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Zumbis na neve são o destaque do primeiro trailer da segunda temporada de Black Summer, veja

A Netflix divulgou o primeiro trailer oficial da segunda temporada de Black Summer, série de zumbis dos mesmos criadores de Z Nation que chega em 17 de Junho de 2021 no streaming. 

Em meio ao apocalipse zumbi, uma mãe é separada da filha e embarca numa jornada angustiante a fim de encontrá-la. Para isso, ela se une a um grupo de forças especiais formado por refugiados e, com a ajuda deles, enfrenta um novo mundo hostil e perigoso. Diz a sinopse do primeiro ano.

Para futuras informações a respeito de Black Summer, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Assista o mais novo trailer de Resident Evil: No Escuro Absoluto

A Netflix divulgou o mais novo trailer da série animada Resident Evil: No Escuro Absoluto, que se passará dois anos após Resident Evil 4.

O agente federal norte-americano Leon S. Kennedy está no grupo convidado pela Casa Branca para investigar o incidente, mas quando as luzes se apagam de repente, o time da SWAT é forçado a abater uma horda de zumbis misteriosos.

Para futuras informações a respeito de Resident Evil: No Escuro Absoluto, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Jenna Ortega será Wandinha Addams na série Wednesday, da Netflix

É oficial, a atriz Jenna Ortega irá interpretar Wandinha Addams na série Wednesday, da Netflix.

Jenna  atriz norte-americana que ganhou notoriedade após participar da produção Jane the Virgin, da CW. Recentemente, ela participou de Dia do Sim, da Netflix. 

Com direção de Tim Burton, o seriado deve chegar em 2022 no serviço de streaming. 

Wednesday será uma série de investigação, com toques sobrenaturais, que mostrará os anos de Wandinha como estudante na Academia Nevermore, um colégio interno sombrio.

Para futuras informações a respeito de Wednesday fique ligado aqui, na Torre de Vigilância. 

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Cinema

Prepare-se para muitos sustos e arrepios | Netflix divulga o trailer da trilogia Rua do Medo

A Netflix divulgou o primeiro trailer oficial da trilogia Rua do Medo, ”franquia” baseada nas obras de R.L. Stine. 

Rua do Medo: 1994 – Parte 1, chega em 02 de Julho, enquanto Rua do Medo: 1978 – Parte 2 e Rua do Medo: 1666 – Parte 3, chegam respectivamente em 09 de Julho e 16 de Julho de 2021. 

Em 1994, um grupo de adolescentes descobre que os eventos terríveis que vêm assombrando sua cidade por gerações podem estar conectados. O pior: eles podem ser os próximos alvos.

Para futuras informações a respeito de Rua do Medo, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância. 

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Tela Quente

A poesia e a apatia em Vozes e Vultos

Produções cinematográficas e televisivas que abordam uma casa mal-assombrada não é um assunto recente para quem consome esse tipo de conteúdo, pois é só olhar para trás e perceber que já tínhamos The Amityville Horror (1979), O Iluminado (1980) e Poltergeist (1982), entre muitos outros. Esse tema está tão recorrente atualmente, que ficamos completamente indiferentes quando um novo filme é lançado e o culpado disso tudo é a forma como o roteiro não sai de sua zona de conforto, e como consequência, nada nos prende. Alguns longas até conseguiram sair dessa estatística amarga, mas o saldo ainda pende em sua maioria para o lado mais preguiçoso. E sim, Vozes e Vultos se encaixa neste saldo negativo.

A recente produção da Netflix acompanha uma artista de Manhattan (Amanda Seyfried) que se muda com sua família para o Vale do Hudson. Conforme ela começa sua nova vida num vilarejo histórico, ela passa a suspeitar que seu casamento e sua casa está cercado por algo obscuro.

James Norton (George Clare) e Amanda Seyfried (Catherine Clare) interpretam o típico casal feliz e empolgado pela mudança, porém tudo começa a desandar conforme a presença inicia as suas manifestações para Catherine. O roteiro abre uma discussão sobre o poder feminino quando deixa claro que a personagem se tornou o centro das aparições sobrenaturais. Isso não foi um mero acaso, pois uma explicação é dada para tal. Não vou entrar em mais detalhes para não estragar a experiência de quem ainda não assistiu, porém foi uma das poucas coisas que gostei do filme.

Enquanto isso, o filme afasta um pouco (até certo momento) George dessas manifestações e entra num contraponto com a discussão mencionada acima. Aqui o vemos assumindo um lado adúltero com a jovem Willis (Natalia Dyer) e conforme a trama avança, as aparências de bom moço continuam rachando até o seu ponto de ruptura. Assim como sua parceira, ele também possui um motivo específico que é revelado posteriormente. Não é um plot twist digno de revirar na cadeira sedento por mais, uma vez que fica completamente óbvio a direção que o roteiro pretende seguir para seu ato final.

A poesia sobrenatural foi bem trabalhada através da obra de Emanuel Swedenborg (1688-1772). Ele foi um filósofo e espiritualista sueco que era visto como iluminado e louco por causa de sua visão sobre o mundo espiritual. Segundo ele, os mortos não precisam causar medo, isso o que faz é a vida. O eterno debate sobre as consequências de nossos atos em vida foi pauta entre os personagens principais e quem guardou esses diálogos, claramente percebeu a referência na cena final.

Vozes e Vultos acerta em trazer essa atmosfera poética para o campo sobrenatural, mas peca pela apatia em não trazer mais nada de novo para o gênero. Então, acaba se tornando uma adaptação cinematográfica (baseado no romance All Things Cease to Appear de Elizabeth Brundage) esquecível um pouco depois que você termina de assistir antes de pular para a próxima diversão do dia. Aliás, já assistiram À Espreita do Mal?

Nota: Prata. 

Vozes e Vultos está disponível atualmente na Netflix.

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Séries

Segunda temporada de Black Summer chega em Junho de 2021, assista os teasers

Após 1 ano de hiato, a Netflix anunciou que a segunda temporada de Black Summer, série de zumbis dos mesmos criadores de Z Nation, chega em 17 de Junho de 2021. 

Abaixo, você pode conferir alguns teasers liberados pela produtora. 

Em meio ao apocalipse zumbi, uma mãe é separada da filha e embarca numa jornada angustiante a fim de encontrá-la. Para isso, ela se une a um grupo de forças especiais formado por refugiados e, com a ajuda deles, enfrenta um novo mundo hostil e perigoso. Diz a sinopse do primeiro ano.

Para futuras informações a respeito de Black Summer, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Serial-Nerd Séries

Love, Death & Robots Vol.2, a incompreensão da arte em sua pior forma

Desde o lançamento de seu primeiro volume, ‘Love, Death & Robots’ havia se tornado uma série querida pelos fãs apaixonados nas ideias e criações totalmente singulares da Netflix. Com isso, o anseio para seu segundo volume era estrondoso. Infelizmente, toda essa expectativa é quebrada, mas com classe.

Contando com apenas oito episódios, com sua duração mais longa de 18 minutos, é difícil explicar como essa temporada consegue decepcionar tanto, em comparação a  sua anterior. Mas uma coisa é clara, quase nada explorado aqui é memorável. Enquanto em sua última temporada tivemos ‘Os Três Robôs’, ‘A Testemunha’, ‘Boa Caçada’ e ‘Zima Blue’ – que são celebrados até hoje como uma das melhores produções da Netflix – nessa temporada temos apenas quatro episódios consideravelmente marcantes: ‘Esquadrão de extermínio’, ‘Snow no Deserto’, ‘A Grama Alta’ e ‘Pela Casa’. Os dois mais longos, e os dois mais visualmente bonitos e criativos.

Já os outros episódios, precisam de uma análise mais detalhada, mas todos têm sempre duas coisas em comum: Estilos visuais desagradáveis e em alguns pontos, psicologicamente repulsivo. E histórias que não se encaixam em uma narrativa nem um pouco sólida. Começando a falar por sua arte,  é um ponto extremamente delicado, já que muitos pensadores consideram a arte como algo que tem sua necessidade de incomodar – como diz o escultor Gormley: “(…) a arte que faz você se sentir cômodo provavelmente é artesanato, não arte” (ESTADÃO, 2008). Sim, a arte tem esse papel fundamental para passar uma mensagem, mas aqui não passa nada, vemos apenas estilos artísticos desproporcionais em momentos desnecessários e mal executados; a utilização exagerada de CGI e um simples vazio criativo. Se usarmos o exemplo do episódio da primeira temporada, ‘ZIMA BLUE’, entendemos o motivo de seus traços e animação, aqui é apenas algo jogado, qual o esforço da arte aqui? Um incômodo barato é a mesma coisa que uma diversão sem alma. Esse é o paradoxo do artista pretensioso.

Já no uso de CGI, isso fica claro no episódio ‘Gaiola de sobrevivência’, estrelado por Michael B. Jordan. Em momentos, você não consegue diferenciar se está vendo o ator na cena, ou se ele é um personagem virtual com gráficos de um videogame. Isso causa uma confusão mental totalmente desnecessária. E o episódio também não tem uma história nada convincente.

Felizmente, temos episódios que salvam o que foi quase perdido. Em história, temos ‘Snow no Deserto’, que lembra muito um universo de ‘Star Wars‘, caçadas intergalácticas e que realmente prende a atenção – e tem a fotografia mais bonita da temporada. ‘Esquadrão de extermínio’ é totalmente inspirado no universo revolucionário de Ridley Scott e Phillip K. Dick, ‘Blade Runner’, e traz uma discussão filosófica ao nível de sua maior referência (até visualmente temos semelhanças, como o mundo e a cena final de ‘Blade Runner 2049’).

 Já os episódios ‘Grama Alta’ e ‘Pela Casa’ conquistam por seu estilo de animação digno do nome de sua série. Vemos o uso de uma animação 3D que se parece com uma pintura em movimento, que ao mesmo tempo parece um stop-motion, é um mistério, igual a história apresentada aqui. Já em ‘Pela Casa’ vemos um claro stop-motion muito bem feito, cada detalhe e o uso da iluminação foi feito com maestria. Esses episódios mostram como a arte tem que ser usada, como ela funciona.

Em um geral, a transição entre polos no segundo volume de Love, Death & Robots é perceptível e triste, com uma primeira temporada tão promissora, é difícil não se decepcionar com o que apresentaram aqui. Talvez possa ter sido um corte de orçamento massivo, ou uma falta de atenção, ter perdido dez episódios talvez seja o que comprometeu a experimentação psicótica e harmônica que seus fãs queriam.

Nota final: 2/5 – Prata

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Séries

Liberado novo trailer de Sweet Tooth, série produzida por Robert Downey Jr.

A Netflix divulgou o segundo trailer do seriado Sweet Tooth, produção baseada nos quadrinhos de mesmo nome da DC Comics, com Robert Downey Jr. como produtor. 

Sweet Tooth é uma série de revistas em quadrinhos que foi publicada pela editora americana DC Comics através de sua linha editorial Vertigo entre 2009 e 2013, com 40 edições. A trama se passa em um mundo pós-apocalíptico, habitado por seres humanos híbridos com animais.  Gus, um híbrido entre homem e veado, deixa a sua casa após os eventos e se junta a uma pequena gangue, e que é mais do que aparenta ser.

Sweet Tooth chega ainda em 2021.

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Cinema

Kathryn Hahn entra para o elenco de Entre Facas e Segredos 2

O Deadline revelou com exclusividade, que a atriz Kathryn Hahn uniu-se ao elenco de Entre Facas e Segredos 2, que começará as suas gravações no segundo semestre de 2021. 

Recentemente, a atriz interpretou a bruxa Agatha Harkeness no seriado WandaVision. Ela também foi responsável por dar voz a versão feminina do Doutor Octopus em Homem-Aranha no Arahaverso. 

Além de Kathryn, Daniel Craig, Janelle Monae, Edward Norton e Dave Bautista fazem parte do elenco da produção. 

Em Entre Facas e Segredos, após comemorar 85 anos de idade, o famoso escritor de histórias policiais Harlan Thrombey (Christopher Plummer) é encontrado morto dentro de sua propriedade. Logo, o detetive Benoit Blanc (Daniel Craig) é contratado para investigar o caso e descobre que, entre os funcionários misteriosos e a família conflituosa de Harlan, todos podem ser considerados suspeitos do crime. Diz a sinopse do primeiro filme. 

Para futuras informações a respeito de Entre Facas e Segredos, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Continuação de Enola Holmes é confirmada com Millie Bobby Brown e Henry Cavill

A Netflix confirmou a sequência de Enola Holmes com os atores Millie Bobby Brown e Henry Cavill, nos papéis de Enola e Sherlock Holmes. 

Harry Bradbeer, o diretor do primeiro longa, retornará para comandar o novo projeto ao lado de Jack Thorne, que até o momento, não possui data de lançamento. 

O filme será baseado na mesma obra de Nancy Springer’s.

Quando Enola Holmes, irmã do grande detetive Sherlock Holmes, descobre que sua mãe desapareceu, ela rapidamente sai a sua procura. Disfarçando-se de viúva, Enola embarca em uma jornada para Londres, sem saber o que poderá acontecer. Ao chegar na cidade ela adota uma série de disfarces, mas acaba se envolvendo no caso de um jovem marquês desaparecido. Diz a sinopse do primeiro filme. 

Para futuras informações a respeito de Enola Holmes, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.