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Versão feminina do Bizarro em Supergirl?


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O próprio showrunner, Andrew Kreisberg, mencionou essa novidade em um episódio do podcast do Kevin Smith chamado Fat Man Batman.

O Bizarro sempre foi inimigo de longa data de Superman, mas como Supergirl tem muitas histórias baseadas nos autores Sterling Gates e Jamal Igle, acredita-se ser mais possível que a versão feminina do personagem  apareça.

Na história da Garota Bizarro, de Gates e Igle, a personagem veio do Mundo Bizarro, onde habitava um planeta chamado Htrae, que era um reflexo de um espelho quebrado do Universo DC. Não está claro qual versão será usada, ou se será alguma coisa fácil do público entender como a de John Byrne, em O Homem de Aço, que era um clone imperfeito do Superman. Em uma de suas aparições mais recentes, nas histórias do Superboy, o conceito do Mundo Bizarro só foi apresentado dois anos depois de revelada sua origem.

Supergirl tem data prevista de retorno em 04 de janeiro de 2016 pela emissora CBS.


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Literatura Marca Página

Resenha | Os Últimos Dias de Krypton

Como um livro com um final conhecido há mais de 75 anos pode surpreender um leitor? Escrito por Kevin J. Anderson (conhecido por outras obras de ficção-científica ou relacionadas a quadrinhos), ‘Os Últimos Dias de Krypton‘, publicado no exterior em 2007, dá uma excelente profundidade à mitologia do Superman além de abordar outros aspectos do universo da DC Comics de forma sutil e inesperada até mesmo para os fãs mais assíduos do Homem de Aço. [Sem spoilers para quem conhece um pouco dos quadrinhos].

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Séries

Supergirl ganhará mais personagens femininas


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Durante uma mesa redonda recente com jornalistas, o produtor executivo Ali Adler confirmou que há planos para adicionar mais personagens femininas na série. Especificamente, uma ou duas super-heroínas.

Ali comentou:

”Na verdade, estamos fazendo isso agora na nossa ordem pendente da CBS, por isso estamos realmente trabalhando nisso atualmente. Absolutamente”. O produtor disse quando foi perguntado se Kara interagiria com outras mulheres na atual temporada.

Quando pressionado se algumas destas personagens teriam poderes, ele respondeu: ‘‘Estas são perguntas muito boas”, riu, e então disse: ”Sim.”

Mais detalhes são escassos e novidades deverão surgir ao longo da segunda metade da temporada de Supergirl.

Supergirl retornará em 2016 pela emissora CBS.



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Games

Conan | Novo jogo do Destruidor está a caminho


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A mídia está cada vez mais valorizando o icônico bárbaro e desta vez, o personagem ganhará uma versão para os gamers desfrutarem.

Tudo indica que a produtora Funcom junto com a Conan Properties estariam trabalhando numa franquia, onde o primeiro jogo seria para consoles da nova geração e também para PC.

As empresas não divulgaram nenhuma informação, porém prometeram revelar detalhes importantes em janeiro de 2016.



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Consoles Gameplay Games PC

Análise | Just Cause 3 – Frenesi e anarquia

Produzido pela Avalanche Studios e publicado pela Square Enix. Revelado em Novembro de 2014 pela revista Game Informer, este é o terceiro jogo da série Just Cause.


Com produção iniciada em 2012. A equipe responsável da Avalanche Studios teve que se dividir para a produzir em conjunto, o jogo Mad Max, que teve data de lançamento anterior ao Just Cause 3. Mas isso não impediu os produtores de entregarem um game finalizado de forma excelente, e bem elaborado, com frenéticas sequências de ação, e uma pitada de sociopatia.

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Mais uma vez você é Rico Rodriguez, ex-agente da CIA, e um especialista em armamentos pesados. Rico volta à sua terra natal, o arquipélago de Medici no Mar Mediterrâneo, onde ele pretende derrubar o ditador Di Ravello e suas forças armadas, a DRM. Se você já jogou Just Cause 2, você estará familiarizado com o modus operandi de Rico. Mas caso você ainda não tenha tido contado com ele, não se preocupe, os controles são facilmente memorizados, e a jogabilidade é bem simples.

O tamanho do mapa do jogo é relativamente igual ao de Just Cause 2, a maior diferença ocorre na verticalidade do mapa, ou seja, terrenos elevados e declives, e é essa mudança que agora nos permite explorar cavernas subterrâneas e escalar edifícios de forma mais efetiva, e mais realista. Com cerca de 650 quilômetros quadrados, a ilha divide-se em três regiões, em uma encontramos cidades, ricas ou pobres, enquanto a segunda região é a locação de bases militares, cercada de algumas vilas de pescadores, e por fim a terceira, que nada mais é do que uma região de florestas, e tudo isso disponível logo desde o início do game. Além de contar com cinco biomas diferentes, o que dá uma atmosfera própria para cada região, cada qual com as suas paisagens e pontos de referência.

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É dado ao jogador uma enorme variedade de ferramentas. As características icônicas de Just Cause 2, como o gancho e o para-quedas, regressam para este jogo, mas com melhorias nas mecânicas. O foco no caos e nas físicas exageradas também estão presentes neste jogo.

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A novidade é o wingsuit, sempre equipado, permite aos jogadores planar por todo o mundo de uma maneira mais rápida. Os jogadores podem trocar livremente entre o wingsuit e o para-quedas, durante todo o gameplay. Em adição, o jogo inclui ainda uma grande quantidade de armas, como C-4 infinita, lança-mísseis ou RPGs, e veículos, como helicópteros, aviões, navios, e carros exóticos. Que podem ser personalizados além de serem usados como armas. Outras mecânicas foram igualmente melhoradas e atualizadas, como por exemplo, o gancho, que agora tem como função unir dois objetos, você pode prender um objeto a um carro em movimento, ou prender uma vaca a um helicóptero, por exemplo. Enquanto que o para-quedas é agora mais estável dando a possibilidade do gancho ser disparado enquanto Rico estiver no ar.

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O objetivo do jogo é bem simples, você controlando Rico, deve destruir toda a infraestrutura imposta por Di Ravello, impedindo assim que ele possa se comunicar com suas centrais de monitoramento, e/ou mandar na ilha, como um verdadeiro ditador, os objetivos principais ficam marcados de vermelho e branco. As bases militares são preenchidas com os satélites de comunicação, subestações elétricas, tanques de combustível, e assim por diante. Algumas cidades e aldeias contêm alto-falantes, onde são transmitidos anúncios, avisos, e propagandas, cartazes e estátuas, de Di Ravello, tudo para alienar os moradores locais de Medici.

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Mesmo possuindo uma história central e objetivos principais, a maneira que você vai se envolver com Just Cause 3, vai ser por conta do tom de anarquia e de toda a liberdade que o jogo lhe entrega. O game ganha vida nesses momentos, quando você está voando entre violentas sequências de ações violentas, e atos explosivos. Há diversão está escrita aqui, uma vez que você deixa de lado a necessidade de libertar províncias intermináveis, e se concentra em apenas espalhar o caos e destruir a milícia implacável de Di Ravello.

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Mas nem tudo são flores em Just Cause 3, o game se contradiz a todo momento, com a tentativa de criar um mundo completamente aberto, mas deixa os objetivos principais, quase que obrigatórios, com muitos momentos de repetição. A inteligência artificial aqui não funciona bem, a milícia comandada por Di Ravello, não mete medo, é pouco eficaz, e nem chega perto de ser uma pedra no caminho de Rico, enfrenta-los torna-se uma luta desgastante, especialmente no final do jogo, quando soldados mais fortemente armados são introduzidos.

VEREDITO:

Um game de ação caótica, que tragicamente se perde em repetição e monotonia. Há diversão, mas tudo pouco variado, e mau aproveitado, no seu imenso mundo aberto. Just Cause 3 dispõe de cerca de 650 quilômetros quadrados de mundo, mas não consegue fornecer a variedade de ações e de diversão constante, suficiente para manter as coisas interessantes (nem chega perto de um Far Cray). O que resta é um muito estilo, mas muito pouco conteúdo.

PONTOS POSITIVOS:

  • Ambientação
  • Variedades de armamento
  • Física insana
  • Jogabilidade de fácil compreensão

PONTOS NEGATIVOS:

  • Mundo aberto mau aproveitado
  • Repetição nas missões
  • Dependência no tiroteio
  • Inteligência Artificial

NOTA FINAL: 7

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Just Cause 3 está disponível nas versões para para Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One.

 

 

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Resenha | O Dia em que Troquei Meu Pai por Dois Peixinhos Dourados

Que criança ou adolescente (e muito adulto por aí que eu sei) nunca foi inconsequente? 

Texto de Gabriela Miyasato

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Showtime divulga primeiro teaser do retorno de Twin Peaks

A emissora junto com o criador da série, David Lynch, lançaram o vídeo promocional da série que se encontra em produção atualmente.

O retorno deste clássico tem Lynch na produção e roteiro, junto com o co-criador Mark Frost. O ator Kyle MacLachlan reprisará o personagem Dale Cooper.

Twin Peaks foi exibida entre 1990-1991 e conta a história de uma cidade pequena que tem sua rotina mudada após o assassinato de Laura Palmer. O agente Dale Cooper chega para investigar o caso e descobre que os habitantes são mais do que aparentam ser. A série também ganhou um filme em 1992 chamado Fire walk with me (traduzido no Brasil como Twin Peaks: Os últimos dias de Laura Palmer)

 

Twin Peaks tem lançamento previsto em 2017.

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Séries

Fuller House | Confira primeiro teaser

A Netflix disponibilizou o primeiro vídeo promocional da continuação de Três é Demais (Full House). Sinta a nostalgia bater forte logo abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=ACFxeFdXMZo

 

A trama da nova temporada será composta pela chegada de D.J. Tanner em sua antiga casa em São Francisco junto com seus três filhos após ficar viúva. Tia Becky, tio Jesse, Stephanie e Kimmy também estão confirmados.

Fuller House tem data prevista de lançamento em 26 de fevereiro de 2016 com seus 13 episódios sendo liberados pela Netflix.

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Detective Comics Quadrinhos

O Homem-Animal de Grant Morrison

A reinvenção do herói secundário Homem-Animal pelas mãos do escocês Grant Morrison é uma das fases mais memoráveis de uma revista mensal da DC Comics pré-Vertigo. Em 26 edições o roteirista transformou completamente a vida de Buddy Baker, e esta série está chegando ao Brasil graças a Panini. Mas afinal, do que se trata o Homem-Animal?

O personagem foi criado por Dave Wood e Carmine Infantino em 1965. Dublê de cinema, Buddy Baker ganhou seus poderes (a capacidade de absorver características de animais) graças a um acidente com um alienígena, e com isso adotou a identidade de Homem-Animal (A-Man, ou Animal Man, no original). Utilizado desde então como personagem secundário (inclusive sendo membro da equipe Heróis Esquecidos, um nome bem explicativo), sua reinvenção foi feita pelas mãos do controverso Morrison, sendo este seu primeiro trabalho para a DC Comics.

Morrison foi o responsável por dar profundidade ao personagem. Com uma equipe de artistas composta por Chaz Truog, Doug Hazlewood, Tom Grummett e Tatjana Wood, o principal motivo do sucesso desta fase são os temas abordados e como o herói é tratado pela sociedade.

Buddy é um fracasso. Seus poderes são incríveis, já que ele pode ter a força de um rinoceronte, a velocidade de uma formiga, voar como uma águia e até mesmo se regenerar rapidamente, tudo dependendo de algum animal estar por perto. Mas apesar de tudo isso ele ainda é um fracassado, sem emprego, sustentado pela esposa, tendo dois filhos (um menino e uma menina), e tornando tudo pior, sendo motivo de chacota por parte das outras pessoas.

A ideia de Grant Morrison é fabulosa. Algo semelhante ao Miracleman, do Escritor Original, o Homem-Animal deve tentar ser alguém de importância para o planeta, ser um herói de verdade e ter uma vida melhor. E nisso o roteirista traz a tona o melhor aspecto deste gibi: os temas ecológicos.

Temas como a extinção de animais, poluição, terrorismo ecológico, uso de cobaias animais em laboratórios são abordados de diversas formas nesta fase do personagem. Tratar de tais assuntos requer um roteiro de qualidade para não soar piegas, mas a partir do momento que o protagonista é um Homem-ANIMAL, parece que tudo se encaixa perfeitamente.

Com temas tão sérios o grande destaque, com certeza, acaba sendo a evolução do personagem. Buddy abraça a causa de defesa do ecossistema de uma forma maravilhosa, com histórias na maioria das vezes auto-contidas, e sua vida passa por reviravoltas inimagináveis. Durante as 26 edições feitas por ele, Morrison traz a tona todos os temas citados acima e ainda desconstrói toda a vida do personagem, além de revisitar sua origem e encaixar momentos que transcendem o gibi, criando (sem spoilers) uma das cenas mais icônicas dos quadrinhos. Tudo isso dentro da cronologia da DC Comics pós-Crise nas Infinitas Terras, incluindo aparições de outros heróis e vilões ou elementos de outras sagas (como Invasão) tendo influências diretas no título.

Mas rasgar elogios com relação ao roteiro é muito fácil, já que eu considero esta a melhor obra de Morrison. Esta fase, como se não bastasse tudo citado anteriormente, também conta com ótimos artistas capazes de criar cenas memoráveis e ilustrar perfeitamente as características dos animais, as feições humanas, cenas dramáticas, cenas de ação, etc. E você ainda não achou tudo isso bom o bastante? Pois saiba que a série tem todas suas capas ilustradas pelo maravilhoso Brian Bolland (Juiz Dredd, A Piada Mortal). Tais capas são tão icônicas quanto a própria série, pois mesmo que você não a tenha lido, provavelmente já viu algumas das belíssimas imagens.

“É uma selva lá fora.”

A edição lançada pela Panini pode ser encontrada atualmente nas bancas e compila as primeiras nove edições da revista original em um encadernado de capa cartão contendo 252 páginas ao convidativo preço de R$ 26,90. Se seguir este formato a editora deve finalizar a fase de Grant Morrison em três encadernados, sendo que já confirmaram que darão continuidade ao título publicando a sequência direta escrita por Peter Milligan.

Homem-Animal é uma obra essencial para qualquer fã de quadrinhos. São raras as oportunidades de vermos personagens secundários e esquecidos sendo tratados com maestria, com temas tão relevantes e sérios ditando suas vidas. E ser publicada no Brasil num ótimo formato torna essa necessidade ainda maior, pois histórias como essas merecem ser conhecidas por todos os leitores.

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The Flash | Atual temporada ganhará presença do vilão Geomancer

O ator Adam Stafford foi escalado para o papel de Adam Fells, também conhecido como Geomancer. Foi confirmado que sua aparição acontecerá nos episódios 13 e 14, que até o momento, estão sem data definida para exibição.

Nos quadrinhos, Geomancer é inimigo da Sociedade da Justiça e fez parte da Sociedade da Injustiça. 

Na série, o vilão é descrito como um meta-humano perigoso com a capacidade única de criar terremotos. Com a intenção de destruir o Flash, ele usará seus poderes para desencadear uma série de terromotos em Central City.

The Flash retornará em 19 de janeiro pela emissora CW.