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Black Clover, a magia sem o encanto

Fazer um mangá de sucesso é o sonho de inúmeros mangakás, e se for na Shonen Jump é mais notável ainda, afinal de contas, é a maior revista de mangás do Japão. No entanto, é bem “simples” conseguir com que sua série seja publicada se você parar de tentar inovar e simplesmente seguir um padrão. É isso que Yuuki Tabata, autor de Black Clover, decidiu fazer.

Após fracassar em sua obra anterior, Hungry Joker, que apesar de não ser tão bom assim, tinha algumas características diferentes, Tabata decidiu chutar o “pau da barraca” e criar um mangá que basicamente seguia uma fórmula de sucesso na revista Shonen Jump. Porém, o mangá é cercado por críticas, sendo a principal delas, o fato dele não inovar em nada e ser genérico.

Dito isso, vamos a análise dos 10 primeiros episódios do anime.

Primeiramente, quero dizer que eu li apenas os 5 primeiros capítulos do mangá quando eles saíram e acabei dropando o mangá, realmente não curti, não precisava de outro Battle Shonen na minha vida. No entanto, uma adaptação para anime tinha sido anunciada no final de 2016 (e eu tinha cagado pra isso), e quando ele estreou agora, em Outubro, decidir dar uma nova chance a Black Clover.

Para o desgosto de toda nação, o estúdio responsável pela adaptação foi o… Pierrot. Sim, aquele estúdio que estragou Tokyo Ghoul, que deu a fama de “Rei dos Fillers” a Bleach, e que enrolou quase 2 anos para terminar o anime de Naruto, porque encheram de fillers, esse mesmo. Com isso, muitas pessoas ficaram com o pé atrás sobre a adaptação. Mas será que eles erraram em Black Clover também?

Para a surpresa de ninguém, eles erraram, e muito. Começando pelo fato de que estamos no episódio 10 e apenas 9 capítulos do mangá foram adaptados. O que não faz o mínimo sentido, pois Black Clover é um mangá semanal, de 19 páginas, então deveríamos ter uma adaptação de no mínimo 2 ou 3 capítulos por episódio. O episódio 02 do anime, que conta o flashback do Asta e do Yuno, dura quase que o episódio inteiro, já no mangá, são apenas 2 PÁGINAS! O ritmo do anime é muito lento, coisa que no mangá, até onde eu li, era relativamente frenético.

Quanto a animação, é quase sempre cena estática, o sétimo episódio foi isso, 20 minutos de cena estática. Em alguns momentos temos cenas de golpes bem animadas, com mudança de cores para preto e branco, são bastante legais, mas acabam enjoando. No geral as magias acabam não sendo tão mágicas assim, e há bastante CGI quando elas invocam objetos.

Asta, o protagonista e Yuno, o Sasuke.

Os personagens também não são grande coisa, até agora não apresentaram nada de inovador. A guilda dos Touros Negros é basicamente uma nova Fairy Tail. E o protagonista… você já deve ter visto alguns memes com isso, mas deixo aqui um vídeo mostrando como ele é. E já aviso, é assim o anime inteiro. Damos um desconto pelo fato de ser um ator novato, mas ele deveria maneirar.

https://www.youtube.com/watch?v=GA_CjK_Rbd8

De qualquer forma, o Asta é o típico protagonista shonen, que nunca desiste do seu sonho de se tornar o Hokage Rei Mago do Reino Clover. O poder da espada é algo bastante interessante e que combina com o fato do Asta não possuir poderes mágicos.

E o Yuno é um novo Sasuke, não tem mais o que falar sobre ele.

Um dos plots que a história apresenta é a desigualdade entre classes (também não é difícil não notar, já que sempre repetem isso a cada 5 minutos). Desde o primeiro episódio, Asta e Yuno são “humilhados” por serem de uma zona rural do Reino Clover, e que não eram aptos a concorrem como Cavaleiros Mágicos. Esse é um plot que eu espero que seja mais (e bem) trabalhado no futuro.

O mundo de Black Clover até o momento é bastante vazio e sem vida, diferente do de The Ancient Magus Bride, que também fala sobre magia, e é da mesma temporada, que, absolutamente, traz cenas mágicas e lindas de se assistir.

A parte sonora de Black Clover também não tem nada demais, porém, tanto a Abertura, quanto o Encerramento, são bastante legais.

Quem leu o mangá diz que a partir do arco da Dungeon, que se inicia no capítulo 11, a obra começa a melhorar consideravelmente, porém, não sabemos se no anime isso irá acontecer, visto que a Pierrot está conseguindo piorar o que já não era bom.

Muitos comparam Black Clover com Naruto, mas eu acho que ele é mais comparável com Fairy Tail, que apesar de não ser essas coisas, tinha personagens carismáticos.

Sobre as vendas do mangá, elas não aumentaram quase nada desde que o anime estreou, o que é algo preocupante para a Shonen Jump. Mas eles têm 41 episódios para consertar isso. SIM, Black Clover terá 51 episódios ao todo, olha que merda maravilha. Espero não viver até lá.

Até o momento nenhuma editora brasileira se propôs a publicar Black Clover, mas isso é algo que deve mudar em breve. O anime é exibido nas terças-feiras pela Crunchyroll.

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Anime Cultura Japonesa

Overlord brilha em seus pequenos detalhes

Comecei a assistir Overlord pois procurava um isekai diferenciado, encontrei isso em KonoSuba com sua comédia galhofa, porém estava afim de assistir algo mais focado no mundo em si, do que no fato do protagonista querendo voltar para casa, e achei isso em Overlord.

A história se passa no ano de 2138 onde os jogos de realidade virtual fazem grande sucesso. Yggdrasil, um popular jogo desse estilo, um dia seus servidores são fechados. Porém, um dos jogadores, Momonga, resolve não deslogar do jogo, e fica preso dentro dele. Então, Momonga acaba se transformando num esqueleto que é conhecido como “o mais poderoso feiticeiro”. O mundo do jogo começa a mudar, com essa mudança NPCs começam a ganhar emoções e sentimentos. Sem parentes, amigos, ou um lugar na sociedade, o jovem Momonga se esforça para assumir o controle do novo mundo em que o jogo se tornou.

Overlord está longe de ser uma obra-prima, quanto menos uma bosta fumegante, ele acaba sendo bastante assistível quando você está sem nada para ver.

Minha primeira preocupação quando eu comecei o primeiro episódio foi de que o anime fosse para um lado cheio de fanservice, o que, graças a Deus, não acontece. Os únicos momentos de fanservice acontecem nos dois primeiros episódios, de resto é coisa normal de animes.

Os Guardiões.

Os personagens não são tão desenvolvidos, pode ser que isso mude lá pra frente, na segunda temporada, é esperar para ver. No entanto, ainda em questão de desenvolvimento, é o fato do protagonista, Momonga, já possuir todos os poderes necessários, ele é overpower e não precisa ficar treinando, algo que difere da maioria dos isekais de jogos, onde somos “obrigados” a ver o protagonista aumentando as suas habilidades. Ele só quer dominar aquele mundo, e pronto.

Os melhores momentos de Overlord são quando as cenas de RPG aparecem, seja os personagens indo procurar quests, ou quando eles usam itens e magias. Tem uma cena no penúltimo episódio, do Momonga (ou Ainz-sama) utilizando inúmeras magias antes de começar a luta, que é sensacional. Em algumas lutas, o anime parece ficar com uma estética de RPG de turnos.

A animação não tem nada demais, mesmo sendo da Madhouse, é bem provável que os melhores animadores estivessem trabalhando em One-Punch Man, e com isso, uma equipe menos qualificada ficou a cargo de Overlord. O que explica os inimigos em CGI, que me incomodaram em todos os momentos em que apareceram.

A abertura e o encerramento não são nada demais, possuem animações padrões, porém ambas as músicas são legais, principalmente a de abertura.

Algum dia eu gostaria de entender o porquê da decisão da Madhouse de ter abandonado One-Punch Man e continuar com Overlord.

A segunda temporada está prevista para estrear no dia 9 de Janeiro de 2018.

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Anime Games Mangá

My Hero Academia | Confira as novidades divulgadas na Jump Festa 2018

A Jump Festa 2018 começou! O evento anual da editora Shueisha que sempre traz novidades para os seus mangás já começou com o pé na porta, trazendo novidades sobre My Hero Academia (ou Boku no Hero Academia).

Confira um compilado dos anúncios que ocorreram no evento. Conforme forem saindo mais novidades, iremos atualizar.

Primeiramente, foi divulgado o primeiro teaser da terceira temporada do anime, confirmando a estréia para Abril de 2018:

Foi divulgada também uma nova imagem de My Hero Academia: The Movie, que será lançado nos cinemas japoneses entre Junho e Agosto de 2018 e contará com uma história original:

O filme terá o roteiro e design de personagens feitos pelo autor do mangá, Kouhei Horikoshi, que também trabalhará como supervisor chefe. Kenji Nagasaki, o diretor de ambas as temporadas, também irá dirigir o filme.

A Bandai Namco também esteve presente e divulgou dois vídeos sobre o jogo My Hero Academia: One’s Justice, um trailer e um gameplay, mostrando a luta entre Midoriya e Bakugou.

Confira:

https://youtu.be/ChgN_e4VGTQ

https://youtu.be/MH1NzRPTUnU

Game será lançado para PlayStation 4 e Nintendo Switch.

Por fim, uma triste notícia (ou boa, dependendo do ponto de vista), o autor do mangá postou uma mensagem falando sobre o final da obra.

“Quanto a história do mangá, ela se encontra atualmente em um estado de “preparação” para a batalha final que ocorrerá antes do final da série. O último capítulo não chegará em breve, mas as sementes já foram plantadas, pouco a pouco, para um grande final.”

My Hero Academia é publicado no Brasil pela Editora JBC e se encontra no volume 7. Já o anime é exibido pela Crunchyroll.

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Boruto | Anime adaptará o filme de 2015

A mais recente edição da revista Weekly Shonen Jump anunciou que o anime Boruto: Naruto Next Generations adaptará o filme Boruto: Naruto the Movie, de 2015.

O anúncio não chega a ser uma surpresa, visto que o anime também já adaptou o mangá Naruto Gaiden: O Sétimo Hokage e a Lua que Floresce Vermelha (episódios 19-23), que foi lançado como prólogo do filme (e serve como sequência oficial do mangá original).

Uma imagem promocional foi divulgada:

Não foram divulgados mais detalhes sobre a adaptação.

Um outro anuncio, também sendo uma adaptação, é que o mangá Naruto Gaiden: The Road Illuminated by the Full Moon, focado no personagem Mitsuki, irá chegar ao anime em breve. Foi lançado em 2016 como prólogo do mangá de Boruto. É previsto que a adaptação ocorra no episódio 39 do anime.

Confira: Guia de Episódios de Naruto sem fillers.

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Gintama | Anime adaptará o arco final, Silver Soul

Na mais recente edição da revista Weekly Shonen Jump, foi anunciado que o anime de Gintama adaptará o arco final do mangá, intitulado de Silver Soul.

A banda DISH!! irá compor a música de abertura chamada de “Katte ni MY SOUL“, enquanto a banda BurnoutSyndromes interpretará o encerramento, “Hana ichi monme“.

O arco, que começou em julho de 2016, ainda está em andamento no mangá, espera-se que a serialização de Gintama acabe entre dezembro de 2017 e primeiro semestre de 2018.

Um comercial confirmando a adaptação foi divulgado após a exibição do episódio 336 de Gintama:

http://www.dailymotion.com/video/x69xq4m

Nenhuma data de estreia foi anunciada.

Gintama atualmente exibe a sua sexta temporada, nomeada de Porori-hen, que adapta os arcos focados em comédias que se passam antes do episódio 300 do anime.

Em publicação desde 2003, o mangá escrito por Hideki Sorachi já conta com mais de 50 milhões de cópias vendidas e se encontra no volume 70. Gintama possui uma adaptação em live-action que estreou em 2017, um segundo filme já foi confirmado e previsto para estrear em 2018.

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Re:Creators | Um potencial desperdiçado

Re:Creators possui um plot incrível. “O que aconteceria se personagens de mangás, animes e games viessem para o mundo dos humanos?” É um plot genial! Mas infelizmente muito mal executado.

Re:Creators veio como a promessa de ser o melhor anime de 2017, e não era para menos. Os trailers do anime mostravam visuais excepcionais, animações muito bem feitas e uma trilha sonora empolgante acompanhando. Era O ANIME de ação do ano, com personagens completamente diferentes, que estávamos esperando. O hype era relativamente enorme.

E então veio os primeiros episódios, e até aí, o hype estava se cumprindo. Então, o quarto episódio, que era basicamente um episódio somente com diálogos, que inclusive eram bons. O quinto, o sexto, o sétimo, o oitavo e o nono episódio e eram basicamente a mesma coisa que o episódio 4. A mesma falação, as mesmas ameaças de lutas que nos episódios seguintes eram finalizadas rapidamente. Re:Creators se tornou um anime tedioso  e difícil de se assistir durante esses 7 episódios.

Veja bem, ter uma narrativa lenta não é um demérito de qualquer produção, The Sopranos, The Wire, Twin Peaks, Breaking Bad e inúmeras outras séries de televisão consideradas as melhores já feitas, possuem uma narrativa lenta que vai se desenvolvendo aos poucos. O que acontece em Re:Creators é uma falta de competência do roteirista que não consegue manter uma boa narrativa e simplesmente enche os episódios com falatórios desnecessários.

Durante os episódios 10 ao 12 fomos apresentados ao plot twist da história, ou o que deveria ter sido se já não tivéssemos percebido no segundo episódio do anime, e ao plano para vencer a vilã, Altair. Um bom plano diga-se de passagem, mas é irônico ver que os personagens do anime se matam para fazer um roteiro que seja bom, e o próprio anime falha em ter um.

E o que falar do episódio 13, que foi uma frustrante tentativa de fazer um recap aos moldes de Gintama, mas sem possuir nenhum carisma. Uma vergonha alheia.

Após isso tivemos mais alguns episódios de falação, e até mesmo um fan service, pois os japas não conseguem se segurar…

Finalmente o episódio 17 chegou, e com ele aquilo que o anime vendia: ação. A partir daqui o anime finalmente engatou, e nos entregou ótimas cenas de ação, diálogos bem elaborados e uns clichês básicos. A resolução final, mesmo que já esperada, é bem executada.

Mas isso não foi suficiente para tirar o gosto amargo que Re:Creators deixou, ainda mais depois dos 10 minutos finais do último episódio, que conseguiu ser uma das piores coisas do ano. Estava indo muito bem (até ir tudo pro caralho.)

Dos pontos positivos, Re:Creators consegue ser um anime bonito, com uma boa trilha sonora e animações bem feitas. Pecou em não ter um roteirista melhor.

Destaque para a primeira abertura de Re:Creators:

https://www.youtube.com/watch?v=8mkLrP6GgQ4

Re:Creators contém ao todo 22 episódios e se encontra disponível na Amazon Prime Video.

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Sword Art Online | Terceira Temporada é confirmada

Durante o Dengeki Bunko Festival 2017 foi anunciada a terceira temporada do popular anime Sword Art Online.

Confira o teaser:

https://twitter.com/ksg9297/status/914322518009249792

Também foi divulgado uma key viual ilustrada pelo desenhista da light novel:

O anúncio não chega a ser uma surpresa, visto que já estava praticamente confirmado após a cena pós-créditos do filme Sword Art Online: Ordinal Scale, que foi lançado no primeiro semestre de 2017.

A terceira temporada irá adaptar o arco Alicization, que recém terminou no Japão e durou 10 volumes (Vols. 09 – 18) da Light Novel de Sword Art Online. Os volumes 19 e 20 contam histórias paralelas ao arco Alicization.

Ao contrário dos arcos anteriores, Alicitization foi bem recebido pelos leitores.

A data de estreia, assim como a staff do anime, não foram divulgadas.

A primeira temporada de Sword Art Online foi ao ar em 2012, já a segunda foi exibida em 2014.

As adaptações em mangás das Light Novels foram lançadas no Brasil pela Editora Panini. São equivalentes a primeira temporada do anime.

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Gamers! | Uma agradável surpresa

Meu plano inicial para Gamers! era fazer um texto de Primeiras Impressões, no entanto elas não foram muito boas. Isso porque o primeiro episódio do anime é bem mediano. Ele se utiliza de todos os clichês possíveis de um anime sobre clube escolar e os joga na tela.

Então por que Gamers! seria “uma agradável surpresa”?

Pois no final do primeiro episódio, o anime simplesmente revira todos esses clichês e acaba surpreendendo o telespectador. A resposta que Amano (o nosso protagonista) dá a Tendou é bem anticlímax. Você acaba querendo ver o que acontece em seguida, e então o anime te pega.

Amano, o protagonista clichézão que surpreende.

A partir do segundo episódio, Gamers! entra em uma evolução constante, é um episódio melhor do que o outro. O diretor conseguiu ter um excelente timing cômico, as cenas dos mal-entendidos são hilárias, além das ótimas piadas sobre games em si (principalmente as do último episódio). Como não li a Light Novel de Gamers!, não consigo saber quais piadas foram adicionadas pelo diretor. Mas uma coisa é certa: as facetas dos personagens com certeza foram obras dele.

“Desu Desu”. Chiaki best girl.

A animação de Gamers! é bem inconstante, existem episódios bem animados e uns que são porcamente mal animados. Mas como se trata de uma comédia, ter uma animação bem constante não é bem uma prioridade.

O episódio 12 funciona mais como um OVA do que uma continuação da história em si, mas certamente é divertido demais. As piadas sobre DLCs são sensacionais.

E não! Gamers! não é um anime de fanservice, mas por algum motivo, tanto as capas das Light Novels, quanto os endcards dos episódios são recheados deles. Eu realmente queria saber o motivo disso. Um dos poucos momentos em que tivemos um mínimo de fanservice foi no episódio 12, que como eu falei, é mais um OVA do que um episódio do anime.

Apesar de Tsuredure Children ter sido o melhor anime dessa temporada de Verão (antes que venham reclamar, ainda não assisti Made in Abyss), Gamers! acabou me divertindo muito mais.

Gamers! não é um anime que possui uma história impressionante, nem piadas geniais como Gintama e muito menos personagens altamente desenvolvidos, mas é uma diversão honesta para o que se propõe e com certeza foi a surpresa da temporada.

Gamers! ficou em primeiro lugar como o anime mais visto na Crunchyroll na América do Sul.

Ainda não foram divulgados os números de vendas de Gamers!, mas a previsão delas, assim como a maioria dos animes dessa temporada, não estão lá muito boas. Vamos torcer para que venda o bastante para que possa garantir uma segunda temporada.

Os doze episódios de Gamers! estão disponíveis com legendas em português pela Crunchyroll.

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Boku no Hero Academia tem terceira temporada confirmada

A mais recente edição da Weekly Shonen Jump anunciou que o anime Boku no Hero Academia, adaptação do mangá de mesmo nome, terá uma terceira temporada.

O anuncio não chega a ser uma surpresa já que o anime fica entre os primeiros colocados em audiência no Japão. Detalhes sobre data de estreia ou mudança na produção não foram divulgados.

Por toda a sua vida, Izuku sonhou ser um herói — um objetivo ambicioso para qualquer um, mas especialmente desafiador para um garoto sem superpoderes. Isso mesmo: em um mundo onde 80% da população tem algum tipo de Dom especial, Izuku teve a má sorte de nascer completamente normal. Mas isso não vai impedi-lo de se matricular em uma das academias de heróis mais prestigiosas do mundo.

O último episódio da segunda temporada será exibido nesse próximo Sábado, dia 30 de setembro.

No Brasil Boku no Hero Academia é exibido pela Crunchyroll aos Sábados. Já o mangá é publicado pela Editora JBC.

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Taika Waititi está em negociações para dirigir live-action de Akira

Segundo informações da Deadline, a Warner Bros. está conversando com o diretor de Thor: Ragnarok, Taika Waititi, para dirigir a adaptação em live-action da obra máxima de Katsuhiro Otomo, Akira.

Waititi tem o drama de comédia na Segunda Guerra Mundial, Jojo Rabbit, para filmar na sequência. Caso ele feche acordo, a produção deve demorar um pouco para iniciar.

Akira é publicado no Brasil pela Editora JBC.

Akira ainda será produzido pela empresa de Leonardo DiCaprio, Appian Way. Ainda é incerto se o roteirista de Book of Eli, Gary Whitta, está na equipe para escrever o texto do filme.