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Séries

Obi-Wan lutará contra um Inquisidor em sua minissérie

Segundo o Making Star Wars, o personagem Obi-Wan Kenobi lutará contra um Inquisidor em sua minissérie que estreia em 2022 no Disney+. 

O Inquisdor em questão, não foi revelado. Todavia, é informado que ambos os personagens irão batalhar com sabres de luz. 

Os Inquisidores são são uma divisão especial de sensitivos da força, todos ex-Jedi que se renderam ao Império durante o Expurgo Jedi e caíram para o lado negro da Força. Treinados pelo próprio Darth Vader, os Inquisidores são Sith em tudo, exceto no nome.

Inquisicão Imperial | Comics Português Amino

Conhecido apenas como Ben, a barba e a roupa de fora do mundo é de um estranho enigmático que se mantém calado, não compartilha o passado e passa por grandes dores para se manter como um forasteiro. Mas, conforme a tensão aumenta entre os fazendeiros e o Povo de Areia, que são liderados por um chefe de guerra, Ben se encontra no meio da luta, colocando em risco a missão dele em Tatooine.

Para futuras informações a respeito de Obi-Wan Kenobi, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Under the Banner of Heaven | Andrew Garfield e Daisy Edgar-Jones irão estrelar minissérie policial para o Hulu

De acordo com o Deadline, os atores Andrew Garfield e Daisy Edgar-Jones irão estrelar Under the Banner of Heaven, minissérie policial exclusiva do Hulu com produção da FX, produtoras que pertencem a Disney.

Na trama, um detetive devoto investiga um misterioso e brutal assassinato, que está ligado ao uso de drogas. Ao que tudo indica, uma família poderosa de Utah estará envolvida no crime. 

Dustin Lance Black será o produtor-executivo e showrunner. Brian Grazer, Ron Howard, Samie Kim Falvey, Anna Culp, Jason Bateman, Michael Costigan, Gillian Berrie e David Mackenzie também irão produzir. 

Mainstream e War of the Worlds são os últimos papéis de Andrew Garfield e de Daisy Edgar-Jones respectivamente. 

Under the Banner of Heaven não possui data de lançamento. 

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Cinema

Oscar Isaac aparece irreconhecível em nova imagem de Big Gold Brick

Foram disponibilizadas pelo The Hollywood Reporter, as primeiras imagens de Big Gold Brick, vindouro filme de humor negro dirigido por Brian Petsos. 

Nas fotos, temos os vislumbres de Lucy Hale, Megan Fox, Andy Garcia, Emory Cohen e Oscar Isaac, que está irreconhecível. 

Uma obscura comédia de humor negro sobre o jovem escritor Samuel Liston (Emory Cohen) e suas experiências com Floyd Deveraux (Andy Garcia), o enigmático pai de meia-idade que pede a Samuel para escrever sua biografia. Diz a sinopse. 

Big Gold Brick chega ainda em 2021. 

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Anime Cultura Japonesa Pagode Japonês

Buscando uma vida tranquila em outro mundo

A essa altura, já deveríamos ter adicionado a palavra “isekai” ao dicionário. Não só da lingua portuguesa, como de todos os idiomas. É um termo tão recorrente quando o assunto são animês, que explicamos mais vezes do que gostaríamos de admitir. De forma breve, se traduz como “outro mundo“. Para uma descrição mais aprofundada, recomendo um outro texto: O Futuro do Isekai e “My Next Life as a Villainess”

Quando se cria um mundo completamente novo (e claro, uso o termo “completamente novo” com licença poética), você cria quantas oportunidades quanto você quiser. Esse mundo pode abrigar qualquer tipo de história ou narrativa, cabendo apenas ao autor decidir o que fazer com ele. Assim, é muito comum encontrarmos isekais onde temos uma trama épica, de proporções catastróficas. Onde a personagem principal é colocada numa posição onde precisa lutar contra o mal (ou pelo mal!), precisa estar no centro da ação para viver ou sobreviver. São situações extremamente incomuns no nosso mundo, e por isso, requerem um mundo de fantasia para acontecer.

Captura de tela do episódio 1 de "I've been killing slimes for 300 years and maxed out my level"
Como você pode já saber, dragões são super irados, mas, infelizmente, não existem em nosso mundo… Precisamos de um novo, se quisermos dragões.

Mas, recentemente, temos visto o crescimento de um tipo específico de fantasia. Uma história tão absurda para o nosso mundo, que realmente requer um mundo completamente novo para ser viável. Mas ela não envolve guerras, conflitos ou destruição eminente. A fantasia que vem se popularizando como sub-gênero do isekai é a de viver uma vida tranquila.

Colocando dessa forma, chega a ser um pouco triste, não é? E de certo modo, não deixa de ser mesmo. Um dos temas mais comuns para o início desses shows está em uma situação que se torna cada vez mais comum no Japão (principalmente lá, mas não exclusivamente), que é o excesso de trabalho. As chamadas “Black Companies“, empresas onde pessoas morrem de trabalhar (as vezes, literalmente), por violações nas leis trabalhistas e cargas absurdamente altas de horas-extras, muitas vezes sem remuneração adequada.
Com abusos de seus superiores, uma promessa vazia de crescimento de carreira, e ameaças de ter seu nome sujo no mercado caso desistam, muitos jovens acabam presos nesse ciclo tóxico de viver para trabalhar.

Captura de tela do episódio 1 de "I've been killing slimes for 300 years and maxed out my level"
A história de Azusa é apenas uma de várias como a dela…

E é a quebra desse ciclo, e um desejo por uma vida tranquila e de paz, que dá início a dois dos animês que terminaram sua exibição recentemente. Ambos abordam essa mesma temática, mas cada um consegue tomar seu próprio rumo e, dentro de gêneros diferentes, usar o melhor que seu respectivo gênero tem a oferecer para dar às nossas protagonistas um tão merecido descanso.

Esses shows são, é claro, “I’ve been killing slimes for 300 years and maxed out my level” e “The Saint’s Magic Power is Omnipotent“. Só de ler os dois nomes em sequência, eu já deveria cobrar hora extra… Mas vamos falar sobre eles.

No primeiro título nós acompanhamos, com todo o bom humor que uma comédia pode nos dar, a nova vida de Azusa, reencarnada em um novo mundo de fantasia e magia, após morrer de trabalhar.

Após trezentos anos de paz e tranquilidade, uma quantidade honestamente absurda de acontecimentos em sequência faz com que, aos poucos, a protagonista comece a repensar sua estrutura familiar. Talvez, a companhia de algumas pessoas não seja tão ruim, não é?
Com uma atmosfera aconchegante e acolhedora, a Bruxa das Terras Altas consegue “montar” uma família feliz, para finalmente receber a interação “humana” (bem… élfica, dracônica, demoníaca, fantasmagórica… vocês entenderam) e o amor fraternal que ela precisou abandonar em sua vida passada.

Numa mistura quase que perfeita de humor absurdo, previsibilidade como forma de imprevisibilidade, interessantíssimas interações de personagem, incrível trabalho técnico (principalmente de sonoplastia e visuais) e clima fofinho ownnt cuticuti, “Killing Slimes” se firmou como meu show predileto da temporada, e, até aqui, também do ano.

Já no segundo título, nós acompanhamos a nova vida de Sei, evocada para um novo mundo de fantasia e magia, deixando para trás um planeta Terra onde trabalhava exaustivamente.

Ao contrário de “Killing Slimes“, que é uma galhofa proposital, a história da nossa Santa em “Saint’s Magic Power” é surpreendentemente pé no chão. É claro que é necessário um certo grau de suspensão de descrença para lidar com toda a abobrinha mágica, mas quando isso é colocado de lado, vemos uma mulher adulta que lida com a sua vida de forma racional. E “racional” não significa “chata”: Sei é uma mulher de ótimo humor, com um repertório de vida que faz seus pensamentos serem bastante interessantes.

Embora sua vida não seja tão “tranquila” quanto a de Azusa, Sei está, também, vivendo uma realidade que não tinha em seu mundo original: Uma rotina onde ela se sente realizada, onde ela consegue deitar na cama no final do dia e, mesmo que cansada, pensar que tudo valeu a pena. É uma demonstração de que a exaustão pode ser, também, um sinal de que você está se divertindo com o que faz.

Com uma sinceridade que faz falta nos dias de hoje, o animê consegue ser sério e divertido ao mesmo tempo. E ele também serve como um refúgio para quem está cansado de ver séries sobre adolescentes, pois tem um elenco de adultos, e, mais importante, que agem como adultos.

Você pode assistir “I’ve Been Killing Slimes For 300 Years and Maxed Out My Level” na Crunchyroll, com legendas em português, e também com a opção dublada, que está sendo lançada semanalmente (e, até o momento, temos cinco episódios com dublagem brasileira). Já “The Saint’s Magic Power is Omnipotent” está disponível, com legendas em português, na Funimation.

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Cinema

Revelados os possíveis visuais bizarros dos Deviantes, vilões do filme Eternos, da Marvel Studios

Vazaram através do Tumblr, os possíveis visuais dos Deviantes, criaturas bizarras que serão os principais antagonistas do longa Eternos, da Marvel Studios. 

Assim como os Eternos, os seres Deviantes também foram criados pelos Celestiais. Mas, ao contrário de ”seus irmãos”, as criaturas seguiram um caminho guiado pela escuridão. 

Vale mencionar, que as imagens abaixo se tratam de prováveis artes conceituais do filme. O resultado final pode ter sido totalmente alterado, ou permanecido nos mínimos detalhes.

Os Eternos da Marvel Studios apresenta um empolgante novo time de super-heróis no MCU, aliens ancestrais que vivem na Terra em segredo por milhares de anos. Seguindo os eventos de Vingadores: Ultimato, uma tragédia inesperada os força a sair das sombras para se reunir contra os mais antigos inimigos da humanidade, Os Deviantes.

Para futuras informações a respeito de Eternos, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Literatura Séries

”Eu nunca pensei que eles iriam me alcançar, mas eles conseguiram”, diz George R.R. Martin sobre o avanço de Game of Thrones

Quando o escritor George R.R. Martin participa de uma entrevista inédita, é impossível não rolar uma apreensão sobre uma possível atualização sobre o andamento de sua escrita com Os Ventos do Inverno, o sexto livro das Crônicas de Gelo e Fogo.

Na entrevista que deu para a estação Chicago’s PBS, ele seguiu o roteiro de afirmar que ainda trabalha no livro VI. Além disso, comentou sobre a adaptação da HBO no que diz respeito sobre ter alcançado seus livros.

“Olhando para trás, gostaria de ter ficado à frente dos livros. Quando eles começaram aquela série, eu já tinha quatro livros publicados, e o quinto foi lançado exatamente quando a série estava começando em 2011. Eu tinha cinco livros à frente. E são livros gigantescos, como você sabe. Eu nunca pensei que eles iriam me alcançar, mas eles conseguiram. Eles me alcançaram e me ultrapassaram e, você sabe, isso tornou tudo um pouco estranho – porque agora, o show estava à minha frente e o show estava indo em direções um pouco diferentes.”

A adaptação televisiva seguiu fielmente até o desfecho da quinta temporada e foi na temporada seguinte que a equipe criativa ganhou uma maior liberdade no roteiro para seguir um caminho original sem precisar de apoio nos livros (antes o roteiro mexia com a fidelidade, decisões originais e algumas mudanças para melhor conforto da história). Depois disso, Martin deu sinopses básicas para as histórias planejadas, incluindo como a série terminaria.

O autor continuou a tocar na mesma tecla que o final das Crônicas de Gelo e Fogo será diferente de Game of Thrones.

”Ainda estou trabalhando no livro, mas você verá meu final quando ele for lançado.”

Via: Gizmodo

Vale lembrar que o último lançamento da obra principal foi em 12 de julho de 2011 com A Dança dos Dragões (Livro V). Estamos caminhando para o intervalo mais longo do autor (10 anos).

Enquanto não temos novas atualizações de nossos personagens favoritos no Mundo Conhecido, poderemos acompanhar a história da Casa Targaryen em 2022 com House of Dragon.

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Entretenimento Torre Lista

Torre Lista #1 | Momentos CRINGE do entretenimento

“Pprt, clã, fazer listas pode ser considerado Cringe ou é algo 10/10?”

Muito tem se falado nos últimos dias sobre a palavra vinda do inglês e seu significado, mas antes de começarmos, vamos nos situar: O que é cringe? Bom, segundo a definição da própria internet, cringe é algo vergonhoso, uma situação que causa constrangimento. A tal da vergonha alheia. Todo mundo já presenciou alguma situação na vida, e provavelmente você que está lendo isso agora, já foi cringe para alguém mais novo, afinal de contas, vivemos diariamente em um conflito de gerações.

 

10. O Caçador de Lagartixas (Chaves, 1976)

Exibido a exaustão durante décadas no SBT, o seriado Chaves fez parte da infância de muitas gerações, inclusive da minha. Mas esse episódio em específico, me traz más lembranças pela estranheza da dublagem. Tudo parece fora do lugar, as piadas não fazem sentido e muito menos o casting da maioria das vozes. O problema se repete em algumas redublagens modernas, onde as vozes diferem muito das que estávamos acostumados na infância.

“Não se diz cagueta, se diz chupeta.” -Chaves

 


 

9. “Kal-El, no!” (Liga da Justiça, 2017)

Apesar de adorar a Gal Gadot como Mulher-Maravilha no cinema, a cena em questão eleva os níveis do meu crinjômetro a nona posição. Eu esperava que a cena fosse retirada no Snydercut (filme esse que adorei) ou ao menos refeita. No YouTube há algumas comparações entre as duas versões da cena, mas sinceramente, não vi qualquer diferença notável. Seja por erro da atriz, ou falta de feeling dos diretores, “Kal-El, no!” continua sendo cringe!

“Joss Whedon, no!” -Eu

 


 

8. A morte de Talia Al Ghul (Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, 2012)

A trilogia Nolan é uma das quase unanimidades quando se fala de heróis no cinema, mas nem o queridinho dos nerds está isento de momentos cringe em seus filmes. Marion Cotillard, vencedora do Oscar de melhor atriz em Piaf – Um Hino ao Amor, não estava muito afim de morrer nesse dia.

Morrikkk

 


 

7. El Diablo (Esquadrão Suicida, 2017)

Ainda falando em morte, contarei sobre o dia em que morri dentro do cinema. O assassino? David Ayer. Tudo bem, Esquadrão Suicida nem de longe é alguma obra-prima do cinema e coleciona pérolas durante suas quase 2 horas de duração. O terceiro ato do filme é um show de horrores. Enfim, caso estejam lendo isso, sou apenas um fantasma e espero que prendam o responsável.

“Eu já perdi uma família, não vou perder outra.” -El Diablo, para os condenados e desequilibrados que ele acabou de conhecer

 


 

6. “Happy Birthday, Mr. President.” (Breaking Bad, 2008-2013)

A aclamada série Breaking Bad é o tipo de série que sempre recomendo a qualquer um. Lembro-me da época da faculdade, lá em 2013, quando debatia por horas com meus colegas qual seria o destino de Walter White e seu império de metanfetamina. Debatíamos o quão questionáveis eram as atitudes do protagonista e apesar das divergências, todos odiavam Skyler White. Analisando tudo friamente, ela é a com menos atitudes questionáveis na trama, mas esse ódio a personagem vem em contrapartida ao carisma de Heisenberg. A cena em questão, faz referência a Marylin Monroe cantando Happy Birthday to you para o presidente John F. Kennedy, e causa arrepios na alma. Anna Gunn, eu amo te odiar, mas isso é cringe.

O tipo de coisa que acaba com o meu dia

 


 

5. Night Out (The Office, 2005-2013)

The Office é sem dúvidas uma das minhas séries favoritas e Michael Scott e seus funcionários sabem como fazer um cringe de qualidade. A premissa dela é justamente essa: mostrar situações embaraçosas no local de trabalho. É o que eu chamo de Cringe do Bem, onde o embaraçoso se torna engraçado. Logicamente, não é um humor pra todos os gostos.

Eu amo essa cena

 


 

4. Bat-Closes (Batman & Robin, 1997)

Com o passar dos anos, eu aprendi a apreciar a duologia Batman do diretor Michael Schumacher. Assistir esses filmes com os olhos de criança, ou vê-los como uma releitura do clássico Morcego de Adam West ajudam no processo. Oras, se o spray repeletente de tubarão pode ser engraçado, por que não posso me divertir com o Bat-Cartão Goth Card Good Thru Forever? Mas voltando aos poréns, muito se fala sobre os polêmicos bat-mamilos do uniforme de George Clooney e Chris O’Donnell, mas as cenas onde o diretor insiste em trabalhar seus closes nada discretos não ajudam muito em sua defesa. O veredito? Cringe.

Vou combater o crime. Gostaram?

 


 

3. Animalidade (Mortal Kombat: A Aniquilação, 1997)

E ainda falando em infância, a franquia Mortal Kombat marcou a minha, assim como toda a geração dos anos 90/00. Mas ao contrário do 4° colocado, Mortal Kombat: A Aniquilação é o tipo de filme que não se extrai nada de bom, ao contrário de seu antecessor de 1995, que é superior em tudo. Desde atuações pastelonas, mesmo para um filme de video-game, até os efeitos visuais já ultrapassados pra época, confesso que fiquei na dúvida em qual momento colocar aqui, e gastei bons minutos escolhendo um digno do terceiro lugar.

“Suckeeeers!” -Scorpion

 


 

2. Rose e Finn (Star Wars: Os Últimos Jedi, 2017)

Essa cena dispensa comentários. É pra ser sentida em todas suas nuances de cringe. Eu adoro o momento em que Rose Tico (Kelly Marie Tran) diz para Finn (John Boyega): “É assim que vamos ganhar. Não lutando contra o que odiamos, mas salvando o que amamos…” enquanto a base rebelde é obliterada ao fundo. Sinta o amor dos atores na imagem abaixo.

Lindo. Obrigado, Rian Johnson.

 


 

1. Scott’s Tots (The Office, 2005-2013)

E quando o cringe é tão bem feito que passa do ponto assistível? Esse é o caso do episódio 12 da sexta temporada de The Office, onde Michael Scott (Steve Carell) promete pagar a faculdade de crianças carentes, mesmo não tendo condições para isso. Eu poderia fazer uma coluna inteira de momentos desse seriado que amo. Terminar esse episódio é um teste de força, resistência e fé, e provavelmente deixará sequelas permanentes em sua alma. O primeiro lugar é dele, o inassistível Scott’s Tots. Assista por sua conta e risco. Disponível na Amazon Prime Vídeo, com 30 dias grátis de teste, aproveite.

Dor. Dor física e espiritual.

 

Será que o site cobre dispesas médicas de trabalho com insalubridade? Me sinto cringe após fazer essa lista. E você, o que achou? Digam nos comentários outros momentos que mereciam estar aqui no nosso Torre Lista. Voltaremos em breve com um novo tema. Até lá!

 

 

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Cinema

Matthew Robinson será o roteirista de Rogue Squadron, novo filme da franquia Star Wars de Patty Jenkins

O The Hollywood Reporter revelou com exclusividade, que Matthew Robinson será o roteirista de Rogue Squadron, filme do universo Star Wars que será comandado por Patty Jenkins. 

Dentre os trabalhos de Matthew, estão: O Primeiro Mentiroso, Amor e Monstros, Monsters Truck e Dora e a Cidade Perdida.

De acordo com o site, a pré-produção do longa já foi iniciada. As gravações estão previstas para começarem no primeiro semestre de 2022.

Star Wars é uma das maiores franquias da história, acumulando o total de 11 filmes, diversas animações, games e curta-metragens. O primeiro filme foi lançado em 1977, com Mark Hamill, Carrie Fisher e Harrison Ford.

Para futuras informações a respeito do primeiro filme da franquia Star Wars, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Madame Xanadu, personagem da DC Comics, ganhará a sua própria série no HBO Max

O universo da Liga da Justiça Sombria não para de crescer no HBO Max. Dessa vez, a personagem Madame Xanadu ganhará a sua própria série no serviço de streaming da Warner. A informação é do The Hollywood Reporter. 

J.J. Abrams e Angela Robinson serão os produtores. Angela também está encarregada do roteiro do seriado.

O projeto está em estágios iniciais de desenvolvimento e até o momento, não possui previsão de lançamento. 

Em diversas ocasiões, a feiticeira ajudou o Esquadrão Suicida em suas missões, além de servir como conselheira espiritual do Espectro. Nos Novos 52, ela auxilia a Liga da Justiça Sombria.

Fique ligado aqui na Torre de Vigilância, para futuras informações a respeito da Madame Xanadu.

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Cinema

Warner adia Duna em três semanas

Foi anunciado por meio da imprensa norte-americana, que o filme Duna foi adiado em três semanas pela Warner Bros. Pictures. 

Anteriormente previsto para chegar em 01 de Outubro de 2021, agora o longa irá estrear no dia 22 do mesmo mês e ano. 

Diferente dos outros blockbusters do estúdio, Duna irá chegar apenas nos cinemas e deve chegar no HBO Max apenas meses depois do seu lançamento nas telonas. 

Em um futuro distante, planetas são comandados por casas nobres que fazem parte de um império feudal intergalático. Paul Atreides (Timothée Chalamet) é um jovem homem cuja família toma controle do planeta deserto Arrakis, também conhecido como Duna. A única fonte da especiaria melange, a substância mais importante do cosmos, Arrakis se prova ser um planeta nem um pouco fácil de governar.

Para futuras informações a respeito de Duna, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.