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Marvel Studios está supostamente desenvolvendo projetos com os personagens de Os Defensores

De acordo com o site MCU Cosmic, a Marvel Studios está supostamente desenvolvendo diversos projetos com os personagens de Os Defensores.

O veículo de comunicação afirma que ainda é uma incerteza se o estúdio usará os mesmos atores dos seriados da Netflix, visto que também há uma ambiguidade se as obras televisivas dos heróis urbanos serão mencionadas nas suas supostas reformulações.

Há alguns meses, surgiu um rumor que indicava que o Demolidor, Luke Cage, Justiceiro e Jessica Jones não teriam os seus atores trocados, apenas que ”sofreriam” um soft reboot. Especula-se, que apenas o Punho de Ferro terá um reboot por completo.

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O universo cinematográfico da Marvel iniciou-se em 2008 através do filme Homem de Ferro, protagonizado por Robert Downey Jr. com direção de Jon Favreau. Atualmente, o MCU é composto por 23 filmes, 6 curtas metragens e 11 seriados.

Para futuras informações a respeito da Marvel Studios, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Marvel Studios pode ter adquirido o controle total do Hulk e Namor

Segundo o site MCU Cosmic, a Marvel Studios pode ter adquirido o controle total do Hulk e Namor.

Os direitos cinematográficos de ambos os personagens pertenciam à Universal Pictures até então. A Marvel era proibida de produzir um longa-metragem do gigante esmeralda e do príncipe submarino, uma vez que a o estúdio só podia utilizá-los em filmes de equipes como personagens secundários. 

O Hulk deve ser um dos protagonistas do seriado da Mulher-Hulk, que será exclusivo do Disney+, enquanto segundo rumores, o Namor fará a sua estreia em Doctor Strange in the Multiverse of Madness e posteriormente, dará as caras em Pantera Negra 2.

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O universo cinematográfico da Marvel iniciou-se em 2008 através do filme Homem de Ferro, protagonizado por Robert Downey Jr. com direção de Jon Favreau. Atualmente, o MCU é composto por 23 filmes, 6 curtas metragens e 11 seriados.

Para futuras informações a respeito da Marvel Studios, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Os dez melhores filmes de 2019

2019 foi um ano extremamente único e de tirar o fôlego para os amantes do cinema, com mega-produções incríveis e filmes independentes de arrancar lágrimas, é uma tarefa extremamente dificil ter que listar 10 melhores. Talvez, este ano foi um dos melhores da história moderna do cinema, se não, o melhor. Nossa redação também fez a lista de 10 piores filmes do ano, confira clicando aqui.

Confira nossa lista de melhores longas a seguir:

        10° – Alita: Anjo de Combate 

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Alita é um filme que talvez tenha passado despercebido pelo público. Dirigido por Robert Rodriguez e com produção de James Cameron, o filme é uma adaptação de mangá com o mesmo nome, e conta a história da guerreira Alita, em uma cidade futurista e que tem seus problemas, principalmente de desigualdade. Com toda certeza, o longa é recheado de muita ação, efeitos especiais incríveis e com um visual muito bem adaptado. Mesmo não tendo uma bilheteria tão alta, os fãs da saga amaram e pedem hoje por uma continuação, que depende da Disney.

9° – Shazam!
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Extremamente cômico, divertido e fora da caixa, Shazam! conquista o público com seu humor muito bem feito e por ser uma história tão peculiar. A direção de David F. Sandberg foi de grande ajuda ao filme, ele sabe como trabalhar com cada personagem de forma que não exclua os outros, e também consegue criar um filme bem fiel aos quadrinhos. Se você gosta ou não de filmes de heróis, esse aqui é quase improvável de não gostar.

8° – John Wick 3: Parabellum

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De tirar o folego, a franquia John Wick conquista o público em cada filme que lança. Com cenas de ação tão espetaculares, bem coreografadas e com uma história que cativa muito o público, o terceiro filme não erra, e se consagra nesse ano como um dos melhores blockbusters. Com um estilo extremamente diferente dos filmes de ação hollywoodianos, esse filme puxa sua direção para algo como cenas de ação de longas asiáticos; onde a câmera é limpa para você conseguir ver a ação, diferente da maioria dos filmes, onde é utilizada a técnica da câmera tremida.

  7° – The Lighthouse

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Dirigido pelo mestre do terror, Robert Eggers, The Lighthouse se caracteriza por um terror maritimo bem parecido com os contos do grande escritor H.P. Lovecraft. O filme tem uma direção impecável, atuações extremamente bem feitas pelos atores William Dafoe e Robert Pattinson. Com toda certeza é um clássico do terror atual, assim como seu filme anterior, A Bruxa.

6° –  Ford v Ferrari

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Para os fãs de corrida, e até quem não entende nada de carro, Ford v Ferrari é um filme que simplesmente cativa o público de uma forma única e eletrizante. Baseado em fatos reais, a história segue Carroll Shelby e o piloto Ken Miles, em busca da grande corrida de 24 horas de Le Mans. O filme não é só corridas o tempo todo, e sim consegue intercalar entre o drama familiar de Ken Miles, a busca de Carroll pelo carro perfeito e também da história por trás da criação. É provavelmente o filme mais imersivo do ano.

5° – Bacurau

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É do Brasil! Bacurau chega com os pés na porta com uma grande crítica social que é extremamente necessária aos dias atuais. Se passando em 2020 o longa conta a história de uma cidade fictícia que está sendo atacada por algo inexplicável, logo após simplesmente ter sumido do mapa. Com a direção de Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, o filme se tornou um dos maiores em Cannes e que mais chamou a atenção pelo mundo, o cinema brasileiro está em boas mãos. O filme fica melhor ainda quando você vê ele pela décima segunda vez, segundo espectadores.

4° – História de Um Casamento

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Simples e tocante , História de Um Casamento é um dos filmes que mais surpreenderam nesse ano. Com a direção de Noah Baumbach, o longa é inspirado no seu divórico com a atriz Jennifer Jason Leigh (Atypical, Good Time). O filme conta a história de Charlie e Nicole, que estão passando por um divórico, e nisso, mostra toda a história de separação, guarda do filho e também acaba se tornando uma competição entre os dois. Scarlet Johansson e Adam Driver arrasam em suas atuações, com certeza uma das melhores do ano.

3° – Entre Facas e Segredos

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Fãs de Agatha Christie com toda certeza amaram esse filme. O mais recente filme de Rian Johnson é uma obra prima do suspense, e também da comédia. O filme conta a história do famoso escritor de histórias policiais Harlan Thrombey (Christopher Plummer), que é encontrado morto dentro de sua propriedade. Logo, o detetive Benoit Blanc (Daniel Craig) é contratado para investigar o caso e descobre que, entre os funcionários misteriosos e a família conflituosa de Harlan, todos podem ser considerados suspeitos do crime. O filme, além de ser tão divertido, cria uma crítica social entorno dos imigrantes. Uma salva de palmas à atuação da Ana de Armas, que rouba a cena, conseguindo perfeitamente intercalar entre cenas cômicas e cenas dramáticas.

2° – Coringa

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Um divisor de águas, Coringa é simplesmente único em sua essência e traz para um momento onde filmes de quadrinhos estão perdendo seu rumo, para algo maior. Com uma história avassaladora, e com atuações primorosas, Coringa se encaixa sendo um dos mais primordiais filmes do ano. A construção do personagem e a direção de Todd Phillips é extremamente bem feita, e a atuação de Joaquin Phoenix é surreal. Sua crítica social também é bem feita e não é simplesmente jogada na tela.

1° – Parasite

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Mais um grande filme de Bong Joon-ho, que marcou a história do cinema. Parasite conta sobre a família de Ki-taek, que está desempregada, vivendo num porão sujo e apertado. Uma obra do acaso faz com que o filho adolescente da família comece a dar aulas de inglês à garota de uma família rica. Fascinados com a vida luxuosa destas pessoas, pai, mãe, filho e filha bolam um plano para se infiltrarem também na família burguesa, um a um. No entanto, os segredos e mentiras necessários à ascensão social custarão caro a todos. O filme consegue transitar entre drama, suspense, comédia, crítica sociais e elementos assustadores sem tropeçar e perder a atenção do espectador. As atuações de todos são tão boas, e a direção de Joon-Ho só melhora a experiência. Com toda certeza, é um filme necessário.

Menção Honrosa: Dois Papas

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Dois Papas pode parecer um filme simples, mas é uma crítica politica, é uma reflexão religiosa, é uma obra necessária aos dias atuais. A direção de Fernando Meirelles alterna entre planos bem cinematográficos, como de um filme comum, e cenas onde remete um documentário; e isso é feito com maestria. Pryce e Hopkins são dois monstros na atuação, e com toda certeza, serão lembrados nessa temporada de premiações.

Com toda certeza o ano foi esplêndido para o cinema. A tarefa de só listar 10 filmes foi de certa forma dolorosa, já que temos pelo menos 30 filmes que deveriam estar nessa lista. Agora, é esperar para que em 2020 nós possamos ter um ano para o cinema tão bom quanto esse.

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Os dez piores filmes de 2019

É inegável que o ano de 2019 foi grandioso para o cinema, apresentando não só produções excelentes como também péssimos longas-metragens.  Pensando nisso, a equipe de redação da Torre decidiu preparar duas listas, uma expondo os melhores filmes do ano que passou e esta, mostrando os piores longas de 2019. Vale lembrar que esta lista apresenta a minha própria opnião a respeito e envolve apenas os blockbusters do ano.

10) Vidro – M. Night Shyamalan

Vidro é um suspense lançado em 17 de Janeiro de 2019, sendo o terceiro filme da trilogia iniciada em 2000 com Corpo Fechado e como continuação de Fragmentado. A trama gira em torno de David Dunn, personagem vivido por Bruce Willis, caçando a Fera, interpretada por James McAvoy. No desenrolar da trama, os dois acabam se encontrando em uma instituição psiquiátrica junto com Sr. Vidro, personagem de Samuel L. Jackson. Na instituição, os três são estudados por uma psiquiatra que acredita que eles apresentem um delírio de grandeza.

Por mais que o filme seja bem dirigido e que a premissa do filme seja interessante ao juntar os três personagens para explorar seu perfil psicológico, o longa se perde em seu terceiro ato querendo deixar o suspense de lado para se tornar mais um filme de super-herói, com um plot raso e um final que deixa a desejar. Entretanto, por mais que tenha esse defeito, o elenco trabalha bem e Anya Taylor-Joy se apresenta como um dos destaques do longa.

9) Hellboy – Neil Marshall

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Hellboy ganhou um reboot em 2019 – antes dirigido de forma excepcional por Guillermo del Toro, agora foi a vez de Neil Marshall comandar o personagem. O longa adapta quatro histórias em quadrinhos do personagem e sua trama gira em torno do retorno da vilã de Nimue, interpretada por Milla Jovovich. Com seu possível retorno e sua ameaça de destruir a vida na Terra, Hellboy é convocado para evitar que isso ocorra.

Por se tratar de um reboot foi bem pretensioso tentar adaptar um arco tão grandioso, criando um problema no ritmo do longa. Além disso, a direção torna um roteiro que aparentemente é simples ser complexo nas telas com sequências de eventos confusas e fora da ordem cronológica. Outro grande problema é o excesso de piadas fora de hora, quebrando o clima (já mal estabelecido) do longa. Por mais que David Harbour se apresente como um bom Hellboy e que o longa apresente bons efeitos visuais, o filme se perde muito ao querer cumprir mais do que um reboot deveria, comprometendo sua qualidade e se tornando facilmente um dos piores filmes do ano.

8) O Rei Leão – Jon Favreau

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A versão live-action de O Rei Leão, por mais que apresente a mesma trama que o desenho e as excelentes músicas interpretadas por Donald Glover e por Beyoncé, acaba quebrando a parte emocional da trama original ao mostrar na tela personagens em CGI sem nenhuma expressão. Foi uma adaptação desnecessária onde seria mais fácil relançar o desenho nos cinemas do que criar uma versão que não traga nenhum sentimento ou emoção ao telespectador. Eu, como fã apaixonado do desenho, não senti absolutamente nada assistindo ao filme.

Aladdin, também lançado esse ano, poderia ser um exemplo de que existem filmes certos para serem adaptados em live-action enquanto outros não deveriam nem ser cogitados para isso. Entretanto, com alguns acréscimos em relação a trama original, também prova ser um erro ser adaptado de tal forma.

7) X-Men: Fênix Negra – Simon Kinberg

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Dirigido e escrito por Simon Kinberg, a trama gira em torno de Jean Grey (Sophie Turner). Após um acidente durante uma missão no espaço, a mutante se apresenta fora de controle e com seus poderes ampliados. Com isso, cabe a Charles Xavier e o resto dos X-Men ajudar Jean a se recompor, enquanto Magneto quer matar a mutante. O roteiro é repleto de falhas: além do erro de cronologia (pelo qual a franquia é extremamente famosa), ele erra em não saber desenvolver nenhum personagem. O foco da trama é a Grey, e nem ela o roteiro consegue desenvolver – o que resulta em um filme sem emoção, mesmo nos momentos que deveria criar algum sentimento no telespectador.

Com essa falta de desenvolvimento, toda a história perde o sentido e todos se tornam coadjuvantes, até mesmo a personagem que carrega o filme. Outro grande problema é a insistência na fórmula do Magneto, onde o mesmo se apresenta como herói, se torna vilão e depois muda de lado novamente. Essa fórmula já enjoou em Apocalipse, e parece que novamente eles não aprenderam. O único destaque do filme é a Sophie Turner, que atua de forma excelente e passa o sentimento e o emponderamento da personagem de forma única – entretanto, o desenvolvimento porco da trama consegue também estragar isso. X-Men: Dark Phoenix é uma decepção e consegue ser pior do que X-Men 3: O Confronto Final. Personagens mal desenvolvidos, uma trama enrolada e apresentada de forma apressada que ficou parecendo um trabalho escolar feito durante a véspera da apresentação.

6) Malévola 2: A Dona do Mal – Joachim Rønning

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Em resumo, Malévola 2 é uma continuação desnecessária de um bom filme. A trama gira em torno do casamento de Aurora com Philip, onde a mãe do príncipe não aceita tão bem Malévola e é a vilã da história.

O filme apresenta um roteiro extremamente fraco e raso que não aproveita o talento das atrizes de peso (Angelina Jolie e Michelle Pfeiffer) presentes no longa. O primeiro filme, lançado em 2013, apresentou uma trama boa e um final adequado – o que deixa claro que sua sequência foi feita visando apenas ao lucro.

5) Annabelle 3: De Volta para Casa – Gary Dauberman

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Bom, Invocação do Mal é a melhor franquia de terror atual – créditos a James Wan, que dirige o filme com uma qualidade absurda e de seus enredos. Como toda franquia que gera lucro, há spin-offs desnecessários e assim como os dois filmes anteriores da boneca possuída e A Freira, Annabelle 3 não poderia ser outro caso.

O longa se passa após os Warren deixarem a boneca no porão de sua casa. Após isso, as amigas curiosas vão mexer nas coisas e liberam o espírito – não só da boneca, como de diversos itens de lá. Mas o filme é tão ruim que você chega a dar risada das situações que eram pra dar medo. Não tem história e também não tem momentos que causem medo ou sustos, apenas risadas do quão patético é esse filme. Nem a presença de Patrick Wilson e de Vera Farmiga como os Warren salva o filme do fracasso.

4) The Silence – John R. Leonetti

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A produção original da Netflix não passa de uma cópia barata do bem sucedido A Quiet Place. A trama é bem semelhante, a família precisa sobreviver em um mundo dominado por monstros que são atraídos por sons. O roteiro apresenta situações preguiçosas para dar tensão ao filme e a direção é péssima, não sabendo lidar com a construção da trama, com o desenvolvimento dos personagens e nem trabalhar com a criação da tensão ao telespectador.

3) Rambo: Last Blood – Adrian Grunberg

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Stallone precisa entender que já está velho para reviver seus personagens antigos de filmes de ação, e até mesmo para fazer um filme de ação com a mesma fórmula que fazia antigamente. Os tempos são outros, e ninguém mais se sente atraído por um filme nesse nível, ainda mais quando alguém que interpreta já deveria estar aposentado. Rambo: Last Blood é uma tentativa de reviver um dos seus personagens mais famosos e conhecidos, forçando uma história com um roteiro preguiçoso para dar justificativa a cenas de ação sem pé nem cabeça e a momentos de extrema xenofobia contra o povo mexicano.

É uma desculpa para a violência gratuita, mas mais do que isso, uma tentativa fracassada de reviver um personagem que já morreu, e que se alguém sentir saudades, basta rever os filmes antigos – que apresentam uma boa qualidade cinematográfica e justificativa para existir, visto que a trama é boa e baseada no livro de mesmo nome.

2) Esquadrão 6 – Michael Bay

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Mais uma produção original da Netflix na lista, sendo o fruto das fantasias mais delirantes de Michael Bay. A trama gira em torno do personagem de Ryan Reynolds, um bilionário que decide reunir um grupo de pessoas para derrubar forças ditatoriais ao redor do globo. Para isso, cada membro simula sua própria morte para fazer parte dessa missão. A proposta é até interessante porém se perde em um roteiro preguiçoso, uma direção porca e uma edição horrível repleta de cortes desnecessários onde até a trilha sonora sofre nisso.

O roteiro é tão raso que parece que não existe, a edição é extremamente preguiçosa e o diretor usa e abusa das explosões e dos efeitos especiais. Em suma, parece que o filme foi feito apenas para agradar o diretor e realizar o seu maior feitiche.

Clique aqui para ler a crítica completa.

1) Cats – Tom Hooper

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Em primeiro lugar, está o filme mais bizarro do ano: Cats. Primeiramente o musical da broadway é bom mas não merecia uma adaptação para os cinemas. Infelizmente, a adaptação veio e com ela as coisas mais estranhas desse mundo vieram juntas como se abrissem um portal diretamente do inferno onde gatos se fundiram com os humanos para dominar a Terra.

Criticado desde o lançamento do seu primeiro trailer assutador, Cats vem recebendo críticas negativas da internet – e com razão, o trailer só preparava pro desastre que estava por vir. As coregrafias de qualidade e a trilha sonora bem feita não conseguem fazer com que o longa avance ou fuja da sua bizarrice, tendo em vista que os visuais em CGI estão extremamente assustadores e mal feitos e que os atores aparentam atuar de forma desconfortável a todo o momento. O filme não cativa o telespectador e nem apresenta um roteiro para se sustentar. É, sem sombra de dúvidas, o pior filme de 2019.

Vamos torcer para que 2020 traga excelentes filmes, da mesma forma que o ano anterior trouxe, e que os filmes ruins venham em pouco número.

 

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Audição de WandaVision sugere o retorno de Mercúrio no MCU

Vazou uma audição do vindouro seriado WandaVision, que mostra um ator mirim fazendo um teste para viver o Célere no MCU.

O curioso, é que a criança cita para o seu irmão (Wicanno), que o seu tio está dormindo no quarto ao lado e que ele está roncando muito.

Ao que tudo indica, o tio das crianças é ninguém mais ninguém menos que o Mercúrio, uma vez que a Feiticeira Escarlate possui apenas um irmão homem.

https://vimeo.com/369217184

A seguir, você também pode conferir uma outra audição para o seriado, que dessa vez, é focado em Wicanno falando sobre os seus poderes.

Na série, acompanharemos três estágios da vida dos filhos de Wanda Maximoff: nascimento, infância e adolescência.

Após a morte do Visão e dos eventos de Vingadores: Ultimato, a Feiticeira Escarlate criará uma realidade perfeita para si mesma, onde o seu amado está vivo e saudável, além de ter dois filhos com ele. Entretanto, a personagem não contava que um mundo perfeito, traria consequências drásticas para o multiverso.

Para futuras informações a respeito de WandaVision, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Sétima temporada de Star Wars: Clone Wars é confirmada para Fevereiro de 2020

O Disney+ confirmou através do seu site oficial, que a sétima temporada de Star Wars: Clone Wars será lançada em 17 de Fevereiro desse ano.

Anteriormente, a animação havia se encerrado em 07 de Março de 2014, uma vez que o seu primeiro episódio foi ao ar em 03 de Outubro de 2008.

A seguir, você pode conferir uma nova imagem oficial do seriado.

Uma guerra civil épica onde Jedi luta para manter a liberdade e conquistar a paz na galáxia contra as diabólicas forças do mal.

Para futuras informações a respeito de Star Wars: Clone Wars, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Editora DarkSide inicia pré-venda de Lady Killer vol. 2

A fantástica série Lady Killer da quadrinista Joëlle Jones chega ao seu segundo volume encadernado lançado no Brasil pela editora DarkSide. Confira detalhes abaixo!

Josie Schuller é uma esposa dedicada, uma mãe amorosa e… uma assassina de aluguel. Capaz de equilibrar os deveres de uma típica dona de casa norte-americana dos anos 1960 com vários assassinatos a sangue-frio, ninguém desconfia que ela leva uma vida dupla.

Após as perseguições e imprevistos do primeiro volume, Josie decide se mudar com a família para Cocoa Beach, na Flórida, onde as coisas continuam mais ou menos como era antes: Josie vende Tupperware, cuida da família e vai colecionando alguns cadáveres pelo caminho. A única diferença é que, agora, ela está trabalhando sozinha. Fazer vítimas continua fácil, o problema é cuidar da bagunça depois. Então, quando uma figura do seu passado aparece com uma proposta de parceria, Josie não consegue recusar. Mas há muito mais em jogo do que uma cena do crime sangrenta para limpar…

Neste volume, que também é o último, começamos a descortinar o passado de Josie e a entender suas motivações. A relação com sua sogra, que já não era das melhores, ganha novos atritos. Revelações chocantes vêm à tona, e, enquanto isso, o marido de Josie continua sem desconfiar de nada…

Publicado nos EUA pela Dark Horse Comics, o segundo arco de Lady Killer chegou às lojas norte-americanas em 2017. Joëlle Jones (Batman, Mulher-Gato) assina roteiro e arte, e as cores são de Michelle Madsen. Em 2019, Jones foi uma das convidadas internacionais da CCXP e esteve no Brasil durante os quatro dias de evento.

A graphic novel é mais uma adição ao selo DarkSide® Graphic Novel, que já trouxe títulos como Meu Amigo Dahmer, Creepshow, Aurora nas Sombras e Floresta dos Medos.

Lady Killer: Graphic Novel Vol. 2 possui 144 páginas encadernadas em capa dura, com soft touch e uma luva protetora. O formato adotado é o americano (26 x 17 cm). O preço sugerido é R$ 59,90. Clique aqui para garantir sua edição na pré-venda matadora!

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Saiba como Thor se tornou [SPOILER] em sua nova fase nos quadrinhos

Contém spoilers de Thor #1 (2020).

Em fevereiro de 2006 chegava às lojas norte-americanas um curioso “What If” (O que aconteceria se… em português) protagonizado por Thor, o Deus do Trovão. Com roteiro de Robert Kirkman (sim, o criador de The Walking Dead) e arte de Michael Avon Oeming, What If: Thor apresentou aos leitores uma história fechada em pouco mais de 20 páginas onde o Filho de Odin tornou-se… Arauto de Galactus.

O que aconteceria se Thor fosse o Arauto de Galactus?

A premissa é simples. A fome do Devorador de Mundos atingiu Asgard. Lady Sif, Volstagg, Hogun, Fandral, Valquíria e todos os bravos guerreiros do Reino dos Deuses iniciaram suas batalhas contra o gigante e seu arauto, uma mulher criada para esta aventura (e que nunca foi nomeada).

A destruição resulta na morte de Sif e Thor, possuído pela ira, vingou-se derrotando a assassina. Asgard está em frangalhos e seus guerreiros não aguentam mais, então Galactus propõe para Thor que ele se torne seu novo arauto em troca da salvação de seu reino.

Thor é transformado em Arauto.

A trama descrita acima resume os acontecimentos iniciais da história criada por Kirkman e Oeming. Thor, ao tornar-se arauto de Galactus, deve lidar com a já conhecida sina de “condenar mundos habitados ou não” para que o Devorador sacie sua fome, sob o perigo de, caso falhe, Asgard seja condenada.

A ideia (por mais maluca que pareça) rende uma boa aventura, com reviravoltas a respeito de Loki e o destino de Asgard, soando muitas vezes como uma aventura padrão do Deus do Trovão. E cerca de 13 anos depois, o exercício de imaginação tornou-se realidade… Nas mãos do roteirista Donny Cates.

O Thor de Donny Cates.

Thor #1, lançada nos EUA no dia 01 de janeiro de 2020, marcou a estreia de Cates como roteirista do deus nórdico, acompanhado do ótimo artista Nic Klein. Cates assume as rédeas deixadas por Jason Aaron após um longo run de quase sete anos onde o personagem foi revolucionado algumas vezes, de indigno a Rei de Asgard passando obviamente por um meio onde a Poderosa Thor foi criada.

Cates estabelece Thor como rei e aos poucos demonstra o status dos coadjuvantes de seu núcleo de personagens. Até que o inesperado acontece: um Galactus moribundo desaba em Asgard durante um pronunciamento do Rei, e Cates traz os personagens cósmicos em que trabalhou ao longo dos últimos anos para esta aventura, como o Motoqueiro Fantasma Cósmico e o Surfista Prateado Sombrio, e recupera outros como Nova (Frankie Raye) e Raio Alfa.

O Rei Thor confronta seu irmão Loki.

Não é a primeira vez que Galactus é usado nas histórias modernas de Thor. Durante o run de Jason Aaron, Galactus desempenhou um forte papel como antagonista do Rei Thor no futuro apocalíptico, unindo-se à Necroespada até finalmente ser morto por Ego, o Planeta Vivo. Donny Cates dá a entender que Galactus viu o momento de sua morte e este está associado ao Thor. Por conta disso, condena que ele e o Deus do Trovão devam enfrentar o vindouro Inverno Sombrio juntos. Este evento é previsto pelo Surfista durante a reunião após a queda de Galactus.

A edição termina com um gancho matador onde Galactus transforma Thor em seu arauto, apelidado de Aurato do Trovão. Esta fase do Thor parece ser a junção de tudo que Cates estabeleceu previamente em outros títulos,  de Thanos ao Motoqueiro Cósmico passando por sua minissérie do Surfista, realizando agora seu sonho de escrever um de seus personagens favoritos. Cates recupera os membros perdidos do herói (um braço e um olho) ao se utilizar desta tunada em seus poderes – e responsabilidades.

A capa de Thor #2 traz o herói sendo controlado por Galactus.

A segunda edição de Thor chegará às lojas americanas em fevereiro. Clique aqui para acessar o site da Marvel Comics. No Brasil, a Guerra dos Reinos de Jason Aaron está para começar, e paralelamente a editora Panini vem publicando encadernados de capa dura com toda a fase de Aaron no personagem, além da série Loki: Agente de Asgard e do título Asgardianos da Galáxia.

Thanos, Motoqueiro Fantasma Cósmico e A Morte dos Inumanos de Donny Cates foram publicados por aqui em formato encadernado, e seu Surfista Prateado permanece inédito, bem como sua fase dos Guardiões da Galáxia. Além das aventuras cósmicas, a elogiada passagem de Cates no Venom possui uma revista mensal, e seu Doutor Estranho também foi publicado em encadernados.

Clique aqui para acessar a Loja Panini e completar sua coleção!

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Sequência de Star Wars: Rebels está em desenvolvimento com suposto lançamento para o final de 2020

Segundo o site Star Wars Unity, a Lucasfilm começou o desenvolvimento da sequência da animação Star Wars: Rebels, que será focada nas personagens  Ahsoka e Sabine.

O seu lançamento está supostamente sendo planejado para o final desse ano (2020).

Também é mencionado que Dave Filoni está envolvido na produção, uma vez que o cineasta foi um dos responsáveis por Clone Wars, Rebels e The Mandalorian.

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A série explora os acontecimentos dos 19 anos entre o “Episódio III – A Vingança dos Sith” e o “Episódio IV: Uma Nova Esperança”. Utilizando a vida dos gêmeos Skywalker como medida, será ativa na história após a separação deles quando recém-nascidos, e antes da reunião indesejada na prisão da Death Star. Diz a sinopse de Rebels.

Para futuras informações da sequência de Rebels, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Showrunners do Arrowverso falam do que esperar para o Pós-crise nas Infinitas Terras

Em entrevista ao TV Line, os showrunners de Supergirl, Legends of Tomorrow, Flash, Arrow e Supergirl falam dos rumos das séries após os eventos da Crise nas Infinitas Terras.

“A Crise atinge Sara de uma maneira muito forte, de um jeito positivo, e que definir sua trajetória na quinta temporada”, disse Keto Shimizu, showrunner de Legends of Tomorrow.

“Para nós, a Crise vai resetar muita coisa do que está acontecendo no momento. Será divertido ver o que acontece em seguida”, disse Robert Rovner, showrunner de Supergirl.

“Apesar dos personagens de Batwoman não saberem sobre multiversos e heróis superpoderosos, a Crise terá uma chocante ressonância”, disse Caroline Dries, a showrunner de Batwoman.

“Barry fará uma coisa muito significante nas partes finais do crossover que terá muitas ramificações no restante da sexta temporada”, disse Marc Guggenheim, Produtor Executivo do Arrowverso.

“A Crise muda, literalmente, tudo”, disse Beth Schwartz, showrunner de Arrow.

A Crise nas Infinitas Terras retorna para as suas partes finais no dia 14 de janeiro.