2018 vai ser uma pedrada no peito e um tapa bem dado na orelha nos palcos brasileiros. Foi confirmada a turnê que vai rodar terras tupiniquins que vai reunir as bandas Foo Fighters e Queens of Stone Age. Nós veremos já de cara os shows dos novos discos dos grupos, respectivamente, Concrete and Gold e Villains.
A turnê vai passar por Curitiba, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro durante os meses de fevereiro e março. Ainda não foram divulgados preços de ingressos e nem quando serão comercializados. Na página Eventin um cadastro foi aberto para que os fãs credenciados tenham a chance de comprar os 3 mil primeiros ingressos.
25/02 Rio de Janeiro no Maracanã 27/02 São Paulo no Allianz Parque 02/03 Curitiba no Pedreira Paulo Leminsky 04/03 Porto Alegre no Beira Rio
O jornalista José Norberto Flesch disse que o Foo Fighters, dependendo do sucesso das vendas dos ingressos, ainda pode confirmar um show extra. Fique ligado na Torre de Vigilância para mais detalhes.
O Linkin Park lançou o clipe da música “One More Light”, faixa-título do último álbum da banda que foi lançado no inicio do ano. É o primeira movimentação desse tipo desde a morte do vocalistaChester Bennington, que cometeu suicídio há dois meses.
Vídeo presta uma bela homenagem a Bennington com diversas imagens de shows, backstages e interagindo com os outros membros da banda e com fãs. Com destaque as cenas em que a plateia acendia luzes durante a canção e Chester se aproximava do publico. Confira “One More Light” abaixo:
O Linkin Park volta aos palcos no dia 27 de outubro no ancestral anfiteatro Hollywood Bowl em Los Angeles, ainda não se sabe se será realmente o ultimo show da banda, mas terá presença de convidados, que ainda não foram revelados, que vão cantar junto com o grupo. A renda do show será revertida para o fundo dedicado a Chester Bennington, que busca ajudar as pessoas com depressão.
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Em sua conta no Instagram, o vocalista Mike Shinoda, publicou que novidades serão divulgadas essa semana. Algo em referência ao show do dia 27 de outubro. Muitos fãs chegaram a sugerir nomes como de Oliver Sykes do Bring Me The Horizon, para substituir Bennington. Mas a maioria das pessoas prefere que a banda encerre a sua carreira em respeito à Chester.
Fique ligado na Torre de Vigilância para mais notícias do Linkin Park.
Se você estiver, ou conheça alguém que esteja, passando por um momento complicado e queira ajuda ou mesmo ajudar, ligue para o número 141, a Linha de Prevenção ao Suicídio, ou acesse o site www.cvv.org.br
Talvez o nome não soe tão familiar, mas com certeza sua voz já é bastante conhecida por todos os que amam quadrinhos, em especial, para os fãs da DC e da Canário Negro. Michelle Bensimon, dona de uma voz marcante e um timbre único, é a responsável por trazer para o mundo real a voz e a musicalidade de Dinah Drake Lance. Convidada pela DC para lançar um EP parte integrante da série O Som e a Fúria (Kicking and Screaming), ela voltou este ano em um segundo EP em homenagem aos 70 anos da personagem (você pode conferir as matérias aqui e aqui).
Michelle é também a vocalista da banda de indie/pop Caveboy, na estrada desde 2015, data em que lançou o primeiro EP “Caveboy“. Desde então já teve músicas incluídas em algumas séries, como “Awkward” (MTV) e “Orange Is The New Black” (Netflix). Em 2016 lançou também os singles Superbia e Color War e, na última sexta-feira, lançou o single Raconteur,e nesta segunda-feira o vídeo oficial, que você confere ao final da entrevista.
Com imensa simpatia e simplicidade, ela concedeu à Torre sua PRIMEIRA ENTREVISTA para um veículo brasileiro.
Segundo a biografia no seu site pessoal, você é uma ex-atriz teatral e já teve experiências com bandas e projetos solos. Como aconteceu essa mudança de estrada e como você se juntou ao Caveboy?
Há mais ou menos 5 anos atrás eu vivia em Toronto terminando a faculdade e estudando atuação, mas percebendo o quanto eu não queria ser uma atriz. Eu sempre amei música e cantar mas nunca realmente encontrei onde ou o que eu queria fazer a respeito até que eu voltei à minha cidade natal (Montreal, QC) para fazer um teste para a banda da Lana e Isabelle (as outras integrantes da banda CAVEBOY). Após conversarmos e tocarmos, eu nunca voltei para Toronto. Me apaixonei por estar em uma banda, escrevendo junto e o resto é história! Começamos Caveboy há mais ou menos 2 anos e meio atrás e isto se tornou a mais incrível e satisfatória experiência.
Quais suas principais influências musicais e como elas te ajudam a compor? Você gosta ou conhece algum cantor ou banda brasileira?
Desde criança, eu sempre ouvi músicas dos anos 60, 70, 80… Eu amo Fleetwood Mac, The Beatles, mas também coisas recentes como Portugal the Man, LP. Eu também amo Freddie Mercury, ele é uma das maiores influências para mim como artista. Eu acredito que escutar músicas mais antigas ajuda a manter este tipo de composição viva. Eu amo compor músicas atuais. Versos, pontes fortes, refrões fortes e tudo em torno simples mas cativante. Eu acredito que “música pop” é uma categoria mais ampla do que pensamos que quando escutamos à rádio, e isto não é algo que devemos temer como compositores indie/alternativos. Fazer música que muitas pessoas possam se apaixonar, não há nada de errado nisso nos meus manuais. Sobre cantores brasileiros, eu gostei muito do que Seu Jorge fez em ‘The Life Aquatic’! Eu adoro escutá-lo.
Em 2015 a banda lançou seu primeiro EP homônimo e depois teve músicas inclusas em várias séries de TV como no sucesso da Netflix “Orange Is The New Black”. O que mudou desde então?
Caveboy teve bastante sorte em ter nossa música em incríveis shows de TV e filmes, como Orange Is The New Black. É uma forma das pessoas ficarem curiosas sobre nossa música e a banda em si, e uma forma das pessoas associarem suas emoções e histórias conforme escutam à música. Isto realmente nos ajudou alcançar lugares no mundo que nós nunca imaginaríamos ter acesso, estes shows mais populares virou uma plataforma para que expandíssimos nossa base de fãs.
Em 2016 foram lançados dois singles (muito bons na minha humilde opinião), e outro agora em 2017. Podemos esperar por um próximo álbum ou EP nos próximos meses?
Fico muito feliz que tenha gostado da música e empolgada em compartilhar mais com vocês. Nós estamos muito, muito empolgadas por termos recentemente lançado nosso primeiro novo single ‘Raconteur‘, gravado na Irlanda em Maio. Estamos planejando um segundo single em alguns meses, e ainda mais para 2017. Eu acho que pode-se dizer que podem esperar um monte de músicas novas no próximo ano! Decidimos produzir de forma independente este set de novas músicas, o que nos assusta um pouco pois tudo recai sobre nós – mas aceitamos o desafio.
Da direita para a esquerda: Michelle, Isabelle e Lana.
Mudando um pouco de foco, no ano de 2016 você foi contatada para gravar o primeiro álbum da Canário Negro, parte da série em quadrinhos O Som e A Fúria. Como se deu o contato para este projeto?
Joseph Donovan foi quem produziu o nosso primeiro EP e mixou algumas das músicas, e instantaneamente sentimos esta conexão musical que deu muito certo. Ele me procurou com a proposta do primeiro EP (em correspondência à estupenda série de Brenden Fletcher) e eu não pude dizer não. Ele escreveu todas as músicas, todas as 6 contando com as atuais, e nós forçamos minha voz a novos limites para assegurar que conseguiríamos o som adequado para esta maravilhosa, forte e importante personagem.
Qual foi a sensação de gravar como uma super-heroína como a Canário Negro?
Honestamente? As músicas eram realmente muito difíceis de cantar, as quais eu penso que faça com que seja mais intenso e mantenha a integridade e verdadeiro sentido da personagem. Ter que forçar minha voz e encontrar novas formas de fazer esta personagem se expressar foi desafiador mas muito recompensador.
Como foi o processo criativo?
Joseph é muito brilhante e ele verdadeiramente sabia como estas musicas soassem. Ele tinha estas influências, Siouxe and the Banshees, Bauhaus, e nós tivemos que jogar com minha voz para ter certeza que pegássemos todas as nuances dessas músicas e suas melodias. Nós queríamos que soassem cruas, autênticas e verdadeiras ao personagem enquanto mantivessem esta vibe oitentista.
O que você acha que tem em comum com Dinah Lance/Canário Negro, tanto a cantora quanto a vigilante?
Bem, eu acredito seguramente que nós tentamos e usamos nossas vozes como armas, com formas de expressarmos a nós mesmas, em boas e más situações. Nos voltamos para nossa voz pela força – e eu acredito que esta dualidade e o que nós compartilhamos realmente me fazem sentir conectada a ela. Ela é tão forte, durona , e precisa lutar através de situações difíceis e como uma mulher ser respeitada e vista por quem ela é. Isto é algo que eu definitivamente relaciono como uma mulher na indústria musical.
Além dela, há alguma outra personagem que você goste, mesmo que não seja da DC?
Eu adoro o Demolidor. Eu acredito que ele seja uma personagem complexa e intrigante que nunca se distancia de uma situação, ele sempre PRECISA se envolver. E claro, Mulher-Gato. Quem não ama a Mulher-Gato?
No Brasil temos uma “rixa” que é mais uma brincadeira que qualquer outra coisa, então eu preciso perguntar: Mavel ou DC?
Ah não, eu acho que não consigo responder isso! Ambas possuem suas personagens espetaculares, mas eu sou uma fã dos Batman e Superman clássicos… Acho que eu diria a DC de uns 40-50 anos atrás.
Você acha que existe a possibilidade da Caveboy vir ao Brasil proximamente ou teremos que esperar um pouco mais?
Nós adoraríamos ir ao Brasil, possivelmente vocês não precisem esperar muito tempo! Apenas diga-nos onde e quando, e nós estaremos lá.
Você pode deixar uma mensagem para os seus fãs brasileiros?
Muito obrigada por acompanhar minha voz como Canário Negro e também a Caveboy. Não posso esperar para continuar compartilhando novas músicas e enviando bastante amor a vocês.
Confira abaixo o vídeo oficial do novo single, “Raconteur” e os links para as mídias da banda Caveboy.
A cantora Idina Menzel divulgou um preview da canção-tema When We’re Together do curta-metragem Olaf’s Frozen Adventure, que será exibido nos cinemas antes de Viva – A Vida é uma Festa.
When We’re Together será lançada no dia 3 de novembro e poderá ser ouvida nos cinemas no dia 22 de novembro.
Durante o programa Late Night with Seth Meyers, o músico Gary Clark Jr. apresentou seu cover de Come Together, dos Beatles, que foi utilizado no trailer do filme Liga da Justiça.
http://www.youtube.com/watch?v=MqLvFNUMC6Q
Com Ben Affleck, Gal Gadot, Ezra Miller, Jason Momoa e Ray Fisher, Liga da Justiça chega aos cinemas no dia 16 de novembro.
O Pato Fu há sete anos apresentou o inusitado Música de Brinquedo. Um projeto onde os músicos usavam brinquedos como instrumentos nas canções. O álbum recebeu diversos prêmios (como o Grammy Latino de Melhor álbum Infantil), virou DVD e uma longa turnê que rodou o Brasil todo. Quando ninguém esperava a banda lança o Música de Brinquedo 2!
O novo disco já está disponível em todas as plataformas digitais desde o começo desse mês, tem a mesma pegada do seu antecessor, mas apresenta uma produção sonora muito mais ousada. Nas 11 faixas tem canções como “I Saw You Saying” dos Raimundos, “Severina Xique-Xique” do Genival Lacerda e “Livin’ La Vida Loca” de Ricky Martin já apresentam que o Música de Brinquedo 2 não é tão para criança assim.
“O Música de Brinquedo não é um disco infantil. Ele tem até um pouco de veneno também. Trata-se de algo pop. I Saw You Saying e Severina Xique-Xique são bons exemplos disso”, disse a vocalista Fernanda Takai.
Ouça o Música de Brinquedo 2 abaixo:
As faixas do álbum:
Palco – Gilberto Gil
Livin’ La Vida Loca – Ricky Martin
Kid Cavaquinho – João Bosco
I Saw Your Saying – Raimundos
Rock da Cachorra – Eduardo Dusek
Datemi Un Martelo – Rita Pavone
Severina Xique-Xique – Genival Lacerda
Every Breath You Take – The Police
Mamãe Natureza – Rita Lee
Private Idaho – B-52’s
Não se Vá – Jane e Herondy
Como no primeiro disco, o novo projeto ainda tem uma criançada participando dos backing vocals. Dessa vez participaram os filhos de membros dos primeiros fã-clubes do Pato Fu. A banda ainda conta com Fernanda, John Ulhoa e Ricardo Koctus, além das inclusões de Glauco Mendes na bateria e Richard Neves nos teclados.
Os bonecos/monstrinhos Ziglo e Groco também cantam em Música de Brinquedo 2.
Os arranjos continuam super originais como uma a bunda de uma galinha de borracha que se transformou em zabumba em “Severina Xique-Xique” e um antigo stylophone que virou a guitarra do icônico solo de “I Saw Your Saying”. “Não se Vá”, clássico de Jane e Herondy é interpretada pelos monstrinhos Ziglo e Groco que se apresentam nos shows do Pato Fu.
O Pato Fu vai lançar oficialmente o Música de Brinquedo 2 nos shows em São Paulo no Sesc 24 de Maio nos dias 12,13,14 e 15 de outubro. O repertório vai mesclar as músicas do primeiro disco com as 11 novas faixas. Os horários e preços dos ingressos ainda serão divulgados.
A adaptação para os cinemas do livro IT: A Coisa de Stephen King estreia nessa semana. O livro já tinha sido adaptado em forma de telefilme seriado em 1990 e ganhará um novo filme, que contará com a trilha sonora composta por Benjamin Wallfisch.
Recentemente, a Warner Brothers divulgou através do seu canal WaterTower Music duas faixas do trabalho de Wallfisch na adaptação dirigida por Andrés Muschietti. Ouça:
O compositor já trabalhou em longas como Lights Out (2016), Annabelle 2: A Criação do Mal (2016), entre outros do gênero de terror.
Seu próximo trabalho, em IT: A Coisa, poderá ser conferido no dia 07 de setembro. O elenco conta com Bill Skarsgård (Pennywise), Finn Wolfhard (Richie Tozier), Sophia Lillis (Beverly Marsh), Jaeden Lieberher (Bill Denbrough), Jack Dylan Grazer (Eddie Kaspbrak), Chosen Jacobs (Mike Hanlon), etc.
Em comemoração aos 70 anos da estreia da Canário Negro nos quadrinhos, a DC Comics lançou Black Canary EP 2. O mais novo álbum seguindo a carreira musical de Dinah Lance.
Foram nas páginas de Flash #86 (1947), que Dinah fez a sua primeira aparição com o seu alter-ego Canário Negro. De lá para cá, ela se tornou uma das mais importantes e queridas personagens da DC Comics, e atualmente tem participação bem ativa em três revistas: Arqueiro Verde, Batgirl e as Aves de Rapina e Liga da Justiça da América.
Black Canary EP 2 tem três músicas inéditas: “Get In The Car”, “Lost Art” e “Last Days”. Você pode ouvir as faixas abaixo:
É o segundo disco que a editora lança que fazia parte da série da Canário Negro: O Som e a Fúria que foi publicada em 2015 e 2016. Nas histórias Dinah rodava os Estados Unidos como vocalista de uma banda de rock intitulada Black Canary. E como no primeiro álbumBrenden Fletcher e Annie Wu fazem a parte musical do projeto, além deles a cantora e compositora Michelle Bensimon é a voz da Dinah. Black Canary EP 2 tem produção de Joseph Donovan.
No último dia 25/08 foi lançado oficialmente Villains, o novo disco do Queens of Stone Age. O sucessor do incrível …Live Clockwork(2013) chegou depois de uma extensiva campanha nas redes sociais com a massiva divulgação das (belas) artes do álbum por cidades da Europa e dos Estados Unidos.
Uma dessas campanhas um vídeo lançado em 14 de junho na página da banda onde o vocalista e líder Josh Homme é submetido a um teste de polígrafo e a medida que ele vai respondendo as perguntas, as suas mentiras vão confirmando os detalhes sobre o novo trabalho. A última pergunta do teste é: “Você gosta de dançar?”. Homme, com um tom de voz irônico responde: “Sim, eu gosto”, e pisca para a câmera.
Bem, Villains se trata de realmente isso. Dançar.
Com produção de Mark Ronson, famoso por trabalhar com Amy Winehouse, Adele, Bruno Mars, Robbie Williams, Lily Allen, Christina Aguilera entre outros artistas um tanto quanto distantes do estilo do Queen of Stone Age, mas que se tornou um belo casamento. O novo trabalho da banda tem um quê de dançante, remexe com sonoridades, digamos, vintages, e ao mesmo tempo mantém a banda com um som atual.
As músicas brincam com elementos dos anos 60, 70, 80 e entrega um produto moderno e gostoso de ouvir. Algumas faixas, como “Feet Don’t Fail Me”, são três estilos de músicas diferentes, e que em momentos remetem (sem comparar, é claro) a David Bowie.
Os fãs mais antigos podem sentir falta dos diversos riffs hipnotizantes pesados tradicionais de trabalhos anteriores do grupo. Agora, o fator dominante é o groove, que corre solto durante praticamente todas as músicas de Villains, e diga-se de passagem, fez bem para os caras. A excelente música “Domesticade Animals” é um excelente exemplo de como o groove é importante nesse trabalho. Quando você pega um produtor, que está acostumado a trabalhar com artistas popstars que não são de arriscar muito em suas gravações, e compra a ideia da banda e ainda incrementa o bolo, tem resultados fantásticos.
Pode-se dizer também que a parceria entre Josh Homme com Iggy Pop ano passado (o vocalista produziu o ultimo disco Post Pop Depression) deu frutos. Ele deve ter escutado muitas conversas da lenda do punk com o Bowie durante os dias históricos que passaram em Berlim gravando o iconico The Idiot. Devem ter acentuado o gosto pelo retrô.
Mas não se engane que é um álbum de ode ao passado. As guitarras e o gingado do Queens of Stone Age ainda se encontram lá. “The Evil Has Landed” tem uma pitada de Led Zeppelin com riffs ferozes típicos do DNA da banda. Já “The Way You Used to Do” traz a rockabilly onde são distribuidos riffs à vontade, dando um ar agitado, dançante e vivo para a canção. Ambas as canções vemos o dedo de Ronson na produção. Apesar da guitarra enfurecida de Troy Van Leeuwen, que sempre está em boa forma, ditar o ritmo e o destacado groove que sai do baixo de Michael Shuman, uma personagem estende a mão e coloca o ouvinte para dançar: a bateria de Jon Theodore. Frenética, enlouquecida e incendiária, o instrumento não soa como o normal e torna as músicas convidativas para “remexer as cadeiras”. O produtor deu uma importância peculiar para ela.
Entre as nove faixas, encontram-se as baladas “Fortress” e “Hideaway” que dão uma cortada no ritmo de Villains, algo que parece até proposital. Já em “Un-reborn Again” apesar de ser meio cansativa, vale o destaque para o vocal de Homme, que interpreta a canção com variados tons. “Head Like A Haunted House” reencontramos a rockabilly depois de uma possível reformulação, em um riff rápido e mortal. E o encerramento com “Villains of Circunstance”, um tom intimista sobre um poema que fala sobre as coisas improváveis que acontecem na vida. Como o caminho é feito de vitórias e derrotas e nos apresenta diversos vilões das circunstâncias. Ela chega ser melancólica em alguns pontos, e dançante em outros.
Se você, lindo leitor(a), não conhece a carreira do Queens of Stone Age, e pedisse minha singela opinião, eu falaria que Villains não é um bom álbum para começar a ouvir os caras. O disco de estreia Queens of Stone Age (1998), Rated- R (2000), Songs for the Deaf (2002) ou o já citado aqui …Like Clockwork (2013) seriam melhores escolhas. Villains faz mais sentido para quem já conhece a banda e acaba sentindo essa “evolução” musical dançante proposta por eles e bem executada em vários pontos. Mas ao mesmo tempo, os fãs ardorosos da banda irão torcer o nariz para o recente trabalho. Sim, aquele papo de perder a identidade, não serem mais o que eram antes, flertando com o pop… ele nunca morre no rock.
Mas se o Queens of Stone Age faz um Villains um trabalho marcante e sólido na carreira, e quer colocar a galera para dançar… bem, é melhor os headbangers deixarem o mal humor de lado e começar a se remexerem. E muito.
A HBO divulgou as músicas da sétima temporada de Game of Thrones, compostas por Ramin Djawadi.
Trilhas: 1 – Main Titles (Game Of Thrones Theme); 2 – Dragonstone; 3 – Shall We Begin?; 4 – The Queen’s Justice; 5 – A Game I Like To Play; 6 – I Am the Storm; 7 – The Gift; 8 – Dragonglass; 9 – Spoils of War (Part 1); 10 – Spoils of War (Part 2); 11 – The Dagger; 12 – Home; 13 – Gorgeous Beasts; 14 – The Long Farewell; 15 – Against All Odds; 16 – See You for What You Are; 17 – Casterly Rock; 18 – A Lion’s Legacy; 19 – Message for Cersei; 20 – Ironborn; 21 – No One Walks Away from Me; 22 – Truth; 23 – The Army of the Dead; e 24 – Winter Is Here.
Escute a trilha sonora na galeria de reprodução abaixo.
Game of Thrones tem no seu elenco: Peter Dinklage, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Sophie Turner, Maisie Williams, Nikolaj Coster-Waldau, Iain Glen, Alfie Allen, John Bradley, Conleth Hill, Aidan Gillen, Gwendoline Christie, Isaac Hempstead Wright, Liam Cunningham, Rory McCann, Nathalie Emmanuel, Ben Crompton, Daniel Portman, Carice van Houten e Kristofer Hivju.