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Anime Cultura Japonesa

Crunchyroll e Japan House promovem mostra de animes gratuita

A Crunchyroll e a Japan House de São Paulo anunciaram a nova programação da JHSPCINE, mostra de animes gratuita que traz a exibição de animações variadas gratuitamente. O calendário começa já amanhã (6) e vai até o final do mês de Janeiro. As sessões ocorrerão todas às sextas-feiras no horário das 19:00.

Confira a programação:

6 de dezembro Poco’s Udon World – Episódios 1-3

Souta Tawara, 30 anos de idade. Ao visitar sua terra natal, ele encontra uma estranha criança que adora udon e sapos… E tem rabo?! Souta Tawara é um web designer que mora em Tóquio. Após a morte de seu pai, ele volta para sua terra natal e encontra uma criança dormindo na panela de udon do restaurante da família. Parece ser uma criança normal, mas Souta acaba descobrindo que é um tanuki disfarçado! E assim começa a história desta família gentil, acolhedora e um pouco estranha de Kagawa, a Província do Udon, onde o tempo passa num ritmo mais lento que na cidade grande…

13 de dezembro – Ms. Koizumi Loves Ramen Noodles – Episódios 1-3

Uma garota fria, que quase não fala… Koizumi, a misteriosa estudante transferida, não se dá muito bem com os outros, mas quando o assunto é ramen, ela é uma profissional, sempre em busca de ramens deliciosos todos os dias. Venham conferir esta autêntica história de ramen enquanto ainda está quente!

20 de dezembro – Restaurant from Another World – Episódios 1-3

No subsolo de um prédio de vários andares, na esquina de uma rua comercial perto do distrito comercial, existe um certo restaurante. Um restaurante histórico, de 70 anos de idade, conhecido pela placa com a imagem de um gato: o Culinária Ocidental Nekoya. Durante a semana, é um restaurante como qualquer outro; contudo, aos sábados, ele abre apenas para alguns clientes bastantes diferentes. Nesse horário, portas para várias áreas de um mundo paralelo se abrem, e clientes de várias raças e culturas diferentes adentram o lugar.

10 de janeiro – Ahiru no Sora – Episódios 1-3

Ele pode não ser tão alto, mas Sora Kurumatani voa na quadra de basquete! Herdando de sua mãe a paixão pelo esporte, Sora jura para si mesmo que vai alcançar o topo do pódio no torneio de basquete colegial… Se não fosse por um problema: o clube de basquete de seu colégio se tornou um antro de delinquentes! Será que a tenacidade e as cestas de três pontos do Sora vão conseguir convencê-los a botar o clube na linha?

17 de janeiro – Run with the Wind – Episódios 1-3

Numa manhã fria de março, Haiji Kiyose, estudante do quarto ano da Universidade de Kansei, encontra Kakeru Kurahara correndo velozmente pelas ruas à noite e o força a morar com ele na Pensão Chikusei. Haiji tem uma sonho: voltar a correr, após uma lesão que sofreu no colegial. Ele quer participar da maratona de revezamento Hakone Ekiden e mostrar ao mundo seus talentos de corrida que vem treinando – e ele só tem mais um ano para tornar esse sonho realidade.

24 de janeiro – Haikyu!! – Episódios 1-3

Shoyo Hinata começa a jogar vôlei após ver os “pequenos gigantes” que praticam o esporte ainda no ensino fundamental. Ele sofre uma derrota esmagadora logo em seu primeiro campeonato, no ginásio, pelas mãos de seu grande rival Tobio Kageyama. Ao entrar no ensino médio, Hinata entra para o time de vôlei da escola Kurasuno, mas seu grande rival também estuda lá. A agilidade de Hinata e a precisão de Kageyama fazem dos antigos rivais uma dupla imbatível e, juntos, eles prometem colocar a escola Kurasuno na frente de qualquer escola rival!

31 de janeiro – Ace of the Diamond  – Episódios 1-3

“Quero arremessar mais uma vez naquela luva…” Um encontro com o apanhador Kazuya Miyuki mudou a vida de Eijun Sawamura, de 15 anos. Ele disse adeus aos seus amigos e bateu às portas da Seidou, uma escola de beisebol de prestígio, para testar sua própria força. Lá ele encontra vários jogadores orgulhosos que apostam tudo no esporte! Um conto clássico, mas com novos ares.

A Japan House fica na Avenida Paulista, 52 – Bela Vista, São Paulo.

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Anime

Origem de Pikachu e retorno para Kanto no trailer do novo anime de Pokémon

A TV Tokyo divulgou o trailer de Pokémon: The Series, novo anime da franquia, que mostrará Pikachu ainda como Pichu, antes de ser capturado pelo Professor Carvalho, e Ash voltando para aventuras na região de Kanto. Confira.

https://www.youtube.com/watch?v=2AZd74zPCMw

O seriado trará Pokémon clássicos como o Bulbassauro, Squirtle e Charmander, além do lendário Mew. O menino Gou será o companheiro de jornada de Ash.

Pokémon: The Series estreia no dia 17 de novembro.

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Primeiras Impressões | ASSASSINS PRIDE

Esse show é exatamente o que você está imaginando, e é exatamente o que se propõe a ser. Dessa forma, não há muito o que comentar, além de chover no molhado: puta merda bicho, lá vamos nós de novo.

No início da década de 2010, vivemos o auge de um gênero conhecido (por mim, ao menos) como “Harém Escolar Mágico Genérico“. O nome diz tudo, e se você assistiu alguma coisa dessa época, com certeza sabe do que eu estou falando.
Por conta da explosão do isekai, os haréns escolares mágicos genéricos entraram em decadência, e passaram a ser exemplar raro ultimamente. Mas quando encontramos um…

Apenas membros de famílias nobres detêm o Mana, um poder que lhes torna capazes de enfrentar monstros. Kufa é um nobre, nascido numa família de duques, que é enviado para tutorar uma jovem chamada Merida. E em segredo, Kufa é encarregado de assassinar Merida caso ela não demonstre talento para utilizar o Mana. (Via: Crunchyroll)

Baseado numa Light Novel de mesmo nome, com autoria de Kei Amagi e ilustrações de Ninomotonino, ASSASSINS PRIDE é uma enorme reunião de tudo aquilo que torna um harém escolar mágico genérico em um… Bem, um harém escolar mágico genérico: o protagonista Kiritoface; as dezessete garotas, cada uma se encaixando em um estereótipo já conhecido; as roupas espalhafatosamente ridículas; o worldbuilding absurdo e que mesmo sendo cortado a menos de 10% do material original, continua sendo extremamente cansativo e repetitivo na adaptação; as batalhas escolares que por algum motivo colocam a vida dos estudantes em muito mais risco do que deveriam… E por aí vai.

De verdade, eu realmente não tenho nada a acrescentar sobre ambientação, sobre as personagens ou sobre a trama. É tudo tão engessado, é tudo tão clichê, que você já sabe do que se trata ou como as coisas vão se desenrolar. O que eu posso comentar sobre, porém, são as qualidades que diferenciam esse show dos seus antecessores.

A começar pela qualidade gráfica: eu não fazia ideia de que era legalmente permitido ter um harém escolar mágico genérico com visuais tão bonitos e consistentes. Não só as personagens, mas a cidade e o mundo são belos, e tanto as sequências calmas quanto as cenas de ação são coreografadas com uma maestria que parece estar sendo desperdiçada em um animê desse nível.
Até o episódio 3, tivemos algumas sequências de combate que foram de tirar o fôlego. Por mais que eu não entendesse metade dos motivos pelos quais as lutas estavam ocorrendo, ou que eu realmente não desse a menor bola para quem fosse sair vencedor, a violência gratuita foi tão gostosa de se ver que eu acabei gostando.

O negócio tá caprichadíssimo, e eu não sei como lidar com isso.

Outro ponto, que é aquele que sempre nos deixa com uma pulga atrás da orelha, é o excelentíssimo elenco de dublagem: temos nomes que claramente não deveriam estar emprestando suas vozes para algo desse naipe e talvez pudessem estar trabalhando em algo melhor, como Yuuki OnoYui IshikawaAzumi WakiMaaya UchidaTatsuhisa SuzukiAyane SakuraAsami Seto… Sinceramente, tirando umas duas dubladoras que estão em início de carreira, todo o elenco parece ser areia demais para o caminhãozinho de ASSASSINS PRIDE.

Como se pode imaginar, a dublagem está num nível altíssimo, com cada ator conseguindo trazer o melhor – e o pior – de sua personagem de uma forma que beira o inacreditável. Um detalhe que eu adorei foi como o protagonista, Kufa (dublado por Yuuki Ono) é um assassino treinado para esconder suas emoções, e mesmo nos momentos mais acalorados e intensos que tivemos até agora, ele conseguiu se manter calmo, e ainda assim passar todo o entusiasmo da cena. Como eu disse, inacreditável.

Vazaram cenas da versão dublada do animê, confira:

Apesar de parecer bonito e soar bonito (a OST e o uso musical no geral também são pontos a se exaltar), o animê continua sendo apenas o que é: um harém escolar mágico genérico, com uma construção de mundo ambiciosa demais e que foi transformada em frangalhos pela adaptação absolutamente acelerada, onde metade da história parece não estar sendo contada para você – e não está mesmo! – e todo o desenvolvimento parece voar pelos seus olhos… No quesito “direção“, o show é um caos, com todos os defeitos que poderiam ser imaginados, e há pouca coisa que uma pessoa que não teve contato com o material original pode fazer quanto a isso.

Quando se esforçam para te fazer o mais adorável possível, mas ainda assim o seu show acaba sendo uma shitstorm

No geral, a pergunta que fica é: você embarcaria no Titanic, mesmo sabendo que ele vai afundar e lhe causar uma morte terrível? Eu embarcaria. As partes boas conseguem sobrepujar as enormes falhas, que acabam sendo muito mais toleráveis quando é a sua quinquagésima vez lidando com elas, e o show consegue ser divertido. Para a estreia, minha nota é um surpreendente 5/10, pois sei que nem todo mundo tem a paciência de lidar com esse tipo de abobrinha.

Você pode assistir ASSASSINS PRIDE na Crunchyroll, que fornece o serviço de transmissão simultânea com o Japão e legendas em português, com novos episódios todas as quartas-feiras.

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Netflix libera de surpresa, o primeiro teaser de Ghost In The Shell: SAC_2045

A Netflix liberou sem aviso prévio, o primeiro teaser oficial de Ghost In The Shell: SAC_2045.

Produzido por Kenji Kamiyama (Ghost in the Shell: Stand Alone Complex) e Shinji Aramaki (Appleseed), a primeira temporada do anime terá 12 episódios e estreará em algum momento de 2020.

Dirigido por Mamoru Oshii, Ghost in the Shell fala sobre a evolução do planeta até chegar no ano de 2029, onde se tornou um local altamente informatizado, a ponto dos seres humanos poderem acessar extensas redes de informações com seu ciber-cérebros. A agente cibernética Major Motoko é a líder da unidade de serviço secreto Esquadrão Shell, responsável por combater o crime. Motoko foi tão modificada que quase todo seu corpo já é robótico. De humano só teria sobrado um fantasma de si mesma. Em 2017, Scarlett Johansson deu vida à Motoko na versão em live action americana do anime.

Para futuras informações de Ghost in the Shell SAC_2045, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Químico da USP analisa a ciência em Dr. STONE: Episódio 1

Eu sempre soube que, algum dia, todos os anos dedicados em minha graduação serviriam para algo. E esse dia chegou. Começaremos por introduções: O redator que vos digita é graduando em Bacharelado em Química com ênfase em Química Ambiental pela Universidade de São Paulo (USP), como aponta a minha biografia (que você pode conferir no final do texto). Também, como um cara que atualmente trabalha no setor educacional, tenho contato diário com as outras ciências.

Dr. STONE é um dos mangás de maior sucesso na Shonen Jump atual (é publicado no Brasil pela Editora Panini), e a inevitável adaptação em animê foi ao ar no começo de julho. A sinopse do show, retirada do site da Crunchyroll, que possui os direitos de exibição e simulcast do animê no Brasil, segue:

Milhares de anos após um misterioso fenômeno transformar a humanidade inteira em pedra, desperta um garoto extraordinariamente inteligente e motivado pela ciência – Senku Ishigami. Diante de um mundo de pedra e do colapso generalizado da civilização, Senku decide usar sua mente para reconstruir o mundo. Ao lado de Taiju Oki, seu amigo de infância absurdamente forte, eles começam a reestabelecer a civilização do zero… Representando os dois milhões de anos da história da ciência, desde a Idade da Pedra até os dias atuais, esta aventura científica sem precedentes está prestes a começar!

Claro que com a difusão da obra por conta do animê, surgiram diversas discussões sobre a credibilidade e/ou exatidão dos então chamados de “conhecimentos científicos” do protagonista, Senku Ishigami. Não é essa a discussão que eu quero entrar, pois isso já foi amplamente discutido. Para se divertir com uma obra de ficção (olha o nome!), é preciso aceitar a suspensão de descrença (link do TVTropes, esteja avisado) e entender que nem tudo vai ou pode ser completamente real. E que nem por isso algo vai deixar de ser proveitoso ou divertido.

Tendo isso em mente, acredito, porém, que ainda seja um exercício válido o de tentar analisar o desenvolvimento da obra, e ver o quanto daquilo seria plausível. É pra isso que estamos aqui, e vamos falar um monte de abobrinhas que muito provavelmente vão estar em grego para maior parte de vocês (e o pior é que, em alguns casos, vai estar literalmente em grego!). Um episódio por vez, pois o protagonista inventa coisas demais.

  • Fazer gasolina a partir de tampinhas de garrafas PET?

RESPOSTA: Verdadeiro, mas com ressalvas.

Logo nos primeiros minutos do episódio, temos uma afirmação do Sr. Senku que diz que é possível fazer gasolina a partir do Polietileno encontrado em tampinhas de garrafas PET (Cena começa em 1:15). Dá mesmo?

Bem… A primeira ressalva é sobre o material em si. Nem todas as tampinhas de garrafa são feitas de Polietileno (abreviarei como “PE” a partir de agora). Mas até aí, tudo bem. Basta pegar tampinhas que sejam, de fato, feitas de PE. Seguimos.

A reação proposta por ele é a de simplesmente “…cortar as moléculas de hidrocarbonetos para ficarem do mesmo comprimento que a de gasolina“. Vamos também perdoar a linguagem errada pois o pobre tradutor da Crunchyroll não é obrigado a saber química. Colocando de uma forma mais criteriosa, o que ele sugere é a quebra das cadeias poliméricas do PE em cadeias menores, na faixa de 4 a 12 carbonos (especialmente 8 carbonos), característicos da gasolina comercial.

Um artigo publicado em 2016, de Jia, X. e outros (DOI: 10.1126/sciadv.1501591) mostrou estudos que obtiveram, com sucesso, a exata proposta do protagonista: transformar PE em combustível. De certa forma, o animê está certo. Que ressalvas eu tenho a fazer?

Bem, devemos lembrar que o herói da obra é um adolescente, trabalhando num laboratório didático de uma escola de ensino médio. Dentro dessas condições, algumas matérias-primas seriam de difícil acesso… Por exemplo, duvido muito que qualquer escola possua catalisadores complexos de irídio. Ou que um adolescente possua dinheiro o suficiente para comprar isso do seu bolso. Se é que isso é vendido em algum lugar.

Então dá? Dá. Mas putz. Próximo.


  • Morcegos produzem ácido nítrico?

RESPOSTA: Verdadeiro, mas com ressalvas.

Não é bem uma “produção” dos morcegos. Como explicado pelo próprio Dr. Senku (cena começa em 15:35), o guano de morcegos pode gerar ácido nítrico. Basicamente, esse “guano” é um monte de cocô de morcego, que contém vários tipos de nutrientes, e por isso era utilizado como fertilizante antes do advento da síntese de amônia via fixação de nitrogênio por Habber e Bosch.

De forma mais direta… Sim, você pode conseguir ácido nítrico a partir de cocô de morcego. Em condições naturais, o processo pode ser catalisado por microorganismos. A ressalva está na quantidade gerada. Um artigo de William H. Hess (não confundir com Henri Hess, o da termoquímica) publicado pelo The Journal of Geology em 1900 (como comentado, guano era muito usado – e estudado – no passado), aponta que apenas por volta de 6% da massa de guano de morcego in natura é de ácido nítricoAinda, aponta que gotas de água que caem do teto de cavernas onde há guano de morcego presente possui uma concentração de ínfimos 5,71 miligramas de ácido nítrico por litro de água.

Ou seja… Até tem ácido nítrico ali no balde que nosso amigo cientista posicionou estrategicamente, mas rapaz… Tá tão diluído que demoraria um bom tempo (e uma boa destilação) pra conseguir o suficiente. Boa sorte com isso. Próximo.


  • Produzir Nital caseiro?

RESPOSTA: Surpreendentemente, verdadeiro.

Na cena que começa em 17:13, Senku, Ph.D diz que com etanol e o ácido nítrico obtido no item anterior, ele poderia fazer Nital. E dessa vez, não tenho nenhuma reclamação. Nital é simplesmente uma solução de um álcool de cadeia pequena (normalmente se usa etanol mesmo, mas pode ser feito também com metanol) e ácido nítrico. Não há nenhum processo extraordinário envolvido nem nada do tipo, então sua produção em condições precárias não seria nada muito sobrenatural.

Eu poderia tentar contestar a utilidade de Nital na situação em que eles estão, tendo em vista que ele é normalmente utilizado para capagem de materiais metálicos. Mas sinceramente? Seria uma boa hipótese. Próximo.


  • Destilação de vinho para concentrar o álcool?

RESPOSTA: Verdadeiro, mas com ressalvas.

Com algumas uvas e muita paciência, a dupla de protagonistas consegue fazer um vinho improvisado. Agora, para extrair o etanol presente na bebida, o Sábio Senku propõe uma destilação (cena começa em 18:56). Inclusive, eu simplesmente adorei a descrição do processo que ele deu: “Aqueça, resfrie e deixe pingar” é um ótimo resumo.

De fato, poderíamos conseguir etanol “mais concentrado” através de uma destilação. Minha ressalva é sobre o equipamento necessário para tal. O show até brinca com isso, fazendo o primeiro “destilador” de Senku não funcionar. Temos dois problemas com o equipamento: o material de que ele é feito, e o método de resfriamento.

Sobre o material, vemos claramente que Senku utiliza barro. Tudo bem, nós conhecemos diversas coisas feitas de cerâmica e similares, não? Meu questionamento é sobre como conseguir o tipo de cerâmica desejado. Pra começar, “cerâmica” nem é o termo certo, pois estamos em estágios menos avançados. Para “endurecer” o barro, é preciso “queimá-lo”, colocando no fogo a determinadas temperaturas. A faixa de temperatura vai determinar as propriedades do resultado final.

Como mostrado no animê, ele utiliza apenas uma fogueira para a queima do barro. A temperatura da queima de madeira possui, em média, uns 600ºC na melhor das hipóteses. Mesmo assumindo essa hipótese, ainda estaríamos muito longe da temperatura necessária para queimar o barro e formar Grés, o estágio mínimo que seria necessário para trabalhar com líquidos. Grés só se forma por volta de 1100ºC.

Sobre o resfriamento, eles até lidaram com isso bem. Fica um pouco aberto para interpretação, mas deu a entender que a destilação só deu certo no inverno. Se esse for o caso, então tá ótimo. Agora, se o processo funcionou antes, daí eu gostaria de entender como o Senku fez para resfriar o vinho em ebulição, sendo que a temperatura ambiente estava na faixa dos 20 e poucos graus.

Então é, a ressalva fica por conta da falta de poder de fogo (desculpem o trocadilho) para conseguir o equipamento necessário.


E assim, terminamos as baboseiras científicas presentes no episódio 1 de Dr. STONE. Dependendo da reação popular, podemos fazer a análise dos outros episódios também.

Caso tenha ficado interessado nessa história pós-apocaliptica, você pode assisti-la na Crunchyroll. Novos episódios são transmitidos simultâneamente com o Japão todas as sextas-feiras, às 11h30.

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Oito animês com temática LGBT para você assistir hoje

Sem nenhum motivo particular em mente, a nossa equipe resolveu fazer uma coletânea de obras de animação japonesa que abordam, de uma forma ou de outra, uma “temática LGBT“.

Todos os títulos escolhidos podem (e devem) ser assistidos legalmente, com legendas em português, via algum site de streaming (que gentilmente te indicaremos), e você pode aproveitá-los hoje mesmo. Afinal, nunca se sabe o dia de amanhã, não é?

SARAZANMAI

Sarazanmai

Assista em: Crunchyroll

Número de Episódios: 11

Ano: 2019

Sinopse:

Um dia, em Asakusa, três estudantes do fundamental – Kazuki Yasaka, Toi Kuji e Enta Jinnai – conhecem Keppi, um misterioso kappa que rouba suas jóias místicas e os transforma em kappas. Para voltar para sua forma original, eles precisam enfrentar kappas zumbis e roubar as jóias místicas deles. Ao mesmo tempo, algo estranho está acontecendo na delegacia onde trabalham Reo Niiboshi e Mabu Akutsu. Esta é a história de três garotos que não conseguem se conectar com alguém que lhes é importante, e estão aprendendo o verdadeiro significado dessas conexões. (Via: Crunchyroll)

CITRUS

citrus

Assista em: Crunchyroll

Número de Episódios: 12

Ano: 2018

Sinopse:

Quando a mãe de Yuzu, uma gyaru colegial que nunca se apaixonou, resolve se casar novamente, ela é transferida para um colégio feminino. Yuzu fica mais que chateada de não poder encontrar um namorado lá. Até que, no primeiro dia de aula, ela conhece Mei, a belíssima morena que comanda o conselho de classe, nas piores circunstâncias possíveis. E para piorar, ela descobre também que Mei é sua meia-irmã, e que ambas viverão sob o mesmo teto! (Via: Crunchyroll)

 

GIVEN

given

Assista em: Crunchyroll

Número de Episódios: 9 (Em andamento, completo em 11)

Ano: 2019

Sinopse:

Por algum motivo, a guitarra que ele amava tocar e o basquete que ele adorava jogar perderam a graça. Essa era a vida de Ritsuka Uenoyama até encontrar Mafuyu Sato. Ritsuka tinha começado a perder seu amor pela música, mas ao ouvir Mafuyu cantar pela primeira vez, a canção ressoou em seu coração e a distância entre os dois começou a encurtar. (Via: Crunchyroll)

 

LOVE STAGE!!

Love Stage!!

Assista em: Crunchyroll

Número de Episódios: 10

Ano: 2014

Sinopse:

Seu pai é um renomado cantor, sua mãe uma famosa atriz, seu irmão mais velho é o líder da superpopular banda de rock CRUSHERZ e ele… bem, ele é só um otaku comum. A única aspiração de Izumi Sena é se tornar um mangaka e, para isso, ele se dedica muito! No entanto, ele recebe o convite para participar de uma comemoração aos 10 anos de um comercial de TV que ele fez quando criança ao lado do hoje famoso Ryouma Ichijou, que só aceitou participar com a condição de que o elenco original fosse chamado. Já Izumi não quer participar porque, para isso, ele teria que se vestir de garota. (Via: Crunchyroll)

 

SUPER LOVERS

SUPER LOVERS

Assista em: Crunchyroll

Número de Episódios: 20 (2×10)

Ano: 2016

Sinopse:

Enganado pela notícia da morte de sua mãe, o adolescente Kaido Haru conhece um menino que insiste em dizer que é seu irmão. Haru faz de tudo para domar o arisco e teimoso Ren, mas parece haver um segredo por trás do nascimento do menino. E logo quando Ren começa a se apegar a Haru, a tragédia acontece… Cinco anos depois, Haru reencontra Ren, crescido em Tóquio, mas… (Via: Crunchyroll)

 

BLOOM INTO YOU

Assista em: Hidive

Número de Episódios: 13

Ano: 2018

Sinopse:

Yuu sempre sonhara em receber uma confisão de amor, mas ao não sente nada ao finalmente receber uma de um garoto. Confusa, ela começa seu primeiro ano no ensino médio e conhece Touko. Será que o coração de Yuu finalmente acelerará? (Tradução livre, via: Hidive)

 

FROM THE NEW WORLD

From The New World

Assista em: Crunchyroll; Hidive

Número de Episódios: 25

Ano: 2012

Sinopse:

Nascida numa utopia futurística, Saki e seus amigos vivem em uma comunidade pacata onde a tecnologia é obsoleta. Porém, quando Saki descobre um artefato perdido, a fachada se quebra, e eles encaram verdades estarrecedoras sobre a sua até então “perfeita cidade”. (Tradução livre, via: Hidive)

 

YURI!!! ON ICE

Yuri!!! on ICE

Assista em: Crunchyroll

Número de Episódios: 12

Ano: 2016

Sinopse:

Yuri Katsuki carregava a esperança de todo o Japão no Grande Prêmio de Patinação Artística, mas sofreu uma derrota esmagadora nas finais. Ele volta à sua terra natal em Kyushu e se esconde na casa de seus pais, indeciso entre continuar patinando e se aposentar de vez. É então que Viktor Nikiforov, pentacampeão mundial na categoria, aparece de repente com seu colega de treino, Yuri Plisetsky, um jovem atleta prestes a superar seus veteranos. É assim que os dois Yuri e o campeão russo partem para competir num Grande Prêmio como o mundo jamais viu! (Via: Crunchyroll)


Esperamos que você possa aproveitar esses shows e celebrar a liberdade de expressão e de amor que deve ser sempre um dos pilares de nossa cultura 💕

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Saint Seiya: Os Cavaleiros do Zodíaco é uma modernização desnecessária do anime original

Depois de diversas polêmicas após seus trailers, Saint Seiya: Os Cavaleiros do Zodíaco finalmente foi lançado na Netflix. Com o objetivo de deixar a obra lançada originalmente em 1990 mais moderna para a geração atual, o serviço de streaming optou por trazer diversos elementos novos para os episódios que foram lançados. Mas será que ficou bom?

Mesmo com algumas adaptações presentes ao longo dos episódios, a trama é a mesma que a do anime original: acompanhamos Seiya em sua jornada para descobrir o paradeiro de sua irmã e em missão, junto com os demais Cavaleiros de Bronze, para proteger Atena e a humanidade contra a possível destruição que será causada por Poseidon e Hades, isso tudo com algumas mudanças presentes ao decorrer dos episódios – que vão desde a mudança de sexo do Shun até a presença de soldados armados e tanques de guerra. Tais modificações serviram para modernizar o anime e até que algumas delas se encaixam bem no decorrer da trama, porém, foram totalmente desnecessárias.

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Shun de Andrômeda se tornar mulher na nova animação foi uma mudança que passa até despercebida durante toda a temporada pois a essência do personagem continua exatamente a mesma, não influenciando em nada na trama. Já o acréscimo dos armamentos de guerra se torna rídiculo em alguns momentos pois, por exemplo, é impossível não rir ao ver Hyoga lutando contra um tanque de guerra usando o seu famoso Pó de Diamante ou vendo Seiya derrubando helicópteros com um simples Meteoro de Pégaso. No geral as mudanças apresentadas durante os episódios funcionam bem na nova adaptação por conta das alterações que a trama original sofreu e chegam até a serem aceitáveis, mas contudo são completamente desnecessárias.

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Outra mudança na trama é a presença de Vander Guraad, um empresário rival que quer montar um exército militar onde os soldados tenham os poderes dos cavaleiros. É um acréscimo que faz sentido na história porém que se torna mais um elemento dentre vários para ser trabalhado, fazendo com que outros elementos importantes fiquem em segundo plano.

Uma melhora bem significativa em relação ao anime original é a forma que os episódios se desenrolam. A história é mais fluida, mais rápida e sem tanta enrolação nas lutas. Porém isso se torna um problema quando toda luta presente durante a temporada é resolvida com apenas dois socos e finalizada com o golpe especial dos cavaleiros. Outro problema quanto a isso é a passagem de tempo, por ser desenvolvida de forma muito rápida, a trama não deixa clara quanto tempo passou em algumas ocasiões mesmo sendo evidente que teve uma passagem de tempo.

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Os traços gráficos, que se torna também uma tentativa de modernizar o anime, deixa a desejar em diversos aspectos – se apresentando como se fosse cgi de Playstation 2 em alguns momentos. Um ponto bem positivo da animação são os detalhes dos personagens, de suas expressões, das armaduras e dos golpes de cada cavaleiro. Ruim por um lado, bom por outro.

Em suma, a releitura da Netflix de Saint Seiya: Os Cavaleiros do Zodíaco acaba sendo uma modernização desnecessária do anime original. Mesmo que seja divertido de se assistir, alguns elementos não deveriam estar ali no momento e isso acaba fazendo com que a animação deixe bastante a desejar. O que acaba tornando essa versão interessante é ver como as mudanças vão influenciar no decorrer dos episódios e a forma que a trama se desenrola, de forma rápida e sem episódios desnecessários. No fim das contas eu achei uma animação mediana e me diverti bastante assistindo, inclusive é bem emocionante poder ouvir Pegasus Fantasy novamente. A nova animação funciona bem e caminha ao lado da original, sendo assim, vale a pena conferir sendo você fã do anime antigo ou alguém que nunca teve contato com a obra original.

Seiya e Os Cavaleiros do Zodíaco estão de volta para proteger a reencarnação da deusa Atena, mas uma obscura profecia paira sobre todos eles.

Saint Seiya: Os Cavaleiros do Zodíaco já está disponível no catálogo da Netflix, com seis episódios de 24 minutos cada.

Nota: 2.5/5

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A dublagem da Crunchyroll: Recovery of a MMO Junkie

No nosso segundo episódio dessa série de postagens sobre as dublagens nacionais de animês da Crunchyroll, podemos pular a introdução cheia de ladainhas e ir direto ao assunto, que dessa vez, é um outro tipo de comédia: Recovery of a MMO Junkie.

Caso não tenha visto, a primeira postagem foi sobre a versão brasileira de KonoSuba, que você pode ler clicando aqui.

MMO Junkie é, convenhamos, muito mais family-friendly que KonoSuba. Por ser uma comédia-romântica, ter maior parte do elenco com adultos, e explicar muito bem a sua própria ambientação, o animê se torna muito mais fácil de ser engolido.

Com isso, vejo MMO Junkie como uma boa escolha para a dublagem: é brando o bastante para agradar gregos, e específico o suficiente para agradar troianos. E como comentei na primeira postagem, acredito que a receptividade de um show seja um ponto essencial para o sucesso de sua versão nacional.

Fazendo a ponte aérea, saímos do Rio e vamos para São Paulo, onde o animê foi dublado: no estúdio Unidub, que trabalhou em Dragon Ball Super, Grand Chase e Bob Esponja (entre outros diversos títulos). A direção foi feita por Úrsula Bezerra, ninguém mais, ninguém menos que Naruto Uzumaki e Son Goku (criança) em pessoa.

No elenco, nomes já conhecidos (ou melhor, vozes familiares) da Imprensa Especializada(TM):

  • Priscila Franco como Morioka Moriko (Eternizada como Saber em Fate/Stay Night [2006], mas que provavelmente é mais lembrada como Sharon Carter do MCU);
  • Michel Di Fiori como Sakurai Yuta (O Neji de Naruto, e o Genos de One Punch Man);
  • Fábio Lucindo como Hayashi (Que deu a voz ao Jin de Grand Chase, Shaoran de Sakura Card Captors e… Troy Bolton de Highschool Musical);
  • Michelle Giudice como Lily (Já experiente em animês, dublou Mitsuha de Your Name e Serena de Pokémon XY);
  • Caio Guarnieri como Homare Kowai (O dono dos vocais do Kouga de Pégaso em CdZ Omega, e do Kevin de Steven Universo).

Vou começar pelas reclamações, para não acharem que sou parcial. Meu único problema com a dublagem foi uma simples escolha de direção, que atrapalhou o meu divertimento por todos os episódios: o uso de honoríficos.

Eu sei que eu vivo reclamando disso, mas há momentos onde dá para aturar. Em legendas, por exemplo, eu até entendo quem goste delas. Afinal, você está ouvindo a personagem falar aquilo; já em mangás e novels, eu acredito que seu uso exija, no mínimo, uma nota de tradução; agora, numa dublagem? Onde as personagens estão falando português?

Vamos lá, de novo: para quem não sabe, honoríficos são partículas comuns no idioma japonês, que são adicionadas após nomes de pessoas, para indicar, de certa forma, a relação entre os indivíduos envolvidos no diálogo. Existem honoríficos que demonstram respeito, que demonstram amizade, que demonstram hierarquia… Até não utilizar um honorífico tem um significado. Acontece que isso é algo exclusivo do idioma nipônico. Isso não existe em português. E se você precisar traduzir esses significados descritos no último parágrafo, existem diversas formas de se fazer isso, com expressões que são nativas e naturais para a nossa língua.

O uso dos honoríficos torna a dublagem extremamente alienígena, por causa desses termos japoneses completamente diferentes de todo o resto que é falado. Acima de tudo, dublar uma obra tem como função trazer aquilo para a ambientação nacional. Mesmo que o show se passe no Japão, nós estamos nos dando ao trabalho de regravar todas as vozes de todos os episódios, para deixá-los em português, não estamos? Então qual o sentido de deixar expressões puramente japonesas no produto final?

E o que me deixou mais desconfortável nisso tudo, foi como o uso de honoríficos pareceu aumentar, do nada, já na metade do show. Personagens que se chamavam apenas pelo nome passaram a adicionar os honoríficos, sem razão alguma. Enquanto houve um ou dois casos nos primeiros episódios, ouvi pelo menos quinze nos últimos.

Eu quando acesso alguma rede social.

Porém, acho justo darmos o crédito quando assim é necessário, e todos os outros aspectos da dublagem merecem recomendações positivas. O elenco foi escolhido muito bem, tendo vozes que combinam com as personagens, e que conseguem bater de frente com os gigantes que fizeram a versão japonesa. Em especial, a atuação da Priscila Franco no papel principal foi monumental: a interpretação das cenas mais “exageradas” (típicas de animê, e que podem ser difíceis de fazer parecer naturais) ficou tão boa, que eu senti, pela primeira vez, que esse tipo de reação pode dar certo no nosso idioma.

A adaptação e direção também estão de parabéns, que exceto pelo que já foi discutido, fizeram um show ambientado no Japão passar uma impressão costumeira para os brasileiros, sem parecer careta (o que é muito importante!). Além disso, não vi muitos problemas de sincronia, volume ou desinformação, carimbando assim, uma excelente dublagem.

Recovery of a MMO Junkieestá disponível dublado e legendado na Crunchyroll, e o primeiro episódio da versão nacional pode ser visto gratuitamente no canal do YouTube da Crunchyroll Brasil (que eu já linkei ali em cima, aliás!).

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Anime

Zack Snyder produzirá anime sobre mitologia nórdica para a Netflix

De acordo com o THR, Zack Snyder produzirá um anime sobre mitologia nórdica para a Netflix. Esse é o primeiro trabalho do diretor para a televisão. Ele co-criará a série ao lado de Jay Oliva, responsável por Ponto de Ignição. Além disso, também será produzida por Deborah Snyder, Wesley Coller e desenvolvida pela Stone Quarry, produtora de Snyder.

“A narrativa visual inovadora de Zack Snyder o estabeleceu como um dos cineastas mais distintos de sua geração. Nós estamos mais do que ansiosos em trabalhar com ele e sua excepcional a fim de trazer os personagens e as histórias da mitologia nórdica sob o seu estilo inimitável.” – disse John Derderian, responsável pela divisão de animes da Netflix.

Porém, essa não é a única produção de Snyder sendo desenvolvida em parceria com o serviço de streaming. Army of The Dead, o próximo filme do cineasta, já entrou em pré-produção e será lançado em 2020.

Para saber sobre tudo o que acontece na televisão, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

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Anime Games

Digimon Story: Cyber Sleuth Complete Edition é anunciado para Switch e PC

Durante a Anime Expo 2019, a Bandai Namco anunciou a coletânea Digimon Story: Cyber Sleuth Complete Edition, que trará os jogos Digimon Story: Cyber Sleuth e Digimon Story: Cyber Sleuth – Hacker’s Memory para o Nintendo Switch e PC.

EVENTOS MISTERIOSOS

  • Escolha ser um detetive cibernético ou um hacker poderoso para resolver digi-mistérios diabólicos.

MUNDOS VÍVIDOS E IMERSIVOS

  • Embarque em uma aventura emocionante onde a linha entre o mundo real e o mundo digital é turva.

UMA AVENTURA VICIANTE

  • Com mais de 300 Digimons para colecionar, criar e Digivolver!

JOGABILIDADE SÓLIDA

  • Construa uma equipe Digimon para enfrentar oponentes em batalhas clássicas baseadas em turnos.

Os jogos foram lançados originalmente em 2015 e 2017 para PS Vita, ganhando versões para PlayStation 4 posteriormente.

Digimon Story: Cyber Sleuth Complete Edition chega em 18 de outubro de 2019.