A Insomniac em parceria com a Sony, anunciou que as primeiras atualizações para o jogo Spider-Man já estão disponíveis.
O game ganhará um novo nível de dificuldade denominado de Ultimate, que será possível recomeçar a história do zero, mas com os mesmos itens adquiridos no antigo save. Ultimate desafiará os melhores jogadores e fãs do herói, colocando quem está jogando na pele do amigão da vizinhança, sentindo a mesma adrenalina que o personagem sente durante as batalhas.
Já para aqueles que gostam de fotografar o amigão da vizinhança, foram adicionadas novas camadas em sua lente e um foco angular mais potente na câmera do game.
New Game Plus comes to #SpiderManPS4 today! Play through the game with all your gear and upgrades, take on its new Ultimate difficulty, and pick up a couple new Trophies. pic.twitter.com/1Rrmcr1QM2
Por último, dois novos troféus foram adicionados nessa atualização, que poderão ser adquiridos ao decorrer que o Homem-Aranha evolui como herói durante sua jornada aracnídea.
Exclusivo de PlayStation 4,Spider-Man já se encontra disponível para o console.
Atenção, essa matéria contém possíveis spoilers de Joker!
Vazaram novas imagens do set de Joker, e desta vez, as fotos entregam algo no mínimo curioso que estará presente no filme. Nelas, Arthur Fleck já transformado como o Coringa (Joaquin Phoenix), aparece todo ensanguentado em cima de uma viatura de polícia enquanto seus seguidores o observam. Ainda não se sabe se o personagem está morto ou apenas nocauteado.
Com uma pegada mais adulta, Joker contará a origem do icônico vilão do Batman através de uma narrativa mais humana e menos fantasiosa. Vale ressaltar, que a produção será desvinculada com o Multiverse of DC e que até o momento, nenhum herói da DC Comics aparecerá na história.
Joker estreia em 4 de Outubro do ano que vem em todos os cinemas do país.
A Marvel Television em parceria com a Netflix, anunciou o cancelamento da série do Luke Cage após apenas duas temporadas lançadas. Protagonizado por Mike Colter, o vigilante foi um dos protagonistas do seriado Os Defensores, que conta com os personagens Demolidor, Luke Cage, Jessica Jones e Punho de Ferro em seu elenco principal.
Ainda não se sabe se o show televisivo continuará na ativa através do Disney Play ou se nunca mais verá a luz do dia. “Infelizmente Luke Cage não vai retornar para uma terceira temporada”, disse o comunicado oficial.
As séries da Netflix tiveram início em 2015 com a estreia de Demolidor vivido por Charlie Cox. Após o seu sucesso, o serviço de streaming começou a produzir mais seriados com temas adultos dentro do MCU, que são: Jessica Jones, Luke Cage, Os Defensores e Justiceiro. Especula-se que o estúdio possa produzir mais séries para maiores baseadas em super-heróis da Casa das Ideias, incluindo do Cavaleiro da Lua, que originalmente, estaria presente na segunda temporada de Punho de Ferro.
A segunda temporada de Luke Cage já está disponível na Netflix.
A NASA (agência do Governo Federal dos Estados Unidos responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial) descobriu uma nova constelação em nossa galáxia e a batizou como Godzilla, em homenagem ao Kaiju mais famoso do mundo.
“Quando uma estrela enorme perde combustível e colapsa sob seu próprio peso, ou quando duas estrelas nêutron orbitam juntas e se juntam, um novo buraco negro pode se formar. O resultado é uma explosão de raios gama, que ocorre em algum lugar no universo distante todos os dias, ou que, conforme observações do monitor de raios gama Fermi, fariam até Godzilla ficar com inveja.” Diz o depoimento oficial liberado pelo orgão.
Em 2013, a Legendary (subsidiaria da Warner) anunciou que estaria montando o seu próprio universo cinematográfico, composto por diversas criaturas gigantescas clássicas dos cinemas, tendo início em 2014 por Godzilla, dirigido pelo aclamado Gareth Edwards. Posteriormente, em 2017, teve o lançamento de Kong: A Ilha da Caveira, comandado pelo veterano Jordan Vogt-Roberts.
Godzilla II: O Rei dos Monstros, o próximo filme do personagem, estreia em 31 de Maio de 2019.
A CCXP 2018 está quase chegando e os lançamentos dos quadrinhos estão começando a pipocar. Um deles é Agente Sommos e o Beliscão Atômico do cartunista Flávio Luiz, que narra as aventuras e desventuras de um agente secreto brasileiro, com um visual um tanto quanto no estilo canastrão cafajeste do Jece Valadão e Guilherme Marconi. Flávio Luiz é autor de uma série de trabalhos, como Aú, o Capoeirista, O Cabra, Rota 66 e Jayne Mastodonte.
Agente Sommos e o Beliscão Atômico tem prefácio de Reinaldo Figueiredo, do Casseta & Planeta. O Flávio buscou contato com Reinaldo depois de lembrar que no extinto programa da Rede Globo tinha um personagem chamado Agente Somos, que era interpretado pelo Bussunda. E o Posfácio é escrito pelo histórico Ota, que foi responsável de trazer a revista Mad ao Brasil.
Agente Sommos e o Beliscão Atômico é bastante inspirado na Mad e promete trazer de volta o humor nonsense. Sommos se acha o melhor agente secreto do mundo, mais na verdade é atrapalhado e desatento, mas sempre tenta resolver as suas missões. Seja da forma mais louca possível.
Fique ligado na Torre de Vigilância para mais novidades sobre Agente Sommos e o Beslicão Atômico e mais lançamentos de quadrinhos na CCXP 2018. Flávio Luiz estará na mesa F 13. O evento acontecerá entre os dias 06 e 09 em São Paulo.
Mais um ano, mais um Call of Duty chega às lojas. Seguindo a já tradicional troca de franquias, a série Black Ops chega em seu quarto título, trazendo como novidade, o famigerado Battle Royale. Desenvolvido novamente pela Treyarch, Call of Duty: Black Ops 4 foi lançado no último dia 12 de outubro. Mas será que vale a pena?
Sai o Modo Campanha, entra o Battle Royale
Vamos começar pelo que todo mundo quer saber: o modo Blackout, presta?
Muitos torceram o nariz quando disseram que Black Ops 4 não teria a presença de um Modo Campanha, como todos os jogos anteriores. E quando anunciaram que o jogo teria um Modo Battle Royale, a comunidade se revoltou. Mas parece que isso não se reverteu nas vendas, afinal, Call of Duty: Black Ops 4 faturou mais de U$500 milhões em seu primeiro final de semana.
O estouro de PlayerUnknown’s Battlegrounds, seguido pela explosão de popularidade de Fortnite, fizeram com que o gênero Battle Royale se tornasse uma febre entre os gamers e desenvolvedoras, todo mundo quer um Battle Royale em seu jogo, ainda que grande parte do público não suporte ver jogos do tipo fazendo sucesso.
O Mapa de Blackout.
O modo Blackout traz um gigantesco mapa, que reúne lugares conhecidos da série Black Ops em um só lugar. Como a maioria dos jogos desse estilo, o mapa traz suporte para até 100 jogadores, quando o servidor decide funcionar, e ganha quem sobreviver por último. Caso tenha jogado PUBG, o esquema é o mesmo. O jogador deve catar armas, miras, grips, granadas, coletes, entre outros. Todos os itens são encontrados por todo o mapa e o player deve escolher as melhores configurações para a sua arma. Há opções de partidas Solo, Duo e em Squad de até 4 pessoas.
No entanto, apesar dos mapas aguentarem até 100 pessoas, raramente, pelo menos nessa semana inicial do jogo, as partidas serão preenchidas com a total quantidade. Ao que parece, mesmo que muita gente esteja jogando Black Ops 4, a maioria das pessoas decidiram partir para os outros modos de jogo. Parece que Blackout ainda não caiu no gosto dos fãs de Call of Duty.
Mas o que faz Blackout se destacar no meio de todos esses jogos do mesmo gênero que surgiram recentemente?
A resposta é simples: é Call of Duty.
É praticamente o mesmo jogo, somente aperfeiçoado com a jogabilidade de um Battle Royale, tudo o que você conhece na franquia, está presente aqui. Os gráficos do modo Blackout são bem inferiores aos dos demais modos do jogo, provavelmente para que a visão dos jogadores fique mais “embaçada”, e causar uma imersão maior. Mas isso é um achismo meu.
Os modos Multiplayer são os já conhecidos pelos fãs da franquia, Free For All, TeamDeathmatch, Heist, entre outros. Não tem muito o que falar sobre eles, tirando o fato de que a cura automática não está mais presente, agora temos um botão específico para ele, e também não há Jetpacks ou andar pela parede. Há 10 tipos de especialistas, cada um possuindo uma habilidade especial. Escolha aquele que te agrade e que possa ajudar a sua equipe.
Os jogadores casuais não irão ligar tanto para a parte de customização de Classes e Scorestreaks, mas aqueles que já estão acostumados com a franquia, podem esperar um prato cheio.
Também temos a possibilidade de jogar em splitscreen, algo que não havia sido anunciado anteriormente e só foi descoberto no dia do lançamento.
O modo Zombies também está de volta, completando 10 anos de existência, e agora com uma estética diferenciada, trazendo uma espécie de Gladiadores Romanos, e talvez seja o que mais se assemelha a um modo Campanha em Black Ops 4, tendo uma lore em volta dele. Há três tipos de jogos disponíveis até o momento: IX, Voyage of Despair e Blood of the Dead. Se você procura uma diversão, Zombies é para você.
Falando novamente do Modo Campanha, a falta do mesmo é um buraco que Blackout não conseguiu preencher. Apesar de não possuírem uma história tão inspiradora, ela chamava novos jogadores, ao utilizar atores conhecidos do público em geral, e era uma opção para aquele jogador que não possui vontade de jogar online.
A jogabilidade em Call of Duty: Black Ops 4 em um modo geral, não apresenta tanta diferença se comparada aos seus antecessores, tirando alguns detalhes já citados acima. É algo bom, mas ao mesmo tempo ruim, pois dá um sinal de comodidade, ainda que Blackout tenha vindo para dar um novo ar a franquia.
VEREDITO:
Apesar de Blackout ser uma ótima adição à franquia, ele não consegue suprir a necessidade de um Modo Campanha, ainda mais quando se tem um jogo que custa tão caro no Brasil. Se eu tivesse que sugerir algo, seria que, o modo deveria ser de graça. Ou quem sabe, um jogo separado. Para os fãs de Multiplayer, onde a Activision realmente quer se focar agora, Call of Duty: Black Ops 4, é um prato cheio.
NOTA: 8.5
A análise foi feita a partir de uma versão do PlayStation 4, e agradeço a Activision pelo envio do código. Call of Duty: Black Ops 4 também está disponível para Xbox One e PC (via Battle.Net).
Já está à venda Mister No Especial #1, pela Editora 85. A publicação reúne histórias da série italiana Mister No Speciale, com tramas fechadas e especiais publicados entre os anos de 1986 e 2009. Não é a primeira vez que a Editora 85 publica quadrinhos italianos clássicos. Ela também é a casa aqui no Brasil de Dampyr e Diabolik. Mas ao contrario dessas duas ultimas, Mister No Especial não teve campanha no Catarse.
Confira a capa de Mister No Especial #1
Albert Polansky empreende uma cruzada contra mágicos, médiuns, astrólogos e curandeiros. Para ele, são apenas charlatões que exploram a descrença das pessoas. Mister No lhe apresenta os rituais mágicos da Bahia: a macumba, o candomblé, a umbanda. Mas o encontro com o diabólico Congo Vevê mostrará a Polansky que nem todos os magos são trapaceiros. E alguns são realmente capazes de invocar demônios e ressuscitar os mortos!
Mister No Especial #1 tem formato 16 x 21 cm, 132 páginas e o preço de R$ 24,90. No site da Amazon Brasil a edição está com 8% de desconto.
Começa amanha (20/10) a exposição Rap Em Quadrinhos, projeto idealizado pelo ilustrador e designer Wagner Loud e pelo youtuber Gil Santos, o popularmente conhecido como Løad Comics. As artes homenageiam grandes nomes do rap nacional em versões de super-heróis. O projeto começou a tomar de assalto as rede sociais, trazendo um grande sucesso e reconhecimento.
O Rap Em Quadrinhos teve seu embrião fecundado depois de Gil Santos entrevistar Wagner Loud para o seu canal, Løad. O canal é focado no universo dos quadrinhos e da música. Loud já capitaneava o projeto Punk Em Quadrinhos e então a ideia surgiu. O mais legal é que a dupla encontrou diversos pontos em comum dos MC’s retratados nas artes com os heróis. Criando uma ligação entre as músicas com as discussões dos quadrinhos.
Emicida virou Homem-Aranha, Drik Barbosa é a Riri Williams (Coração de Ferro), Mano Brown como Pantera Negra, Marcelo D2 como Wolverine, BNegão como Hulk Cinza, Black Alien como Dr. Estranho, Negra Li como Tempestade entre outros.
A renda da exposição Rap Em Quadrinhos será revertida para o coletivo Imargem, que promove arte acessível e politizada, redefinindo lixo, espaço e fronteiras. Para saber mais da iniciativa clique AQUI.
O evento será na Central Panelaço do vocalista João Gordo e tem o apoio da editora DarkSide Books. Você poderá conferir na física todas as belas artes a partir das 17h. A Central Panelaço fica na Rua Conselheiro Carrão, 451, São Paulo/SP.
Recentemente a AVEC Editora consagrou as livrarias com mais um belíssimo quadrinho nacional. Trata-se de Desafiadores do Destino: Disputa por Controle, de autoria de Felipe Castilho e Mauro Fodra, com cores de Mariane Gusmão. E ao mesmo tempo que entrega um universo criativo e cativante, este também é um dos mais belos e divertidos gibis lançados em 2018.
Ilhas. Criaturas fantásticas. Steampunk e tecnologia. Magia e divindades. Desafiadores do Destino entrega tudo isso e mais um pouco, brindando o leitor com personagens cativantes, com boas motivações e personalidades bem definidas, e o tom perfeito equivalente ao que há de melhor nos bons quadrinhos de super-heróis. E da mesma forma que o exterior produz excelentes histórias deste gênero, há autores, no Brasil, dedicados a criar boas aventuras.
Todo supergrupo deve conter personagens com diferentes problemas e questões pessoais que serão abordadas ao longo das histórias. Ao mesmo tempo, estes personagens que não se dão tão bem devem agir em prol de algo maior. A história deste quadrinho não foge disso, e nem deveria: unidos pela ORU (Organização dos Reinos Unidos), cinco famosos guerreiros deverão intervir no confronto entre dois reinos, a Lemúria e Atlântida. Este confronto grandioso vem afetando a vida dos nativos das Ilhas Falkland, os Gorgs, e Lune Lefevre, Redhawk, Dr. Loberstein, Lockwood e Nay irão lidar com as consequências dos atos de todas as partes do confronto.
Uma das principais características estruturais de Desafiadores do Destino é a narrativa que contém alguns flashbacks do recrutamento dos cinco membros que compõem o grupo, e desta forma, parte do passado dos mesmos acaba sendo abordado. O roteiro de Castilho é direto e extremamente instigante, entregando reviravoltas inesperadas (como aparições de diferentes monstros e deidades) e aprofundando aos poucos este universo que é, de longe, um dos mais criativos dos quadrinho nacionais.
Podendo ser analisado de forma mais profunda com relação ao conflito central que se passa nas Ilhas Falkland (claramente uma disputa territorial tal qual acontece em diversas partes do mundo real), o propósito desta história é, também, a diversão. Como citado anteriormente, o que há de melhor nos quadrinhos de super-heróis é a capacidade de fazer o leitor se desprender da realidade por algum tempo e mergulhar num universo fictício cheio de cores e impossibilidades físicas. E quando a arte é magistral, como é o caso do desenho de Mauro Fodra, esta viagem em direção ao impossível é ainda mais palpável.
Fodra ilustra todos os quadros de maneira impressionante. Elaboradas com muito esmero e traços finos, as criaturas fantásticas e visuais mirabolantes de cada um dos personagens são pratos cheios para se admirar os mínimos detalhes de cada uma das cenas. As lindas cores de Mariane Gusmão (este é seu primeiro trabalho como colorista de quadrinhos) complementam perfeitamente o tom da história, e a aventura torna-se um deleite artístico completo.
Dividida em três partes, a trama desta primeira aventura dos Desafiadores do Destino se encerra prometendo mais, e isso é tudo pela qual os leitores podem torcer no momento. Mais histórias situadas neste mundo, talvez lidando com algum outro conflito bélico e político, podem vir bem a calhar para espairecer a mente e também apresentar algum tipo de reflexão, dado o contexto atual do nosso país e do mundo real.
E mesmo sem autômatos gigantes e barcos voadores, quem sabe por um pequeno momento podemos nos sentir mais uma vez capazes e inspirados a fazer coisas grandiosas ou enfrentar dificuldades, sejam elas proporcionadas por culpa, dívida, amor, competição… Ou até vingança.
O acabamento proporcionado pela AVEC Editora também se encaixa perfeitamente à premissa do quadrinho: é uma história leve, encadernada em capa cartão e formato 27,8 x 19,2 cm, com um total de 64 páginas, custando apenas R$ 39,90. Clique aqui e compre sua edição com desconto!
Vazaram diversas fotos da linha de brinquedos Hero Vision produzidos pela Hasbro. Nelas, é possível notar os novos visuais para os Vingadores e Thanos no quarto filme da franquia.
O curioso, é que em uma das fotos ao lado do Homem de Ferro, há a presença de uma personagem misteriosa que veste uma armadura roxa. Para aqueles que acompanham desde cedo as hq’s do vingador dourado, trata-se de ninguém mais ninguém menos que a heroína Resgate, também conhecida como Pepper Potts (Gwyneth Paltrow), a assistente pessoal e noiva de Tony Stark.
Uma publicação compartilhada por DC AND MARVEL❤ (@dc_marvel2k18) em
A culminação de 22 filmes interconectados, o quarto filme dos Vingadores irá atrair audiências para testemunharem o ponto de virada desta jornada épica. Nossos amados heróis irão entender o quão frágil é esta realidade e os sacrifícios que devem ser feitos para mantê-la.