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Cinema

Você será amaldiçoado no primeiro trailer de O Grito

A IGN liberou com exclusividade, o primeiro trailer de O Grito, que mostra uma abordagem bem diferente para a franquia em relação aos filmes anteriores. 

John Cho, Demián Bichir e Andrea Riseborough serão os novos protagonistas do remake, enquanto Nicolas Pesce será o diretor e roteirista. Sam Raimi irá produzir o longa.

Em uma casa, uma maldição nasce após uma pessoa morrer em um momento de terrível terror e tristeza. Voraz, a entidade maligna não perdoa ninguém, fazendo vítima atrás de vítima e passando a maldição adiante.

O Grito estreia em 16 de Janeiro de 2020.

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Cinema Séries

Rio e A Era do Gelo ganharão spin-off no Disney+

Segundo o Discussing Film, a Disney está produzindo dois spin-offs para o seu vindouro serviço de streaming Disney+, que serão focados em Rio e A Era do Gelo.

Não foi revelado se as produções serão séries ou filmes. Todavia, o derivado de Rio será focado nos pássaros Nico e Pedro, enquanto o de A Era do Gelo, terá Buck como protagonista.

No momento, a Disney negocia com os atores das vozes principais para retornarem para o projeto.

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Disney+ trará diversas novidades a respeito dos universos Star Wars, Marvel, Pixar e obviamente, Disney. Propriedades da FOX também estarão no catálogo da plataforma.

Disney+ chega em 17 de Novembro nos Estados Unidos e no segundo semestre de 2020 no Brasil.

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Cinema Séries

Ryan Meinerding diz que já sabe qual será o próximo grande vilão do MCU

Durante a Comic Con de Paris, Ryan Meinerding, artista conceitual da Marvel Studios, declarou que já sabe qual será o próximo grande vilão do MCU.

Obviamente, Meinerding afirmou que não pode falar quem é, mas que já desenhou o visual do personagem.

Os fãs da produtora apostam em cinco personagens: Magneto, Norman Osborn, Doutor Destino, Aniquilador e Galactus.

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O universo cinematográfico da Marvel iniciou-se em 2008 através do filme Homem de Ferro, protagonizado por Robert Downey Jr. com direção de Jon Favreau. Atualmente, o MCU é composto por 23 filmes, 6 curtas metragens e 11 seriados.

Para futuras informações a respeito da Marvel Studios, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Criador da minissérie Chernobyl irá escrever o reboot de Piratas do Caribe

O The Hollywood Reporter informa que os cineasta Ted Elliott e Craig Mazin irão escrever o roteiro do reboot de Piratas do Caribe.

Ted Elliott foi o responsável pela minissérie Chernobyl, onde foi um sucesso absoluto de público e crítica.

A nova versão não contará com a presença de Jack Sparrow, uma vez que a intenção da Disney é mostrar a franquia através de novos horizontes.

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O excêntrico capitão Jack Sparrow pretende salvar a bela Elizabeth, filha do governador, e seu navio, o Pérola Negra, levados pelo temido capitão Barbossa. Ele desbrava os mares e parte em direção à misteriosa Ilha da Morte, tentando impedir que os piratas-esqueleto derramem o sangue de Elizabeth para desfazer a maldição que os assola. Diz a sinopse do primeiro filme, de 2003.

Para futuras informações a respeito do reboot de Piratas do Caribe, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Cinema

Warner adianta o lançamento de Tom e Jerry

A Warner Bros. Pictures anunciou através do The Wrap, que adiantou o lançamento do live-action de Tom e Jerry.

Antes previsto para estrear em Abril de 2021, agora o filme chega em 23 de Dezembro de 2020 em todos os cinemas mundiais.

Chloë Grace Moretz, Ken Jeong, Michael Peña, Pallavi Sharda e Rob Delaney fazem parte do elenco do filme.

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Tom e Jerry (clássico) é uma série de curtas-metragens animados que mostra a dualidade entre um rato e gato, produzida entre 1940 e 1967 pela Metro-Goldwyn-Mayer.

Para futuras informações a respeito de Tom e Jerry, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Originalmente, James Rhodes seria o vice-presidente dos EUA em Vingadores: Ultimato

Em uma entrevista exclusiva para o Comic Book, o roteirista  Christopher Markus afirmou que os planos inciais, era que James Rhodes fosse o vice-presidente dos EUA em Vingadores: Ultimato.

“Nós tiramos essa história porque ela não tinha peso, mas acredito que em um esboço, durante o salto no tempo de cinco anos, Rhodey se tornava vice-presidente”.

Todavia, o roteirista afirmou que o futuro do personagem no MCU será grandioso e que o elemento poderá ser usado mais para frente no Universo Cinematográfico da Marvel.

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Markus também deu as seguintes afirmações:

–Richard Rider, o Nova, seria um dos principais protagonistas de Ultimato, mas acabou sendo cortado pois não queria inserir o herói de ”qualquer jeito” no filme.

–Bruce Banner teria um diálogo com o Hulk dentro da joia da alma após estalar os seus dedos com a Manopla de Tony Stark.

-O sumiço de Gamora no epílogo da produção será abordado em Guardiões da Galáxia VOL. 3.

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O universo cinematográfico da Marvel iniciou-se em 2008 através do filme Homem de Ferro, protagonizado por Robert Downey Jr. com direção de Jon Favreau. Atualmente, o MCU é composto por 23 filmes, 6 curtas metragens e 11 seriados.

Para futuras informações a respeito da Marvel Studios, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Ana de la Reguera protagonizará Uma Noite de Crime 5

Foi anunciado através da Variety, que a atriz Ana de la Reguera protagonizará Uma Noite de Crime 5, no qual promete ser o último filme da franquia.

Ana de la Reguera, é uma atriz mexicana de cinema, teatro e televisão. Ela ganhou notoriedade após participar da série Narcos e dos filmes Nacho Libre e Tiras em Apuros.

A Primeira Noite de Crime lançado em Setembro de 2018, foi a última produção da franquia. O longa foi um fracasso de crítica e público.

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No futuro, uma família rica é mantida refém por abrigar o alvo de um grupo assassino durante a Noite de Crime, um período de 12 horas em que todo e qualquer crime é legalizado. Diz a sinopse do primeiro filme.

Para futuras informações a respeito do quinto filme de Uma Noite de Crime, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Robert Eggers diz que remake de Nosferatu será semelhante com A Bruxa e O Farol

Em um depoimento para o Bloody Disgusting, o diretor Robert Eggers afirmou que o seu remake de Nosferatu será semelhante com os seus trabalhos autorais A Bruxa e O Farol.

”A minha versão de Nosferatu será semelhante com A Bruxa e o Farol. Ele terá uma atmosfera muito parecida com ambos os filmes. Quem gostou dos meus dois projetos autorais, irá amar esse remake que estou preparando. Através dessa produção, eu irei contar uma história muito maior, que irá tornar a narrativa mais ampla.”

Até o momento, apenas a atriz Anya Taylor-Joy está confirmada no elenco de Nosferatu. A obra chega em 2023 em todos os cinemas mundiais.

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O corretor de imóveis Hutter precisa vender um castelo cujo proprietário é o excêntrico conde Graf Orlock. O conde, na verdade, é um vampiro milenar que espalha o terror na região de Bremen, na Alemanha e se interessa por Ellen, a mulher de Hutter.
Para futuras informações a respeito de Nosferatu, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
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Cinema

Liga da Justiça Sombria | Filme da equipe está supostamente em desenvolvimento pela Warner mais uma vez

Segundo o jornalista Daniel RPK, a Warner Bros. Pictures voltou a trabalhar no filme da Liga da Justiça Sombria.

A maior “evidência”, seria uma declaração recente do diretor e produtor de filmes e séries de horror Mike Flanagan, no qual declarou que estava em negociações com a Warner para dirigir um filme da DC Comics, mas que não poderia dizer qual é.

Originalmente, o grupo ganharia um longa com a produção de Guilhermo Del Toro, também conhecido pelos seus filmes de fantasia. Após a desistência de Del Toro, Scott Rudin acabou assumindo o lugar do cineasta. Entretanto, tempos tempos depois, Rudin também abandonou o projeto.

Liga da Justiça Sombria, é uma história em quadrinhos da editora DC escrita por Peter Milligan, e desenhada por Mikel Janin lançanda em 28 de Setembro de 2011, sendo consequência de Flashpoint.

Liga da Justiça Sombria não possui data de lançamento.

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Cinema Quadrinhos Tela Quente

Arthur Fleck – O Início, o Fim e o Meio do Vitimismo e do Desvario

“Tente me ensinar das tuas coisas. Que a vida é séria e a guerra é dura. Mas se não puder, cale essa boca, Pedro, e deixa eu viver minha loucura.”
(Meu Amigo Pedro)

Alguns momentos que leio Watchmen ou assisto a sua adaptação cinematográfica, minha mente pratica um exercício de imaginar a substituição daqueles personagens maravilhosos pelos pesos pesados icônicos da DC Comics. O mesmo que tentei fazer após que assisti Coringa do Todd Philips. Muitas pessoas falaram que poderia ser qualquer personagem ali, fosse de quadrinhos ou não, que o resultado seria o mesmo. O homem que passa por distúrbios mentais, com uma vida desgraçada, ignorado pela sociedade e que chegou ao seu limite. Talvez faça sentido. Mas tem coisa mais Coringa do que isso?

O filme de Todd Philips apresenta uma levada no melhor estilo Maluco Beleza, onde Arthur Fleck vai controlando sua maluquez misturada com a sua lucidez no meio que o turbilhão do sistema e do maremoto que vai destruindo a sua vida pessoal. Lidar com o fracasso, com o derrotismo, com a falta do amor ao próximo e sua mãe sonhadora. É um pesado fardo mas que ao mesmo tempo ele leva o fato de ser uma pessoa que nasceu para ser um agente de alegria para os outros. Quando ele assume para si ser o ativo da revolução dos oprimidos de Gotham City, Arthur Fleck entende que é uma forma de levar alegria para o povo. A revolução.

“A minha enfermeira tem mania de artista, trepa em minha cama, crente que é uma trapezista. Eu não vou dizer que eu também seja perfeito. Mamãe me viciou a só querer mamar no peito. Ehê, ahã! Quando acabar o maluco sou eu!”
(Quando Acabar o Maluco sou eu)

Não considero válido usar a imagem do personagem do filme como um “símbolo” nas recentes manifestações que estão ocorrendo ao redor do mundo atualmente. A revolução contra os poderosos, ou o sistema da podridão de Gotham é o cenário para a verdadeira face de Arthur Fleck aflorar. Mas ouso dizer que mesmo não existindo pessoas o seguindo e levantando essa bandeira revolucionária maquiada de palhaço no filme, o Coringa surgiria do mesmo jeito. Ele é a válvula de escape. É o motor ligado de Arthur. E que é iniciado sempre em sua dança.

“Por que cargas d’águas. Você acha que tem o direito de afogar tudo aquilo que eu sinto em meu peito.”
(Sapato 36)

Arthur Fleck é um personagem sofrido. Um personagem que tem um pesado fardo, mas que muitas vezes, ele mesmo enriquece bizarramente o peso desse fardo. Ele apanha da sociedade de todas as formas. Mas isso também não significa que ele seja um coitadinho. O filme, que tem uma forte crítica social que há tempos grita nos EUA, às vezes dá a sensação de criar um ar de vitimismo ao personagem. E muitas vezes ele abraça isso. O público abraça isso. Onde ele apoia seus argumentos, ou disfarça os seus argumentos, para chegar a insanidade do Coringa nisso. Quando ele tem seus argumentos confrontados pelo personagem Murray Franklin de Robert De Niro, como se fosse uma bronca de um pai, ele fica mais nervoso, a ponto de quase perceber que é algo estúpido beirando à “pirraça” de um cara grande. Mas ele tem o seu transtorno mental causado por uma série de fatos. Como por exemplo a falta de uma figura paterna mais caridosa. Já que seus exemplos de pai foram os ex-companheiros violentos de sua mãe. E Arthur procura muito essa figura paterna no apresentador e no Thomas Wayne. E isso contribui para a formação do personagem.

“É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro, evita o aperto de mão de um possível aliado. Convence as paredes do quarto, e dorme tranquilo. Sabendo no fundo do peito que não era nada daquilo.”
(Porque os Sinos Dobram)

A involução de sua sanidade, ou quando sua insanidade realmente mostra a sua cara, é medida por suas risadas. Ao longo da película acompanhamos as gargalhadas causadas pela risada patológica, também chamada de afeto pseudobulbar ou labilidade emocional. No início era sofrida, agoniante, beirando ao desespero. As risadas além de desesperadoras, fazem parte de um método do personagem para tentar se enquadrar no mundo. Um bom exemplo é a cena em que seu colega de trabalho faz uma piada com o anão, ele gargalha e, ao sair da vista deles, subitamente para, com a expressão séria, dando a entender que ele só fingiu que achou aquilo engraçado para poder se encaixar na situação. Outro termômetro de transtorno mental são as risadas fora de hora. Como quando ele está no bar assistindo ao show de comédia, e só ri quando a piada acaba.

Mas quando o Coringa realmente surge, a risada muda. As risadas se tornam prazerosas para o personagem. É a sua evolução. É quando ele se livra dos grilhões que considera impostos pela sociedade, pelas mentiras e maus tratos da mãe, pela violência doméstica quando era criança, da busca frustrada pela figura paterna e de suas próprias limitações que ele se impõe. É importante salientar que nesse momento, não existe mais Arthur Fleck. Nesse momento ele se matou. Até o enquadramento muda. Antes da icônica cena da dança na escada, vemos a câmera focando por cima. Como se o mundo pesasse nas costas do Arthur. E depois muda focando de baixo para cima, mostrando como ele cresceu. Mas vamos lembrar que o filme é contado pela ótica de um homem conturbado mentalmente.

“Eu sou o medo do fraco. A força da imaginação. O blefe do jogador. Eu sou, eu fui, eu vou!” (Gita)

O mundo particular de Arthur Fleck é atingido como um Trem das 7 desgovernado da realidade da vida. E ele não é capaz de lidar com rejeição e o fracasso que estão à bordo. Então somos levados para uma viagem em que não sabemos a linha tênue entre delírios e realidade. Assim como o relacionamento de sua vizinha foi tudo uma viagem de sua cabeça. Podemos discordar de outros momentos também? Como por exemplo a batida da ambulância na viatura onde o personagem está preso, e acontece aquela ovação. Será que aquilo aconteceu mesmo? Ou foi um delírio onde Arthur recebe o tão sonhado reconhecimento do publico finalmente? Seria o final do seu grande ato que começa no programa de TV. Uma cena me questionou é quando Arthur confronta Thomas Wayne no banheiro do cinema. Arthur está apoiado em uma pia. Quando acontece o corte, ele está na mesma posição. Logo após acontece a cena da geladeira. Será que realmente existiu essa conversa? Ou ele teve outro devaneio?

O Coringa de Todd Philips tem várias camadas e diversos caminhos que podemos nos sentar em uma mesa de bar e conversar durante horas sobre o que cada pessoa entendeu e assimilou do filme. Isso somado com uma atuação monstra do Joaquim Phoenix. Mas buscando a discussão que foi recorrente: qual é o Coringa desse filme? Vamos entender que o personagem sempre foi uma incógnita em todos os seus 80 anos de existência. Nem a própria DC Comics tem algo definitivo para sua origem. O mais próximo é A Piada Mortal de Alan Moore, que definiu uma espécie de origem plausível para o personagem. Mesmo assim, sem nunca dá um simples nome próprio para ele. Vale lembrar que A Piada Mortal só veio a ser considerada cânone depois da reformulação Renascimento da DC Comics. Mas ao mesmo tempo a editora considerou a existência de três Coringas no universo. Fato que até agora não foi publicado mais detalhadamente, mas que sabemos que terá uma edição futura sobre isso. Seja o Jack Napier do Jack Nicholson, ou o elogiado Coringa de Heath Ledger, o contestado de Jared Leto. Ou pode ser o Coringa dos desenhos de Bruce Timm, ou às inúmeras versões dos quadrinhos. Pegue todo o excesso, prazeroso, de versões dos personagens, e você pode abraçar e aceitar a versão Arthur Fleck. Sim ele pode ser o Coringa de algum lugar.

Se lembra do exercício mental que eu falei no primeiro parágrafo? Então realize-o usando outros Coringas.