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All The Right Reasons | Nickelback anuncia relançamento para o aniversário de 15 anos

A banda anunciou ontem (30) o relançamento de All The Right Reasons (2005) para comemorar o aniversário de 15 anos.

O anúncio foi feito no Facebook.

https://www.facebook.com/Nickelback/videos/783827562356570

All The Right Reasons: 15th Anniversary Expanded Edition terá CD duplo e contará com versão remasterizada do álbum original. Terá também seleção de B-sides e show ao vivo realizado em 2006 na Dakota do Sul.

Tracklist de All The Right Reasons: 15th Anniversary Expanded Edition:

CD1: All The Right Reasons e B-Sides remasterizados

01. Follow You Home
02. Fight For All The Wrong Reasons
03. Photograph
04. Animals
05. Savin’ Me
06. Far Away
07. Next Contestant
08. Side Of A Bullet
09. If Everyone Cared
10. Someone That You’re With
11. Rockstar
12. We Will Rock You
13. Photograph (Acoustic)
14. Too Bad (Acoustic)
15. Someday (Live Acoustic)

CD2: Live at Buffalo Chip, Sturgis, Dakota do Sul (08 de agosto de 2006)

01. Intro
02. Animals
03. Woke Up This Morning
04. Photograph
05. Because Of You
06. Far Away
07. Never Again
08. Savin’ Me
09. Someday
10. Side Of A Bullet
11. How You Remind Me
12. Too Bad
13. Figured You Out

Fonte: RockBizz

All The Right Reasons: 15th Anniversary Expanded Edition será lançado no dia 02 de outubro em todas as plataformas de streaming.

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Música

O quão “branco” The Weeknd deveria ser para a MTV o considerar pop?

A MTV divulgou no último dia 30 a esperada lista de indicados ao VMAs 2020, sua maior e principal premiação. E como em todo ano, as redes sociais são dominadas por diversos fãs comentando os escolhidos pela emissora americana. Há aqueles que comemoram por verem seus favoritos com várias ou somente uma única indicação e há aqueles que reclamam por verem seus ídolos de fora do evento ou recebendo poucas indicações. O normal.

Entretanto, há algo maior do que as indicações que passou despercebido aos olhos do público. Seja pela euforia ou seja pelo fato das pessoas só se importarem com pautas raciais quando elas são trends nas redes sociais: The Weeknd com uma música pop numa categoria de R&B .

The Weeknd, nome artístico de Abel Makkoenn Tesfaye não é somente um dos maiores nomes da música no ano de 2020, como uma das grandes revelações da última década. Seu mais recente álbum, After Hours, lançado em março deste ano, vendeu nos Estados Unidos aproximadamente 440 mil cópias somente na primeira semana. E em escala mundial, o disco quebrou o recorde de pré-adições na plataforma Apple Music, fazendo com que 1,02 milhões de usuários garantissem o álbum em suas bibliotecas antes mesmo dele ser lançado. 

The Weeknd lança o tão aguardado álbum "After Hours" - quarto de ...

Além das vendas estratosféricas de After Hours, o disco conta com os singles Heartless, In Your Eyes (que atingiram, respectivamente, o 1º  e o 16º  lugar na parada americana) e Blinding Lights, que não só alcançou também o topo da Billboard Hot 100 como é, até então, a maior música pop do ano. Inclusive, a faixa continua no top 5 da parada americana e do Spotify global, fazendo em média 4 milhões de reproduções diárias mesmo após 7 meses de seu lançamento. 

Ou seja, Blinding Lights é Pop. Não só na sua estrutura musical, como também comercialmente.  É exatamente este o gênero da canção.

Produzida pelo próprio Abel, Oscar Holter e a lenda da música pop, Max Martin (produtor de faixas como Oops I Did It Again, Teenage Dream e Can’t Stop The Feeling!) Blinding Lights é uma música que bebe diretamente da fonte dos anos 80. Mergulhando de cabeça no synthpop, a crítica especializada não poupou elogios à faixas. A sonoridade oitentista é tão forte que não só a crítica, mas também o público, consegue reconhecer de imediato as influências de nomes como Michael Sembello e A-ha (principalmente do grande clássico Take On Me). 

Porém, nem mesmo a popularidade da canção e nem a perfeição synthpop proporcionada por The Weeknd, foram o suficiente para a MTV, um dos maiores símbolos musicais da história, reconhecer a faixa, e neste caso, o clipe, como produções pop. Blinding Lights recebeu indicações ao VMAs 2020 nas categorias de Vídeo do Ano, Melhor Direção, Melhor Cinematografia, Melhor Edição e, Melhor Vídeo de R&B. Sim, R&B. E também, fora da categoria de música do ano. 

Abel é um artista que, desde o início de sua carreira, flerta com o R&B e com o Pop. O que não falta em sua discografia são faixas R&B. De The Zone à Wicked Games, passando por Reminder e aos grandes hits como The Hills, Often, Earned It e Heartless. “Taguear” Blinding Lights na mesma caixa que essas outras canções, não é só desrespeitoso com o gênero R&B, com o Pop, com o trabalho de The Weeknd. É também  uma das formas de racismo dentro da indústria musical. 

Colocar Blinding Lights em uma categoria de R&B é um exemplo perfeito da segregação racial dentro da indústria fonográfica. Por ser negro, The Weeknd foi visto pela curadoria da MTV como um artista do segmento “Urban”.  Este termo ganhou popularidade nos anos 80 e é problemático  porque separa a música pop feita por artistas brancos da música pop feita por artistas negros. O “Urban” coloca toda música Pop, Rap e R&B feito por negros em uma única caixa sem se preocupar com a estética, som, estrutura entregadas por esses artistas. Para eles, se um negro que fez, é urban. 

Recentemente, devido aos protestos raciais ocorridos nos Estados Unidos e no resto do mundo, diversas pautas foram levantadas nos mais variados segmentos da sociedade. Na música, não poderia ser diferente. Após anos de críticas por parte dos artistas e parte do público, a Recording Academy, responsável pelo Grammy anunciou que removeria o termo “Urban” de suas categorias, por ser um termo historicamente racista para a comunidade afro americana. 

The Weeknd já ganhou 2 vezes a categoria de Melhor Álbum Urban por Beauty Behind The Madness e Starboy. Na edição deste ano, Tyler, The Creator ganhou a categoria de Melhor Álbum de Rap por IGOR, um dos mais aclamados álbuns de 2019 que, pra surpresa da crítica e público, ficou de fora das categorias principais. Durante a coletiva de imprensa após cerimônia de entrega, Tyler falou como era agridoce a vitória e o porquê de se incomodar com artistas negros excluídos das categorias pop e principais. Confira:

“Por um lado eu estou muito grato que o que eu fiz pode ser reconhecido em um mundo como esse… mas é péssimo que sempre que nós, e eu quero dizer caras que se parecem comigo, fazemos alguma coisa que transcende gêneros ou coisa assim, eles sempre colocam em alguma categoria urbana ou de rap.”

Tyler ainda completou, dizendo que:

“Eu não gosto dessa palavra ‘urbana’. Pra mim, é só uma forma politicamente correta de dizer a palavra com ‘n’ [referenciando uma específica palavra inglesa que começa com n, que é racista quando falada por pessoas que não são negras]. Então quando eu ouço isso, eu fico tipo, por que a gente não pode ser indicado pra categoria pop? Então eu fico tipo — metade de mim acha que a nomeação de rap é um elogio ambíguo.”

Grammy endurece regras de conflitos de interesse e promete show em ...

Tyler, The Creator no Grammy Awards deste ano.

Mesmo sendo em premiações diferentes, a exclusão em cima de artistas negros acontece de maneira explícita. O que The Weeknd precisaria fazer a mais para que seu single Blinding Lights fosse visto como pop para a principal emissora musical do mundo? Por que no mesmo ano, You should be sad da Halsey, que flerta com a música country e só alcançou a posição #26 da parada americana está na categoria pop? Por que mesmo tendo vendido mais de 1 milhão de cópias somente nos Estados Unidos, Blinding Lights está fora da categoria de música do ano? Todas essas questões são falsas dúvidas, pois, já sabemos quais são as respostas para tantos “porquês”.

Infelizmente, o boicote evidentemente racista do VMA em cima de The Weeknd não é a coisa mais frustrante de toda a problemática. 1 mês após o pico de engajamento em cima do movimento Black Lives Matter e do movimento instagramático #blackoutthuesday não há mais comoção por grande parte da imprensa, artistas e fãs sobre o boicote racista em cima de um artista negro. – Na verdade, não há nem mais atenção em casos mais graves como os contínuos assassinatos de pessoas negras por forças do estado, quem dirá neste. –  Basta uma rápida pesquisa no twitter que você verá tantos jovens auto intitulados de conscientes e engajados se preocupando mais com o Justin Bieber ter sido indicado ou não em categoria X ou apreensivos com a Lady Gaga imaginando se ela irá se apresentar no palco do evento. 

Claro que um prêmio, a longo prazo, não diz absolutamente nada. Um clipe ou uma música podem se tornar atemporais com ou sem VMAs, Grammy ou qualquer outra coisa, exemplos são os que não faltam. Não que não seja importante ou divertido buscar uma validação por parte do público ou crítica. Faz bem pro ego, movimenta a cadeia musical e também pode ajudar a trazer visibilidade para determinado artista ou gênero. Mas daqui a alguns anos, quando relembrarmos este caótico ano de 2020 através da música, ou quando algum jovem que se interessar sobre a música da época qual ele não era nascido, Blinding Lights e a obra de The Weeknd estará lá, sobrevivendo ao tempo assim como qualquer clipe e música de qualidade. E felizmente, quem decide isso é a história feita pelas pessoas, e não a MTV.

 

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Gameplay Games

Trails – O que é, por onde começar e onde jogar?

Longe de ser uma das franquias de JPRG mais conhecidas do mundo, como Final Fantasy e Dragon Quest, Trails vem aos poucos ganhando novos fãs fora do Japão. Com mais de 15 anos de existência, a subsérie da Nihom Falcom tem como características a sua narrativa, diálogos e world-building primorosos.

O que é Trails, como entrar nessa franquia, quantos jogos são, como e onde jogar, preciso realmente jogar todos? Nesse pequeno artigo, irei responder essas perguntas.

O que é Trails?

Como dito acima, Trails é uma subsérie. Mas de qual, você deve se perguntar. Pois bem, a série original, de onde Trails veio, se chama The Legend of Heroes. O primeiro game da série, Dragon Slayer: The Legend of Heroes, foi lançado em 1989 no Japão, e não possui qualquer relação com Trails, além de carregar o nome. Não é preciso jogar esses títulos, nem ao mesmo os da Trilogia Gagharv, série que veio antes de Trails.

Trails ou Kiseki no Japão, possui ao todo nove jogos já lançados, com o décimo chegando em Agosto desse ano na terra do sol-nascente. Além de um spin-off, que até certo ponto pode ser ou não considerado cânon. Os jogos são divididos atualmente em três arcos, todos sendo sequência um do outro, que complementam uma narrativa que vem sendo escrita há mais de 15 anos e sem data para acabar. A série foi criada em 2004 por Toshihiro Kondo, atual presidente da Nihom Falcom.

A série traz um combate em turnos clássico, com utilização de golpes, magias e habilidades especiais, conhecidas como Crafts. Seu ponto forte é a narrativa e construção de mundo. Tudo ao seu redor está vivo, é incrível ver como até mesmos os NPCs tem narrativas próprias. Sem falar na trilha-sonora magnifica feita pela Falcom JDK Band.

Quais são esses nove jogos?

Como dito anteriormente, Trails atualmente é divido em três arcos, sendo eles: Arco de Liberl com três jogos, Arco de Crossbell com dois jogos e Arco de Erebonia com quatro jogos.

Trails in the Sky FC (2004)

Aqui nós temos o começo de tudo, com Trails in the Sky FC. Para quem se pergunta, FC vem de First Chapter. Essa adição ao título veio posteriormente, assim como a remoção de The Legend of Heroes VI, para apenas The Legend of Heroes. Tudo que você PRECISA saber sobre a franquia é apresentado nesses três jogos.

Lançado aqui em 2011, em Trails in the Sky nós temos como protagonista Estelle Bright, uma garota que acaba se tornar uma Bracer, uma espécie de aventureiros de todo o mundo de Trails, que fazem qualquer trabalho, entre salvar gatinhos e derrotar monstros (é dai que vem as sidequests do game). A história começa com Estelle e seu irmão adotivo Joshua, saindo em busca de seu pai, Cassius, que está desaparecido.

É com essa premissa SUPER SIMPLES que damos o pontapé inicial na franquias de JRPG mais bem escrita da atualidade, em minha opinião. O ponto mais negativo, que muitas pessoas citam, é que o começo do game é lento. Sim, de fato é, ele tem todo o tempo do mundo para introduzir todos os conceitos do mundo e vai engatando aos poucos, com plots de guerra e políticas envolvidos. Sem falar no final de fazer a pessoa engolir em seco. Eu gosto do ritmo do game e acho bem feito, mas entendo a reclamação.

Onde jogar e comprar:

Trails in the Sky está disponível no Ocidente para PC e PSP, podendo ser jogado no Vita. Sendo o PC, a plataforma mais indicada. Tem gráficos melhorados, modo turbo e a possibilidade de colocar mods de voz retirados do remaster de PS VITA.

Steam | GOG | PlayStation Store

Trails in the Sky SC (2006)

Se passando horas após o primeiro game, Trails in the Sky SC (de Second Chapter, obviamente), lançado por aqui em 2015. melhora em tudo o seu original, trazendo um ritmo mais rápido e sidequests melhoradas.

Onde comprar e jogar:

Assim como o seu antecessor, Trails in the Sky SC está disponível para PSP e PC. Novamente, a versão de PC é a mais recomendada. Também é possível colocar mod de vozes. É possível utilizar o save do game anterior para conseguir um bônus no segundo jogo.

Steam | GOG | PlayStation Store

Trails in the Sky the 3rd (2007)

Chegamos ao último game da trilogia, Trails in the Sky the 3rd. Para mim, o melhor dos três primeiros jogos. Ele tem como protagonista Kevin Graham, personagem que apareceu no segundo jogo. O game se diferente em quase tudo dos jogos anteriores. Saímos de um mundo “aberto” para uma espécie de Dungeon Crawler. Em vez de sidequests, temos portas, com histórias longas, curtas e minigames, sim MINIGAMES.

É um dos jogos mais importantes da série, em questão de lore, Há coisas aqui que até hoje ou não foram explicadas ou ainda não apareçam na série. E já temos a confirmação, que uma das portas apresentadas aqui, irá reaparecer no vindouro game da série, Hajimari no Kiseki. Mais do que isso, é spoiler.

Onde comprar e jogar:

Aqui temos o primeiro impasse da série, mas que não é grave. O game chegou ao Ocidente apenas em 2017 apenas para PC. Ainda que no Japão tenha saído também para PSP, a XSEED, responsável pela localização dos jogos na época, optou apenas pelo lançamento nos computadores, mesmo que o seu anterior, que chegou aqui em 2015, tenha saído para o portátil da Sony. É possível carregar os saves do game anterior para ele também, além de mod de vozes, e vai por mim, vocês IRÃO QUERER vozes nesse game.

Steam | GOG

Chegamos no grande problema de Trails no Ocidente: o Arco de Crossbell. São dois jogos, Zero no Kiseki e Ao no Kiseki. Originários de PSP, eles nunca foram lançados aqui no Ocidente. Os motivos, são um tanto claros, o PSP já não tava mais em alta aqui pós-2017 e o Vita já estava morrendo. Além do mais, no Japão, apenas Zero no Kiseki obteve um port para PC e o port de Ao no Kiseki para computadores foi feito na China. Ficaria inviável trazer para o Ocidente. Por sorte, nada está perdido.

Ambos os jogos receberam agora em 2020, uma remasterização para PlayStation 4. Isso abre portas para a publicação dos jogos aqui no Ocidente. O próprio Kondo já afirmou que um dos pontos principais dos remasters terem sido feitos, é para que tenha uma possibilidade deles serem localizados. Os jogos também tiveram um pequeno retcon.

PORÉM, enquanto a gente espera alguma empresa anunciar a localização dos jogos, nós podemos jogá-los em inglês.

Ambos os jogos possuem traduções de fãs, e todas bem feitas. Zero no Kiseki em específico, ganhou uma nova tradução para o PC recentemente, com features exclusivas, como log de diálogos, framerate aumentado, mais slots para salvar e modo turbo funcional. Tudo feito pela Geofront, um grupo de fãs focados em Trails.

Ao no Kiseki possui uma tradução muito funcional também, com inclusão também de um modo turbo. E melhor, a própria Geofront, já está fazendo um patch para o game, com as mesmas funcionalidades do game anterior. Atualmente, o patch se encontra com 90% da primeira edição concluída e não deve demorar muito para ficar pronta. A paixão é tanta que eles conseguiram convencer a loja CHINESA a liberar uma opção de pagamento para o ocidente. Apesar disso, eu recomendo jogar com a tradução recente, caso a da Geofront ainda não tenha sido lançada quando você estiver lendo isso. A tradução atual é originária do PSP e foi sendo refeita e aplicada para a versão de PC.

Mesmo que a Falcom não tivesse planejado esse arco desde o começo, é sem dúvida o melhor e o mais importante da série. Tanto em elenco e em história. Os acontecimentos desses jogos repercutem até hoje da série, sendo a fundação para tudo que acontece a partir de Cold Steel III. Ele também fecha um dos plots deixados na primeira trilogia.

Zero no Kiseki / Trails From Zero (2010) – Tradução por Geofront

Aqui nós temos como protagonista Lloyd Bannings, um detetive que acaba de voltar para Crossbell, sua cidade natal, após três anos fora. Ele se vê no comando da S.S.S, uma equipe de policiais baseada nos Bracers. A trama política já presente nos jogos anteriores, é expandida aqui, trazendo inúmeras reviravoltas.

Onde comprar e jogar:

No PC e bem, como falei, o game não está disponível oficialmente no ocidente. O que nos obriga a importá-lo. No site da Geofront, tem um tutorial em inglês de como comprar e aplicar a tradução. Sim, a situação econômica do Brasil está bastante complicada e nós da Torre de Vigilância não incentivamos pirataria, mas é possível encontrar pela internet o jogo já com a tradução aplicada. Também é possível aplicar mod de vozes.

Geofront: Tutorial de Importação e Aplicação do Patch

Ao no Kiseki / Trails to Azure (2011) – Traduções por Guren/Flame e Geofront (em breve)

Ao no Kiseki se passa um tempo depois do final de Zero no Kiseki. A S.S.S, agora com novos membros, estão finalizando os detalhes do último caso, quando uma guerra entre Calvard e Erebonia está prestes a acontecer. Para mim e para muitos, é o melhor jogo da série inteira.

Como comprar e onde jogar:

Novamente, só é possível jogar oficialmente importando e aplicando o patch. No site da Geofront já tem um tutorial para importar o game e se preparar para o vindouro patch deles. Para o patch atual, eu não consegui achar um tutorial para isso ou se a versão comprada aceita o mesmo. As versões pela internet já se encontram patcheadas, incluindo com a versão mais recente. Também é possível aplicar mod de vozes. Aqui, só irei deixar o link com o PATCH. É possível carregar o save de Zero no Kiseki.

Tutorial de Importação da Geofront| Reddit com o Patch do Guren/Flames

Chegamos ao arco mais atual e por onde muita gente acaba começando Trails, mesmo sendo a maneira “errada”. Já començando com um meio “spoiler”, dá pra dividir esses quatro jogos em duas etapas. Trails of Cold Steel I e II se passam no mesmo momento que Zero no Kiseki e Ao no Kiseki. Então, em termos de tempo, a série não avança. Já Trails of Cold Steel III e IV, avançam no tempo.

Muitas pessoas acabam começando por Cold Steel por serem jogos mais atuais, com visuais 3D e mais atraentes pros olhos. Porém, acabam perdendo muita coisa essencial do universo, pois Trails é uma série contínua, mesmo que dividida em arcos. O primeiro problema ocorre no final de Cold Steel II, mas não falarei por motivos de spoiler, porém, grande problema é quando os jogadores começam a jogar Cold Steel III e se deparam com personagens e eventos que nunca tinham visto antes, mas que a série trata como “normal”. Pois são coisas que vieram dos arcos anteriores.

Em Cold Steel IV, por exemplo, nós temos os protagonistas dos arcos anteriores aparecendo para vocês terem uma noção.

Trails of Cold Steel (2013)

Adeus Bracers e Detetives, agora somos estudantes! Nosso protagonista é Rean Schwarzer, um estudante ordinário que acaba de ingressas em Thors, uma academia militar de Erebonia. Sim, Erebonia, o lugar tido até agora como um dos antagonistas de Trails. Basicamente aqui, além de Rean, temos vários outros estudantes da Class VII, uma turma focada em resolver tarefas em outras cidades por Erebonia.

Rean é meio que um reflexo de sua época, o longínquo ano de 2013, rs. Menino de cabelo preto com espada e com cara de tacho. Ele começa como uma espécie de self-insert e vai evoluindo aos poucos durante os jogos. Para quem veio dos jogos anteriores, é bastante esquisito se acostumar com o novo jeito de Trails. Agora temos bonding system, um sistema de relacionamento a lá Persona. Sim, em Zero e Ao já tínhamos um pseudo bonding system, mas era bem específico. Aqui em Cold Steel eles exageram.

Eu pessoalmente não curto esse sistema, por além de ser uma espécie de harém, que não adianta muita coisa, pois narrativamente falando, já tem uma garota certa para o Rean, mas os diálogos e desenvolvimento dos outros personagens ficam presos nele.

As sidequests são boas e muita coisa sobre o mundo é revelada. O game foi lançado no Ocidente em 2015.

Onde comprar e jogar:

O jogo saiu originalmente para PS3 e PS Vita. Tendo também versões de PC e PlayStation 4, que são as que eu recomendo. Tem gráficos melhores e modo turbo. E agora, oficialmente, temos dublagem, tanto em inglês quanto japonesa.

Steam | GOG | PS3 | PSVita | PS4

Trails of Cold Steel II (2014)

Aqui nós temos o que é na minha opinião o game mais fraco da série. Trails of Cold Steel II saiu no Japão em 2014 e se passa 1 mês após os eventos do primeiro jogo. O jogo traz um diferencial na sua estrutura. Até então, todos os jogos tinham os seus eventos divididos em capítulos normais. Aqui, o jogo é dividido em 3 atos, um intermission (muito importante para que veio de Crossbell) e o Finale.

O grande problema do jogo está em seu segundo ato. Ele é enorme e cansativo, beirando o tedioso em certos momentos. Isso enquanto uma guerra está acontecendo. Dito isso, o final do game é um dos melhores da franquia. Importante ressaltar que o Rean nesse game já demonstra uma melhora como personagem.

Onde compra e jogar:

Mesmo esquema do anterior. Ele saiu pra PS3, PS Vita, PC e PS4. Sendo as duas últimas plataformas as mais recomendadas.

Steam | GOG | PS3 | PS Vita | PS4

Trails of Cold Steel III (2017)

Chegamos ao lançamento mais recente da franquia aqui no Ocidente: Trails of Cold Steel III. Lançado no Japão em 2017 e aqui em 2019, Trails recebeu uma nova casa por aqui, agora sendo localizado pela NIS America e não pela XSEED que trouxe os outros jogos. Mas não se preocupe, uma boa parte da equipe da tradução dos outros games trabalhou também nesse game.

Em Trails of Cold Steel III, temos Rean como professor e não mais aluno e ele se tornou um ótimo personagem, vejam só vocês. Mas sério, eu acho inacreditável o quanto Rean evoluiu e o quanto esse jogo é maravilhoso! Quase chegando perto de Ao no Kiseki no meu TOP. A nova Classe VII é incrível, pessoalmente gosto de todos os novos personagens. E sobre o bonding system, nesse game ele está ótimo e funcional.

Nesse game nós vemos o quão bem escrito é essa série e como tudo chegou nesse ponto da história.

Onde e como jogar:

Cold Steel III foi feito direto para a geração atual, então nós temos versões para PlayStation 4, PC e Nintendo Switch.

Pera, Nintendo Switch???

Sim, a NISA decidiu portar o game para Nintendo Switch e essa versão também foi lançada posteriormente no Japão.  É o primeiro Trails para o console da Nintendo e é o oitavo jogo da série. Não vejo como isso pode dar certo para alguém de primeira viagem, mas bem, é uma plataforma a mais.

Um aviso, NÃO é possível carregar o save de Cold Steel II, pois originalmente os jogos eram de PlayStation 3 e Vita. A Falcom também não colocou a opção nos remasters.

Steam | GOG | PS4 | Switch (não lançou na E-Shop Brasileira)

Trails of Cold Steel IV (2018)

Trails of Cold Steel IV saiu no Japão em 2018 se passa logo após o estonteante final de Cold Steel III. Bom, eu não tenho o que falar desse aqui, pois ainda não joguei. O jogo será lançado aqui no ocidente em 27 de outubro de 2020 para PlayStation 4 e em 2021 para Nintendo Switch e PC, pela NIS America.

Segundo impressões dos japoneses e de fãs que já jogaram a versão original, o jogo não chega a ser tão bom quanto o seu antecessor. Ele aparentemente se perde um pouco no bonding system também e que estrutura dele também é em atos, assim como Cold Steel II. Mas ainda traz o DNA de Trails consigo, com world-building e escrita incrível com os NPCs. Resta esperar para tiramos as próprias conclusões. É possível carregar o save de Cold Steel III.

Uma curiosidade, a versão japonesa conta com “The End of Saga” em seu título. Ele foi retirado na versão ocidental.

Onde comprar e jogar:

Steam | PS4 

Confira nossa review do jogo.

Bom para o futuro de Trails, temos as seguintes coisas:

Hajimari no Kiseki (2020)

O próximo game da franquia, Hajimari no Kiseki sai em Agosto desse ano para PlayStation 4. É o décimo jogo principal da franquia e tudo indica que ele terá uma estrutura similar à Trails in the Sky the 3rd. Não há previsão para lançamento aqui visto que Cold Steel IV ainda nem saiu. Mas tudo indica que seja em 2022, já que dois anos tem sido o intervalo. O save é carregado de Cold Steel IV.

Os remasters de Zero no Kiseki e Ao no Kiseki

Como dito anteriormente, Zero no Kiseki e Ao no Kiseki ganharam versões remasterizadas para PlayStation 4. Esperamos que essas versões, e um port para o PC, cheguem aqui em breve. A NIS America ainda não falou nada sobre o assunto e tão pouco a XSEED.

Nayuta no Kiseki (2012)

Trails tem um spin-off chamado Nayuta no Kiseki, lançado para PSP e que nunca saiu do Japão. Ele é bem diferente dos jogos da franquia, trazendo um combate de ação parecido com o de Ys, outra franquia da Falcom, e ele se passa MILHARES de anos antes dos tempos atuais. Não sabemos se ele irá ganhar algum remaster ou cair no esquecimento.

Atualmente ele não é canônico na franquia, ainda que tenha algumas aberturas para isso acontecer. Existem várias referências, incluindo uma personagem com mesmo sobrenome do protagonista do jogo. Ele possui uma tradução feita por fãs. Eu cheguei a jogar metade dele mas ainda não terminei, apesar de ter gostado do que eu joguei.

Símbolo de Calvard

Tudo leva a crer que o próximo arco de Trails se passará em Calvard. É um dos lugares citados desde o primeiro Trails in the Sky que ainda não visitamos. O próximo jogo, depois de Hajimari, já está em produção, – a Falcom já havia confirmado que tinham dois jogos sendo feitos simultaneamente -, e terá uma nova engine. Muito provavelmente ele será lançado para o PlayStation 5.

Ver a imagem de origem
Akatsuki no Kiseki

Além de tudo isso, também temos um gacha de Trails chamado Akatsuki no Kiseki. Somente em Japonês. Nunca joguei.


Qual a ordem que devo jogar?

Pois bem, apresentei todos os jogos e dei uma pequena opinião sobre eles. Por onde você deve começar? A ordem mais correta e recomendada é a de lançamento: Liberl, Crossbell, Erebonia e um dia, Hajimari.

Há uma outra ordem, que mesmo não sendo recomendada, pode ser usada para adentrar na franquia. Ela seria: Cold Steel, Cold Steel II, Liberl, Crossbell, Cold Steel III e IV, e posteriormente, Hajimari. Sim, vocês teriam que retornar pro passado por conta dos acontecimentos e suas consequências em Cold Steel III.

Basicamente, a melhor ordem, novamente, é a de lançamento e a melhor plataforma acaba sendo o PC, pois todos os jogos estão lá. Já o PlayStation 4 acaba sendo a plataforma que contém todos os Cold Steel, incluindo o lançamento antecipado do IV.

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Após 36 anos, SBT não exibirá mais Chaves

Foi revelado com exclusividade pelo NaTelinha, que o aclamado seriado mexicano Chaves, deixará a programação do SBT após 36 anos de exibição.

De acordo com o site, o último capítulo irá ao ar hoje (31/08/2020) às 14:15.  

A decisão foi tomada, após uma mudança contratual com entre a Televisa (detentora dos direitos da série) e o Grupo Chespirito, dona dos roteiros escritos por Roberto Gómez Bolaños.

O SBT soube da perda, última quarta-feira (29/06/2020). Prime Video e Multishow também irão perder os direitos da obra.

 

O Chaves é uma comédia que mostra as interações dos moradores de uma vila. Chaves é um menino órfão de oito anos que vive criando atrapalhadas com alguns moradores, como o Seu Magruda, a Dona Florinda, a Dona Clotilde e até com o dono da vila, o Senhor Barriga.

Para futuras informações a respeito de Chaves, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Confirmado, quinta parte de La Casa de Papel será a última

Foi confirmado por meio da EW, que La Casa de Papel foi renovada para a sua quinta e última parte.

Ainda sem detalhes adicionais sobre a trama, foi revelado que Miguel Ángel Silvestre e Patrick Criado se juntaram ao elenco da produção.

As gravações vão começar na próxima semana na Dinamarca e até o momento, não possui data de lançamento.

Oito habilidosos ladrões se trancam na Casa da Moeda da Espanha com o ambicioso plano de realizar o maior roubo da história e levar com eles mais de 2 bilhões de euros. Para isso, a gangue precisa lidar com as dezenas de pessoas que manteve como refém, além dos agentes da força de elite da polícia, que farão de tudo para que a investida dos criminosos fracasse.

Para futuras informações a respeito de La Casa de Papel, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Gavião Arqueiro pode conter oito episódios

Uma nova atualização na página do Gavião Arqueiro no IMDb, indica que o seriado contará com um total de oito episódios.

A série pode seguir a mesma premissa de WandaVision, ou seja, conter mais de seis capítulos, mas com duração diferente cada um (sendo a maioria de uma hora e a minoria de 50 minutos). 

Atualmente, o elenco da produção é composto por apenas Jeremy Renner e Hailee Steinfeld.

Em Gavião Arqueiro, veremos Clint Barton desolado após os eventos de Vingadores: Ultimato. Entretanto, o herói possui um dever e tanto: treinar a sua sucessora para que enfim, possa se aposentar e curtir a sua vida ao lado dos seus filhos e esposa.

Para futuras informações a respeito de Gavião Arqueiro, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Brendan Gleeson é Donald Trump nas primeiras imagens de The Comey Rule

Foram reveladas pela Vanity Fair, as primeiras imagens de The Comey Rule, que mostram os políticos mais influentes da atualidade norte-americana. O destaque, fica por conta de Brendan Gleeson caracterizado como Donald Trump.

A série fictícia possui em seu elenco: Brendan Gleeson, Jeff Daniels (James Comey), Holly Hunter (Sally Yates), Michael Kelly (Andy McCabe) e Kingsley Ben-Adir (Barack Obama).

Publicado em 17 de abril de 2018, o livro de Comey foi o primeiro a expor o interior da administração do governo Trump. Ele chegou às bancas um ano após o diretor ser demitido do FBI, porque afirmou em uma audiência no Senado em junho de 2017 que o presidente havia pedido que ele abandonasse parte da investigação sobre possível interferência russa nas eleições de 2016.

Três anos depois de demitir Comey, Trump enfrenta um processo de Impeachment no Congresso por ter pedido para que o governo da Ucrânia investigasse o filho de um adversário político, praticamente uma sequência do padrão de comportamento denunciado pelo autor de “A Higher Loyalty”.

The Comey Rule chega ainda em 2020.

 

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Cinema

Nova versão de Convenção das Bruxas será mais assustador do que o filme original

De acordo com informações do Screen Rant, a nova versão de Convenção das Bruxas será mais assustador que o filme original, lançado em 1990.

Ainda, segundo o site, a produção será classificada como PG-13. Mesmo tendo cenas assustadores e sendo mais aterrorizante que o seu antecessor, todas as crianças (acompanhadas de um maior) e adolescentes poderão conferir ao longa.

Anne Hathaway, Octavia Spencer, Jahzir Kadeem Bruno e Stanley Tucci fazem parte do elenco da produção.

Convenção das Bruxas: Remake é suspenso após esfaqueamento no set ...

A versão “visualmente inovadora” de Robert Zemeckis conta a história sombria e comovente de um menino órfão (Bruno) que, no final de 1967, vai morar com sua amada avó (Spencer) na cidade rural de Demopolis, no Alabama. O menino e sua avó se deparam com algumas bruxas enganosamente fascinantes, mas completamente diabólicas, de modo que a avó sabiamente leva nosso jovem herói para um resort à beira-mar opulento. Lamentavelmente, eles chegam exatamente no mesmo momento em que a Grã-bruxa do mundo (Hathaway) reuniu seus companheiros de todo o mundo – disfarçados – para realizar seus planos nefastos.

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Entretenimento

Atores de Batwoman e Krypton afirmam que o DC Fandome será de ‘explodir cabeças’

 Camrus Johnson, de Batwoman, e Wallis Day, de Krypton, afirmaram por meio de seus perfis na rede social Twitter, que o evento DC Fandome irá ”explodir cabeças”.

”Então, eu dei uma volta pelo DC Fandome junto de outros atores da DC e as coisas que estarão presentes serão de explodir cabeças. Muito legal”. Disse Camrus. 

”Muito legal, certo?” Completou Wallis.

DC Fandome será um evento online gratuito que será realizado em 22 de Agosto de 2020. Nele, a Warner Bros. irá revelar dezenas de novidades envolvendo séries, filmes, jogos e gibis do universo DC.

Para futuras informações envolvendo o DC Fandome, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

*Créditos na imagem da capa (The Direct).

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Séries

Terceira e quarta temporada de Patrulha do Destino podem ser gravadas simultaneamente

Segundo o Full Circle, o terceiro e quarto ano de Patrulha do Destino podem ser filmados simultaneamente. 

O site afirma, que a decisão foi tomada pelo HBO Max devido o atraso na produção da segunda temporada da série, que foi causado pela pandemia do coronavírus e teve que se encerrar pela metade.

Atualmente, Patrulha do Destino possui duas temporadas, que foram lançadas em 2019 e 2020 respectivamente. 

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As aventuras da Patrulha do Destino, equipe formada por pessoas socialmente marginalizadas com habilidades incríveis. Liderados por Chefe, o grupo composto por Crazy Jane, Homem-Negativo, Mulher Elástica e Homem-Robô é convocado por Ciborgue para uma missão especial.

Para futuras informações a respeito de Patrulha do Destino, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.