A Netflix liberou um vídeo através de seu canal no YouTube, um vídeo do elenco de Elite revelando que a quarta temporada da série já está em desenvolvimento.
Danna Paola, Ester Expósito, María Pedraza, Arón Piper, Miguel Bernardeau, Jorge López, Itzan Escamilla, Miguel Herrán, Álvaro Rico, Mina El Hammani, Jaime Lorente e Georgina Amorós vão retornar para o quarto ano.
Depois de um problema na escola que frequentam, três alunos do ensino público são transferidos para Las Encinas, a melhor e mais exclusiva escola na Espanha, onde os filhos da elite estudam. O choque entre os menos favorecidos e aqueles que têm tudo culmina em um assassinato. Diz a sinopse da primeira temporada.
Para futuras informações a respeito de Elite, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Foi anunciado por meio das redes sociais da Netflix, que a série Control Z está oficialmente renovada para a sua segunda temporada.
A produtora, fez uma surpresa para o elenco da obra, que até então, não sabia se o seriado seguiria em diante.
Um hacker invadiu a minha reunião com o elenco de Control Z só pra dizer que a segunda temporada tá confirmada. Foi um de vocês? pic.twitter.com/dQh5yKf98u
Sofía é uma garota isolada, mas observadora, que começa a sua própria investigação quando um hacker ameaça a ordem social da escola onde estuda ao invadir os celulares de alunos e revelar vários de seus segredos.
Para futuras informações a respeito de Control Z, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Foi oficializado por meio do Deadline, que o ator Tom Ellis fechou acordo com a Netflix e Warner Bros. TV, para viver Lúcifer no sexto ano do seriado, que até o momento, não possui data de lançamento.
A renovação oficial da obra televisiva será anunciada após o término de filmagens da quinta temporada, que devido a pandemia do coronavírus, teve suas gravações interrompidas já em sua reta final.
Anteriormente, Ellis estava relutante em viver o anjo caído mais uma vez nas telinhas. Contudo, Tom havia assinado um contrato que ”lhe obrigava” a retornar para o seriado caso houvesse uma renovação. Todavia, se o ator recusasse à dar vida ao personagem mais uma vez, seria quebra de contrato.
Lúcifer está entediado e infeliz como o senhor do Inferno e decide tirar férias em Los Angeles, onde vira dono de uma casa noturna com ajuda de sua serva Mazikeen. Mas, o que ele não esperava, era que faria amizade com Chloe Decker,uma investigadora da polícia local e que posteriormente, acabaria ajudando a moça em sua profissão, tornando-se parceiros em ambas de suas rotinas.
A quarta temporada de Lúcifer já está disponível no serviço de streaming.
Imagina que você é dirigente de um time pentacampeão? Imagina que você é dirigente de um time que tem simplesmente o melhor jogador de todos os tempos? Imagina que você é dirigente de um time que se torna um marco máximo do esporte e da cultura mundial? Agora imagina que você decide desmontar esse time e avisa para o seu técnico no início da temporada? Essa foi a ideia do gerente geral do Chicago Bulls, Jerry Krause.
Partindo do principio do desmanche, Arremesso Final, Last Dance no original, a série documental sobre o lendário time da década de 90 do Chicago Bulls, apresenta um dos pilares daquela década. Um pilar que envolveu esporte, cultura pop, marketing esportivo, polêmicas, recordes e Michael Jordan. Com direção de Jason Herir, a série é uma co-produção da ESPN com a Netflix tem como dois pontos que devem ser muito destacados: a qualidade jornalística e por não esconder, digamos, nenhum “podre” de ninguém. Nem do ídolo Michael Jordan.
Ao longo de dez episódios somos bombardeados em uma incessante viagem em tempos distintos. A linha temporal é contada de forma não linear, mas de muito fácil entendimento. E sim, temos mais de um documentário dentro de Arremesso Final. A série fala sobre a fabulosa última temporada do lendário time do Bulls, com todos os seus conflitos, mazelas, dores, alegrias etc. Ela fala de como esse mesmo time foi importante para a globalização do NBA. A série fala sobre Michael Jordan.
Destrinchando com maestria a vida do maior jogador de basquete de todos os tempos. Arremesso Final destila toda trajetória de como ele foi eleito cinco vezes o jogador mais valioso da NBA, de como foi o maior pontuador em um único jogo (com 69 pontos) e cestinha máximo durante 10 temporadas. Acompanhamos um menino Michael Jordan, que saiu de terceira opção do Draft de 1984, para lenda máxima do esporte. Mas não somente no basquete. Jordan foi, ou ainda é, um ícone da cultura. Da moda. Da perseverança. Momentos de sua carreira dão excelentes cases de sucesso em palestras motivacionais que se espalham por aí. Ele criou tendências influenciando não somente uma geração de atletas, mas também na moda com os tênis Air Jordan. Protagonizou a super produção da Warner Bros., Space Jam – O Jogo do Século e se tornou uma das personalidades mais famosas e importantes de todos os tempos.
Scottie Pippen, o técnico Phil Jackson e Michael Jordan.
Mas as suas polêmicas e jeito duro também são mencionados durante Arremesso Final. De como apesar de muito querido por boa parte dos jogadores, ele era uma pessoa altamente competitiva. A ponto de magoar seus companheiros de equipe em assédios morais em treinamentos e jogos. Momentos de vulnerabilidade a perda do pai e o vício por jogos são contados minuciosamente. E a série não esconde isso. O próprio Jordan, em depoimentos sinceros ao longo dos episódios, relata cada um deles. Inclusive depoimentos rancorosos. Que aos 57 anos, o atleta ainda os guarda. Como no momento em que ele chama Scottie Pippen de egoísta, por este forçar sua saída do Chicago Bulls por receber um salário menor. São momentos que poderiam desconstruir o mito. Mas muito pelo contrário, só fortalecem. Impossível não terminar a série gostando ainda mais dele. Querendo consumir mais leituras ou filmes sobre ele. Ou simplesmente assistir um jogo do Chicago Bulls daqueles gloriosos anos.
Arremesso final tem sua dose dramática que se eleva em diversos momentos. O décimo e último episódio é o melhor. Quando relata sobre a sofrida série de seis jogos finais contra o Utah Jazz, onde os jogos finais são apresentados como um épico do estilo Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei. Onde todos os personagens estão já exauridos, praticamente se arrastando, tirando forças sabe-se lá de onde, e mesmo assim estão indo para um último objetivo maior, para uma última e melhor dança. É praticamente impossível não ficar nervoso com a construção que a direção deu ao último episódio. Mesmo sabendo da história, é como estar dentro daquele estádio lotado.
Mas Arremesso Final constrói bem todo épico mitológico do Chicago Bulls pelos seus campeonatos. Ele vai cutucando cada mazela de seus jogadores. Sem nenhum pudor de falar da insatisfação de Scottie Pippen, das loucuras de Dennis Rodman e da obsessão de Michael Jordan com o topo e a vitória sempre. Muitas vezes vemos a narrativa da série, transformar “personagens” em vilões. E de uma hora para outra se tornarem heróis. É uma série que agrada quem gosta de basquete e viveu a Bulls-Mania e também agrada e prende quem não gosta do esporte. Os depoimentos dos jogadores, do técnico Phil Jackson, de adversários, os ex-presidentes Barack Obama e Bill Clinton, familiares e de profissionais da imprensa esportiva abrilhantam a série. O que só eleva ainda mais o Chicago Bulls daquela época.
Arremesso Final, é obviamente uma série que conta a vida e carreira de Michael Jordan. Mas ela constrói é como o time chega ao ponto de se tornar um marco cultural e esportivo. Vamos lembrar que era uma década em que a internet dava seus primeiros passos. Não existiam os celulares poderosos, as redes sociais nem nada do tipo que pudesse compartilhar com outros países e se tornar viral uma imagem de time vencedor. O que esse Chicago Bulls fez foi entrar para a história pelo basquetebol. Michael Jordan, apesar de ser uma personalidade midiática, não tinha um aparato como Instagram para se promover. Suas clicadas e curtidas não eram com atrizes famosas ou festas badaladas. E sim com suas enterradas, performances e determinação nas quadras.
Arremesso Final é uma das séries documentais mais bem produzida de 2020. Uma série que não tem medo de desconstruir um mito, assim como ela não tem medo de elevar para um patamar maior. Para quem não teve a oportunidade de assistir nada daquele Chicago Bulls, é uma excelente chance. Para quem teve chance der assistir, quando chegava aqui no Brasil, assim como esse que lhe escreve, é uma chuva de lembranças. De boas lembranças.
Stargirl tem no seu elenco: Brec Bassinger, Neil Jackson, Eric Goins, Yvette Monreal, Anjelika Washington, Amy Smart, Luke Wilson e Joel McHale.
Exibido pelo DC Universe às segundas-feiras e pela CW às terças-feiras, o seriado, que narra as aventuras de Courtney Whitmore, teve uma audiência de 1,21 milhão de pessoas em seu primeiro episódio.
A CW divulgou um vídeo promocional do terceiro capítulo da primeira temporada de Stargirl. Confira.
https://www.youtube.com/watch?v=xex7w7o6ogo
Stargirl tem no seu elenco: Brec Bassinger, Amy Smart, Luke Wilson e Joel McHale.
Exibido pelo DC Universe às segundas-feiras e pela CW às terças-feiras, o seriado, que narra as aventuras de Courtney Whitmore, teve uma audiência de 1,21 milhão de pessoas em seu primeiro episódio.
A Netflix liberou o trailer de Reality Z, série nacional protagonizada por Sabrina Sato baseada no seriado britânico Dead Set.
Também foi oficializado pelo serviço de streaming, que o seu lançamento será em 10 de Junho de 2020.
Os participantes de um reality show televisivo se veem presos enquanto um apocalipse zumbi acontece do lado de fora. Sato será a apresentadora do programa fictício que se passará no estado do Rio de Janeiro.
Para futuras informações a respeito de Reality Z, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
De acordo com informações do Full Circle, o DC Universe pode desenvolver spin-off’s focados em Jason Todd, Exterminador e Superboy.
Segundo o site, o serviço de streaming está crescendo cada vez, tendo como consequência, um aumento gradual no número de seus assinantes e de audiência. Um dos fatores que teria ajudado a plataforma a crescer, é a popularidade de Titãs, que já está na sua segunda temporada.
Anteriormente, já havia sido revelado, que uma série de Columba e Rapina estava sendo considerada pela empresa.
Na segunda temporada, após as consequências de seu encontro com Trigon, Dick reforma os Titãs. Sob sua supervisão em seu novo lar na Torre dos Titãs, Rachel, Tar e Jason Todd treinam juntos para dominar suas habilidades e trabalhar juntos como uma equipe. Juntando-se a eles, estão Hank Hall e Dawn Granger (Rapina e Columbo) e Donna Troy (Moça-Maravilha). Ainda que esses Titãs originais tentem levar uma vida normal, quando velhos inimigos reaparecem, todos precisam se unir para finalizar negócios incompletos. E enquanto essa família de novos e velhos Titãs – incluindo Donner Kent e Rose Wilson – aprendem a co-existir, a chegada do Exterminador traz à luz os pecados dos velhos Titãs, ameaçando separar essa família mais uma vez. Diz a sinopse da segunda temporada.
De acordo com o Screen Rant, a atriz Adrianne Palicki pode reprisar o papel de Harpia em Gavião Arqueiro. Adrianne deu vida a personagem em Agentes da S.H.I.E.L.D..
Segundo o site, na trama da série, Clint Barton irá atrás da heroína para pedir ajuda dos problemas que está enfrentando. Ao que tudo indica, Barton e Harpia serão velhos conhecidos que já se relacionaram no passado.
Adrianne Lee Palicki é uma atriz americana, mais conhecida por sua participação nas séries Friday Night Lights, no papel da personagem Tyra Collette e na duologia G.I. Joe.
Em Gavião Arqueiro, veremos Clint Barton desolado após os eventos de Vingadores: Ultimato. Entretanto, o herói possui um dever e tanto: treinar a sua sucessora para que enfim, possa se aposentar e curtir a sua vida ao lado dos seus filhos e esposa.
Para futuras informações a respeito de Gavião Arqueiro, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Em entrevista ao Polygon, Greg Weisman, criador de Gárgulas, afirmou que gostaria de produzir uma sequência da animação para o Disney+.
“Eles da Disney, gostariam de reiniciá-lo, como fizeram com Duck Tales, com grande sucesso e grande efeito. E essa não é minha primeira escolha. Não estou dizendo que recusaria, mas tenho muito orgulho do trabalho que fizemos e acho que não precisa de uma reinicialização. Eu gostaria de mais temporadas. E em um mundo com um serviço de streaming, onde você tem 65 episódios, eu veria isso como a 3ª temporada de Gárgulas. Mas essas decisões não são minhas.”
Greg também afirmou, que uma adaptação em live-action também seria muito bem-vinda.
A série apresenta um clã de criaturas guerreiras conhecidas como Gárgulas que transformam-se em pedra durante o dia. Liderados por Golias, no ano de 994 D.C., protegem o castelo Wyvern e seus moradores, na costa da Escócia. Contudo, devido a uma traição, o clã é massacrado e um feitiço é lançado nos poucos sobreviventes que são condenados a dormirem como pedras até que o castelo seja elevado por sobre as nuvens. Assim, em 1994, um bilionário chamado David Xanatos compra o castelo e o leva para o alto de seu arranha-céu em Nova York, rompendo o feitiço. Despertando na Manhattan dos dias atuais, os gárgulas decidem se adaptar ao novo mundo e a proteger os cidadãos de Nova York. Contudo, devido à sua aparência, são forçados a se esconderem das pessoas que os temem, com exceção da detetive Elisa Maza.
Para futuras informações a respeito de Gárgulas, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.