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Dark Nights: Metal | Primeira super saga do DC Rebirth é anunciada

Desde que o DC Rebirth estreou em 2016, a Editora das Lendas não lançou nenhuma super saga, apenas pequenos crossovers.

Já haviam conversas sobre o primeiro super evento do Rebirth, mas agora finalmente foi anunciado, e ele se chamará Dark Nights: Metal. Scott Snyder e Greg Capullo, a dupla dinâmica do Batman dos Novos 52, retorna no roteiro e arte, respectivamente, e ainda contará com Jonathan Glapion e FCO na equipe criativa. O evento abrangerá todo o Universo DC.

“Eu tenho planejado Metal desde que escrevia Batman “, disse Snyder. “Mas isso é maior do que  Batman. Greg e eu começamos a deixar pistas durante “Corte das Corujas“, continuamos através de nossas histórias do Coringa,  e colocamos nossas maiores dicas na corrida que culminou em Batman #50 . E agora estamos de volta para contar uma história que abrange tudo. Este será o projeto definitivo de nossas carreiras. Metal nos leva em uma direção inteiramente nova. Greg e eu cavaremos sob a superfície de todas as histórias que contamos para encontrar um lugar de terror e pesadelos distorcidos.“

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Dan DiDio, co-editor da DC, disse que enquanto ele se apoia na força do trabalho anterior de Snyder e Capullo juntos, Dark Nights: Metal vai “lançar algo novo e inesperado.”

“Estamos colocando os melhores heróis do mundo em novas e inexploradas direções para contar uma história gigante, usando todos os personagens do nosso panteão“, disse DiDio.

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Dark Nights: Metal estreia no Verão dos EUA, com previsão para Agosto e sem tempo determinado para acabar.

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Novo quadrinho de Nick Fury promete muita ação ao estilo James Bond

Nick Fury ganhará um novo quadrinho mensal na Marvel. Porém, não se trata do Fury original, mas sim de seu filho Nick Fury Jr., que originalmente era conhecido  como Marcus Johnson. O personagem apareceu pela primeira vez em Battle Scars # 1, em 2012, e foi criado por Matt Fraction, Chris Yost, Scot Eaton, Cullen Bunn e Paul Neary. Ele nada mais é do que uma tentativa de criar um Nick Fury semelhante à versão do cinema, e essa decisão até dividiu opiniões, mas isso já são águas passadas.

O novo título de Nick Fury contará com o roteiro de James Robinson e a arte de ACO. A promessa é de muita ação e espionagem ao estilo James Bond.

Confira a prévia da primeira edição:

 

Nick Fury #1 está previsto para estrear dia 19 de Abril nos EUA.

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Juiz Dredd Apresenta | Missionário: Lua de Sangue

O Missionário habita a Terra Maldita, uma vastidão radioativa que engloba a maior parte do que já foram os Estados Unidos. Série spin-off do Juiz Dredd, Lua de Sangue é o primeiro lançamento da Mythos Editora que está correlacionado com o universo do Bom Juiz, entregando muita ação e histórias curtas, porém extremamente divertidas.

Missionário (Missionary Man, no original) surgiu em 1993 na revista inglesa Judge Dredd Megazine. Criada por Gordon Rennie e Frank Quitely, a série narra as aventuras do Pastor Cain, um homem enigmático e durão que traz a ordem e a palavra de Deus para a terra sem lei dominada pelos mutantes e criaturas perversas. Vagueando por estes territórios sem crença, como uma personificação física do anjo da morte, Cain pune os ímpios e perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem, proporcionando o descanso eterno para suas almas.

Com uma premissa simples, as aventuras do Missionário são tão simples quanto aparentam, e a simplicidade as torna extremamente proveitosas. Ao unir elementos de western com ficção-científica, o quadrinho cria um apego instantâneo para os leitores ávidos de Dredd, e funciona bem como stand alone, podendo ser consumido por leitores casuais.

As histórias são curtas, formato típico das publicações britânicas da 2000 AD, onde em poucas páginas os autores demonstram um poder de síntese absurdo. Gordon Rennie teve em Missionary Man a sua estreia escrevendo uma série longeva, e apesar do pouco reconhecimento entre os leitores brasileiros, Rennie veio a se tornar um dos nomes mais respeitáveis e sinônimo de boas histórias dentro da revista. Este início da série do Pastor Cain (que durou quase dez anos de publicação, e foi escrita por Rennie até o fim) já demonstra o bom nível do texto do autor, que entrega sequências de ação com versículos bíblicos extremamente divertidas, casando sempre com o contexto em que as cenas estão inseridas.

Não bastasse o carisma de “personagem durão” do Pastor Cain, alguns dos coadjuvantes também recebem destaque. É o caso de Joe, parceiro mutante do Missionário, condenado à forca por ser feio, e salvo pelo enigmático protagonista. Joe (coincidentemente, o mesmo nome do Juiz Dredd) funciona como uma ponte mais humana para o leitor, sendo o personagem que faz as perguntas ao quase divino (que ironia) e inflexível guerreiro que o auxiliou. E desde as primeiras páginas, o passado de Cain é um mistério que cria uma aura de incerteza ao redor dele, tornando a leitura ainda mais prazerosa.

O time de artistas reunidos nesta compilação encadernada também é de ponta. Frank Quitely, o grande destaque, estava em início de carreira na época em que a série começou a ser publicada, e seu belíssimo traço já era reconhecível como uma marca, sinônimo de qualidade artística em todos os trabalhos posteriores feitos por ele. Para a época em que este quadrinho saiu, a perspectiva de Quitely foi um sopro de ar fresco aos britânicos, visto que todos possuíam um estilo parecido. Todas as aventuras ilustradas por ele estão neste encadernado, e outros dois ilustradores, Garry Marshall e Sean Longcroft, completam o time e entregam belos desenhos em alguns dos sermões do Missionário.

Os problemas com os quais o herói desta série deve lidar são tão bizarros quanto quaisquer outros deste universo. Alienígenas, criaturas selvagens, mutantes, humanos perversos e até mesmo aparições fantasmagóricas são alguns dos que se opõem à palavra do Senhor. Entre estes inimigos, encaixam-se referências diretas ao (mais uma vez) universo dos Juízes, com citações a Texas City, aos acontecimentos de sagas anteriores e a participação ativa dos Gila-Munja, criaturas assassinas e mutantes que se assemelham a animais selvagens, mortais e extremamente violentos.

O encadernado compila seis arcos de Missionary Man, que ao todo possui vinte e quatro aventuras, tendo sido publicado até o ano de 2002. Entre os artistas que assumiram a série após a saída de Quitely estão grandes nomes dos quadrinhos, tais como Simon Davis, Henry Flint e Jesus Redondo.

A pregação do Missionário entrega o que há de melhor nos gibis da 2000 AD: ação, cenas memoráveis, boa ficção-científica, personagens carismáticos e artistas de primeiro escalão. Apesar do lançamento inesperado por parte da Mythos Editora, é importante lembrar que não existem outras compilações da série publicadas no exterior, e caso lancem uma sequência (que com certeza depende do sucesso deste volume), serão materiais exclusivos do mercado brasileiro. E esperamos que estas sequências apareçam por aqui, para que haja alguma chance de redenção para nós pecadores.

Juiz Dredd Apresenta: Missionário – Lua de Sangue é um encadernado de 108 páginas coloridas em formato 18,7 cm x 25,9 cm, contendo lombada quadrada, capa dura e preço de capa sugerido de R$ 59,90.

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Royals | Conheça a nova HQ dos Inumanos

A Marvel Comics divulgou as primeiras páginas de Royals, nova série dos Inumanos que começa junto com a fase ResurrXion. A HQ vai mostrar a família real se aventurando no espaço.

 

Na trama, o núcleo da família real Inumana composto por Raio Negro, Medusa, Cristalys e Gorgon, acompanhados pelos novos Inumanos Flint e Swain e do mutante Marvel Boy, estão a caminho do planeta Kree para buscar entender melhor a herança da sua raça e aprender sobre o processo da Terrigênese.

ResurrXion é a fase que segue logo após os acontecimentos das sagas Death of X e Inhumans vs X-Men, e vai trazer uma penca de novos títulos tanto Mutantes como Inumanos. Saiba mais AQUI.

Royals tem roteiro de Al Ewing e desenhos de Jonboy Meyers.

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Demolidor de Mark Waid – Não há nada a se temer na luz

“Intencionalmente ou não, eu tendo a me manter nas sombras. Sempre tentei. E também tomo muitas decisões ruins. Talvez essas duas coisas não estejam totalmente desconectadas uma da outra. Posso ver isso agora. Que a luz não é algo que eu deva temer. Não mesmo. Digo, eu não posso enxergar, mas pelo amor de Deus, eu não sou CEGO.” – Daredevil vol.4 #18

Essa citação é da última edição do Demolidor do Mark Waid, e é uma síntese perfeita da passagem de Waid pelo personagem.

Em 2011, a Marvel relançou o quadrinho do Demolidor com o roteiro de Mark Waid e a arte de Paolo Rivera e Marcos Martin. Posteriormente, conta com a participação de outros artistas, como Mike Allred, Javier Rodriguez e Chris Samnee. Foi uma aposta arriscada, afinal, Waid veio com a ideia de transformar a revista do Demolidor em algo diferente do que vinha sendo feito com o personagem desde que Frank Miller reformulou o diabo de Hell’s Kitchen. E essa transformação funcionou, e muito bem. O título ainda levou alguns prêmios no Eisner Awards, que é o equivalente ao Oscar dos quadrinhos.

Antes de entender o significado do Demolidor de Waid, irei contextualizar as influências de Miller para o personagem.

O sucesso do Demolidor de Frank Miller e Klaus Janson, a minissérie Demolidor – O Homem sem medo e o famoso arco A Queda de Murdock, foi responsável por criar uma atmosfera sombria e uma zona de conforto para se escrever histórias do personagem.

A Queda de Murdock
A Queda de Murdock

Quase todo o material dos quadrinhos do Demolidor pós-Miller seguem uma fórmula de ATMOSFERA SOMBRIA + TRAGÉDIA COM ALGUMA NAMORADA DO MATT + DEMOLIDOR DEPRESSIVO (Chamarei carinhosamente de Fórmula Demolidor).

As fases mais notáveis pós-Miller são: Ann Noccenti e John Romita Jr., Kevin Smith e Joe Quesada, Brian Michael Bendis e Alex Maleev, e Ed. Brubaker e Michael Lark.

Essa Fórmula Demolidor deu certo, e no caso de Bendis e Maleev, deu MUITO certo, afinal a dupla até foi premiada e a passagem deles pelo título do Demolidor durou alguns anos (2001-2006). Um problema em seguir fórmulas é que elas só funcionam até se tornarem desgastantes, previsíveis e repetitivas. Logo que a fase de Bendis encerrou, quem assumiu o roteiro foi Ed. Brubaker, que é um roteirista competente e popular por fazer um bom uso do noir. As histórias da fase do Brubaker com o Demolidor são boas e interessantes, porém, muito previsíveis devido a persistência da fórmula já citada.

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Demolidor por Alex Maleev

 

Com a saída de Brubaker do título em 2009, foi a vez de Andy Diggle assumir o roteiro e, nessa altura, persistir na Fórmula Demolidor foi um erro, pois já estava saturada. Não que a passagem de Diggle seja ruim, só que não acrescenta grandes coisas para a mitologia do personagem. O acontecimento mais marcante da fase Diggle é a saga Terras das Sombras e, mesmo assim, é algo que divide a opinião dos fãs.

Terra das Sombras
Terra das Sombras

 

“Tudo era trevas antes de surgir a LUZ.” –  Credo Rosacruz

Devido ao desgaste da fórmula demolidor, algo precisava ser feito com o personagem, e então surgiu a Luz, Mark Waid, no caso.

Leitores mais assíduos de quadrinhos devem conhecer Mark Waid de trabalhos na DC Comics, sendo o mais popular O Reino do Amanhã, com a belíssima arte de Alex Ross.

Uma das características de Waid é trabalhar com o otimismo e a esperança em suas histórias, e é exatamente isso que ele fez em Demolidor.

O Matt Murdock de Waid ainda foi sobre um homem traumatizado com a perda do pai, o abandono da mãe, e a perda de seus muitos amores  (Karen Page, Elektra, Heather Glenn, e Milla Donovan). A grande diferença está no fato de Matt estar disposto a superar sua depressão com um sorriso e uma atitude alegre que beira a estranheza. Esse novo Matt até se permite fazer piadas e referências à cultura POP.

As contribuições de Waid para o personagem vão além de deixar o Matt alegre. Ele resgatou a atmosfera dos anos 60-70 com elementos dos primeiros dias do Demolidor de Stan Lee, lutando contra vilões buchas sem grandes motivações, um tom leve nas histórias e tramas curtas.

Aliado ao tom leve das histórias, a arte fluida e expressiva de Paolo Rivera, Marcos Martin, Javier Rodriguez, Mike Allred e Chris Samnee é uma grande contribuição para a atmosfera do título.

Demolidor e alguns monstros que fizeram sucesso nos anos 70 na Marvel
Demolidor e alguns monstros que fizeram sucesso nos anos 70 na Marvel

Waid ainda nos apresenta Kirsten McDuffie e Ikari, que foram gratas surpresas nas histórias.

Kirsten é o novo o interesse amoroso de Matt, é bem humorada e é uma Mulher Sem Medo para um Homem Sem Medo. Ela sabe que Matt é  o Demolidor e debocha disso, pois a identidade secreta dele já não era tão secreta como já foi um dia. E mesmo sabendo disso, Kirsten não tem medo de entrar em um relacionamento com um herói com um passado assombrado por mortes. E, ao contrário das outras namoradas do Demolidor, ela não tem um fim dramático, como as mortes de Elektra, Karen e Heather, ou a loucura de Milla.

Convenhamos, matar namoradas de super-heróis é um recurso extremamente datado. Isso funcionou muito bem quando Gwen Stacy morreu nos braços do Homem-Aranha, ou quando Elektra morreu nos braços de Matt. Foi chocante. Foi algo novo para época que foi lançado. Porém, isso se tornou uma fórmula batida para chocar o leitor.

Matt e Kirsten
Matt e Kirsten

Ikari é a versão reversa e com poderes melhorados do Demolidor que foi criado por Waid. As cenas de ação de Ikari contra o Demolidor com a arte de Chris Samnee são de encher os olhos e parar para admirar.

A principio, Ikari é só uma versão melhorada do Demolidor, mas também faz parte de uma trama maior, que é uma das características da  série. Tem tramas curtas, mas no final elas se interligam.

Ikari vs Demolidor por Chris Samnee
Ikari vs Demolidor por Chris Samnee

Um dos fatores que chama a atenção de muitos leitores do Demolidor é certa liberdade criativa que os roteiristas têm para mexer no universo do personagem. Mark Waid usa e abusa dessa liberdade, pois ele alterou o passado de alguns personagens, revelou que Foggy Nelson estava com câncer, criou Ikari ligando à origem do Demolidor, revelou a identidade do Demolidor publicamente, fez Matt Murdock abandonar Nova York, e ainda mudou o traje do Demolidor para um terno vermelho. O mais notável de tudo isso é que Waid desenvolveu suas premissas respeitando o que foi feito por escritores anteriores.

Novo traje do Demolidor
Novo traje do Demolidor

No final de 2015, Mark Waid concluiu a sua passagem nos quadrinhos do Demolidor para dar lugar a Charles Soule, o atual roteirista do título. Soule já retornou com uma atmosfera sombria para o personagem, e já está conquistando seu espaço ao sol.

Apesar de já ter retornado ao clima sombrio das ruas de Nova York, a fase de Waid foi a iluminação que precisava para o Demolidor ser revitalizado nos quadrinhos. Afinal, não há nada a se temer na luz.

 

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Co-criador da Arlequina revisitará o relacionamento com o Coringa nos quadrinhos

Paul Dini, o co-criador da Arlequina na animação do Batman dos anos 90, revisitará o romance da palhacinha do crime com o Coringa em Arlequina #17 , revista mensal da personagem que está sendo lançada no selo do DC Rebirth.

Descrição:

“Pecado Mortal – parte um!”  – Harley Sinn foi libertada da prisão, e ela está procurando uma maneira totalmente nova de machucar Arlequina … indo atrás de alguém que ela amava perdidamente! E para tornar esta edição imperdível, uma nova história de fundo começa, se passando nos primeiros dias de Arlequina com o Coringa – e co-escrito por um dos criadores originais da personagem, Paul Dini!  – “Harley ama coringa” começa com Arlequina fazendo o maior erro de sua carreira ascendente de criminosa  … acidentalmente revelando a localização do esconderijo do Senhor C.

Confira a prévia da edição:

O lançamento de Arlequina #17 será dia 5 de Abril nos EUA.

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Confira a prévia do retorno de Ben Reilly, o Aranha Escarlate

Em abril, Ben Reilly, um dos personagens mais controversos da Marvel Comics retorna com uma nova revista mensal em sua alcunha de Aranha Escarlate.

O roteiro será do roteirista premiado Peter David, que também escreve Homem-Aranha 2099, e a arte será Mark Bagley, conhecido pelos fãs do Aranha por sua passagem em Ultimate Homem-Aranha. 

Confira a prévia da primeira edição:

As questões que ficam sobre o retorno do Aranha Escarlate são:

Ele será vilão ou herói? Como ele retornou? Por que aparecem dois Aranhas Escarlate na primeira edição?

Aguardemos, pois tudo isso só será respondido em Ben Reilly: The Scarlet Spider.

A previsão de lançamento é para o final de Abril nos EUA.

 

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The Button | DC Comics divulga as capas da minissérie

A DC Comics divulgou algumas capas das quatro edições onde desenrola a trama. Desenhos assinados pelos artistas Jason Fabok, Tim Sale, Howard Porter e Mikel Janin. As capas terão um tratamento lenticular que foi tendência nos anos 90. Confira na galeria abaixo:

 

“Os dois maiores detetives do Universo DC unem-se para desvendar o mistério por trás de um certo botão de smiley manchado de sangue preso na parede da Bat-Caverna. No entanto o que começa como uma simples investigação acaba se tornando mortal e perigosa quando desperta o interesse de um terceiro personagem. Este é um mistério tecido ao longo do tempo, e a contagem regressiva começa aqui” diz a sinopse da DC Comics.

The Button terá quatro partes, que serão divididas e publicadas entre abril e maio, nas edições #21 e #22 das HQ’s do Batman e do Flash.

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James Bond | Kieron Gillen escreve a nova HQ do Agente Secreto

O agente secreto mais famoso do mundo vai ganhar uma nova HQ produzida pela Dynamite Entertainment e escrita pelo roteirista Kieron Gillen. James Bond: Service começa a ser publicada em maio nos Estados Unidos.

 

A sinopse diz: “Bond vai enfrentar um assassino que pretende exterminar a “relação especial” entre a Grã Bretanha e os Estados Unidos. Seja usando de artimanhas políticas ou simplesmente apontando um rifle para pessoas na cidade de Enfield. A aventura vai levar os talentos mortais de Bond a seus limites a fim de derrotar o assassino e evitar o provável desastre geopolítico.”

Gillen é conhecido por trabalhos em Star Wars: Darth Vader Vol. 2, Wolverine Origens II e na elogiada The Wicked + The Divine. Que ganhou o prêmio de Melhor História em Quadrinhos Inglesa de 2014.

James Bond: Service terá artes de Antonio Fuso.

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Deadpool vai matar o Universo Marvel… de novo

Sabe o Deadpool? Sabe o Universo Marvel? Então, o Mercenário Tagarela vai acabar com ele, de novo. O editor-Chefe Axel Alonso, por meio da sua conta no Twitter, anunciou a HQ Deadpool Kills the Marvel Universe Again.

Em 2012 a Marvel Comics já tinha publicado Deadpool Mata o Universo Marvel, minissérie em quatro partes, onde Wade sai pelo mundo matando todos os super-heróis. De formas violentas como atirando na cabeça do Homem-Aranha ou de formas inusitadas como usando as Partículas Pym para tornar o Mjolnir de tamanho gigante e esmagar o Thor. O massacre atinge inclusive a equipe criativa da produção.

Não foi divulgada nada sobre a trama de Deadpool Kills the Marvel Universe Again, nem quem ficará a cargo do roteiro. A arte é de Dave Johnson.

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