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The Sinking City | Jogo ganha primeiro gameplay

Conhecida por produzir os jogos da série Sherlock Holmes, a Frogwares soltou o primeiro gameplay de The Sinking City, jogo inspirado nos livros de HP Lovecraft e situado no mesmo universo da entidade cósmica Cthulhu.

Confira o gameplay abaixo:

O game será de mundo aberto com um tom investigativo. Até o fechamento dessa matéria, a produtora não liberou mais detalhes sobre o jogo.

 

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Consoles Games PC

Tekken 7 | Eliza é a nova DLC!

Por meio de uma DLC, a Bandai disponibilizou nessa sexta feira (28/06/2017) a lutadora Eliza, que antes só podia ser adquirida por meio da pré-venda do jogo Tekken 7.

Confira ao trailer abaixo:

A empresa também oferece gratuitamente para os consoles, o pacote Taiko no Tatsujin, que adiciona 10 itens temáticos do popular mini-game rítmico do jogo

Confira a galeria abaixo:

“Tekken 7 representa o capítulo final da disputa de 20 anos de Mishima, Embarque no épico confronto familiar e emocionalmente carregado entre os membros do Clã Mishima, enquanto eles lutam para resolver velhas disputas e pelo controle de um império global. O 7º Torneio King of the Iron Fist começou e o mundo como conhecemos está por um fio.”

Tekken 7 já está disponível para Playstation 4, XBOX ONE e PC.

 

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Consoles Games PC

Digimon Story Cyber Sleuth: Hacker’s Memory recebe novos modos de jogo

A Bandai anunciou que o game Digimon Story Cyber Sleuth: Hacker’s Memory terá três novos modos de combates online. O primeiro modo contará com batalhas ranqueadas, onde vitórias e posteriormente derrotas afetarão o ranking de classificação do jogador 

O segundo será de lutas de eventos, que darão prêmios diferentes entre as semanas alternadas. Por último, os jogadores poderão criar uma sala com modos de batalhas personalizados e no depois poderão convidar seus amigos para uma partida

Confira ao trailer abaixo:

Continuação direta de Cyber Sleuth, Hacker’s Memory promete responder alguns enigmas deixados no seu antecessor. O game será lançado para Playstation 4 em 2018.

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Games

FIFA 17 | Brasileiro se classifica para a final do Mundial

O brasileiro Lucas “LucasRep98” Da Costa é o próximo brasileiro a se classificar para o Mundial de FIFA 17. Ele venceu a final da FIWC Regional Americas Qualifier, seletiva do continente para o FIFA Interactive World Cup 2017, a partida foi contra o norte-americano Christopher “didychrislito” Holly, e Lucas conseguiu um placar de 2×1. Garantindo sua viagem para Londres onde acontecerá o mundial entre os dias 16 a 18 de agosto.

 

A vitória do brasileiro está disponível pela Twitch. O campeonato internacional também terá a presença de outro brasileiro: Rafael “Rafifa” Fortes se classificou para o FIWC depois de terminar na quarta colocação no campeonato oficial de Ultimate Team em maio.

 

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Quadrinhos

Nova edição de Liga da Justiça trará o legado dos heróis

O Renascimento trouxe de volta um fator crucial na DC: O Legado. Wally West retornou, Jessica Cruz e Simon Baz assumiram os anéis e se tornaram os Lanternas do setor 2814, etc. Agora na edição 26 de Liga da Justiça, Bryan Hitch irá se divertir com futuros alternativos e viagens no tempo, apresentando os legados dos nossos heróis. Confira os designs dos novos personagens: 

“Legacy” primeira parte. Um grupo de heróis de um futuro pós-apocalíptico vai ao passado para impedir que o seu mundo se torne o que ele é. Para isso, eles vão precisar da ajuda da Liga da Justiça que são os pais dos viajantes do tempo.”

A edição será lançada semana que vem. Conta com com os roteiros de Bryan Hitch e Fernando Pasarin e Oclair Albert. O Renascimento já está sendo publicado no Brasil pela editora Panini. Para mais informações, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Séries

Imagens do Flash usando novo traje e membro da Liga da Injustiça no set

As filmagens da quarta temporada de Flash continuam em Vancouver, no Canadá. Direto do set, surgem novidades. Grant Gustin (Barry Allen) retorna com seu traje futurista, o mesmo de 2024, visto na temporada passada.

Apareceu também nas gravações a personagem Rebecca “Becky” Sharpe, conhecida como Hazard, neta de Steven Sharpe, o Jogador, e membro da Liga da Injustiça.

The Flash tem no seu elenco: Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh, Jesse L. Martin, Keiynan Lonsdale, Violett Beane Violett Beane, John Wesley Shipp, e Tom Felton.

A série retorna em outubro com novos episódios.

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Detective Comics Quadrinhos

Doutor Estranho | Os Últimos Dias da Magia

Os Últimos Dias da Magia é o nome do segundo arco do novo quadrinho do Doutor Estranho que, aqui no Brasil, está sendo publicado pela Panini em formato mensal em um título próprio do Mago Supremo da Marvel.  Pela Panini, o arco saiu entre as edições 3-6 do quadrinho do personagem, que compila as edições de Doctor Strange Vol.4 #6-10 e Doctor Strange: Last Days of Magic #1. O roteiro é de Jason Aaron e arte é de Chris Bachalo, e ainda há participações especiais de outros desenhistas, como Mike Perkins, Danilo Beyruth e Leonardo Romero.

Os Últimos Dias da Magia continua o desenvolvimento do arco anterior (confira o review aqui), apresentando novos personagens místicos e a origem do Empirikul, o novo antagonista do Doutor Estranho que está assassinando a magia em  todo o multiverso Marvel. 

Um dos aspectos mais divertido dessa história envolve a criação de personagens místicos novos no Universo Marvel. Porém, eles são apresentados, mas não são muito aprofundados ou tem grande relevância na trama, e o mesmo acontece com os feiticeiros já existentes, como a Feiticeira Escarlate e Magia. Há um desenvolvimento superficial dos personagens secundários que poderia ser resolvido se a saga fosse um pouco maior, ou uma mega saga mais abrangente, mas isso não acontece porque o arco se limitou ao Doutor Estranho.

August Wu e Medico Místico, personagens novos.

Um outro aspecto interessante que merece destaque é a nova  abordagem que o Doutor Estranho ganhou nos quadrinhos Marvel a partir desse arco. Com a magia acabando, Stephen Strange agora não é mais tão supremo como já foi um dia, então ele começa a caçar artefatos mágicos com resquícios de magias que talvez o ajudem ele na luta contra o Empirikul, e isso rende momentos de ações bastante divertidos de se ver. Se antes Stephen só balançava as mãos e dizia meia dúzia de palavras para resolver seus problemas, agora, ele usa machados, arco e flechas até mesmo um taco de beisebol encantado.

O Doutor Estranho é um personagem difícil de ser trabalhado. Ele é tão grandioso e poderoso que mal pode se envolver com os outros heróis da Marvel para que seus poderes não destoem dos outros. As ameaças de Stephen precisam ser grandiosas, como o temível Dormammu. Limitar a magia do Universo Marvel foi uma estratégia inteligente para o novo Doutor Estranho, que está mais presente nas histórias em quadrinhos e, agora, precisa lidar com as ameaças a terra com uma magia limitada.

Doutor Estranho e suas armas encantadas

O antagonista da história não é nada grandioso, mas é no mínimo curioso. A origem do Empirikul foi claramente uma referência ao Superman e ainda e envolve um velho dilema entre ciência e magia. Ainda é notável a semelhança desse arco com O Carniceiro dos Deuses, que também foi escrito por Jason Aaron. No fim, a história e o vilão parecem uma paródia muita doida e bizarra do que o escritor fez em Thor. Pode parecer algo negativo, mas isso é um elogio, pois a bizarrice é muito bem vinda para o Doutor Estranho.

Há vários aspectos da trama que causam estranheza, como a resolução da história envolvendo um segredo de Stephen e o preço de se usar magia. Por mais bizarro que pareça, ainda sim funciona porque estamos falando de Stephen Strange. Talvez não funcionasse com outros personagens.

Empirikul

Os Últimos Dias da Magia de Jason Aaron e Chris Bachalo é um arco que causa estranheza, mas é divertido e empolgante com seus mistérios e muita ação. Umas pontas soltas ainda são deixadas para o próximo arco. A ameaça do Empirikul é detida, mas a Magia não é restaurada, ou seja, agora, o Mago Supremo não é tão supremo assim.

 

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Quadrinhos

Editora Boitempo lança Laika de Nick Abadzis

Novo título da Coleção Barricada, selo da Boitempo Editorial, Laika de Nick Abadzis encontra-se atualmente em pré-venda. Saiba do que se trata este quadrinho!

Em plena Guerra Fria, a União Soviética tomou a dianteira na corrida espacial ao colocar em órbita, em 1957, um satélite artificial que transportava o primeiro ser vivo a ir para o espaço: a cadelinha Laika. Nesta HQ roteirizada e ilustrada por Nick Abadzis, que foi vencedora do prêmio Eisner, o mais importante dos quadrinhos mundiais, a história dessa pequena heroína soviética é contada com o detalhamento e a delicadeza que ela merece, em uma mescla magistral de realidade e ficção.

A trama coloca em cena pelo menos dois personagens reais diante de uma conjuntura global a afetar vidas e expectativas. Da trama emerge um minucioso trabalho sobre escolhas, sobre a ligação entre a cadela mais conhecida da história e sua treinadora no programa espacial soviético, durante a vertigem da Guerra Fria. Surge aqui também o drama de um pioneiro da ciência que, à testa de um formidável investimento em inovação e tecnologia, muda a percepção da humanidade sobre o espaço que nos cerca. Como pano de fundo há a construção de um sonho de igualdade entrecortado pela aspereza de sua edificação concreta.

O autor, Nick Abadzis, é inglês e foi criado na Suécia. Entre seus trabalhos, destacam-se séries para a DC Comics (The Big Book of Death, Millennium Fever), Marvel (Children of the Voyager) e 2000 AD (Tharg’s Terror Tales, Rogue Trooper, Vector 13).

Na década de 80 Abadzis foi o mais jovem editor da Marvel UK e posteriormente foi parte da Invasão Britânica dos quadrinhos americanos. Criou personagens como Hugo Tate e Mr. Pleebus, ambos rendendo-lhe alguns prêmios no Reino Unido. Laika foi publicada originalmente em 2007 e venceu o Eisner na categoria Melhor Graphic Novel para Jovens, e foi indicada na categoria Melhor Trabalho Baseado em História Real. Também foi nominada ao Prêmio Harvey. A tradução nacional ficou a carga de Rogério Bettoni.

Laika possui 208 páginas encadernadas no formato 22,5 x 14 cm, em capa brochura com preço sugerido de R$ 59,00. Reserve seu exemplar na Amazon com 18% de desconto!

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Quadrinhos

Roteiristas explicam a polêmica do Batman meta-humano

Nas últimas horas, a internet só tem falado de uma coisa: Batman! O Cruzado Encapuzado se tornou alvo de muitas discussões nos fóruns e grupos do Facebook, sobre ser ou não ser um meta-humano, ou seja, alguém com capacidades acima das consideradas ‘normais’.

A polêmica toda começou com a prévia de Suicide Squad #22 sendo liberada. Nela, podemos ver que Amanda Waller, cabeça por trás do Esquadrão Suicida, considera SIM o Morcego como um meta-humano.

Recentemente, na saga Dark Days, soubemos que o Morcego foi exposto ao Metal Nth, durante Os Novos 52. O contato com este metal pode conferir à pessoa habilidades especiais, como fator de cura. Mas o roteirista Scott Snyder deu sua opinião no Twitter, desmentindo um pouco tudo isso.

“Não posso falar pelo Esquadrão Suicida (título), mas o Batman não é um meta-humano. Ele consegue poderes em algumas histórias como em Guerra de Darkseid, mas ele nunca foi um meta-humano por natureza. Ele é um meta-humano na sua própria grandiosidade, mas de uma maneira diferente.”

O roteirista Rob Willians, a frente atualmente do título do Esquadrão Suicida, também deu sua opinião sobre o caso.

“As pessoas estão dando muita atenção a isso. No enredo atual, o pessoal da Waller têm o objetivo de trancafiar todos os superhumanos, Batman incluso. O Batman tendo poderes ou não, não importa para ela. Dado suas ações ele é um alvo.”

Podemos argumentar que Waller se precipitou ao considerar o Morcego um meta-humano? Talvez. Dada as habilidades nada comuns do personagem, e por ele ser um mistério, até mesmo para a chefona do Argus. Ou podemos deduzir que sim, o Batman se tornará um meta-humano, mesmo que temporariamente durante este arco do Esquadrão Suicida, algo que não seria inédito na mitologia do personagem, de fato.

“Quando Batman falha ao salvar a vida de uma garota sequestrada devido a seus limites físicos, ele passa a consumir uma droga para potencializar sua performance, força e histamina.” Legends of the Dark Knight: Venom (Um Conto de Batman: Veneno, aqui no Brasil)

 

Heróis passam por fases e arcos, e invevitavelmente acabam sofrendo de vez em quando uma discrepância criativa entre os próprios roteiristas. Mas uma coisa é certa, esta história ainda vai render muita discussão pela internet afora (e por aqui também).

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Anime Cultura Japonesa Pagode Japonês

Primeiras Impressões | Koi to Uso

Vamos falar sobre Koi to Uso. Histórias que começam com “Num futuro não tão distante…” normalmente têm várias coisas que com certeza não existiram num futuro não tão distante. Isso é quase que uma regra da ficção (científica). Mas quando tratamos do Japão, as coisas numa história dessas são bem mais plausíveis do que imaginamos. Japonês é um povo estranho mesmo.

De vez em quando nós paramos para refletir sobre nossas vidas, sobre todos os anos que temos nas costas… Pensamos sobre como nossos tempos de colégio já estão lá pra trás (ou não! Mas estarão um dia!), numa época distante… Daí vem um anime desse tipo e faz você perceber que, de verdade, tua cabeça ainda está na quinta série.

Incrível como, não importa a maturidade que você tenha, a sua idade ou seu estado civil, quando certos assuntos são tocados, nossa mente instantaneamente regressa para o auge dos nossos doze anos. E o mais legal é que eu não preciso citar nenhum exemplo, todo mundo sabe do que eu estou falando.

https://youtu.be/2CS87AfcD1A

Koi to Uso trata justamente de um desses temas: romance cinematográfico. Você acaba torcendo tanto para tal casal dar certo, que sua mente desaparece e tudo que você consegue fazer é dar gritinhos e espernear.
…
Eu totalmente não fiz isso…
Aham…

De qualquer maneira… O mais impressionante de tudo, e que vale como um enorme ponto positivo, é a famigerada “desconstrução” (palavra que eu detesto, mas que por motivos diversos pode ser encaixada aqui) do principal paradigma do gênero: a enrolação.

Se você já assistiu qualquer anime que possuísse qualquer forma de “romance” em sua narrativa (não importa se foi um Harém Genérico, um Shoujo… Independente do gênero), você deve ter notado como as coisas são DEVAGAR PARA CARAMBA. Tudo demora demais. Nenhum desenvolvimento acontece por trinta e sete episódios, e quando algo finalmente vai acontecer… Alguma coisa interrompe ou impede ela de se efetivar. Ficamos andando em círculos, para que só aconteça algo (isso QUANDO acontece algo) no final da obra.

O que temos nesse show é justamente o contrário: o autor (Musawo Tsumugi) não poupa esforços para que, logo no começo da história, você já sinta afeto e interesse o suficiente nos personagens dele, para que quando eles finalmente consumarem seu amor, você se importe. Enquanto outros mangakás e escritores preferem levar anos de publicação para fazer isso (e no final você acaba se apegando aos personagens pelo tempo gasto com eles, e não por se importar com quem eles são), Musawo mete o pé no acelerador e consegue, de forma convincente, te deixar emocionalmente ligado aos protagonistas em menos de vinte minutos.

Ele faz de zero a cem [lágrimas] em vinte [minutos]!

E já que estamos falando dos protagonistas, deixe-me comentar sobre os personagens. Acharei extremamente difícil você desgostar de alguém. Todos são muito gostáveis, e de certo modo você fica até triste com o fato de, não importando como o negócio se desenrole no final, alguém legal vai acabar perdendo. Sério. E olha que eu costumo ser bem chato com isso, e desgosto de mais da metade do elenco de muitas coisas.

E isso não se resume ao núcleo central da trama, apenas. Até mesmo os secundários tem algo de especial que os fazem interessantes. Pode não ser muita coisa, mas se compararmos a impressão que eles deixam com o (pouco) tempo de tela que eles possuem, vemos como eles têm certa presença, certo carisma que muitos shows falham em dar aos seus figurantes (e às vezes, até aos seus mocinhos!).

Acontece que quem vive só de flores é defunto, e claro que o anime não veio sem suas falhas. Meu principal problema com o show é, dentre outros que citarei mais adiante, o seu Design de Personagens. O traço faz parecer que os personagens tenham, no máximo, uns 13 ou 14 anos. Eles possuem feições infantis, um corpo de criança. A impressão que me passa é que o desenho se força muito a tentar diferenciar os seus “jovens” (de 15 e 16 anos) de seus “adultos” (com mais de 30), e como os adultos parecem normais, os jovens acabam ‘rejuvenescendo‘.

Isso não seria um problema por si só. Existem diversos shows com um design mais “infantil” que funciona bem. A questão é como esse design se encaixa na atmosfera da obra em que ele está. Animes como Lucky Star ou K-ON!, por exemplo, possuem um ritmo mais leve (entendeu? Leve? Música Leve? K-ON? …Não? Ok), onde o design infantil acrescenta ao humor e à narrativa da obra. Em Koi to Uso, onde os temas principais são o amor, a paixão e a sexualidade de adolescentes, ter um design infantil é… Horrível. Não preciso poupar palavras, é quase que nojento.

Ah sim, e aqueles olhos gigantes (até para padrões japoneses) me perturbaram um pouco.

Mesma idade? Mesma idade. É o poder do design de personagens.

O outro problema que enxerguei nesses episódios iniciais, parece ser a hipocrisia da trama. Explico:

Enquanto toda a história roda em volta da “banalização” do casamento, da ideia de que a união do matrimônio não é mais uma decisão importante na sua vida, e de como os personagens não concordam com essa ideia… O autor parece também “banalizar” o próprio adversário do sistema, que é o “amor”.

Talvez por consequência da aceleração do desenvolvimento, ou simplesmente por falta de costume de ver isso acontecendo nessa mídia, eu encaro o tanto de afeto trocado entre o casal principal como sendo “banal”. No começo, você sente toda aquela emoção nos personagens… Mas quando aquilo começa a se repetir várias e várias vezes (até como consequência do desenvolvimento da trama! Que diabos!), a mágica simplesmente se esgota, e aquilo que deveria ser o ápice da história, vira um quadro do centro da página 37.

Na parte técnica, não temos nada de extraordinário. A animação dirigida por Eriko Ito (Another, Kuromukuro) no estúdio LIDENFILMS (Terra formars, Arslan Senki) é passável, apesar de ter vários derps aqui e ali. E a música de Masaru Yokoyama e Nobuaki Nobusawa (Freezing! e Dagashi Kashi, respectivamente), dirigida por Yota Tsuruoka (Clannad, Puella Magi Madoka Magica) ajuda a criar o clima, mas não chama muita atenção. A dublagem conta com nomes de peso e atuações acima da média, com Kana Hanazawa, Yui Makino e Shinnosuke Tachibana.

Mesmo com falhas muito graves, elas são poucas e podem ser, se não superadas, pelo menos “aceitas”. E as qualidades do show acabam por abafar seus defeitos. Passou uma boa primeira impressão, e possui potencial tão grande para ir pra qualquer lugar, que ainda prevejo muita gente (eu incluso) deixando cair o cu da bunda com o que pode vir. 8/10 é uma nota justíssima.

Você encontra Koi to Uso para ser assistido legalmente pelos sites de streaming da Amazon (Anime Strike) e da HIDIVE.