A Capcom anunciou um beta aberto de Street Fighter 6 neste mês de maio. O período de testes irá do dia 19 até 22 de maio e estará disponível para os jogadores no PlayStation 5, Xbox Series X|S e Steam.
Partidas online estarão disponíveis, mesmo que o jogador não tenham uma assinatura da PlayStation Plus ou Xbox Live Gold.
O único requisito para os jogadores será a criação da Capcom ID. A Capcom recomenda o cadastro seja feito antes do lançamento da beta aberta, para evitar contratempos.
Ryu, Ken, Chun-Li, Guile, Kimberly, Juri, Luke e Jamie e seis cenários diferentes, estarão disponíveis.
Street Fighter 6 será lançado em 2 de junho para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X e Series S e PC.
Chrono Odyssey é um MMORPG desenvolvido com Unreal Engine 5, motor gráfico da Epic Games. O jogo promete muito em relação a jogabilidade, história, gráficos, e para dar um gostinho a mais aos ansiosos, o estúdio coreano NPixel, divulgou um novo trailer do jogo.
A trilha sonora do trailer, vem da mente de um velho conhecido. Cris Velasco que participou também de jogos como God ofWar, StarCraft e Overwatch.
O que mais impressiona no trailer é o fator manipulação do tempo, em algumas cenas do trailer podemos ver os personagens voltando, congelando ou adiantando o tempo ao seu redor. Como será que essa mecânica irá funcionar dentro do game?
Originalmente previsto para 2022, Chrono Odysseyainda não tem date de lançamento confirmada, mas já está garantido chegar para PC (Steam), PlayStation 5 e Xbox Series X|S.
Não há informações sobre as versões para mobiles, Android e iOS.
No ano passado a editora Comix Zone, lançou aqui no Brasil, aquela que viria se tornar uma obra obrigatória em todas as listas de melhores leituras de 2022. Cidade, que tem roteiro de Ricardo Barreiro e artes de Juan Giménez, realmente faz por merecer todas as honrarias. O roteiro tem ação, drama, reflexão sobre a vida, sobre à solidão e ainda sobra espaço para homenagens ao cinema, literatura e aos quadrinhos.
A trama de Cidade começamos acompanhando o jovem escritor Jean, que vive em Paris e depois de mais uma briga com sua namorada, resolve voltar para a casa caminhando. Ele entra em uma área desconhecida do seu bairro e, como um passe de mágica (ou castigo), acaba entrando no mundo fantástico e apocalíptico conhecido como A Cidade. Então ele conhece a ex-garota de programa Karen e iniciam uma saga para tentar encontrar uma saída do lugar.
Ricardo Barreiro coloca no roteiro um conceito genial de que no final das contas uma cidade, é composta de pessoas solitárias. A dupla de protagonistas, eram pessoas solitárias que sofriam com alguma coisa, seja depressão, tédio, ou abuso, antes de irem para o mundo da Cidade. Assim como outras personagens que encontram no caminho, como por exemplo, uma das melhores histórias do volume, o maestro que vive com os ratos.
O maestro “caiu” na Cidade e então vive com a companhia de milhares de ratazanas. Que o protegem contra os perigos, mas o afasta de toda presença humana e possível vida em sociedade. O que torna sua vida como um Deus entre os bichos, mas um pária entre os humanos. E nesse círculo o torna solitário.
Se pararmos para pensar, nossas vidas urbanas são um tanto assim. Andamos pelas ruas das cidade onde moramos, muitas vezes encontramos um ou outro conhecido, mas na maioria das vezes é solitário e com a mente e cara fechada por causa dos diversos problemas e perigos urbanos. E no meio disso, enquanto estamos dentro de um onibus, ou metrô ou em aplicativos de transportes, pensamos ou sonhamos em coisas fantásticas.
Em uma outra história, Bairro Castelo, apresenta um sistema feudal perfeito, onde todos seguem ordens já determinadas, dentro do local. Mas existe uma peste que ronda e mata os habitantes a esmo. Mas mesmo sabendo que a morte anda pelas ruas do local, as pessoas não saem de lá. Pois preferem viver no perigo e eminencia mortal, do que se aventurar fora dos muros em uma vida nova e arriscada. Isso leva a mais uma reflexão sobre nossas vidas em que preferimos muitas vezes vivermos em nossas vidas monótonas do que investir em algo novo.
Em meio a reflexões sobre a vida, uma viagem fantástica que reúne um imaginário entre viagens no tempo, sociedades milicianas, enchentes, monstros marinhos mitológicos, plantas carnívoras, críticas ao capitalismo (a história do mercado é incrível!), canibalismo e até um culto ao Cthulhu. E Maravilhosamente, tudo encaixa e o que pode parecer fantástico, faz total sentido no roteiro do Ricardo Barreiro.
A arte de Juan Giménez é sempre um espetáculo à parte. Cenários (principalmente os mais abertos) são deleites visuais, e dar ao leitor a visão e sensação da imensidão em que Jean e Karen estão enfiados. Muitas vezes, graças a mistura do roteiro e da arte, temos a perspectiva de estarmos dentro da Cidade, perdidos juntamente com eles.
Cidade é um prato cheio para quem gosta de um bom quadrinho, com grandes referências, reflexões sobre a vida e nós mesmos. E o final, por mais apoteótico e incrível que seja, é uma grande homenagem aos quadrinhos, principalmente aos argentinos. E por mais que estranho que possa aparecer, ele apresenta que talvez possa existir um lugar, ou jeito, de vivermos em uma sociedade sem as mazelas e ódio do mundo. E ele faz todo sentido.
Cidade tem formato 21 x 28.5 cm, 192 páginas e tradução da Jana Bianchi.
A editora Comix Zone iniciou a pré-venda de uma das publicações mais interessantes de 2023. Peter Pank chega ao Brasil com sua mensagem libertária e subversia. Conhecido como transgressor e engajado, o quadrinho criado por Max (Francesc Capdevila) em 1983 é uma paródia de Peter e Wendy de JM Barrie.
Em Peter Pank, o famoso garoto que se recusa a crescer se transforma em um punk brigão, os Meninos Perdidos em apóstolos da violência gratuita, os piratas do Capitão Gancho em uma banda de rock, as Sereias em ninfomaníacas insaciáveis e os Peles Vermelhas em consumidores compulsivos de haxixe e LSD.
A combinação de um estilo gráfico inspirado na linha clara e temas do underground americano é enriquecida na obra de Max com um olhar original sobre a situação política e social da época. Vale lembrar que Peter Pank foi criado e publicado durante a agitada época conhecida como “movida” que ocorreu após o fim do regime franquista.
A nova edição de Peter Pank foi cuidadosamente restaurada e reúne todas as histórias já publicadas do personagem, além de capas, ilustrações, cartazes e páginas inéditas que Max produziu para a revista El Víbora.
Peter Pank tem formato 21 x 27.5 cm, 168 páginas coloridas, capa dura, tradução de Jana Bianchi e é impróprio para menores de 18 anos.
Nova aventura baseada no videogame Mortal Kombat. Na história, um jovem que nunca treinou artes marciais acaba envolvido em um gigantesco torneio de luta envolvendo guerreiros da Terra e lutadores e outras dimensões. Diz a sinopse de Mortal Kombat (2021).
Para futuras informações a respeito de Mortal Kombat, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Atualmente, a Team Liquid atua no cenário brasileiro de esports com três equipes em diferentes jogos, são eles? Free Fire, Rainbow Six e também VALORANT feminino. Além das equipes, a organização trabalha com diversos influenciadores brasileiros.
Se não bastava estar presente no cenário, a Team Liquid está agora presente no Brasil de forma concreta. Um Centro de Treinamentos e Office inaugurado esta semana em São Paulo. Com 13 andares e um total de 3 mil metros quadrados, a organização já possuía estruturas semelhantes as chamas Facilitys nos Estados Unidos e Holanda, mas esta do Brasil é atualmente a maior entre elas.
APRESENTO PRA VOCÊS O @Alienware TRAINING FACILITY BRASIL 🇧🇷
Formado por treze andares, o maior centro de treinamento, operações e moradia dos esports no mundo agora fica em São Paulo!
O que mais agradou os fãs da organização foi a notícia de que a Alienware Training Facility conta com uma loja física da equipe, além dos troféus dos times brasileiros.
Boy Magya Contra o Monstro do Armário, já de cara lembra aqueles animes mahou shoujo que assistimos na infância, mas ao vez de uma garota mágica, temos aqui um grande Boy Magia. Demais, né?
Só por essa característica o quadrinho já me conquistou, a campanha ainda está no Catarse, mas já tem toda a minha atenção. Com uma arte e cores lindas, é impossível não grudar os olhos nessa campanha e querer para ontem mesmo esse quadrinho mais que babadeiro! Eu amei!
Boy Magya Contra o Monstro do Armário, conta com uma equipe criativa muito especial, os autores são Chris Gonzatti e Guilherme Smee, a arte do Danverdura, Cores da Maria Olivia e letras da Germana Viana. Equipe de peso, né?
Conheça a história
“Boy Magya é o nome do alterego (essa coisa de ter um nome pra combater o crime na noite é tão drag) do jovem Mario, um doutorando em arqueologia na UFPE que ganhou superpoderes ao encontrar o cristal mágico da Deusa Íris.
Os poderes do cristal são ativados quando Mario tá de bem com a vida, soltando a franga e se sentindo muito feliz. Ele pode, então, materializar qualquer coisa que imaginar. Como uma criança viada que cresceu nos anos 1990 e anos 2000, ele utiliza várias referências de desenhos, animes e séries que marcaram o coração de gerações pra enfrentar o seu pior inimigo: o fascismo materializado nos movimentos políticos de apoio ao ex-presidente, General Ostra.
Embora Mario tenha ajudado a atual presidenta, Erika, eleita democraticamente, a vencer a tentativa de golpe de Ostra, o militar político recorreu ao último monstro do seu armário das trevas para tentar voltar ao poder, Gatilho. Dessa vez, Boy Magya se vê diante de uma ameaça aterrorizante que vai mudar a sua vida para sempre.”
Boy Magya Contra o Monstro do Armário teráFormato 14,8 x 21 cm, Capa cartão com orelhas de 8 cm, 64 páginas (48 de quadrinhos + Extras), Papel offset 90g/cm³, e Lombada Quadrada.
Eu amei o tema! A HQ vai ser um show de diversidade e diversão, em páginas belíssimas pra ninguém botar defeito. Para apoiar, basta clicar AQUI
Filmes de animê são uma mídia que está crescendo no Brasil. Quem é fã de longa data dos desenhos japoneses sabe o quão frustrante costumava ser ver uma série continuar (ou terminar) em formato de filme, pela grande dificuldade de se ter acesso a esse tipo de conteúdo. Mas, nos últimos anos, os longa-metragens tem ganhado mais e mais licenças para plataformas de streaming (mesmo que com algum atraso), e até tem populado as salas de cinema do país (mesmo que apenas em cidades grandes). Filme de animê já não é mais um problema tão grande.
Por causa disso, meu sentimento de tristeza (e um pouco de ódio) com “As Quíntuplas” (No original, “Gotoubun no Hanayome”, ou pelo título internacional, “The Quintessential Quintuplets”) foi bem menor do que teria sido alguns anos atrás, quando anunciaram, após sua segunda temporada, que a comédia romântica de Negi Haruba teria seu encerramento adaptado para as telonas, ao invés das telinhas. Demorou quase um ano inteiro, mas o filme, que foi lançado no Japão em 20 de maio de 2022, finalmente chegou para o ocidente, com o licenciamento da Crunchyroll. Como um grande fã da obra, reservei um tempo para assistir as mais de duas horas do longa-metragem, e já que eu tinha escrito sobre as duas temporadas iniciais, pensei: “Por que não resenhar também o filme?“.
Minha cara de felicidade quando posso fazer propaganda descarada das minhas postagens antigas (Reprodução: Crunchyroll)
O clímax da história acontece, é claro, no festival escolar. Onde mais você acharia que uma comédia romântica escolar teria o seu ponto alto? Da mesma forma que outra RomCom que terminou em 2022, Kaguya-sama, temos o evento como centro e motivador de desenvolvimentos que nos levam ao fim da obra. O “Festival Escolar” é culturalmente visto e utilizado, especialmente no gênero romântico, como o “ápice” da juventude dos adolescentes. Especialmente quando se trata do festival para os alunos do terceiro ano do ensino médio, já que é a “última chance” que eles têm de “viverem como jovens”, antes de entrar no mundo adulto de universidade e trabalho.
O que diferencia o filme de As Quíntuplas de Kaguya-sama, porém, é o fator de descoberta: Até o último momento, você não sabe qual das irmãs o protagonista escolheu. O autor e a direção do filme fizeram um excelente trabalho de dar pistas para a revelação, fazendo com que ela não pareça arbitrária, mas sem fazer com que ela seja absurdamente escancarada antes da hora.
Aliás, já que toquei no assunto, fica dado o recado: O filme adapta até o final do mangá, então sim, o protagonista escolhe uma garota no final. Não tivemos um encerramento covarde, extremamente comum em histórias harém. Que mais autores sigam o exemplo.
A tensão de assistir RomComs sem saber se vai ter um final definido… (Reprodução: Crunchyroll)
Um dos charmes do filme é, na minha opinião, o jeito que ele é apresentado. Os três dias de evento do festival escolar são mostrados por seis pontos de vista diferentes: Do Uesugi, e de cada uma das quíntuplas. Conforme vamos indo e voltando no tempo, vendo e revendo acontecimentos marcantes, recebemos novas peças para montar o quebra-cabeça de o que aconteceu de fato, e como as coisas se conectam.
Além de dar tempo de tela e foco para todas as personagens, gerando conteúdo para fãs de todas as quíntuplas, essa ferramenta de roteiro das mudanças de ponto de vista serviu para reforçar a principal mensagem da história, que foi ainda mais central no filme: Que mesmo elas sendo idênticas, as quíntuplas não são iguais. Não há problema algum em gostar e sentir um conforto familiar nas similaridades entre elas, mas que elas também devem aprender a valorizar suas características únicas.
Dessa forma, cada “segmento” não foi idêntico. Cada quíntupla recebeu um conteúdo que é bastante condizente e respeitoso com o que ela é, e com o que foi construído ao longo da série. Talvez isso possa ser visto como “injusto”, já que a carga e o tipo de conteúdo recebido não foi equilibrado, mas acredito que seria um questionamento que apenas os mais fanáticos cruzados das guerras dewaifu fariam, e que uma pessoa sensata encararia as diferenças como um ponto de desenvolvimento das personagens.
A cara da Miku resume tudo sobre quem reclama do tratamento de cada quíntupla no filme (Reprodução: Crunchyroll)
Quando o assunto é humor, tenho que, mais uma vez, dar os parabéns para As Quíntuplas. Esse filme foi muito engraçado, com diversos momentos (alguns até não-propositais) que me fizeram rir alto. Mesmo esse sendo o final da série, com um desfecho quase que “de novela“, com muito drama e emoção envolvido, o longa conseguiu manter as piadas e o divertimento, deixando a “comédia” em “comédia romântica” brilhar. E esse é um dos maiores méritos da série como um todo, como eu comentei mais a fundo na postagem anterior.
Claro que nem tudo são flores, e o filme não é perfeito (por mais que eu quisesse que fosse). Ironicamente, o principal problema do filme de As Quíntuplas é justamente… ser um filme.
Tá bom, eu sei que eu sou hater admitido de filmes de animê, mas dessa vez eu tenho argumentos reais: Com uma duração de duas horas e dezesseis minutos, o longa tem o tempo equivalente a mais ou menos seis episódios de animê para televisão. Isso fez com que muito conteúdo precisasse ser acelerado ou totalmente cortado, e momentos que poderiam ser melhor explorados deixaram a desejar.
O começo do filme é um ótimo exemplo do que eu estou falando: Sem spoilers (se é que dá pra spoilar alguma coisa quando o conteúdo foi literalmente cortado…), mas a cena de abertura, que tem menos de dois minutos e serve apenas para tocar musiquinha enquanto passam créditos, cobriu um evento inteiro, que passou despretensiosamente como quem não deve nada a ninguém. Logo depois, um outro acontecimento, que é algo muito importante para as quíntuplas, e é diretamente relacionado com um dos principais conflitos da segunda temporada, acontece em uma transição de cena. UMA TRANSIÇÃO DE CENA! Eles falam como se fosse um “Ah, sim, uma última coisa” e saem andando.
Algumas coisas passaram voando tão rápido que deu pra ouvir a Yotsuba gritando “Já chegou o Disco Voador” (Reprodução: Crunchyroll)
Esses são apenas dois exemplos que você vai encontrar logo nos cinco primeiros minutos do filme, mas isso se repete várias vezes ao longo da duração. Personagens aparecendo sem a menor explicação, coisas acontecendo totalmente do nada, ou tendo motivações tão rasas que em alguns casos era melhor nem citar nada… Fica claro que faltou tempo para terminar o mangá.
Isso me faz questionar ainda mais a decisão de fazer um filme, quando claramente uma terceira temporada, com 12 episódios, teria tido o dobro do tempo para trabalhar nos detalhes que faltaram. Especialmente quando olhamos para a estrutura do filme, que é extremamente segmentada e poderia facilmente ser encaixada em “bloquinhos” de 20 minutos.
Não sei se foi algum esquema de lavagem de dinheiro ou visaram os lucros das salas de cinema. Talvez seja uma questão da produção semanal? Eu não sei, e é o tipo de coisa de bastidores que provavelmente nunca saberemos, mas que As Quíntuplas sofreram por essa escolha, isso é inegável.
Posso ter reclamado bastante do filme, mas eu também tava mandando ver num sanduba enquanto assistia, e essa parte foi boa (Reprodução: Crunchyroll)
Apesar dos problemas causados pelo formato escolhido, é inegável que a adaptação foi extremamente fiel a tudo que a série construiu, tanto em atmosfera quanto em conteúdo. Um final memorável e satisfatório para uma série que foi divertida do início ao fim, o filme de “As Quíntuplas” poderia ter sido melhor, mas o que foi, já foi excelente, e o redator dá a nota de 4,0/5,0 para ele.
Sendo sincero, eu já fico muito feliz de simplesmente ver um animê acabando. Ôh mídia que gosta de deixar coisas incompletas, viu.
O filme, assim como as duas primeiras temporadas que o antecedem, está disponível na plataforma de streaming Crunchyroll, sob o nome internacional, “The Quintessential Quintuplets”, e possui opção dublada em português.
Estava com saudades de Black Mirror? A Netflix divulgou o trailer da sexta temporada da aclamada série criada por Charlie Brooker, anunciando o seu lançamento para Junho de 2023.
Black Mirror Season 6 stars Aaron Paul, Anjana Vasan, Annie Murphy, Clara Rugaard, Josh Hartnett, Kate Mara, Myha'la Herrold, Paapa Essiedu, Rob Delaney, Salma Hayek Pinault, Samuel Blenkin, and Zazie Beetz.
First poster for ‘BLACK MIRROR’ Season 6, starring…
Aaron Paul Anjana Vasan Annie Murphy Ben Barnes Daniel Portman Danny Ramirez Himesh Patel John Hannah Josh Hartnett Kate Mara Michael Cera Myha’la Herrold Paapa Essiedu Rob Delaney Rory Culkin Salma Hayek Pinault Zazie Beetz pic.twitter.com/U55sCFYu5K
Black Mirror tem como principal objetivo, chocar o seu público através de mensagens totalmente pessimistas sobre o mundo moderno ao mesmo tempo que critica a evolução humana em relação a tecnologia e outros aspectos socioeconômicos que fazem a cabeça do homem.
Para futuras informações a respeito de Black Mirror, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.