Baseado na franquia Atividade Paranormal, Paranormal Activity: The Lost Soul será lançado dia 15 de Agosto para Playstation VR. Junto com a data de lançamento, a desenvolvedora VRWERX liberou um novo gameplay, que você pode conferir logo abaixo:
Apesar de canônico, The Lost Soul será ambientando em uma casa no meio da floresta cheia de assombrações e demônios famintos para levar a alma do jogador para inferno.
“Eu tenho uma meia dúzia de capas de Liga da Justiça, Mulher-Maravilha e Wildstorm e então, uma queda livre em alta velocidade no Gavião Negro com o Jeff Lemire. Vai ser divertido.”
Having written & drawn or written for the last nearly five years, its going to be fun 'just' doing art for a while with @JeffLemire on Hawk.
“Minha próxima história para Liga da Justiça, Legacy, começa em breve e vai da edição 26 À 31. Orgulho disto e da arte de Fernando Pasarin que é maravilhosa. Ele é um gênio.”
A contribuição de Bryan Hitch para a equipe não é recente. Ele já desenhou alguns arcos durante a aclamada fase escrita por Mark Waid. Escreveu durante o DCYou, a Liga da Justiça da América que durou 12 edições. Em seu próximo grande trabalho na DC, Hitch desenhará ao lado de Kevin Nowlan o one-shot Hawkman: The Found que será lançado em dezembro. Para mais informações sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.
Durante o seu painel na última San Diego Comic-Con, Todd McFarlane revelou alguns detalhes sobre o novo filme do Spawn e também anunciou a volta da HQ Medieval Spawn/Witchblade. O crossover já foi publicado em minissérie de três edições no ano de 1996 com roteiros de Garth Ennis e artes de Brandon Peterson.
Medieval Spawn apareceu pela primeira vez no ano de 1993, quando Neil Gaiman fez um curto arco na mensal do personagem (edição #9), onde também apareceu pela primeira vez a Angela, a caçadora de Spawns. Foi então o inicio da briga judicial entre McFarlane e Gaiman.
O crossover original apresentou a história de Sir John Of York, um cavaleiro do século XV que lutou em uma guerra civil na Bahávia. Sir John e outros três cavaleiros foram expulsos pelo Rei Louis II depois de assassinarem o arcebispo Sir Thomas. Quando Sir John tenta se aproximar de rei durante a batalha na Freedonia em busca de perdão, os guardas-costas matam o cavaleiro. John então é enviado ao inferno e retorna à Terra anos depois equipado com armaduras simbióticas. Ele então percorre a Bahavia realizando boas ações.
Capa da primeira edição de Medieval Spawn/Witchblade (1996)
Já a Medieval Witchblade é a ex-amante de Sir John, Katarina Godliffe, uma caçadora de tesouros que acidentalmente descobre a poderosa Witchblade em uma pilha de estrume. Ela se une ao Spawn para lutar contra Darkness, sem saber que era na verdade o Sir John. Anos mais tarde, Angela mata Spawn em uma emboscada e Katarina finalmente perde a Witchblade. Mas ela assume o cargo de xerife em um reino das fadas.
A nova série de Medieval Spawn/Witchblade terá artes de Brian Haberlin e roteiro de Brian Holguin. Não foi divulgada detalhes da trama, somente que o lançamento será durante o outono americano, que corresponde aos meses de setembro, outubro e novembro, desse ano.
Foi divulgada a prévia do crossover entre A Hora de Aventura com Apenas um Show. O projeto será publicado pela editora BOOM! e será uma minissérie em seis partes. As duas animações da Cartoon Network já encontraram o seu final, mas alguns títulos têm sido ainda lançados em quadrinhos.
Confira a prévia na galeria abaixo:
Na trama, Jake e Finn e outros moradores da Terra do Ooo são “sugados” por uma fenda no tecido espaço-tempo e vão parar no parque municipal onde Mordecai e Rigby trabalham. E terão que trabalhar juntos para encontrar um “poder” especial que possam derrotar um vilão que pode separar as pessoas. Literalmente e figurativamente.
Adventure Time/Regular Show tem roteiro de Conor McCreery e desenhos de Mattia De Meo. E começa a ser publicada essa semana nos Estados Unidos.
E mais uma HQ brasileira vai ser lançada esse ano, trata-se de Eu, Vilão do icônico quadrinista brazuca Walter Junior. Uma ideia que começou com apenas cinco páginas e se tornou uma graphic novel de oitenta e oito páginas de forma independente pelo selo criado por ele mesmo, o Overdrive Comics.
“Após um incidente em uma estrada, Thomas e Richard são afetados de forma física e psicológica, que abala a amizade da dupla. Agora com super-poderes, eles podem entrar em conflito a qualquer momento. Os meios de comunicações direcionam as opiniões da população. Um grupo revolucionário planeja um ato contra a final de um reality show e um garoto tenta traçar o seu destino, tendo como base uma vingança. Mas afinal, quem é o vilão nessa história?” diz a sinopse de Eu, Vilão.
Walter Junior é um dos fundadores do mitológico fanzine Saga, vencedor de dois troféus HQMIX. Em 1993, foi lançado a graphic novel independente Semideuses, onde participavam os personagens Overgirl e Feedback e outros personagens do fanzine.
Eu, Vilão tem formato de 17 X 26 cm, 88 páginas e o preço ainda não foi divulgado. O lançamento oficial será na Comix Book Shop, Alameda Jaú Nº 1998 em São Paulo/SP no dia 12 de agosto. Você, estimado leitor, que puder participar, compareça e dê força ao quadrinho nacional.
Durante a FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty, que aconteceu no último final de semana de julho, foi lançado oficialmente pela editora Alto Astral o mais novo selo nacional de quadrinhos. O Plot! ganhou vida e chegou recheado de novidades.
A Alto Astral já tinha publicado alguns materiais por meio do antigo selo Astral Comics, como adaptações de Assassin’s Creed, Robocop, Hellraiser, Sonic e animações da Disney, durante os anos de 2012 e2016. Agora começa um novo projeto capitaneado por Felipe Castilho, que terá o foco nas livrarias.
“É um recomeço. O projeto nasceu efetivamente em fevereiro, após um período de conversas e planejamentos” disse Felipe ao site universo HQ. “Então nos definimos tudo, começamos a entrar em contato com autores e negociar os títulos”.
O primeiro lançamento do Plot! é Peek a Boo – A Masmorra dos Coalas, da quadrinista Psonha. A trama mostra Mambey perdida no meio da mata sem nenhum meio de comunicação, a sua única companhia é um amigo esquisito que não gosta muito do sol, “peixetariano”, mora em uma casa da árvore e que sofre de insônia. Para embolar tudo eles estão fugindo de cogumelos pigmeus zumbis. A HQ já se encontra em pré-venda no banner no final da matéria.
Para novembro já tem programados outros lançamentos: Kombi 95 de Thiago Ossostortos e o livro Kirby – King of Comics, que conta a biografia de Jack Kirby, que se estivesse vivo comemoraria 100 anos em 2017. O livro ainda vai incluir algumas histórias em quadrinhos curtas do icônico quadrinista.
Fique ligado na Torre de Vigilância para mais noticias do Plot!.
A animação O Estranho Mundo de Jack (1993) de Tim Burton vai ganhar uma sequência em quadrinhos pela editora Tokyopop. O longa que é dirigido por Henry Selick, tem Tim Burton na co-direção, conta a história de Jack Skellington, morador da Cidade do Halloween que acaba descobrindo um portal para a Cidade do Natal. Jack fica impressionado com o sentimento e o estilo do Natal e resolve levar a festividades para a sua terra monstruosa.
A Tokyopop conseguiu os direitos do projeto Nightmare Before Christmas: Zero’s Journey, e contará a história de Zero, cão de Jack Skellington, e como ele se perdeu na Cidade do Natal. Apesar de a editora ser especialista em mangás, o quadrinho será em formato ocidental, com paginas coloridas, mas também ganhará 2 outros formatos, um em cores e um mangá.
A sequência será escrita por Stuart J. Levy e terão desenhos de Studio Dice, que fez a arte da versão em mangá de A Bela e a Fera. O lançamento está previsto para 2018.
Há algumas semanas foi anunciado um novo título da DC Comics, Gotham City Garage. A linha que adapta uma série de colecionáveis para quadrinhos mostra versões de heroínas e vilãs como motociclistas. É a segunda produção da Editora das Lendas nesse meio, e o primeiro foi o bem-sucedido DC Bombshells. Hoje, surgiram mais detalhes acerca da Supergirl desta realidade, que já havia sido divulgada como Kara Gordon, porém as pessoas passaram batidas por este detalhe.
O título Gotham City Garage, distribuído primeira e diretamente para mídia digital, mostrará Kara Gordon como centro e coração da história, sendo a primeira super-heroína a se revelar para o mundo. Em entrevista ao ScreenRant, os roteiristas Jackson Lanzing e Collin Kelly falaram um pouco sobre a Supergirl desta realidade:
“Não podemos falar muito pois isso é algo meio misterioso nas primeiras edições, mas o que podemos dizer é que as duas (Kara e Barbara, a Batgirl) foram criadas como irmãs. Kara Gordon é filha de Jim Gordon, que ainda é um policial da cidade-estado LEXES […]”
Kara e Barbara Gordon.
Os roteiristas também disseram que Kara trabalha como suporte técnico dos dispositivos de controle mental deste universo, e sua descoberta e vontade de ser algo mais irão mover a história no início, ao longo da primeira edição.
Uma sinopse de Gotham City Garage já havia sido divulgada: “Faz dez anos que o governador Lex Luthor salvou o povo da devastação e transformou Gotham City na utopia moderna conhecida como O Jardim. Com o resto do mundo em ruínas, a cidade de Luthor prospera, mas não para todas as pessoas. Para manter a ordem, a tecnologia LEXES age brutalmente se algum cidadão sai da linha com o Morcego e seus asseclas. Quando a jovem Kara Gordon vira alvo das suspeitas dos superiores LEXES, ela vai parar na terra devastada, onde encontra as rebeldes motorizadas de Gotham City Garage”.
A equipe criativa não deu maiores informações sobre o evento que aniquilou a geração passada de super-heróis, entretanto, Kara não adotará o símbolo do Superman pelo seu significado (já que neste mundo ele não significa nada), mas simplesmente por gostar da forma como ela o cria, pintando-o com spray em sua jaqueta. Foi comentado também que o espírito heroico destas personagens será mantido, como sempre, e elas agirão de suas formas únicas como super-heroínas. Kara será o primeiro ser de Krypton conhecido pela sociedade deste universo. A Mulher-Maravilha é tratada como um mito, uma palavra espalhada pelos ventos, e quando a Supergirl se revelar ao mundo, será algo incrível.
Segundo o escritor Jackson Lanzing, Gotham Garage é a visão de um mundo apocalíptico onde a esperança não existe há tempos, mas as meninas motorizadas vão buscar o verdadeiro significado do heroísmo nesse lugar. Grande Barda, Mulher-Maravilha, Mulher-Gato, Arlequina, Banshee Prateada, Mulher-Gavião e Supergirl estão entre as personagens confirmadas como protagonistas.
Gotham City Garage estreia em 16 de agosto em formato digital. Os capítulos serão lançados quinzenalmente até outubro, quando passa a ser semanal. A versão impressa chega às lojas no mesmo mês. A arte é da dupla Brian Ching e Lynne Yoshii.
A sétima temporada acaba de alcançar a sua primeira metade e a partir de agora, darão sequência a um dos plots principais da trama: Daenerys conquistando os Sete Reinos. Confira a prévia liberada pela HBO do quarto episódio:
Game of Thrones terá apenas 7 episódios em sua atual temporada e o episódio intitulado The Spoils of War será exibido em 6 de agosto.
Com produção de David Weiss e D. B. Benioff, tem no elenco: Emilia Clarke (Daenerys Targaryen), Kit Harington (Jon Snow), Lena Headey (Cersei Lannister), Peter Dinklage (Tyrion Lannister), Maisie Williams (Arya Stark), Sophie Turner (Sansa Stark), Isaac Hampsted-Wrigth (Bran Stark) Nicolaj Coster Waldau (Jaime Lannister), John Bradley-West (Samwell Tarly) Liam Cunningham (Davos Seaworth), Gwendoline Christie (Brienne de Tarth), Aidan Gillen (Peter Baelish), Ian Glenn (Sor Jorah Mormont), Nathalie Emmanuel (Missandei), Rory McCann (Sandor Cleganne), Alfie Allen (Theon Greyjoy), Conleth Hill (Lord Varys), Kristofer Hivju (Tormund), entre outros.
Saindo originalmente pela editora Urban Comics, na Europa, e adaptado para o Brasil pela Conrad Editora há algum tempo, a HQ Kurt Cobain: Quando Eu Era um Alien se tornou mais um material que mostra uma parte da trajetória do ex-vocalista da banda Nirvana.
Capa da edição nacional
O encadernado foi publicado nos mesmos moldes da história de Amy Whinehouse com um tamanho diversificado dos outros encadernados e bem grande quando comparado ao formato americano (formato mais adaptado para a publicação).
Focando na visão “diferente” de Kurt para com o resto do mundo, podemos ver na HQ todo o inicio da sua trajetória e dos seus traumas desde quando era criança. Diversos conflitos como a separação dos seus pais, seu primeiro contato com a música e pessoas que ele conheceu também são bastante retratados no quadrinho.
Arte interna
Ainda dentro da visão e da cabeça de Kurt, que era bastante difícil de acompanhar, o quadrinho explora tudo ao seu redor, trazendo seu modo de pensar de acordo com o que ia acontecendo com ele. Um ponto bastante importante dentro da história era que como ele tinha uma certa dificuldade de socialização e não se identificava com diversas pessoas, começou a se ver como um extraterrestre, surgindo daí o “Quando eu era um alien“, e sempre que ele encontrava alguém com ideologias e visões parecidas, eram retratados pelo artista Toni Bruno como ETs.
Escrita por Danilo Deniotti e desenhada por Toni Bruno, Quando eu era um Alien não aprofunda em detalhes da vida da banda ou do autor quanto outros materiais publicados por aí, mas serve perfeitamente como um complemento dos mesmos, por justamente apresentar pontos de vista diferentes. Um excelente material de apoio para qualquer fã do ex-cantor.