Para o segundo semestre deste ano, a HBO está prometendo trazer para sua grade uma adaptação televisiva de Lovecraft Country do escritor Matt Ruff e o material mostrado até agora está bastante promissor. Recentemente, a emissora revelou o trailer inédito da série. Confira:
O jovem veterano do exército Atticus Black junta-se a sua amiga Letitia e a seu tio George para uma viagem pelas estradas dos Estados Unidos da década de 1950, com objetivo de encontrar seu pai desaparecido. Na jornada, eles se deparam com o terrores racistas e forças sobrenaturais.
Jordan Peele e J.J. Abrams estão na produção da série.
Durante o evento Justice Con, o cineasta Zack Snyder liberou um vídeo inédito do vindouro filme Zack Snyder’s Justice League, que você pode conferir logo abaixo.
Com lançamento previsto para 2021 no HBO Max, o Snyder Cut terá um painel no evento online DC Fandome, no qual deverá contar com a revelação do seu primeiro trailer.
Em 2017, a filha de Zack Snyder acabou se suicidando, motivo pelo qual o cineasta se afastou da produção de Liga da Justiça. Snyder foi substituído por Joss Whedon, que acabou fazendo intensas refilmagens no trabalho do diretor. O resultado acabou não agradando a crítica especializada e o público em geral.
Para futuras informações a respeito de Zack Snyder’s Justice League, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
The Walking Dead está fechando seu décimo ano, que tinha o episódio final previsto para ser exibido em Abril, porém, por conta da pandemia do Coronavirus a série teve que atrasar sua estreia para Outubro. Junto do episódio final, os produtores revelaram na San Diego Comic Com At Home, que haverá seis episódios extras já gravados que incrementarão a história.
A data de Outubro marcaria a estreia da 11º temporada do show, mas os atrasos com as gravações tiveram que mudar os planos da AMC para o projeto. O 11º ano de Walking Dead terá sua estreia adiada para o próximo Outono americano, já que no evento tivemos a noticia que os roteiristas ainda estão finalizando o texto remotamente.
O spin-off, World Beyond, irá ter seu primeiro episódio lançado logo após a exibição do episódio final da 10º temporada. O novo spin-off não sofrerá com atrasos, logo que todos os episódios foram gravados normalmente.
Novo Spin-off, World Beyond.
Ainda não se tem informações sobre como será os seis episódios extras, e de como eles influenciaram na história. O que se sabe, até o momento, é que serão exibidos em 2021.
The Walking Dead retornará em 4 de outubro para o seu Season Finale.
O substantivo “folclore” tem como significado a reunião de de costumes e tradições de um povo que são contadas de forma oral, atravessando gerações. De origem inglesa, a palavra vem do termo “folklore”, que é também o título do oitavo álbum de estúdio de Taylor Swift.
Todos nós já tivemos contato com o folclore, histórias macabras, divertidas e cativantes. No nosso país, desde a infância ouvimos sobre o Saci Pererê, o Curupira, a Iara, a Mula Sem-Cabeça e tantos outros. Já em outros, há histórias sobre os mais diversos seres como, gnomos, duendes, fadas e fantasmas. É, de fato, algo universal. Porque boas histórias atravessam fronteiras e o tempo.
Taylor surgiu no mundo da música country, há mais de 13 anos atrás, chamando atenção pela sua excelência artística como compositora. Ela era tão jovem, mas sabia como poucos escrever grandes canções. Com o passar dos anos, Swift se tornou um fenômeno global. Mergulhou de cabeça na música pop, vendeu mais de 80 milhões de discos no mundo todo e virou dona da segunda maior turnê feminina da história, ficando atrás somente de Madonna.
Porém, a música pop é cheia de regras e estruturas a serem seguidas. O que podem fazer com que muitos artistas não consigam extrapolar certos limites devido a todo mercado em jogo. E Taylor sofreu com isso. É claro que com seu talento, ela conseguia escrever grandes hinos pop como “Style” ou “New Romantics”, mas ainda não havia encontrado o caminho certo para voltar a explorar todo o seu potencial enquanto compositora. Mas felizmente, ela agora o encontrou.
folklore é nada mais do que um álbum de histórias. E boas histórias. Taylor está contando e cantando sobre personagens que surgiram em seus devaneios, principalmente durante o isolamento social nos últimos meses. São perspectivas e experiências que vão além dela.
Passeamos por narrativas cotidianas e até históricas. Há conto de uma viúva mal vista por sua cidade inteira, há homenagem aos profissionais da saúde que estão no combate a COVID-19 e principalmente, há histórias de relacionamentos.
Swift compõe com toda maestria e sensibilidade de que se pode esperar de um compositor. Tudo é tão detalhado que, caso não soubéssemos que as histórias são de personagens, pensaríamos que seriam experiências da própria Taylor. Os pontos altos das composições estão nas faixas “the 1″, “exile”, ”epiphany” e nas já lendárias “cardigan”, “illict affairs” e “betty”, trio de músicas interligadas que contam uma só história: Um triângulo amoroso entre adolescentes e todos os seus pontos de vistas e nuances.
A produção está no mesmo nível de qualidade quanto às composições. A maior parte das faixas são produzidas por Aaron Dessner, membro da banda The National. Aaron faz um excelente trabalho dentro do disco. Principalmente nas faixas “epiphany” (a música dedicada aos profissionais de saúde) que tem a melhor atmosfera do disco, ela é transcendente. E “exile”, parceria com Bon Iver, favorita a receber a coroa de melhor música do projeto com o passar do tempo.
Além disso, há na jogada Jack Antonoff, parceiro musical de longa data de Taylor. Jack tem fama de Rei Midas. Absolutamente tudo que ele produz, é ouro. (Ouça Melodrama de Lorde ou Masseduction de St. Vincent para entender isso). “august”, “mirrorball” e “betty”, única faixa produzida por Antonoff e Aaron, não deixam mentir esta afirmação.
Entretanto, há pontos que fazem com que folklore não consiga abraçar a completa perfeição, embora toque-a. Ter um álbum longo, de 16 faixas e 1h de duração é perigoso, ainda mais em um projeto que possuiu um conjunto de faixas maravilhosas. Algumas boas, mas não tão boas, acabam se perdendo no meio da curadoria. Isso quando não fazem o álbum soar massivo e cansativo, que é o caso de faixas como “the last great american dynasty”, “mad woman” e “hoax”. Que não são de todo mal, mas não fariam diferença se não estivessem ali.
Há algumas faixas em folklore onde Taylor levemente flerta com elementos do experimentalismo, e é uma pena que seja de maneira tão simples. Talvez a cantora esteja guardando essa ideia para álbuns futuros quando acreditar que ela e seu público terá mais maturidade musical para tal coisa. Mas que é uma pena não explorar mais as faixas com sons “esquisitos” e longas durações de instrumental, isto é. “epiphany”, como já citado anteriormente, tem a melhor atmosfera do álbum, é uma faixa que poderia facilmente passar dos 6, 7, 8 minutos. E o próprio primeiro single, cardigan tem sons muito interessantes na parte final do seu instrumental que poderiam ser mais explorados.
Por fim, folklore já nasce se consolidando um dos melhores álbuns do ano e quiçá, o melhor da carreira de Taylor Swift. Seus pequenos defeitos não são suficiente para descredibilizar toda sua qualidade e maturidade. Taylor finalmente achou sua redenção em entregar perfeitas composições na música pop, e ter flertado com o som alternativo foi essencial para isso. folklore fica melhor a cada nova reprodução, e por isso, parece que irá envelhecer como um bom vinho. Ou melhor, será repassado de geração em geração porque é isso que acontece com boas histórias, elas viram universais.
A sexta temporada de Fear the Walking Dead, série derivada de The Walking Dead, ganhou um teaser inédito durante a San Diego Comic Con, confira:
Além disso, também foi revelado que o novo ano da série começará em 11 de Outubro. Fear the Walking Dead tem todas as suas temporadas disponíveis na Amazon Prime Video.
Começou a pré-venda de Miss Davis – A vida e as lutas de Angela Davis, pela Agir, um braço da Ediouro aqui no Brasil. A biografia em quadrinhos apresenta toda a trajetória de Angela Davis uma mas maiores ativistas pela luta dos direitos civis nos EUA do nosso tempo. Sua conduta e sua vida a tornaram um símbolo do movimento negro e do feminismo.
Angela Yvonne Davis alcançou notoriedade mundial na década de 1970 como integrante do Partido Comunista dos Estados Unidos, dos Panteras Negras, por sua militância pelos direitos das mulheres e contra a discriminação social e racial naquele país.
A dupla francesa Sybille Titeux (roteiro) e Amazing Ameziane (artes), Miss Davis – A vida e as lutas de Angela Davis, refaz a jornada de Miss Davis, desde sua infância no Alabama, marcada pela segregação racial e pelos ataques da Ku Klux Klan, até sua saída da prisão em 1972, na Califórnia, após uma enorme mobilização mundial pela sua libertação. A obra conta ainda com um texto de orelha assinado pela filosofa e escritora Djamila Ribeiro.
Miss Davis – A vida e as lutas de Angela Davis tem formato 20,5 x 27,5 cm, 196 páginas, capa cartonada e o preço de R$ 59,90.
Foi revelado com exclusividade pelo Star Wars Direct, que o personagem Darth Maul irá participar de diversos seriados em live-action do universo Star Wars.
Segundo o site, uma série do vilão pode estar em desenvolvimento pela Lucasfilm, mas que até o momento, ela não possui uma previsão de lançamento. Além disso, Maul deve dar as caras em uma produção televisiva focada em Qi’ra is, personagem que fez a sua estreia em Han Solo: Uma. História Star Wars.
Maul nasceu no planeta Dathomir, sendo filho da mãe Talzin e criado como um Irmão da Noite em Dathomir, antes de ser levado por Darth Sidious como seu aprendiz. Os chifres são a marca registrada de todos os Zabraks e foi vivido por Ray Park.
Star Wars é uma das maiores franquias da história, acumulando o total de 11 filmes, diversas animações, games e curta-metragens. O primeiro filme foi lançado em 1977, com Mark Hamill, Carrie Fisher e Harrison Ford.
Para futuras informações a respeito do primeiro filme da franquia Star Wars, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Hoje ocorre um dos lançamentos mais esperados da Guará. Depois de Cidadão – Incomum – A Ponta do Iceberg e Ecos, chegou a hora de Teocrasília, de Denis Mello. A obra é um retrato instigante de um Brasil tomado pela religião. Mas como o próprio Denis diz, Teocrasília não se trata de uma crítica à religião, mas sim à pratica comum de envolver líderes e membros de comunidades religiosas na política.
Quando a resignação e o dogma se tornam o espírito de um novo tempo, tudo o que resta é a resistência e a fé que pode se originar da luta. É nesse mundo tomado pela religião que Teocrasília é ambientado. A HQ propõe um mergulho quase sem volta em um futuro distópico, não muito distante. Nessa realidade, a bancada religiosa da política brasileira, denominada “Divino Altar”, domina o país e institui um regime teocrático.
Como frente opositora às autoridades teocráticas que regem esse novo mundo, Denis Mello apresenta Vicky, Yuri e Gambino, aliados na batalha contra a tirania. Através de uma trama cheia de reviravoltas e suspense, o autor costura entre a resistência e a tirania uma realidade que pode ser associada a traços da história recente brasileira. Frustração, ódio, angústia, covardia e mentira, o leitor não é poupado de nada, em Teocrasília.
Teocrasília será lançado em versão digital e pode ser adquirida no site da Guará, no Kindle e também na plataforma Super Comics. O preço de capa é de R$ 6,00 cada edição, que terá capítulos mensais. No site da Guará você pode adquirir o prólogo da história totalmente gratuito.