O cineasta Matt Reeves confirmou através do seu perfil na rede social Twitter, que o ator Colin Farrell viverá o vilão Pinguim em The Batman.
Colin Farrell é um ator irlandês. Estrelou filmes como Minority Report, Alexandre, Miami Vice, O Novo Mundo e Fantastic Beasts and Where to Find Them. Em 2009 venceu o Globo de Ouro de Melhor Ator em Comédia ou Musical pelo seu papel de Ray no filme In Bruges.
Até o momento, o elenco do filme é composto por Robert Pattinson, Zoë Kravitz, Paul Dano, Colin Farrell, Andy Serkis, Jeffrey Wright, John Turturro e Peter Sarsgaard.
The Batman será focado nos primeiros anos de Bruce Wayne como o cavaleiro das trevas. Entretanto, sua origem não será recontada e não haverá um flashback da morte de Thomas e Martha Wayne, apenas uma pequena menção durante a trama.
Após uma participação tímida no ano anterior que se resumiu ao público geral bate-papos, sessões de autógrafo, concursos realizados em seu estande principal e o teste de jogos oferecido somente à imprensa e convidados em uma sala secreta na qual, dentre o seleto número de presentes, a Torre teve acesso, em 2019 pode-se dizer a Nintendo voltou para valer à Brasil Game Show. Agora todos os presentes puderam testar o que a empresa preparou para a feira, o que não acontecia desde 2012 às vésperas do lançamento do Wii U.
E assim filas se formaram no melhor estante da feira para jogar Super Mario Maker 2, Legend of Zelda: Link’s Awakening, Super Smash Bros. Ultimate e Luigi’s Mansion 3. Como o último citado era o único jogo na feira ainda não lançado pela Nintendo, foi o que provocou maior fila de espera. Sua alta procura também pode ser vista por outro lado: O menor número de jogadores ativos de Nintendo Switch no Brasil, em virtude de sua companhia não ter representação oficial no país e assim fazendo seu console e jogos serem adquiridos somente via importação. Dessa forma, muitos que visitavam o espaço para testar o jogo poucas ou até nenhuma vez tinham jogado o console e não tinham familiaridade com seu controle. Ali mesmo no estante era possível perceber uma consequência bizarra de tudo isso: os consoles disponíveis para teste estavam guardados em caixas trancadas com cadeado. Como o Nintendo Switch não está à venda no país, a empresa optou por não deixá-lo exposto.
Para contornar a situação, a Nintendo tomou o cuidado de cada máquina ter um instrutor para auxiliar o público durante o teste. Outra estratégia acertada foi a distribuição de brindes, algo visivelmente abandonado pelas demais fabricantes de consoles na BGS. Quem jogava Super Mario Maker 2 ou The Legend of Zelda: Link’s Awakening independente de sua performance ganhava um pôster como recordação. Outro pôster, menor, impresso em papel mais frágil e com ilustração de Luigi’s Mansion 3, poderia ser encontrado na revista-guia oficial do evento, encontrada nos postos de informação e sem necessidade de testar quaisquer jogos para adquirir. Como LM3 direcionava a maioria das atenções, o próprio foi escolhido por nós para teste.
Luigi’s mansion 3
Depois de na América do Norte seu antecessor estranhamente ser chamado de Luigi’s Mansion – Dark Moon, mesmo no resto do mundo intitulado de Luigi’s Mansion 2, a série solo do famoso coadjuvante da família Mario volta ao seu “formato original” nesse quesito em seu terceiro capítulo. Por incrível que possa parecer, o retorno do cânone nominal é o que mais se vê de novidade por aqui. A tradição em sua forma mais crua é gritante no novo jogo, onde pouquíssimas diferenças podem ser observadas em relação aos anteriores. Os controles são parecidos, assim como seus os objetivos, armas, ítens, antagonistas e efeitos gráficos e sonoros. Para completar a escalação do time que está ganhando, as passagens secretas, os minigames e objetos bônus, claro, não ficaram de fora. A única diferença de fato é a nova plataforma, sendo sua estreia no Nintendo Switch. Como os anteriores, o jogo é muito bom e viciante, apesar de parecer somente uma expansão do que já se viu.
O principal nome por trás de Luigi’s Mansion 3 é Kensuke Tanabe, também responsável pelo jogo que, fora do Japão, seria conhecido como Super Mario Bros 2. Mesmo mantendo seu estilo de plataforma com câmera lateral e sendo uma modificação de Yume Kōjō: Doki Doki Panic, o jogo é lembrado por ser completamente diferente do que se viu antes e depois nos títulos da linha principal de Super Mario Bros. No passado recente o hoje Produtor Senior da Nintendo já repaginou com sucesso o estilo de como se jogam os títulos protagonizados por Samus Aran co, Metroid Prime, mas em outras franquias infelizmente preferiu não modificar as obras de Shigeru Miyamoto, por qualquer motivo que seja.
A demo é apropriada ao tempo de cada jogador para testar na feira, o que me fez QUASE chegar ao fim. Apenas não passei do chefão da fase porque me confundi nos movimentos de estratégia para o atingir. Erro imperdoável da minha parte pois jogo Luigi’s Mansion desde o primeiro lançado para Gamecube e deveria ter tirado de letra. Ainda assim valeu a experiência apesar da falta de novidades. A situação pode mudar quando o jogo sair oficialmente, mas por enquanto nada nos leva a crer que assim será.
Previsão de lançamento: 31 de outubro de 2019 exclusivamente para Nintendo Switch.
A PlayStation mais uma vez esteve presente na BGS e apesar de ter um dos jogos mais esperados dessa geração, Final Fantasy VII Remake, jogável no evento, o estande conseguiu ser o pior em termos de organização e informação. A começar pelo sistema de agendamento, que foi utilizado na edição de 2018. Porém, diferente da última edição, o sistema foi um desastre. Poucas vagas, agendamentos duplos em um mesmo horário, falta de informação por parte dos atendentes e confusões. Sobrou até para nós, da imprensa.
Mas, deixando isso de lado, é a Brasil Game Show, então bora falar sobre games. A começar pelo esperado Final Fantasy VII Remake.
A demo presente na BGS é a mesma da E3 2019, uma pequena exploração durante a invasão ao Reator Mako e a luta contra Guard Scorpion, o primeiro boss do jogo original, e um pequeno tutorial de batalha. E MEU AMIGO, QUE JOGO!
Uma das melhores partes de Final Fantasy XV era o seu combate e como os seus companheiros lutavam ao redor de Noctis, e aqui isso retorna ainda melhor. Na demo controlamos Cloud e Barret e podemos alternar entre os dois.
Uma das maiores preocupações que eu tive enquanto via os materiais promocionais, era de que os inimigos pareciam uma esponja, onde recebiam bastante golpes, mas tomavam pouco dano. Isso foi sarado após eu testar o jogo. O chefe é de fato uma esponja, no entanto, as habilidades conseguem contornar bem isso. As habilidades ficam disponíveis após o carregamento das barras de ATB, que enchem conforme você vai batendo no inimigo. A barra enche consideravelmente rápido, e isso colocado com os atalhos das habilidades, deixam o jogo ainda mais dinâmico.
Enfim, a demo durou cerca de 15 minutos, mas foi o suficiente para me deixar ainda mais empolgado, e enfim terminar o jogo original, para me preparar para o remake.
Final Fantasy VII Remake sai para o PlayStation 4 em 03 de março de 2020.
Avengers
Outro jogo esperado que esteve presente na BGS foi Avengers, desenvolvido pela Crystal Dynamics e publicado pela Square Enix.
A demo teve uma duração de mais ou menos 30 minutos e mostrava o que parece ser o início do jogo. Nela a gente controlava os cinco principais Vingadores: Thor, Homem de Ferro, Hulk, Capitão América e Viúva Negra.
Logo de cara, o combate me lembrou Marvel’s Spider-Man da Insomniac, lançado em 2018. Tanto na movimentação, quanto na HUD dos inimigos. A modelagem dos bonecos me continua parecendo estranha e o jogo ainda parece sem personalidade. Já os atores, pelo pouco que eu vi, estão bons. Sobre a história, nada muito foi revelado. Ao final da cutscene temos a Kamala Khan, que recentemente foi revelada como sendo a protagonista do jogo.
Avengers chega ao PlayStation 4, Xbox One, Google Stadia e PC em 15 de maio de 2020.
Como já é tradição, a Xbox também esteve presente na Brasil Game Show 2019, e foi onde os jogadores encontraram uma diversidade maior de games. Seja jogos já lançados, como Gears 5 e Borderlands 3, ou algumas novidades, como Bleeding Edge e Battletoads.
Dragon Ball Kakarot:
O novo jogo dos Guerreiros Z estava disponível para ser testado no estande da Xbox e posso dizer que já criei uma expectativa para o vindouro RPG da CyberConnect2. A demo que testei coloca o jogador em um mundo aberto, com a missão de localizar Raditz, que sequestrou Gohan. Por ser tratar de uma demo, o número de coisas que pude fazer foi bem limitado. Podemos nos movimentar a pé, voando normalmente ou usando a Nuvem Voadora. O controle para voar e da nuvem está bem legal.
Agora sobre as lutas, não há estratégia, é só esmagar botão. Tem as habilidades já conhecidas como o Kamehameha que são ativadas ao carregar uma barra de especial, que é enchida na medida que você dá dano nos inimigos. De resto é, novamente, esmagar botões. O enredo, segundo informações dos desenvolvedores, vai adaptar até a saga de Buu.
Dragon Ball Kakarot chega em 16 de janeiro de 2020 para PlayStation 4, Xbox One e PC.
Bleeding Edge
Mais uma surpresa do estande da Xbox foi Bleeding Edge, novo jogo da Ninja Theory, que será exclusivo para o console da Microsoft. Diferente de Hellblade, que tinha foco em singleplayer, Bleeding Edge será totalmente multiplayer, trazendo combate de 4×4.
Tinha três classes disponíveis: atacante, tanque e suporte. Cada uma com o seu próprio jeito de jogar. O jogo é em terceira pessoa, e usa o melee como principal arma. Além das habilidades especiais que possuem um cooldown após usadas.
O gráfico do jogo é mais sujo que o de Overwatch (um dos jogos quando se trata de comparação), e eu gostei disso. Mesmo sendo uma alpha, o jogo estava rodando bem, pelo menos na minha partida. Uma reclamação, ou mais especificamente uma possível falta de costume, é que os personagens não correm, somente com o auxílio de um transporte, que some após um pulo ou dano levado.
Se feito da maneira certa, com equilíbrio entre personagens e suporte frequente, Bleeding Edge tem grandes chances de se tornar um fenômeno. Além de poder usufruir do Gamepass da Microsoft.
Bleeding Edge ainda não possui data de lançamento.
Battletoads
Quando avistei aquele logo no estande do Xbox que demarcava onde se testava Battletoads, muitas memórias vieram. Aos mais novos, muitos possivelmente não viveram a época em que, devido aos altos custos da mídia física que era majoritariamente de cartuchos, a forma mais popular de jogar videogame no Brasil era alugando títulos ou até mesmo jogando nas locadoras, onde se pagava por hora, como foi posteriormente adotado pelas Lan Houses. E em pouco tempo revivi mentalmente tudo isso: O cartucho, a locadora, os trocados arrecadados com o troco da padaria, a raiva passada sozinho e em grupo devido ao nível de dificuldade…
Battletoads é uma das poucas franquias da Rare que a Microsoft ainda não havia explorado, mesmo sendo dona da empresa desde 2002. De lá pra cá, lançou vários jogos de franquias já conhecidas e outras inéditas, mas pouquíssimas emplacaram. Sua mais recente investida foi Sea of Thieves que, apesar da decepção inicial, se tornou recordista em vendas para a Rare.
Falando do jogo da vez, é muito estranha a mobilidade dos personagens. O intervalo entre cada golpe desferido é longo e os personagens se movimentam de forma lenta para um Beat ‘em Up. Os gráficos em animação 4K e o estilo 2D mantido ajuda na questão da nostalgia e aos que procuram um jogo mais simples. Beat ‘em Up é exatamente isso: Simplicidade e diversão. Ideal para jogar em grupo, ainda mais com todos os presentes ao redor da mesma TV. Para quem jogou Captain Comando, Cadillacs & Dinosaurs, Final Fight, Streets of Rage e Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time, esse último o que mais lembra a nova versão de Battletoads, sabe bem como é gostoso jogar esse estilo no modo multiplayer. Mas falando especificamente de Battletoads, a coisa é simples desse jeito? Não é bem assim…
Battletoads sempre foi conhecido por seu alto grau de dificuldade, muitas vezes não nos momentos de pancadaria, mas ao fim de cada fase onde se atravessa cenários com os personagens em suas motos. Isso sim já torrou a paciência e perseverança de muito jogador. E para manter a tradição, após a parte de ação bem tranquila na fase da demo, vem a parte automotiva. E então… o calo aperta.
O problema não é só o nível de dificuldade, mas também a noção espacial. É comum fazer o movimento que se julga necessário para desviar do obstáculo e bater mesmo assim. Para desviar de um objeto central é necessário ir ao extremo da tela que, diferente da versão original nessa parte do jogo, não é horizontal. Aqui, a situação aparece em primeira pessoa. A única colher de chá que essa nova versão do jogo dá é que a fase só é interrompida se todos os jogadores morrerem e não der tempo de “renascerem” no jogo. Na primeira vez que tentei apesar dos checkpoints, morri várias vezes e o tempo de teste acabou sem a conclusão da fase. A situação me deixou tão estarrecido que no dia seguinte tentei novamente. Dessa vez deu certo e fomos até o fim da demo.
Vale pela nostalgia, pela diversão e pelo jogo coletivo, mas faltou capricho ainda mais quando o nível de dificuldade já é acentuado. Retrato bem fiel à Rare em sua era Microsoft.
Previsão de lançamento: 2020, sem mês e dia definidos.
Ori and the Will of the Wisps
A grata surpresa do estande da Microsoft. Nunca havia jogado sequer seu antecessor Ori and the Blind Forest lançado no já distante ano de 2015 e o que testei em Ori and the Will of the Wisps é o suficiente para provar que eu estava errado em subestimar esse jogo. Controlamos um espírito-guardião de uma floresta que a atravessa interagindo com os diversos animais habitantes da mesma em sua aventura para protegê-la. Roteiro deveras comum, inspirado em O Rei Leão e O Gigante de Ferro com jogabilidade de Metroid e Rayman, com cenários bem parecido com o último citado.
É um jogo de plataforma 2D da forma mais simples que se pode imaginar. Bem: Simplas, mas nem tanto.
Vários recursos são apresentados para transpor os obstáculos de cada nível. Vamos de “teias” de aranha com longo alcance para conectarmos a ganchos no todo da tela a habilidades que nos permitem perfurar a areia e assim atravessá-la como toupeiras. A ideia é essa: Agregar as habilidades de cada animal e usar de forma mais satisfatória. Os movimentos de batalha têm correspondência rápida e eficaz, coisa que ficou faltando para Battletoads. Gráficos? Bonitos, reluzentes, e que dão show em 4k. Um espetáculo.
Sinceramente, não há muito o que falar além disso. Sua simplicidade mostra o mais óbvio para tudo: Menos é mais. Joguei com um prazer que fez o tempo passar rápido e me deixou ávido por mais. Se possível, com certeza irei atras do jogo anterior antes da sequência sair pois Ori and the Will of the Wisps foi a meu ver o melhor jogo do estande. Quando nos faz buscar os demais títulos, é porque a coisa realmente deu certo. A espera pelo jogo que foi anunciado ainda em 2017 promete ser compensada.
Previsão de lançamento: 11 de fevereiro de 2020 para Xbox One e Windows.
O estande da Warner contou, além dos seus próprios jogos, como Mortal Kombat XI e Harry Potter: Wizards Unite, com a presença da EA e Capcom, ambas empresas cuja a WB distribui jogos no Brasil. Além dos jogos, era possível encontrar duas atividades relacionadas a filmes, sendo eles Annabelle 3: De Volta Para Casa e Doutor Sono, a continuação do clássico O Iluminado.
A Capcom trouxe para o estande o já lançado Monster Hunter World: Iceborne e o vindouro Project Resistance, o mais novo spin-off de Resident Evil. Já a EA trouxe algumas estações de FIFA 20 e Plants vs. Zombies: Battle for Neighborville. Vale lembrar que o guia oficial da Brasil Game Show 2019 dizia que Need For Speed: Heat estaria presente no estande, no entanto, foi uma informação equivocada, visto que nem o assessor sabia.
Project Resistance
A nova aposta da Capcom para encerrar a geração é Project Resistance, um spin-off da franquia Resident Evil, que ninguém sabe ao certo do que se trata (rumores dizem que pode ser algo relacionado ao remake de Resident Evil 3). Mas o que sabemos é isso: é um jogo multiplayer, de 4×1, aos moldes de Dead by Daylight e Friday the 13th. Muitos fãs estão torcendo o nariz quanto ao jogo, afinal, a Capcom vinha de uma ótima sequencia de jogos elogiados, com Monster Hunter World, que recém lançou sua expansão Iceborne, também muito elogiada, o remake de Resident Evil 2 e Devil May Cry V. Mas afinal, o que achamos da demo?
É ruim. A demo estava bem bugada e desequilibrada. É claro que o Mastermind tem que ter uma vantagem contra os sobreviventes, mas era quase impossível jogar na build da BGS. A engine utilizada é a mesma de Resident Evil 2, mas parece que os desenvolvedores desaprenderam a usar. A mira não funcionava direito e os zumbis pipocavam na tela sem mais nem menos, em vez de surgirem do chão, como armadilha do Mastermind.
O cineasta Matt Reeves confirmou que o ator Andy Serkis será o Alfred em The Batman.
Serkis já atuou na Marvel Studios como o vilão Garra Sônica, que vez a sua primeira aparição em Vingadores: Era de Ultron.
Além de ator, diretor, produtor e roteirista, Andy é um especialista em efeitos de captura de movimentos, sendo considerado um dos artistas mais talentosos do ramo.
Até o momento, o elenco do filme é composto por Robert Pattinson, Zoë Kravitz, Paul Dano e Jeffrey Wright.
The Batman será focado nos primeiros anos de Bruce Wayne como o cavaleiro das trevas. Entretanto, sua origem não será recontada e não haverá um flashback da morte de Thomas e Martha Wayne, apenas uma pequena menção durante a trama.
Vazaram novas imagens de Os Eternos, que mostram Thena, personagem vivida por Angelina Jolie, em um misterioso vilarejo.
Angelina Jolie (Thena), Richard Madden (Ikaris), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Salma Hayek (Ajak), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Barry Keoghan (Druig) e Kit Harington (Cavaleiro Negro) irão compor o elenco do filme.
Quando os seres cósmicos conhecidos como ‘Celestiais’ realizam experimentos genéticos em humanos, criando assim, indivíduos super-poderosos e certas figuras vilanescas conhecidas como Deviants. Os dois grupos partem em uma batalha contra o outro através da História, para ver qual raça se tornará a dominante. A história envolve o romance entre Ikaris, um homem movido pela energia cósmica, e Sersi, que prefere viver entre os humanos.
Os Eternos estreia em 06 de Novembro de 2020 nos cinemas mundiais.
O Adult Swim disponibilizou uma cena inédita do quarto ano de Rick and Morty, junto de uma nova imagem oficial que conta com a presença de Jerry, o pai de Morty.
They said we can show you this one picture from season 4 and that’s it. Rick and Morty returns November 10 to @adultswimpic.twitter.com/Xezl5uyMXT
A Funko aproveitou a oportunidade, para mostrar os novos colecionáveis da animação, que estarão disponíveis para venda a partir de 2020.
https://www.instagram.com/p/B4aTI-nlW_3/
https://www.instagram.com/p/B4aTOYfFdyl/
Criado por Justin Roiland e Dan Harmon o desenho com o foco para os adultos, mostra Rick e o seu neto Morty em diversas aventuras além do cosmo e de múltiplos universos paralelos.
Para mais informações a respeito do seriado, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância!
O Prime Video divulgou o primeiro teaser de Hunters, série produzida por Jordan Peele com Al Pacino no papel principal.
Na trama, Pacino lidera um grupo de caçadores de nazistas na década de 70. A equipe se infiltra em dezenas de campos neo nazistas espalhados por Nova York.
Em uma entrevista para o programa Breakfast Show, o astro Jeff Goldblum confirmou que as filmagens de Jurassic World 3 se iniciarão em 2020.
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Três anos após o fechamento do Jurassic Park, um vulcão prestes a entrar em erupção põe em risco a vida na ilha Nublar. No local não há mais qualquer presença humana, com os dinossauros vivendo livremente. Diante da situação, é preciso tomar uma decisão: deve-se retornar à ilha para salvar os animais ou abandoná-los para uma nova extinção? Decidida a resgatá-los, Claire (Bryce Dallas Howard) convoca Owen (Chris Pratt) a retornar à ilha com ela. Diz a sinopse de O Reino Ameaçado.