona de super herói. Assim, aos poucos, foram surgindo personagens que refletem a diversidade étnico-cultural dos EUA. Já houveram diversas tentativas das grandes editoras de quadrinhos em estabelecer heróis novos que assumiriam o legado de personagens populares. Porém, poucos deles deram certos, e alguns desses poucos são o assunto desse post, são eles: Miles Morales, o Homem-Aranha, Kamala Khan, a Miss Marvel e Sam Alexander, o Nova.

Qual a relação de Miles, Kamala e Sam com Peter Parker?  É simples, eles também são nerds, adolescentes, com diversos problemas em suas vidas, salvam o dia como super-heróis e ainda precisam ir pra escola, assim como o clássico Peter Parker conhecido por muitos. Eles foram criados com base na ideia do que seriam os nerds atuais: fãs de heróis, com vidas amorosas complicadas, crises de identidade entre outras coisas. O conceito inicial do Homem-Aranha foi mudando com o passar do tempo, e com isso, algumas características que marcaram o personagem foram sendo deixadas de lados em prol do seu desenvolvimento. Essa nova geração de “Peter Pakers” veio para suprir as necessidades que alguns fãs antigos do Aranha sentiam falta e também para atrair um público novo. Eles possuem características diferentes e peculiares, mas que em essência, conseguem ser tão carismáticos e envolventes quanto o amigão da vizinhança.

É interessante notar como o conceito do termo NERD evoluiu desde a criação do Homem-Aranha na década de 60. Antes, era usado como um termo pejorativo para pessoas que estudam demais. Hoje, é usado comumente para falar de pessoas que gostam de quadrinhos, animes, fanfics, filmes, livros, ou qualquer outro assunto em que uma pessoa seja “especialista”. Ainda é usado por algumas pessoas como algo negativo, porém, em menor proporção.

Conheça um pouco dessa nova geração de heróis e o que os tornam promissores e dignos do legado de “Peter Parker”.

Miles Morales

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Miles Morales, o Homem-Aranha, é um jovem negro e hispânico de um bairro médio que um dia se viu picado por uma aranha radioativa e teve que assumir o legado de Peter Parker.  Ao contrário do que muitos pensam, ele não veio para substituir e tomar o lugar do Homem-Aranha original, ele é apenas outro Homem-Aranha entre diversos que já existiram. Para quem gosta do velho humor adolescente ambientado na escola e em situações que só o Homem-Aranha poderia se enfiar, Miles é o personagem perfeito para se acompanhar. Os momentos de encontro entre Peter e Miles costumam ser bastante divertidos.

Kamala Khan

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Kamala Khan, a Miss Marvel, é uma jovem paquistanês-americana e muçulmana, porém,  sua verdadeira religião é a dos adoradores de Carol Danvers, a Capitã Marvel. Seus pais são muito rigorosos com ela em relação aos costumes muçulmanos, porém, a sua verdadeira paixão é o mundo nerd, cheio de fanfics, heróis, filmes, quadrinhos etc. Kamala se sente muito diferente dos padrões de beleza eurocêntricos, ainda mais sendo uma paquistanesa que ama a cultura americana. Quando ela se vê com poderes, o seu primeiro extinto é se tornar o legado da super heroína que ela tanto admira. Miss Marvel com certeza é uma leitura obrigatória para garotas que são fãs de super-heróis.

Sam Alexander

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Sam Alexander, o Nova, é um jovem latino-americano que nunca acreditou que seu pai, Jesse Alexander, tinha sido um membro da Tropa Nova, até que um dia se viu com um capacete dos Novas em mãos e assumiu o legado de seu pai. As aventuras de Sam são de escalas galácticas, mas ele ainda é só um adolescente com uma responsabilidade grande em seus ombros.  Para os fãs de aventuras espaciais, tramas do cotidiano de um adolescente, Nova é uma excelente opção.

Com apenas alguns anos de criação, Miles, Kamala e Sam, são apostas grandes da Marvel para atrair antigos e novos leitores de quadrinhos. Eles vêm sendo introduzidos em animações e jogos, porém, o que falta para estabelecê-los no gosto do público são aparições no cinema.

 

 

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O Arqueiro Verde está de volta em Pássaros da Noite

Em um novo encadernado lançado no Brasil pela Panini, Oliver Queen começa uma nova fase de sua vida nas mãos do roteirista Benjamin Percy. Arqueiro Verde: Pássaros da Noite marca o retorno do herói como um justiceiro social, se opondo totalmente à fase anterior e praticamente ignorando o que foi feito pouco antes por outro roteirista.

Oliver Queen está de volta em Seattle, vivendo com sua irmã Emiko. A nova fase do Arqueiro começa neste encadernado negando as histórias contadas anteriormente por Andrew Kreisberg, produtor de Arrow. Kreisberg assumiu a revista do Arqueiro na edição #35, seguindo o que foi feito antes por Jeff Lemire em uma fase muito elogiada pela crítica e fãs. Contando um arco de seis edições, a pequena fase de Kreisberg no Arqueiro foi extremamente criticada, visto que o autor tentou transformar a revista no que vem sendo feito no seriado de TV, adicionando personagens como Diggle e Felicity e tornando a história completamente cliché.

Após a Convergência, a DC Comics resolveu trocar a equipe criativa da revista do Arqueiro, trazendo então o escritor Benjamin Percy (que havia passado pela Detective Comics anteriormente) e o desenhista Patrick Zircher (Flash, Esquadrão Suicida), fazendo com que novos leitores pudessem se interessar pela mensal na iniciativa DC&Você.

O encadernado publicado este mês pela Panini contém as edições 41 a 44 e o Anual da revista Green Arrow. Nas três primeiras edições, Benjamin conta um arco envolvendo empresários brancos e um sistema de vigilância completamente opressor. Em poucas páginas é possível notar o tom completamente diferente do texto de Percy se comparado ao roteirista anterior.

Conhecido por histórias mais sombrias e pesadas com um tom de horror, o autor traz toda esta carga ao personagem ao unir violência, tecnologia e misticismo. Oliver deixa de ser heróico (mais uma vez, o oposto da fase anterior) e se torna muito mais um justiceiro preocupado com assuntos como racismo, opressão às minorias e aos mais pobres e doentes. A arte de Patrick Zircher é bem detalhada e realística, e casa muito bem com todo este tom mais sério, promovendo uma narrativa fluida e momentos sombrios bem desenhados.

Enquanto muda sua postura e modo de agir, Oliver também lida com as consequências de sua completa irresponsabilidade com relação aos negócios das Indústrias Queen, enquanto uma trama paralela envolvendo uma misteriosa doença chamado Lukos cresce aos poucos, culminando numa história onde existem pessoas matando estes doentes (algo semelhante às doenças sexualmente transmissíveis e o receio das pessoas para com os contaminados), enquanto o medo do governo é exposto, grupos de doentes se reúnem, entre outros aspectos.

Este arco ainda não foi concluído, deixando então somente um gostinho do que está por vir. É importante ressaltar que Benjamin Percy continuou como roteirista da revista do Arqueiro até a edição #52, e também assumiu o personagem no DC Rebirth, prometendo (e até agora realizando) aproximar ainda mais o herói ao que ele era antes dos Novos 52.

Um bom começo de fase, o encadernado pode ser apreciado por novos leitores. Escrevendo bem todos os personagens e criando situações chocantes e interessantes, Benjamin Percy parece ser o roteirista certo para o personagem já que esta versão do Arqueiro Verde foi bem aceita pelos críticos e fãs, aparentando ter vindo pra ficar.

Arqueiro Verde: Pássaros da Noite é um encadernado em capa cartão contendo 140 páginas em Papel LWC e distribuição nacional ao preço de R$ 21,90.

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Renascimento | As revistas mais promissoras do DC Rebirth

DC Rebirth já começou nos EUA com sua Edição Especial lançada no dia 25 de Maio. No próximo mês os leitores poderão conferir as edições de Rebirth de cada personagem ou grupo, e a partir daí teremos o relaunch de quase todas as revistas quinzenais, recomeçando desde o número #1. Porém, com tantos títulos promissores, quais se destacam? Quais possuem as melhores equipes criativas? Confira abaixo uma pequena lista com os detalhes das HQs que prometem contar grandes histórias!

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Vale ressaltar que as revistas destacadas para esta postagem foram escolhidas com base no gosto pessoal do redator. As HQs escolhidas são, principalmente, as que prometem trazer algo esperançoso ou revigorante aos personagens da Editora das Lendas que vinham sofrendo crises criativas há algum tempo. Abaixo, os títulos estão apresentados com seus nomes e os nomes de seus roteiristas.

Superman por Peter J. Tomasi

Peter Tomasi é sinônimo de qualidade. Escritor exclusivo da DC Comics há alguns anos, Tomasi passou por títulos como a Tropa dos Lanternas Verdes, Batman & Robin, Detective Comics, entre outros. Além do trabalho de roteirista, Tomasi também já foi Editor de títulos como a Liga da Justiça. Todas as obras escritas por ele são muito queridas e elogiadas pelos fãs, e recentemente o roteirista assumiu a revista do Superman, contando o último arco do personagem até sua morte (para o antigo Superman assumir o posto, como explicado nesta postagem). Uma coisa é fato inegável: Peter Tomasi respeita a essência dos personagens que escreve. O Superman passou por péssimas fases durante os Novos 52, sem se destacar entre as revistas mais vendidas, entre outros fatores desfavoráveis ao personagem e mudanças sem sentido. Pouco após Tomasi assumir o título do Escoteiro, as vendas subiram e a qualidade das histórias melhorou muito. Agora, no Rebirth, acompanharemos a história do Superman pré-Flashpoint e de seu filho sendo contadas por Tomasi, com a arte de seu parceiro Patrick Gleason, com quem já trabalhou em diversas revistas. A dupla promete entregar histórias excelentes do Azulão, e com isso renasce a esperança de que o Superman retorne ao posto de maior herói da DC Comics.

superman-tomasi


Batman por Tom King

Após a enorme (e querida por muitos) fase do Batman nas mãos de Scott Snyder, o cetro será passado para o roteirista em ascensão Tom King. Responsável pelos aclamados títulos Grayson, The Omega Men e Visão, King é um roteirista novato que vem apresentando excelentes histórias. Recentemente o escritor assinou um contrato de exclusividade com a DC Comics, e seu background como funcionário da CIA (é sério!) parece se encaixar perfeitamente com o Batman. As esperanças são de que King, ao lado dos desenhistas David Finch e Matt Banning, traga o personagem de volta com um lado mais detetivesco. O primeiro arco do Batman no Rebirth terá cinco edições e mostrará um embate entre o Morcego e dois novos heróis que surgiram em Gotham City com o objetivo de salvar a cidade do perigo que é o Batman. Será que o Cruzado Encapuzado é o herói que Gotham merece? Ou a cidade precisa de algo melhor? Os dilemas são intrigantes, e a curiosidade só aumenta. O Batman de Tom King é praticamente uma unanimidade entre os títulos mais aguardados do Rebirth.

batman


Mulher-Maravilha por Greg Rucka

O retorno de Greg Rucka à DC Comics não poderia ser mais empolgante. Roteirista carimbado por histórias excelentes do Superman, Gotham Central, Batman, Action Comics e maxisséries como 52, Rucka também foi o roteirista de uma das mais elogiadas fases da Mulher-Maravilha. Agora, após alguns anos afastado da DC, nada melhor do que trazê-lo de volta para escrever a revista da Amazona! Ao lado do artista Liam Sharp, Rucka promete explorar os segredos do passado de Diana e criar algo diferente. Enquanto o primeiro arco chamado “As Mentiras” estará sendo desenvolvido, os leitores também acompanharão o arco “Mulher-Maravilha: Ano Um“, com a arte de Nicola Scott, onde será contada a vida de Diana desde a Ilha de Themyscira até seu primeiro ano como defensora da Terra. Os dois arcos irão se intercalar entre as revistas quinzenais, cada uma contendo um capítulo de um dos arcos, sucessivamente. Um desenvolvimento duplo não só é algo interessante como também é um excelente ponto de partida para novos leitores, o que torna (somado ao retorno de Rucka) o título da Mulher-Maravilha um possível novo sucesso de críticas.

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Trindade por Francis Manapul

Francis Manapul ficou conhecido como artista e co-roteirista de títulos como The Flash e Detective Comics ao lado de Brian Buccellato. O novo título da Trindade será o primeiro trabalho contínuo de roteirista feito por Manapul, e ele não somente cuidará dos textos, como também será o responsável pela arte desta revista ao lado de Clay Mann. Francis é querido por muitos fãs da DC graças a sua excelente fase no Flash, contando histórias mais leves, com uma narrativa fluida (graças a sua belíssima arte) e tramas intrigantes, e assumir a Trindade é um sinal de confiança por parte dos editores da DC. Nada acerca desta revista foi divulgado até o momento, mas é fato que ela tem a atenção de muitos leitores graças ao nome responsável. Se ele entregará boas histórias ou não, só o tempo dirá, mas é fato que Manapul é outro profissional que conhece os personagens que escreve.

trinity


Arqueiro Verde por Benjamin Percy

Ben Percy escreve o Arqueiro Verde desde a iniciativa DC&Você. Oliver Queen sofreu diversas mudanças desde o reboot dos Novos 52, onde todo seu status quo foi alterado, e passou nas mãos de roteiristas variados. Ann Nocenti, Keith Giffen, Jeff Lemire, todos são nomes que contaram histórias do personagem nos últimos anos. Mais recentemente, antes de Ben Percy, o roteirista Andrew Kreisberg (responsável por Arrow) estava a frente do personagem em uma fase bem criticada pelos leitores. Quando Percy assumiu a revista o nível subiu novamente, e aparentemente a DC confia que o escritor continuará contando boas aventuras. O Arqueiro no Rebirth voltará a ser o que os fãs clamam há tantos anos: um justiceiro social que usa cavanhaque e namora a heroína Canário Negro. Percy promete se aproximar de boas fases do personagem, como nas mãos de Kevin Smith ou Mike Grell, e a arte ficou a cargo de Otto Schmidt. É o retorno do Arqueiro que todos amam, e só isso já torna esta revista uma leitura obrigatória!

arqueiro


Besouro Azul por Keith Giffen

Ted Kord ou Jaime Reyes, quem é o melhor Besouro Azul? Já sei: que tal ninguém brigar por isso, com uma revista onde ambos os personagens serão protagonistas? Esta é a promessa da nova fase do Besouro Azul escrita por Keith Giffen. Como os leitores viram no Especial do Rebirth escrito por Geoff Johns, Kord atualmente é o mentor de Jaime, e os heróis devem investigar as origens do besouro mágico do garoto. Apesar de não termos muitos detalhes acerca desda revista (que será lançada somente em Setembro), Giffen, ao lado do artista Scott Kollins, promete fazer algo leve e quem sabe até descompromissado. Aos que não sabem, Keith Giffen escreveu a revista do Besouro Jaime Reyes após a saga Crise Infinita (onde Ted morreu e Jaime assumiu o posto de Besouro Azul), além de ter escrito a antiga revista da Liga da Justiça (e a Liga Internacional) onde Ted Kord era um dos principais membros, ao lado do Gladiador Dourado. Caso faça algo parecido com seus trabalhos posteriores, a nova fase dos Besouros promete conter histórias muito intrigantes e recheadas de momentos divertidos.

besouro


Supergirl por Steve Orlando

Meu nome é Kara Zor-El. A nova fase da Última Filha de Krypton deve se distanciar de tudo feito durante os Novos 52 e se aproximar do que o seriado de TV vem fazendo (muito bem). A partir de agora, Supergirl trabalhará em parceria com o DEO (como na série), e deverá balancear sua nova rotina de estudante terráquea com a vida de heroína. Steve Orlando assumirá o roteiro desta nova fase, e a arte ficará a cargo de Brian Ching. Juntos, esta equipe criativa também trará elementos do passado de Kara, com influências diretas vindas de Krypton. O título da Supergirl merece destaque pela renovação que deve ocorrer na sua personalidade. Há alguns anos a personagem possui a imagem de “mulher esquentada quer que bater em todo mundo“, e a nova fase do Rebirth deve tentar tornar a personagem um símbolo de esperança tal qual seu primo, Superman.

supergirl


Liga da Justiça por Bryan Hitch

Esta é outra unanimidade. Sinônimo de qualidade há alguns anos, Bryan Hitch vem contando belas histórias na revista LJA há pouco mais de um ano. Respeitando a essência de cada personagem da Liga e ao mesmo tempo criando tramas interessantes e bem escritas, o cetro de Geoff Johns será passado para Hitch na revista Liga da Justiça, onde o famoso artista trabalhará como roteirista e a arte ficará a cargo de Tony S. Daniel. A nova fase da Liga deverá começar explorando o novo Superman vindo de outra terra, e logo em seguida começará o arco “Máquina de Extinção“, onde a Liga enfrentará uma ameaça que deseja destruir não somente o mundo, mas também o universo inteiro. Terremotos, erupções e pessoas sendo controladas mentalmente serão os estopins deste arco, onde até mesmo o Batman deverá buscar ajuda de pessoas em quem ele não confia para deter esta nova ameaça. O nome desta entidade vilanesca é Awakened (Acordado ou Desperto, em tradução livre)ti, e ela botará todos os heróis da Liga em problemas aparentemente insolucionáveis. A trama envolvendo uma nova ameaça pode ser bem explorada e apresentar diversas surpresas, tornando a revista da Liga outra leitura obrigatória.

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Batgirl por Hope Larson

Hope Larson é uma roteirista premiada com o Eisner e autora best-seller do New York Times. Se não bastasse, some essa verdadeira carteirada ao artista que assumirá a Batgirl no Rebirth: Rafael Albuquerque. Juntos, a dupla de peso tomará o cetro de Brenden Fletcher, Cameron Stewart e Babs Tarr, que foram os responsáveis pela reinvenção da personagem há algum tempo, criando uma fase muito elogiada pelos críticos e fãs. Inicialmente, a nova fase da Batgirl lidará com as Aves de Rapina (já que a Canário Negro foi reintroduzida nas páginas da Batgirl, nada mais justo), e em sua revista solo a Garota de Gotham (esse título existe?!) estará treinando com o objetivo de aperfeiçoar suas habilidades e um velho conhecido retornará à sua vida, marcando um verdadeiro alvo em suas costas. A Batgirl é uma das personagens (ao lado da Arlequina de Amanda Conner e Jimmy Palmiotti) mais queridas da DC atualmente, e a leitura de sua revista desde a revitalização da edição #35 é essencial para qualquer fã de quadrinhos. As mulheres da DC Comics se tornam, a cada dia, tão importantes quanto os heróis medalhões conhecidos por todos, provando serem um sucesso de vendas em uma indústria tão machista.

batgirl


Super Sons

Outra revista que será lançada somente em Setembro, Super Sons é por enquanto um dos maiores mistérios da editora. Não sabemos oficialmente a equipe criativa que assumirá este título, mas sua premissa é interessante o suficiente para que ele esteja nesta lista. A proposta desta HQ é contar histórias focadas no Robin Damian Wayne, filho do Batman, e em Jonathan Kent, filho do Superman com Lois Lane, o novo Superboy. O site Newsarama apontou que o time responsável seria o roteirista Christopher Burns, ex-editor da Boom! Comics e produtor de comédias, e que a arte ficaria a cargo de Jorge Jimenez, ilustrador das artes divulgadas. Como o DC Rebirth voltará a tratar do legado, uma revista focada nos filhos dos maiores heróis da editora é algo essencial para que a proposta da revitalização se realize. Nas imagens oficiais do Rebirth, Damian e Jonathan vem recebendo algum destaque, o que aumenta ainda mais a expectativa para com esta revista. Caso o time responsável foque em aventuras de adolescentes, a DC pode ter outro sucesso (como Academia Gotham e a própria Batgirl) em mãos.

supersons


Serão muitas revistas interessantes no Renascimento da DC. Action Comics por Dan Jurgens, Aquaman de Dan Abnett, Arlequina de Amanda Conner & Jimmy Palmiotti, Asa Noturna de Tim Seeley, New Super-Man por Gene Luen Yang e uma infinidade de outras HQs merecem a atenção dos leitores, mas seria impossível comentá-las todas em uma única postagem. O fato é que a DC parece finalmente ter ajustado grande parte de suas equipes criativas, gerando alguma expectativa em novos leitores e trazendo de volta os leitores mais antigos. Esperemos que a Editora conte boas histórias no que promete ser um sucesso de críticas e um estouro comercial.

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Guia de Leitura #7 | Homem-Aranha

O Homem-Aranha é um dos personagens mais carismáticos da Marvel. Ele tem uma bela bagagem em seu histórico de aventuras, e a Torre reuniu as principais histórias do Cabeça de Teia neste sétimo Guia de Leitura.

Peter Parker, o Homem-Aranha, foi criado por Stan Lee e Steve Ditko em 1962, com o objetivo de ser um super-herói que os leitores poderiam se identificar. Peter é um adolescente normal, com condições financeiras simples e uma vida comum, até ser é picado por uma aranha radioativa. Agora, ele é um jovem de 15 anos com poderes aracnídeos que precisa ter grandes responsabilidades com esses grandes poderes.

Grandes nomes da indústria dos quadrinhos passaram pelo titulo do Aranha, como Len Wein, Marv Wolfman, Denny O’Neil, Tom DeFalco, Todd Mcfarlane, J. M. Dematteis entre outros. Homem-Aranha não é um titulo apenas do Peter Parker, mas este guia será focado apenas nele.

por Stan Lee, Steve Ditko e Jack Kirby
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por Stan Lee e Steve Ditko
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por Stan Lee, Steve Ditko e John Romita
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Stan Lee e John Romita
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 por Stan Lee, John Romita e Jim Mooney
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08 - Rei do crime
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Stan Lee, John Romita e Gil Kane
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por Stan Lee, Gil Kane e Frank Giacoia
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por Stan Lee e John Romita
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por Gerry Conway e John Romita.
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por Gerry Conway, Gil Kane e John Romita
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por Gerry Conway, Ross Andru e Frank Giacoia
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18-Um-cego-guiando-outro-2048x498
por Bill Manto e Frank Miller
Bill Manto e Frank Miller e Frank Springer
Bill Manto e Frank Miller e Frank Springer
por Denny O'Neil e Frank Miller
por Denny O’Neil e Frank Miller
por Chris Claremont e Frank Miller
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por Frank Miller, Herb Trimpe e Mike Esposito
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por Denny O'Neil e Frank Miller
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por Roger Stern e John Romita Jr.
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 por Bill Mantlo, Al Milgrom e Jim Mooney
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por Roger  Stern e Ron Frenz
por Roger Stern e Ron Frenz
 por Roger Stern e John Romita Jr
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por Jim Shooter , Mike Zeck e Bob Layton
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por Roger Stern, Tom Defalco, Joe Rubinstein e Ron Frenz
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31 - Nas garras do puma
por Tom Defalco e Ron Frenz
por Tom Defalco e  Ron Frenz
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por Peter David, Sal Buscema e Rich Buckler
por Peter David, Sal Buscema e Rich Buckler
 Peter David, Sal Buscema e Rich Buckler
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por Jim Shooter, David Michelinie e Paul Ryan
por Tom DeFalco e Ron Frenz
por Jim Shooter, David Michelinie e Paul Ryan
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por J.M.Dematteis , Mike Zeck e Bob Mcleod
por J.M.Dematteis , Mike Zeck e Bob Mcleod
por Peter David e Sal Buscema
por Peter David e Sal Buscema
por David Michelinie e Todd McFarlane
por David Michelinie e Todd McFarlane

 

por David Michelinie e Erik Larsen
por David Michelinie e Erik Larsen
por J.M. DeMatteis e Sal Buscema
por J.M. DeMatteis e Sal Buscema
por David Michelinie, Tom Defalco, J. M. Dematteis, Terry Kavanagh, Sal Buscema, Alex Saviuk, Ron Lim, Tom Lyle e Mark Bagley
por David Michelinie, Tom Defalco, J. M. Dematteis, Terry Kavanagh, Sal Buscema, Alex Saviuk, Ron Lim, Tom Lyle e Mark Bagley
 por Terry Kavanagh, Tom DeFalco, Todd DeZago, Joey Cavalieri, Howard Mackie e J.M. DeMatteis (roteiristas). Steven Butler, Mark Bagley, Tom Lyle, Sal Buscema, Paul Ryan, Patrick Olliffe, John Romita Jr., Steven Butler, Patrick Zircher, Roy Burdine, Robert Brown, Paris Karounos, Gil Kane, Dan Jurgens, Luke Ross, Joe Bennett, Steve Skroce e Mike Wieringo (desenhistas)  por Terry Kavanagh, Tom DeFalco, Todd DeZago, Joey Cavalieri, Howard Mackie e J.M. DeMatteis (roteiristas). Steven Butler, Mark Bagley, Tom Lyle, Sal Buscema, Paul Ryan, Patrick Olliffe, John Romita Jr., Steven Butler, Patrick Zircher, Roy Burdine, Robert Brown, Paris Karounos, Gil Kane, Dan Jurgens, Luke Ross, Joe Bennett, Steve Skroce e Mike Wieringo (desenhistas)
por Terry Kavanagh, Tom DeFalco, Todd DeZago, Joey Cavalieri, Howard Mackie e J.M. DeMatteis (roteiristas). Steven Butler, Mark Bagley, Tom Lyle, Sal Buscema, Paul Ryan, Patrick Olliffe, John Romita Jr., Steven Butler, Patrick Zircher, Roy Burdine, Robert Brown, Paris Karounos, Gil Kane, Dan Jurgens, Luke Ross, Joe Bennett, Steve Skroce e Mike Wieringo (desenhistas) por Terry Kavanagh, Tom DeFalco, Todd DeZago, Joey Cavalieri, Howard Mackie e J.M. DeMatteis (roteiristas). Steven Butler, Mark Bagley, Tom Lyle, Sal Buscema, Paul Ryan, Patrick Olliffe, John Romita Jr., Steven Butler, Patrick Zircher, Roy Burdine, Robert Brown, Paris Karounos, Gil Kane, Dan Jurgens, Luke Ross, Joe Bennett, Steve Skroce e Mike Wieringo (desenhistas)
por J. M. Dematteis e John Romita
por J. M. Dematteis e John Romita

 

por J.Michael Straczynski e John Romita Jr
por J.Michael Straczynski e John Romita Jr
por  J.Michael Straczynski e John Romita Jr
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por Jeph Loeb e Tim Sale
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por Mark Millar, Terry Dodson e Frank Cho
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por Dan Slott e Ty Templeton
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por Brian Michael Bendis e David Finch
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por Mark Millar e Steve Mcniven
por Mark Millar e Steve Mcniven
por  J.M. Straczynski e Joe Quesada
por J.M. Straczynski e Joe Quesada
por Dan Slott, Bob Gale, Marc Guggenheim, Marcos Martin, Paulo Siqueira e Mike McKone
por Dan Slott, Bob Gale, Marc Guggenheim, Marcos Martin, Paulo Siqueira e Mike McKone

 

por Dan Slott, John Romita Jr. e Klaus Janson
por Dan Slott, John Romita Jr. e Klaus Janson
 por Mark Waid e Marcos Martin
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por Dan Slott e Marcos Martin
por Dan Slott e Marcos Martin
por Dan Slott e Humberto Ramos
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por Zeb Wells e Joe Madureira
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por Zeb Wells e Greg Land
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por Mark Waid, Greg Rucka e Marcho Checcheto
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 por Dan Slott, Richard Elson e Humberto Ramos
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por Dan Slott, Humberto Ramos e Ryan Stegman
por Dan Slott, Humberto Ramos e Ryan Stegman
por  Dan Slott, Christos Gage,  Giuseppe Camuncoli, Humberto Ramos
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por  Dan Slott e Ryan Stegman
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por Dan Slott, Christos Gage, Humberto Ramos e Javier Rodriguez
por Dan Slott, Christos Gage, Humberto Ramos e Javier Rodriguez
por Dan Slott, Christos Gage, Giuseppe Camuncoli
por Dan Slott, Christos Gage, Giuseppe Camuncoli
 por Dan Slott, Humberto Ramos,  Giuseppe Camuncoli, Javier Rodriguez e Ramon Perez
por Dan Slott, Humberto Ramos, Giuseppe Camuncoli, Javier Rodriguez e Ramon Perez

 

por Dan Slott, Christos N. Gage, Giuseppe Camuncoli
por Dan Slott, Christos N. Gage, Giuseppe Camuncoli
 por David Hine, Fabrice Sapolsky, Richard Isanove, Jason Latour, Robbi Rodriguez, Dustin Weaver, Elia Bonetti, Clay McLeod Chapman, Gerard Way, Jake Wyatt, Dan Slott, Christos N. Gage e Giuseppe Camuncoli
por David Hine, Fabrice Sapolsky, Richard Isanove, Jason Latour, Robbi Rodriguez, Dustin Weaver, Elia Bonetti, Clay McLeod Chapman, Gerard Way, Jake Wyatt, Dan Slott, Christos N. Gage e Giuseppe Camuncoli
 por Dan Slott, Giuseppe Camuncoli e Oliver Coipel
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BÔNUS:

por Bill Jemas, Brian Michael Bendis e Mark Bagley
por Bill Jemas, Brian Michael Bendis e Mark Bagley
por Brian Michael Bendis e Mark Bagley
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por Kaare Andrews
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por David Lapham e Tony Harris
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por Dan Slott e Ramon Perez.
por Dan Slott e Ramon Perez.
 por Dan Slott, Andy Kubert e Scott Hanna
por Dan Slott, Andy Kubert e Scott Hanna

Achou que nunca ia acabar né? Pois bem, infelizmente acabou! Algumas fases do Homem-Aranha ficaram de fora, mas como foi dito anteriormente o objetivo do guia era focar nas histórias do Peter Parker, o principal Homem-Aranha. Bom, espero que vocês tenham gostado pois gastei toneladas de fluído de teia para fazer.  Seu feedback é muito importante, não esqueça de comentar. Até a próxima!