Categorias
Quadrinhos

A grande volta das aventuras fantásticas de Meninos e Dragões!

Será lançada uma nova versão de Meninos e Dragões,  a publicação será do selo Jupati Books, o braço editorial de quadrinhos da Marsupial Editora. O álbum fará o seu debut na CCXP 2018. Criado roteiro de  Lucio Luiz e artes de Flávio Soares, Meninos e Dragões tem uma história curiosa e de superação no mercado de quadrinhos nacionais.

No ano de 2012, Meninos e Dragões foi o vencedor do 2º Prêmio Abril de Personagens, sendo lançado como gibi pela editora Abril no ano seguinte. Mas logo assim que começaram a comercialização, a Abril descontinuou todo o seu projeto de novos quadrinhos nacionais. O que resultou em uma vida curta nas bancas para a publicação que só teve apenas uma edição. Mas mesmo assim, Meninos e Dragões venceu o 30º Prêmio Angelo Agostini, na categoria melhor lançamento de 2013.

A volta de Meninos e Dragões, mantém o mesmo espírito do universo ficcional original e repensando todo o visual dos personagens. A missão é atualizar a série para uma safra de leitores. A trama do primeiro álbum se chama O Grande Caçador, que mostra os amigos Rodrigo, Tobias e a princesa Amanda tendo o primeiro contato com o dragão bebê Foguinho, e todas as aventuras e trapalhadas para mantê-lo a salvo de um caçador de dragões que esconde um grande segredo.

 

As histórias de Meninos e Dragões se passam no Reino de Odilon, uma terra medieval onde cavaleiros, dragões e fadas, convivem com videogames, skate, futebol e outras “modernidades”. É um universo de fantasia que dialoga diretamente com as crianças que não possuem as mesmas amarras criativas dos adultos na hora de imaginar seus mundos fictícios: elas simplesmente misturam todas as coisas que gostam sem preocupações que envolvam verossimilhança.

Meninos e Dragões – Volume 1 – O Grande Caçador, tem  formato 24 X 17cm, 56 páginas  e o preço de R$30,00. Os autores Flavio Soares e Lucio Luiz estarão na mesa G39 do Artist’s Alley. A HQ também já se encontrada em pré-venda no site da Amazon.

 

Categorias
Séries

Netflix está produzindo seriado em live-action de Cowboy Bebop

A Netflix anunciou que adquiriu os direitos do anime Cowboy Bebop, para produzir uma série em live-action da animação japonesa, que foi ao ar pela primeira vez em 3 de Abril de 1998, sendo finalizado no dia 24 de Abril do mesmo ano.

A primeira temporada do seriado contará com dez episódios produzidos pela Sunrise Inc. e roteirizados pelo Chris Yost, de Thor: O Mundo Sombrio e Thor: Ragnarok. Marty Adelstein, Becky Clements e Matthew Weinberg serão os produtores, enquanto Shinichiro Watanabe, o criador do anime, será o consultor criativo.

Corre o ano de 2071 e muitas mudanças ocorreram: a tecnologia evoluiu; a população da Terra migrou para outros planetas do Sistema Solar, vivendo em colônias. A população aumentou consideravelmente e, com ela, o número de criminosos. A polícia espacial (ISSP, Inter Solar System Police, em inglês), não podendo dar conta de todos os bandidos, recorre ao auxílio de cowboys: verdadeiros caçadores de recompensas espaciais. A série de 26 episódios orbita em torno das violentas aventuras dos ímpares personagens principais são Spike, Jet, Valentine, Ed e Ein que se reúnem devido a situações adversas nas vidas de cada um.

Cowboy Bebop não possui data de lançamento.

Categorias
Gameplay Games

Review | Fallout 76

Sobrevivência sempre foi o principal tema nos jogos de Fallout. Tudo do lado de fora dos Vaults é enferrujado, quebrado e deteriorado. Mas você acaba se acostumando com a sujeira, se acostumando com as tranqueiras que encontra, e gradualmente se torna um sobrevivente. Infelizmente, Fallout 76 é tão desgastado quanto o seu próprio mundo. Embora haja vislumbres dos antigos Fallout, como buscas irônicas sobre a burocracia do velho mundo e genuinamente relatos sobre o impacto da automação na classe trabalhadora, Fallout 76 não tem o coração e o dinamismo de jogos anteriores da série da Bethesda.

Em Fallout 76 você será apresentado a robôs com profundidade emocional de uma torradeira. Mesmo o personagem robótico principal, que seria a “pessoa” mais próxima a você, com quem a interação deveria ser “natural” não agrada. Uma Miss Nanny modificada chamada Rose, que raramente é tridimensional, tirando a única parte da sua história trágica de criação. E é assim que Fallout 76, não entrega seu potencial, em grande parte ele nem chega perto de ser realizado. Embora os NPCs robóticos pudessem ter sido a grande revelação aqui, as automações que você encontra são vendedores, guardas ou apenas recepcionistas ornamentais. Você se sente verdadeiramente sozinho.

Digamos que não muito sozinho. A crescente comunidade do Fallout 76 brilha tanto quanto o flash de câmeras polaroids ou de uma nuvem de cogumelo. O multiplayer aqui serve para preencher o vazio, as vezes você é recheado por aquela explosão de alegria quando encontra outro sobrevivente no deserto, mesmo depois de horas e horas jogando a novidade do multiplayer. Ajudar alguém a realizar a missão dá a você aquela sensação de solidariedade e isso é, sem dúvida, uma das melhores coisas sobre o Fallout 76.

Independentemente de você estar jogando sozinho ou com amigos, você provavelmente terá uma sensação de déjà-vu. Appalachia é construída usando o mesmo Mecanismo de criação do Fallout 4 e de Skyrim, então a maioria de seus arredores parece estranhamente semelhante à viagem de 2015 para o Wasteland. As texturas levam alguns segundos extras para carregar, mesmo quando você está perto, em terceira pessoa, ou quando seu personagem parece ter sido construído com um manequim de luxo e seus inimigos parecem não possuir articulações. Mesmo depois do beta, ainda podemos encontrar alguns problemas como, os inimigos fazerem pose para combate e deslizarem em direção a você como se estivessem sobre um piso rolante, pedaços de rocha e folhas ficando verde néon quando elas não carregam por inteiro. E não tem como não comparar com o esmero das produções de 2018 como God of War, Homem-Aranha e Red Dead Redemption 2 fazendo ondas com seus gráficos excelentes, podemos até falar de Horizon Zero Dawn em 2017, assim decretando que o Creation Engine simplesmente não está à altura dos grandes.

Mas claro que há locações muito bem trabalhadas no jogo. The Mire e Cranberry Bog, são as duas áreas mais bonitas, e são diferentes de qualquer coisa que você já viu em Fallout, incrivelmente exuberantes, radiantes de vida e criaturas estranhas. The Mire é um pântano de árvores frondosas e trepadeiras sencientes que contaminaram a fauna local, com grama tão alta e espessa que, em parte, obscurece sua visão quando se esgueira. Cranberry Bog é um simples, porém fantástico local extraterreno, árvores bulbosas, com troncos que parecem barrigas salientes, brotando do chão e a terra é um vermelho violento como sangue, são locais angustiantes, que transmitem o clima perfeito de exploração como Fallout deve ser. Seguindo de mãos dadas com as mutações que você pode desenvolver, além dos novos medidores de fome e sede, essas áreas mostram que o mundo que você conheceu se foi e que você está lutando pela sobrevivência.

Falando em luta, as criaturas são uma adição fantástica a Appalachia. Forçando você a criar estratégias na hora, já que basicamente elas aparecem de surpresa durante a gameplay, é quase como jogar um simulador de observação de pássaros, mas em vez de pássaros são monstros radioativos e no final eles querem te matar. A sensação de satisfação vem quando eles estão mortos e você passa por seus corpos sem medo. Algumas aparições são tão raras quanto Meotwo no Pokemon Go. Esta versão apocalíptica da observação extrema de pássaros definitivamente incentiva você a voltar para caçar essas criaturas, se você tiver paciência.

A esquisitice da ficção científica em Fallout é famosa, como procedimentos burocráticos hilariantemente frustrantes ainda sendo reforçados por robôs apesar de seus escritórios serem escombros em torno deles, uma sociedade secreta de vigilantes liderados por uma dublê / atriz, os eventos públicos que simplesmente como um desfile há muito tempo perdido ou ajudar um prefeito robótico a pegar garrafas de cerveja em local completamente destruído. Além disso, na maioria dos cantos e recantos há cartas de pessoas mortas há muito tempo, holotapes deixados pelas primeiras pessoas para tentar fazer de Appalachia uma casa, esqueletos deixados em poses simplesmente perturbadoras. Você sente que os lugares estavam vivos uma vez. Mas não mais. Corpos mortos de invasores, colonos e socorristas estão espalhados em cabanas e acampamentos, um lembrete doloroso de que você chegou tarde demais para ajudar.

Sem NPCs, a conexão emocional que faz com toda a sobrevivência valer a pena está seriamente ausente. Cada quest de enredo principal que você escolhe tem uma conclusão inevitável: você é a última esperança. Seja a Irmandade do Aço, os Respondentes, o Estado Livre, ou até mesmo os Raiders formalmente hostis, sempre é para você ajudar a reconstruir ou descobrir o que aconteceu com algum grupo. Isso é emocionalmente exaustivo. Não ajuda, sem NPCs, adicionar peso emocional ao que você está fazendo é quase impossível. Tudo bem, que em Fallout 4, toda aquela ladainha poderia ser apenas uma busca, mas pelo menos você sentia que estava fazendo a busca por alguém, que alguém se importava se você conseguisse voltar. É difícil fazer um holotape pré-gravado soar como se importasse.

VEREDITO:

Fallout 76 tem algumas peculiaridades novas, mas elas servem principalmente para mostrar como o restante do jogo está desatualizado. O que acontece é que em Fallout 76 você não quer apenas sobreviver, você quer viver. Com suas questões temperamentais, questões técnicas e mecanismo fora de moda, o Fallout 76 não tem a vida que fez do pós-apocalipse um farol de esperança nos jogos anteriores. No entanto, quando ele entra em um novo território, às vezes literalmente como no caso de The Mire ou Cranberry Bog, ou apresenta novos inimigos, você vê algumas das faíscas que fazem o Fallout ser Fallout.

Vale a pena lembrar que como Fallout 76 é um MMO, há a possibilidade real de que assim como em Elder Scrolls Online o Fallout 76 de hoje será muito diferente do Fallout 76 do próximo ano, então, caso ele não seja seu jogo ideal, espere a poeira radioativa abaixar, e confira novamente, o jogo com certeza irá continuar crescendo e se adaptando.

PONTOS POSITIVOS:

  • Novas criaturas intrigantes para lutar.
  • História fascinante de Appalachia.
  • Novas regiões ampliam o que o pós-apocalipse pode ser.

PONTOS NEGATIVOS:

  • Numerosos problemas técnicos.
  • Mecanismo gráfico desatualizado.
  • A maioria das missões sem profundidade.
  • Falta de profundidade emocional para os (poucos) robôs NPC.

 

Categorias
Quadrinhos

Cris Peters lança Mambembe e Patas Sujas na CCXP 2018

A conceituada colorista Cris Peter estará lançando dois quadrinhos independentes na CCXP 2018. Patas Sujas e Mambembe são os títulos das obras. Além deles, outras publicações da Cris estarão na maior feira geek do Brasil para serem adquiridos. Para ver o grande trabalho da artista você pode acessar o seu site clicando AQUI.

Patas Sujas

Iniciada em 2015, Patas Sujas chega ao seu terceiro volume. A trama fala sobre amizade e autodescoberta. Inspirada na música “Dirty Paws da banda Of Monsters and Men”, a história se passa em um mundo fantástico coberto por neve e conta os eventos que acontecem na vida de Na’az Ni, uma recém exilada que é resgatada por um povo excluído. Em meio a eles, ela conhece Meem, a fera, que futuramente será conhecida como Patas Sujas. No terceiro volume da coleção, testemunhamos os mundos de Na’az Ni e Zam, o Rei da Colméia, finalmente se cruzando quando o Rei Zangão e sua milícia se deparam com a aldeia dos excluídos. A arte do terceiro volume é executada por Érica Awano, com roteiro da própria Cris Peter.

Os dois primeiros volumes também poderão ser adquiridos na CCXP 2018.

Patas Sujas tem formato 15 X 22 cm, 32 páginas e o preço de R$ 20,00.


Mambembe

 

Com roteiros e desenhos de Ariane Rauber, e colorido por Cris Peters, Mambembe conta a história de Elise uma menina que sofre alguns problemas com seus pais em casa. Em um de seus momentos de fuga, ouvindo música e caminhando pela cidade, ela encontra uma criatura diferente de qualquer animal que conhecia. Este encontro a levará a um circo de excluídos da sociedade, onde ela aprenderá a questionar sua relação com seus pais e a sociedade que vive.

Mambembe tem formato 18 X 26 cm, 48 páginas e o preço de R$ 30,00.

Se você quiser adquirir as edições fora de eventos, pode entrar em contato com o email crispeterstore@gmail.com.

Patas Sujas e Mambembe estarão sendo lançadas na mesa C39-40 no Artist’s Alley. A CCXP 2018 acontece em São Paulo entre os dias 06 e 09 de dezembro.

 

Categorias
Quadrinhos

São Paulo dos Mortos Vol. 04 | Os zumbis vão invadir a CCXP 2018

São Paulo está cheia de mortos, e eles vão invadir a CCXP 2018! Eles vão chegar em peso na HQ São Paulo dos Mortos Volume 04, que será lançada na maior feira geek do Brasil. A elogiada e bem sucedida série, conta histórias de zumbis ambientadas nas ruas cinzentas da cidade, explorando variados temas e propondo novas perspectivas ao gênero.

Confira as capas e algumas artes de São Paulo dos Mortos Vol. 04 na galeria abaixo:

 

“A personagem Roller Dead e sua cadela zumbi Furiosa voltam à cena em duas histórias completas. Em Partida, história principal da revista, a personagem reencontra amigas e namorada, na antiga quadra onde treinavam. Noutra HQ apresentamos a ameaça dos Olafetes.”

São Paulo dos Mortos é uma criação do roteirista e editor Daniel Esteves. Diversos ilustradores já passaram pelo projeto. Nesse novo volume a arte é de Sueli Mendes e Al Stefano. Os outros volumes da série podem ser adquiridos no site da Zapata Edições.

São Paulo dos Mortos Vol. 04 tem formato 16 X 25 cm, 32 páginas P&B e o valor de R$ 20,00. O lançamento será nas mesas F41 e F42 do Artist’s Alley.

 

Categorias
Séries

Justiça Jovem: Outsiders ganha novo trailer inédito, confira!

Foi liberado um novo trailer de Justiça Jovem: Outsiders,  que terá 26 episódios e que chega em 4 de janeiro do ano que vem no DC Universe.

Justiça Jovem: Outsiders apresenta o retorno da série animada favorita dos fãs com um enorme elenco de jovens super-heróis mais icônicos da DC, além de novos personagens, muitos dos quais estão apenas descobrindo seus meta-poderes únicos e habilidades especiais. Tendo como pano de fundo um mundo rico e profundo que toca todos os cantos do universo de DC, a temporada foca no meta-tráfico e uma corrida armamentista intergaláctica pelo controle desses jovens superpoderosos.

Para futuras informações de Justiça Jovem: Outsiders.

Categorias
Cinema

Novo vídeo de Bumblebee destaca os visuais inspirados em G1

A Paramount Pictures divulgou um novo vídeo de Bumblebee. Nele, o diretor Travis Knight e o elenco, falam sobre os visuais dos robôs no filme. E como eles foram inspirados em G1, a primeira geração de Transformers. Confira:

“1987. Refugiado num ferro-velho numa pequena cidade praiana da Califórnia, um fusca amarelo aos pedaços, machucado e sem condição de uso, é encontrado e consertado pela jovem Charlie (Hailee Steinfeld), às vésperas de completar 18 anos. Só quando Bee ganha vida ela enfim, nota que seu novo amigo é bem mais do que um simples automóvel.”

Bumblebee chega aos cinemas brasileiros no dia 25 de dezembro. Para saber sobre tudo o que acontece no cinema, fique ligado na Torre de Vigilância.

Categorias
Quadrinhos

Não Pedi Para Ficar Aqui | Duas amigas tem que lidar com o fim do mundo em HQ

E se o mundo acabasse?  E se a humanidade estivesse por um fio? E nessa confusão de fim do mundo, você só torce para que não tenha mais que ir para a escola? Então, essa é a trama que gira em Não Pedi Para Estar Aqui. A HQ de Gabriel Dantas, publicada de forma independente, estará sendo lançada na CCXP 2018.

Confira a capa e uma prévia de Não Pedi Para Estar Aqui na galeria abaixo:

 

“Bestas enormes caçam carne pelas ruas, ossos estão servindo apenas para a produção de gelatinas sem sabor e os aliens permanecem ocupados plantando bananas azuis. A humanidade acabou já faz um bom tempo e o pouco que restou não se importa com o futuro. Duas garotas só pensam em fumar, na esperança de que esse apocalipse tenha resultado no fim da escola. No mais, se as coisas piorarem, uma facada pode resolver o problema.”

Não Pedi Para Ficar Aqui tem formato 14 X 21 cm, 24 páginas, capa em papel couchê e miolo branco offset e o valor de R$ 10,00. Gabriel Dantas escreveu e desenhou toda a HQ, e estará na mesa E02 do Artist’s Alley.

 

Categorias
Cinema

Blu-ray de Venom ganha o seu primeiro trailer em clima natalino

A Sony Pictures liberou o primeiro trailer oficial do Blu-Ray de Venom, que está em clima natalino e é tratado como uma comédia romântica durante o vídeo.

A ideia para um filme solo do Venom, existe desde o lançamento de Homem-Aranha 3, onde foi a primeira aparição do vilão nas telonas. Após o cancelamento da franquia coordenada por Sam Raimi e protagonizada por Tobey Maguire, o projeto foi engavetado até 2012, quando o Espetacular Homem-Aranha estrelado por Andrew Garfield, foi aos cinemas. Mas, devido diferenças criativas do diretorMarc Webb com a Sony e posteriormente, a negociação feita com a Disney para obter um direito compartilhado dos herói aracnídeo nas telonas, a franquia O Espetacular Homem-Aranha foi cancelada em 2014 com o lançamento de seu último longa, levando Venom consigo.

Venom chega em mídia digital no dia 11/12/2018 enquanto a sua versão em mídia física, chega em 18/12/2018

Categorias
Cinema

Assista ao primeiro trailer oficial de Artemis Fowl

A Disney disponibilizou o primeiro trailer oficial de Artemis Fowl, longa que será dirigido por Kenneth Branagh, de Capitão América: O Primeiro Vingador.

https://www.youtube.com/watch?v=wXlBep9uFjI&t=4s

Artemis Fowl é um garoto de 12 anos extremamente inteligente que usa sua capacidade para roubar. Um dia, ele descobre um local mágico chamado mundo das fadas. Decidido a roubar a fortuna local, ele sequestra um elfo e cobra um resgate para libertá-lo. Só que logo a Liga de Elite da Polícia parte em seu encalço.

Artemis Fowl estreia em 9 de Agosto do ano que vem.