A Netflix em parceria com a DreamWorks anunciaram nessa terça-feira (03/05/2019), que estará produzindo uma série animada da franquia Jurassic Park, que será denominada de Jurassic World: Camp.
A trama do desenho se passará em paralelo com a história do primeiro reboot lançado em 2015, que conta com Chris Pratt no papel principal.
Scott Kreamer e Lane Lueras serão os showrunners, enquanto Steven Spielberg e Frank Marshall, atuarão nos bastidores do seriado como produtores executivos.
'Jurassic World: Camp Cretaceous’ animated series will premiere on Netflix in 2020 from @DWanimation, with Steven Spielberg, Frank Marshall, and Colin Trevorrow executive producing
A série cinematográfica iniciou-se em 1993, tendo cinco longas-metragens já lançados; estrelados respectivamente por Jeff Goldblum, Laura Dern, Sam Neill, Samuel L. Jackson, BD Wong, Chris Pratt e Bryce Dallas Howard.
A Disney liberou um novo cartaz internacional de Frozen 2, que terá o retorno do comediante Josh Gad, e a direção ficará por conta da dupla Jennifer Lee e Chris Buck.
Acompanhada por um vendedor de gelo, a jovem e destemida princesa Anna parte em uma jornada por perigosas montanhas de gelo na esperança de encontrar sua irmã, a rainha Elsa, e acabar com a terrível maldição de inverno eterno, que está provocando o congelamento do reino. Diz a sinopse do primeiro filme.
Segundo Ryan Unicomb, ex-chefe do departamento de efeitos visuais da Warner, a empresa tem interesse em incluir Vanessa Hudgens no elenco de The Batman como a Mulher-Gato. A personagem já foi confirmada como uma das principais antagonistas do filme.
Ryan afirma que para a galeria de vilões do Homem-Morcego, a Warner quer os seguintes atores: Theo Rossi (Bane), Josh Gad (Coringa) e Nicholas Hoult (Pinguim). Já para o papel do Alfred, a empresa deseja que o ator Richard Lee Grant encarne a nova versão do mordomo de Bruce Wayne.
The Batman será um filme situado na década de 90, no qual mostrará o cavaleiro de Gotham investigando um misterioso assassinato que envolve os principais vilões da mitologia do herói.
Após perder seus pais devido a um assassinato a sangue frio, o milionário Bruce Wayne prometeu vingança em nome de seus progenitores, protegendo as ruas deGotham dos criminosos, sob o manto do herói Batman.
A Disney anunciou por meio de sua conta no Twitter, o programa Launchpad: Shorts Incubator, que será uma oportunidade de cineastas independes produzirem suas obras autorais para o vindouro serviço do streamingDisney+.
Disney has announced Launchpad: Shorts Incubator, a new opportunity for underrepresented directors with diverse perspectives to create short films for the Disney+ streaming service. (Source: https://t.co/qqOA7av2me) pic.twitter.com/ONRb1lDkXQ
Disney+ trará diversas novidades a respeito dos universos Star Wars, Marvel, Pixar e obviamente, Disney. Propriedades da FOX também estarão no catálogo da plataforma.
Disney+ chega em 17 de Novembro nos Estados Unidos e apenas no segundo semestre de 2020 no Brasil.
Atenção, essa matéria contém spoilers de Homem-Aranha: Longe de Casa
Nessa segunda-feira (03/06/2019) foram exibidas diversas sessões testes de Homem-Aranha: Longe de Casa nas principais capitais dos Estados Unidos, com o intuito de mostrar ao público o tom e o andamento do longa.
Após as apresentações, inúmeras pessoas relataram em suas redes sociais, suas experiências com o filme.
Dito isso, vários indivíduos confirmaram aquilo que já era óbvio: Norman Osborn está presente no filme e foi ele quem comprou a antiga Torre Stark. Mais detalhes sobre a sua participação não foram revelados.
Lembrando que as cenas exibidas na sessão testes, não necessariamente estarão presentes no resultado final. É muito comum as grandes produtoras alterarem detalhes de suas produções antes das mesmas estrearem nas telonas de todo o mundo.
A seguir, você pode conferir algumas imagens inéditas da obra.
Peter Parker e seus amigos viajam para a Europa nas férias de verão. Entretanto, os amigos mal poderão descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente.
Homem-Aranha: Longe de Casa estreia em 4 de Julho.
Na reta para a maior feira de jogos eletrônicos do mundo, a E3, temos por consequência que os lançamentos próximos a ela sejam mais mornos sem muito destaque, posto que a maioria das empresas costumam guardar o ouro para a divulgação no evento.
No entanto, algumas pérolas podem passar despercebidas neste período, o que é o caso do lançamento de Final Fantasy XII – The Zodiac Age, a versão mais parruda remasterizada do jogo lançado inicialmente em 2006 para PS2, e com novidades notáveis, lançada no mês passado para Nintendo Switch e Xbox One.
É importante lembrar que a versão já havia sido lançada para PS4 e a análise em questão foi realizada no Nintendo Switch.
A versão Zodiac Age original chamada Zodiac Age International foi lançada somente no Japão em 2007 para PS2 e possui mudanças relevantes em relação ao jogo original como por exemplo uma classe definida que correspondem a um signo do zodíaco sendo possível que cada membro da sua equipe tenha até 2 classes diferentes, cada uma com a sua respectiva árvore de habilidades.
Final Fantasy XII se passa em Ivalice, reino amado por muitos fãs da saga e que muita gente conheceu através de Final Fantasy Tactics para o Game Boy Advance.
Mapa dos reinos
Mais especificamente no reino de Dalmasca, que está entre dois gigantes impérios que travam guerra por poder sem fim, a nossa jornada começa através da perspectiva do irmão do nosso protagonista carismático Vaan.
Com um tom tecnológico que usa “magia ao invés de eletricidade”, uma resistência em meio a um império tirano e uma aventura que vai contra todas as probabilidades, temos a trama bem desenvolvida e fechada em uma das melhores ambientações já feitas na série (E confesso que em muitas vezes me remeteu à sensação passada pelos Star Wars clássicos).
O combate de Final Fantasy XII sempre foi aclamado por estar muito à frente do seu tempo e isso se reflete ainda hoje, mais de 10 anos depois do lançamento do jogo original.
Isso porque o jogo te dá as ferramentas necessárias para se moldar o comportamento das inteligências artificiais de todos os membros da sua equipe de uma maneira bem intuitiva e descomplicada que é o sistema de “Gambits”.
Comprando mais gambits e abrindo mais espaços para novos, você vai podendo expandir ainda mais o comportamento de cada personagem.
Parece difícil mas é nada mais que um sistema de “condições” para cada situação onde você vai definir o comando a ser cumprido caso aquela condição seja cumprida, isso tudo numa ordem de prioridades.
No quadro acima por exemplo temos na primeira linha a condição “se algum aliado estiver com o status de silence” e na sua frente a ação escolhida que é “usar o item echo herbs” (que curam o status silence).
Caso não haja ninguém com status silence ele segue para o próximo gambit que tem a condição “se ele próprio estiver com HP menor que 70%” com a ação determinada “first aid”, que é a auto-cura do personagem, e por aí vai.
Pode parecer muito complexo de início mas o jogo é extremamente intuitivo e flui numa cadência amigável que lhe permite aprender, testar e aperfeiçoar as várias combinações de condições, ações e ordens de prioridade,
A história possui uma cadência invejável a muito jogo atual e ainda conta com uma trilha sonora reorquestrada, mas que pode ser mudada pra trilha original caso você seja nostálgico.
Os gráficos fluem muito bem, tanto no modo portátil como na TV e mais uma vez o console portátil da Nintendo tem se reafirmado como uma das melhores plataformas pra se jogar RPG’s na atualidade pela portabilidade que ajuda nas horas do bom e velho “farm”.
O folclore, as criaturas e mais diferentes raças em Ivalice mostram uma diversidade crível e o ambiente é bem imersivo fazendo deste um jogo indispensável a qualquer possuidor de Nintendo Switch.
Nota 9/10
Enquanto o remake do Final Fantasy VII não sai, dá pra se divertir com outros universos tão ricos da série e Ivalice e Final Fantasy o fazem com louvor, te garantindo, dependendo do tipo de jogador que você é, em torno de 100 horas de jogo.
Agradecimentos à Square Enix pela cópia digital do jogo, e ao Luiz Cláudio Andrade pelo desenvolvimento e ajuda.
Foi revelado através do site Collider, que o famoso cineasta Quentin Tarantino está trabalhando no roteiro de um crossover de Django e Zorro.
Tarantino está atuando nos bastidores do longa ao lado de Jerrod Carmichael, roteirista do seriado The Carmichael Show.
Todavia, Quentin não deve dirigir o longa, sendo creditado apenas como produtor executivo e roteirista.
O filme será baseado nos quadrinhos de mesmo nome, no qual se passa 12 anos após a adaptação cinematográfica protagonizada por Jamie Foxx. Na trama, Django presta serviços para Zorro, que pretende libertar os escravos locais que sofrem de condições precárias.
Quentin Tarantino é um cineasta, roteirista, produtor e ator americano. Alcançou a fama rapidamente no início da década de 1990 por seus roteiros não-lineares, uso de violência gráfica, diálogos ricos e diversos, com uma mistura irônica de humor e violência.
O crossover entre ambos os personagens não possui data de lançamento.
Durante uma entrevista para a Vartiety, Harrison Ford comentou que as filmagens de Indiana Jones 5 começarão na próxima semana. Até o momento, não foi anunciado quem será o diretor do quinto filme da franquia.
Recentemente, Ford comentou que a saga só irá acabar quando ele morrer; ou seja, ainda veremos muito do Indiana Jones nos cinemas.
Criado por George Lucas e Steven Spielberg, Indiana Jones é um personagem inspirado nos heróis de séries e filmes de ação dos anos 1930. Além dos quatro longas protagonizados por Ford, há um seriado denominado de O Jovem Indiana Jones, que conta as histórias do aventureiro quando era mais novo.
A Netflix anunciou através de suas redes sociais, que em breve lançará uma animação de Magic: The Gathering produzida pelos Irmãos Russo, diretores de Guerra Infinita e Ultimato.
“Esta série vai passar pelos gêneros de suspense, terror, drama e vai desenvolver profundamente os personagens de uma forma que não costuma ser vista em animações” Comentou Isaac Krauss, CEO da empresa Octopie Network, que também estará produzindo o desenho.
Magic é um jogo de cartas colecionáveis criado por Richard Garfield, no qual os jogadores utilizam um baralho de cartas de acordo com o seu modo individual de jogo, para tentar vencer o baralho adversário.
HUGE ANNOUNCEMENT TIME: Netflix and Wizards of the Coast are teaming up with Joe and Anthony Russo to make a Magic: The Gathering anime series and this teaser of Chandra has me asking QUESTIONS. pic.twitter.com/vljlEtl0Mq
Os Russo são uma dupla de cineastas que começaram suas carreiras no mundo da sétima arte, como roteiristas e diretores do filme Tudo Por Um Segredo. Em 2013, os irmãos foram chamados pela Marvel Studios para dirigirem o segundo longa do Capitão América.
Magic: The Gathering não possui data de lançamento.
“Aumenta que isso aí é rock ‘N Roll!” (Celso Blues Boy)
Já fazia muito tempo que eu queria ler Xampu do Roger Cruz. O trabalho totalmente autoral de um dos maiores quadrinistas brazucas já tinha me chamado atenção quando foi publicado pela primeira vez pela Devir, mas na época, em 2010, não consegui comprar. Anos se passaram, chegavam momentos, em que eu quase as comprava, mas sempre acontecia algo inesperado e as HQ’s ficavam para trás. Que naquele momento já acumulavam três volumes elogiadíssimos por várias pessoas. Mas finalmente a espera acabou. Já sendo publicada pela Panini, com um lindo box que lembra um vinil, a trilogia Xampu estava nas minhas mãos. E que satisfação.
Falar de uma história que foi publicada dez anos atrás, ou melhor, que começou dez anos atrás, é chover no molhado. Inúmeras resenhas sobre os três volumes estão aí na internet a um clique de distância para quem quiser. Eu prefiro falar de sentimentos. Prefiro falar de como me tocou ler algo que me pareceu tão próximo. Algo que imagino que o Roger Cruz sentiu ao fazer essa epopeia musical que mistura vidas, emoções, passado e lida com o futuro de cada um. E como cada caso parece peculiar e tão próximo.
Vamos ambientar. Era década de 90. O Brasil estava recém-saído de uma ditadura terrível. Começávamos a dar os primeiros passos para uma liberdade de expressão que os jovens não estavam preparados ainda. Não tínhamos mais as cabeças de poesias de protestos contra militares e regimes ditatoriais. Estávamos indo na emoção de onde o vento apontava. O ruim? Viramos muitas vezes massa de manobra. O jovem começou a ser visto como o futuro do país que era regido por velhos dinossauros de Brasília que estavam lá desde antes do Golpe Militar. Os Caras Pintadas foram para as ruas e “derrubaram” um presidente jovem cheio de erros. De uma democracia jovem e ainda cambaleava. Era meio que anunciado que as eleições de 1989 seriam uma bomba pelo caminho que estava seguindo. Mas era uma época em que mexer com política, não era o forte do pessoal. Nem muito o objetivo. Estávamos em uma época que o som era sujo. Amplificadores ao máximo e distorção potente. Era o nosso momento de gritar. Algo do tipo: “vocês lutaram bem, mas quem vai surfar essa onda seremos nós!”
Xampu retrata muito disso. Do estarmos vivendo o agora. O agora é que importa. Deixa-me curtir minha vibe. E o depois? Que se foda o depois! Roger Cruz, em um relato pessoal e visceral, faz o leitor entrar no apartamento de Max, Sombra e do resto da banda The Suckers e se sentir parte da história viva. Nas festas. Nos momentos alegres. Nos momentos de papo furado. Nas transas. E nos momentos conturbados e sombrios. Tudo esteve ali. Tudo aconteceu ali. E dá para sentir. As pequenas tramas, que são fechadas, vão se desenrolando e se misturando cronologicamente, mostrando sentimentos incríveis de cada personagem. E cada personagem sempre lembra de alguém que você realmente conheceu na vida real. Assim como o seu auge e como o seu final. Impossível você não ter conhecido alguém que era o fodão da turma. A mina mais linda da turma. O cara mais legal e sensível da turma. O mais desligado. A pessoa que se perdeu na vida. Aquele ou aquela que teve um triste fim.
Particularmente, Xampu, mexeu muito comigo. Eu tive diversas bandas durante a década de 90, e como toda banda daquela época, o sonho de gravar um CD, ficar famoso, aparecer no Programa Livre do Serginho Groisman, ter um clipe na MTV e viver em turnê pelo mundo era forte. Quantos e quantos shows undergrounds em lugares fedorentos foram feitos! Diversas roubadas se metemos! Quantas bebedeiras. Algumas drogas. Algumas paixões. Correspondidas. Outras paixões não. Quantas decepções. E quantas risadas! Ah foram muitas risadas!
Esse de blusa verde sou eu!
O mais legal de uma mídia como os quadrinhos é despertar isso em você. Velhos sentimentos. Antigos cheiros. Se fazer questionar. “Se eu tivesse agido assim… como seria?”, sim esse é o verdadeiro intuito de um quadrinho potente como Xampu. Acredito por ser autobiográfico, ele tenha essa facilidade. Mas ao mesmo tempo ele é acolhedor. Como um velho amigo que te abraça e vocês começam a relembrar antigas histórias da galera e procura saber como está o pessoal atualmente.
Mas engana-se quem pensa que Xampu é somente para quem viveu, ou esteve próximo daquela época. Não. Como eu disse antes, é fácil você reconhecer alguém da sua turma que seja como os personagens da HQ. E até mesmo se reconhecer nela. Eu mesmo lendo o quadrinho, comecei a me enxergar em um mix de personagens. Mas Xampu é sobre isso. É sobre uma época que foi única, que serve de reflexo para amigos que você conheceu ou ainda conhece. Um registro bem incrível da década de 90, que eu gostaria de ver mais em quadrinhos nacionais.