O destino dos irmãos Lannister deixou muitos fãs divididos e uma semana após o término da série, Nikolaj veio em defesa de seu personagem sobre seu último ato de amor.
”Bronn aparece e Jaime percebe que ele foi enviado lá por Cersei para matá-lo e Tyrion – é essa estranha verificação da realidade”, disse Coster-Waldau à HBO. ”Cersei tem um jeito de garantir que você não se esqueça dela. Esse ato é uma coisa tão extrema. Eu não acho que Jaime acredite que Bronn vá matá-los, porque ele é um homem de negócios.”
O diálogo com Sansa sobre seu desejo de estar lá quando executassem Cersei foi o ponto de virada.
”Ele sabe que Cersei provocou Daenerys e ela subestimou seu inimigo. Toda a sua vida tem sido sobre tentar proteger Cersei e tentar estar perto dela. Ele a ama – é amor incondicional. Está tão arraigado nele. Jaime e Bronn estavam juntos quando o exército Lannister foi atacado por Drogon – eles viram em primeira mão o que Dany pode fazer. Se você for contra os dragões, vai morrer.”
O ator continuou falando sobre Brienne.
”Em um mundo diferente, Jaime teria ficado com Brienne. O que os dois tiveram foi algo diferente – um amor muito puro e inocente. Há uma parte dele que deseja que não possa ser quem ele é. É uma daquelas coisas que fazemos em Game of Thrones. Você tem essa ideia do que quer que esses personagens façam e supostamente termina bem para esses dois, já que passaram por tantas coisas juntos – mas não é assim que acontece. A mais extrema de todas essas cenas é quando Myrcella revela sobre ser sua filha e que está feliz por ele estar. Tem esse momento de felicidade e depois, ela morre em seus braços.”
Seu desejo de morrer junto com sua amada já estava traçado pelo próprio personagem.
”Bronn pergunta a ele: Como você quer partir? Jaime diz: Nos braços da mulher que amo. É aí que ele morre. O mundo inteiro está caindo ao seu redor. É uma coisa poética.”
A FOX liberou o primeiro trailer de Ford v Ferrari, que conta com James Mangold na direção e Christian Bale e Matt Damon nos papéis principais.
Watch the new trailer for #FORDvFERRARI directed by James Mangold, starring Matt Damon and Christian Bale. In theaters November 15. pic.twitter.com/2MRtNbTtPh
Durante a década de 1960, um grupo de engenheiros americanos é designado pela empresa automobilística Ford para construir um carro de corrida mais rápido que o da, até então campeã, empresa italiana Ferrari. Tudo culmina na corrida do Campeonato Mundial Masculino, que acontece na França em 1966, onde o melhor carro deve vencer.
A recente minissérie da HBO que reconta o desastre em Chernobyl tem ganhado a aprovação de críticos e telespectadores pela perfeita ambientação e fidelidade em determinados eventos pós-explosão.
Cada episódio exibido é como um golpe em nosso estômago pela forma que tudo se desenrolou e nos causa angústia misturada com agonia em ver tantos personagens em meio a radiação, que atua como um fantasma.
Por conta disso, acredito que muitos assistem se perguntando o que é real ou não. Pensando nisso, o Screen Rant falou do processo real da limpeza no telhado da usina para retirar os detritos radioativos.
Sim, aquela cena foi real!
O quarto episódio mostrou a fase de limpeza que aconteceu no final de 1986. Antes de colocar o famoso sarcófago, os destroços misturados ao grafite precisavam ser removidos ou ao menos colocados de volta ao núcleo para que este sarcófago pudesse começar a cobrir tudo. Inicialmente, robôs como STR-1 e o Mobot foram utilizados para a remoção, porém não funcionaram devido a radiação.
Diante disso, a URSS e a Comissão de Chernobyl recorreram aos voluntários, que ficaram conhecidos como biorrobôs, para removerem tudo que estava no telhado. Segundo o livro Chernobyl: Confessions of a Reporter, a maioria era de meia-idade. A outra regra crucial era permanecer por um curtíssimo período de tempo e todo o equipamento era descartado logo em seguida. Este processo permaneceu durante um bom tempo. Durante o verão de 1986, mais de 3.820 biorrobôs retiraram os restos radioativos do teto da usina. Este número saiu bem depois, porque acreditava-se que eram 3.400 homens envolvidos nessa missão suicida.
Confira o curto vídeo sobre essa tarefa difícil:
Muitas pessoas também relatam suas viagens pela Zona de Exclusão e contam em detalhes como a flora e fauna criou forças para seguir tantas décadas depois do acidente. Já outros compartilham histórias de quem passou por uma das fases mais sombrias da humanidade. Como foi o caso de Slava Malamud, que foi ao Twitter contar que seu padastro esteve envolvido com as aldeias condenadas e controle de animais mostrados neste mesmo episódio 4.
"No, I won't", he said. "Don't want to." "Why not? It's very well made and you can get the dubbed Russian version online…" "Because I was there, that's why. And I don't need this again." Turns out, my step-father, then Captain Veytsman, was sent to the Exclusion Zone in 1986… pic.twitter.com/jkF39fz7tl
Ele convidou seu padrasto para assistir a minissérie na TV e acabou descobrindo que ele trabalhou no desastre de Chernobyl, em uma área que foi chamada de eliminação das consequências.
“Eu estava lá e não quero mais assistir a isso”, disse o ex-tenente Vladimir Veytsman, que nunca havia dito uma palavra sobre isso antes.
O Series Finale de Chernobyl será exibido amanhã (3).
Mais uma cinebiografia está a caminho pela MGM e agora conheceremos um pouco mais da vida e carreira de Boy George.
O longa vai traçar a vida do cantor desde sua infância em Woolwich, no sudeste de Londres, com seus pais irlandeses e quatro irmãos, até sua ascensão durante a era do New Romantic do Pop.
Como parte do grupo Culture Club, garantiu sucessos como Karma Chameleon, Do You Really Want to Hurt Me, I Just Wanna Be Loved e entre outros. Os outros integrantes são: Jon Moss, Roy Hay e Mikey Craig.
O estilo andrógino de vestir de George chamou a atenção do público e da mídia.
Acredito que em algum momento da vida de vocês tenham ouvido pelo menos essa música da banda:
Sacha Gervasi ficará responsável pelo roteiro e direção.
A revista Heavy Metal da Mythos Editora provou-se um sucesso e está retornando com sua Segunda Temporada, e a primeira edição já está disponível nas bancas e lojas especializadas do país. Confira detalhes abaixo!
A nova Heavy Metal começa sua segunda eletrizante temporada trazendo mais histórias fora da caixa, que irão te deixar fora do eixo! A última parte do intrincado Mundo dos Labirintos. A estreia dos soldados presos numa realidade decadente em Ratos Turvos e do futuro distópico e insano de Outlier. A volta dos macabros Contos de Telguuth e o início de uma das mais épicas sagas de Sláine: Os Livros das Invasões!
A Segunda Temporada, assim como a anterior, será composta por cinco edições que trarão aventuras violentas, chocantes, criativas e visualmente estupendas retiradas diretamente das páginas da revista semanal britânica 2000 AD.
Nesta temporada haverá a conclusão de Mundo dos Labirintos, uma das séries mais elogiadas da temporada anterior. Na quarta edição será marcada a estreia de A Ordem, uma HQ situada no século 13 onde um grupo de guerreiros medievais enfrenta vermes extradimensionais com auxílio de tecnologias além de seu tempo.
Há alguns meses chegou ao Brasil o sétimo volume de Saga, cultuada obra da autoria de Brian K. Vaughan e Fiona Staples. Agora, o oitavo encadernado deste épico já está em pré-venda em mais um lançamento da editora Devir! Confira detalhes abaixo.
Após os eventos traumáticos da Guerra por Phang, Hazel, os pais dela e os seus companheiros sobreviventes embarcam em uma aventura transformadora na fronteira mais ao oeste do cosmo. E mais: duas histórias fechadas revelam os destinos de O Querer e Ghüs, dois dos personagens favoritos dos fãs.
Este volume reúne as edições 43 a 48 da revista original publicada nos EUA pela Image Comics, onde a série já possui 52 edições publicadas e continua sendo lançada. A previsão de lançamento do oitavo encadernado é dia 21 de junho, e no exterior, o volume 9 chegará às comic shops em setembro.
É completamente compreensível aprimorar seu gosto por produções televisivas após ter se deparado com alguma que tenha prendido a sua atenção totalmente e assim, filtrar o que for assistir. Esse foi o pensamento de nossa Arya Stark em relação a roteiros recebidos.
Conversando com Digital Spy, Maisie comparou o roteiro de Game of Thrones com projetos que a mesma recebeu.
”Eu leio outros roteiros agora e penso: Isso é lixo! As histórias simplesmente não são complexas. E então, às vezes, você lê um roteiro que definitivamente tem 30 páginas a mais e pensa: Mas ainda não há mudança!”
Ela continuou.
”É realmente difícil encontrar algo que te surpreenda. Acho que é isso que o show sempre fez tão bem. E você não pode fazer esse tipo de escrita, a menos que seja bom em escrever, porque caso contrário, isso se torna um absurdo. E você está apenas sendo chocante por ser chocante em vez de escrever algo que é crível.”
Após uma jornada árdua e difícil, Arya decidiu explorar o que existe para além do Oeste de Westeros.
Godzilla: Rei dos Monstros é uma produção apaixonada por seu material-base, por diversos fatores. Mas os monstros sendo creditados como eles mesmos, é provavelmente o mais fascinante. Talvez seja pelo fato de que eles são tratados como as grandes estrelas e isso demonstre um certo respeito para com a audiência. Pois o que o público quer ver é simples: Uma gigantesca batalha de titãs. Sob essa ótica, o longa é mais do que apenas satisfatório.
Enquanto o primeiro filme revela a existência dos titãs, Rei dos Monstros lida com as consequências disso. A Monarca responde processos e a humanidade questiona: “O que devemos fazer com essa criaturas?” Mas quando King Ghidorah (um dragão de três cabeças) emerge, só há uma forma de pará-lo: Godzilla.
Ghidorah
Para representar lados opostos de uma mesma moeda, o roteiro de Michael Dougherty, Max Borenstein e Zach Shields, utiliza Emma Russel (Vera Farmiga), Mark Russel (Kyle Chandler) e Madison (Millie Bobby Brown) para construir um drama de cisão familiar. Tudo isso serve como pano-de-fundo a fim de que se construa uma óbvia porém eficiente metáfora sobre o tema do filme: Coexistência.
Apesar de ser permeado por diálogos redundantes, o script de Rei dos Monstros é extremamente interessante. Pontuado por questões ambientais relevantes e até mesmo inesperadas reviravoltas, é incompreensível pensar que esse filme é incompreensível. Contudo, as performances auxiliam bastante esse aspecto. Não apenas Farmiga obtém atenção do espectador com um ótimo discurso sobre a estupidez humana. Assim como, Ken Watanabe, com seu Serizawa, entrega um ótimo e quase poético arco.
Emma Russel (Vera Farmiga)
Mesmo que os humanos sejam surpreendentemente interessantes, o público veio pelos monstros. Cada aspecto técnico contribui para a construção dos personagens. Não apenas como eles parecem, mas como se comportam. Acredite ou não, existe um arco dramático para Godzilla extremamente bem executado. Não apenas ele, mas a encantadora Mothra, o furioso Rodan e o implacável King Ghidorah também possuem funções claras dentro da narrativa.
Quanto à direção, Dougherty traz um gigantesco senso de imponência nas batalhas e faz o impossível para imergir o público nesse mundo. Porém, nada disso seria possível sem a direção de fotografia de Lawrence Sher, com a escuridão contrastando com as diferentes cores fluorescentes representadas pelas habilidades dos titãs. Cada traço de sua identidade visual contribui para o tom apocalíptico do longa. As imagens são extremamente poderosas e o que é feito aqui, beira ao bíblico.
A trilha sonora por Bear McCreary também possui relevância para o individualismo das criaturas. O compositor retoma alguns dos temas originais compostos por Akira Ifukube e os utiliza da maneira mais gloriosa possível. É tão satisfatório testemunhar Zilla rugindo ao som de seu tema, elevando o épico de uma forma indescritível. Cada faixa parece compreender a emoção necessária existente em cada cena.
Em suma, Godzilla: Rei dos Monstros é basicamente o filme de kaiju perfeito. A produção compreende o desejo do público enquanto entrega um épico caótico visualmente soberbo e o maior confronto de monstros da história do cinema. Pelo menos até o momento em que o King Kong quiser reivindicar o trono.
Aparentemente, os rumores estão se concretizando aos poucos. O MCU Cosmic informa que a Marvel Studios está considerando um papel para Keanu Reeves em Os Eternos.
Ao que tudo indica, o ator deve interpretar Druig, que será o principal antagonista do grupo na obra. Keanu ainda está em negociações com a Marvel.
Até o momento, estão confirmados no elenco: Angelina Jolie, Richard Madden,Kumail Nanjiani e Dong-seok Ma.
Keanu Reeves é um ator, cineasta, escritor, produtor cinematográfico e músico canadense, nascido no Líbano. O astro ficou famoso após interpretar Neo na trilogia Matrix. Atualmente, a personalidade hollywoodiana vem ganhando notoriedade devido a sua participação nos filmes da saga John Wick.
Quando os seres cósmicos conhecidos como ‘Celestiais’ realizam experimentos genéticos em humanos, criando assim, indivíduos super-poderosos e certas figuras vilanescas conhecidas como Deviants. Os dois grupos partem em uma batalha contra o outro através da História, para ver qual raça se tornará a dominante. A história envolve o romance entre Ikaris, um homem movido pela energia cósmica, e Sersi, que prefere viver entre os humanos.
Lançado em 2017, Dunkirk foi dirigido e escrito por Christopher Nolan, sendo o último lançamento do diretor até o momento. O longa nos mostra a história da Operação Dínamo: a evacuação de diversos soldados aliados que estavam encurralados e sofrendo diversos ataques do inimigo na cidade de Dunquerque, na França. Ao decorrer do longa, observamos a trama a partir de três visões distintas: no mar, através de um soldado britânico lutando para sair vivo de Dunquerque; No ar, por meio dos pilotos da Força Aérea que dão suporte aos soldados presos na cidade e no mar, onde cidadãos comuns oferecem seu barco para auxiliar na evacuação. Dunkirk foi indicado a oito categorias do Oscar e acabou levando três prêmios, dentre eles o de Melhor Mixagem de Som e de Melhor Edição de Som.
Quando fui assistir Dunkirk nos cinemas, tive a oportunidade de conferir o longa em IMAX e devo dizer que foi uma das minhas melhores experiências cinematográficas – não só pela fotografia imersiva e pela trama envolvente, mas também pela total imersão sonora que eu tive assistindo nesse formato. A trilha sonora de Hans Zimmer em conjunto com os tiros e as explosões na guerra, fizeram com que eu sentisse a tensão e o medo em cada momento do filme, como se eu estivesse no cenário. O que Nolan e Zimmer fizeram em Dunkirk é digno de reconhecimento: eles conseguiram criar uma experiência sensorial e imersiva unindo a fotografia ao som. Antes de entrarmos em mais detalhes de como foi feito esse processo, precisamos ter em mente os processos distintos que são a edição de som e a mixagem de som.
A edição de som é responsável por captar todos os sons (ambiente, diálogos, objetos, etc) para o filme. Em Dunkirk no caso, seriam parte desse processo os sons de tiro, bombas, água, avião, dentre outros elementos que causam essa experiência sensorial no telespectador. Esses sons são gravados antes e são colocados no filme durante a pós-produção do mesmo. Na mixagem de som, o som previamente gravado é organizado inserido ao longo do filme. Essa etapa é importante demais, pois afeta a harmonização do longa – por exemplo, se o filme tiver uma Mixagem de Som ruim, teríamos vários ruídos e sons que causariam uma certa confusão na identificação de cada um. No fim das contas, o diferencial da trilha sonora está na mixagem de som.
A trilha sonora do longa foi composta por Hans Zimmer e nela podemos notar barulhos como tique-taques de um relógio, batimentos cardíacos, dentre outros junto com um som crescente que parece aumentar sempre, sem parar de subir. São essas presenças na trilha que marcam o clima de tensão da mesma e contribuem para a imersão do ambiente presente no longa, dando a tensão necessária aos momentos apresentandos durante a trama. Uma breve curiosidade é que foi Nolan quem entregou os barulhos do relógio para Zimmer produzir as trilhas do longa.
A sensação de tensão causada pela trilha é consequência de uma ilusão auditiva na qual faz com que o ouvinte ache que o som está se comportando de uma determinada forma. A ferramenta usada para isso é a Escala de Shepard, sendo ela a responsável pela sensação do aumento da intensidade sonora ao longo do filme. Nessa escala, os tons estão sempre subindo ou descendo e esse efeito é resultado da mistura de escalas, empilhadas entre si – uma escala aguda, uma média e outra grave – com um oitavo entre elas, tocados em repetição. Christopher Nolan já faz uso da Escala de Shepard em diversos filmes anteriores a esse: em Interstellar, Inception e na trilogia The Dark Knight – todas estando em parceria com Hans Zimmer. Inclusive, Nolan já confirmou em uma entrevista que faz uso de fato dessa escala e que escreveu o roteiro de Dunkirk pensando nela. Logo abaixo está um vídeo, que recomendo bastante, falando sobre a trilha do longa e como ela transmite toda a sensação debatida ao longo do artigo – com legenda disponível na configuração.
Dunkirk acaba se tornando uma experiência cinematográfica única ao combinar fotografia e som, fazendo com que o telespectador tenha total imersão no cenário da guerra em Dunquerque. Sem dúvida alguma, vale a pena conferir o longa.