De acordo com o site Comic Book, o Disney+, o vindouro serviço de streaming da Disney, não produzirá conteúdos para maiores de idade. A plataforma visa entreter a família como um todo.
A maior classificação indicativa que estará ”presente” no Disney+, será o PG-13. Entretanto, Bob Iger, o CEO da empresa, comentou que algumas produções terão palavrões em menor quantidade, cenas de nudez implícita e violência explicita.
Disney+ trará diversas novidades a respeito dos universos Star Wars, Marvel, Pixar e obviamente, Disney. Propriedades da FOX também estarão no catálogo da plataforma.
Disney+ chega em 17 de Novembro nos Estados Unidos e apenas no segundo semestre de 2020 no Brasil.
Após várias conturbações em sua produção, contanto até mesmo com três adiamentos, Os Novos Mutantes tiveram uma nova sessão teste para o público, segundo o insider ViewerAnon. A conta, New Mutants Updates também confirmou que a sessão de fato ocorreu.
Relatado pela conta do New Mutants Updates, o corte mostrando para o público seria já feito pela Disney, mas utilizando apenas cenas já terminadas e feitas pelas gravações anteriores. O que de fato teria mudado do corte original da FOX, seria a adição de mais cenas de luta e o VFX teria sido ampliado e melhorado. Por enquanto, a história não teria sido alterada, mas algumas cenas foram mexidas e deletadas. E felizmente, a reação dos que assistiram ao longa foi positiva.
Disney’s cut for #NewMutants is different from the Fox version. It seems Kinberg really did some stuff that we don’t know about. Some scenes were deleted/tweaked. Reactions were good. 🍅 pic.twitter.com/AsDo8kPwC8
Também seguindo as informações de insiders, foi dito que o diretor de X-men: Fênix Negra estaria bem envolvido no filme e sua produção, mais do que o aparentado. O mesmo diz que nesse novo corte, várias aparições de personagens foram cortadas nessa nova versão.
Vale lembrar que o filme receberá novas regravações pela Disney, e com isso algumas coisas podem mudar, tanto em efeitos especiais quanto em história. Provavelmente, as gravações comecem em novembro desse ano.
Cinco jovens mutantes acabam de descobrir suas habilidades. Presos contra sua vontade em um local de segurança máxima, eles precisa lutar para escapar do inimigo e de seus pecados do passado. Esta é a história dos Novos Mutantes, uma equipe formada pelos primeiros graduados da escola de Charles Xavier.
Os Novos Mutantes chega aos cinemas dia 3 de Abril de 2020
Breaking Bad continua sendo para muitos uma das melhores séries já feitas, finalizada há seis anos atrás. BrBa é um exemplo de como executar uma trama, desenvolver personagens e criar um final que deixa todos os telespectadores satisfeitos – por conta disso, se tornou uma série incrível do início ao fim. Entretanto, há um episódio que divide a opinião dos fãs: 3×10 – ‘Fly‘.
O episódio em questão gira em torno de uma mosca que invade o laboratório onde Walter e Jesse produzem o famoso cristal azul, além dos métodos que eles usam para expulsar o inseto e voltar para a produção. Esse breve resumo faz parecer que é um episódio chato e massante, inclusive eu mesmo tive essa impressão quando assisti a série pela primeira vez (lá pra 2014). Porém após rever o episódio hoje e ter uma interpretação completamente diferente da que eu tive anteriormente, descobri que esse é um dos melhores episódios e um dos mais geniais de todas as temporadas. Demorou alguns anos para que eu decidisse maratonar Breaking Bad novamente, mas finalmente maratonei e entrei para o time dos que amam o episódio da mosca.
Em 2010, durante a terceira temporada da série, a produção estava com pouco orçamento para fazer o episódio e por conta disso ‘Fly’ se passa apenas no laboratório, com os protagonistas da série e uma mosca. Se passando em apenas uma locação do início ao fim e explorando de forma excepcional a relação entre Walter White e Jesse Pinkman (que naquele momento estava, como em todo o decorrer da série, bem tensa), o décimo episódio da terceira temporada é um dos mais geniais já feitos e o mais injustiçado.
É até entendível o porque algumas pessoas não gostam dele: em uma temporada que estava bem agitada e num ponto onde faltavam apenas três episódios para sua conclusão, ‘Fly’ acaba sendo um balde de água fria jogada na cara do telespectados. Um episódio calmo, simples e sem nenhum plot twist. Entretanto, ele é fundamental para a saga de Heisenberg.
Esse episódio é essencial no desenvolvimento de ambos os personagens, afinal, durante todo o confronto com a mosca vemos os dois conversando e interagindo, além de vermos também Walter desabafando sobre querer ter morrido antes de sua esposa descobrir a verdade e quase revelando sobre Jane para Jesse, assim como Pinkman cuidando de seu ex-professor após ter lhe dado um calmante para ele poder descansar e esquecer um pouco a obsessão de matar o inseto. Aqui, observamos que mesmo com suas brigas, ambos se preocupam verdadeiramente um com o outro.
Além do desenvolvimento, da trama e de sua execução, não podemos deixar de elogiar os detalhes técnicos da produção. A direção de Rian Johnson aqui – diferente de seu trabalho em Star Wars: The Last Jedi, que sinceramente deixou e muito a desejar – está espetacular. Sua ideia de fotografia onde a câmera segue o ponto de vista da mosca é algo único, isso em conjunto com a paleta de cores já conhecida da série.
O fato do episódio conseguir contar uma história com tão poucos recursos, ao se passar em apenas uma locação, e conseguir desenvolver os dois personagens principais de uma forma absurda nos 50 minutos de exibição, em conjunto com a direção de Johnson, torna ‘Fly’ um dos episódios mais geniais de Breaking Bad, do início ao fim. Breaking Bad é minha série favorita, não que ela tenha algum valor sentimental pra mim ou que tenha me ensinado alguma coisa, mas foi a série que mais me prendeu para chegar ao seu desfecho, que é memorável, único e o melhor final para um seriado que eu já assisti (aprende, Game of Thrones).
Se você ainda não assistiu Breaking Bad, assista. Se você assistiu e odeia o episódio da mosca, assista 3×10– ‘Fly’ novamente, com outros olhos, e veja o quão genial esse episódio é.
A Disney disponibilizou em suas redes sociais, o segundo trailer de seu vindouro serviço de streaming denominado de Disney+.
O serviço terá todas as produções da Marvel Studios, Disney, Lucasfilm, FOX e PIXAR. As obras serão permanentes, ou seja, ficarão no Disney+ para sempre.
All these favorites, and more, are coming to Disney+. Start streaming on November 12 in the US. pic.twitter.com/oeIs3XwH3e
Disney+ trará diversas novidades a respeito dos universos Star Wars, Marvel, Pixar e obviamente, Disney. Propriedades da FOX também estarão no catálogo da plataforma.
Disney+ chega em 17 de Novembro nos Estados Unidos e apenas no segundo semestre de 2020 no Brasil.
“Estava à toa na vida e o me amor me chamou, para ver a Banda passar cantando coisas de amor. A minha gente sofrida, despediu-se da dor. Pra ver a banda passar, cantando coisas de amor”
A Banda chegou e com ela as melhores informações sobre o mundo dos quadrinhos em geral. A revista será uma publicação bimestral e foi idealizada por Carlos Neto (do canal Papo Zine), Douglas Utescher (da Ugra Press), Gustavo Nogueira (Universo HQ) e Thiago Borges (O Quadro e o Risco). E o primeiro número já começa com os dois pés na porta comemorando os vinte anos de O Dobro de Cinco. A publicação será viabilizada por financiamento coletivo no Catarse.
O Dobro de Cinco é a primeira parte de Diomedes, a principal HQ do lendário Lourenço Mutarelli. A publicação é tão importante que foi incluída no livro 1001 Comics You Must Read Before You Die, ainda inédito no Brasil. A obra, que é uma das poucas de origem tupiniquim citadas no livro, é um marco na publicação de romances gráficos de fôlego, sendo um paradigma para o formato álbum em nosso país a partir de então.
A Banda vai abordar, nessa data tão significativa graças a importância de Diomedes, “Quais os Clássicos do Quadrinho Nacional?”, com reportagens apresentando diferentes tópicos sobre o assunto juntamente com uma entrevista exclusiva com Lourenço Mutarelli.
Capa original de O Dobro de Cinco
Além do quarteto fundador, a primeira edição de A Banda conta com um time de colaboradores composto por Edson Bortolotte, Maria Clara Carneiro, Mariana Waechter e Ramon Vitral.
A Banda terá 36 páginas, formato 16 x 25 cm e uma estética clean e moderna ao conteúdo. Para saber mais sobre a campanha, recompensas, detalhes e valores, clique AQUI.
Deficiência Intelectual costuma ser um tema raramente abordado em mídias tradicionais. Geralmente quem é acostumado a falar sobre isso, ou convive com quem possui, ou trabalha com serviços voltados para o assunto.
Eu poderia somente vir aqui e dizer que precisamos de mais materiais voltados para o tema, mas não é esse o objetivo do texto, é pertinente deixar bem claro, que por mais leituras que a gente realize, só conseguimos aprender o que é a deficiência de verdade, quando convivemos com ela, seja direta, ou indiretamente.
Mas mesmo dizendo isso no parágrafo anterior, eu ainda arriscaria dizer que existe mais um meio de sentir e nos colocar na pele de quem possui ou convive com a deficiência intelectual. E como o título já diz, estamos falando sobre os quadrinhos.
Do dia 21 ao dia 28 de Agosto desse ano, acontece a Semana da Pessoa com Deficiência Intelectual, e claro, aproveitando esse gancho, separamos aqui 5 obras que te ajudam a entender, e até mesmo, sentir na pele tudo que esse assunto nos trás.
Turma da Mônica: Um Amiguinho Diferente
Capa da Edição
Nada melhor iniciar a nossa Lista com quem nos ajudou (pelo menos a grande maioria dos atuais leitores Brasileiros) a iniciar nos quadrinhos desde a infância, o grande Maurício de Souza.
No ano de 2001, ele foi convidado para desenvolver um projeto com o objetivo de alertar a população sobre os sintomas do autismo. E com alguns meses e bastante trabalho, foi criado mais um personagem da Turma da Mônica, o André.
No seu primeiro quadrinho, o André, de forma indireta conseguiu passar diversas informações sobre o autismo e o melhor de tudo, de um jeito claro e lúdico, de modo que crianças e seus familiares conseguiam compreender, de forma natural e sem preconceitos, do que se tratava o espectro.
Além do quadrinho, também foram criadas seis vinhetas de desenho animado, que alertam pais, familiares e professores para a importância do diagnóstico precoce e esclarecem o comportamento que deve ser adotado com a criança autista.
A turma da mônica sempre foi um grande exemplo de inclusão e representatividade. Além do André dentro do bairro do Limoeiro temos o Humberto, que é um menino mudo, a Dorinha que é uma menina cega, o Luca que é um menino cadeirante, e também a Tati que é uma deficiente intelectual com síndrome de Down.
A Vida Com Logan
Capa do Quadrinho
Também nacional, A vida com Logan nos mostra um pouco do cotidiano de uma criança com Síndrome de Down. Crenças limitantes são desfeitas dentro do quadrinho que é escrito por nada menos que o pai do Logan. Sim… o Logan é real! E é filho do quadrinista Flávio Soares, que graças a convivência com o filho, nos consegue passar uma ideia diferente de tudo que estamos acostumados a ouvir sobre o que é a Síndrome de Down.
Além de todas as aventuras e emoções no quadrinho, conseguimos também muitas informações sobre a Síndrome no final da obra e inclusive fotos do verdadeiro Logan.
A Diferença Invisível
Capa do Quadrinho
Saindo um pouco dos nacionais, chegamos a um quadrinho publicado pela Editora Nemo, que como de costume foge de todo o Mainstream.
A Diferença Invisível acaba trazendo, além de toda informação sobre o Autismo, uma história de descoberta. Já que a Francesa Marguerite, protagonista do quadrinho, após muito tempo se sentindo deslocada, consegue entender o porque de toda a angústia que sentia.
Há um tempo publicamos aqui uma resenha sobre esse quadrinho (Clique aqui para ler) e para não perder muito a graça da leitura do texto em si, sugiro que clique no link e aproveite mais a fundo a obra de arte que ele é, e consiga entender a importância da mistura de cores juntamente do desenvolver da história.
Bim, Um menino Diferente
Capa da edição
Voltando ao nacional, mas não deixando de inovar, trazemos um quadrinho simples (à primeira vista), não muito conhecido, mas de grande importância para o mundo dos Quadrinhos. Bim, Um menino diferente retrata a vida de um menino com Paralisia Cerebral, e consegue provar, que apesar de todas as suas dificuldades, ele consegue ser uma criança feliz.
Bom… Lendo a sinopse, daria pra pensar que seria mais uma história clichê de filmes de sessão da tarde presente nos quadrinhos. A diferença está em quem escreveu o quadrinho. Bim acaba se tornando um autorretrato do autor Fábio Fernandes, que possui paralisia cerebral e mesmo com todas suas limitações publicou o seu primeiro quadrinho e se inseriu no mundo editorial.
Não era Você que eu esperava
Capa da Edição
Finalizando a nossa lista, Não era você que eu esperava acaba sendo um dos quadrinhos mais emocionantes e que mais nos toca sobre o assunto tratado.
Fabien Toulmé narra e desmistifica, com bastante emoção e delicadeza, sua experiência com sua filha que possui Síndrome de Down. O ponto principal no quadrinho, ao meu ver, nem seria somente a deficiência em si, mas todo o contexto extremamente bem trabalhado, e as ocorrências na vida de todos que estão ao redor da família do protagonista. Acredito que essa obra deveria ter um espaço na coleção de todos, não somente pelo tema, mas sobre todo o modo em que ela é contada.
Eu até gostaria de falar mais sobre ele por aqui, mas como no caso de A diferença Invisível, também temos um texto muito bom e bastante detalhado sobre o quadrinho aqui na torre, que não precisa de nenhum complemento (Clique aqui pra conferir).
Finalizamos a nossa lista, mas espero que nunca finalizemos a luta por toda essa causa, se você conhece algum deficiente intelectual, se informe, interaja e utilize todo esse super poder que nos foi dado chamado inclusão. Uma excelente semana da Deficiência intelectual para todos e até a Próxima.
Disney+ trará diversas novidades a respeito dos universos Star Wars, Marvel, Pixar e obviamente, Disney. Propriedades da FOX também estarão no catálogo da plataforma.
Disney+ chega em 17 de Novembro nos Estados Unidos e apenas no segundo semestre de 2020 no Brasil.
Auli'i Cravalho photographed at the PMC Studio in Los Angeles for Variety
O The Hollywood Reporter informa que a BBC está produzindo um musical da Pequena Sereia protagonizado por Auli’i Cravalho, que dublou a Moana na animação estreada em 2016.
Queen Latifah será a Úrsula e Shaggy interpretará o Sebastião. Intitulado The Wonderful World of Disney: The Little Mermaid Live, o musical terá 2 horas de duração.
Ariel é uma sereia princesa de dezesseis anos de idade insatisfeita com a vida no fundo do mar e curiosa sobre o mundo na terra. Ela se apaixona por um príncipe humano e faz um acordo com a bruxa do mar para transformar-se em humana.
The Wonderful World of Disney: The Little Mermaid Live não possui data de lançamento.
A Variety revelou que David Benioff e Dan Weiss, os roteiristas e diretores de Game of Thrones, assinaram um contrato milionário com a Netflix para criarem inúmeros filmes e séries para a produtora.
“Estamos muito contentes em dar as boas-vindas aos principais roteiristas David Benioff e Dan Weiss à Netflix. Eles são uma força criativa e encantaram o público em todo o mundo com sua narrativa épica. Mal podemos esperar para ver o que a imaginação deles trará para nós”, comentou o diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos.
A Amazon e a Disney também estavam disputando para que a dupla tivesse um novo ”lar” criativo. Benioff e Weiss receberam U$S 200 milhões da Netflix.
David Benioff e Dan Weiss serão os responsáveis pela nova trilogia de filmes da saga Star Wars, que aparentemente, se passará na velha república.
Para futuras informações a respeito de David Benioff e Dan Weiss, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Segundo o site do jornal Folha de São Paulo, o vindouro serviço da Warner Bros., HBO MAX, pode não chegar ao Brasil tão cedo.
O veículo de comunicação informa que entrou em contato com Jim Meza, o vice-presidente executivo da WarnerMedia, no qual declarou que o Brasil possui uma confusão nas leis e regulamentações do setor de mídia e telecomunicação do país. Até que essa bagunça seja resolvida, o HBO MAX não estará disponível em território nacional.
Mas afinal, do que se trata essa confusão? Em 2011, foi aprovada uma lei que não permite que uma empresa de telecomunicações produza materiais originais e uma empresa de conteúdo opere telecomunicações, dado que a Warner foi comprada pela AT&T, operadora de telefonia e TV paga que está por trás da Sky.
HBO Max será lançado no primeiro semestre de 2020 nos Estados Unidos, custando U$S 14,99 dólares. Rumores apontam que futuramente o HBO Max irá se fundir com o DC Universe e com o HBO GO.
Warner Bros. é uma produtora e distribuidora estadunidense de filmes e entretenimento televisivo fundada em 4 de abril de 1923 pelos irmãos Warner.
Para futuras informações a respeito do HBO Max, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.