A Netflix confirmou por meio de suas redes sociais, que a segunda temporada de Ghost in the Shell: SAC_2045 está oficialmente em desenvolvimento. Em comemoração, a empresa disponibilizou um novo vídeo do primeiro ano.
Produzido por Kenji Kamiyama(Ghost in the Shell: Stand Alone Complex) e Shinji Aramaki(Appleseed), a primeira temporada terá 12 episódios e chega em 23 de Abril, enquanto a segunda não possui data de lançamento.
Netflix has shared a new clip from ‘GHOST IN THE SHELL: SAC_2045’ Season 1 and has announced that Season 2 is already in development. (Source: @NetflixJP_Anime) pic.twitter.com/nVdquJsaHN
Dirigido por Mamoru Oshii, Ghost in the Shell fala sobre a evolução do planeta até chegar no ano de 2029, onde se tornou um local altamente informatizado, a ponto dos seres humanos poderem acessar extensas redes de informações com seu ciber-cérebros. A agente cibernética Major Motoko é a líder da unidade de serviço secreto Esquadrão Shell, responsável por combater o crime. Motoko foi tão modificada que quase todo seu corpo já é robótico. De humano só teria sobrado um fantasma de si mesma. Em 2017, Scarlett Johansson deu vida à Motoko na versão em live action americana do anime.
Para futuras informações de Ghost in the Shell SAC_2045, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
A Netflix fez uma doação de R$ 5 milhões para ajudar a indústria audiovisual brasileira durante a pandemia do coronavírus.
A doação servirá como uma espécie de fundo emergencial à indústria nacional que está sendo prejudicada pelo Covid-19.
A ICAB será a responsável pelo gerenciamento da quantia, que será depositada em um único valor de um salário mínimo. A produtora está doando diversas quantias para a maioria dos país.
A informação foi dada através de um comunicado de imprensa, no qual afirma que os recursões dos R$ 5 milhões serão liberados em um prazo de 10 dias.
Netflix é uma provedora global de filmes e séries de televisão via streaming sediada em Los Gatos, Califórnia, e que atualmente possui mais de 160 milhões de assinantes. Fundada em 1997 nos Estados Unidos, a empresa surgiu como um serviço de entrega de DVD pelo correio.
Para futuras informações a respeito da Netflix, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Em um comentário feito no Tumblr, Neil Gaiman afirmou que os atores de Sandman já estão contratados e que as filmagens estavam prestes a começar antes da pandemia do coronavírus.
“O desenvolvimento estava indo muito bem, mas agora está tudo parado, até que o mundo volte ao normal aos poucos. Os roteiros da primeira temporada foram concluídos. Os atores foram contratados. Os diretores estão definidos. Os cenários estavam sendo construídos. Estava tudo pronto para o início das filmagens, mas infelizmente, essa situação surgiu. Porém, durante esse tempo, iremos revisar os roteiros e quem sabe, preparar algumas coisas para o segundo ano.”
A primeira temporada contará com um total de 11 episódios e não terá ligações com Lúcifer, série de sucesso da Netflix que foi renovada para a sua quinta e última temporada.
Anteriormente, a New Line estava desenvolvendo um filme da história em quadrinhos com Joseph Gordon-Levitt na produção. Contudo, o mesmo foi cancelado em 2016.
O seriado contará a história de Morfeus, um dos Perpétuos (criaturas análogas aos deuses, mas ainda maiores) responsável pelo Mundo dos Sonhos. Basicamente ele controla e tem acesso a todos os sonhos da humanidade e de todas as criaturas capazes de sonhar, sendo o senhor do Mundo dos Sonhos, a terra aonde vamos em nossas horas de sono.
Para futuras informações a respeito de Sandman, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Estrelado por Robbie Amell e Stephen Amell – atores conhecidos por seus papéis em Flash e Arrow, respectivamente – e baseado no curta de mesmo nome, Code 8 – Renegados chegou na Netflix semana passada (sábado, 11/04) e foi realizado graças a uma campanha realizada pelos atores que resultou num financiamento coletivo de aproximadamente 2 milhões de dólares.
No longa somos apresentados a um universo – criado por Chris Pare e por Jeff Chan – onde 4% da população possui poderes e que são temidos pela sociedade, algo bem semelhante com o que é visto em X-Men. Entretanto, aqui os ‘mutantes’ são obrigados a viver no submundo devido ao preconceito da sociedade e são monitorados a todo o tempo por drones, além de serem classificados de acordo com seus poderes.
Na trama do filme acompanhamos Connor (personagem vivido por Robbie Amell), que cresceu escondendo os seus poderes por conta do passado de seu pai e que precisa cuidar de sua mãe doente. Sem conseguir um emprego decente, ele trabalha ilegalmente utilizando seus poderes em construções até que um dia ele se cruza com Garrett (interpretado por Stephen Amell), um traficante de drogas feitas a partir do líquido cefalorraquidiano das pessoas com poderes. Com isso, Connor entra na jogada e precisa de um plano quando as coisas fogem do controle.
O grande problema no filme – além do ”baixo orçamento” – é justamente o roteiro. Por mais que a trama seja algo clichê e fácil de ser dirigido em um longa, ela é tratada de forma bem rápida fazendo com que não haja o correto desenvolvimento dos personagens envolvidos e nem do universo pré-estabelecido. As informações são simplesmente jogadas na tela e ficam a mercê do curto tempo de longa-metragem.
Com exceção desse problema o longa tem uma premissa excelente e mistura elementos já vistos em outros filmes como Push (2009, dir: Paul McGuigan) e Chronicle (2012, dir: Josh Trank), além da clara inspiração em X-Men. A construção é essencialmente a mesma, pessoas com poderes vivendo em um submundo e descobrindo seus talentos por conta própria. Tecnicamente falando, o filme é uma mistura de diversos elementos vistos em outros filmes dos gêneros de sci-fi, thriller e ação – elementos estes que funcionam em tela, porém que, pelo problema de roteiro citado acima, não são aproveitados como devia pela direção do filme.
A atuação do elenco também deixa bastante a desejar, tanto Stephen como Robbie Amell apresentam a mesma expressão a todo momento e a mesma atuação vista nas séries da CW. O restante do elenco sofre do mesmo problema, sendo apagados pelos dois astros.
Code 8 – Renegados não é um filme ruim, mas não chega a ser algo inovador nem acima da média. É um filme mediano com uma excelente premissa porém com um péssimo desenvolvimento de roteiro, mas que garante a diversão dos telespectadores e que, quem sabe, ensine o próximo filme do gênero que deseje ter esses elementos a não cometer os mesmos erros.
Nota: 2.5/5
Code 8 – Renegados apresenta um mundo onde pessoas com habilidades “especiais” vivem na pobreza. Conner Reed (Robbie Amell) é um jovem poderoso que está lutando para pagar pelo tratamento médico de sua mãe doente. Para ganhar dinheiro, ele se junta a um mundo criminoso e lucrativo, liderado por Garrett (Stephen Amell), que trabalha para um traficante de drogas.
O site Observer revelou que a Netflix já está planejando uma segunda temporada de Cowboy Bebop.
Atualmente, a produção do primeiro ano está paralisada desde Outubro de 2019, uma vez que o ator John Cho sofreu um acidente durante as filmagens. A produtora decidiu dar uma ”pausa” nas gravações de 9 meses.
John Cho, Mustafa Shakir, Daniella Pineda e Alex Hassell sãos os atores que irão protagonizar a produção.
A primeira temporada da série contará com dez episódios produzidos pela Sunrise Inc. e roteirizados pelo Chris Yost, de Thor: O Mundo Sombrio e Thor: Ragnarok. Marty Adelstein, Becky Clements e Matthew Weinberg serão os produtores, enquanto Shinichiro Watanabe, o criador do anime, será o consultor criativo.
Corre o ano de 2071 e muitas mudanças ocorreram: a tecnologia evoluiu; a população da Terra migrou para outros planetas do Sistema Solar, vivendo em colônias. A população aumentou consideravelmente e, com ela, o número de criminosos. A polícia espacial (ISSP, Inter Solar System Police, em inglês), não podendo dar conta de todos os bandidos, recorre ao auxílio de cowboys: verdadeiros caçadores de recompensas espaciais. A série de 26 episódios orbita em torno das violentas aventuras dos ímpares personagens principais são Spike, Jet, Valentine, Ed e Ein que se reúnem devido a situações adversas nas vidas de cada um. Diz a sinopse do anime.
Para futuras informações a respeito de Cowboy Bebop, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Em uma live realizada em seu perfil na rede-social Vero, o cineasta Zack Snyder confirmou que Michael Cassidy estará em Army of the Dead.
O papel do astro não foi revelado. Entretanto, Snyder mencionou que o seu personagem será importante para a trama da história.
Michael Cassidy é um ator americano de cinema e televisão. Ele é mais conhecido por seu papel como Zach Stevens em The O.C. e como Tyler Mitchell na comédia TBS Men at Work. Ele interpretou Jonathan Walsh na comédia People of Earth desde o início do programa em 2016 até o cancelamento de 2018.
Na trama, um homem reúne um grupo de mercenários para fazerem suas últimas apostas após um surto zumbi se iniciar em Las Vegas. Com isso, os personagens irão se aventurar numa zona de quarentena ao mesmo tempo que realizam o último grande roubo da história.
Com orçamento de noventa milhões de dólares, Army of the Dead será lançado em 2020 através da Netflix.
Foi revelado através da página do seriado Dark no IMDB, que o seu terceiro ano deve chegar em 27 de Junho de 2020.
Na série, a data marca o fim do mundo, uma vez que Jonas acaba se ”safando” do desastre após Martha de uma realidade alternativa salvá-lo.
As gravações do terceiro e último ano foram encerradas em 2019. No momento, a obra está em processo de pós-produção e não deve ser afetada pela pandemia do coronavírus.
A história acompanha quatro diferentes famílias que vivem em uma pequena cidade alemã. Suas vidas pacatas são completamente atormentadas quando duas crianças desaparecem misteriosamente e os segredos obscuros das suas famílias começam a ser desvendados.
A segunda temporada de Dark já está disponível na Netflix.
A editora BOOM! Studios anunciou através de seu perfil no Twitter, que uma parceira com a Netflix foi fechada para a criação de séries em live-action e animadas.
O contrato é de dois anos e pode ser renovado posteriormente. Lumberjanes, Something is Killing the Children, Once & Future, e Mouse Guard são algumas propriedades que serão adaptadas.
“Os personagens da editora BOOM! são muito especiais e variados, eles tem o poder de despertar um tremendo interesse para dentro de nós. Nós mal podemos esperar para trazer essas histórias para as telinhas e fazer um ótimo trabalho para os fãs.” Disse Brian Wright, vice-presidente dos conteúdos originais da Netflix.
Netflix é uma provedora global de filmes e séries de televisão via streaming sediada em Los Gatos, Califórnia, e que atualmente possui mais de 160 milhões de assinantes. Fundada em 1997 nos Estados Unidos, a empresa surgiu como um serviço de entrega de DVD pelo correio.
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Em um depoimento feito para o Deadline, Martin Moszkowicz, CEO da Constantin Film, afirmou que o seriado de Resident Evil da Netflix tem previsão de estreia para o final de Novembro de 2020.
“Nossos escritórios estão praticamente fechados com poucas pessoas trabalhando que não são necessárias, então, basicamente tivemos que encerrar mais de 30 séries juntos, principalmente coisas feitas na Alemanha, República Tcheca e Romênia. Existem vários cenários para começarmos a filmar Resident Evil, dependendo da situação, para tentar filmar essas cenas adicionais. Uma começa no final de abril, outra no final de maio e outra no final de junho. A data de lançamento é final de novembro, então talvez possamos chegar lá”.
Ao que tudo indica, o seriado será situado em Greenwood Asylum, localizado em Maryland. Há rumores de que a produção se passará 26 anos após contaminação pela arma biológica.
Resident Evil é uma franquia de videogames criada pela Capcom e Shinji Mikami, como uma série de jogos de survival horror, iniciada em 1996 com Resident Evil para PlayStation. Desde então, a saga de jogos passou a incluir o gênero ação e até agora já vendeu 80 milhões de unidades.
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