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Devir Brasil Anuncia os Relançamentos de A Liga Extraordinária

E a Liga Extraordinária de Alan Moore está de volta! A Devir Brasil anunciou o relançamento de as edições A Liga Extraordinária 1898 e A Liga Extraordinária Século: Integral. A série foi criada por Moore e pelo desenhista Kevin O’Neill e teve o seu início em 1999. Nela conhecemos a mais nova força da Inteligência Britânica que reúne nomes notáveis da literatura e cultura mundial.

A Liga Extraordinária Século: Integral

O século XIX, findando com um floreio de Moriarty e marcianos, deixou a divisão da Inteligência Militar sob o comando de Mina Murray em estado de petição de miséria. Embora ela e seu amante Allan Quatermain tivessem alcançado a juventude eterna, e recrutado novos talentos como o transexual imortal Orlando, o caçador de fantasmas Thomas Carnacki e o ladrão de casaca A. J. Raffles para substituírem seus colegas desaparecidos ou mortos, seu antigo aliado Capitão Nemo retirou-se para degradar-se num brutal isolamento em sua ilha pirata no Pacífico.

Agora estamos nos primórdios de um novo e insólito século, e surgem forças com o intuito de destruir o grupo Murray, a nação e, com certeza, o mundo, mesmo demorando cem anos para essa ameaça apocalíptica desastrosamente se concretizar. Dos salões misteriosos e cais assombrados por atrocidades do ano 1910, passando pelos submundos psicodélicos, místicos e criminosos de 1969 até chegar às ruas financeira e culturalmente desoladas de 2009, os restos esfacelados da srta. Murray e sua Liga têm de enfrentar não só a mão oculta do seu adversário imortal, como também o colapso psicológico e ético correspondente a essa nova era. E, claro, uma porção de coisas pode acontecer em um SÉCULO!

A edição reúne as graphic novels: A Liga Extraordinária Século: 1910, A Liga Extraordinária Século: 1969 e A Liga Extraordinária Século: 2009. Tem formato 19 x 26 cm, 304 páginas e tradução de Marquito Maia.


A Liga Extraordinária: 1889

 

Londres, 1898. A Era Vitoriana chega ao fim e o século XX se aproxima. É uma época de grandes mudanças e de estagnação, um tempo de completa ordem e caos total. Uma era em busca de campeões. Allan Quatermain, Capitão Nemo, Hawley Griffin, Dr. Henry Jekyll, Sr. Edward Hyde e a Srta. Mina Murray são esses campeões e, juntos, formam a inusitada Liga Extraordinária. Recrutados pelo enigmático Campion Bond, sob ordens do nebuloso “M”, estes seis aventureiros agem a serviço do Império Britânico na sua hora de maior necessidade.
Agora, eles enfrentarão o nefasto “Doutor” e seu maligno plano de dominação mundial. E logo em seguida há uma ameaça ainda mais perigosa caindo do firmamento dentro de gigantescos cilindros de metal vindos da escuridão de um mundo distante. Mas nem tudo é o que parece. Outros fatores misteriosos e muito além do controle estão em ação. E uma trama sem igual tem início…

Reúne The League of Extraordinary Gentlemen volume 1, edições 1-6 e volume 2 e edições 1-6. E tem formato 19 x 26 cm, 528 páginas, capa dura e a tradução de Leandro Luigi e Marquito Maia.

A edição brasileira fez muito sucesso com os colecionadores por causa de seus extras exclusivos: Sobrecapa que se transforma num inusitado e divertido “jogo de tabuleiro”; Os principais personagens da Liga para recortar e jogar; Coleção de 06 cartões-postais e Coleção de 09 cards.

Além dessas edições, a Devir Brasil já publicou as outras edições A Liga Extraordinária: Dossiê Negro, A Tempestade e 1969.

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Conheça os Vencedores do Troféu HQMIX de 2020

Foram divulgados os vencedores do Troféu HQMIX desse ano. A 32ª edição teve a consolidação da editora Pipoca & Nanquim levando o prêmio na categoria Editora do Ano e também estreantes, como a Editora Comix Zone que levou por O Eternauta 1969, na categoria Edição Especial Estrangeira. A Butantã GibiCon foi eleita o melhor Evento de Quadrinhos.

O homenageado desse ano como Grande Mestre é Miguel Paiva, criador da personagem Radical Chic, que foi a estatueta do troféu deste ano.  Confira abaixo os vencedores:

Adaptação para os quadrinhos: Travesti (Veneta)

Arte-finalista nacional: Shiko (Três Buracos)

Colorista nacional:
Wagner William (Silvestre)

Desenhista nacional:
Jefferson Costa (Roseira, Medalha e Engenho)

Edição especial estrangeira:
O Eternauta 1969 (Comix Zone)

Edição especial nacional:
Roseira, Medalha e Engenho (Pipoca & Nanquim)

Editora do ano:
Pipoca & Nanquim

Evento:
Butantã Gibicon

Exposição:
Angola Janga de Marcelo D´Salete em Angola/Moçambique

Livro teórico:
Mulheres & Quadrinhos por Dani Marino e Laluña Machado

Novo talento – desenhista
(será revelado na hora da premiação)

Estão concorrendo:
Andre Luis da Silva Pereira (Tuhu e o Andarilho do Tempo)

Brendda Maria (Cais do Porto)
Deborah Salles (Viagem em volta de uma ervilha)
Fabio Quill (Amálgama)
Gio Guimarães (Hologramas)
Gleisson Cipriano (Caçada Azul)
Greg (O obscuro fichário dos artistas mundanos)
Gustavo Novaes (A Cabana)
Juliana Fiorese (Lenora)
Natália Vulpes (A Casa da Lua Cheia)
Renato Dalmaso (O Elísio: Uma Jornada ao Inferno)
Victor Harmatiuk (Shimra)

Novo talento – roteirista (Será revelado na hora da premiação)


Estão concorrendo:
Al Stefano (Salseirada)

Amanda Miranda (Tabu)
Caru Moutsopoulos e Caroline Favret (A Cabana)
Gabriela Antonia Rosa (Shimra)
Guilherme Match (Kophee)
Jefferson Costa (Roseira, Medalha e Engenho)
Marília Marz (Indivisível)
Mille Silva (Doce Jazz)
Rafael Marçal (Filhote de Mandrião)
Renato Dalmaso (O Elísio)
Silva João (HQ de Briga)
Eliane Bonadio (Hologramas)

Produção para outras linguagens: Turma da Mônica: Laços – O Filme (Cinema)

Publicação de aventura/terror/fantasia:
Gibi de Menininha 2 (Zarabatana)

Publicação de clássico:
AKIRA 6 (JBC)

Publicação de humor:
Hell, No! Bem-vindo ao inferno (Balão)

Publicação de tiras:
Batatinha Fantasma (Independente)

Publicação em minissérie:
AKIRA 6 (JBC)

Publicação independente de autor:
São Francisco

Publicação independente de grupo:
VHS – Vídeo Horror Show

Publicação independente edição única:
Último Assalto

Publicação infantil:
Como fazer amigos e enfrentar fantasmas (Independente)

Publicação juvenil:
Tina – Respeito (Panini)

Publicação mix:
Mulheres & Quadrinhos (Skript)

Roteirista nacional:
Daniel Esteves (Último assalto e Sobre o tempo em que estive morta) e Fefê Torquato (Tina: Respeito)

Web quadrinhos:
Bendita Cura

Web tira:
Tirinhas do Silva João

Projeto editorial:
Coleção Batman Noir (Panini)

Projeto gráfico:
Cartas para Ninguém (Padê)

Relevância internacional:
Sirlene Barbosa e João Pinheiro

Mestre:
Miguel Paiva

Grande contribuição do ano:
Exposição: O Pasquim 50anos

Grande contribuição do ano:
Site “O Pasquim” Da Biblioteca Nacional

Homenagem:
Cada Passo Importa

Homenagem:
Ivan Freitas da Costa

Homenagem:
20 anos do Universo HQ

TCC:
Leandro Carlos Blum. “Quadrinhos e matemática: algumas possíveis construções usando a imaginação”.

Mestrado:
Cátia Ana Baldoíno da Silva – “O tempo multidimensional nos quadrinhos: um estudo das estratégias narrativas em Here, de Richard McGuire”

Doutorado:
Vinícius da Silva Rodrigues “Quadrinhos no Rio Grande do Sul: um momento decisivo – o humor gráfico em debate & as produções de Sampaulo, Santiago e Edgar Vasques na formação de um polissistema.”

A novidade desta edição é que as categorias de “Novo Talento Desenhista” e “Novo Talento Roteirista” só serão reveladas durante a transmissão, em 12 de dezembro.

A cerimônia do HQMIX será virtual com apresentação do Serginho Groisman, padrinho do evento, e da dupla Gual e Jal, criadores do troféu.

Parabéns para todos os vencedores.

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Apagão, da Editora Draco, Ilumina e Reflete a Mudança da Sociedade Atual

Nos anos de 2014 e 2015, o roteirista Raphael Fernandes imaginou como seria o mundo se caíssemos em um caos total sem luz. Como a sociedade suportaria tendo que abrir mãos de todas as “maravilhas” tecnológicas, que faz mais parte das nossas vidas, e ao mesmo tempo ter as autoridades não se pronunciando sobre a situação. E ao mesmo tempo diversas vozes e grupos surgindo para demostrarem seus ideais e exemplos de como a lei deve ser.

Ou como eles acham que a lei deve ser.

As edições Apagão – Ligação Direta e Cidade Sem Lei/Luz apresenta no melhor estilo dos quadrinhos de The Walking Dead, onde o ser humano pode chegar e como ele pode se organizar em um lugar sem regras. Ou melhor, em um lugar onde cada um faz a sua própria lei, ideologia, regra e as apresentam como superior em cima das outras. Muitas vezes (ou na maioria delas) essas leis ou ideologias são empurradas goela a força dos mais fracos. Como pequenas ditaduras que se formam por territórios, à la Mad Max, buscando a sobrevivência do mais forte ou simplesmente colocarem para fora o pior de si.

O clima da São Paulo sem luz é aterrorizante e te faz pensar como você sobreviveria naquela situação distopica. A arte de Camaleão é gigante e os personagens, principalmente os Macacos Urbanos, que parecem que vão saltar da página em cada lance de capoeira. A mesma emoção e sentimento temos nas cenas de perseguições, ou nas pancadarias em auto velocidade das Irmãs Canivete. E do mesmo jeito em que os personagens parecem saltar, a arte te leva para vivenciar as ruas escuras e sujas da cidade. O constante pensamento de que não saber o que encontrar virando cada beco escuro ou página faz o leitor aprofundar mais na história.

Eu não li Apagão quando foi lançado. Somente agora consegui ler as HQs e considerando os fatos das gangues, as ideologias de algumas como Guardiões da Moral e dos Filhos de Deus, podemos afirmar que essas gangues já estão por aqui proliferando as suas ideologias. Racistas, nazistas, religiosas ditatoriais e até mesmo narcisistas. O que Raphael Fernandes escreveu lá em 2015 foi uma previsão do que surgiu nos esgotos de alguns fóruns de internet e de pessoas que se reuniam secretamente. E que por meio de personalidades e políticos A e B tiveram a coragem de começar a sair dos seus armários.

 

 

De lá para cá, o universo de Apagão cresceu, ganhou audiobook interativo Apagão – Entre o lobo e o cão. Narrado por Guilherme Briggs, o áudio-jogo se passa durante uma série de protestos políticos contra e a favor do presidente do Brasil. E vemos a jovem Heloísa no meio da calamidade, sendo obrigada a duas escolhas: salvar sua namorada que está presa em no elevador de um hospital próximo, ou voltar para o Capão Redondo e levar a insulina para a sua avó debilitada. O jogo foi produzido pela Rede Geek e você pode conferir AQUI.

E agora mais uma edição intitulada Apagão – Fruto Proibido, com desenhos do Abel e cores da Fabi Marques, e um belo card game Apagão – Ruas de Fúria criado por Gustavo Barreto e que será publicado pela FunBox Editora. O jogo foi ilustrado por Abel e Tiago Palma, além da arte da capa ser do Camaleão. Você pode conferir e apoiar a campanha no Catarse clicando AQUI.

Se algum dia a luz será ligada no universo de Apagão, somente o Raphael Fernandes pode falar. Mas acredito que ainda temos muito o que andar, correr, saltar e discutir sobre as ideologias das gangues e de como assustadoramente elas se aproximam da nossa realidade.

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Detective Comics Quadrinhos

E quando Maradona foi personagem de Mauricio de Sousa? Conheça a Turma do Dieguito

Eram o começo dos anos 80, quando o jovem Diego Maradona começava a ser considerado o melhor jogador da época, sua passagem para ir defender a camisa do Barcelona já estava pronta. Então em um encontro realizado na concentração da seleção argentina, Mauricio de Sousa teve apresentou uma proposta para El Pibe. Lá ele manifestou a vontade de transformar o jogador em personagem em quadrinhos.

Já existia, nessa época, o Pelezinho. Sucesso nos quadrinhos no Brasil, o projeto idealizado por Mauricio de Sousa era seguir os mesmos passos do brasileiro mas buscando atingir um publico argentino. Foram feitos testes e até um desenho animado foi produzido, a animação foi guardada para lançar em um melhor momento. A tática de guardar valeria a pena, depois de um amistoso da seleção argentina conta a Inglaterra, com mais um show de Maradona, o empresário Jorge Fisbein, representante de Maurício no país hermano, alegou que estavam com uma mina de ouro nas mãos. O brasileiro tinha acabado de recusar uma proposta de 500 mil dólares de um grupo italiano pelos direitos.

A animação foi exibida no La Noche del 10, programa de TV de Maradona, bem no dia em que ele recebeu o brasileiro Pelé. Confira abaixo:

 

O lançamento seria simultâneo na Argentina, Espanha e Itália. E não tinha previsão de chegar nas bancas brasileiras. As histórias de Dieguito Maradona (essa foi uma das exigências do jogador, de não chamar o personagem de “Maradoninha”), ou Turma do Dieguito, iam reunir momentos da infância do jogador, tendo como cenário os campos de futebol, ao lado de criações baseadas em amigos e familiares do atleta. Os personagens se chamariam El Negro, Vaquita, Peluza, Bombolito, Coloradito, Choco, Flaquito, Sylvia, Morena, Rosita e Chena.

Porém o projeto não foi para frente. As inúmeras transferências de carreira de Maradona, comprometeram o planejamento. Mas o seu comportamento fora campo também foi um fator importante para o Dieguito Maradona ficar para escanteio. Maradona frequentemente se envolvia em polêmicas com jornalistas, drogas, bebidas, violência etc.

Pela conta do Twitter da Turma da Mônica, Mauricio de Sousa lamentou a recente morte de Maradona e falou um pouco sobre o projeto, de como o jogador foi solicito e ainda sugeria temas para as histórias. Mauricio disse que todo o material foi encaminhado para a família do jogador.

E hoje, dia 25 de novembro de 2020, Diego Maradona veio a falecer de aos 60 anos em sua casa em Tigre, cidade vizinha de Buenos Aires, depois de sofrer uma parada cardiorrespiratória.

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Mafalda – Feminino Singular está sendo publicado pela WMF Martins Fontes

A editora WMF Martins Fontes está publicando Mafalda – Feminino Singular, uma nova antologia da icônica personagem criada pelo cartunista argentino Quino. Mafalda foi criada originalmente em 1963, para uma propaganda de eletrodomésticos Mansfield, porque o nome da personagem deveria começar com MA, para lembrar o nome da empresa. Mas as publicações em forma de tirinhas só começou mesmo em 1964.

Uma antologia de tiras da Mafalda em que a personagem questiona o papel e o espaço da mulher no mundo, começando em casa. Como diz a jornalista Patricia Kolesnicov no prefácio, o aspecto mais explicitamente feminista de Mafalda é que “o familiar – o pessoal – é político”. A edição apresenta discussões sobre movimento feminista, maternidade, estereótipos e masculinidade tóxica, entre outros

É uma boa oportunidade para começar, para quem ainda não tem, a ler Mafalda. A menina que fala o que pensa e sempre coloca os adultos em situações embaraçosas, com sua opinião, visão bastante critica da realidade. Quino, o seu criador, faleceu no final do último mês de agosto, aos 88 anos.

Mafalda – Feminino Singular tem formato 21 x 21 cm, 108 páginas, capa cartonada e o valor de R$ 39,90.

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Elogiada Minissérie da Lois Lane, escrita por Greg Rucka, é publicada no Brasil

A Panini começou a pré-venda de Lois Lane – Inimiga do Povo, elogiada série que tem roteiro de Greg Rucka. A minissérie foi publicada originalmente em 12 edições nos EUA entre 2019 e 2020. Rucka pega sua experiência em trabalhar com personagens mais “secundários” de importantes universos (como ele fez com Gotham Central) e transforma em grandes histórias. Esse ponto foi muito elogiado lá fora.

Mas as comparações ficam somente por aí, pois Lois Lane é uma série sobre seres humanos lidando com grandes poderes e situações complexas. O roteirista nunca se esquece da humanidade de cada personagem na página e, assim, consegue transformar os elementos do super-herói em uma metáfora para conflitos relacionáveis ​​em nosso próprio mundo.

A trama mostra a repórter descobrindo o mais perigoso segredo no Universo DC… e agora precisa de provas. Após uma coletiva de imprensa na Casa Branca e carregando um segredo que pode abalar a vida do Homem de Aço, Lois Lane embarca em uma jornada para impedir uma ameaça a seu marido e desvendar uma conspiração que chega aos mais altos escalões internacionais de poder. Os desenhos são de Mike Perkins.

Lois Lane – Inimiga do Povo tem formato 17 x 26 cm, 296 páginas, capa dura e o valor de R$ 104,00. A edição reúne a minissérie completa.

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Devir Brasil Começou a Venda do Penúltimo Volume de The Boys

E mirando a reta final de The Boys aqui no Brasil, a Editora Devir Brasil começou a venda do volume 11, a penúltimo edição da série criada por Garth Ennis e Darick Robertson que foi publicada originalmente entre 2006 e 2012. As seis primeiras edições foram publicadas pela DC Comics, através de sua linha editorial WildStorm, depois todo o restante foi pela Dynamite Entertainment.

Os Rapazes se preparam para um último e terrível confronto quando o Patriota finalmente decide colocar seu exército de super-heróis contra as forças armadas norte-americanas. A batalha chega até a Casa Branca, o Francês e a Fêmea entram em ação e Hughie enfrenta seus horrores pessoais. Enquanto isso, Leite Materno corre contra o relógio para revelar o maior e mais hediondo segredo do Programa de Super-Heróis do Con­glomerado. E Billy Carniceiro está muito perto de se vingar do assassino de sua esposa… mas para isso ele vai ter que pegar o miserável.

Em 2019, o quadrinho foi adaptado pela Amazon Prime Vídeo, tornando-se um dos carros chefes do serviço de streaming. A Devir Brasil está republicando toda a série, inclusive o Volume 12, que encerra a série, já se encontra em pré-venda.

The Boys – Volume 11 – No Topo da Colina com as Espadas de Mil Homens tem formato 16,5 x 24 cm,168 páginas, capa cartão e tradução de Marquito Maia.

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Cais do Porto, da Brendda Maria, está à venda pela Conrad Editora

Já começou a venda de Cais do Porto, HQ da quadrinista Brendda Maria que está sendo publicada digitalmente pela Conrad Editora. O elogiado quadrinho da Brendda narra uma linda e sensível história de amizade entre garotas em fortaleza.

Em Cais do Porto, acompanhamos as amigas Clara e Gi se reencontrando, por acaso, anos depois de separadas por rumos diferentes. Com seu traço delicado, Brendda Maria conta uma história sobre as perdas e achados da vida que parece próxima a qualquer um de nós, como se fôssemos uma terceira amiga ou amigo sentados no banco de trás do ônibus. Uma narrativa sensível com uma viagem pelas ruas de Fortaleza e pelo passado.

A edição é totalmente colorida e a versão digital da Conrad inclui uma história “de sobremesa” que se passa no bairro da Liberdade.

Natural de Aracati, no Ceará, você pode conhecer mais trabalhos da Brendda Maria, como o atual Apartamento 501, por sua conta no Twitter ou no Instagram.

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Conheça os Selecionados para o ProAc 2020

Foram divulgados os projetos de quadrinhos escolhidos para o ProAc deste ano, o Programa de Ação Cultural é uma legislação de incentivo à cultura do Estado de São Paulo, criada em 2006. O ProAc financia atividades artísticas como teatro, dança, circo, audiovisual, quadrinhos entre outros. O projeto tem uma importância enorme para os quadrinhos nacionais, tanto que nos anos de 2010 e 2015 venceu o Troféu HQ Mix na categoria Grande Contribuição.

O ProAc havia estabelecido que no mínimo 20% do montante total devem ser disponibilizados para projetos de autores nunca antes publicados, abrindo assim um leque para novos artistas. E que 50% do valor serão destinados a proponentes sediados ou domiciliados no município do Estado de São Paulo que não seja a capital. E que no mínimo metade dos projetos selecionados precisam ser de autores que não foram selecionados no edital anterior.

Confira a lista por ordem de classificação e a pontuação média de cada projeto:

Morte, de Carlos Ruas Produções Ltda, de São Paulo/SP – Pontuação média: 9,53;

Coleira – Dia da Caça, de Gabriel Phelipe Teixeira, de Ibitinga/SP – Pontuação média: 9,53;

Grilhões, de Diógenes Miguel das Neves, de Santo André/SP – Pontuação média: 9,4;

Saros 136, de Alexey Dodsworth Magnavita de Carvalho, de São Paulo/SP – Pontuação média: 9,19;

A. A. São Geraldo: Pretos em Campo, de Coletivo LudoGriô, de Osasco/SP – Pontuação média: 9,03 (primeira HQ);

Barrela – Plínião em Quadrinhos, de Ricardo Martins de Barros, de São Paulo/SP – Pontuação média: 9,03;

Haya e o tempo, de Pedro da Silveira Cobiaco, de São Paulo/SP – Pontuação média: 9,01;

Gioconda, de Felipe Recchia Pan, de São Bernardo do Campo/SP – Pontuação média: 9 (primeira HQ);

Orixás – Os Nove Eguns, de Alexandre Miranda Silva (Alex Mir), de Mauá/SP– Pontuação média: 8,97;

Carrapicho, de Carlos Avalone, de Santos/SP – Pontuação média: 8,94;

Super-Zé, de José Roberto Torero Fernandes Junior, de São Paulo/SP – Pontuação média: 8,9;

Jardins Suspensos do Fim do Mundo, de Perkins Teodoro Moreira, de São Paulo/SP – Pontuação média: 8,85 (primeira HQ);

João Verdura e o Diabo, de Marcel Carvalho Bartholo, de Sorocaba/SP – Pontuação média: 8,79;

Bertha Lutz e a Carta da ONU, de Angélica Kalil, de São Paulo/SP – Pontuação média: 8,77 (primeira HQ);

Jana das Selvas – O retorno do Mapinguari, de Gustavo Rinaldi, de São Paulo/SP – Pontuação média: 8,73;

Bendita Cura – Volume 3, de Mário César dos Santos Oliveira, de São Paulo/SP – Pontuação média: 8,73;

Volcano, de Magno José Costa, de Santo André/SP – Pontuação média: 8,69;

Tempo Discos, de Rodrigo Febronio, de São Paulo/SP – Pontuação média: 8,69 (primeira HQ);

Peças e Pessoas, de Daniela Oliveira Campos, de São Roque/SP – Pontuação média: 8,61 (primeira HQ);

A Coisa, de Walmir Américo Orlandeli, de São José do Rio Preto/SP – Pontuação média: 8,51.

Os projetos selecionados só receberão a verba após a análise da documentação, que foi enviada no momento da inscrição. Casa haja algum impedimento, a vaga é herdada para algum projeto suplente. Confira os projetos suplentes abaixo:

Meta – Volume 2 – A Jornada do Leitor, de Marcelo Miazzi Pereira Lima, de São Paulo/SP – Pontuação média: 8,68;

Província Negra – Volume 2, de Kaled Kanbour, de São Paulo/SP – Pontuação média: 8,63;

O Círculo do Barbante, de Priscilla Judith Camacho, de São Paulo/SP – Pontuação média: 8,6;

Sem Terra em Marte, de Antonio Carlos Tironi Galhardo, de São Paulo/SP – Pontuação média: 8,53;

Corpos e Anticorpos, de Histórias femininas da pandemia, de Mandacaru Design, de São Paulo/SP – Pontuação média: 8,5;

Jambocks! – Sentando a Pua na Itália, de Celso Oliveira Menezes, de Itanhaém/SP – Pontuação média: 8,43;

Galo Nhoc, de Acácio Silveira Ribeiro, de São José dos Campos/SP – Pontuação média: 8,37;

Micrômegas, de Guilherme Fonseca, de Campinas/SP – Pontuação média: 8,35;

Criolim, de Guto Góess, de Pederneiras/SP – Pontuação média: 8,33;

O Fantasma da Ópera em São Paulo, de Larissa Paiva Palmieri, de São Caetano do Sul/SP – Pontuação média: 8,27.

Parabéns para todos os selecionados!

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Panini Começa a Pré-Venda de Superman Antologia

Já começou a pré-venda de Superman Antologia, a série de luxo com histórias marcantes do maior super-herói de todos. Depois de uma leva de diversos personagens da Marvel e pela DC Comics, com Batman e Mulher-Maravilha.

Superman Antologia refaz muitas fases do Homem de Aço, desde a primeira aparição, em 1938, até sua recriação em 2012. As histórias apresentam todas as facetas da trajetória do herói, da mais fantástica a mais humana. Obras produzidas por nomes como Jerry Siegel e Joe Shuster, criadores do herói, além de John Byrne, Frank Miller, Grant Morrison, Alex Ross, Curt Swan, Denny O’Neil, Grant Morrison e Rags Morales, dentre outros.

Além da já citada a origem, temos a primeira aparição do Brainiac, o retorno à Krypton, a morte do Superman na Era de Prata, as reformulações de Lex Luthor e Brainiac, o início da década de 1980, a origem do grupo Elite, provocando em embate moral com seu modo de combate ao crime, a fase Novos 52 e muito mais.

A clássica história Precisa haver um Superman? de 1972, também será republicada. Nela o escritor Elliot S. Maggin analisa a importância e influência do personagem em um contexto em que o coloca sendo julgado pelos Guardiões do Universo, que acusam o Homem de Aço de prejudicar o desenvolvimento natural da humanidade.

Superman Antologia tem formato 17 X 26 cm, 384 páginas, capa dura e o valor de R$ 139,90.