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Centrada nos Mandalorianos, série em live action de Star Wars ganha primeira imagem oficial

O perfil oficial do Star Wars revelou a primeira imagem oficial da série em live action que será protagonizada pelos Mandalorianos, nômades, guerreiros e caçadores de recompensas que vivem no planeta Mandalore. Os mais icônicos são Jango e Boba Fett, que apareceram pela primeira vez em O Império Contra-Ataca (1980) e A Guerra dos Clones (2002) respectivamente. 

John Favreau é o roteirista e produtor do seriado, que conta com grandes nomes como: Taika WaititiRick Famuyiwa, Bryce Dallas Howard, Dave Filoni, Deborah Chow como os principais diretores.

 

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Production on #TheMandalorian, #StarWars’ first live-action series, has begun! More at the link in our profile.

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“Depois das histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro surge no universo de Star Wars. O Mandaloriano é situada depois da queda do Império e antes do surgimento da Primeira Ordem. Acompanhamos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”, diz a sinopse oficial. 

O seriado chega em algum momento de 2019 no serviço de streaming da Disney.

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Séries

O maioral está chegando! Liberada a primeira imagem oficial de Lobo em Krypton

Durante o painel da segunda temporada de Krypton na New York Comic Con, a emissora Syfy disponibilizou a primeira imagem oficial do ator Emmett J. Scanlan caracterizado como Lobo, o maioral!

Emmett John Scanlan é um ator irlandês de Dublin. Ele é mais conhecido por interpretar Brendan Brady em Hollyoaks.

Criado por David S. Goyer e Damian Kindler, Krypton se passa anos antes do nascimento do Superman e posteriormente, da destruição do planeta de mesmo nome. Cameron Cuffe interpreta  Seg-El, avô herói que é julgado por traição contra o governo de seu próprio lar.

A segunda temporada de Krypton estreia em 2019.

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Cinema Tela Quente

Venom não é o parasita que queríamos, mas é aquele que merecemos

Desde a estreia de Homem-Aranha 3 em 2007, a Sony Pictures lutou constantemente em desenvolver um filme do Venom, que segundo olhares mais minuciosos e gananciosos dos produtores, o monstrengo sempre foi um personagem que pudesse segurar uma trama sozinho sem a presença direta do amigão da vizinhança. Contudo, após diversos problemas envolvendo a franquia dirigida pelo cineasta Sam Raimi, a película do simbionte assassino ficou cerca  de sete anos engavetada. Até agora.

Então, o estúdio decidiu dar mais uma chance ao anti-herói, lançando Venom neste ano com força total. A película será a primeira de um universo cinematográfico composto por diversos heróis e vilões da Marvel em que a Sony tem propriedade, sendo Morbius de Jared Leto, a próxima obra a entrar em produção.

Eddie Brock (Tom Hardy) é um jornalista investigativo, que tem um quadro próprio em uma emissora local. Um dia, ele é escalado para entrevistar Carlton Drake (Riz Ahmed), o criador da Fundação Vida, que tem investido bastante em missões espaciais de forma a encontrar possíveis usos medicinais para a humanidade. Após acessar um documento sigiloso enviado à sua namorada, a advogada Anne Weying (Michelle Williams), Brock descobre que Drake tem feito experimentos científicos em humanos. Ele resolve denunciar esta situação durante a entrevista, o que faz com que seja demitido. Seis meses depois, o ainda desempregado Brock é procurado pela doutora Dora Skirth (Jenny Slate) com uma denúncia: Drake estaria usando simbiontes alienígenas em testes com humanos, muitos deles mortos como cobaias.

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Aclamados por muitos, Tom Hardy não entrega a sua melhor atuação para o público, pelo ao contrário, ele concede algo mais bem humorado e que no fundo, sabe que não será levado a sério por aqueles que estão o assistindo. No entanto, é perceptível o nível de esforço do ator em entregar um comportamento mais hostil vindo de um olhar desesperador de Brock por conter um parasita vivendo dentro do seu corpo e mente. 

A interação entre os protagonistas é o ponto alto da história. O modo de que os seres interagem entre si chega a dar brilho nos olhos, fazendo em determinados momentos com que o telespectador se simpatize com a relação problemática dos personagens. Mas, nem tudo é um mar de rosas. Piadas fora do tempo chegam a ser um problema, mas ainda sim, uma pequena pedra no sapato na narrativa como um todo.

Ao mesmo tempo que é uma criatura sedenta por sangue, o Venom se prova como um verdadeiro herói diante de um mundo sujo e irracional no qual ele veio. Já Brock, é a representação perfeita do fracasso, perda e depressão, mas tudo feito a partir de uma maneira divertida e menos desastrosa.

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Sem sombras de dúvidas, o enredo é o mais simples e corrido possível. A sensação que o filme passa para quem está assistindo, é de que o conto visto durante duas horas, foi feito as pressas e sem nenhum cuidado aparente, ainda que contenha elementos 100% fiéis a mitologia do personagem, existe uma sensação de insatisfação após o seu término, que é amenizada por sua primeira cena pós-créditos. É um gancho perfeito para uma eventual continuação.

Riz Ahmed interpreta dois antagonistas, o doutor Carlton Drake e o monstro RiotDrake é egoísta e perfeccionista ao extremo, indo até o fim para que os seus desejos mais profundos sejam realizados. Já Riot, é uma versão menos simpática do protagonista alienígena, mas é clara a preguiça por parte dos produtores e diretor Ruben Fleischer em desenvolver uma nova personalidade ao antagonista. Ele é basicamente o Venom, só que mais malvado e com poderes acima de qualquer outra criatura de sua terra natal. 

Além de Tom Hardy, Michelle Williams que dá vida a Anne Weying, é a cereja do bolo. Sua interação com Brock é desafiadora e empolgante, e no fim das contas, ter amizade com o ex-marido e ainda ajudá-lo nos momentos mais difíceis da vida, é pedir para ser elogiada.

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Desta maneira, Venom consegue ser competente sem a presença do Homem-Aranha em sua composição cinematográfica, que por sinal, era a preocupação de muitos em relação ao longa. Se a Sony Pictures investir mais em suas produções e pensar menos com um olhar empresarial e mais com uma visão de fã, seu universo cinematográfico pode ir longe, e quem sabe, incluir o escalador de paredes do Tom Holland em sua mitologia.

Espero que tenha gostado, até a próxima e nunca na sua vida, deixe que um parasita te dê conselhos amorosos.

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Séries

Saiu! O Mundo Sombrio de Sabrina ganha um novo trailer

A Netflix divulgou um novo vídeo promocional de O Mundo Sombrio de Sabrina. Confira.

http://www.youtube.com/watch?v=c1N3tpnmy-c

O Mundo Sombrio de Sabrina tem no seu elenco: Richard Coyle, Lucy Davis, Tati Gabrielle, Michelle Gome, Ross Lynch, Miranda Otto, Chance Perdomo, Bronson Pinchot, Kiernan Shipka, Jaz Sinclair e Lachlan Watson.

A primeira temporada estreia no dia 26 de outubro.

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Cinema

Lançado o terceiro trailer espetacular de Homem-Aranha no Aranhaverso

Sony Pictures Animation em parceria com a Marvel Studios, disponibilizaram o terveito trailer da animação Homem-Aranha no Aranhaverso que você pode conferir a seguir.

Na trama, o jovem Miles Morales sera aprendiz do experiente Peter Parker, que já está farto da sua vida de herói e procura por um novo cabeça de teia para seguir o seu legado.

Além dos dois personagens, estão confirmadas as presenças do Aranha-Noir, Spider-Gwen, Porco-Aranha e Peni Parker e uma menção já confirmada ao cabeça de teia do MCU, que atualmente, é vivido por Tom Holland.

Homem-Aranha no Aranhaverso estreia em 10 de Janeiro de 2019 em todos os cinemas brasileiros.

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Detective Comics Quadrinhos

Venom por Donny Cates é um verdadeiro épico de ação e horror

“A parte mais surreal em escrever Venom é que todas as perguntas que eu tinha quando era criança, seriam eventualmente respondidas. E o estranho é que todas seriam respondidas por mim.”Donny Cates sobre seu run pelo simbionte. Em maio deste ano, Marvel começou um novo relaunch chamado Fresh Start. Semelhante ao Rebirth da DC Comics, a iniciativa prometia trazer os personagens de volta ao básico. Entretanto, alguns títulos fugiram dessa linha, tais como Venom. Um quadrinho o qual vem chamando a atenção de muitos leitores lá fora. Por quê?

Desde sua criação, na década de 90, o personagem sempre esteve ligado ao Homem-Aranha, de alguma forma. Não importava se ele tivesse transformado em Protetor Letal, Agente ou Guardião da Galáxia. O Amigão da Vizinhança sempre está lá. Entretanto, Venom é um personagem muito popular e muito interessante. Talvez fosse a hora dele ser algo a mais do que um derivado da franquia do Teioso. Ele tem sua própria revista mensal há anos, era uma questão de tempo até alguém começar a criar uma mitologia própria para o simbionte. Pois é, era uma questão de tempo até Donny Cates falar com os editores da Marvel: “Que tal contarmos a origem dos simbiontes?” Graças a Odin – e outros deuses – eles disseram sim.

Quem é Eddie Brock?

No primeiro arco da revista, chamado Rex, acompanhamos Venom (Eddie Brock) tendo pesadelos sobre outros simbiontes na Terra, durante a Idade Medieval. O que os leva a um militar chamado Rex, revelando ao leitor a existência de hospedeiros militares, antes de Flash Thompson, o Agente Venom. Para finalizar, o Deus dos Simbiontes está vindo para a Terra por motivos desconhecidos. Sim, esta é a premissa da primeira história do título.

O roteiro de Cates condensa perfeitamente todos esses elementos, trazendo um verdadeiro épico de ação e horror. É notável as influências do roteirista em Lovecraft, Stephen King e até mesmo, George Miller. Eddie Brock aqui, é em suma, o Max de Mad Max. Um homem incompleto, impossível de ser definido, sobrevivendo a todo tempo, servindo como uma espécie de espectador em um show de loucuras.

“Meu nome é Eddie. Meu mundo é sangue e fúria.”

Percebe-se como o autor tem certo apreço pelas obras noventistas, não economizando nos absurdos (o simbionte tem novos poderes) ocorridos nos momentos de ação, mas ao mesmo tempo, encontrando um equilíbrio entre o escapismo e o autoral. Algo bem raro no mercado de quadrinhos mainstream atual.

Os desenhos de Ryan Stegman, a arte-final de JP Mayer e as cores de Frank Martin são uma combinação tão perfeita quanto simbiontes e humanos. Enquanto os traços evocam grandes desenhistas como Todd Mcfarlane, as cores se destacam pelo contraste entre os fracos feixes de luz e a plena escuridão contínua. Há uma presença forte de psicodelia, dando sentido literal ao nome do personagem. Há diversas viagens a serem feitas nesse quadrinho, desde as mais lúcidas até as mais alucinógenas.

Por fim, Cates inventa uma nova e incrível origem para os simbiontes, revelando que o planeta Klyntar, nada mais é do que uma prisão. Não apenas isso, ele cria um deus para eles, chamado Knull, o qual provavelmente, será um antagonista recorrente nas próximas edições.

Através de um ritmo frenético e aterrorizante composto pelos elementos mais diversos e improváveis de serem condensados de forma tão coesa, Venom é, surpreendentemente, o melhor título publicado pela Marvel Comics, no momento o qual eu vos escrevo.

Knull: Deus dos Simbiontes

Estamos diante de um run o qual pode vir a se tornar tão importante quanto Jason Aaron em Thor, ou Brian Bendis em Vingadores.

 

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Séries

Eles voltaram! Teaser da segunda temporada de Fugitivos é lançado!

O Hulu divulgou o primeiro trailer da segunda temporada de Marvel’s Runaways. Confira.

Os Fugitivos (Marvel’s Runaways) tem no seu elenco: Rhenzy Feliz, Lyrica Okano, Virginia Gardner, Ariela Barer, Gregg Sulkin, Allegra Acosta, Annie Wersching, Ryan Sands, Angel Parker, Ever Carradine, James Marsters, Kevin Weisman, Brigid Brannagh, James Yaegashi, Brittany Ishibashi e Kip Pardue.

Marvel’s Runaways retorna no dia 21 de dezembro. A série dos Fugitivos estará também na NYCC agora em outubro.

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Séries

Netflix trará Titãs para seu catálogo! Confira o novo trailer

Anteriormente anunciado como uma série exclusiva do serviço streaming DC Universe, Titãs também será transmitido pela Netflix. Confira o novo trailer divulgado paralelamente ao anúncio:

“Em Titãs, Robin emerge das sombras de Gotham City para liderar um novo grupo de heróis – Ravena, Estelar e Mutano. A recém-formada turma de supercombatentes do crime une forças para lutar contra seus demônios interiores e salvar o planeta do mal. Eles logo percebem que sozinhos são incompletos, mas unidos são Titãs.”

Ainda não há uma data definida para a estreia da série na Netflix, mas pelo DC Universe, todos os episódios estarão disponíveis no dia 12 de outubro.

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Cinema

Vazam primeiras fotos e vídeos de Jake Gyllenhaal como Mistério em Longe de Casa

Vazaram as primeiras imagens e vídeos do ator Jake Gyllenhaal caracterizado como o vilão Mistério em Homem-Aranha: Longe de Casa.

O papel do antagonista estava sendo disputado entre Gyllenhaal e Ryan Gosling, mas que por causa de conflitos de agenda, o astro acabou desistindo de dar vida ao personagem nas telonas, deixando a vaga para Jake.

Jake Gyllenhaal é um ator estadunidense de 37 anos com uma vasta carreira em Hollywood, que inclui grandes filmes de sucesso em seu currículo, como: O Abutre, Donnie Darko, Vida, Okja, O Homem Duplicado e dentre outros.

A sequência de De Volta ao Lar será o primeiro filme a integrar a fase 4 do MCU,  e contará com o retorno do cineasta Jon Watts na direção. Tom HollandJake Gyllenhaal, Samuel L. Jackson, Cobie Smulders Zendaya, Marisa Tomei, Laura Harrier, Jacob Batalon, Tony Revolori e possivelmente Robert Downey, Jr. e Michael Keaton estão cotados para retornarem na nova trama.

Homem-Aranha de Holland entrou para o Universo Cinematográfico da Marvel em 2015, e até então, é o cabeça de teia definitivo nos cinemas. Até o momento, o ator contém contrato para estrelar cinco filmes solo do personagem.

Homem-Aranha: Longe de Casa estreia em 4 de Julho de 2019 em todos os cinemas brasileiros.

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Cinema Tela Quente

A simpatia de um namoro fiel criado por Para Todos os Garotos que já Amei

Se apaixonar é fácil, difícil mesmo é amar, mas quando amamos, nada se compara com essa sensação. A frase que você acabou de ler nada mais é do que um fato que acompanha o ser humano desde a época que os primeiros seres pensantes da nossa linhagem histórica começaram a caminhar pelo globo. Durante toda a vida, nós nos apegaremos de maneira amorosa por diversas pessoas, seja você homem ou mulher, mas, na visão de quem vos escreve, o coração de um determinado indivíduo só pertencerá ao seu companheiro(a) apenas uma única vez, afinal, se amar fosse tão simples assim, ninguém estaria sofrendo pelo amor após o término de uma relação duradoura (ou não).

Estou cursando o terceiro ano do colegial e assumo que apesar de ser um garoto um tanto quanto jovem, já sei o que é o amor, e ele é lindo. Comecei a namorar no início desse ano com uma garota que eu julgo ser a melhor do mundo. Você deve estar se perguntando: ”como que esse mero rapaz tem tanta propriedade no que fala? Sendo que ele começou a namorar nesse ano pela primeira vez?”  Eu apenas sei do que estou falando. Lembra da primeira frase que você leu nessa coluna? Então… Mas, estou aqui para falar da excelente comédia romântica Para Todos os Garotos que já Amei, adaptação cinematográfica da série de livros de mesmo nome, composta por mais duas obras, que são: Agora e Para Sempre, Lara Jean e P.S. – Ainda Amo Você e que me fez pensar muito mais sobre o meu atual relacionamento.

No longa, acompanhamos a personagem Lara Jean Song Covey, que escreve cartas de amor secretas para todos os seus antigos paqueras. Um dia, essas cartas são misteriosamente enviadas para os meninos sobre os quem ela escreve, virando sua vida de cabeça para baixo.

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Mesmo sendo uma história deveras clichê, a produção me surpreendeu em diversos aspectos. Confesso que de primeira, fui conferir o filme com olhar pessimista e um tanto quanto ranzinza, mas óbvio, esses pensamentos ”chulos” da minha parte, desapareceram logo nos primeiros minutos, após a película se provar como uma transposição extremamente fiel ao material original.

Lara Jean, vivida pela atriz Lana Condor, se sustenta por si mesma. Ela está longe de ser aquela pobre coitada que o telespectador está acostumado a presenciar nos longas de comédia romântica mais usuais. Sua inteligência e a maneira que ela trata as coisas, principalmente os seus problemas, são os pontos chaves da composição sentimentais de sua personagem; lidando com bom humor em diversas situações tensas e constrangedoras que vão lhe perseguindo em determinados momentos fundamentais da trama. Mas como tudo não é um mar de rosas, a garota também chora e sofre pelos amores de sua vida, transformando alguns momentos da trama em algo mais raso e menos alegre.

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Assim como Lara, os personagens secundários são os pontos altos do longa. Peter Kavinsky e Josh Sanderson, interpretados respectivamente por Noah Centineo e Israel Broussard, são os principais crush’s da personagem principal, que demostra ter um enorme carinho e compaixão pelos dois rapazes, nos quais em resolutos momentos, alegam a si mesmos e para quem está assistindo, de que são excelentes possíveis futuros namorados ideais para a garota.

Além dos dois rapazes, está a presença de mais três garotos que não são tratados com muita ênfase durante a narrativa, esquecendo de mostrar um deles durante a jornada cinematográfica e deixando os outros dois de escanteio apenas para serem usados em ápices temporais mais insignificantes. Primeiro e único ponto fraco do filme.Sua trilha sonora também não é uma das mais memoráveis, mas, com certeza despertará um certo nível de curiosidade na mente de quem está assistindo para que após a conclusão da película, vá correndo procurar quem é o produz um ou outro hit presente na obra.

Vale mencionar, que as atuações dos atores John Corbett, Anna Cathcart  e Janel Parrish estão entre o alto panteão da película, sendo os responsáveis por fazer diversas piadas geniais ao desenrolar da narrativa, que por incrível que pareça, não cansam e muito menos perdem a graça com o passar do tempo.

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Para Todos os Garotos que já Amei representa a minha vida amorosa nos últimos meses. Demorou muito para que eu encontrasse ”aquela que eu pudesse colocar a sapatilha de vidro em seus pés”, mas, finalmente ela apareceu e a espera valeu muito a pena. O que foi testemunhado durante os seus primeiros minutos até os seus últimos segundos é totalmente incrível e até mesmo um pouco mágico, afinal de contas, um filme de comédia romântica que não cansa e inspira é até um pouco difícil de se ver (sim, eu conheço mais alguns, mas vamos dar o foco para a história de Lara, ok?).

Espero que tenha gostado, até a próxima e não se esqueça: ”eu darei todo o meu amor à você em letras maiúsculas” <3