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O Fã de Homem-Aranha Sofre Demais… Lá vem mais Pedrada para Peter Parker

Existem algumas máximas nos quadrinhos. Na Marvel Comics então, são praticamente mantras. Coisas como “Se dois ou mais heróis da Marvel estiverem juntos, devem lutar entre si em motivo aparente”, ou como “Ninguém fica morto para sempre na Marvel (com exceção do Tio Ben”, ou então “não importa como funcione, explode o Wolverine, o Fator de Cura traz ele de volta” e muitos outros.

E dois deles, a cada ano se justificam e fortalecem mais: “É muito difícil ser fã de Homem-Aranha” e “Peter Parker nunca será feliz”.

Isso vem com coisas como A Saga do Clone (lá na década de 90), a famigerada Um Dia a Mais entre tantas outras enrascadas que a Casa das Ideias colocam o personagem e os fãs sofrem com as pelejas do pobre Peter ou por simplesmente por serem péssimas ideias. E a mais nova dessas ideias, promete gerar ondas de tristeza nos leitores.

A partir daqui teremos SPOILERS

A nova mensal do Homem-Aranha, que tem roteiros de Zeb Wells e artes de John Romita Jr., seria lançada esse mês nos EUA. Logo após de anunciar a equipe criativa, a Marvel Comics, ainda divulgou, a capa da segunda edição, onde sinalizava, ou dava a entender, que Peter Parker e Mary Jane estavam com problemas no relacionamento. Pois bem, era isso mesmo. Só que pior.

Ao longo da edição, Peter pode ser visto andando de um lado para o outro do prédio de Mary Jane, aparentemente mora, na chuva. A certa altura, eles finalmente falam ao telefone, embora Mary Jane instrua Peter a não entrar em contato com ela novamente. Ele tem agido um pouco perseguidor, aparecendo do lado de fora de sua casa e constantemente mandando mensagens de texto para ela. Mary Jane dá uma olhada em Peter do lado de fora de sua janela, mas ela está distraída quando um cavalheiro chamado Paul a chama de outra sala. Paul é então interrompido por um menino e uma menina que vêm gritando “Mamãe!”

 

Mary Jane responde as chamando de “crianças” e os abraça. A história termina com a ruiva dizendo a Paul que “está tudo bem”. Não tem referência se ela é mãe biológica das crianças, embora a menina tenha um cabelo longo e ruivo. E o mais estranho é que parece que o menino lembra um pouco Peter Parker. A HQ explica que essa situação ocorre seis meses depois do inicio da série, ou seja existe um salto no tempo.

O que será a realidade por trás disso tudo? Paul é o pai dessas crianças? Ou ele é somente o novo namorado da Mary Jane? Será o Peter Parker o pai e a Ruiva não quer mais ter contato com ele?

A única coisa correta é que lá vai mais uma vez o Peter Parker e seus leitores sofrerem.

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Lenda dos quadrinhos, Neal Adams, morre aos 80 anos

Responsável por ser um dos pilares dos quadrinhos de super-heróis que conhecemos hoje, Neal Adams morreu aos 80 anos em decorrência de sepsis. A informação foi dada por sua esposa, Marilyn Adams. 

Neal ficou mundialmente conhecido no meio da nona arte por sua grande contribuição à partir dos anos 70, introduzindo, criando e reinventando conceitos. Foi feliz em revitalizar o Batman, servindo de base, junto com Denny O’Neil, ao personagem que conhecemos atualmente. Trabalhou com grandes nomes dos quadrinhos na DC Comics e Marvel, e com personagens como Arqueiro-Verde, Lanterna Verde, Desafiador, X-Men, Vingadores e o próprio Batman. Ele também introduziu discussões e pautas políticas polêmicas para a época, inserindo temas sobre racismo, vício em drogas, desigualdade social e pobreza.

Em sua última visita ao Brasil, Neal esteve presente na Comic Con Experience 2019. Seu legado viverá para sempre!

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A Cidade Pequenina que se agiganta

Casinhas amontoadas uma ao lado da outra, cadeiras para fora no intuito de observar o movimento da rua, janelas abertas à vista dos olhos de curiosos, brigas de casal que rapidamente viram o assunto favorito da última fofoca municipal, ruas pintadas para eventos esportivos e comemorações religiosas, quermesses com pratos típicos e seus jogos fraudulentos, comprar fiado na mercearia mais próxima, morrer de tédio em dias que se arrastam sem nada para fazer… nascer e crescer em cidades do interior, principalmente as sem conturbação situadas nas entranhas do Brasil dá aos seus habitantes uma visão totalmente diferente do que é o  nosso país. Em mais um título original da editora Pipoca & Nanquim e novamente bem apadrinhado por um prefácio escrito por Robert Crumb, Camilo Solano retorna à colaboração com seu irmão Aldo para compartilhar com seus leitores como foi e é a vida interiorana em que foram inseridos desde os seus primeiros dias de vida e que, entre idas e vindas pelo território nacional, se estende até os dias atuais.

IMAGEM: divulgação Amazon.com.br

Em um olhar distante, São Manuel seria apenas mais um dos 87% municípios do Brasil com menos de 50 mil pessoas residentes, fazendo à priori o antonomásico título da publicação não ser por acaso, mas graças a cada história contada de forma independente em seus capítulos, o pequenino cresce e traga quem as lê para uma identificação bem próxima aos causos apresentados: toda cidade tem alguém nascido lá que se torna famoso ao ambiente exterior, o velho rabugento e encrenqueiro, a fofoqueira, a rádio local e muitas vezes comunitária, a cultura do imigrante que resiste por gerações e etc. Porém, a forma única escolhida pelos dois irmãos de narrar suas histórias destaca São Manuel no mapa de uma forma que não se esperava para cidades em que, na maioria dos casos, é muito mais difícil ter acesso a uma boa variedade de histórias em quadrinhos, justamente a mídia que agora coloca seu município em evidência.

IMAGEM: divulgação Amazon.com.br

Assim como em O Cortiço, representação máxima do naturalismo de Aluísio Azevedo, Cidade Pequenina demonstra que não é necessário um personagem principal para tocar uma obra. Aqui, o cenário é o mais importante, e não os seres que o rodeiam, fazendo assim cada componente ter a sensação de pertencer a uma távola redonda, onde cada um possui a mesma importância na história.

Ainda no campo literário, cada um dos 19 capítulos pode ser lido em qualquer ordem que o leitor desejar: não há continuidade e a experiência primordial não será quebrada, coincidentemente como foi a ideia de Graciliano Ramos para Vidas Secas, outra obra interiorana. Causos que facilmente cairiam no esquecimento, cenários que passam batido aos olhos menos atentos e pessoas “conhecidas” que “ninguém sabe quem são” brotam com tremenda facilidade na colaboração familiar dos dois irmãos quadrinistas.

IMAGEM: divulgação Amazon.com.br

Dentre histórias com número variado páginas, destacam-se as aventuras inseridas em Butina, O Caminhão de Banha, Viva o Delton, Aniversariante do Dia, Vandi e a já clássica A História da Bolachinha preta, em que os próprios autores assumem o papel de personagens e investigam um mistério envolvendo a estranha relação de um célebre artista local com um longa-metragem estrelado por Jerry Lewis.

IMAGEM: divulgação Amazon.com.br

Apesar de ser uma publicação inédita, todos esses capítulos fazem o leitor puxar da memória algum caso conhecido em seu particular que lembra as mesmas situações. O desconhecido é muito mais conhecido do que aparenta ser. A colaboração familiar conta com a maioria dos capítulos desenhados por Camilo, mas que curiosamente já não é de hoje: ambos já haviam produzido a quatro mãos Badida, publicado de forma independente em abril de 2017 e que conta com o protagonismo do personagem homônimo reprisado no já mencionado capítulo Aniversariante do Dia.

Cidade Pequenina recupera a boa prosa do cotidiano tão característica de Camilo que, desconsiderando sua recente Graphic MSP, teve uma pouco compreensível experiência narrativa em O Fio do Vento. Hoje desenvolvendo de forma cada vez mais expressiva seu traço em aquarela, Camilo mostra que suas cores digitais também expressam muito bem o que tem a dizer, desempenhando sua arte de forma satisfatória.

Não há como não se apegar à nostálgica ideia proposta em Cidade Pequenina. Mesmo quem viveu e vive desde sempre em grandes cidades se entrega à vida simples e suburbana oferecida aqui pelos irmãos Solano. Pegue uma cadeira ou ponha uma rede na varanda de casa, sinta o vento soprando dos montes ao longe que cercam sua residência e aproveite o que o Brasil de fato é.

Cidade Pequenina
Camilo e Aldo Solano (roteiro e arte)
Pipoca e Nanquim
Capa dura
252 páginas
29 x 22 cm
R$89,90
Data de publicação: 10/2021

 

 

 

 

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Reze para a Escuridão de David Small não te pegar

Todos nós temos nossa cruz para carregar. Todos temos as nossas feridas, que doem e correm o risco de serem reabertas a cada nova recaída. Mais de uma década após o lançamento de Cicatrizes no Brasil pelo hoje finado selo Barba Negra, criado à época pela editora Leya para sua linha de quadrinhos, David Small retorna com sua segunda e até o momento mais recente Graphic Novel lançada em terras tupiniquins. Seguindo o mesmo padrão da obra anterior, Small mais uma vez oferece ao leitor traumas que, devido seu alto teor de pessoalidade, dificilmente são compartilhados com pessoas desconhecidas.

O grande espaço de tempo entre as duas não faz disso um hiato espantoso: mesmo com uma vasta bibliografia em livros ilustrados, o narrador conta somente com os quadrinhos Cicatrizes e Escuridão em seu currículo, lançados em 2009 e 2018, respectivamente. Entretanto, sua trajetória mais modesta em outro segmento não o impede de expor aqui seu lado mais sombrio e perturbador: diferente da maioria de seus livros, em que conta histórias mais alegres, coloridas e em grande parte destinadas ao público infanto-juvenil, Small tem nos quadrinhos uma faceta totalmente oposta e, sem a necessidade de um pseudônimo para separar as duas vertentes, regurgita suas mais tenebrosas experiências narrativas e as oferece ao leitor adulto.

Filho de um ex-militar fracassado que sequer sabe sua idade, Russell Pruitt é obrigado em plenos anos 50 a cruzar os Estados Unidos da América com seu genitor em busca de dias melhores após a separação e fuga de sua mãe com um jogador de futebol americano. Prontamente dispensados a morar com sua tia em um bairro nobre de Pasadena, pai e filho seguem para o sul e se instalam no pequeno município de Marshfield, onde o patriarca consegue o emprego de professor de inglês em uma penitenciária e Russell precisa recomeçar em um dos piores cenários para um adolescente: uma nova escola com novas pessoas e nenhum conhecido.

IMAGEM: Pinterest.com

Em 2017, ano exatamente anterior à sua publicação original, cerca de 41 milhões de estadunidenses (ou 13% da população total do país) estavam em condições econômicas que os colocavam na faixa de pobreza do país mais rico do planeta. Além disso, segundo dados do Banco Central norte-americano, a dívida total das famílias estadunidenses subiu U$1,06 trilhão em 2021, sua maior alta em 14 anos, chegando a U$15,60 trilhões se somada ao montante já alcançado nos anos precedentes. Assim, temos em Escuridão uma escancarada realidade que, apesar da tentativa de ser escondida, é expressiva e arde bem no coração da nação considerada por si mesma a “terra dos livres e lar dos valentes”, mas que também assiste a seus filhos cavarem profundos buracos em que dificilmente conseguem sair.

Em vias de entrar na adolescência, Russell encontra-se justamente nessa situação junto à sua família, ou ao menos uma sombra, tão fraca que se torna praticamente uma penumbra, do que sobrou dela. Sua figura paterna, tantas vezes ausente e egoísta, coloca seu filho sozinho em uma realidade cruel em que precisa lidar com as adversidades divididas em um calvário contendo seu prólogo e mais 17 capítulos. O protagonista ainda com apenas pouco mais 13 anos de idade vividos precisa aprender a driblar o descaso familiar, falta de recursos e bullying sofrido por ele de colegas da escola para viver na medida do possível, ou ao menos sobreviver no mundo atroz oferecido para ele.

IMAGEM: Pinterest.com

Uma das poucas tábuas de salvação para Russell encontram-se na Sra. Wen, chinesa proprietária do quarto inicialmente alugado pelo pai do garoto. Embora por muitas vezes justificáveis, as advertências de seu também estrangeiro marido não privam Wen de tratar, seja por pena ou esperança, Russell como o filho que ela nunca teve, preparando suas refeições e tentando dar o mínimo de assistência ao rapaz que na maioria das vezes reluta em receber afeto e parece irrecuperável. Em outra ponta, Warren McCaw surge como seu companheiro de classe excêntrico e que compartilha dos mesmos problemas de exclusão social que Russell enfrenta: o rapaz que caminha sempre com seu rato de estimação propõe ao garoto desamparado uma amizade que com o tempo ganha laços mais íntimos que Russell posteriormente acaba aceitando em troca de recompensas financeiras. O pouco texto na maioria das passagens é compensado pelo traço cru e impactante expressa-se mais do que um sem número de palavras.

Escuridão é uma obra depressiva e angustiante. Chega a dar raiva ao ver como o protagonista não toma partido em ações necessárias durante a trama, e sua inação acarreta em consequências extremamente graves. O mais chocante é ter ciência de que seu conteúdo é baseado em fatos reais, narrados por pessoas próximas ao autor. Ou seja: amigos de Small viveram, presenciaram tais atrocidades e foram incapazes de fazer qualquer coisa a respeito. Julgar acontecimentos da vida alheia sendo apenas espectador muitas vezes é uma ação fácil e covarde, e pode parecer soberba da parte de quem pensa dessa forma questionar como tais personagens não foram capazes de atitudes que pareciam óbvias, mas quando a vida de alguém está em jogo é necessário que algo seja feito, pois o caminho pode ser sem volta.

A edição da Darkside possui diversas modificações se comparada com a versão original publicada nos EUA: Além de um título mais curto que o inicial Home After Dark, o projeto opta por uma nova capa com ilustração extraída de uma das mais de 400 páginas da história, mas que por fim acaba sendo mais atrativa que a imagem designada inicialmente para a função ou qualquer uma das outras versões produzidas. Ademais, o formato um pouco maior que o A5 e a impressão em papel offset é mais que o suficiente para demonstrar ao máximo a arte em preto e branco com tons de cinza, que acompanha além do texto notas de rodapé para explicar termos que remetem à cultura norte-americana, mas que no Brasil são de pouco conhecimento. Na questão técnica, não há ressalvas a serem feitas.

David Small te arrasta a um universo real e desconcertante e convém ao leitor estar minimamente em dia com o controle de suas faculdades mentais e emocionais antes de embarcar no enredo, principalmente por precaução para não ser influenciado negativamente pela trágica história aqui presente.

 

Escuridão
David Small (roteiro e arte)
Lielson Zeni (edição)
Bruno Dorigatti (tradução)
Retina Conteúdo (revisão)
416 páginas
16,3 x 23 cm
R$89,90
Capa dura
Darkside
Data de publicação: 11/2021

 

 

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Cinema

Marcos Mion será o dublador brasileiro do Buzz em Lightyear

O apresentador Marcos Mion divulgou por meio de suas redes sociais, que ele será o dublador brasileiro do Buzz em Lightyear. No áudio original, Chris Evans é quem dá voz ao personagem. 

A divulgação feita através de um vídeo, mostra Guilherme Briggs, dublador brasileiro do astronauta em Toy Story, passando a tocha para Mion. 

Acreditava-se que Duda Espinoza, dublador oficial do Chris Evans no Brasil, seria a voz nacional de Buzz em sua nova aventura. 

 

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A trama mostrará o jovem Buzz Lightyear narrando seus primeiros passos como piloto de testes até chegar no ranger do espaço como o conhecemos hoje.

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Cinema

É oficial, A Freira ganhará um novo filme

Foi anunciado pela Warner Bros. Discovery durante a CinemaCon 2022, que A Freira ganhará uma continuação. 

Situado no universo de Invocação do Mal, a sequência de A Freira não possui data de lançamento e elenco definido. 

Presa em um convento na Romênia, uma freira comete suicídio. Para investigar o caso, o Vaticano envia um padre assombrado e uma noviça prestes a se tornar freira. Arriscando suas vidas, a fé e até suas almas, os dois descobrem um segredo profano e se confrontam com uma força do mal que toma a forma de uma freira demoníaca e transforma o convento em um campo de batalha. Diz a sinopse de A Freira lançado em 2018. 

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Cinema

Warner confirma sequência de Batman

A Warner Bros. Discovery anunciou durante a CinemaCon 2022, que a continuação de Batman está oficialmente em desenvolvimento. 

Matt Reeves, Robert Pattinson e todo o elenco do primeiro filme irão retornar na sequência que não possui data de lançamento. 

Novos atores também irão se unir à produção. 

Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth e o tenente James Gordon – entre a rede corrupta de funcionários e figuras importantes do distrito, o vigilante solitário Batman está em seu segundo ano de carreira e se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus concidadãos. Durante uma de suas investigações, Bruce acaba envolvendo a si mesmo e Gordon em um jogo de gato e rato, ao investigar uma série de maquinações sádicas em uma trilha de pistas enigmáticas estabelecida pelo vilão Charada. Quando o trabalho acaba o levando a descobrir uma onda de corrupção que envolve o nome de sua família, pondo em risco a própria integridade e as memórias que tinha sobre seu pai, Thomas Wayne, as evidências começam a chegar mais perto de casa, precisando, Batman, forjar novos relacionamentos, para assim desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola Gotham City.

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Cinema

Ethan Hawke é um serial killer sinistro no mais novo trailer de O Telefone Preto

A Blumhouse divulgou o segundo trailer oficial de O Telefone Preto, filme dirigido por Scott Derrickson que terá Ethan Hawke no papel de um serial killer mascarado. 

Na história, o personagem de Hawke usará mais de uma máscara para esconder sua face diabólica.

Após ser sequestrado e mantido em cativeiro, um garoto encontra um celular que mesmo desconectado, recebe toda noite ligações dos mortos.

O Telefone Preto chega em 23 de Junho de 2022.

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Cinema

The Gray Man | Filme de ação dos irmãos Russo ganha imagens e estreia em Julho de 2022 na Netflix

The Gray Man, novo filme de ação dirigido pelos irmãos Russo, ganhou as suas primeiras imagens oficiais. 

Com Chris Evans, Ryan Gosling, Ana de Armas, Wagner Moura, Regé-Jean Page, Dhanush, Julia Butters, Jessica Henwick, Michael Gandolfini, Aishwarya Sonar, Callan Mulvey, Alfre Woodard, Eme Ikwuakor, Sam Lerner, Billy Bob Thornton, Robert Kazinsky, Scott Haze, Jimmy Jean-Louis, DeObia Oparei e Daz Crawford em seu elenco, The Gray Man irá estrear em 22 de Julho de 2022 com exclusividade na Netflix. 

https://twitter.com/AGBOfilms/status/1518987462235721728

Baseado no romance homônimo de Mark Greaney, Agente Oculto segue Gentry, um dos melhores e mais letais mercenários da CIA – e que ninguém sabe sua real identidade. Ele vai em uma missão pela Europa para resgatar seu contratante, Sir Donald Fitzroy, e sua família na Normandia, França, de Lloyd, membro de uma gigantesca corporação francesa e ex-oficial da CIA. Porém, o mercenário acaba descobrindo segredos bem sujos da agência e de Loyd. Loyd por sua vez coloca uma recompensa na cabeça de Gentry, afim que ele seja morto para que ele consiga roubar um bilhão de dólares de um acordo de negócio petrolíferos na Nigéria. Se isso já não fosse tanto trabalho, o presidente do país, por sua vez, também quer Gentry morto pelo assassinato de seu irmão. Lloyd força Fitzroy a trair Gentry mantendo sua família refém em um castelo na Normandia. Sua recompensa e morte desencadeia uma caçada global de assassinos internacionais.

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Séries

Oscar Isaac insinua que Jake Lockley será introduzido nos dois últimos capítulos de Cavaleiro da Lua

Em um depoimento concedido para o Screen Rant, Oscar Isaac insinuou que Jake Lockley será introduzido nos dois últimos capítulos de Cavaleiro da Lua. 

“Definitivamente, as coisas estão apontando para a ideia de que não são apenas Marc e Steven nesse sistema, que possivelmente há outros. Sim, isso é algo que discutimos. Faltam dois episódios para descobrir”.

Nos quadrinhos, Jake é uma personalidade de Marc que atua como um taxista de rua captando informações para repassar ao Cavaleiro da Lua.

Durante o terceiro episódio do seriado, é mostrado que uma terceira personalidade assumiu o corpo de Marc, que acabou matando seus inimigos. Já, no quarto capítulo, um sarcófago com alguém dentro tentando sair está presente na cabeça de Spector, insinuando que há mais uma pessoa. 

Steven Grant, funcionário de uma loja de presentes, é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha o seu corpo com o mercenário Marc Spector.

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*Créditos na imagem: The Direct.