Categorias
Tela Quente

Madres (2021): O verdadeiro terror está na atitude do ser humano

Sexta-feira foi mais um dia para assistir dois filmes da parceria entre Amazon Prime Video e Blumhouse Productions: Madres e The Manor. Finalizando assim oito filmes lançados desde 2020. A crítica de Black as Night, lançado na semana passada, pode ser lida aqui. A segunda leva desse ano conseguiu ser superior da leva anterior (01) por ter criado um bom suspense e conversado com o telespectador com pautas reais, criando uma reflexão mais pé no chão. O que seria mais aterrorizante: O sobrenatural ou o ser humano? Madres trata bem de um assunto comum, porém ainda assusta quando pensamos até onde uma pessoa vai fundo na obscuridade.

Nos anos 70, um casal mexicano-americano, grávidos com sua primeira criança, se mudam para uma comunidade rural no interior da Califórnia. Quando a esposa começa a sentir estranhos sintomas e visões aterrorizantes, ela tenta descobrir se é algo relacionado a uma antiga maldição ou algo mais nefasto.

É totalmente normal encontrarmos uma explicação na religião quando a ciência não consegue explicar determinado evento. Quando você já tem uma crença firmada em sua mente, fica difícil encontrar uma explicação mais racional para certas situações na vida. Se grávidas não conseguem ter seus bebês, isso só pode ser culpa de alguma maldição. A trama se passou nos anos 70, mas poderia ser em pleno 2021. É interessante notar como o assunto é algo atemporal.

O roteiro de Madres foi jogando migalhas de pão para a gente tentar decifrar o que realmente estava acontecendo naquela comunidade, mas nada muito complexo que te faça queimar mil neurônios. Quando a revelação aconteceu, trouxe mais vida ao longa em mostrar que o verdadeiro mal está dentro de nós. Somos capazes de evocar o nosso pior lado e cometer o pior dos pecados. Seja nas piadinhas das mulheres em cima de Diana por não saber espanhol ou na verdadeira causa da baixa natalidade da região.

Para aproximar o público com o caso, eis que a história foi baseada em eventos reais. Madres queria contar que o plot twist não foi um artifício inventado para ficarmos chocados. Ele existe, mutila e mata. Pessoas reais foram acometidas de forma cruel e deliberada pelos responsáveis. Mesmo diante de denúncias, muita impunidade foi dada em resposta.

Resumo da colheita: Madres é uma boa pedida para quem curte assistir produções onde nem sempre o sobrenatural é a causa dos eventos estranhos e que também consegue cumprir a missão de trazer indignação com uma prática assombrosa. Objetivo alcançado com sucesso. O desfecho é satisfatório mesmo tendo uma ajuda do sobrenatural, mas retoma o controle da situação ao concluir que nenhuma prática chega realmente ao fim. Pelo contrário, só muda o responsável. Final sombrio, porém real.

Nota: 4/5

Madres já pode ser visto no Amazon Prime Video.

Categorias
Séries

Agora é oficial: Segunda parte da última temporada de The Walking Dead retorna em 20 de fevereiro de 2022

A AMC revelou nessa sexta-feira (08) um vídeo promocional inédito para o segundo bloco da atual e última temporada de The Walking Dead. Confira:

A primeira parte da série chegou ao fim no último domingo (03), totalizando oito episódios. Faltando então 16 episódios para o desfecho.

“Anteriormente em The Walking Dead, nossos sobreviventes confrontaram demônios do passado e combateram novas ameaças, com amizades e relacionamentos sofrendo com os crescentes danos colaterais que é o apocalipse. Alexandria está gravemente comprometida, deixou uma sombra da casa que um dia foi após uma carnificina e devastação deixada pelos Sussurradores.

Agora, todos os que vivem em Alexandria lutam para refortificá-la e alimentar seu crescente número de residentes, que incluem os sobreviventes da queda do Reino e do incêndio de Hilltop; junto com Maggie e seu novo grupo, os Guardiões. Alexandria tem mais gente do que consegue alimentar e proteger. A situação deles é terrível, pois as tensões aumentam com os eventos passados ​​e a autopreservação vem à tona dentro das paredes destruídas.

Eles devem garantir mais alimentos enquanto tentam restaurar Alexandria antes que ela entre em colapso, como inúmeras outras comunidades que encontraram ao longo dos anos. Mas onde e como? Mais abatidos e famintos do que nunca, eles devem cavar mais fundo para encontrar o esforço e a força para salvaguardar a vida de seus filhos, mesmo que isso signifique perder a sua.

Enquanto isso, sem o conhecimento daqueles em Alexandria, Eugene, Ezekiel, Yumiko e Princess ainda estão sendo mantidos em cativeiro por soldados misteriosos que são membros de um grupo maior e pouco falado.”  

A segunda parte da 11° temporada de The Walking Dead retorna em 20 de fevereiro do próximo ano, mas estará disponível no dia 13 no AMC+.

 

Categorias
Séries

Retorno de Angel, investigação e muitas cenas quentes marcam novo trailer de Verdades Secretas II

O Globoplay liberou ontem (06) o mais novo trailer da sequência da aclamada série Verdades Secretas. Veja abaixo:

Verdades Secretas II tem início quando Arlete (Angel) perde o marido Guilherme em um misterioso acidente de carro e Giovanna acaba de chegar de Paris. Desconfiada, a filha de Alex procura Angel para sugerir que ela matou Guilherme, primo dela, assim como a acusa de ter matado seu pai anos atrás. Cristiano, investigador particular, entra na trama para investigar a morte de Alex e acaba se envolvendo com Angel e Giovanna.

Os fãs não precisarão esperar muito para o retorno, pois foi confirmado para o próximo dia 20 com a primeira parte de 20 episódios.

Walcyr Carrasco volta a assinar o roteiro, assim como foi com Verdades Secretas (2015).

Categorias
Séries

Dragões são fazedores de Reis | House of the Dragon ganha seu primeiro teaser oficial

Após alguns meses da divulgação das primeiras imagens do spin-off dentro do universo Game of Thrones, o canal HBO liberou nessa terça-feira (05) o primeiro teaser de House of Dragon.

https://www.youtube.com/watch?v=JH45HA1Ekqg

A série encontra a dinastia Targaryen no ápice absoluto de seu poder, com mais de 15 dragões sob seu comando. Sabe-se que maioria dos impérios – reais e imaginários – desmorona de tais alturas. No caso dos Targaryen, sua queda lenta começa quase 193 anos antes dos eventos de Game of Thrones, quando o Rei Viserys Targaryen rompe com um século de tradição ao nomear sua filha Rhaenyra como herdeira do Trono de Ferro. Mas quando Viserys, mais tarde, torna-se pai de um garoto, a corte fica chocada quando Rhaenyra retém seu status de herdeira, e as sementes da divisão semeiam atrito em todo o reino. via: Gelo & Fogo.

Esse atrito dividirá Westeros em dois lados denominados Pretos e Verdes numa guerra civil chamada A Dança dos Dragões. Os relatos completos sobre essa época cheia de sangue, traições e confronto entre dragões podem ser lidos em Fogo & Sangue Vol.1.

House of the Dragon possui estreia confirmada em 2022.

Categorias
Serial-Nerd

A dualidade das personagens em Cruel Summer (2021)

Para quem não conhece ou não lembra, a Freeform ficou conhecida por exibir uma série que fez muita gente de trouxa: Pretty Little Liars. Neste ano, especificamente entre abril e junho, a emissora colocou Cruel Summer em sua grade de programação. Com uma temática voltada para o mistério, o fantasma de Pretty Little Liars veio assombrar para trazer uma grande dúvida na cabeça do telespectador: Cruel Summer valeu a pena ou era só uma armadilha? Eu digo com toda a certeza que valeu muito a pena ter assistido.

Cruel Summer acompanha a pequena cidade fictícia de Skylin, no Texas, onde a linda adolescente popular, Kate Wallis (Olivia Holt), é sequestrada sem deixar vestígios. Em 1995, uma garota tímida e nerd chamada Jeanette Turner (Chiara Aurelia), aparentemente sem nenhuma ligação a Kate, deixa de ser vista como uma doce garota e muda de personalidade completamente. Jeanette, aos poucos, assume tudo em relação a vida de Kate, os amigos, o namorado, a vida social, e acaba se tornando a menina mais popular da escola. Teria Jeanette uma conexão com o desaparecimento de Kate?

A sinopse conseguiu transmitir o mistério que pairou em seu ano de estreia sobre o que aconteceu com Kate e a provável culpada disso, pois o outro objetivo alcançado pela sinopse foi criar uma única suspeita: Jeanette. Tudo parecia muito óbvio, porém a série mostrou com maestria a clássica frase: Nem tudo é o que parece.

Esse mistério se tornou trilateral quando tiveram a excelente ideia de fragmentar a história em três anos:

  • 1993 mostrando a rotina normal das meninas em seus círculos de amizade e família. Aqui as cores das cenas estavam vivas e sempre tinham cenas ensolaradas como reflexo da áurea boa dos personagens;
  • 1994 começou a pesar no drama do desaparecimento repentino de Kate e o ambiente passou a refletir essa situação: O ensolarado não dava mais o tom e no seu lugar veio uma camada mais fria e o ambiente foi ficando cinza. As principais relações estavam fragmentadas e não era mais a mesma coisa. Mesmo assim, Jeanette estava tendo o seu momento ao sol através de uma mudança radical;
  • 1995 pesou ainda mais nessa camada mais fria e a paleta azulada chegava a sufocar pela sua densidade. A fagulha de esperança estava quase apagando e todos ainda estavam lidando com as consequências do desaparecimento.

Apesar dessa boa intenção em trazer uma dinâmica diferente para montar esse quebra-cabeça, alguns episódios ficaram confusos na montagem dos eventos 94-95. Principalmente quando começou a apresentação da perspectiva de Kate, mas prestando atenção nos detalhes acaba se localizando sem problemas.

O problema da primeira temporada ter tido dez episódios foi ter permitido que a trama ficasse arrastada em determinados momentos, causando então um certo cansaço e pressa por respostas relevantes.

O conceito de inocente e culpada apresentado em Cruel Summer fez-me lembrar da novela A Favorita, exibida pela Rede Globo entre 2008 e 2009. A trama também mostrava a dualidade de duas personagens principais (Donatela e Flora) e o público bancava o detetive para descobrir quem era a vilã e mocinha. Revelação esta que aconteceu eventualmente no folhetim das nove.

A série foi até mais fundo nisso: Kate e Jeanette conseguiram apresentar os dois lados da moeda em ambas. Não eram totalmente culpadas, porém também não eram inocentes. Suas atitudes questionáveis andavam de mãos dadas com as mais louváveis. Não posso dar muito spoiler, mas tem outra personagem que fecha essa trindade de personagens cinzas. Sem falar que as interpretações de Olivia Holt e Chiara Aurelia ajudaram bastante que o público se identificasse com o sofrimento das duas ao longo da série.

Resumo do mistério: Mesmo com deslizes comuns, a primeira temporada de Cruel Summer apresentou uma trama consistente e atraente com essa narrativa misteriosa. Com a segunda temporada confirmada pela Freeform, fica o hype para saber como será a próxima trama e torcer que não faça a gente cair no mesmo conto de Pretty Little Liars.

Ah, o último episódio tem uma cena extra.

Nota: 4/5

Cruel Summer está disponível no Amazon Prime Video.

Categorias
Serial-Nerd

1A de Gossip Girl (2021) tenta inovar, mas continua presa na energia do original (E isso é muito bom)

De um tempo para cá, estamos sendo bombardeados com inúmeras produções ressuscitando através de reboots, remakes, soft-reboots ou qualquer termo para oficializar que determinada série e/ou filme está de volta para o público. Considero compreensível quando a reação não é muito boa por parte de quem consumiu a produção original, porém não acho um pecado a ideia de trazê-la de volta. Dá para aceitar de braços abertos quando o revival é feito com carinho e atenção, ganhando o público novo e até quem sabe o mesmo de antes. Sucesso garantido. Depois de 9 anos do desfecho de Gossip Girl, eis que o HBO Max teve a ideia de trazer a fofoqueira mais ácida de Upper East Side de volta. Será que deu certo?

A equipe criativa tentou se separar, mesmo que brevemente, da série-mãe trazendo mais diversidade no elenco e foi um ponto positivo. Só que apesar dos personagens serem novos, fica fácil captar as personalidades do grupo original através das atitudes desses colegais ao longo da primeira parte da temporada. Fica um interessante jogo de detetive para lembrar quem já fez a mesma coisa durante as seis temporadas.

Outra diferença significativa foi trazer o vício nas redes sociais como uma pauta para o ano de estreia e com isso, modernizou Gossip Girl. Estamos 100% conectados com tudo e todos, então nada mais justo que a blogueira também tivesse o seu lugar ao sol no Instagram, conhecido como a Rede da Utopia. Lá tudo é perfeito e todos vivem maravilhosamente. Só que GG retornou com o lembrete de que tudo poderia desmoronar ao simples sopro do vento e/ou também com uma pequena ajuda sua.

A revelação sobre quem era Gossip Girl aconteceu da forma mais rápida possível, ao contrário da série anterior que levou bastante tempo para o plot twist acontecer (E até hoje continua controverso). A recepção do público em saber que os professores ficariam responsáveis por todo o caos que veio a seguir foi recebida de forma mista. A ideia até pode parecer sem sentido, mas estamos falando de professores frustrados com o tratamento errático de seus alunos ricos. Era o momento da virada de conseguir o respeito mesmo que indiretamente.

Se alguns elementos vieram para diferenciar com GG original, algumas outras permaneceram como uma lembrança que ainda estávamos diante dos mesmos dramas charmosos e também irritantes da elite. A rivalidade iô-iô das irmãs Julien e Zoya era um dos plots que cansavam de jogar na nossa cara e acabavam deixando personagens interessantes de lado em prol de vermos as duas sendo amigas agora, mas depois virando rivais em poucos segundos. Tudo isso com o gomadinho Otto entre as duas.

Luna foi a personagem que mais cativou e tudo indica que a segunda parte teremos mais destaque para ela. Quem caiu no gosto do público também foi o trio Aki-Audrey-Max com toda a tensão sexual que exalava entre eles, além da excelente química entre os atores. +desse trio e -do outro trio, por favor.

O que seria da continuação sem nossa querida Kristen Bell, não é mesmo? A atriz que emprestou sua voz para as narrações retornou e continuou mostrando o motivo de GG ser tão irresistível ao divulgar suas fofocas. Referências aos personagens antigos também foram agradáveis de ver e ajudou a manter a conexão entre as duas séries.

Resumo da fofoca: O soft-reboot de Gossip Girl tentou inovar ao trazer ideias que não tinham aparecido na série original, mas não conseguiu se livrar da áurea da mesma. E isso é bom demais, pois a graça era acompanhar todos os dramas, as tretas e inúmeras coisas que apareciam a cada episódio. Xingávamos e amávamos, então era uma relação de amor e ódio com a série-mãe. Assim como está sendo com a nova versão.

Nota: 3/5

A segunda parte de Gossip Girl retorna em novembro pelo HBO Max. Até lá, xoxo!

Categorias
Tela Quente

Black as Night (2021): A aposta no humor para contar uma história sobre vampiros

Depois de um ano de espera, eis que a parceria do Amazon Prime Video com o conceituado estúdio Blumhouse Productions retornou para a próxima rodada com mais 4 filmes de terror. Começando ontem (01) com o lançamento de Bingo Hell e Black as Night na plataforma de streaming e vou falar um pouco do que vocês podem esperar do segundo filme.

Parecia mais um verão comum em Nova Orleans, mas tudo mudou quando uma jovem foi atacada por vampiros sem-teto. Agora, ela vai se unir com seu melhor amigo, o garoto por quem ela sempre teve um crush e uma garota rica peculiar em busca de vingança contra os vampiros da cidade.

aviso de antemão para quem estava esperando uma produção imersa no horror: Black as Night não tem nada disso. O roteiro assinado por Sherman Payne resolveu contar essa história de vampiros de uma forma mais humorada através de determinadas cenas que beiram ao ridículo e isso não é um demérito. Achei bastante válido como foi usado e trouxe um pouco de diversão com a caçada realizada pelos personagens principais.

O vício nas drogas e a desvalorização do bairro pós-Katrina foram as pautas desenvolvidas no longa sob o olhar de Shawna, onde precisa lidar com sua mãe viciada e quando menos espera, suas férias mudam drasticamente após ser atacada ao sair de uma festa.

A história vai se desenrolando através de clichês já conhecidos com essa temática e ainda arruma espaço para brincar com os principais elementos da mitologia dos vampiros. Como eu disse, tudo com um cunho humorístico. Existem sim diálogos que passam um certo ar de seriedade até para lembrar o propósito dessa missão suicida.

Não espere atuações fantásticas do elenco juvenil, mas destaco a participação de Fabrizio Zacharee Guido por ter ficado responsável pela maioria dos diálogos engraçados. O longa teria ficado muito mais apático sem ele como alívio cômico. O tipo de amigo que entende do plano ser perigoso, mas mesmo assim vai junto por causa da amiga.

Vale mencionar a colocação do personagem de Keith David sobre a criação de seu exército num bairro deteriorado e remete diretamente ao racismo e gentrificação. Pessoas que sempre foram invisíveis tendo a chance de estarem numa situação menos lamentável que antes e terem algum propósito, mesmo que este envolva se alimentar de humanos. Isso acaba trazendo um ar moderno no longa que traz seres milenares e uma região com certa elegância histórica como é Nova Orleans.

Resumo da caçada: Esquecendo a seriedade para tratar das criaturas da noite, Black as Night vai direto ao ponto em apostar na galhofa para contar sua história para o telespectador. Então, nada de criar expectativas demais e depois ficar decepcionado com o resultado. O trailer já deixava claro de como seria a proposta do filme. Apenas aperte o play e divirta-se!

Nota: 3/5

Black as Night já pode ser visto no Amazon Prime Video.

Categorias
Cinema Serial-Nerd Séries Tela Quente

Paramount+ | Madame X e segunda temporada de Star Trek: Lower Decks são os destaques de outubro

Setembro chegando ao fim e o Paramount Plus já liberou o que veremos de novidade em outubro. Desde o documentário da Madonna até Legado Explosivo ou acompanhar a segunda temporada de Star Trek: Lower Decks.

01/10

No Limite

Um famoso chefão do crime força dois ladrões de carros lendários a roubar um veículo para recuperar sua liberdade. Junto com duas lindas mulheres, a equipe tem uma semana para realizar o ousado assalto ou arriscar perder tudo, inclusive a vida.

Legado Explosivo

Tom Carter é um especialista em demolição e uma lenda entre os criminosos. Ele conseguiu roubar uma fortuna sem nunca ter sido pego, mas tudo muda quando ele se apaixona por Annie e decide deixar o crime para trás. Disposto a mudar de vida, Tom aceita se entregar para a polícia em troca de uma sentença reduzida. Mas ele não imaginava que seria enganado por agentes corruptos do FBI, que o incriminam por um assassinato e o obrigam a fazer justiça com as próprias mãos para limpar o seu nome.

Santiago dos Mares (Primeira temporada)

O capitão Santiago, o sapo Kiko, o primo Tomas e a sereia Lorelai levam um navio pirata mágico em heroicas missões marítimas, levando na esperteza os vilões e inimigos que encontram ao longo do caminho.

08/10

Madame X

Filmado em Lisboa, Portugal, local que influenciou criativamente Madonna no disco homônimo. O documentário apresenta encantadoras performances da turnê da rainha do pop e, assim, somos levados em uma jornada íntima e audaciosa ao lado da cantora.

Drama Club (Primeira temporada)

Comédia de estilo pseudo-documentário sobre o funcionamento interno de um clube de teatro do ensino médio.

14/10

Guilty Party (Primeira temporada)

Uma jornalista desacreditada e desesperada para salvar sua carreira que se apega à história de uma jovem mãe condenada à prisão perpétua por mutilar e assassinar seu marido, crimes que ela afirma não ter cometido. Tentando descobrir a verdade, Beth se encontra em apuros enquanto luta contra os contrabandistas de armas do Colorado, a cultura do clickbait, a estagnação do casamento e seu próprio passado sombrio.

https://www.youtube.com/watch?v=8cSLxMT9VN4&ab_channel=JoBloStreaming%26TVTrailers

23/10

Club 57 (Segunda temporada)

Os irmãos Eva e Ruben acidentalmente viajam no tempo para 1957. Eva se apaixona por JJ e decide ficar, mas sua decisão desencadeia um efeito borboleta de mudança de vida.

27/10

Star Trek: Lower Decks (Segunda temporada)

Em 2380, a tripulação de apoio do USS Cerritos, uma das naves menos importantes da Frota Estelar, deve manter suas tarefas usuais e vida social enquanto uma multidão de anomalias abala a nave.

https://www.youtube.com/watch?v=IX2lvDNxfBY&ab_channel=Setozy

30/10

The Bite (Primeira temporada)

Segue a vida de duas vizinhas, Rachel e Lily, enquanto elas embarcam em tempos sem precedentes quando uma nova cepa mortal de um vírus chega. Navegando no novo normal na cidade de Nova York, Rachel trabalha em casa fazendo malabarismos com seus clientes de telemedicina e um casamento instável com seu marido, Dr. Zach , que tem um trabalho de prestígio a quilômetros de distância, em Washington DC. E Lily tenta convencer sua clientela de Wall Street de que seu conjunto de habilidades específicas ainda é tão valioso por meio de uma tela de vídeo quanto em pessoa.

Fiquem de olho para os próximos lançamentos aqui na Torre de Vigilância. Confira também:

Amazon Prime

Disney Plus

Netflix

Categorias
Cinema

Venom: Tempo de Carnificina | Críticos elogiam atuação de Tom Hardy e classificam sequência como hilária e violenta

Faltando pouco para a sua estreia nos cinemas, as primeiras reações de Venom: Tempo de Carnificina foram lançadas na internet e tudo indica que veremos uma sequência muito boa. Confira:

Mais tweets abaixo:

Via: The Direct

Em Venom – Tempo de Carnificina, depois de um ano dos acontecimentos do primeiro filme, Eddie Brock (Tom Hardy) está com problemas para se acostumar na vida com Venom. Eddie tenta se restabelecer como jornalista ao entrevistar o serial killer Cletus Kasady, também portando um simbionte chamado Carnificina e que acaba escapando da prisão após sua execução falhada.

No elenco: Tom Hardy, Stephen Graham, Woody Harrelson, Michelle Williams e Naomie Harris.

Ansiosos para a sequência de Venom? Não precisam esperar muito, pois dia 7 de outubro começará o circuito de Venom: Tempo de Carnificina nos cinemas.

Categorias
Serial-Nerd

AHS: Double Feature (Red Tide) e a escassez da pílula preta para encerrar de forma positiva a primeira parte

Tenho a leve impressão de que algumas pessoas possam concordar com o título que abre essa crítica. Ainda mais aqueles que continuam reféns, assim como eu, de tudo que envolva a franquia American Horror Story. Ao bem da verdade, estamos cansados de prever com exatidão a direção torta que cada temporada seguirá após um primoroso início. Chega a ser clichê todo ano soltarmos frases como: Ah, vamos esperar em qual episódio tudo desandaráFalei que iria estragar tudoMurphy e cia., vão se tratar!. A qualidade das nove temporadas anteriores sempre foi bastante polarizada, mas não estou aqui para falar delas. Vim em paz (ou não) para comentar brevemente da atual décima temporada que encerrou há quase uma semana sua primeira parte.

Seguindo a tradição, Double Feature é o subtítulo da temporada e Red Tide foi o nome dado para a Parte I. Em relação ao tema, não tenho do que reclamar. O visual não deixou a desejar em nenhum momento, pois a ambientação litorânea se tornou um essencial personagem para contar para nós o que precisávamos saber sobre o local junto com seus habitantes misteriosos. O tom melancólico ditou as regras principalmente nos ambientes externos e ajudou a criar o clima necessário para que comprássemos a ideia dessa primeira parte sobre a Maré Vermelha.

A ganância do ser humano para conseguir os seus objetivos foi a pauta e trouxe uma questão que traz muita reflexão: Somos talentosos ou pensamos que somos?. Cada personagem tinha fome de poder e sucesso, pois acreditavam no seu potencial. Ou queriam acreditar apenas para terem algum norte a seguir e não ficarem vagando enquanto a vida passa diante de seus olhos. Esse tema não é original, porém como o assunto foi tratado aqui foi mais um elemento que tornou Red Tide excelente até sua derrapada habitual.

O elenco de American Horror Story sempre foi bastante versátil em trazer novos ângulos para seus personagens apesar de seus rostos já serem conhecidos desde Murder House (2011). Vou continuar rasgando elogios para Sarah Paulson, Lily Rabe e Frances Conroy, que seguem dando um show de interpretação. Não posso deixar de mencionar também Leslie Grossman, pois essa nasceu para interpretar personagem ácida. Evan Peters e Finn Wittrock estão ok em seus respectivos papeis. Angelica Ross entregou uma ótima interpretação como a Química e com isso, ajudando a criar diversas teorias entre os fãs sobre a possível ligação com Death Valley (Parte II).

Macaulay Culkin estava ótimo como Mickey, mas a estrela foi a atriz mirim Ryan Kiera Armstrong. Ela conseguiu trazer uma excelente Alma Gardner com facetas excelentes de personalidade. Quando a temporada começa, temos uma Alma fofa e dedicada. Com a trama avançando, conhecemos um lado mais perverso dela. Você só queria um destino cruel para Alma e tudo isso foi possível pela atuação ótima de Ryan.

O público ficou surpreso positivamente com  o roteiro em Red Tide e também fui atingido com esse sentimento. Por ter somente seis episódios, não teve aquela trama arrastada para revelar os pontos cruciais da história. Desde o episódio duplo que abriu a temporada até o quinto episódio, a qualidade era inegável. Claro que com algumas ressalvas em certas situações, mas isso não tirou o gosto bom que ficou. Blood Buffet (S10E04) e Gaslight (S10E05) foram os melhores episódios.

Era para ser um desfecho satisfatório, mas acabou dando tudo errado. Winter Kills (S10E06) foi desajeitado do início ao fim em seus quase 40 minutos e o espectador não conseguiu tirar proveito de quase nada do que foi resolvido na trama das pílulas pretas. Boa parte do que aconteceu daria para ter mudado para melhor. Muito melhor!

A esperança é que Death Valley não repita esse erro em sua conclusão, mas se for depender da mente alucinada de Ryan Murphy e cia. já sabemos o que nos aguarda no Vale da Morte.

Nota: 4/5

Então, o que preferem: Pílula preta, azul ou vermelha?